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quinta-feira, 19 de março de 2015

Ritos Gauleses e Romanos - Exposição


Rites gaulois et romains entre Rhône et Alpes

Quando: 20 Março
Onde: Saint-Paul-Trois-Châteaux


A próxima sexta-feira dia 20 inagurara-se no MUSAT (Musée d’Archéologie Tricastine) de Saint-Paul-Trois-Châteaux (França) a exposição Rites gaulois et romains entre Rhône et Alpes


Esta exposição apresenta os trabalhos de dois anos pesquisa coletiva conduzida por especialistas e conservadores de museus associados as escavações relacionadas com lugares de culto gaulêses, galo-gregos e gallo-romanos situados entre o Rhodano e o pé dos Alpes.


Na exposição serão exibidas parte das coleções dos museus das regiões Rhône-Alpes e Provence-Alpes-Côte d'Azur 


+INFO no site do:  MUSAT

quarta-feira, 26 de março de 2014

O Mundo ao Revês - Exposição


Le Monde à L´Envers

Quando: 26 Março - 4 Agosto
Onde: Marselha


Hoje dia 26 de Março inaugura-se a exposição Le Monde à l’Envers - Carnavals et Mascarades d´Europe et Méditerranée organizada pelo Musée des Civilisations de l´Europe et de laMéditerranée (MuCEM) situado na cidade de Marselha (França).


Há muitas maneiras de olhar para uma exposição sobre o entrudo, sinaladamente ao redor da máscara, o disfarce, a loucura coletiva, oferecendo uma descrição histórica e tipológica das diferentes partes ou uma abordagem mais técnica focada sobre a artesoaria e em como é desenvolvida pela mascarados, em quanto indivíduos que dão livre curso à sua imaginação na confeição dos seus trajes e mascaras.


A exposição "O Mundo ao revés" convida a uma viagem pelo imaginário carnavalesco. O percurso comporta momentos de poderosa imersão de reflexão sobre o que este festival nos ensina sobre nós mesmos e as sociedades contemporâneas. Uma das principais razões para o renascimento atual dos carnavais e mascaradas é o fascínio num público que busca o sentido e autenticidade, o caráter arcaico da festa de carnaval.


As Mascaradas rurais e os Entrudos ditos "tradicional" ou "históricos"​​ renascem, às vezes contando com os escritos de antropólogos ou folcloristas do final do século XIX. Atores e espetadores evocar a necessidade de perpetuar uma comunidade "ancestral" e o seu próprio ritual, mesmo se ele é em grande parte reinventado.


Pelo que toca a parte galega desta exposição os nossos amigos da Sociedade Antropológica Galega (SAGA) têm aportado parte dos fundos visuais das suas pesquisas sobre este tema entre os que figura a imagem do próprio cartaz da mostra.



 Esta exposição temporal vai estar aberta desde o 26 de março até o 4 de agosto de 2014


+INFO no site do:  MUCEM

quarta-feira, 12 de março de 2014

Lisboa Pré-Classica - Exposição


LISBOA PRÉ-CLASSICA

Quando: 13 Maio -31 Março
Onde: Lisboa


A próxima quinta-feira dia 13 de março inaugura-se exposição Lisboa - Pré-clássica: um porto mediterrânico no litoral atlântico na Galeria Millennium de Lisboa

A exposição oferece uma viajem às origens da cidade, quando colonizadores do Mediterrâneo Oriental navegaram até ao estuário do Tejo e nos legaram os primeiros vestígios urbanísticos, artefactos da vida quotidiana e outros, que pudemos relacionar com as artes de navegar. A investigação que tem vindo a ser desenvolvida sobre a Idade do Ferro de Lisboa tem revelado o caráter orientalizante da ocupação, com fortes relações com o Mediterrâneo Oriental.

Os materiais arqueológicos encontrados em várias áreas da colina do Castelo e da Baixa Pombalina inscrevem-se num processo de colonização marítima, protagonizada por grupos humanos fenícios, muito especialmente tírios. A navegação é um aspeto central desta diáspora, uma vez que a chegada de populações exógenas se fez através do Mediterrâneo, primeiro e do Atlântico, depois.

O Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros é um dos sítios centrais desta reconstituição histórica, a que se pode aceder, quer na exposição Lisboa pré-clássica, um porto mediterrâneo no litoral atlântico, quer através da visita às ruínas arqueológicas do NARC, onde se conservam os mais extraordinários vestígios urbanísticos da Idade do Ferro na cidade de Lisboa.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A Romanização de Guadalajara - Exposição

La Romanización en Guadalajara

Quando: 6 Novembro
Onde: Guadalajara


O próximo 6 de Novembro à 19 horas, terá lugar no Museu de Guadalajaraa inauguração da Exposição La Romanización en Guadalajara. A Exposição mostrará, através das coleções de arqueologia do Museu de Guadalajara, processo histórico da romanización na província, pondo ao dia todas investigações desenvolvidas até a data.

restos do campamento romano de La Cerca, Guadajara

Estará aberta entre o 6 de novembro de 2013 e o 2 de fevereiro de 2014. Os comissários científicos de dita exposição são a Dra. M. Luisa Cerdeño, Emilio Gamo e Teresa Sagardoy, vinculados ao Departamento de Prehistoria da Universidade Complutense de Madrid como docentes e/ou pesquisadores.


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Arqueologia, Armas e Conflitos - Exposição

2.500 anos de Armas e Conflitos

Quando: 14 Junho - 31 Outrubro
Onde: Abrantes


Hoje às 16h00 horas terá lugar no Museu D. Lopo de Almeida no Castelo de Abrantes a inauguração esposição organizada pelo Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (MIAA) 2.500 anos de armas e conflitos. A exposição estara aberta até o dia 31 de outubro



Sinopse
O conflito tem sido uma constante na vivência das sociedades humanas. Por isso, a armaria sempre teve um papel de relevo. Ontem como hoje, vencedores e vencidos medem-se, em grande parte, pela qualidade das armas que usam e, por isso, a evolução do armamento ofensivo e defensivo tem sido uma preocupação constante. O Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abtantes trae para esta v antevisão – capacetes, armaduras, couraças, canhões de mão e outras peças do acervo do MIAA que nos “falam” da guerra, em várias regiões e ao longo 2500 anos.


+INFO no site da:  CM de Abrantes

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

As Origens do Agro-Pastoreio

MUDANÇA GLOBAL
Simbolos e Tecnologias nos Origens do Agro-Pastoralismo no Vale do Tejo

Quando: 21 Fevereiro
Onde: Lisboa

O Museu Nacional de Arqueologia e o Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo organizam uma exposição conjunta que se inaugurara manha, dia 21, no local do Museu Nacional de Arqueologia pelas 17 horas.


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O Arte da Idade do Gelo - Exposição

ICE AGE ART
Arrival of Moderm Mind

Quando: 7 fevereiro – 26 maio
Onde:   Londres


Entre os meses de fevereiro em maio  no British Museum tera lugar a  exposição Ice Age Art, arrival of Moderm Mind. Obras mestras da última Idade do Gelo descobertas por toda a Europa formam parte desta inovadora exposição. Criadas por artistas com mentes modernas como a nossa, esta é uma oportunidade única de ver as mais antigas esculturas debuxos e retratos conhecidos no mundo.



Estas peças excecionais serão apresentadas ao lado de obras modernas de Henry Moore, Mondrian e Matisse, ilustrando o desejo humano fundamental de se comunicar e fazer arte como uma forma de entender-nos a nós mesmos e o nosso lugar neste mundo.



A Arte da Idade do Gelo foi criada entre 40.000 e 10.000 anos atrás, e muitas das peças foram feitas de marfim de mamute e chifres de rena. Eles mostram a habilidade com que estes artistas experimentarão coa perspetivas, escala, volumes, luz e movimento, ao mesmo tempo que buscava o conhecimento através da imaginação, abstração e ilusão.



Uma das peças mais formosas da exposição é uma escultura de 23 mil anos de antiguidade, uma figura abstrata de Lespugue, França. coa que Picasso estava fascinado e que influenciou suas obras escultóricas de 1930.



Embora uma quantidade assombrosa de tempo que separa esses artistas da Era do Gelo, tais peças evocativas mostrar que a criatividade e expressão têm permanecido notavelmente semelhante através de milhares de anos.




+INFO no site do:  British Museum

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

No Tempo dos Gauleses - Exposição


Au Temps des Gaulois
L'Aquitaine avant César

Quando: 15 setembro 2012-17 março 2013
Onde: Burdeos


Através das reconstruções a tamanho real de uma habitação, de um talher de um oleiro, do de um ferreiro e de diversos objetos arqueológicos, os visitantes posem encontrar-se com os Pétrocores, os Nitiobroges ou os Cocosates, antigos populi da Gália Independente.



A exposição No tempo dos gauleses. Aquitânia antes de César radicada no Museu de Aquitânia. e coordenada pelo Inrap, amostra a vida cotia das pessoas que viviam na Aquitânia prévia a conquista romana, permitindo conhecer um pouco melhor os habitantes desta região entre o início do 800 aC e da época galo-romana.



A maioria dos objetos apresentados são desconhecidos para o público geral, por proceder de de escavações recentes que permite derrubar muitos prejuízos sobre os gauleses. Em particular, os vários objetos de prestígio presentes mostram o nível de sofisticação dessa civilização assim como a habilidade dos seus artesãos.



Ânforas, moedas de ouro e prata baixelas importadas mostrar a importância da Aquitânia nas redes de intercâmbios com o Mediterrâneo. Se os gauleses têm uma reputação como grandes guerreiros, seu valor está em grande parte ligado ao seu armamento e aos seus conhecimentos metalúrgicos.


Guerreiros ferozes e belicosos, os aquitanos serão os último em se opor a César na batalha de Uxellodunum, o episódio final da Guerra das Gálias. A exposição remata precisamente com o fim da independência gaulesa e com a romanização.




+INFO no site de:  Au temps des Gaulois

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Martins Sarmento e a Arqueologia Europeia


Martins Sarmento e a Arqueologia Europeia

Quando: 7 dezembro 2013 - 1 maio 2013
Onde:  Guimarães


A proxima quinta feira dia 7 de dezembro será inaugurada na Sociedade Martins Sarmento de Guimarães a exposição Martins Sarmento e a Arqueologia Europeia, integrada a programação da Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012, com curadoria de Sande Lemos.



Francisco Martins Sarmento foi um dos principais vultos de Guimarães da segunda metade do século XIX bem como da Arqueologia Portuguesa, de que foi um dos fundadores como disciplina científica. Nesta exposição pretende-se evocar o modo como o ilustre vimaranense alcançou esse estatuto, a sua vida e obra. Através do estudo da Citânia de Briteiros e do Castro de Sabroso, a par de uma continuada reflexão sobre a Etnologia e de múltiplas deslocações, lançou problemáticas científicas que difundiu, primeiro no âmbito português e mais tarde no quadro da Europa.



Deste modo pode afirmar-se que Guimarães e Francisco Martins Sarmento se constituíram respetivamente como um lugar central na formação da Arqueologia Portuguesa e um ponto de referência na rede de investigadores europeus que se interessavam pelo mesmo tema: a Proto-História e a Romanização da Europa Ocidental.


A exposição estará patente até o 1 de Maio de 2013. Estará aberta de terça a sexta, entre as 9:30h e as 12h, e entre as 14h e as 17h. Aos sábados e domingos entre as 10h e as 12h, e entre as 14h e as 17h. Encerra às segundas e feriados.


+INFO no bloge da Sociedade:  Pedra Formosa

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Rituais da Morte durante a Romanidade


DIIS MANIBVS
Rituais da Morte durante a Romanidade


O próximo dia 2 de novembro inaugurara-se no Museu de Arte Moderna de Sintra a exposição DII MANIBVS – Rituais da Morte durante a Romanidade. A exposição esta organizada pelo Museu Arqueológico Municipal de São Miguel de Odrinhas em colaboração coa Câmara Municipal de Sintra.

Monumento funerário de Marco Statio Maximo, s. I, Mus. Arq Odrinhas

A exposição estará patente ao publico até o dia 30 de dezembro de 2012 no Museu de Arte Moderna de Sintra, e do 5 de fevereiro ao 15 de dezembro do 2013 no Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas.


sábado, 11 de agosto de 2012

O Mundo Perdido



As únicas terras no Mundo que não foram exploradas amplamente são aqueles que se perderam baixo os oceanos. Após o final da última Idade do Gelo  extensas paisagens, que tinham sido o lar de milheiros de pessoas, foram inundadas pelo mar. Embora os cientistas previram já a sua existência há muitos anos, a sua exploração só recentemente se tornou uma realidade.


A atual mudança climática e o aumento do nível do mar associada, faz estar estas questões na vanguarda da discussão social e científica, mas a pesquisa mostra que as mudanças dramáticas no ambiente ocorreram inúmeras vezes no passado.



Uma das mais significativas destas paisagens perdidas por o aumento do nível do mar é a que se topou no Ocidente europeu durante o Mesolítico, um extenso território que enlaçava uma franja de térreo que unia de forma contínua a maior parte das atuais costas atlânticas e o atual mar do Norte.


Esta paisagem inundada, é maior em extensão do que são muitos países europeus modernos, e foi lentamente submergindo-se entre o 18.000 e 5.500 aC. Os arqueólogos consideram agora que esta longa área geográfica ter sido o coração da ocupação humana dentro da Europa do Norte nessa época, mas o entendimento dela depende de que sejamos capazes de localizar e visualizar essa paisagem



Atualmente um equipo de cientistas de várias universidades britânicas tenhem afrontado este problema num projeto de investigação (Project Browned Landsapes) de estas Paisagens "Perdidas", pranteando uma nova abordagem através do acoplamento de técnicas de levantamento geofísico, desenvolvidas pela indústria petrolífera do Mar do Norte, coas tecnologias de visualização 3D desenvolvidos pela indústria de modelagem por computador.


Estas metodologias inovadoras permitem a recriação das antigas paisagens que uma vez foram habitadas, conseguindo o mapeamento de rios, lagos, montanhas, costas e estuários, e a reconstrução virtual da flora e fauna a que num tempo a esses elementos geográficos estivera associada. 


Estes modelos trazem, em certa forma, de novo à vida a "patria" dessas populações do Mesolítico, sugerida agora já só polos artefactos recuperados no fundo dos mares ou nos restos de fragas fôsseis de algumas beiras costeiras da Europa Atlântica.



Elo também permite aos cientistas explorar os efeitos da subida do nível do mar sobre a paisagem e as suas populações de jeitos novos e mais holísticos que podem ajudar a fornecer soluções desde o passado para os problemas do presente.

Coa finalidade de achegar ao público geral a pesquisa do Projeto Browned Landscapes, durante este verão na Royal Society de Londres estará aberta a exposição Europe's Lost World.


Um bom pretesto para olhar no mais fundo dos mares ... as pegadas do nosso passado, certamente


+INFO no site de:  Europe´s Lost World

domingo, 25 de março de 2012

Tesouros dos Bárbaros


El Tesoro de los Bárbaros
  
Quando: 31 março - 14 outubro
Onde: MARQ


O Museu Arqueologico de Alicante (MARQ) O Museu Arqueológico de Alicante acolherá entre os meses de abril e outubro deste ano a exposição internacional O Tesouro dos Bárbaros na que mostrar-se-á, através de uma alarga seleção de peças procedentes do Museu Histórico do Palatinado, situado na cidade alemã de Espira (Speyer), os inícios da decadência do Império Romano nas fronteiras germanas, bem como diversas feições da vida quotidiana de quem habitava esses territórios durante o século III d.C..


A mostra está composta por mais de 600 peças resgatadas baixo as águas do rio Rim, entre as que destaca o famoso espelho com o relevo da deusa Minerva, permitirá ao público conhecer um dos achados mais expetaculares da tardo-antiguidade, o do chamado Tesouro de Neupotz, um dos maiores conjuntos de metal de época romana de toda a Europa, que destaca tanto pela beleza e qualidade dos seus objetos como por ser depoimento de uma das etapas menos conhecidas da história do Império Romano.





terça-feira, 20 de março de 2012

Los Bañales a exposição


Depois do seu passo por Tudela nos últimos três meses, a exposição arqueológica itinerante " Los Bañales, una ciudad romana en las Cinco Villas " chega, finalmente, a Zaragoza, da mão de Ibercaja Actur. E fá-lo para ser centro -nas duas últimas semanas de Março e durante todo o mês de Abril- de uma intensa atividade divulgativa, pedagógica, científica e universitária. Essa atividade -que incluirá a apresentação da guia que, sobre Os Bañales, editou PRAMES.


Começará na quarta-feira dia 21 de Março, às 19.30, com uma conversa no Centro Cultural de Ibercaja sobre " El proyecto de la Fundación Uncastillo en Los Bañales ", a cargo de José Francisco García, Diretor da Fundação Uncastillo, e com uma visita guiada à mostra, completa, por parte de Javier Andreu Pintado, Diretor Científico do Plano de Investigação dos Bañales.






+INFO no site de:   Los Bañales.es

quinta-feira, 8 de março de 2012

Martins Sarmento, o "fotografo"


Pioneiro da Arqueologia em Portugal, Francisco Martins Sarmento foi também fotógrafo. As suas imagens, agrupadas em duas grandes linhas temáticas - fotografia de estúdio e fotografia de arqueologia - traduzem o seu espírito curioso, de constante procura e aprendizagem, mas onde aparez também um gosto pela propia fotografia como como meio não so de registro senão tambem estetico. 

uma das camaras usadas por Sarmento no Museu da Cultura Castreja de Briteiros

Das fotos de Sarmento existem 543 negativos em placas de vidro de Martins Sarmento conservadas na Sociedade Martins Sarmento. A Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura, através do projecto Reimaginar Guimarães, em colaboração com a SMS, procedeu à limpeza, digitalização e legendagem desta Colecção


A exposição O Fotógrafo Martins Sarmento, que será inaugurada o  dia 9 de março as 19:00 horas, apresenta uma revisão deste corpo fotográfico, através de uma proposta de leitura assente em rostos (os retratos que Sarmento realizou) suspensões (o efeito criado pela delineação dos contornos do objecto ou pessoa fotografada) e coisas (as imagens dos achados arqueológicos de Sarmento).



Esta exposição é acompanhada de livro-catálogo com a publicação, pela primeira vez, dos Cadernos de Fotografia escritos polo Martins Sarmento entre 1868 e 1876.

Uma interessante exposição que da oportunidade de nos achegar aos aspeitos alem da cientificia também artisticos e esteticos de esta parte da obra do que foi, sem dubida, a pessoalidade fundacional da arqueologia do NO peninsular

































+INFO no site de:   Reimaginar Guimarães

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Blick, Mira, Olha - A exposição

O próximo dia 12 de Novembro, as 16:00h no Centro Cultural de Cascais terá lugar a inauguração da Exposição Blick Mira Olha! O arquivo fotográfico do Instituto Arqueológico Alemão de Madrid, produzida pelo Museu Nacional Arqueológico de Tarragona e pelo Instituto Arqueológico Alemão de Madrid (DAI), enriquecida pelo módulo Instantes Arqueológicos. Arqueólogos e Arqueologia em Cascais entre 1940 e 1960.

Um percurso pelo magnífico arquivo fotográfico do Instituto Arqueológico Alemão de Madrid, assinalando a importância do trabalho dos seus fotógrafos para a investigação arqueológica na Península Ibérica. Exibem-se também instantes fotográficos que registaram a presença de arqueólogos estrangeiros em vários sítios arqueológicos de Cascais, entre 1940 e 1960. A exposição Blick Mira Olha! estara aberta ate o 8 de janeiro do 2012


+INFO no site do:  DAI - Madrid Adteilung

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vai de Cránio


Bom, seguindo e cecais mesmo arrastado pela a temática eminente fúnebre e macabra de algumas postagens anteriores, tenho-me topado com esta interessante exposição que se vai celebrar no Reiss-Engelhorn Museum de Manheim titulada Culto ao Crânio - Cabeça e Crânio na Historia Cultural da Humanidade (Schâdelkult – Koft und Schädel in der Kulturgeschichte des Meschen)



e de passo, obviamente também me topo com esta foto de uma das peças que ilustram a mostra, que se centrara na fascinação e os distintos papeis que ao longo da historia e da geografia (dos celtas, aos jibaros passando pola tempus fugit existencial barroco, ou a anatomia descriptiva) tem jogado esta parte da nossa anatomia, que tam bem nos define ...não  si meu caro Jorik?


Desde logo pouco se imaginaria o pobre Andreas Frei lá pelo 1823 que quase 200 anos depois ia ser o centro de atenção, uma das estrelas, num Museu ...coisas da fama, seica a alguns lhes chega coa morte.


+INFO no site de:  Schaederlkult.de

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Arte e Arqueologia - Assembling Archaeology

Nos últimos anos tem-se prestado uma atenção novidosa até agora as dimensões estéticas do arqueológico em si e das relações da prática e do objeto arqueológico coa arte, longe da orientação dalgumas arqueologias tracionais pela História do Arte, especialmente na Arqueologia Clássica o novo foco de atenção, longe do winkelmaniano, agroma em torno ao conceito de "materialidade" e as interessantes reflexões que a partires da corrente post-processuais, se tenhem dados sobre a natureza não meramente passiva dos odjetos
Froito do ênfase sobre as variadas implicações significativas: do simbólico, ou cultural, o psicológico e pessoal, que se podem topar detrás de -ou em- as coisas, esta também um replaneamento da importância do ponto de vista com o que a realidade se vê. 

E cecais, se há algo no que a "objetividade" das coisas se nos mostra mais dependente do ponto de vista, de como se enquadrem, e do se mostra a traves da lente dum objetivo fotográfico Este é o caso de Bill Bevan um artista e fotografo residente durante os últimos 2 anos no Departamento de Arqueologia da Universidade Sheffield, onde tem desenrolado um projeto no que se tentou inter-relacionar a arte fotográfica e a pratica arqueológica.

Convertendo a fotografia mais alem duma forma de registo das coisas, numa forma de registo da própria quefazer dos arqueólogos e do seu trabalho de campo e no laboratório deslocando o interesse do registo do objeto ao registo da atividade, e a ao próprio fotografia arqueológica como uma prática além do funcional 

Este projeto rematara em breve e para elo vai-se produzir o proxia dia 12 de setembro a apresentação dos trabalhos realizados durante estes anos, a vez que se desenrola um Seminário paralelo com o titulo Assembling Archaeology ( "Montando a Arqueologia") no que distintos especialistas dos dois campos refleçonaram sobre o jeito no que a prática e materialidade da arqueologia pode ser pesquisada a através da arte visual e os mídia.

Discutindo assim mesmo como a prática artística visualiza as conexões entre os arqueólogos e os materiais e os lugares que dão sentido ao seu trabalho

As palestras do seminário serão as seguintes:


__10:40 Helen Wickstead (Kingston University, London) – Art as the Contemporary Archaeology of Archaeology? Cross-disciplinarity, Science-Art and the Art+Archaeology Project 

__11:10  Bill Bevan & Bob Johnston (University of Sheffield) – Defining Moments in Time and Space 


__11:55  Greg Bailey (University of Bristol) – Archaeologies of Absence


__12:25  Discussion 
__12:45  Lunch

__2:00  Mark Anstee (independent artist) – Cursus Awareness - The Other Stonehenge Monument

__2:45  Simon Callery (independent artist) – Excavation Sites as Sensory Training Grounds

__3:15  Tea break

__3:30 Antonia Thomas (Archaeology Department, University of the Highlands and Islands - Orkney College) – Creating Context: from Archaeological Site to Art Gallery in Orkney

__4:00  Angela Piccinni (University of Bristol) – Bristol Channel: place, material culture


+INFO sobre isto no blog de:   Bill Bevan