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quarta-feira, 3 de abril de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
sábado, 19 de janeiro de 2013
sábado, 22 de dezembro de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Não pintar nas paredes
Vai um tempo numa anterior postagem colocáramos a modo de ilustração dos tópicos sobre as limitações cognitivas dos Neandertais este quadrinho cómico que agora coas recentes novas sobre a cronologia e autoria das pinturas de Altamira, Tito Bustillo e El Castillo, toma ironicamente um novo sentido: Novamente a realidade imitou a Arte, outra vez.
domingo, 29 de abril de 2012
O "Ciclo da Vida"
Um pequeno repasso ironico ao ciclo vital do arqueólogo tipo no Bloge My Cartoon version of Reality...ainda que a verdade não me acabo de afazer a ideia de terminar sendo um fóssil diretor.
Pode que também te interesse: Arqueologos!!...
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Os paradoxos do Colonialismo
Uma pequena ironia made in Monty Pithon arredor do conceito atualista do imperialismo romano, caracterizando, ao modo "colonial" moderno, e ao estilo guerrilha anti-imperialista, à velha dicotomia romanos vs indígenas, a traves da que se entendiam complexos processos de interação entre o romano e o local baixo a, as vezes algo simplista, oposição entre:"resistência" consciente e maquiavélico "colaboracionismo". Nisto a fim de contas Roma sempre ocupava o lugar privilegiado forçando aos remissos a se romanizar/civilizar, "polo seu próprio bem" do mesmo jeito que os europeus faziamos manu militari em tempos ainda recentes.
Hoje em dia esse esforço "aculturação" consciente e constante, centralizado, vesse como mais bem escasso ou mesmo nulo, e embora nostálgicos da missão de destino universal e civiliçadora de Roma ainda quedem, agora isto se entende, paradoxalmente, mais como obra dos proprios "indígenas" que de outros.
Eis um dos grandes paradoxos dos "antigos" fronte aos "novos" colonialismos
Hoje em dia esse esforço "aculturação" consciente e constante, centralizado, vesse como mais bem escasso ou mesmo nulo, e embora nostálgicos da missão de destino universal e civiliçadora de Roma ainda quedem, agora isto se entende, paradoxalmente, mais como obra dos proprios "indígenas" que de outros.
Eis um dos grandes paradoxos dos "antigos" fronte aos "novos" colonialismos
segunda-feira, 29 de junho de 2009
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