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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Lingua dos nossos Pães?

membros de uma tribo melanésia atual

A língua mãe vem de teu pai "pré-histórico" 

Univ. of Cambridge
Reseach News


A mudança linguística entre os nossos devanceiros pré-históricos surgiu através da chegada de homens imigrantes -em vez de mulheres a novos assentamentos, segundo uma nova investigação.

A afirmação foi feita por dois académicos da Universidade de Cambridge, Peter Forster e Colin Renfrew, num informe que foi publicado em Science o 9 de Setembro.

Eles estudaram os casos de marcadores genéticos (o cromosoma Y masculino e feminino DNA mitocondrial) de vários milhares de pessoas em comunidades de todo mundo que pareciam mostrar a nível mundial o xurdimento de uma transmissão especifica de sexo da língua.

Desde escandinavos Viquingues que transportaram, sequestrando-as, mulheres britânicas à Islândia - ate tribos africano, da Índia e da Polinésia, disto xurdiu um estandar que parece mostrar que a chegada dos homens a determinadas localizações geográficas -, quer através de dispersão agrícolas ou como resultado da chegada de forças militares - pode ter um impacto significativo sobre o idioma que é falado ali.

O Professor Renfrew disse: "Pode ser que durante os episódios de colonização por agricultores que emigraram, os homens superaram às mulheres em geral nos primeiros grupos chegados e precisaram tomar mulheres de comunidades locais.?"

"Quando os pães tendem diferentes origens linguísticas, pose-se adotar a língua do pai, que é dominante no grupo familiar."

O Dr Forster, do Murray Edwards College, também apontou ao feito de que os homens têm uma maior variedade de filhos que as mulheres - são mais prováveis de ter filhos com mães diferentes do que vice-versa. Isto foi registado tanto em tribos pré-históricas, como dos séculos 19 e 20, nos esquimós de Groenlândia e em figuras históricas como Genghis Khan, que se acha que foi pai de centos de crianças: De facto, o seu cromossoma Y esta presente a 0,5 por cento da população mundial masculina atual

Cecais o exemplo mais destacada da tendência sexual ao cambio de idioma com todo venha dum estudo genético sobre o encontro pré-histórico entre os polinésios que se estavam a expandir com os melanésios residente en Nova Guinea e nas vizinhas Ilhas do Almirantado. A costa de Nova Guineia contém recunchos de língua polinésias separadas por áreas melanésias. O nível de mtDNA polinésio (40-50%) é semelhante nestas áreas, com independência da linguagem falada, mentres que o cromossoma Y se correlaciona fortemente coa presença de línguas polinésias
Estudos anteriores mostraram resultados similares no subcontinente índio entre os falantes do tibetano-Burmano e entre os imigrantes falantes de línguas indo-europeias, em oposição ás línguas indígenas dravídicas

Em América, a substituição linguística no curso de dispersão da agricultura foi também postulada topando-se unha correlação coa a família de línguas uto-azteca.

A isto Forster engade: "Seja-mos europeus, índios, chineses e outros idiomas, a expressão "língua materna" e o seu conceito está bem inserida na imaginação popular - quiçais esta seja a ração pola que durante tantos anos o papel dos pais, ou, mais provavelmente, grupos específicos de homens de êxito, na determinação cambia linguagem pré-histórica não foi reconhecido polos geneticistas."

"As mulheres pré-históricas possivelmente adotaram mais prontamente a língua dos homens imigrantes, sobretudo se esses recém chegados trouxeram consigo proezas militares ou um elevado status associados com a agricultura ou metalurgia."

"Estamos muito agradecidos a todos aqueles milhares de pessoas em todo mundo que participaram nas provas de ADN ancestral e, assim, contribuíram a nossa investigação."


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A Genética paleolítica dos Europeus


Um Estudo de ADN trastoca as teorias das Origens europeias
 
O novo estudo é um golpe à ideia de que a maioria dos homens europeus som descendentes de agricultores que migraram do Oriente Próximo 5.000-10.000 anos.

Os descobrimentos desafiam investigações anteriores anteriores que mostravam que os marcadores genéticos dos agricultores deslocaram a os caçadores indígenas da Europa.

As investigações mais recentes inclina-se para ideia de traçar uma linha de descendia para a maioria dos homens da Europa que chegue até os caçadores da idade da pedra. Mas os autores afirmam que mais trabalho ainda e necessário para poder responder a esta questão. O estudo, realizado por uma equipa internacional, é publicado na revista Proceedings of the Royal Society B. mostra que os humanos modernos se estabeleceram na Europa faz perto de 40.000 anos - durante um tempo conhecido como o Paleolítico.


Estas pessoas sobreviveram a Idade de Gelo durante 20.000 anos atrás, ao retirar-se para refúgios relativamente quentes no sul do continente, antes de expandir-se de novo para o norte da Europa quando o gelo se derreteu. Só alguns milhares de anos depois de que Europa fora repovoada por estes caçadores, o continente passou por um importante cambio cultural. Os Agricultores desgraçarem-se para o oeste da zona que hoje é Turquia, trazendo com eles uma nova economia e modo de vida. Em que medida os europeus modernos som descendentes de que esses primeiros agricultores ou dos os indígenas caçadores que se estabeleceram no continente milhares de anos antes é uma questão que genera um acalorado debate. Os resultados variam segundo os marcadores genéticos estudados e estão sujeitos a diferentes interpretações.

Árvore genealógica
O mais recente estudo centrou no cromossoma Y - um pacote de ADN que é herdado de forma mas ou menos inalterada de pais a filhos. Os cromossomas Y das pessoas de atuais podem ser classificados em diferentes tipos, ou linhagens, que - em verdadeira medida - refletem as suas origens geográficas.



Mais de 100 milhões de homens europeus carregar um tipo chamado R-M269, portanto identificar quando esse grupo genético se espalhado é vital para a compreensão do povoamento da Europa. O R-M269 é o mais comum na Europa Ocidental, atingindo frequências de 90% ou mais em Espanha, Irlanda e Gales. O Neolítico foi um momento de mudança cultural importante na Europa, mas este tipo de distribuição alcança o seu mais alto na beira atlântica.

Patricia Balaresque e os seus colegas da Universidade de Leicester publicou um artigo um artigo em 2010 mostrando que a diversidade genética de R-M269 aumenta à medida que nos move ao lês-te - alcançando um bico em Anatólia (a Turquia moderna).

A diversidade genética é usada como uma medida de idade; linhagens que estiveram presentes ao comprido tempo acumulam mais diversidade. Assim, este princípio pode ser usado para estimar a idade de uma população. Quando a equipa de Leicester estimaram desde quantos anos o R-M269 estiver presentes a diferentes populações em toda a Europa, encontraram que essas idades eram mais ajeitadas para uma expansão no período neolítico (entre 5.000 e 10.000 anos atrás).

Comparação entre a frequência de aplogrupos do cromossoma E entre sardos e anatolios (Morelli et alii, 2010)



As conclusões da equipa receberam apoio em dois artigos, um publicado em agosto de 2010 e o outro em junho deste ano. Mas um estudo que apareceu o ano passado apoiou a ideia de uma origem mais antiga, no Paleolítico, para o R-M269.

Estimações de idade
Agora, uma equipa no que se incluen Cristian Capelli e George Busby na Universidade de Oxford tevem explorado a questão. Os seus resultados, com base numa amostra de mais de 4.500 homens da Europa e da Ásia ocidental, não mostraram tendências geográficas na diversidade de R-M269. Tais tendências seriam  esperáveis se a linhagem se tinha expandido da Anatólia com os agricultores neolíticos.

Ademais, sugerem que alguns dos marcadores do cromossoma Y são menos fiáveis que outros para estimar as idades de linhagens genéticas. Por estas razões, eles argumentam que as atuais ferramentas analíticas são inadequadas para descrever a expansão do R-M269.

Estudo de ADN a partir de restos antigos poderia atirar mais luz sobre as origens europeias. De facto, o Dr. Capelli e a sua equipa dizem que o problema se estende a outros estudos de linhagens do cromossoma Y: já que datas com base na análise de marcadores de ADN convencional pode ser "sistematicamente subestimado", segundo dizem em Proceedings B.

O Dr Capelli destacou que o seu estudo não pode ainda responder à pergunta de quando o omnipresente R-M269 se expandiu por Europa, malia o seu laboratório está realizando mais trabalho sobre o assunto. "Por enquanto não é possível afirmar nada sobre a idade desta linhagem", disse à BBC News, "Eu diria que estamos pondo o bola no meio do campo". Outro dos com coautores o Dr. Jim Wilson, da Universidade de Edimburgo, explicou: "Estimar a data em que uma linhagem ancestral se originou é uma interessante aplicação da genética, mas, desgraçadamente, está cheia de dificuldades."

 A frequência cada vez maior de R-M269 na Europa Ocidental, junto com outros dados, fora vista por alguns investigadores como uma indicação de que genes do Paleolítico Europeu sobreviveram nesta região -. A origem mais recente para R-M269 no Neolítico ainda é possível. Mas os investigadores apontam que, trá-lo advento da agricultura, as populações da Europa explodiram demograficamente, o que significa que, de entrada, seria mais difícil para os novos imigrantes deslocar a antiga população local.

( BBC News 23/08/2011, Paul Rincon )


Referências

- Balaresque P, Bowden GR, Adams SM, Leung H-Y, King TE, et al. : "A Predominantly Neolithic Origin for European Paternal Lineages" PLoS Biol 8/1  DOI: 10.1371/journal.pbio.1000285

- Busby, G.B.J, Capelli, Ch. et alii, "The peopling of Europe and the cautionary tale of Y chromosome lineage R-M269" Proc. R. Soc. B24, 2011  DOI: 10.1098/rspb.2011.1044

- Morelli L, Contu D, Santoni F, Whalen MB, Francalacci P, et al., "A Comparison of Y-Chromosome Variation in Sardinia and Anatolia Is More Consistent with Cultural Rather than Demic Diffusion of Agriculture" PLoS ONE 5/4 2010   DOI: 10.1371/journal.pone.0010419

- Myres1 N. M, Rootsi S, Lin A. A, Järve M. et alii: "A major Y-chromosome haplogroup R1b Holocene era founder effect in Central and Western Europe" EJHG 19, 2011  pp. 95–101  DOI: 10.1038/ejhg.2010.146 
 
- Sjödin P, François O, "Wave-of-Advance Models of the Diffusion of the Y Chromosome Haplogroup R1b1b2 in Europe" PLoS ONE 6/6 2011   DOI: 10.1371/journal.pone.0021592
 

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sábado, 3 de outubro de 2009

Modelos e Etno-géneses


Áreas Linguísticas e Culturais Atlânticas, modelo de evolução

Fase 1)  Bronze Final Atlântico 900-600 a.C, área Atlântica e área dos Campos de Furnas centro-europeus, contraste entre ambas

Fase 2) Europa Atlântica 600-300 a.C, sobrevivência de celta arcaico (celta Q) em áreas marginais, novo circo atlântico (Gales-Cornualhes-Armorica)e zonas de influenza hallstattica e Lateniense em celta P

Fase 3) Europa Atlântica 300-100 a.C, área de influência de La Tene Meio (Cultura de Arras) e sobrevivência tradições atlânticas indígenas em áreas periféricas (W Irlanda, N Escócia, NW Hispania)

Modelo proposto por Jon Henderson (2007) para explicar a celticidade linguística das áreas marginais ao complexo lateniense (modelo tradicional de celtização). pranteia um modelo de evolução diacrónica correlativa das área linguística e arqueológica atlânticas que permite ver as inter-relações cambiantes a nível global sobre a base de uma continuidade local básica.

Um modelo mais coerente de celtização acredito eu que pensar em macro-ondas demograficas invasivas e historicamente improváveis