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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Social Evolution & History 13/2 - 2014


Social Evolution & History 13/2 2014  
  
Anthropology, History and Memory in Sub-Saharan Africa. In Memoriam Michel Izard


Articles:

Anthropology, History, and Memory in Sub-Saharan Africa. In Memoriam Michel Izard
Bondarenko, Dmitri M.; Grätz, T.; Skalník, Peter

The Odyssey of Michel Izard: An Appreciation
Stoller, P.

Changing Environments, Occult Protests, and Social Memories in Sierra Leone
D'Angelo, L.

Political Anthropology of History: The Case of Nanun, Northern Ghana
Skalník, Peter

The Eritrean Festival in the Time-Warp
Arnone, A.

Historical Memory and Intercultural Tolerance: Students' Attitudes to the Colonialism-Born Minorities in Tanzania and Zambia
Bondarenko, Dmitri M.

A Chiefly Succession Dispute in the Mid-Zambezi Valley: Contemporary Challenges and Dynamics
Sicilia, O.

Resistance and Collaboration: Conflicting Memories of the Liberation Struggle (1964–1974) in Northern Mozambique
Santos, A.

Congratulations to Uchitel Publishing House on the 25th Anniversary


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domingo, 2 de março de 2014

A Arqueologia em Asturias - Palestras


La investigación arqueológica en Asturias

Quando: Março
Onde: Oviedo


Durante o mês de março, o Real Instituto de Estudos Asturianos (RIDEA) acogera uma nova edição do seu ciclo de palestras sobre Pré-História que coordena o catedratico da Universidade de Oviedo, Miguel Angel de Blas Cortina. Desta vez, as sessões são apresentados sob o título "A pesquisa arqueológica nas Astúrias: quatro linhas atuais de trabalho sobre as fases do Paleolíticas e proto-históricas"


As palestras decorreram no calão de atos do RIDEA, todas as quintas-feiras do mês de março às 19:30 horas.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A Origem dos Monstros - Livro

The Origins of Monsters

Wengrow, D., The Origins of Monsters: Image and Cognition in the First Age of Mechanical Reproduction. Princeton Univ. Press, Princeton, 2013 184 pp ISBN: 9780691159041


Sinopse
Tem sido frequentemente afirmado que "monstros" - criaturas sobrenaturais com corpos compostos de várias espécies - desempenhar um papel significativo no pensamento e na imaginação de todas as pessoas de todos os tempos. The Origins of Monsters avança uma visão alternativa. Figurações compostas são intrigantemente raro e isolado na arte da era pré-histórica.


Em vez disso, foi com o surgimento de cidades, elites e redes comerciais cosmopolitas que os "monstros" se tornaram um recurso generalizado na produção visual no mundo antigo. Mostrando como essas imagens fantásticas se originaram e foram transmitidas, David Wengrow identifica padrões no registo das imagens humanas e embarca-se em uma busca as conexões existentes entre mente e cultura.



Wengrow pergunta-se: Pode a ciência cognitiva explicar a potência de tais imagens? A psicologia evolutiva assegurar uma chave para compreender a transmissão dos símbolos? Como está a nossa perceção das imagens influenciada pelas instituições e tecnologias? Wengrow considera a obra de arte na primeira era da reprodução mecânica, que ele localiza no Oriente Médio, onde a vida urbana começou.


Comparando o desenvolvimento e disseminação das imagens fantásticas através de uma gama de sociedades pré-históricas e antigas, incluindo a Mesopotâmia, Egito, Grécia e China, explora como a imaginação visual foi moldada por uma mistura complexa de fatores históricos e universais


INDEX



+INFO sobre o livro: The Origins of Monsters

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Social Evolution & History 12/2

SOCIAL EVOLUTION & HISTORY 12/2 2013


Articles:

Abrutyn, Seth
Reconceptualizing Religious Evolution: Toward a General Theory of Macro-Institutional Change

Grinin, Leonid
State and Socio-Political Crises in the Process of Modernization

Tausch, Arno
Inequality, Migration, and ‘Smart’ Survival Performance

Yerokhin, Alexander; Shinakov, Evgeniy A.
The Process of Politogenesis in Anglo-Saxon England and Rus': A Comparative Aspect

Gammer, Moshe (1950–2013)
Empire and Mountains: The Case of Russia and the Caucasus

Msellemu, Sengulo Albert
Common Motives of Africa's Anti-сolonial Resistances in 1890–1960

Spier, Fred
Pursuing the Pursuit of Happiness: Delving into the Secret Minds of the American Founding Fathers

Moshe Gammer (1950–2013)


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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Quefazeres Biosociais - Livro


BIOSOCIAL BECOMINGS

Ingold,T & Palsson, G., Biosocial Becomings. Integrating Social and Biological Anthropology. Cambridge Univ. Press, Cambridge 2013
ISBN: 9781107025639


Sinopse
Toda a vida humana se desenrola dentro de uma matriz de relações, que são ao mesmo tempo biológicas e sociais. No entanto, o estudo da humanidade tem sido dividido entre duas abordagens 'social' e 'biológica', muitas vezes incompatíveis. Alcançando além dos dualismos entre natureza e sociedade ou entre biologia e cultura, este volume propõe uma visão única integrada da antropologia e das ciências da vida. 

As distintas contribuições de importantes antropólogos, exploram a vida humana como um processo de "fazer-se" ao invés de "ser", e demonstra que a humanidade não é dada como uma natureza de nossa espécie nem adquirida meramente através da cultura, mas forjada no processo dinâmico da própria vida. Combinando uma ampla discussão teórica com uma aprofundada análise de material recente de pesquisa de campo os capítulos demonstram como a antropologia contemporânea pode avançar em conjunto com as descobertas atuais das ciências biológicas.


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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Guerra, Paz e Natureza Humana - Livro

WAR, PEACE & HUMAN NATURE

Douglas P. Fry: War, Peace, and Human Nature. The Convergence of Evolutionary and Cultural Views. Oxford Univ. Press, Oxford 2013 582pp.   ISBN: 9780199858996


Sinopse
Têm os humanos sempre feito a guerra? É esta uma adaptação evolutiva ou apensas um comportamento relativamente recente?, e que nos diz isso da natureza humana?. Em War, Peace, and Human Nature Douglas P. Fry reúne aos principais experientes em campos como a biologia evolutiva, a arqueologia, a antropologia ou a primatologia para responder a estas perguntas fundamentais sobre a paz, os conflitos e a natureza humana num contexto evolutivo.


Os capítulos deste livro demonstram que os seres humanos têm claramente a capacidade de fazer a guerra, mas igualmente que a guerra não se dá em algumas culturas, e não se pode ver como um universal. Contra do que pudesse se pensar o registo arqueológico mostra à guerra como um fenómeno relativamente tardio, dando pouco apoio à ideia de que o conflito bélico é um facto antigo ou uma adaptação evolutiva.


Isto mostra, assim mesmo, que as visões da natureza humana como intrinsecamente bélica não se derivam tanto dos factos como de pontos de vista culturais implícitos no pensamento ocidental. Os capítulos deste volume interdisciplinar refutam muitas generalizações e tópicos e contribuem a dar algo de objetividade a temas tão controvertidas cultural e historicamente como são a guerra, paz, e natureza humana.


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+INFO sobre o livro:  War, Peace & Human Nature

terça-feira, 21 de maio de 2013

Ways to Protolanguage 3

WAYS TO PROTOLANGUAGE 3

Quando: 25-26 Maio
Onde: Wroclaw (Polonia)


Os próximos dias 25-26 de maio celebrarase na cidade polonesa de Wroclaw a 3º ediçao do Congresso Ways to Protolanguage que este ano tera como plenary speaker a Robin Dunbar, Joesp Call, e Peter Gärdenfors

Robin Dunbar

Ways to Protolanguage é uma conferência bienal organizada pelo Departamento de Inglês da Nicolaus Copernicus University de Toruń, o Comité de Filologia da Academia Polonesa de Ciências, a Wroclaw Branch a Escola filológica do Ensino Superior de Wroclaw.



Um dos principais objetivos desta conferência é reunir pesquisadores que representativos de diversas de áreas, a fim de obter uma perspetiva multidisciplinar sobre a ampla gama de evidências relevantes atualmente disponíveis sobre o problema a evolução da linguagem.



O foco do congresso são os estágios iniciais do surgimento do pensamento simbólico, e comunicação linguística , nos hominídeos. A conferência irá refletir a natureza intrinsecamente interdisciplinar deste tipo de investigação sobre as origens e evolução da linguagem.


Programa



segunda-feira, 1 de abril de 2013

Social Evolution & History 12/1

Social Evolution & History 12/1 2013


Articles:

Baskin, Ken
The Complexity of Evolution: History as a Post-Newtonian Social Science

Kradin, Nikolay N.
Criteria of Complexity in Evolution: Cross-Cultural Study in Archaeology of Prehistory

Giordano, Christian
Regimes of Toleration in Nation-States and in Consociations: The Recognition of Ethno-Cultural Diversity and Its Dilemmas in a Globalized World

Rousseau, Jérôme
When Sudden Economic Change is not Traumatic: The Collapse of Meat Sharing in Central Borneo

Nkyabonaki, Jason; Mkunde, Beatrice
The Fruit of MKUKUTA in Tanzania's Education Sector: The Case of Secondary Education by Field Evidence from Two Districts

Sablin, Ivan
Transcultural Interactions and Elites in Late Pre-Soviet and Early Soviet Chukotka, 1900–1931

Review Essay

Romanchuk, Aleksey A.
To the Metaparadigm of Evolution

The Almanac ‘Evolution’


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quarta-feira, 6 de março de 2013

Em-fiados na Cultura

WIRED FOR CULTURE

Pagel, M., Wired for Culture: Origins of the Human Social Mind. W. W. Norton & Company, 2012 432pp.  ISBN 978-0-393-06587-9


Sinopse
Uma característica única da espécie humana é que nossas personalidades, estilos de vida e visões de mundo são moldadas por um acidente de nascimento: a Cultura em que nascemos. É a nossa cultura e não os nossos genes que determinam quais são os alimentos que comemos, que línguas falamos, as pessoas que amamos e com as casamos, e as pessoas que matar na guerra. Mas como é que a nossa espécie desenvolveu uma mente que está programada para a cultura e por quê?



O biólogo evolucionista Mark Pagel acompanha esta intrigante pergunta ao longo dos últimos 80 mil anos de evolução humana, revelando como existe uma propensão inata para contribuir e estar de acordo com a cultura de nosso nascimento, e que isso não só permitiu a sobrevivência humana e os progressos do passado, mas também continua hoje a influenciar o nosso comportamento.



Votar lume sobre como a nossa espécie define os seus atributos -desde o arte, o altruísmo, moralidade, o interesse próprio, o engano, e preconceito- entretecidos da Cultura oferece surpreendentes novos achegas sobre o que significa ser humano.


INDEX

Preface

Introduction: The Gamble

Part 1 – Mind Control, Protection and Prosperity

Cap. 1:  The Occupation of the World

Cap. 2:  Ultra-sociality and the Cultural Survival Vehicle

Cap 3:  The Domestication of Our Talents

Cap. 4:  Religion and Other Cultural “Enhancers”


Part 2 –Cooperation and our Cultural Nature

Cap. 5:  Reciprocity and the Shadow of the Future

Cap. 6:  Green Beards and the Reputation Marketplace

Cap. 7:  Hostile Forces


Part 3 – The Theatre of the Mind

Cap. 8:  Human Language – Voice of Our Genes

Cap. 9:  Deception, Consciousness, and Truth


Part 4 – The Many and the Few

Prologue

Cap. 10:  Termite Mound and the Exploitation of Our Social Instincts

References
Bibliography
Index



+INFO sobre o livro:  Wired for Culture

terça-feira, 5 de março de 2013

Como a Linguagem transformou a Humanidade



Deixamos aqui esta palestra que dentro dos TED Talks, proferiu o biólogo Mark Pagel, pesquisador do Laboratório de Evolução da Universidade de Reading. Este investigador da sua linha de investigação baseada um paralelismo entre a evolução das linguagens e a evolução biológica.



Nesta conferência partilha uma teoria sobre a razão por que nós, humanos, desenvolvemos um sistema linguístico complexo, que não for desenvolvido por outros animais. Ele sugere que a linguagem atuou -e atua como uma peça de "tecnologia social" que permitiu às tribos humanas primitivas terem acesso a uma poderosa nova ferramenta: a cooperação. 


Postagem relacionada: A complexidade do Dizer e do não-Dizer

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Arte, Imagem e Corpo

Decorar a pele é algo que vem de longe, sugere uma pesquisadora


Há cerca de 1,5 a 2 milhões de anos, de acordo com a visão predominante da maioria dos paleoantropólogos e arqueólogos, os primeiros seres humanos evoluiram para primatas quase sem pêlos, uma forma mais eficiente de eliminar a calor corporal excessiva. 



Mas, mais tarde, de acordo com a antropóloga da Univ. Penn State Nina Jablonski, segundo um relatório para a reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, os seres humanos podem ter começado a decorar a sua pele para aumentar a atratividade para o sexo oposto e expressar, entre outras coisas, a identidade do grupo.



Décadas de pesquisa em cavernas da Europa e da África do Sul, entre outros lugares, evidenciaram a fabricação e uso de pigmentos antigos pelos primeiros humanos modernos, especialmente como meio para criar pinturas de parede. Muitos cientistas sugerem que os pigmentos também foram utilizados para a decoração corporal, a prática poderia ir tão longe para trás como mais de 100.000 anos.



A recente descoberta de um talher pré-histórico na caverna sul-africana de Blombos, por exemplo, evidenciou a fabricação de ocre em uma caverna onde não havia nenhuma evidência de qualquer pintura da parede. O talher, que consistia em conchas abalone onde o ocre fora armazenado e processados, combinado com gordura, osso moído, quartzo e carvão para produzir um composto de pigmento que possivelmente fora utilizado como coorante para pinturas de proteção ou decoração, que teriam sido feitas sobre a pele, há cerca de 100.000 anos BP. 



Esta datação corresponde a um momento em se pensa que os primeiros seres humanos modernos estavam no limiar do pensar e de se expressar de jeito simbólico e por as bases para a arte e a linguagem.



Assim a pintura corporal e a tatuagem poderiam ser muito antigas, Jablonski considera que esta técnica tem implicações para a compreensão da natureza e do comportamento do homem moderno de hoje, como bem. 



"Nós pudemos pintar grandes desenhos em nossos corpos e usar esses desenhos para enviar todos os tipos de mensagens ou expressar a nossa pertença grupal", disse Jablonski. "Normalmente, é algo com significado profundo. Quando falo com as pessoas sobre suas tatuagens dizem-me que já passaram meses ou anos à escolha de um desenho que é extremamente significativo para eles."

Fonte: Popular Archeology 16-02-2013



Postagem relacionada:  O mundo Simbólico Neanderthal

domingo, 3 de fevereiro de 2013

As Origens do pensamento simbólico

Aux origines de la pensée symbolique

Quando: 7 fevereiro
Onde: Toulouse


O Museu de Toulouse organiza a uma conferência a próxima 5 feira, dia 7 de fevereiro, a cargo do arqueólogo João Zilhão (ICREA) e intitulada: Às Origens do pensamento simbólico. A maior parte das vezes, a evolução humana é apresentada como o processo de emergência de uma espécie superior. A arte rupestre e a exploração da Lua, ainda que separados por cerca de 40 000 anos, podem ser explicadas pela ativação dos mecanismos cognitivos avançados que seriam próprios dos homens "modernos".



Descobertas recentes revelam que a realidade é muito mais complexa. Em realidade, as primeiras manifestações arqueológicas dessa cognição "moderna" aparecem nos neandertais da Eurásia ou das populações anatomicamente "arcaicas" de África . Isto indica que a explosão demográfica cultural e humanidade recente em vez corresponde à etapa final de um processo.


+INFO no site do: Museu de Toulouse

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A nossa Linhagem



Deixamo-vos agora aqui o video desta palestra dado polo arqueologo Ignacio Martínez Mendizabal, do que já temos falado alguma vez aqui no Archaeoethnologica, e que foi dada o passado 20 de dezembro do 2012 em Madrid, e que tebe por titulo: El Enigma de nuestra estirpe




domingo, 30 de setembro de 2012

Social Evolution & History 11/2

Social Evolution & History 11/2, 2012


Articles:

Editorial Preface

Carneiro, Robert L.
The Circumscription Theory: A Clarification, Amplification, and Reformulation Comments:

Barry III, Herbert
Political Integration without Warfare

Carmack, Robert M.
Circumscription Theory: A Clarification, Amplification, and Reformulation by Robert L. Carneiro

Claessen, Henri J. M.
Reconsideration of a Reformulation

Feinman, Gary M.
Circumscription Theory and Political Change: From Determinism to Mechanisms and Parameters

Ganzha, Alexander; Shinakov, Evgeniy A.
Was the War Caused by the Circumscription the Only Way to the State?

Gibson, D. Blair
Carneiro's Social Circumscription Theory: Necessary but not Sufficient

Guidi, Alessandro
Carneiro and the Archaeology of War: A Comment from a Prehistorian

Hakami, Khaled
Questions to Spencer's Bulldog

Kowalewski, Stephen A.
Two Metaphors and a Myth

Kurtz, Donald V.
State Origins: Clarifications and Reformulations

Lozny, Ludomir L.
How Social Complexity Happens: Causal-History Explanation

Marcus, Joyce
The Formation of Political Hierarchies and the Loss of Autonomy

van Meijl, Toon
Ideology and the Rise of Early States

Peregrine, Peter N.
Population Pressure Problems

Rozov, Nikolai
The Circumscription Theory by Robert Carneiro in the Socio-Ontological and Macrosociological Context

Small, David B.
We Know too Much, We Know too Little

Sneath, David
Population, Coercion and State Formation. Some Comments on Robert Carneiro's Reformulation of Circumscription Theory

Spier, Fred
Religion and the Revised Circumscription Theory

Testart, Alain
Comment on R. L. Carneiro's Article on the Origin of the State: ‘The Circumscription Theory: A Clarification, Amplification, and Re-formulation’

van der Vliet, Edward C. L.
State Formation: Not by War Alone

Wason, Paul
Process and Regularity in Human Affairs: A Comment on Carneiro

Jianping Yi
Circumscription Theory and the Political Evolution in Prehistoric China

Carneiro, Robert L.
Answers to Critiques

Grinin, Leonid; Korotayev, Andrey
Emergence of Chiefdoms and States: A Spectrum of Opinions

Congratulations to the Tenth Anniversary of the Journal


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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O Cérebro Social



The Social Brain - Tim Ingold
           
Palestra dada pelo arqueólogo e antropologo Tim Ingold no Congresso Internacional que com o titulo “Great Expectations”se celebrou na Universidade de Aarhus entre os 03-05 de fevereiro de 2010. Nela faz uma crítica das ciência cognitiva e da biologia evolutiva através da conhecida teoria do "Cérebro social" de Robin Dunbar.

Segundo esta hipótese da que já temos tratado nalguma momento neste blogue a expansão do neocórtex durante o processo de hominização humana foi uma resposta adaptativa às demandas de gerenciar uns relacionamentos sociais mais complexos dentro de grupos de tamanho crescente.

Embora aceite a ideia da natureza social do cérebro Ingold crítica uma serie de pontos e pressupostos da teoria de Dunbard, a primeira destas críticas centra-se na forma de entender a relação com o meio ecológico na teoria de Dunbar que ele considera errada.

Outra critica centra-se na própria ontologia na que se baseia a hipótese convencional do "Cérebro Social", e que igualmente pode topar-se em outras aproximações da biologia e o cognitivismo, que faz que paradoxalmente a visão que se tem do funcionamento desse cerebro social seja mais “individual” que “social” propriamente.

Pressupor que o funcionamento da mente pode ser equiparada à operação de um máquina neural interna meramente entendida no seus aspeitos orgânicos e não como um continuum com o seu entorno, no que se da através da agência dos sujeitos um encontro com o meio, coa a ecologia e a sociabilidade. No fundo pois mantém-se uma ontologia de base que isola os processos mentais como objdeto autonomo, e mantêm em certa forma uma divisão subjacente entre o cérebro, e o externo a ele: isto é a corporeidade, o meio ecologico e a sociedade


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Social Evolution & History 11/1


Social Evolution & History 11/1, 2012


Articles:

Claessen, Henri J. M.; Hagesteijn, Renée R.
On State Formation and Territorial Expansion – A Dialogue

Steere, Benjamin A.; Kowalewski, Stephen A.
Wealth Stratification in Ancient Mesoamerica

Thompson, William R.
The Lead Economy Sequence in World Politics (From Sung China to the United States): Selected Counterfactuals

Dobrolyubov, Sergey V.
Sociogenesis vs. Marx Evolutionary Determinism: The Anthropic Mechanism of Social Dynamics

Grinin, Leonid
Celebrities as a New Elite of Information Society


Review Essay:

Malkov, Sergey
Review of Social Macroevolution: Genesis and Transformation of the World System by Leonid Grinin and Andrey Korotayev


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quinta-feira, 14 de junho de 2012

O Neandertal, Altamira e as origens da Arte

Os Neandertais poderão ter sido os primeiros artistas das Cavernas

Há milhares e milhares de anos, numa gruta em Espanha, há um homem de cócoras, virado para a parede, muito concentrado no que está a fazer. Quem se aproxima pode vê-lo de costas, com uma mão apoiada na rocha, imerso numa ténue nuvem de pó vermelho. Está a pintar a sua mão em negativo, soprando suavemente para cima dela um pigmento. O homem sente uma presença e vira-se. E agora, aqui vai uma adivinha: é um Homo sapiens ou um Neandertal?

Este é o enigma que tem agora pela frente uma equipa internacional de cientistas, da qual faz parte o conhecido arqueólogo português João Zilhão (actualmente a trabalhar na Universidade de Barcelona), cujos mais recentes resultados de datação de uma série de pinturas paleolíticas a publicar esta sexta-feira na revista Science, com direito às honras da capa da prestigiada publicação É que as novas datações fazem recuar, em cerca de dez mil anos, a idade das mais antigas pinturas das cavernas até agora conhecidas. E colocam, de facto, a hipótese de que os artistas destas obras tenham pertencido a esse outro tipo de humanos que conviveu com os homens modernos (nós) na Europa até à sua extinção, há cerca de 28 mil anos: os Neandertais.



Os cientistas, liderados por Alistair Pike, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, utilizaram um método até aqui pouco explorado na arquelogia para datar 50 pinturas espalhadas por 11 grutas do Norte de Espanha, entre as quais a famosa gruta de Altamira e mais duas — as de El Castillo e Tito Bustillo —, que, tal como Altamira, são Património Mundial da Humanidade.


Grãozinhos de calcite
Ao contrário da tradicional datação por radiocarbono, a técnica agora utilizada não exige que as amostras analisadas contenham vestígios orgânicos. Mede a desintegração radioactiva do urânio contido nas minúsculas estalactites de calcite (carbonato de cálcio) que se foram depositando por cima das pinturas ao longo de milénios. “Esta técnica, dita das séries do urânio em desequilíbrio”, diz Pike em comunicado, “é muito utilizada nas ciências da Terra e permite contornar os problemas do radiocarbono”.

Altamira, teito principal

E como salienta no mesmo comunicado um outro elemento da equipa — Dirk Hoffmann, da Universidade de Burgos —, “o avanço-chave é que o nosso método torna possível a datação de amostras de apenas dez miligramas, mais ou menos do tamanho de um grão de arroz, o que nos permitiu analisar [os minúsculos] depósitos que cobrem as pinturas”.



O que é que a idade da calcite permite dizer? Que a pintura que se encontra debaixo do depósito é, no mínimo, tão antiga — se não mais — do que esse depósito. Ora, acontece que, entre todas pinturas analisadas, algumas revelaram ser vários milhares de anos mais antigas do que qualquer outra pintura das cavernas alguma vez datada por radiocarbono. Assim, a idade de um disco vermelho pintado na gruta de El Castillo tem, segundo a nova técnica, 40.800 anos no mínimo, a de uma marca de mão em negativo na mesma gruta pelo menos 37.300 anos — e, na gruta de Altamira, no célebre grande painel policromado representado no tecto (e pintado em grande parte há uns 15 mil anos), há um símbolo “claviforme” (em forma de maço) que remonta a mais de 35.600 anos.

Duas hipóteses
A antiguidade destas pinturas vem “destronar” as da gruta Chauvet, no Sul de França, estimada por radiocarbono 30 mil anos e recentemente confirmada por métodos indirectos (ver “As pinturas da gruta Chauvet são as mais antigas do mundo” no Público de 08/05/2012).

Gova de Chauvet

Existem por enquanto dois cenários compatíveis com os resultados a publicar esta sexta-feira: ou os homens modernos já pintavam quando, há uns 41.500 anos, terão chegado à Europa (vindos de África) ou... os Neandertais, que já cá viviam há mais de 300 mil anos, terão sido “os primeiros artistas das cavernas”, como disse Zilhão numa teleconferência de imprensa organizada pela revista Science.



A se confirmar, este segundo cenário viraria do avesso a história “oficial” da arte pré-histórica na Europa. “Acho que 42 mil anos é actualmente o limite absoluto para além do qual não existem indícios significativos que possamos associar à presença de humanos modernos na Europa”, salientou João Zilhão. “Não há nada, absolutamente nada, antes disso. Portanto, se as imagens tiverem mais de 42 mil anos [o que é possível, uma vez que a datação só fornece uma idade mínima], isso implicaria neste momento que foram pintadas por Neandertais.”

Fonte:  Publico - Ana Gerschenfeld


Referência
A. W. G. Pike, D. L. Hoffmann, M. García-Diez, P. B. Pettitt, J. Alcolea, R. De Balbín, C. González-Sainz, C. de las Heras, J. A. Lasheras, R. Montes, J. Zilhão: "U-Series Dating of Paleolithic Art in 11 Caves in Spain" Science 336/6087,  20012  pp. 1409-1413   DOI: 10.1126/science.1219957


Postagem relacionada:  O mundo Simbólico do Neanderthal

domingo, 10 de junho de 2012

Repensando a Durkheim e Darwin

Biological and Cultural Evolution and Their Interactions
Rethinking the Darwinian and Durkheimian Legacy in the Context
of the Study of Religion,


Quando: 26-30 Junho
Onde: Aarhus, Suecia
    
   
O ano 2012 marca o centenário de Les formes élémentaires de la vie religieuse de Emile Durkheim . A Secção para o Estudo da Religião na Universidade de Aarhus estará comemorando o centenário de revitalizar um aspecto importante da obra de Durkheim, a questão evolutiva. O Pensamento evolucionário Cultural teve o seu apogeu from 1870-1920, e por várias razões, um ceticismo profundo da diversidade biológica e cultural pensamento evolucionista tornou-se enraizado nas ciências humanas.



Ele não apenas virou as costas sobre as perspectivas evolutivas, mas também na ciência em geral. Questões mais amplas relacionadas com a biologia humana e evolução cultural foram amplamente descartada com algumas exceções notáveis como Robert Bellah, Shmuel Eisenstadt e Jan Assmann.



O objetivo da presente conferência é revisitar questões evolutivas com um foco especial no estudo da religião. As Novas perspectivas na ciência cognitiva e psicologia evolutiva forneceram novas oportunidades para fundir as perspectivas evolutivas biológicas e culturais. Esta combinação dá a possibilidade de entender aos ser humano a partir da perspectiva durkheimiana de homo duplex, e dizer como sernatural e cultural.



A fim de este Congresso é examinar as possibilidades de revitalizar questões evolutivas da biologia e da cultura e as suas interações no contexto do estudo da religião, convidando para elo a estudiosos proeminentes com interesse em questões evolutivas como Robert Bellah, Pascal Boyer, Jan Bremmer, Joseph Bulbulia, Merlin Donald, Eva Jablonka, Russel Gray, Bernhard Lang, Alexandra Maryanski, Doron Mendels ou Jonathan Turner.


 Programa:




+INFO no site de:  Biological and Cultural Evolution

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Social Evolution & History



Social Evolution & History é um jornal académico internacional avaliado por pares (peer-review) focado no desenvolvimento e evolução das sociedades humanas no passado e presente. Além de artigos originais de pesquisa, a evolução social e História inclui notas críticas e uma secção de resenha de livros. A revista tem dedicado assim mesmo números monográficos a distintos temas centrados na evolução das sociedades humanas desde uma perspetiva multidisciplinar na que conjugam as apartações Antropologia, sociologia, história ou arqueologia, sobre temas como a natureza e variedade dos sistemas de chefia, a origem e evolução do Estado ou da vida urbana, etc.

Social Evolution & History é publicada com uma periodicidade de dois números por ano, pela editorial russa Uchitel Publishing House, sendo os seus editores antropólogos e historiadores económicos de esta mesma nacionalidade: Dmitry Bondarenko, Leonid Grinin e Andrey  Korotayev. Os números íntegros do jornal estão disponíveis na sua totalidade em on-line, em pdf até dois anos antes do último número e em formato html os artigos desta derradeira entrega (nº 10/2) da que abaixo vos oferecemos o index


INDEX

Articles:

Kurtz, Donald V.
The Evolution of Social Organization

Barry III, Herbert
Direct Evolutionary Links with Food from Domesticated Animals

Macdonald, Charles J.-H.
Primitive Anarchs: Anarchism and the Anthropological Imagination

Vahia, Mayank N. ; Yadav, Nisha
Reconstructing the History of Harappan Civilization

Shinakov, Evgeniy A. ; Polyakova, Svetlana G.
Comparative Analysis of the Process of Initial State Genesis in Rus' and Bulgaria

Cherkasov, Аleksander А.
All-Russian Primary Education (1894–1917): Developmental Milestones

Review Essay:

Borbone, Giacomo
Review of Krzysztof Brzechczyn, Idealization XIII: Modeling in History


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