sábado, 30 de junho de 2012

Do Obradoiro ao Corpo - Em breve

Do Obradoiro ó Corpo
O Metal como expresión de poder na Protohistoria do Noroeste

Quando: 3-4 de Julho
Onde: Santiago de Compostela


Faltam tres dias para que escomeçe a Reuniao científica Do Obradoiro ó Corpo. O metal como expresión de poder na Protohistoria do Noroeste. Uma interessantes jornadas nas que se discutira e se exporá ao publico os distintos aspetos que o metal tem na sociedade da proto-história recente do Noroeste peninsular, e nos que alem da tecnologia se farão achegas a questões eminentemente sociais, da mão de especialistas tão reconhecidos como Raquel VilaçaRichard Hingley ou Alicia Perea entre outros

Podedes descarregar o programa, poster e triptico da reuniao cientifica neste enlaçe


 Programa:


Postagem relacioanda:  O Metal, do obradoiro ao corpo

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Um livro, um record - O Cantabrico


Vai quatro meses davas noticia (aqui o post) do surprendente sucesso da publicaçao do livro "El Cantábrico en la Edad del Hierro" do nosso amigo e colega Jesus F. Torres-Martinez (Kechu), que a pouco mais de dois meses de ser editado afrontava já uma segunda ediçao. Comentavamos daquela o inaudito de isto tratando-se de uma monografia arqueológica sobre um tema tao concreto como pode ser a etnoarqueologia de esta parte da Hispânia Celtica.

Mas agora recevimos novamente -vaia a redundacia- a nova de que essa 2º ediçao foi já esgotada, e é mais o livro vem-se de convertir no record absoluto de vendas entre os editados pela RAH, deixamos aqui as palavras ao respeito do bloge do Projeto MonteBernorio: "Trata-se de um record de vendas já que, ao pouco tempo de estar editado, é o titulo que mas se esta vendendo. Ademais é o livro que mais visitas recebe no seu página Site a traves dos buscadores de internet e dos clientes que se assomam ao portal-Site desta Instituição. A primeira e segunda Edições esgotaram-se muito rapidamente mas a demanda manteve-se. Os editores tiveram que fazer edições sucessivas da obra dada a grande demanda existente."


Desde o Archaeoethnologica reiteramos de novo a nossa noraboa ao autor


Postagem relacionada: O Cantabrico na Idade do Ferro

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O Herói e o Monstro - On-line

EL HEROE Y EL MONSTRUO
  
AAVV, El Héroe y el Monstruo. Edit. Ministerio de Cultura, Madrid, 2007 ISBN: 978-84-8181-285-5


O presente livro que agora se topa acessível em rede e open-acess se corresponde co catalogo da exposição O Herói e o Monstro que se celebrou no MAN de Madrid, fruto da colaboração com British Museum e o CSIC, em torno a uma das mais notáveis peças da ouriveria peninsular, a chamada Fíbula de Bragança



Sinopse:
Esta surpreendente Fíbula de ouro apresentou-se pela primeira vez ao público em 1970, com motivo da exposição de Arte Celta em Edimburgo e Londres. Não obstante, já chamava a atenção do mundo académico no final da década de 1940, quando parte da coleção de joias da Casa Real de Bragança saiu à venda em Chicago. A peça foi objeto do interesse cedo de estudiosos da arte céltica como Jacobstahl, Klindt-Jensen ou Stead. Trás uma cessão temporal ao British Museum a fíbula foi finalmente mercada em subasta por esta instituição no ano 2001, e desde então está exposta na Galeria Helenística do Museu interpretada como provável obra de um aurífice grego às ordens de um chefe ibérico do sul, quem encarregaria uma fíbula de tipologia local



Descarregar o catalogo:  El Heroe y el Monstruo

Paisagens Passadas e Presentes


Abierto al Público
Paisajes pasados y presentes en el valle del Pigüeña

Quando: 6-13 juho
Onde: Belmonte de Miranda, Asturias


Entre os dias 6-13 do próximo mês de julho o Grupo de Pesquisa Arqueologia Agrária, organiza umas jornadas sobre arqueologia e Património tituladas Aberto ao Público. Paisagens passadas e presentes no Val do Pigüeña. A celebração destas Jornadas trata de acercar ao público geral os resultados das atuações arqueológicas realizadas em Vigaña (Belmonte de Miranda, Astúrias) desde 2009. As conversas centrar-se-ão no estudo da paisagem camponês que começa a gestarse na Idade do Ferro e se projeta até a atual paisagem rural da montanha asturiana.

Entre médias, diferentes processos históricos geraram importantes mudanças sociais e culturais, como a conquista romana ou a formação da rede aldeã em época medieval. Ademais, pretendemos abrir um debate no âmbito local a respeito das potencialidades que a Arqueologia e a posta em valor do Património cultural podem oferecer aos habitantes do vale do Pigüeña. Assim, as conversas do dia 20 de julho girarão em torno destes temas, para concluir as Jornadas com uma mesa redonda na que discutir-se-ão feições como a participação cidadã na Gestão do Património ou as possibilidades turísticas dos recursos culturais.


 Programa:



+INFO no site de:   Arqueologia Agraria

terça-feira, 26 de junho de 2012

Arqueologia da Agricultura na Alta Idade Media

Archaeology of Farming and Animal Husbandry in Early Medieval Europe

Quando: 15-16 novembro
Onde: Vitoria-Gasteiz


O Grupo de Investigación en Patrimonio y Paisajes Culturales (GIPyPAC) organiza o Congresso Arcaheology of Farming and Husbandry in Earley Medieval Europe. Os objectivos desta conferência são, por um lado, a elaboração de sínteses regionais sobre a articulação das primeiras paisagens medievais da Espanha em um contexto europeu, e por outro lado, para analisar práticas agrícolas e de criação de animais no início da Idade Média, usando a bioarchaeologia como ferramenta.


Assim, pretende-se repensar a história social do início da Idade Média a partir de uma perspectiva que valoriza a diversidade eo dinamismo das comunidades camponesas, ao contrário das abordagens primitivos que ainda são predominantes para a caracterização desses grupos.


Para isso, alguns dos mais renomados especialistas europeus foram convidados a participar na conferência, tendo a diversidade disciplinar como uma prioridade. Os jovens investigadores vão também participar no congresso. Além disso, pretendemos organizar uma sessão de pôsteres a fim de acolher estudos específicos sobre estas questões.


  Programa provisorio:




Ir ao site de:  Archaeology of Farming & Humbandry

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Revista Digital de Arqueologia



A Revista Digital de Arqueologia tem por objetivo divulgar as intervenções de maior interesse realizadas no âmbito do Património Cultural, independentemente das mesmas terem tido lugar em contexto de estudo ou de obra. Neste sentido, foi requerida a participação de diversos investigadores e entidades que de forma direta, ou indireta, colaboram com a empresa Estradas de Portugal como o IGESPAR

A Revista Digital de Arqueologia inicia-se com a publicação dos presentes artigos, que ficam disponíveis online permitindo assim o fácil acesso a todos os interessados.


Artigos:

Alcariais de Odeleite - Março 2010

Intervenções do CEIPHAR em contexto de obra - Abril 2010

Povoado Romano da Quinta Nova - Julho 201

Património Arqueológico e Grandes Projectos Rodoviários - Outubro 2010

Paisagens Culturais e Valorização de Bens Arqueológicos - Novembro 2010

Pontão de Serpa - Janeiro 2011

Reabilitação de Pontes Históricas de Alvenaria - Janeiro 2011

Intervenções Arqueológicas na Freguesia de São Vicente de Giela 1 - Abril 2011

Escavação Arqueológica de um Forno Romano - Setembro 2011

Caraterização da Situação de Referência da Ponte do Paul do Magos - Novembro de 2011

Sondagens Arqueológicas na Ponte do Prado - Dezembro de 2011

Caraterização e Acompanhamento da Ponte do Prado - Dezembro de 2011

O Povoado da Fonte Quente - Dezembro 2011


Ir ao site da:  Revista Digital de Arqueologia

domingo, 24 de junho de 2012

Morre Etienne Rynne

Etienne Rynne, foto: Robert M Chapple

Este fim de semana falecia o Etienne Rynne, professor emérito de Arqueologia na Universidade Nacional de Irlanda - Galway. Durante a sua vida académica Etienne Rynne produciu uma extensa obra, centrada basicamente na Irlanda medieval e proto-histórica (pode-se consultar um resume da sua bibliografia aqui), sendo autor de obras como The Introduction of La Tène Into Ireland (1958), The Art of early irish illumination (1969), Cattle in ancient Ireland (1989).  Chuid eile i síocháin


TRABAJOS DE PREHISTORIA 69/1

TRABAJOS DE PREHISTORIA  69/1, 2012


Artículos

Primeras evidencias de arte mueble paleolítico en el sur de Portugal  pp. 7-20
María D. Simón Vallejo, Miguel Cortés Sánchez, Nuno Bicho

El grafismo rupestre paleolítico de la cueva de El Mirón (Ramales de la Victoria, Cantabria, España): una propuesta para su datación estratigráfica  pp. 21-36
Marcos García Díez, Manuel R. González Morales, Lawrence G. Straus

El tratamiento térmico en rocas silíceas, un procedimiento técnico para la talla  pp. 37-50
Joana Boix Calbet

La tecnología cerámica de los niveles IV y III en el yacimiento de Kobaederra (Cortézubi, Bizkaia). Aprovisionamiento y modificación de las materias primas  pp. 51-64
Miriam Cubas, Manuel García-Heras, David Méndez, Imanol de Pedro, Lydia Zapata, Juan José Ibáñez, Jesús Emilio González Urquijo

Nuevas evidencias sobre la organización espacial del asentamiento de la Edad del Cobre de Valencina de la Concepción: prospección geofísica entre La Pastora y Montelirio  pp. 65-79
David Wheatley, Kristian Strutt, Leonardo García Sanjuán, Coronada Mora Molina, José Peinado Cucarella

A media luz. Grabados de la Prehistoria Reciente en abrigos galaicos  pp. 80-102
Ramón Fábregas Valcarce, Carlos Rodríguez Rellán

Entendiendo la movilidad humana mediante tecnologías espaciales: el papel de las áreas naturales de tránsito en el Suroeste de la Península Ibérica durante la Prehistoria Reciente  pp. 103-122
Patricia Murrieta-Flores


Noticiario

Pinturas en el arte megalítico atlántico: Barnenez   pp. 123-132
Primitiva Bueno Ramírez, Rodrigo de Balbín Behrmann, Luc Laporte, Philippe Gouezin, Rosa Barroso Bermejo, Antonio Hernanz Gismero, José M. Gavira-Vallejo, Mercedes Iriarte Cela

El uso de trillos durante la Edad del Cobre en la Meseta española. Análisis traceológico de una colección de denticulados de sílex procedentes del ‘recinto de fosos’ de El Casetón de la Era (Villalba de los Alcores, Valladolid)   pp. 133-148
Juan Francisco Gibaja, Manuel Crespo, Germán Delibes, Julio Fernández, Cristina Fraile, José Ignacio Herrán, Antoni Palomo, José Antonio Rodríguez

¿La primera orfebrería del nordeste de la Península Ibérica? Nuevas aportaciones a partir de la cuenta áurea de Cau del Tossal Gros (Torroella del Montgrí, Baix Empordà, Girona)   pp. 149-161
Ignacio Soriano Llopis, Joaquim Soler Subils, Narcís Soler Masferrer

Aproximación a la discapacidad en una población de la cultura de El Argar  pp. 162-170
María G. Roca, Sylvia Jiménez-Brobeil, Ihab Al Oumaoui, Juan M. Tristán, Fernando Molina

Nota sobre una estela ibérica duplicada (Calaceite, Teruel) 
pp. 171-176
Ignacio Simón Cornago

Recensiones y Crónica científica  pp. 177-192
Gonzalo Aranda Jiménez, Luc Laporte, Josep M. Fullola Pericot, Germán Delibes de Castro, Richard J. Harrison, Ramón Fábregas Valcarce, Juan Manuel Vicent García, Dirk Brandherm, Mercedes Murillo-Barroso

Libros recibidos  pp. 193-194


Ir ao número da revista:  Trabajos de Prehistoria

sábado, 23 de junho de 2012

Boa noite e bom lume



A época do ano em que estas festas do lume se celebraram mais geralmente na Europa é o solstício de verão, na véspera (23 de junho) ou no dia do solstício (24 de junho). Tem-se-lhe dado um ligeiro tinge de cristianismo chamando-lhe dia de São João Baptista, mas não se pode duvidar de que esta celebração data de uma época muito anterior ao começo de nossa era.



O solstício estival, ou o dia solstício, é o grande momento do curso do solar no que depois de ir subindo dia a dia pelo céu, a alumiaria se para e desde então retrocede sobre os seus passos no caminho celeste.



[…] pude [o homem] sonhar em ajudar ao sol no seu aparente decaimento, poderia lhe sustentar nos seus desfalescentes passos e reacender o lume moribundo da vermelha candeia nas suas mãos debis.



Algo assim deveram ser os pensamentos que quiçá deram origem a estes festivais solsticiais dos nossos camponeses europeus. Qualquer que seja a sua origem, prevaleceram nesta quarta parte do mundo, desde a Irlanda ao ocidente, até Rússia ao oriente e desde Noruega e Suécia ao setentrião até Espanha e Grecia ao meio-dia.


[...] Segundo um escritor medieval, os três grandes rasgos da celebração do solstício foram as fogueiras, a procissão de fachos pelos campos e o costume de jogar a rodar uma roda

(James George Frazer, The Golden Bought, 1890)



Bom São João a todos, ... e que salteis bem a fogueira!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Mitologia dos Santos de Asturias



Mitoloxía de los Santos n´Asturies

Álvarez Peña, A., Mitoloxía de los Santos n´Asturies. Raigaños paganos del cristianismo. Trabe, Oviedo, 2012
ISBN: 978-84-8053-653-X


Desde vai uns dias temos nas nossas mãos um interessante livro titulado Mitoloxia de los Santos n´Asturies, o seu autor Alberto Alvárez Peña, a parte de bom amigo, e um dos etnógrafos mais interessantes que trabalham hoje em térreo peninsular.

Berto Álvarez Peña

Membro do Conceyu d'Estudios Etnográficos Belenos, ilustrador e debuxante, ademais de etnógrafo, Berto Alvárez Peña leva mais de 20 anos realizando um intenso e sistemático trabalho de campo para recuperar a tradição oral asturiana, que o tem levado a ser considerado uma autêntica referência na etnografia asturiana atual. Trabalho realizado desde uma perspetiva de "longa duração" que não desbota pescudar no mundo medieval, germánico e -sobre tudo- céltico



Dito isto o leitor, não errara, se pensa que este livro dedicado a um tema tão aquelado como a hagiografia popular, é uma obra de um considerável interesse.


Sinopse:
Este livro rastreia a traves da cultura popular e as igrejas asturianas as raízes pagãs das que bebeu e se alimentou o cristianismo dos primeiros tempos. Se como agora esta de moda dizer Europa é o que é pelo cristianismo, não esta demais recordar que este é o que é também polas influencias pagãs, que submergidas na corrente continua do monoteismo são ainda reconhecíveis na memoria coletiva da Astúrias de antano.


 INDEX




Postagem relacionada:  Mitologia de Peninsula Ibérica

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Os Grimm em Lisboa

The Grimm Brothers Today
Kinder- und Hausmärchen and Its Legacy 200 Years After

Quando: 21-23
Onde: Lisboa


Desde que em 1812, os Irmãos Grimm publicaram seus Kinder-und Hausmärchen (KHM), esta obra foi traduzida a dezenas de línguas e lido por crianças e adultos em todos os lugares do mundo, tornando-se o livro por excelência dos contos de fadas. Igualmente esta obra também tem-se convertido num duradoiro paradigma, mas igualmente controverso, para os Estudos do conto popular.

Hoje no 2012, quando se cumpre o bicentenário da publicação dos Kinder-und Hausmärchen, diversos especialistas em folklorística e literatura popular de tudo o mundo reuniram-se em Lisboa entre os dias 21-23 de Junho num Congresso intitulado The Grimm Brothers Today Kinder- und Hausmärchen and Its Legacy 200 Years After, para avaliar o significado de esta obra hoje, ponhendo na mesa para o debate todo-los aspetos dos contos dos Grimm e do seu legado, a partir de uma série de perspetivas distintas. O Congresso esta organizado pelo Instituto de Estudos da Literatura tradicional (IELT) da Universidade Nova de Lisboa e decorrera no local da Fundação Calouste Gulbenkian


 Programa:




+INFO no site do Congresso:  Grimm in Lisbon 2012

CIRA ARQUEOLOGIA - Nova revista


CIRA ARQUEOLOGIA 1, 2012


Está já on-line uma nova revista sobre arqueologia Cira Arqueologia editada pola Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. O primeiro número da revista esta constituído polas atas da Mesa Redonda De Olisipo a Ierabriga celebrada em outubro do 2008 neste mesmo concelho do Ribatejo, reunião científica relacionada com o projeto que nos últimos anos se tem realizado em parceria entre o Museu Municipal de Vila Franca de Xira e a Univ. de Lisboa, em torno as vias de comunicação e o habitat da zona.

O texto da revista é acessível de jeito totalmente livre on-line, e pode ser enlaçado -como aqui abaixo- em qualquer outro site web a traves da plataforma issuu.


 Revista:




Ir ao site da revista:  Cira Arqueologia

terça-feira, 19 de junho de 2012

Ficheiro Epigráfico Nº 98


FICHEIRO EPIGRÁFICO Nº 98 2012


Acaba de sair do prelo o último número da revista Ficheiro Epigráfico, suplemento de Conímbriga no que se passa revista a várias novas inscrições topadas na cidade de Conímbriga e a uma arula procedente do Alentejo.


INDEX

442 - 444 - Inscrições romanas no Paço da Ega (Condeixa-a-Nova), (Conimbriga - Conventus Scallabitanus)
José d'Encarnação e Virgílio Hipólito Correia

445 - Árula anepígrafa
José d'Encarnação



Ir ao número da revista:  Ficheiro Epigráfico

Paleoflora e Paleovegetação Ibérica - Livro


PALEOFLORA Y PALEOVEGETACIÓN DE LA PENÍNSULA IBÉRICA

Carrión, J.S (coord.), Paleoflora y paleovegetación de la Península Ibérica e Islas Baleares: Plioceno-Cuaternario. Ministerio de Economía y Competitividad & Univ. de Murcia, Madrid. 2012
ISBN: 978-84-615-9026-1


Acaba de sair dentro do projeto Paleodiversitas - Sistema de Información sobre Paleoflora y paleovegetación de la Península Ibérica, o livro, Paleoflora y paleovegetación de la Península Ibérica e Islas Baleares: Plioceno-Cuaternario,. O livro constitui a primeira síntese sobre toda a informação disponível sobre as pesquisas, que ao longo de tudo o âmbito peninsular, se veem realizando nos últimos anos sobre as variações e mudanças das espécies vegetais e do médio, resultado tanto de fenômenos naturais como antrópicos, nos últimos 15 milhões de anos.


Ademais o livro conta com engadido  de que, de acordo com o caráter público do financiamento da obra, tem sido posto ao dispor para a sua descarrega livre ofrerecendo de jeito acssível assim esta informação à comunidade científica e o público interessados em geral.


Sinopse:
Paleoflora e Paleovegetación Ibérica é um livro sobre as mudanças na paisagem vegetal, a flora e o clima na Península Ibéria e as Ilhas Baleares durante o final do período Terciário e o conjunto do período Quaternário, incluindo todas as grandes fases glaciares e aqueles episódios que contemplaram o surgimento da nossa própria espécie. A obra contribui informação monográfica sobre os principais registos paleobotânicos, incluindo sequências de pólen fóssil, carvão arqueológico, sementes e outros restos vegetais.





Ir descarregar o livro:  Paleoflora y Paleovegetación Ibérica

Revista Portuguesa de Arqueologia nº 14


REVISTA PORTUGUESA DE ARQUEOLOGIA 
Nº 14, 2011

Acaba de sair do prelo o último número da Revista Portuguesa de Arqueologia editada pelo IGESPAR, este número se correspondente ao ano 2011. Embaixo deixamos-vos como adianto o índice deste número da revista


  INDEX




Ir ao site da revista:  RPA

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Irlanda e o Mundo Romano

Ireland in a Roman World

Quando: 20-21 outubro
Onde: Dublin

As recentes discussões arqueológicas contemporâneas têm destacado a natureza fluida de das identidades e materialidades das pessoas que viveram dentro e fora das fronteiras do Império Romano. Através do trabalho de estudiosos como Richard Hingley, David Mattingly ou Andrew Gardner é hoje reconhecido que conceitos como emulação, receção e resistência, tem muito que ver coas decisões ações dos indivíduos, e coas suas oportunidades e de acesso ao que descrevemos co termo "romanização". Os novos costumes disputam seu protagonismo com as tradições locais para produzir uma muito peculiar romanidade local tanto dentro como fora do espaço provincial. Para entender o que era tornar-se romano, temos que considerar a negociação subtil que se estabelece entre o sujeito a sua comunidade e sua paisagem cultural

Materiais romanos na Irlanda, fonte: LIARI

Até muito recentemente o material romano em locais irlandeses foi amplamente considerado como anómalo ou intrusivo dentro da discurso da Idade do Ferro Tardia. Sem expectativa de contextos que poderiam conter evidências Romanas, os materiais foram classificados simplesmente como 'intrusos" e frequentemente "irrelevante" para sequências arqueológica da época. Descobertas e escavações recentes, junto coas novas linhas de pesquisa contemporânea tenhem levado a uma reconsideração do envolvimento da Irlanda com a administração romana nas províncias ocidentais.

O Rath dos Sínodos (Raith nd Senad) outeiro de Tara,  Meath, Irlanda

O projeto LIARI (Late Iron Age Roman Ireland), suportado pelo Discovery Program da Republica de Irlanda, foi projetado para investigar esse período formativo na história irlandesa a traves da pesquisa colaborativa dos principais estudiosos, dentro e fora da Irlanda, tarefa da que esta conferência interdisciplinar e internacional é parte titulada Ireland in a Roman World.

Nela se analisaram as formas em como as comunidades da Irlanda foram envolvidas com o mundo romano. O Congresso contara com académicos da Irlanda, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Dinamarca e os EUA que apresentaram trabalhos de temáticas como a Arqueologia, a História, desde os Estudos Clássicos, aos Estudos Célticos, abrangendo desde a Idade do Ferro até a Antiguidade Tardia e oferecendo assim uma oportunidade para reavaliares o povoamento, a sociedades e a economia de Irlanda num Mundo Romano.


 Programa provisório


+INFO no site de:  Ireland in a Roma World

LATOMUS 71/ 2

LATOMUS
71 / 2 2012


Articles

Carole Fry, Quelques principes généraux d'une stylistique de la métrique. L'exemple du substantif en premier mot de l'hexamètre dactylique latin  pp. 305-337

Maria José Pena y Marta Oller, Hipólito y Orestes en el santuario de Diana en Nemi : contaminaciones mitográficas antiguas y modernas. Análisis crítico de las fuentes literarias  pp. 338-372

Susan Satterfield, Intention and exotism in Magna Mater's introduction into Rome  pp. 373-391

Marc Dominicy, De Catulle 113 à Properce IV, 11, 65-66 pp. 392-403

Lindsey Vandevoorde, Augustales and Decuriones. Sixteen inscriptions from Narbonese Gaul pp. 404-423

Bernd Kreiler, Wann wurde die colonia Valentia in der Gallia Narbonensis gegründet?  pp. 424-427

José B. Torres, ¿Ovidio en Grecia? Una hipótesis abierta  pp. 428-443

Marco Carmignani, Petronio, Sat. 117 y Horacio, Serm. II, 7 : la parodiade la auctoratio pp. 444-450

Thomas Gärtner, Textkritisches zu den Epen des Statius pp. 451-468

Michaël Vannesse, Les usages de l'eau courante dans les villes romaines.Le témoignage de l'épigraphie pp. 469-493

Bernard Stenuit, Le texte d'Horace au XVIe siècle, avant Lambin pp. 494-506


Notes de lecture:

Anthony Álvarez Melero et Manuel J. Parodi Álvarez, Notes sur une inscription de la Baie de Cadix : l'épitaphe d'Optata Erennia pp.507-510


+INFO no site de:  LATOMUS

quinta-feira, 14 de junho de 2012

O Metal, do Obradoiro ao Corpo

Del Taller al Cuerpo
El Metal como expresión de poder en la Protohistoria del Noroeste

Quando: 3-4 de Julho
Onde: Santiago de Compostela


Os dias 3 e 4 de julho o Instituto de Ciências do Património (Incipit) do CSIC organiza uma reunião científica que levara por titulo Del Taller al Cuerpo. El metal como expresión de poder en la protohistoria del Noroeste, na que se estudaram os diversos aspetos do metal na proto-história do NW da Península Ibérica desde a sua produção e obtenção até os seus usos sociais e contexto social no que se o consumo do metal deve entender-se nessa época, afrontando de passo temas colaterais como o da guerra na Idade do Ferro ou de como deve entender-se o poder na proto-historia.

Para discutir tudo este amplo abano temático contara-se coa participação de alguns dos mais importantes especialistas em arqueometalurgia e na arqueologia da Idade do Ferro e do Bronze Final, como Richard Hingley (Univ. de Durham), Raquel Vilaça (Univ . de Coimbra), Alicia Perea (CSIC), Ignacio Montero (CSIC), Bea Comendador (Univ. de Vigo), etc., etc.

Por último dentro deste encontro discutira-se também o valor patrimonial dos artefactos arqueológicos e as estratégias e formas de comunicar esse valor a sociedade em geral. A continuação oferecemos-vos aqui abaixo o programa e outras informações de utilidade


 Programa
   



Postagem relacionada:  Olhando ao traves

Não pintar nas paredes


Vai um tempo numa anterior postagem colocáramos a modo de ilustração dos tópicos sobre as limitações cognitivas dos Neandertais este quadrinho cómico que agora coas recentes novas sobre a cronologia e autoria das pinturas de Altamira, Tito Bustillo e El Castillo, toma ironicamente um novo sentido: Novamente a realidade imitou a Arte, outra vez.


O Neandertal, Altamira e as origens da Arte

Os Neandertais poderão ter sido os primeiros artistas das Cavernas

Há milhares e milhares de anos, numa gruta em Espanha, há um homem de cócoras, virado para a parede, muito concentrado no que está a fazer. Quem se aproxima pode vê-lo de costas, com uma mão apoiada na rocha, imerso numa ténue nuvem de pó vermelho. Está a pintar a sua mão em negativo, soprando suavemente para cima dela um pigmento. O homem sente uma presença e vira-se. E agora, aqui vai uma adivinha: é um Homo sapiens ou um Neandertal?

Este é o enigma que tem agora pela frente uma equipa internacional de cientistas, da qual faz parte o conhecido arqueólogo português João Zilhão (actualmente a trabalhar na Universidade de Barcelona), cujos mais recentes resultados de datação de uma série de pinturas paleolíticas a publicar esta sexta-feira na revista Science, com direito às honras da capa da prestigiada publicação É que as novas datações fazem recuar, em cerca de dez mil anos, a idade das mais antigas pinturas das cavernas até agora conhecidas. E colocam, de facto, a hipótese de que os artistas destas obras tenham pertencido a esse outro tipo de humanos que conviveu com os homens modernos (nós) na Europa até à sua extinção, há cerca de 28 mil anos: os Neandertais.



Os cientistas, liderados por Alistair Pike, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, utilizaram um método até aqui pouco explorado na arquelogia para datar 50 pinturas espalhadas por 11 grutas do Norte de Espanha, entre as quais a famosa gruta de Altamira e mais duas — as de El Castillo e Tito Bustillo —, que, tal como Altamira, são Património Mundial da Humanidade.


Grãozinhos de calcite
Ao contrário da tradicional datação por radiocarbono, a técnica agora utilizada não exige que as amostras analisadas contenham vestígios orgânicos. Mede a desintegração radioactiva do urânio contido nas minúsculas estalactites de calcite (carbonato de cálcio) que se foram depositando por cima das pinturas ao longo de milénios. “Esta técnica, dita das séries do urânio em desequilíbrio”, diz Pike em comunicado, “é muito utilizada nas ciências da Terra e permite contornar os problemas do radiocarbono”.

Altamira, teito principal

E como salienta no mesmo comunicado um outro elemento da equipa — Dirk Hoffmann, da Universidade de Burgos —, “o avanço-chave é que o nosso método torna possível a datação de amostras de apenas dez miligramas, mais ou menos do tamanho de um grão de arroz, o que nos permitiu analisar [os minúsculos] depósitos que cobrem as pinturas”.



O que é que a idade da calcite permite dizer? Que a pintura que se encontra debaixo do depósito é, no mínimo, tão antiga — se não mais — do que esse depósito. Ora, acontece que, entre todas pinturas analisadas, algumas revelaram ser vários milhares de anos mais antigas do que qualquer outra pintura das cavernas alguma vez datada por radiocarbono. Assim, a idade de um disco vermelho pintado na gruta de El Castillo tem, segundo a nova técnica, 40.800 anos no mínimo, a de uma marca de mão em negativo na mesma gruta pelo menos 37.300 anos — e, na gruta de Altamira, no célebre grande painel policromado representado no tecto (e pintado em grande parte há uns 15 mil anos), há um símbolo “claviforme” (em forma de maço) que remonta a mais de 35.600 anos.

Duas hipóteses
A antiguidade destas pinturas vem “destronar” as da gruta Chauvet, no Sul de França, estimada por radiocarbono 30 mil anos e recentemente confirmada por métodos indirectos (ver “As pinturas da gruta Chauvet são as mais antigas do mundo” no Público de 08/05/2012).

Gova de Chauvet

Existem por enquanto dois cenários compatíveis com os resultados a publicar esta sexta-feira: ou os homens modernos já pintavam quando, há uns 41.500 anos, terão chegado à Europa (vindos de África) ou... os Neandertais, que já cá viviam há mais de 300 mil anos, terão sido “os primeiros artistas das cavernas”, como disse Zilhão numa teleconferência de imprensa organizada pela revista Science.



A se confirmar, este segundo cenário viraria do avesso a história “oficial” da arte pré-histórica na Europa. “Acho que 42 mil anos é actualmente o limite absoluto para além do qual não existem indícios significativos que possamos associar à presença de humanos modernos na Europa”, salientou João Zilhão. “Não há nada, absolutamente nada, antes disso. Portanto, se as imagens tiverem mais de 42 mil anos [o que é possível, uma vez que a datação só fornece uma idade mínima], isso implicaria neste momento que foram pintadas por Neandertais.”

Fonte:  Publico - Ana Gerschenfeld


Referência
A. W. G. Pike, D. L. Hoffmann, M. García-Diez, P. B. Pettitt, J. Alcolea, R. De Balbín, C. González-Sainz, C. de las Heras, J. A. Lasheras, R. Montes, J. Zilhão: "U-Series Dating of Paleolithic Art in 11 Caves in Spain" Science 336/6087,  20012  pp. 1409-1413   DOI: 10.1126/science.1219957


Postagem relacionada:  O mundo Simbólico do Neanderthal

Oxford Journal of Archaeology 31/2

Oxford Journal of Archaeology
Vol. 31/2, 2012


Original Articles

  
Colonizing contrasting Landscapes. The pioneer coast settlement and inland utilization in Southern Norway 10.000-9500 years Before Present   pp. 103–120
Sveinung Bang-Andersen

The East Mediterranean Late Bronze Age trade within the context of the Panaztepe finds   pp. 121–141
Nazli Çinardali-Karaaslan

Experiments with an old ceramic beehive   pp. 143–159
J.E. Francis

Chariot and Context: New radiocarbon dates form Wetwang and the Chronology of Iron Age burials and Brooches in East Yorkshire   pp. 161–189
Mandy Jay, Colin Haselgrove, Derek Hamilton, J.D. Hill & John Dent

Dating Coins, dating with coins   pp. 191–211
Kris Lockyear

The Construction/Deconstruction of the Cubiculum: An example from the Villa of Maternus at Carranque   pp. 213–224
Margherita Carucci

  

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quarta-feira, 13 de junho de 2012

A Estela de Fundão apresenta-se



O Museu Arqueológico do Fundão será apresentada oficialmente a recentemente aparecida estela de Fundão que é considerada a peça de maior tamanho topada até o momento dentro das chamadas estelas do sudoeste. A estela será apresentada em uma;conferência publica dada pola arqueóloga Raquel Vilaça da Universidade de Coimbra, que decorrera na próxima Segunda-feira, dia 18 de junho, às 18:00 horas.

Estela de Fundão, foto: Museu Arq. de Fundão

A estela foi identificada junto à aldeia do Telhado, pelos membros da equipa do Museu Arqueológico de Fundão, um enorme monólito granítico de cerca de 2,70m de altura, datada no Bronze Final entre o 1.200 e o 1.000 a.C. Na superfície da pedra encontram-se gravados vários elementos, entre os quais figuram um capacete, uma lança, uma espada e escudo com uma escotadura em V, elementos típicos de esta tipologia de monumentos.

Escudo com escotadura em v, imagem: Sociedade Trebarvna

Há distintas hipóteses sobre a função das estelas, uma das hipóteses assinala o seu uso como marcador de territórios e/ou rotas de passo ganadeiras segundo propusera Eduardo Galán, a outra considera que forem pensadas como lapide no local de uma sepultura, possibilidade que tem sido recuperada de forma bastante convincentemente por Sebastián Celestino no seu libro Estelas de Guerrero y Estelas Diademadas.




Postagem relacionada:  O Guerreiro na sua Chaira

Ficheiro Epigrafico 97



FICHEIRO EPIGRÁFICO
Nº 97 - 2012


Acaba de sair do prelo o ultimo número da revista Ficheiro Epigrafico, suplemento de Conímbriga que neste número está dedicado monograficamente às Estelas funerárias de Turgalium, o atual Trujillo na Estremadura espanhola


INDEX

434-441 - Estelas Funerarias de Tvrgalivm
Julio Esteban Ortela e José Antonio Redondo Rodríguez



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segunda-feira, 11 de junho de 2012

O Centenário de um Clássico



As Formas Elementares
O Centenário de um Clássico

Quando: 15-18 outubro
Onde: Porto Alegre


Os dias 15-18 de outrubro o Núcleo de Estudos da Religião (NER) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, celebrará na cidade de Porto Alegre (Brazil) um coloquio intenacional para conmemorar os 100 anos da publicaçao de Les Formes Élémentaires de la Vie Religieuse de Emile Durkheim.


Programa

15 Outubro

17:30-19:30 – Sessão de Abertura
- Pronunciamento das autoridades institucionais
- Conferência de Abertura:  Les Formes Elementaires: Past, Present and Future
Edward Tiryakian – Prof. Emérito da Duke University


16 Outubro

14:30 – 16:30- O Sagrado e a Moralidade: As Formas e o Mundo Contemporâneo
Massimo Rosati [Universitá di Roma]
Raquel Weiss [UFRGS]

17:30-18:30 Nick Allen [Oxford University]
Seção Especial As Formas Elementares e a Obra de William Pickering.


17 Outubro

14:30 – 17:30: As Formas Elementares e a Questão do Conhecimento
Prof. Márcio de Oliveira - UFPR
Prof. Warren Schmaus [University of Illinois]
Prof. Susan Stedman Jones [British Centre for Durkheimian Studies]

19:00 – 20:30 – Passado e Presente da Recepção d`As Formas Elementares
Dr. Rafael Faraco Benthien [USP]
Prof. José Benevides [UFMA]
18/10/2012

14:30 – 16:30: Religião e Alteridade n`As Formas Elementares
Paula Montero [USP]
Matthieu Béra [Bourdeaux]

17:30 -18:30 – Conferência de Encerramento
William Watts Miller (University of Bristol)



+INFO no site do Congresso:  As Formas Elementares

domingo, 10 de junho de 2012

Numen - Novo número

NVMEN
Vol. 59, 4  2012


Ocular Pathologies and the Evil Eye in the Early Roman Principate
Nuño, Antón Alvar pp. 295-321

Altar of Words: Text and Ritual in Taittirīya Upaniad 2
Freedman, Yitzhak pp. 322-343

“Half Mandir and Half Gurdwara“: Three Local Hindu Communities in Manila, Jakarta, and Cologne
Hutter, Manfred pp. 344-365

Blending into the Religious Landscape: The Yoginīs in Benares
Keul, István pp. 366-402

Hermes in the Academy: Ten Years' Study of Western Esotericism at the University of Amsterdam. Edited by Wouter J. Hanegraaff and Joyce Pijnenburg. Amsterdam: Amsterdam University Press, 2009.
Bogdan, Henrik pp. 403-405

Magical Practice in the Latin West: Papers from the International Conference Held at the University of Zaragoza, 30 Sept.-1 Oct. 2005. Edited by Richard L. Gordon and Franciscó Marco Simón. (Religions in the Graeco-Roman World.) Leiden: Brill, 2009. 676 pp
Janowitz, Naomi pp. 406-409

Un horizon infini: Explorateurs et voyageurs français au Tibet (1846-1912). By Samuel Thévoz. Paris:Presses de l'Université Paris-Sorbonne, 2010. 475 pp.
Kværne, Per pp. 410-412

Religion, Economy, and Cooperation. Edited by Ilkka Pyysiäinen. Berlin and New York: De Gruyter, 2010. 240 pp
Mitkidis, Panagiotis pp. 413-415

Reflexive Gemeinschaft: Religion, Tradition und Konflikt bei den Parsi Zoroastriern in Indien. By Rafael Walthert. Würzburg: Ergon-Verlag, 2010. 270 pp
Rose, Jennifer pp. 416-423

Ireland's New Religious Movements. Edited by Olivia Cosgrove, Laurence Cox, Carmen Kuhling and Peter Mulholland. Newcastle: Cambridge Scholars Publishing, 2011. 425 pp
Rothstein, Mikael pp. 424-425


Ir a site do jornal:  Numen

As Formas Elementares da vida Religiosa - Livro



Cumprido o século da primeira edição da obra capital de Emile Durkheim as Formas Elementares da Vida Religiosa, traduzida a milheiros de línguas e que possivelmente seja uma mais influentes da história e antropologia das religiões, e a que periodicamente retornam para reformular o velho esquema durkheiniano os teóricos desta disciplina desde os mais diversos pontos de vista, desde a ciências cognitiva de Sosis e Alcorta a ecologia humana de Rappaport, ou os distintos funcionalismos e estruturalismos.

E pois este um bom intre para achegar-se ao texto original que a graças as bibliotecas digitais GallicaInternet Archive, podemos topar em formato acessível e descarregável livremente


Descarregar o livro:  Les Formes Elementaires ...

Repensando a Durkheim e Darwin

Biological and Cultural Evolution and Their Interactions
Rethinking the Darwinian and Durkheimian Legacy in the Context
of the Study of Religion,


Quando: 26-30 Junho
Onde: Aarhus, Suecia
    
   
O ano 2012 marca o centenário de Les formes élémentaires de la vie religieuse de Emile Durkheim . A Secção para o Estudo da Religião na Universidade de Aarhus estará comemorando o centenário de revitalizar um aspecto importante da obra de Durkheim, a questão evolutiva. O Pensamento evolucionário Cultural teve o seu apogeu from 1870-1920, e por várias razões, um ceticismo profundo da diversidade biológica e cultural pensamento evolucionista tornou-se enraizado nas ciências humanas.



Ele não apenas virou as costas sobre as perspectivas evolutivas, mas também na ciência em geral. Questões mais amplas relacionadas com a biologia humana e evolução cultural foram amplamente descartada com algumas exceções notáveis como Robert Bellah, Shmuel Eisenstadt e Jan Assmann.



O objetivo da presente conferência é revisitar questões evolutivas com um foco especial no estudo da religião. As Novas perspectivas na ciência cognitiva e psicologia evolutiva forneceram novas oportunidades para fundir as perspectivas evolutivas biológicas e culturais. Esta combinação dá a possibilidade de entender aos ser humano a partir da perspectiva durkheimiana de homo duplex, e dizer como sernatural e cultural.



A fim de este Congresso é examinar as possibilidades de revitalizar questões evolutivas da biologia e da cultura e as suas interações no contexto do estudo da religião, convidando para elo a estudiosos proeminentes com interesse em questões evolutivas como Robert Bellah, Pascal Boyer, Jan Bremmer, Joseph Bulbulia, Merlin Donald, Eva Jablonka, Russel Gray, Bernhard Lang, Alexandra Maryanski, Doron Mendels ou Jonathan Turner.


 Programa:




+INFO no site de:  Biological and Cultural Evolution