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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Banquete e Ritual na Islandia - Livro

FOOD, BLOOD & LITTLE WHITE STONES

Jónsson, J.O., Food, blood and little white stones: A study of ritual in the Icelandic Viking Age hall. University of Iceland, 2014


Sinopse
O estudo das crenças e rituais antigos é uma problematica muito complexa que tem incomodado os estudiosos ao longo dos séculos. As pessoas ao longo do tempo têm-se surprendido das religiões, crenças e tradições de outros povos. Os estudiosos, já no tempo de Tácito e o Império Romano, descreveram as práticas religiosas e rituais de culturas estrangeiras.


No entanto, tais relatos tendem ser deformados pelo própria abscripção religiosa do escritor, o clima político da época e forma em que os textos sobreviver e se trasmitem. Problemas semelhantes dam-se com os relatos orais. A vantagem de arqueologia, neste caso, é, para usar as palavras de Ann-Britt Falk "que analisa o que as pessoas realmente fazem, não o que eles se supoe que fazem"


O objetivo desta tese é de olhar para a arqueologia da casa de banquetes islandesa de epoca vikinga e definir os signos de ritual teorizado a partir da combinação dos materiais folclórico, etnográfico, arqueológico e histórico. O objetivo do autor é que através do uso destas fontes, seja possível a identificaçao de rituais pagãos no registro arqueológico da Islândia.


 INDEX



Descarregar a tese aqui: Food, blood and little white stones

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Formação do Estado Altomedieval no Norte


Archaeological Perspectives on State Formation in the Early Medieval North

Quando: 11 Fevereiro
Onde: Madrid


Na terça-feira do 11 de fevereiro, coincidindo com a reunião anual de três projetos de pesquisa realizados desde o CSIC, a Universidade de Salamanca e a Universidade de Leão serão realizadas diferentes atividades abertos ao público.


Entre elas o Instituto de Historia do CSIC celebrara no seu local do Centro de Ciências Sociais um seminário impartido pelos professores Grenville Astill, Frode Iversen e Stuart Brooks, que tratara sobre o papel que a arqueologia esta jogando nos últimos anos, na investigação da formação de estados medievais no Norte da Europa, sinaladamente os casos anglo-saxão e escandinavo


 Programa



sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Social Evolution & History 12/2

SOCIAL EVOLUTION & HISTORY 12/2 2013


Articles:

Abrutyn, Seth
Reconceptualizing Religious Evolution: Toward a General Theory of Macro-Institutional Change

Grinin, Leonid
State and Socio-Political Crises in the Process of Modernization

Tausch, Arno
Inequality, Migration, and ‘Smart’ Survival Performance

Yerokhin, Alexander; Shinakov, Evgeniy A.
The Process of Politogenesis in Anglo-Saxon England and Rus': A Comparative Aspect

Gammer, Moshe (1950–2013)
Empire and Mountains: The Case of Russia and the Caucasus

Msellemu, Sengulo Albert
Common Motives of Africa's Anti-сolonial Resistances in 1890–1960

Spier, Fred
Pursuing the Pursuit of Happiness: Delving into the Secret Minds of the American Founding Fathers

Moshe Gammer (1950–2013)


Ir ao site da revista: Social Evolution & History

terça-feira, 19 de março de 2013

Entre Romanos e Bárbaros

ENTRE ROMANOS E BÁRBAROS
Mesa Redonda Internacional sobre a Lusitânia Romana

Quando: 10-11 Maio
Onde:  Mangualde


A Mesa Redonda Internacional sobre a Lusitânia Romana vai juntar especialistas em arqueologia de vários países sobre a Lusitânia romana. Estas tiveram início em 1989, tendo a primeira acontecido em Bordeaux, França. As seguintes tiveram lugar em Salamanca, Madrid, Mérida, Cáceres, Cascais e Toulouse.


A iniciativa visa a apresentação e o debate das mais recentes descobertas e investigações sobre a província romana da Lusitânia que se dividia entre os territórios portugueses e espanhóis atuais. A realizar em Mangualde, o tema visa aclarar o período pós desintegração do Império Romano até ao estabelecimento do reino visigodo naquele território.


+INFO no site do:  CEAUCP

sábado, 3 de novembro de 2012

Comunidades Fortificadas Alto-medievais


Early Medieval Defended Communities Across Europe
Fortified Settlements of the Eighth to Tenth Centuries AD

Quando: 8-10 Fevereiro de 2013
Onde:   Oxford

   
Enquanto muita atenção tem sido prestada por parte da arqueológia e da história aos sistemas defensivos do mundo romano e logo ao desenvolvimento de castelo medieval, muitas vezes o período alto medieval foi esquecido ou mal compreendido em termos de tipologia dos seus assentamentos, populações e defesas.


Foram as comunidades fortificadas típicas do início da Idade Média? Quanta continuidade direta existiu entre a Romanidade Tardia e o início da Idade Média em termos de aldeias fortificadas, morros e assentamentos? Que novos locales surgiram e por quê? Quem controlavam esses sites? e, como de "feudal" foram essas paisagens de entre séculos VIII-X  na Europa?



Esta conferência fim de semana organizada pola Universidade de Oxford reunira uma série de especialistas que tenhem escavadado locais fortificados na variedade de reinos, sistemas políticos e regiões que consituem a Europa Altomedieval. O congresso tem como objectivo avaliar a forma como desenvolvemos a nossa compreensão desses sites é, como eles foram articulados e projetados, seu conteúdo em termos de populaçao e de estruturas junto co papel que jogarao na paisagem.


  Programa



+INFO no site:  Early Medieval Defended Communities

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O Exército no Pântano



Um exército inteiro sacrificado em um pântano

Um pântano dinamarquês abrigou um terrível segredo por milhares de anos.

Arqueólogos passaram todo o verão escavando uma pequena amostra do que acabou por ser uma fossa comum com restos mortais de mais de 1.000 guerreiros, que foram mortos numa batalha cerca de 2.000 anos atrás.



"Nós encontramos muitos mais ossos humanos dos que esperávamos", diz Ejvind Hertz, conservador do Museu Skanderborg. A descoberta de tal quantidade de ossos da Idade do Ferro tem atraído muito a atenção internacional porque os ossos estão surpreendentemente bem preservados. Além disso, a descoberta confirma a descrição das fontes romana sobre as práticas guerreiras dos Teutões. O sítio está localizado no humidal de Alken Enge perto do lago Mossø na península da Jutlândia.



Os ossos revelam feridas de arma
Cerca de 2.000 anos atrás, os guerreiros de Alken foram sacrificados a algum deus, que hoje desconhecemos. Os ossos foram depositados lá em um momento em que não era um pântano, mas sim, que era uma pequena bacia do Lago Mossø, criada por uma língua de terra que se projeta dentro do lago. Os arqueólogos tenhem escavado só uma área de 80-90 metros quadrados, embora o local se estende por um espaço de 3600 metros quadrados.



As escavações em zonas húmidas são muito costosas, já que a água precisa ser constantemente bombeada para fora. Além disso, as descobertas são tão densamente concentradas que leva muito tempo para ocupar-se de seu registo. A área que até agora tem sido escavada contém os fragmentos dos ossos de cerca de 240 homens com uma idade entre os 13 e 45 anos. Os ossos dos homens apresentam marcas de armas brancas como espadas e machados.



Um Prado cheio de guerreiros mortos
A bacia não escavada do pântano estende-se por uma enorme área que cobre quase 40 hectares e é acreditado poder conter os restos mortais de mais de 1.000 guerreiros. Quando se lhe pergunta sobre afirma que mais guerreiros estão enterrados lá, Hertz diz: "Nós sabemos de pessoas que recolhiam turfa aqui nos séculos XIX e XX e encontraram fragmentos de ossos, e nós também fizemos escavações de teste na bacia". Os arqueólogos não encontraram esqueletos completos, apenas partes de eles. Mas creem que o pântano pode conter muitos indivíduos diferentes, já que os seres humanos têm, por exemplo, apenas um fémur direito.



Os guerreiros foram deixados no campo de batalha
O exército pode ter sido derrotado e morto em um campo de batalha localizado longe do pântano de Alken. Hertz diz que, se fosse esse o caso, deve ter sido uma tarefa logística enorme para as pessoas da Idade do Ferro transportar os ossos para o lago. Os pesquisadores não podem dizer quando a batalha pode ter acontecido ou onde ocorreu. Muitos dos achados arqueológicos indicam que o exército procedia de longe. Mas, em princípio, o campo de batalha pode ter sido localizado num local próximo ao do sacrifício.



O sacrifício, porém, ocorreu muito tempo depois da batalha "Os ossos puderam ser sacrificadas meses ou até mesmo anos após os guerreiros forem mortos. Não o saberemos até que sejam cuidadosamente analisados", diz o conservador. "Numa fase inicial, podemos ver que os ossos têm marcas de mordedura sobre eles, e que parte das articulações foram arrincadas. Por tanto, não há dúvida de que os predadores estiverem em contacto com as partes dos corpos".



O achádego confirmar histórias de guerra
As marcas de mordida dos predadores indicam que os guerreiros mortos eram deixados para morrer ou apodrecer no campo de batalha, sem que ninguém se preocupar em enterrar ou até mesmo remover os corpos. Isto confirma partes do que nas fontes romanas se escreveu sobre as práticas guerreiras entre os europeus do norte no período em torno da época do nascimento de Cristo. Um dos maiores historiadores do Império Romano, Tácito (56 DC - 120 DC) descreveu o rescultado da famosa derrota de Varo na Batalha da fraga de Teutoburgo no 9 DC.



Tácito escreveu em seus Anais. "No meio da planície, os ossos descansavam espalhados e amontoados, dependendo se eles tinham fugido ou aguantado. Entre os ossos havia pedaços de lanças e membros do cavalo, as cabeças humanas estavam cravadas nas árvores. Nos bosques próximos havia altares bárbaros em que os tribunos e centuriões de primeira ordem eram sacrificados"
Sabemos, também, a partir das fontes que, quando os germanos venciam numa batalha, eles matavam todos os inimigos sobreviventes, exceto os poucos que mandavam de volta para anunciarem a derrota.

Muito poucas armas encontradas
Os arqueólogos não podem determinar a origem dos guerreiros mortos, porque eles têm-se encontrado muitas poucas armas no jazigo. Entre os numerosos fragmentos de ossos, eles só encontraram umas poucas pontas de seta, alguns restos de um escudo e um machado muito bem conservado.



Uma inestimável fonte de informação sobre Idade do Ferro
Os ossos são, contudo, de valor inestimável: "Esta é a primeira vez que algo assim foi encontrado no norte da Europa", diz Hertz. As condições das zonas húmidas com uma atmosfera livrem de oxigeno como Alken tem sido ótima, para preservação dos restos. "Os ossos estão completamente novos", diz ele. "Algum ADN debe quedar preservado, para que possamos ter um bom perfil destes homens da Idade de Ferro.



Assim mesmo uma análise antropológica dos ossos irá nos fornecer um retrato de sua dieta e sua aparência física".  Os pesquisadores estão-se aproximando a conclusão do projeto de escavação atual. Nos próximos meses, eles estarão juntamente com peritos internacionais analisando os muitos ossos topados



O projeto, intitulado The army and post-war rituals in the Iron Age – warriors sacrificed in the bog at Alken Enge in Illerup Ådal é obra da colaboração entre arqueólogos e geólogos do Museu Skanderborg, o   Museu Moesgård e o Instituto de Cultura e Sociedade da Universidade de Aarhus.

(Fonte: ScienceNordic 22-08-2012)


domingo, 25 de março de 2012

Tesouros dos Bárbaros


El Tesoro de los Bárbaros
  
Quando: 31 março - 14 outubro
Onde: MARQ


O Museu Arqueologico de Alicante (MARQ) O Museu Arqueológico de Alicante acolherá entre os meses de abril e outubro deste ano a exposição internacional O Tesouro dos Bárbaros na que mostrar-se-á, através de uma alarga seleção de peças procedentes do Museu Histórico do Palatinado, situado na cidade alemã de Espira (Speyer), os inícios da decadência do Império Romano nas fronteiras germanas, bem como diversas feições da vida quotidiana de quem habitava esses territórios durante o século III d.C..


A mostra está composta por mais de 600 peças resgatadas baixo as águas do rio Rim, entre as que destaca o famoso espelho com o relevo da deusa Minerva, permitirá ao público conhecer um dos achados mais expetaculares da tardo-antiguidade, o do chamado Tesouro de Neupotz, um dos maiores conjuntos de metal de época romana de toda a Europa, que destaca tanto pela beleza e qualidade dos seus objetos como por ser depoimento de uma das etapas menos conhecidas da história do Império Romano.





terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Romanos e Godos na Gália - tese on-line


Romans and Goths in late antique Gaul  
Asepcts of political and cultural assimilation in the V Century AD


A relaçao entre o mundo romano é o bárbaro em torno aos seculos de transiçao entre a Antiguidade e a Idade Media, á chamada Späteantike ou Antiguidade-Tardia, é um dos ambitos de maior interesse no estudo da antiguidade nos ultimos anos, e ao que esta dedicada uma interessante tese titulad Romans and Goths in late antique Gaul, obra de  Julia M. M. Ruckert.

A tese disponível em open-acess no banco de dados de teses digitais da Universidade de Durnham, centra-se na interação sociocultural entre os galo-romanos e bárbaros na Gália do século V. O seu objetivo é pesquisar como tanto os romanos como bárbaros, sobretudo o povo godo, compartilhava um espaço comum dentro do território imperial, como foi criado este? e em que medida ambos lados se assimilaram entre em termos culturais e políticos? A dissertação afasta-se do modelo catastrofista, que argumenta que a guerra e a brutalidade foram os principais meios de contacto, tratando de procurar em troques o entendimento das mudanças na sua feição cultural, uma mudança cultural que levaria ao mundo da Idade Média.

O lento surgimento de bases de poder bárbaro, criava um mundo político que era diferente do império romano. Os galo-romanos tiveram que aceitar uma nova ordem política, no que não só se enfrentavam à perda gradual das suas antigas posições de superioridade política / militar, senão que também desafiava o seu conceito previamente indiscutido do entendimento cultural.

A ocupação violenta do território foi só uma parte mais deste processo, já ao mesmo tempo foi possível uma continuação da literatura e cultura romana e a em general. As tentativas graduais de assimilação podem-se ver na continuada participação de aristocracia galo-romana entre a classe política do corte gótica, assim como no seu crescente papel na igreja e, nomeadamente, no Episcopado. Igualmente os godos tiveram que adaptar a sua mentalidade política e cultural, se queriam sobreviver como comunidades étnicas dentro do império, a um novo conceito, compatível com uma administração à romana, Tal assimilação político / militar, com o império romano, e sobretudo coa aristocracia galo-romana era ainda mais importante quando se tratava do assentamento dos godos, ou finalmente, da criação de um reino godo, na Gália


Descarrega esta tese em:  Durham e-These

Entre o Mundo Romano e a Idade Media - Congresso



Arqueologia de Transição  Entre o Mundo Romano e a Idade Média

Onde: Colégio do Espirito Santo, Univ. de Évora
Quando: 3-5 maio 2012


Esta aberto o prazo para a apresentação de comunicações ao que será o 1º Congresso Internacional sobre Arqueologia da Transição "Entre o Mundo Romano e a Idade Media" que será organizado pela Universidade de Évora e se realizará nos e nos dias 3, 4 e 5 do mês de Maio, no Colégio do Espírito Santo.

Este congresso centrar-se-á na busca das várias teorias que abarcam as realidades de transição, tantas vezes envoltas no mundo oculto da imprecisão histórica! Precisar estas realidades, torna-se, sem dúvida, o objectivo primordial deste evento. Pretende-se promover o debate científico relativo a problemáticas relacionadas com o mundo tardo-antigo.

As sessões as que podem apresentar-se propostas são:

1º painel de comunicações: Espaço urbano versus espaço rural: as mudanças.
2º painel de comunicações: Cultura Material: o mundo do quotidiano.
3º painel de comunicações: Religião e Arte: que ligação entre as duas?
4º painel de comunicações: Práticas Funerárias: a vivência com o mundo dos mortos.











Programa provisório


Dia 3 de Maio: (Quinta-Feira)

9h30 - Recepção dos Participantes;

Sessão de Abertura

10h00 - Conferência de Abertura: (a designar)

10h45 - Coffee- Break

11h00 - 1º painel de comunicações: Espaço urbano
versus espaço rural: as mudanças.

12h40 - Debate

13h15 - Almoço

14h40  Comunicação (a designar)

16h00 - 1ª Mesa Redonda: A (s) Crise (s) do século IV:
ruptura ou adaptação com/ dos padrões clássicos?

17h40   Coffee BreaK

18h00  Debate


Dia 4 de Maio:  (Sexta-feira)

09h00 - Inicio dos trabalhos;

09h20 - Comunicação (a designar)

09h50 - Coffee-Break

10h10 - 2º Painel de comunicações: Cultura Material: 
o mundo do quotidiano.

12h00 - Debate

12h30 - Almoço

14h00 - Visita guiada pela cidade de Évora

16h00 - 3º Painel de comunicações: Religião e Arte: 
que ligação entre as duas?

17h40 - Debate

18h00 - 2ºMesa Redonda: (a designar)


Dia 5 de Maio: (Sábado)

Partida para Marvão

Inicio dos trabalhos:

10h00 -  4º painel de comunicações - Práticas funerárias: 
a vivência com o mundo dos mortos.

11h20 - Debate

11h30 - Coffee-Break

11h40 - 3ª Mesa Redonda: Novas culturas, novos poderes!

12h20 - Comunicação sobre Marvão 

12h40 - Almoço

14h30 - Visita e sítios em Marvão


Os resumos das comunicações e posteres devem ser enviados para o mail do congresso (congressoarqueologiatransicao@gmail.com), acompanhados por uma nota curricular, até 8 de Março


Comissão Científica:

Prof. Dr. André Carneiro (CHAIA/ UE)
Prof. Doutor Carlos Fabião (UNIARQ/ FLUL)
Prof. Dra. Cláudia Teixeira (CIDEHUS/ UE)
Prof. Dr. Jorge de Oliveira (CHAIA/ UE)
Prof. Dra. Rosa Sanz (Complutense de Madrid)


+INFO no site do:   CIAT 2012

domingo, 15 de janeiro de 2012

Romanos, Bárbaros e Transformações - Livro


Mathisen, R. W, Shanzer, D. (Edits.), Romans, Barbarians, and the Transformation of the Roman World. Cultural Interaction and the Creation of Identity in Late Antiquity. Ashgate, Farnham 2011 378 pp  ISBN: 978-0-7546-6814-5


Uma das transformações mais importantes do mundo romano na Antiguidade tardia foi a integração dos povos bárbaros no médio social, cultural, religioso e político do mundo mediterrâneo. A natureza destas transformações examinou-se na sexta Conferência bienal sobre a Antiguidade tardia: Fronteiras Cambiantes celebrada em março de 2005, de cujas palestras este volume apresenta uma seleção, completada com alguns outros artigos.

Estes 25 estudos fazem por rompem cos velhos estereótipos a respeito da segregação cultural e social entre os romanos e as populações bárbaras, e demonstrar que, contrariamente à passada ortodoxia, romanos e bárbaros interagiram em uma multidão de maneiras, e não era só bárbaros que experimentaram "etnogénese" ou assimilação cultural. Os mesmos romanos que menosprezaram o comportamento bárbaro também adotaram alguns das suas feições na sua vida quotidiana, fornecendo exemplos visíveis do grau de ambiguidade e negociação que caracteriza a integração dos romanos e os bárbaros, um processo no que se alteraram os conceitos de identidade de ambas populações. O mundo tardo-antigo culturalmente poliétnico que resultou, com umas fronteiras culturais cada vez mais permeáveis em ambas direções, permite explicar como o assentamento dos bárbaros no ocidente levou-se a cabo sem as dissonâncias que deveria ter produzido, e como essas populações bárbaras puderam ser perfeitamente integradas no antigo mundo romano


  INDEX



sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Um Tempo para os bárbaros


TEMPVS BARBARICVM
El Imperio y las Hispanias al final de la Antigüedad
1-3 de março de 2011


O Seminário "Tempus Barbaricum. O Império e as Hispanias ao final da Antiguidade" é uma atividade realiza-se em combinação com a abertura da exposição titulada do mesmo modo que foi realizada pelo Dpto. de História Antiga e na que colaboraram mais de cinquenta especialistas de diferentes universidades espanholas e europeias. As intervenções neste seminário cobrem uma série de temas relativos a uma ampla etapa cronológica e geográfica que gira em torno ao debate da fim do Império romano de Ocidente e os efeitos que isso teve nos territórios de Hispânia.

 O historiador concebe mais este amplo período -que em Hispânia cobre mais de três séculos, como uma época de mestiçagem, de contactos e de inter-relações culturais das que se desenvolveram novas estruturas políticas, religiosas e culturais das que em parte é herdeiro o mundo europeu.


Programa

JORNADA 1 DE MARZO

9,30 APERTURA DEL SEMINARIO Y DE LA EXPOSICIÓN TEMPVS BARBARICVM

Bienvenida: Rosa Sanz, codirectora del Seminario: Tempus barbaricum: un proyecto coral.

Intervenciones de apertura:

Sr. Rector Magnífico UCM, D. Carlos Berzosa.

Ilmo. Sr. Decano de la Facultad de Geografía e Historia, D. Luis Enrique Otero Carvajal.

Sr. Dr. Departamento de Historia Antigua, D. Julio Mangas

Sra. Directora del Instituto Arqueológico Alemán, Dra. Dirce Marzoli.

SESIÓN DE MAÑANA.-
Moderador: Prof. Julio Mangas

1-10,30-11,10- Hermann Parzinger, (SPKBerlín), Escitas y hunos en las estepas, una perspectiva arqueológica.

2.-11,10-11, 50-Pedro Barceló (Universidad de Potsdam), La deconstrucción del poder imperial

11,50-12,10- PAUSA

3-12,10-12,50-Sergio González (Univ. Leicester), Escandinavia, Una visión “bárbara” sobre el fin del Imperio.
4-12,50-13,20- Francisco Javier Guzmán Armario (Univ. Cádiz), "4 de Septiembre de 476 ¿Una fecha oficial de la caída del Imperio Romano?"

13,20-14,00 DEBATE

SESIÓN DE TARDE.-
Moderador: Prf. Carlos G. Wagner

5-16,00-16,40-José Ramón Aja (Universidad Cantabria), La última fortaleza romana en Egipto.

6-16,40-17,20- Enrique García Vargas (Univ. Sevilla), El comerciante y la ciudad en el Occidente tardoantiguo.

7-17,20-18,00- Gloria Mora (UAM), El fin del mundo antiguo, Gibbon y la pintura de historia del siglo XIX.

18,00-18,20- PAUSA

8-18,20-19,00- Gonzalo Bravo, (UCM) La bagauda galo-hispana: ¿rebelión política o conflicto social?

9-19,00-19,40 –Juan José Ferrer (Un. Jaume I-Castellón), Economía agropecuaria en tiempos de crisis.

10-19,40-20,20-Julio Mangas (UCM), Crisis de la ciudad en Hispana durante el s. III p.C.

20,20-21,00-DEBATE.


JORNADA 2 DE MARZO.-

SESIÓN DE MAÑANA.-

Moderador: prf. Pilar Fernández Uriel

11-9,30-10,10- María Isabel Rodríguez (UCM), Iconografía del poder: los dípticos consulares.

12-10,10-10,50-José María Blázquez (UCM), Los espectáculos en la Hispania romana.

10,50-11,10- PAUSA

13-11,10-11,50- Santiago Montero (UCM), Astrología y adivinación en el Bajo Imperio".

14-11,50-12,30- Rosa García-Gasco (Carlos III), Aproximación a la Retórica en la Antigüedad Tardía

15-12,30-13,10- Victoria Escribano (Univ. Zaragoza), Identidad y herejía en la Hispania del s. IV: la construcción del herético.

16-13,10-13,50-David Álvarez (UCM), Los vándalos: el reino pirata.

13,50-14,15- DEBATE.

SESIÓN DE TARDE.-

Moderador-Prf. José María Álvarez Martínez

17-16,00-16,40-Amparo Pedregal (Univ. Oviedo), Las mujeres cristianas y el concepto de alteridad en la Antigüedad tardía.

18-16,40-17,20- Carmen Blánquez (UCM), Las iglesias bizantinas de Petra.

19-17,20-18,00- Rosa Cid (Univ.Oviedo), La peregrinación de la virgen Egeria. La aventura de viajar por amor a Dios.

18,00-18,20-PAUSA

20-18,20-19,00- Purificación Ubric (Univ. Granada), La búsqueda de la paz interior en una época convulsa.

21-19,00-19,40-Victoria Peña(UCM), Muerte en la infancia. Cambio y continuidad en la antigüedad tardía.

19,40-20,45-DEBATE.

JORNADA 3 DE MARZO.-

9,30-11,45-- MESA REDONDA: CAMBIOS ICONOGRÁFICOS EN ÉPOCA DE CRISIS-

Trinidad Nogales Basarrate (Museo Romano de Mérida), Programas decorativos urbanos tardíos: el ejemplo de Augusta Emerita.

Pilar Fernández Uriel (UNED Madrid), Púrpura. El color del poder.

José María Álvarez Martínez (Museo Romano de Mérida), Virtus y poder en la iconografía musiva bajoimperial

Antonio González (UCM), Pervivencias de la iconografía antigua.

11,45-12,00 PAUSA.

12,00-14,15- MESA REDONDA: LAS MIGRACIONES HISTÓRICAS.-

Rosa Sanz Serrano (UCM), Las “invasiones bárbaras”, un modelo historiográfico.

Pablo Martín Prieto (UCM), Otro modelo de migraciones: la llegada del pueblo gitano a Castilla el s. XV.

Francisco Contreras Pérez (Univ. de Huelva), Las migraciones masivas como negocio; Andalucía a principios del siglo XX.

Silvia Marcu (CSIC), Geopolítica fronteriza e inmigración de la Europa oriental a España.

14,15-16,00 COMIDA.

16,00-18,15- MESA REDONDA: CIENCIA Y PENSAMIENTO

José Ramón Pérez Accino (UCM), La ciencia en el Egipto Antiguo.

Francisco Lisi, (Carlos III), El neoplatonismo y la ciencia tardoantigua.

David Hernández de la Fuente (Carlos III), Hipatia: mártir del neoplatonismo.

Ilmo. Sr. Decano, D. Luis Enrique Otero Carvajal, (UCM), El mundo como representación. Cosmogonías y cosmologías.

18,15-18,30 PAUSA

PROYECCIÓN DE PELÍCULA

"Atila, rey de los hunos" (1954) de Douglas Sirk.

Comentarios, presentación y moderador del debate Francisco Salvador Ventura (Univ. de Granada)


+INFO no site de:  Tempus Barbaricum

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Tac. Germ. XIII. I. Armas, jóvenes y ritos de paso: Valores simbólicos de las armas y de la guerra a través de un rito germano


Las armas han jugado frecuente un importante y destacable papel entre distintos pueblos antiguos, o bien, conocidos por la etnografía contemporánea. En este sentido los estudios sobre el simbolismo, especialmente el jurídico, del armamento tienen una importante tradición en buena parte de la investigación europea –germanófona frecuentemente-. No es extraño por tanto que el papel de la guerra y de las armas entre celtas y germanos halla ocupado un buen numero de páginas sobre el mundo bárbaro occidental, ya que nos permite, más allá de la pura taxonomía funcional o ergológica, entrar en una esfera profundamente social y ligada a usos, costumbres, y mentalidades, o al propio ethos en el que dichas sociedades se desenvolvían.

Nuestra modesta, y breve, aportación a la problemática parte de un conocido texto clásico al que aportaremos algunos paralelos que, a nuestro entender, permitan ver la lógica en la que el rito se desenvolvía y que, asimismo, permitió sus posteriores adaptaciones, el texto es el siguiente:
 
   «Llevan a cabo todos sus asuntos públicos y privados sin despojarse de las armas. Pero tienen la costumbre de que nadie las tome antes de que la ciudad lo haya considerado apto para llevarlas. Entonces, en la misma asamblea, alguno de los jefes, o el padre o los parientes arman al joven con el escudo y la «frámea»: ésta es para ellos su toga, éste el principal ornato de su juventud. Hasta ese momento se les considera parte de la familia; a partir de ahora, parte de la Ciudad » (Tac. Germ. XIII.1) 

El importante papel del armamento es señalado asimismo por el autor en otros párrafos, como cuando cuenta que no solo la entrega de las armas daba al joven la capacitación para formar parte de pleno derecho de la Asamblea tribal sino que, incluso, el propio método de votación que se seguía en esta consistía en la aclamación agitando las armas por parte de los presentes (Germ XI. 6). Asimismo nos relata la especial vergüenza que suponía para un germano la perdida del escudo en la guerra, la cual desembocaba comúnmente en el suicidio (Germ VI.6). El último termino el ritual de investidura de las armas parece reducirse a un mínimo común denominador previo, y bien conocido, la necesidad de portar armas por parte del joven para ser considerado entre los adultos, algo fácilmente explicable en una sociedad guerrera, como lo era la germana.
 
2. la iuventus: guerra e iniciación y mercenariazgo
No obstante la idea de que los jóvenes no disponían de la capacidad de portar algún durante su periodo de paso a la edad adulta contrasta con los que sabemos acerca de los periodos liminares y entra en contradicción, asimismo, con ciertas referencias literarias sobre los germanos. Cesar cuenta en su Guerra de las Galia que los jóvenes germanos antes de la edad adulta tenían como ocupación fundamental la caza y los ejercicios militares (Cesar, BG IV. 23). La frontera y la dedicación a la caza actividad marginal y al saqueo, frecuente en contextos iniciáticos confería a estos guerreros un status especial separado del mundo ordinario y frecuentemente sometido a formas de conducta y prescripciones especificas alejadas de lo cotidiano.
Dicho carácter marginal e iniciático también se observa en otro fragmento de la Germania, al describirse el voto que asumían los jóvenes catos mientras no hubiesen matado un enemigo: consistente en la prohibición de cortarse el cabello [1], así como de portar un anillo de hierro al cuello (propio de esclavo) como signos de su consagración al díos de la guerra bajo cuya protección se encontraban (Tac. Germ, XXXI. 5) [2].

El papel de la muerte de un enemigo, o de los hechos de armas, como parte de la admisión de los jóvenes a la sociedad adulta aparece también referido por Paulo Diacono, que describe como el principe longobardo Alboino tras dirigir una serie de campañas contra los gépidos, en las que muerte al hijo del rey de ese pueblo, solicita a su padre el que le deje formar parte de su mesa, a lo que este objeta que antes debe recibir las armas de un rey extranjero (Hist. Lang. I. 32). La admisión como compañero de mesa (Tischgemeinschaft) del señor [3], se equipara así dentro del comitatus al papel de integración que tiene a nivel tribal el derecho de asistir a la Asamblea (Wenskus 1961: 363 ).

El episodio de Alboino recuerda asimismo la descripción que Posidonio hace del banquete galo al destacar junto a la presencia del señor y de sus guerreros sentados a la mesa, de un segundo grupo que actúan de portaescudos (oplophorountes) colocados a su espalda (Athen. Deipn. IV. 36), lo que posiblemente refleja un status diferencial dentro de la clientela guerrera que podría indicar distintos grados -o clases de edad- dentro de ella (Karl 2005: 261), similares a lo que cita Tácito (Germ XIII.1-4) al hablar del comitatus germano (Kristiansen 1983: 51).


Otro paralelo a tener en cuenta es la costumbre en el derecho irlandés de que un señor ofreciese la panoplia básica, el gaisced (literalmente “lanza y escudo”) a sus seguidores al llegar a la edad adulta (Jackson, 1964: 18). Procopio, asimismo, nos describe con respecto a los hérulos la costumbre de que los miembros del sequito militar combatiesen sin escudo hasta que hubiesen demostrado su valor, momento en que les era entregado por su señor (Proc. Bell Pers. II. 16. 28). Dentro también del ámbito de la clientela conviene recordar también la cesión del caballo y frámea a los miembros del comitatus por parte de su patrón (Germ. XIV. 2).
El patrocinio sobre las bandas guerreras daba lugar a la otra en la que posibilidad era que estos jóvenes emigrasen temporalmente para integrarse temporalmente en el sequito guerrero de un noble o rey extranjero, antes de volver a su patria, que Tácito atribuye a los jóvenes de la nobleza germana (Germ. XIV. 2), y que en el algunos caso como el de los longobardos pudo adquirir valor preferencial. Al respecto es bastante ejemplificador el itinerario que se nos muestra en el Beowulf anglosajón, el héroe acompañado de una tropa de compañeros aproximadamente de su misma edad deja su tierra natal y se dirige a otras tierras donde procede a saquear el territorio extraño o a buscar una corte para ponerse al servicio de un rey (Beow. 195ss). En el caso irlandés, el periodo de correrías que comenzaba , a los catorce años, es decir al termino de la niñez con el periodo de fosterage (altram)[4] y finalizaba cuando el joven, retorna a su tierra y recibe en herencia tierras con lo cual pasa a convertirse en un hombre asentado, periodo que no obstante no concluía nunca antes de la edad de 20 años como mínimo (Mc Cone 1986: 10).

El periplo heroico de Beowulf termina cuando tras la muerte de su tío, el rey, se convierte él mismo en sucesor al trono (Beow 2200-2008). Existe un paralelismo, incluso temporal -en el caso irlandés-, y lo que Cesar describe descrive para los germanos en su De Bello Gallico cuando afirma que sus muchachos no solían casarse, por prescripción de sus costumbres, antes de los veinte años: «Intra annum vero vicesimum feminae notitiam habuisse ». Junto a ese guerrero temporal figura, asimismo, un tipo de guerrero que prolonga el periodo liminar con todas sus características más allá de la edad convenida convirtiéndose en un profesional de la guerra a tiempo completo al servicio de los nobles. Tácito describe a estos guerreros como una especie de elite militar que goza de gran prestigio (Tac. Germ XXXI. 5) a costa, no obstante, de mantener en sus signos (Tac. Germ. XXXI.4) y en sus actos la marginalidad iniciática y social propia del joven. Un status peculiar que se muestra también en el mantenimiento de una forma determinada de combatir.

2.1 Tipología del armamento y grupos de edad 
 Así pues la contradicción aparente entre el estado de cosas bélico del joven preadulto y la entrega de armas como capacitadota para la mayoría de edad puede entenderse mejor, en realidad como una dualidad de armas y formas de combatir entre dos grupos de edad. Tácito al respecto describe junto a la caballería germana la presencia de jóvenes como infantería de vanguardia lanzando armas arrojadizas (Tac, Germ. VI.1-3). El dúo framea y escudo aparece vinculada a un tipo de guerreros preciso, el ejercito regular, mientras que los jóvenes son caracterizados por el uso armas arrojadizas, el hecho de que los primeros usen del combate cuerpo a cuerpo y los segundos a distancia indica quizás en que estamos ante una dualidad tecnológica en cuanto al tipo de armas.

El combate más informal, si se nos permite la expresión, de lo iuvenes germanos recuerda también al los gaseati galos cuerpo de elite formado por jóvenes guerreros que combatían en las primeras filas frecuentemente desnudos y armados con armas ligeras como la lanza arrojadiza (gaesum) que les daba nombre (Pol. II. 28. 3; 29.7-8). La desnudez dejaba expuesto el cuerpo[5], y constituía en cierta forma de temeraria exhibición del valor, que el joven debía demostrar para integrarse en el mundo adulto, y en ese sentido puede compararse con la ya citada costumbre herula de combatir sin escudo.

Los datos arqueológicos muestran en el área germana un panorama que concuerda claramente con el descrito por Tácito y permite precisar la naturaleza del armamento diferencial descrito en el ejército germano. Las necrópolis muestran un claro predominio de las puntas de lanza en las tumbas en las tumbas, y una ratio muy limitada de espadas, de la que se infiere el carácter de arma reservada a un grupo muy limitado de la población. Ello llevo a Schindler a plantear ya hace algunos años la presencia de una distinción social dentro del grupo de los guerreros entre "portadores de lanza" (Lanzeträger) y "portadores de espada" (Schwertträger) (Schindler 1971: 43-82).

Los análisis osteológicos permiten comprobar que indistintamente dentro del grupo de los portadores de espada, esta arma aparece únicamente asociada a adultos de cierta edad, que por otro lado suelen además mostrar una panoplia completa, mientras que las puntas de lanza en esclusividad o junto con escudo se asocian a individuos más jóvenes (Steuer 1982: 205) ello supone que los sujetos que portan espada fueron lanceros durante su juventud, y que asimismo la espada como arma de prestigio se encuentra limitada a un grupo de elite y dentro de estos a individuos de una determinada clase de edad (Steuer, 1982: 206ss). Lo cual prefigura lo que encontramos entre algunos pueblos germánicos históricos, como la división por grupos de edad entre iuvenes (geogud) y seniores (dugud) dentro del ejercito anglo-sajón (Davidson 1989: 16) o entre los daneses según la descripción de Saxo Gramático (Hist. Dan.VII).

Porcentagens de armas em necrópoles germanas centroeuropeas (Steuer,1982)

Un fenómeno peculiar es la presencia de ajuares guerreros incompletos, es decir formados por un solo ítem (puntas de lanza, espuelas, escudo, o vaina sin espada) (Hachman 1956: 15) lo cual nos permite observar de manera metonímica el protagonismo de de las distintas formas de combate (infantería, caballería, etc.) en la definición de la personalidad social de sujeto[6]. La presencia del escudos aislados o de ajuares con solo lanzas podría interpretarse como definidora de dos tipos de status y clase de edad, y vendría a explicar, también, en cierta forma el valor aparentemente exagerado que se daba a la perdida del escudo (Germ. VI. 6), ya que esta supondría una especie de negación in terminis de un estado adquirido a través del valor en la guerra y escenificado en la ceremonia de paso a la edad adulta. Y, por tanto, una contradicción con los valores que definían al sujeto en la sociedad germana.

 La entrega de las armas no constituye, por tanto, en realidad, o exclusivamente, una capacitación del joven como soldado sino un signo a través del que se define la condición y el status que ha adquirido dentro de la comunidad, como guerrero y como hombre: su paso a la condición de adulto a través del tipo de armamento que le distingue del de los jóvenes en periodo de transición, y que presupone una organización militar basada en clases de edad.
 
3. Entre Hallstatt y La Téne, Vieja y Nueva Clientela: El emerger de la Gefolschaft 
 Esta dicotomía entre la espada y la lanza se puede rastrear ya hacia atrás a las fases iniciales de la Edad de Hierro Centroeuropea. Durante la época de Hallstatt se aprecia una presencia muy limitada del uso de la espada, la diferencia con respecto al mundo germano contemporáneo de Tácito, o al horizonte Lateniano, en la mayor escasez relativa de este ítem. La espada ha sido definida junto con el túmulo como el gran elemento de prestigio ideológico de las Jefaturas de Hallstatt, ya que asimismo al igual que la espada el túmulo monumental se encuentra limitado a un grupo muy limitado de la población que concentra el poder, una elite constituida por jefes con incipientes clientelas militares.

El túmulo típico de Hallstatt será el que al rededor de si tenga dispuesta una serie de tumbas de individuos pertenecientes al grupo familiar del noble-jefe enterrado, y de sus seguidores caracterizados por la posesión de puntas de lanza en su ajuar, que en algunos casos pudieron seguir como totenfolge a su señor al más allá, como evidencia el gran túmulo de Magdalenesberg (Kristiansen 1998: 365) o la presencia ocasional de fenómenos paralelos en algunos túmulos como Homichhele con un individuo de sexo femenino junto al muerto (posiblemente la viuda) (Kristiansen 1998: 365).

Este panorama cambio a partir de la transición entre Hallstatt D3 y La Téne A, cuando el comercio entre el Mediterráneo y el Centro y Norte de Europa perdió pujanza, lo cual afecto a la “economía de bienes de prestigio” desarrollada por las jefaturas hallstáticas. Se ve a partir de entonces una decadencia del núcleo de Hallstatt y un papel más activo de las zonas periféricas de su interland al mismo tiempo que el registro funerario cambia dando lugar a sepulturas más modestas pero con una presencia mayor de elementos de prestigio, armas y otros elementos relacionados con la guerra, como el carro de combate, lo cual denota el papel de aristocracias más amplias emergentes que vinieron ocupar el lugar de los jefes hallstáticos. En este contexto las instituciones de dependencia personal que observamos en torno a las jefaturas de Hallstatt C antes bien que desaparecer cobran un nuevo protagonismo, se flexibilizan, convirtiéndose en el elemento fundamental en la lucha por la competencia social entre las elites.

La capacidad de atraer una clientela numerosa entorno a si se convierte en un factor decisivo en el juego político, lo cual redunda en una mayor movilidad física, más allá de la frontera tribal, o social de los jóvenes que forman las clientelas guerreras. Algunos autores como Nash han planteado un precedente atenuado de esta movilidad durante el periodo hallstático en base a una posible relación de mutualidad entre el centro alpino y su interland centroeuropeo -la zona nuclear posteriormente de La Téne A- en la que cada uno jugaría el papel de atractor y suministrador de mercenarios (Nash 1985: 50-52).

Relação entre estructura social e clientela militar na Idade do Ferro centroeuropea (Tenreiro, 2006)

El sistema de mercenariado extensivo supone una separación del concepto tribal tradicional de guerra hacia una nueva concepción diferente en la línea que señala Schlesinger al oponer un tipo de guerra basado en la Gefolschaft a otra basado en el principio tribal (Stammenkrieg) lo cual influye en el propio concepto de poder político (Schlesinger, 1963: 67-68). Lo cual explicaría la rápida transición y aceleración de la dinámica en torno al sistema de clientela militar que nos describe Polibio (Pol. XVII.12) y que luego encontramos más tarde en el mundo de los oppida galos donde nobles como Dumnorix basan buena parte de su ascendiente entre las elites tribales en la presencia de amplios ejércitos de seguidores (B G. I. 18).

El punto culminante de todo este proceso posiblemente deba ser fijado en un hecho novedoso y sin precedentes que eclosiona en una franja temporal muy concreta en torno al s. IV y III, esto es la exportación de grupos de mercenario centroeuropeos al Mediterráneo. El primer testimonio tenemos que situarlo en el reclutamiento bárbaros realizado por Dionisio de Siracusa (Diod. XIV.75.9), y tendrá continuidad durante época helenística. La presencia y el retorno de estos mercenarios a sus lugares de origen no dejo de tener su efectos en la propia organización militar con el trasplante de un modelo de formación que imitan los mediterráneos, por parte de los galos y que Tácito nos describe en su versión germana (Belbrück 2000: 36). El nuevo sistema parece que tuvo una difusión relativamente rápida entre la periferia germana.

Así se ha interpretado efectivamente las armas del deposito votivo de Horjtspring en la Isla de Als (Dinamarca) fechado de entorno al año 350 a. C [7]. La comparación en base al utillaje militar de Hortjtpring con el deposito Smørumove, datado en el Bronce Final, permite observar la profunda transformación en las formas de combatir (Ransborg, 1993: 50-51) que se da durante ese periodo, viéndose la sustitución de una forma de guerra más simple donde predomina el combate singular de una elite y una infantería indiferenciada de lanceros por otro donde se hace un uso consciente de las distintas posiciones y una especialización del combate (Ransborg 1993: 58). No obstante la reducida escala de las unidades militares supone una diferencia con respecto al modelo ortodoxo mediterráneo, donde prima el grupo compacto y el uso de la lanza larga [8]. El limitado numero de guerreros sugieren que la única forma mayor de agrupación militar sería la mera suma de pequeños ejércitos, solo ejercible a nivel tribal, una imagen que es muy coherente con la descripción del comitatus germano y con contextos marginales derivados de la Edad del Hierro, como el de los fianna irlandeses. La influencia del mundo galo lateniano [9] tiene su correlato lingüístico en el peso de ciertas coincidencia en buena parte del vocabulario institucional germano con voces célticas, significativamente centradas en el campo del poder o de lo militar (D´Arbois de Jubaiville 1891; Schmidt 1986: 231-247)[10].

Kuhn defendió asimismo la adscripción céltica del complejo comitatus-Gefolschaft a si como a algunos elementos asociados a él como el juramento y la devotio (Kuhn 1956: 78). Al respecto es interesante constatar la presencia en tumbas de latenienses de un segundo enterrado posiblemente vinculado a estos fenómenos de devotio[11]La situación periférica de lo germano hizo que el papel de las instituciones de clientela que cristaliza entrono a la inicios de la 2ª Edad de Hierro, conservaran mejor su facies primordial, mientras que en el propio mundo galo esta se había visto profundamente alterada (Daudigney, 1979: 166-167) por la propia evolución de aquel hacía una sociedad protourbana, la de los oppida[12] (Crumley 1974). Se ha incidido en el papel de la Edad del Hierro como periodo de transición entre una sociedad tribal basada en vínculos de parentesco y sociedades de “estado arcaico” donde cobran mayor protagonismo otro tipo de elementos -como los vínculos de dependencia- en la configuración del poder de las elites locales (Hess, 1977: 770-1).
En ese contexto el rito descrito por Tácito cobra especial énfasis pues permite observar uno de esos campos en que lo nuevo se superpone a lo anterior y aun se expresa a través de su simbolismo para evitar la disonancia. Ello nos lleva al papel que Tácito otorga al parentesco en el rito y sus relaciones con las formas de clientela.  
 
4. Las armas y el rito: Adopción, fosterage, parentela y clientela
 Tácito refiere la presencia de tres posibles categorías de sujetos como actores del ritual: el padre, un pariente o un noble sin parentesco necesario con el joven.. El hecho de que Tácito oponga la admisión en la familia a la admisión en la comunidad (civitas) tribal, parece afianzar la idea de que el joven quedaba investido en ese momento de un estatus de igualdad jurídica con su progenitor, y por tanto emancipado de aquel (Wenskus, 1961: 362). En este sentido las armas actúan como “initiation gifts” es decir objetos que durante el rito de paso actúan como símbolos que definen el nuevo status del sujeto (Lincoln 1977: 150-151) y cuya cesión por el padre al hijo supone en cierta forma la transmisión de una serie de derechos que aquel ya poseía como miembro del grupo.

Una curiosa evolución de dicho principio es la que Gregorio de Tours refiere al describir la transmisión del trono franco a Childeberto por parte de Guntramo mediante el gesto de entregarle una lanza: «Posthaec rex Gunthramus data in manu Childeberti hasta, ait, hoc est iudicuum quod tibi omne regnum deum tradidi» (Greg. Tur. Hist. Franc. VII. 33). En otras legislaciones medievales tenemos constancia de la costumbre de “regnum cum dominica hasta tradere” (Grimm, 1995:225) de igual manera que igualmente, en otras ocasiones, se da el acceso a la realeza a través de la cesión al nuevo gobernante de la espada como símbolo del gobierno sobre el territorio: «est enim consuetudo curiae, ut regna per gladium, provinciae per vexillum a principe tradantur vel recipiantur» (Grimm 1995: 230). Más allá del valor o prestigio como denotador de status y condición del sujeto se da aquí con relación al rol del arma, un segundo aspecto que prolonga su papel en el ritual hacia un nuevo campo de acción, como es el de aquellas ceremonias destinadas a expresar palpablemente abstracciones jurídicas (Chassan, 1841), relacionadas en este caso con el concepto de "sucesión" o “legitimidad”. En los que el arma no actua ya meramente como símbolo de la “acción” (símbolo activo) sino que adquiere un papel propio como expresión del poder (símbolo objetivo) (Chassan 1841: 105).

El arma y el propio ritual de cesión de la armas es utilizado, así para expresar efectivamente la transmisión –literal- del poder o de la propiedad dentro del grupo familiar o incluso la legitimidad sucesoria del sujeto en aquellos caso en que no era real (adopción), como en otras expreso la mera transmisión de la condición de adulto. No deja de ser significativo al respecto que traditio del reino franco al merovingio Childeberto se simultanease asimismo con una adopción por parte de su tío el rey. En cuanto a la presencia de otro pariente que no sea el padre puede parecer en cierta forma extraña o irregular, con respecto a este campo, pero no lo es tanto si pensamos en otra institución que nos describe Tácito: la existencia del avunculado entre los germanos, y su estrecha relación con el fosterage, que el autor romano no comprendiendo bien los tramites, expresa a través de la terminología de la “toma de rehenes” (Tac. Germ. XX. 5). La asociación de la práctica del fosterage a la presencia de un sistema familiar en el que se reconoce cierto papel a los vínculos cognaticios, aparece como una forma de refuerzo de las alianzas creadas con la unión matrimonial (Lallemand, 1988). Ello explica el papel peculiar que presentan algunos personajes en la épica germánica o céltica (Cu´Chulain, Beowulf); jóvenes héroes caracterizados como sobrinos[13] con una especial relación, con su tío, frecuentemente un rey (O´Cathasaigh 1986; Bremmer 1981). Y recuerda –también- algunos episodios trasmitidos por los historiadores clásicos, como la historia de Veloveso y Segoveso (Liv. V. 34. 1-4) sobrinos del rey de los bituriges enviados por aquel como colonizadores (Marco Simón 2000).

La sustitución del padre por un avunculo materno durante el rito constituiría, así pues, una buena forma de afianzar los vínculos afectivos y sociales creados durante el periodo de crianza, reforzando aun más si cabe el lazo de la paternidad ficticia o simbólica establecido a través de ella. Ello no se podría separar del propio rango por nacimiento de los participantes –tanto el receptor como del que era recibido-, lo cual entre sujetos de distinto origen daba lugar normalmente a relaciones de clientela como sucedía en algunos tipos de fosterage (Parkes, 2003: 763-767). En otras ocasiones –entre iguales- el parentesco por las armas se mostraría más “honorífico”, como sucede en el caso de Alboino, remitiendo a la misma lógica de la alianza que observamos en torno al parentesco. Los vínculos de “parentesco ficticio” (Waffensonschaft, Blutbruderschaft) en el caso de los aristócratas se convertía en una forma de establecer o afianzar vínculos de amistad, o alianza entre sujetos (Genzmer, 1938: 133), que en ocasiones irían de la mano de alianzas más o menos directas de linajes, sin que por ello se llegase a crear una relación de dependencia.

La polisemia del sentido familiar del rito es puesta a prueba aquí para expresar a través del imaginario del parentesco otro tipo de relaciones sociales entre sujetos. En otras ocasiones no obstante, el rito se presentaría como una verdadera integración de facto y directa del joven en el grupo familiar –la deriva clientelar-, en sentido amplio, del noble que lo recibe en clientela como “hijo ficticio” (Le Goff 1977: 381). El papel de la “adopción ficticia” del joven guerrero por el líder como forma de entrada en el comitatus, destaca el simbolismo implícito en la utilización del parentesco ritual para reforzar la fidelidad (Enright 1996: 77) convirtiéndose así, finalmente, en la contraparte de la admisión a nivel tribal del joven.
Un caso intermedio entre la clientela y el fosterage tradicional lo tenemos en algunos ejemplos irlandeses en los que el parentesco materno actúa como forma de dar un status jurídico a un joven que se encuentra privado por alguna razón de el, lo que lleva a una equiparación con la “protección”·ofrecida al cliente (Janski 1999: 3-13) El carácter clientelar de la paternidad por las armas derivara asimismo en ciertas formas de establecer vínculos de sumisión más allá ya del comitatus, entre nobles o reyes (Wenskus, 1961: 362). Como tempranamente Casiodoro nos muestra a través del ejemplo de la adopción de armas por parte de Teodorico de Rodvulfo, rey de los gépidos, a cambio –claro está- de este le prestase a su vez “obsequio et devotio” (Cass. Var. IV. 2). Una nueva evolución del rito tacitéo, para adaptarse a las circunstancias, que nos sitúan ya en el alba de las instituciones medievales. Un mismo rito para la época de Tácito; un mero hecho de derecho privado, ya sin consecuencias publicas (sin la “ciudadania” tribal de turno ), en el posterior mundo feudal. Dos etapas, en resumen, de la historia de una misma institución. 

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Notas:

Esta comunicación desarrolla parte de uno de los trabajos presentados para nuestro DEA en el área de arqueología realizado bajo la dirección del Prof. Víctor Alonso Troncoso. 
[1] Snorri Sturluson (Heinskrill. II. 4) describe un voto con sentido guerrero similar hecho por rey sueco Harald Lindo Pelo (Genzmer, 1938: 134) 
[2] Igualmente la prescripción de no entrar en el santuario del dios supremo de los semnones sin ir atados (Tac. Germ XXXVIII. 2-4 ) 
[3] El papel del banquete entre las elites germanas se apreciaría en las tumbas de guerrero más ricas en la aparición de cuernos de beber y vajillas de lujo. La participación de los miembros del comitatus en el banquete podría estar indicada por tumbas más modestas (¿de miembros de la gefolschaft)donde , junto a las armas, figuran únicamente cuernos de beber (Hachman, 1956: 15). Sobre el papel del banquete entre los germanos y celtas (Enright, 1996) 
[4] Igual sentido del final del periodo de fosterage para el mundo galo (Cesar BG. VI, 18.3) 
[5] Un correlato arqueológico tardío de esta costumbre en una estatuilla del cementerio sajona Finglesham (Kent) que representa a un guerrero desnudo (Davidson 1989: 12) 
[6] Dicha ausencia podría vincularse, en algunos casos, especialmente en el de las vainas, a fenómenos de transmisión hereditaria de las armas (Hachman 1956: 9). Lo que recuerda la escena del islandés Cantar de Hérvor (s. XIII) en la que la protagonista va a la tumba de su padre para exigirle al espectro de aquel la espada como herencia (Herv. 10-11), petición a la que debe acceder por la fuerza de la costumbre ( Herv. 21-23) 
[7] El depósito el botín -los espolia- de un ejército vencido que habría sido ofrecido en un ritual similar al descrito por Orosio para los Cimbrios . (Hist. IV. 16.5-6) 
[8] El carácter ligero de la falange germana o celta deriva de que el papel de los mercenarios bárbaros fue el de tropas ligeras (peltastai) (Gracia Alonso 2003: 74) 
[9] Hachman considera arqueológicamente la influencia lateniense un factor de aceleración de la complejidad social en la zona S. de Germania (Hachman 1956: 16-17). Igualmente Wenskus define el proceso de aparición de sociedades aristocráticas en esta área durante la 2ª EH como una “gallisch-westgermanische Revolution” (Wenskus 1961: 355-360) 
[10] Es significativa también la antroponimia de origen celta entre la elite germana, como sucede en el caso el rey suevo Ariovisto (Enright 1996: 207) o del marcomano Maroboduo (Much 1928: 32), o la serie de antropónimos en –rik, formados por analogía con los nombre galos en -rix 
[11] Inicialmente el auriga, pero un simple guerrero después Es sugerente la comparación con el soldado de infantería que actuaba como asistente del jinete entre los suevos de Ariovisto (Cesar B G I. 42) o con algunas formas de combatir celtas como la trimarcisia (Thierny 1960: 196). El sacrificio de sirvientes es citado por Cesar (B G VI. 19). 
[12] Cesar observa la dicotomía entre los galos del pasado, miembros de una sociedad guerrera y expansiva, y los de su época: dedicados al comercio, e incide en el relevo de los germanos en el papel de periferia guerrera (B G. VI. 24). Crumley observa en la distribución de los oppida galos una función de control estratégico de nudos de comunicación y rutas comerciales (1974: 32ss, 77).
[13] El fosterage avuncular aparece citado explícitamente en el Beowulf (Beowulf 2428-2429)

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