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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Astigi Vetus - Livro


ASTIGI VETUS

Rodríguez González, E., Astigi Vetus. Arqueología y urbanismo de la Écija turdetana (ss.VI-I a.C). La Ergastula. Madrid, 2015  234pp. ISBN: 978-84-16242-05-4


Desde o Archeoethnologica agrada-nos muito poder anunciar que já saiu do prelo o livro Astigi Vetus. Arqueología y urbanismo de la Écija turdetanada do qual é autora a nossa colega e antiga companheira de excavações em Ampurias Esther Rodríguez González, baseado na que fora o seu trabalho de fim de master sobre o habitat proto-histórico desta cidade turdetana


Sumario
O estudo e análise correspondente aos níveis turdetanos registados nos diferentes assentamentos do Vale do Guadalquivir, permaneceu em um segundo plano ante a importância que a presença romana possui nestes territórios.


Esta situação detecta-se no caso astigitano onde, os estudos a respeito dos restos que pertenceram à Colonia Augusta Assina Astigi, prevaleceram sobre os vestígios proto-históricos e inclusive medievais

Com a intenção de encher esse vazio concebe-se a obra dentro da qual se recolhem os resultados de um total de 21 intervenções arqueológicas realizadas no nucleo urbano de Écija, através das quais, pode-se delimitar a extensão da sua ocupação protohistórica e a localização de algumas das suas áreas funcionais; recheando desse modo um pequeno oco na arqueologia proto-histórica das Campinas andaluzas.


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+INFO sobre o livro:  Astigi Vetus

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Acta Palaeohispanica XI

ACTA PAELEOHISPANICA XI

Ballester, X, Beltran-Lloris F. et alii (eds.), Acta Palaeohispania XI. Actas del XI Coloquio Internacional de Lenguas y Culturas Prerromanas en la Península Ibérica. Palaeohispania 13, Instición Fernando El Católico-CSIC, Zaragoza,2013   ISSN: 1578-5386


Estão já on-line as atas do passado XI Colóquio Internacional de Línguas e Culturas Pré-romanas na Península Ibérica que se celebrara entre os dias 24-27 de outubro de 2012 na cidade de Valência, o volume esta dedicado a memoria do paleolinguista Jürgen Untermann que fora um dos principais promotores dos colóquios e tinha falecido durante o passado ano.


As Atas do Colóquio estão recolhidas como é habitual desde faz três edições no numero correspondente da revista Palaeohispanica, editada pela Instituição Fernando O Católico do CSIC.


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Ir ao número da revista: Palaeohispanica

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Trabajos de Prehistoria 70/1

Trabajos de Prehistoria 70/1, 2013


Artígos

Aprovisionamiento de sílex en el Prepirineo oriental durante el Paleolítico superior antiguo: el nivel arqueológico 497C de Cova Gran (Santa Linya, Lleida)   pp. 7-27
Miquel Roy Sunyer, Andoni Tarriño Vinagre, Alfonso Benito-Calvo, Rafael Mora Torcal, Jorge Martínez-Moreno

Los orígenes del Solutrense y la ocupación pleniglaciar del interior de la Península Ibérica: implicaciones del nivel 3 de Peña Capón (valle del Sorbe, Guadalajara)   pp. 28-53
Manuel Alcaraz-Castaño, Javier Alcolea González, Rodrigo de Balbín Behrmann, Miguel Ángel García Valero, José Yravedra Sainz de los Terreros, Javier Baena Preysler

Procesos técnicos y culturales durante el Holoceno inicial en el noroeste de la Península Ibérica. Los niveles B y Bb de La Cativera (El Catllar, Tarragona)   pp. 54-75
Juan Ignacio Morales, Josep M. Vergès, Marta Fontanals, Andreu Ollé, Ethel Allué, Diego E. Angelucci

Las estelas del Suroeste en el valle del Guadalquivir y Sierra Morena: distribución espacial y nuevas perspectivas de investigación    pp. 76-94
Manuel Eleazar Costa Caramé

La explotación tartésica de la casiterita entre los ríos Tajo y Guadiana: San Cristóbal de Logrosán (Cáceres)   pp. 95-113
Alonso Rodríguez Díaz, Ignacio Pavón Soldevila, David M. Duque Espino, Moisés Ponce de León Iglesias, Mark A. Hunt Ortiz, Craig Merideth

Arqueología del cielo. Orientaciones astronómicas en edificios protohistóricos del sur de la Península Ibérica   pp. 114-139
César Esteban, José Luis Escacena Carrasco

Una fosa-vertedero de época vettona en el Cerro de la Mesa (Alcolea de Tajo, Toledo)   pp.140-165
Teresa Chapa Brunet, Juan Pereira Sieso, Ana Cabrera Díez, Cristina Charro Lobato, Marta Moreno-García, Mónica Ruiz Alonso, Sebastián Pérez Díaz, José Antonio López Sáez, Rafael Araujo


Noticiario

¿También un arte ‘macro-levantino’? El arquero de grandes dimensiones de Val del Charco del Agua Amarga (Alcañiz, Teruel)    pp. 166-174
Manuel Bea, José Ignacio Royo

Las Pozas (Casaseca de las Chanas, Zamora): dos nuevos recintos de fosos calcolíticos en el Valle del Duero   pp. 175-184
Marcos García García

La utilización de marfil de cachalote en el Calcolítico de Portugal    pp. 185-203
Thomas X. Schuhmacher, Arun Banerjee, Willi Dindorf, Chaturvedula Sastri, Thierry Sauvage

Recensiones y Crónica científica
pp. 204-218

Libros recibidos
pp. 219-221


Ir ao numero de: TP 70/1

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A Escrita Tartesica em Loulé - Palestra

A investigação sobre a escrita do Sudoeste no concelho de Loulé

Quando: 13 Abril
Onde: Loulé


O sábado dia 13 de Abril, pelas 15:00 horas, no Arquivo Municipal de Loulé, será apresentada a conferência com o título: A investigação sobre a escrita do Sudoeste no concelho de Loulé, da autoria de Pedro Barros, Samuel Melro e Susana Estrela, membros do Projeto Estela

Estela de Monte da Portela, imagem: Projeto Estela

A apresentação incidira nas descobertas realizadas desde 1897 por inúmeros investigadores e apaixonados pela arqueologia que contribuíram para a identificação das dezassete estelas do concelho de Loulé e para a investigação da escrita mais antiga da Península Ibérica. A entrada é livre


+INFO no bloge do:  Projecto Estela

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Escultura Fenícia em Hispânia

ESCULTURA FENICIA EN HISPANIA

Almagro-Gorbea, M & Torres Ortíz, M, La Escultura Fenicia en Hispania. RAH, Madrid, 2010
ISBN: 978-84-15069-19-5


A Real Academia da História de Espanha, tem editado recentemente dentro da sua coleção Biblioteca Archaeologica Hispana, um interessante corpus da estatuária de origem fenício topada na Península Ibérica. O livro La Escultura Fenicia en Hispania é uma interessante síntese de interesse não só para os estudiosos do mundo do sul e levante peninsular, senão também de jeito mais geral para os interessados na arte oriental e de outros âmbitos culturais da Europa durante a Idade do Ferro, desde Hallstatt e La Téne, até o mundo etrusco, ou a Grécia Arcaica

Dama de Cádis
  
A obra mais que um simples catalogo plateia um estudo detalhado de cada peça sinalando os diversos paralelos estilísticos e iconográficos tanto no mundo oriental como no Mediterrâneo Oriental, incluindo o mundo grego, e sinalando as influencias nas peças de produções indígenas da Hispânia e de outros âmbitos (Centro Europa, Itália, etc.), ampliando como elo consideravelmente as perspetivas sobre a origem da arte peninsular

leão orientalizante de Pozo Moro
    
Em resumem um livro destinado a se converter em uma das obras de referencia nos próximos anos no estudo da plástica ibérica.


Sinopse
Esta obra é o resultado de um intenso esforço, de vários anos, dirigido a dar a conhecer, reunidos e bem analisados neste Corpus da Escultura Fenícia em Hispânia, um dos testemunhos materiais mais interessantes da arqueologia fenícia e púnica na Península Ibéria, a antiga Hispânia, que, não obstante, foi escassamente valorizado apesar da sua grande importância.


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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

XI Colóquio de Linguas e Culturas Pré-romanas


XI Coloquio Internacional de lenguas y culturas prerromanas de la Península Ibérica

Quando: 24-27 outubro
Onde:   Valência


Os Colóquios sobre línguas e Culturas paleo-hispânicas/pré-romanas, etc., tem-se convertido já transcorridas varias décadas desde a sua primeira edição, numa cita fixa para os pesquisadores adicados tanto a arqueologia como a paleolinguística do Península Ibérica. Na linha  de interdisciplinaridade entre o âmbito arqueológico e o linguístico o colóquio contara com intervenções de diversos especialistas que abordaram desde a religião, ao problema das distintos aportes linguísticos peninsulares, assim como diversas novidades epigráficas.

Este ano o Colóquio decorrera entre os dias 24-26, correndo a organizaçao a cargo da Universidade de Valência en parceria com o Museu de de Pré-história de Valência e o Museu Arqueológico de Llíria, os quais repartirse-hão a celebração das distintas sessões do Colóquio.


Programa



terça-feira, 7 de agosto de 2012

SIDEREUM ANA III

SIDEREUM ANA III
El Río Guadiana y Tartessos

Quando: 19-21 Setembro
Onde:  Mérida


As reuniões SIDEREUM ANA organizadas pelo Instituto de Arqueologia de Mérida começaram em 2006 com o duplo objetivo de intensificar a investigação arqueológica sobre a Proto-história do Vale do Guadiana e fomentar os contactos científicos entre os arqueólogos espanhóis e portugueses que desenvolvem a sua atividade nas duas beiras do riu.

Em setembro de 2012 celebra-se a terceira edição, com a mesma filosofia, e sobre o sugestivo tema de O Rio Guadiana e Tartessos. Com esta terceira entrega dedicada aos momentos centrais da Idade do Ferro no Sudoeste complementa-se o ciclo iniciado com as duas anteriores centradas no Período Pós-Orientalizante e no Bronze Final.

Os espetaculares achados das necrópoles da zona de Beja (Portugal) junto a outros produzidos em meio de Mérida, sede do Encontro, bem como as descobertas referidas ao mundo fenício na desembocadura do riu acham-se entre as novidades mais sobressalientes, que vêm a se unir a estudos mais gerais sobre a questão tartésica ou a arqueologia e a paisagem do Guadiana Sidérico.


  Programa




sexta-feira, 17 de junho de 2011

Celtas, Não-Celtas e Neo-Hititas ... em Portugal?


Confesso que estou profundamente surpreendido desta nova, pois depois de fazer-me com, e ler, o livro de John T. Koch em que lia a inscrições do chamado tartésico como uma forma arcaica de céltico, numa leitura que me semelha muito coerente em geral, e ainda sabendo da polemica -em eterno retorno constante- sobre a indo-europeidade ou não celticidade ou não , não esperava certamente uma hipótese que puje-se a explicação na outra ponta do Mediterrâneo, num argumento no que suponhemos que o autor tentara vincular esta hipóteses cós chamados povos do mar e similares e ainda como propostas heterodoxas como a de Rodriguez Adrados de repensar o etrusco como uma rama indo-europeia de origem anatolio.

Com tudo o "difusionista", e ainda quem sabe se algo Ex Oriente Lux, desta interpretação não deixa -dentro da prudência-  de oferecer-nos um certo -e fondo-  excepticismo


quinta-feira, 12 de maio de 2011

O Guerreiro, a "Estela", o Escudo, e o seu Carro


Estimados leitores, antes que nada advertir que este peculiar titulo não quer dizer que extemos ante um remake proto-histórico da celebre película experimental do cineasta Peter Greenaweay, Simplesmente reflete os três elementos principias dum achádego recente, que som porem especialmente significativos no contexto de Finais da Idade do Bronze no que se encaixam. A nova saiu vai uns dias na prensa (Faro de Vigo), nela daba-se conta da apariçao duma "estela de guerreiro" com escudo em escotadura em V e carro consavido, similar as dos Sureste hispanico (Estelas Decor.Extremadua) e algumas do Sur da França (uma sintesis recente em Celestino Pérez).

Dias despois a nova foi obviamente corregida por Bea Comendador no Blog do Projeto de Estudo da Urdinheira ( O guerreiro Solitario? ), sinalando-se que este achadego era em realidade uma estatua menhir similar a algumas do Norde de Portugal, e que o escudo em si nao era novo nesta area (vid.Congresso Arq Montealegre), ainda que si o carro, sinalaba de passo um interessante paralelo cum dos objetos do Deposito da Urdinheira. Este achádego situa-nos de novo em um passo mais adiante no conhecimento duma etapa tão decisiva para o Ocidente Europeu como foi o Bronze Final, e sobre tudo situa-nos nessa ponte entre o Levante Mediterrâneo e o extremo Nórdico, e no que é esta ponta da geografia peninsular que foi autoestrada pela que passavam não só os metais senom os homens, as cousas coas suas tipologias, mas também coas sua ideologias, seus usos e costumes, dando lugar um fenómeno de criação duma koiné muito especial entre o global, o local e o regional, e da que cecais nos falava também o defunto povoado metalurgico do Cocinhadoiro.

Em fim, falanos dum algo que aparez a resultas disto e o que alguns gosta-nos chamar "celticidade" (ao respeito Ruíz Gálvez) no senso não essencialista senom acumulativo e de processo aberto e multiforme, que lhe deu -sequer in potentia- o nosso muito admirado e tantas vezes esquecido em colóquios e congressos, Christopher Hawkes, e de que esse algo sobre tudo não é um produto ilhado ou puramente do idiosincrasico. E por elo, e cecais por interior e não tam marítimo como o resto dos indícios, estes tenhem maior interesse. Nós chamamos-lhe assim, e seguramente outros preferiram chama-lo doutro jeito. Seja como for o tempo dará a ração a quem a tenha, nisso confiamos todos.

Nestes momentos o achadego esta em a ser estudado polos arqueologos Alberte Reboreda e Eduardo Breogan Nieto coa colaboração de Antonio de La Peña Santos



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