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quinta-feira, 10 de julho de 2014

O Armamento Lateniense em Alsacia e Lorena

L´ARMENT LATÉNIEN EN ALSACE ET EN LORRAINE

Reich, G., L'armement laténien en Alsace et en Lorraine: objets, pratiques et contextes de découverte. Mémoire de Master 2 - Archéologie du Territoire, Université de Strasbourg, Strasbourg, 2011, Vol. 1 - Texte 246 pp.


Sinopse
O tema desenvolvido no âmbito desta tese concerne às armas de guerra da Segunda Idade do Ferro, na Alsácia e Lorena. Ele inclui armamento si, mas também o tratamento que lhe é reservado e os contextos da sua descoberta como objetos arqueológicos. Pelo tanto este tópico leva associadas várias questões.


A área do estudo serão as armas que constituem a panóplia do guerreiro celta Quais são aquelas que constituem equipamentos de qualidade excecional e como se pode definir a riqueza do armamento? Quais são as tendências e tecno-morfológicas e crono-tipológicas globais? Isso usado essas armas? Quem usava essas armas. O estudo dos contextos, conhecidos pela literatura arqueológica, permite abordar assim mesmo outras questões.


Que contextos são conhecidos para estes objetos na área de estudo? Percebesse um tratamento especial das armas antes do seu abandono? Que fácies culturais se amostram entorno das armas, o seu tratamento e contextos de deposição? Que tipo de mobiliário é associado à panóplia guerreira? 


Podemos ver uma evolução cronológica de artefactos associados assim como do seu tratamento acorde com o mobiliário da região considerada? Em que condições esse mobiliário foi descoberto?


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Descarregar a tese em:  Academia.edu

segunda-feira, 3 de março de 2014

Assembleias Judiciais na Escócia - Tese on-line


O'Grady, Oliver J.T., The setting and practice of open-air judicial assemblies in medieval Scotland: a multidisciplinary study. PhD thesis, University of Glasgow. 2008


Sinopse
Este estudo analisa as configurações físicas e associações na paisagem dos tribunais judiciais ao ar livre na Escócia medieval. A prática medieval das Assambleias ao ar livre representam uma atividade humana coletiva efêmera crucial para a compreensão da sociedade medieval. Na obra adoptaçe uma abordagem multidisciplinar, que se serve tanto das evidências toponimicas, históricas e arqueológicas, quanto de estudos de casos representativos que são investigados e apresentados através do seu levantamento geofísico e topográfico.


Os nomes de lugar derivados do Gaélico, Escocês, Antigo Nórdico e Inglês que indicam a existencia assembléias são postos em conjunto e completados os materiais dicionais. Mais de 200 nomes de lugares são considerados. As referências históricas à assambleias e tribunais a ceu aberto durante os seculos 13 - 16 séculos, são examinadas, junto com 18 exemplos onde os seus restos físicos podem ser identificados com seguridade e apresentados em detalhe. A diversidade das assambleias ao ar livre é assim analisada, incorporando as características naturais e arqueológicas dos locais onde se celebram.



Os outeiros são o cenário arqueológico mais comum identificado com uma distribuição ampla que transcende as fronteiras linguísticas e culturais. No entanto, um número significativo de assembleias judiciais utilizadam colinas naturais, o que tem implicações para a análise arqueológica dos locais. A reutilização de restos pré-históricos, como amoreamentos de pedras e restos megalíticos como lugares de assemblei é um fenómeno generalizado, e que não está restrito aos centros reais.


As qualidades pré-cristia e cultual destes lugares centrais são ilustradas pela estreita associação que desde um inicio topamos na Escócia entre sitios religiosos e outeiros de assembleias judiciais. As assembleis judiciais na Escócia também apressentam uma associação com fronteiras territoriais, enfatizando seu papel na dinâmica inter-comunitária. 


O material histórico demonstra um declínio gradual no uso de lugares ao ar livre para os tribunais desde o século 15 em diante. Isto representa, no entanto, uma significativa persistência dos locais judiciais tradicionais na Escócia durante a época de centralização progressiva do processo legal.


Descarregar a tese aqui:  Glasgow Theses Service

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Paleoetnologia da Hispânia Céltica - Tese on-line

PALEOETNOLOGÍA DE LA HISPANIA CÉLTICA

Moya Maleno, P.R., Paleoetnología de la Hispania Céltica: Etnoarqueología, Etnohistoria y Folklore como fuentes de la Protohistoria.   Universidad Complutense, Madrid, 2012, Tese on-line


Desde ontem está ao dispor on-line no serviço de e-print da Univ. Complutense a tese doutoral do nosso colega e bom amigo Pedro R. Moya Paleoetnologia de la Hispania Céltica apresentada o ano passado e dirigida pelo Prof.  Martín Almagro-Gorbea, na que se apresenta uma proposta de achega a proto-historia peninsular através das apartações das fontes etnográficas e históricas desde uma perspetiva de longa duração que consideramos de muito interesse.


Sinopse
Esta tese propõe pesquisar as sociedades proto-históricas da Península Ibéria tanto desde o conhecimento dos testemunhos diretos procedentes dos contextos e dados arqueológicos como através de outras fontes que possam conter informação sobre o cambiante e polimórfico conglomerado de povos pré-romanos denominados como Hispânia Céltica, a tenor dos paralelismos entre eles o mundo atlântico e centro-europeu. 


Esta proposta, além de ter em conta os testemunhos greco-latinos na sua justa medida, fundamenta-se na existência de processos de longa duração desde a Idade do Ferro. O rastreio, crítica e contextualização de fontes de diversa natureza evidenciam constantes fenómenos de sobrevivência, sincretismo e suplantação ao longo da História.



Põe-se em evidencia a viabilidade de abordar os diferentes subsistemas culturais das comunidades hispano-célticas através de uma estratégia que combina Etnoarqueologia, Etnohistoria e Folklore. O estudo e comparação dos factos históricos, a narrativa e a Literatura Oral e as tradições, os usos e costumes da Espanha e Portugal pré-moderno permitem propor, quando menos, padrões de subsistência, sistemas jurídicos e modelos de estruturação social, bem como aproximar relatos literários, rituais e passagens mitológicos hispano-célticos. Deste modo, é possível dar uma visão integral e holística da Idade do Ferro para além de universais e arquétipos antropológicos.


Em definitiva, a Paleo-etnologia da Hispânia Céltica sistematiza e põe em comum uma forma de estudar a economia, a sociedade e o mundo ritual e simbólico das comunidades hispano-célticas através do rastreio comparativo das diferentes fontes que chegaram ate os nossos dias.


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Descarregar a tese em: E-print Complutense