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sábado, 22 de março de 2014

Sol-pôr na Pedra dos Guerreiros





O próximo dia 29 de Março terá lugar baixo o titulo de Sol-pôr na Pedra dos Guerreiros uma visita guiada ao petróglifo de Pedra das Procissões (Gondomar) a cargo do arqueólogo Manuel Santos Estevez. Para assistir e preciso inscrever-se contactando com os organizadores


domingo, 10 de novembro de 2013

Petróglifos, Espaços, Memória ... - Colóquio

Recorded, Places, Experiencend Places
Matter, Space, Time, Liminarity and Memory in the Holocene Rock Art of the Iberia Atlantic

Quando: 6 dezembro
Onde: Braga


O Projeto ENARDAS organiza o seu 2º Colóquio Recorded Places, Experiencend Places. Matter, Space, Time, Liminarity and Memory in the Holocene Rock Art of the Iberia Atlantic Margin que decorrera o dia 6 de dezembro no Museu D. Diogo de Sousa, Braga



Programa



+INFO no site de: ENARDAS

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O Cavalo e o Touro - Programa

O CAVALO E O TOURO NA PRÉ-HISTÓRIA E NA HISTÓRIA
Congresso Internacional

Quando: 15-19 Maio
Onde:   Golegã e Chamusca


Recentemente tem saído o programa do Congresso Internacional O Cavalo e o Touro, na Pré-história e na História no que o que isto escreve participa como uma comunicação apresentada conjuntamente com o nosso colega e bom amigo Pedro-Reyes Moya da UCM, e que terá por título Mito e Ritual: Para uma etnoarqueologia jurídica do Touro.  



Nela que exporemos os datos e alguma hipótese sobre um interessante conjunto de rituais jurídicos que se topam na Península Ibérica e noutros lugares da Europa, pranteando-nos a sua lógica e origens, de certo -podemos adiantar- nada recentes.



Junto a nossa modesta apartação como vereis pelo programa que incluímos abaixo o Congresso tratara a multitude de aspetos que rodeiam a figura destes dois animais em distintas culturas, desde as crenças sobre a morte, a guerra, a economia, os processos de domesticação, a festa o ritual, o mito, ou a arte rupestre.



E reunindo os mais diversos espaços e tempos desde a Mesopotâmia, ao Novo Mundo passando por Trácia, centro-europa, ou Val Camonica, e contando coa participação de importantes especialistas internacionais como Henry De Lumley conhecido pelo seus estudos sobre o jazigo de Terra Amata ou os petróglifos de Mont Bégo



Em resume umas interessantes jornadas que decorreram debatendo e expondo os distintos pontos de vista, detalhes, em resume os retalhos duma multiforme quase caleidoscópica historia cultural do cavalo e o touro. Certamente interessante


Programa provisório




+INFO no site de:  O Cavalo e o Touro

sexta-feira, 29 de março de 2013

Da Sílica ao Silício - Palestra


Dia 4 de Abril de 2013, o ciclo de conferências Entre Hefesto e Prometeus irá receber o Professor António Guilhermino Pires, Professor jubilado do Instituto Politécnico de Tomar. A conferência irá decorrer pelas 17 horas, na sala de reuniões do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação.



implícito no título Da Sílica ao Silício: Contributo da linguagem gráfica no processo evolutivo da sociedade humana, estão não só a passagem do petróglifo nas etapas decorativa-ideográfica-fonética, até à meta atingida da escrit. O que, com alguma pretensão, equivale a reportar-me, convosco, em grandes saltos no tempo, aos grafitis, às incisões na pedra ou gravações sobre matérias ‘menos duras do que o sílex’



Na assim identificada ‘pré-história’, era o sílice (o seixo), e, ainda hoje, a mesma matéria, o sílex –quartzo-, é protagonista de uma nova e tumultuosa transformação, evolução, revolução, mutação no modo de comunicar e de viver em sociedade civilizada… É sílex o chip, com a sua capacidade fulminante, crescente, de registar em um milímetro quadrado, milhares, dezenas, centenas de milhares, milhões… de transístores integrados em circuitos


+INFO no site do:  Inst. Terra e Memoria

terça-feira, 26 de março de 2013

Trabalhos de Arqueologia 54

Trabalhos de Arqueologia 54


O volume 54 da série Trabalhos de Arqueologia recolhe um total de 16 conferências, comunicações e posters apresentados por alguns dos maiores especialistas ibéricos na matéria à 1ª Mesa-Redonda. Artes Rupestre da Pré-História e da Proto-História: paradigmas e metodologias de registo.



Que se realizou nos dias 26 e 27 de Novembro de 2010 nas instalações do Museu do Côa, tendo sido organizada pelo Departamento de Ciências e Técnicas de Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e pelo Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto, com o apoio do IGESPAR



Como não podia deixar de ser, a maior parte dos contributos incide sobre a arte rupestre do vale do Côa, que a UNESCO entendeu ser merecedora da classificação como Património Cultural da Humanidade


INDEX




+INFO no site de: Trabalhos de Arqueologia

domingo, 3 de março de 2013

Arte Rupestre, Causalidade e Memória

CAUSALITY AND MEMORY CAUSALIDADE E MEMÓRIA
XVI Seminário Internacional de Arte Rupestre de Mação

Quando: 4 de Março
Onde:  Mação


Amanhã no Museu de Arte Pré-histórica de Mação decorrera a 14 edição do Seminário Internacional de Arte Rupestre de Mação que este ano tem por título temático Causalidade e Memoria

Pode considerar-se que o comportamento humano se baseia em competências reactivas relacionadas com eventos passados, presentes ou futuros. No que respeita aos eventos futuros, podemos antecipar eventos e definir reacções antecipadas aos mesmos. Espaço, tempo e causalidade são as três principais noções que estruturam a prospectiva e o comportamento humanos. A arte rupestre pode encerrar estas noções e uma série de debates foi iniciada em Mação sobre as evidências do espaço (MIRAS IV) e do tempo (MIRAS XV), publicados nos volumes 29 e 32 da série ARKEOS.



Este congresso devatera os temas complexos da causalidade e da memória. Sabendo que a noção de causa decorre das relações estabelecidas entre espaço e tempo e eventos que neles se inserem, não será possível abordar e dar sentido ás noções de causalidade de determinados eventos culturais ilustrados através dos vários componentes que formulam a arte rupestre? A arte rupestre é parte desse evento causal? 



Uma consideração possível é a das mnemónicas, dado que a memória também se reporta a efeitos no tempo. A literatura arqueológica e as fontes são amplos na consideração de determinadas cenas como podendo conter sequências causais (mágicas ou outras, , como as narrativas de caça).



Será possível abordar estas questões no âmbito da arte rupestre? É possível estabelecer postulados claros e um método adequado para a demonstração de que através do registo de um painel de arte rupestre uma sequência causal específica de uma narrativa pode ser abordada.



Os participantes são convidados a apresentar a sua pesquisa e reflexão sobre as questões aqui colocadas


Participantes:

Luiz Oosterbeek. From signs to narratives: archaeological interpretation at the edge

George Nash. Sculpting memory in a Northern English Churchyard: How visual mnemonics played an integral role in promoting ancestry during the Early Medieval period.

Hipólito Collado Un paso más en la evolución humana: el nacimiento del arte rupestre

Ana M. S. Bettencourt; Manuel Santos Estévez; António P. Dinis; Ana C. Santos; Alda Rodrigues; Isabel S. e Silva; Alexandre Rodrigues; Pedro P. Simões; Emílio Abad-Vidal; Filipe Pereira; António M. S. Silva; Carlos M. S. Cruz; M. Isabel C. Alves; Maria Martín Seijo; M. João Amorim; Diogo A. Chavarria. The rock art research in the Enardas Project (Atlantic fringe of Northwestern Portugal). From actions to meanings

Ariana Braga  Gravado na Paisagem, a arte rupestre como mediadora da dispersão territorial no Vale do Lajeado- Tocantins, Brasil

Carlos Rodriguez  Contribución al estudio de las sociedades prehispánicas: anotaciones sobre la técnica de fabricación de los petroglifos de El Colegio Cundinamarca

Cristina Martins  As pinturas rupestres do Ebo - da narrativa codificada à reinvenção da memória na construção de espaços sagrados e estruturação da causalidade mágico-religiosa

Daniela Cardoso Citânia de Briteiros: graphic memory from the past

Sara Garcês Representações de Cervídeos na Arte Rupestre do Tejo: dispositivos mnemónicos na arte rupestre?



domingo, 20 de maio de 2012

Paleo-Facebook

'Facebook' da Idade do Bronze descoberto por especialistas de Cambridge

Arte rupestre tem sido comparada a uma forma pré-histórica de Facebook por um arqueólogo Cambridge.

Mark Sapwell, que é uma estudante de doutoramento de arqueologia na Faculdade do St John’s College, acredita ter descoberto uma "versão arcaica" do site da rede social, onde os utilizadores partilham pensamentos e emoções e dão selos de aprovação para outras contribuições - semelhante ao Facebook "gosto".



Imagens de animais e eventos foram desenhados nas faces rochosas em Rússia e norte da Suécia para se comunicar com tribos distantes e os seus descendentes durante a Idade do Bronze.



Eles formam toda uma linha do tempo preservada em pedras que abrangem milheiros de anos. Sapwell disse: "Como um muro no Facebook convidam ao comentário, a arte rupestre parece ser muito social e predispor à adição – o jeito de entende-las é velas como as variações de uma imagem num espelho e reinterpretar esses atos como uma espécie de chamada e resposta entre diferentes grupos de caçadores ao longo de centos - talvez milhares -. de anos"

Os dois sites que ele está investigando, Zalavruga na Rússia e Nämforsen no Norte da Suécia, contenhem cerca de 2.500 imagens de animais, pessoas, barcos, cenas de caça e até mesmo os primeiros centauros e sereias.



Ele está usando a última tecnologia para analisar os diferentes tipos, carateres e tropos nas milhares de imagens gravadas nos dois afloramentos graníticos, onde as paisagens de arte de inícios Idade do Bronze se estendem por áreas rochosas do tamanho de campos de futebol



Sapwell, explica: "Estes sites estão recorrentemente em redes hidrográficas, e o barco é o meio mais provável com que essas tribos da Idade do Bronze viajaram".



"A arte rupestre que eu estou estudando encontrava-se perto de fervenças e cachoeiras, lugares onde terias que deixar o rio e circundar o treito carregando coa tua canoa de peles, pontos naturais onde parar e deixar a marca da tua viajem, como uma espécie de pedágio artístico. "

Mark Sapwell acrescenta: "Há claramente algo muito especial nestes espaços. Eu acho que as pessoas iam lá porque sabia que as pessoas tinham estado lá antes deles. Como hoje, as pessoas sempre querem sentir-se ligados uns aos outros – e esta foi uma expressão da identidade para essas sociedades muito cedo, antes da linguagem escrita."

Fonte: Cambridge News - Leanne Ehren


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Uma Longa Noite de Pedras

Vejo agora em A Pedra do Encanto  um dos bloges de Bea Comendador os resultados da Longa Noite de Pedras, a jornada divulgativa de visita noturna aos petroglifos de Bamio, e que foi um multitudinario exito, certamente inesperado pela organizadora, pero nao por elo menos merecido. Desde aqui a nossa noraboa.


+INFO disto em:  A Pedra do Encanto
 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

"Avistando" Petroglifos em Vilagarcia

Depois de anos de que por méios radiofónicos se difundissem, e ainda fossem multitudinarias em todo o Estado iniciativas tão peculiares como "Alerta OVNI" ou "Noite de Avistamentos Extraterrestres", enchendo os nossos montes com a mas diversa fauna humana: de personagens com suficiente optimismo, muito tempo livre e, sem duvida, demasiada paciência, depois disso ...e por fim, agora -já era hora!- a alguém se lhe ocorre a ideia de dedicar uma noite inteira ao "Avistamento de Petroglifos", pasatempo ao meu entender bastante mais productivo que o anterior.

A próxima noite da quinta-feira os que esten por Vilagarcia de Arousa ou possam achegar-se poderão desfrutar desta interessante inciativa de divulgação organizada pelo Ateneo de Arousa e a Câmara municipal de Vilagarcia e com a nossa colega Bea Comendador como "estrela invitada" da noite. Aguardamos que por está vez os arqueofilos lhes ganhemos a mão aos fans de E.T.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Os Petroglifos Atlânticos de Astorga

Petroglifos de Peña Fadiel cos Montes de Leão ao fundo

De vez em quando a arqueologia nos oferece achádegos espetaculares e, em certa forma provocadores, que guardam entre sim um mínimo comum denominador, o de que “isso não devera estar ali”, são restos, objetos ou elementos que pela sua excecionalidade ou simplesmente por escapar da localização que os mapas de distribuição ao uso lhes atribuem, propõem interessantes perguntas e – sobretudo- dúvidas sobre o nosso conhecimento firme do passado: Assim uns barcos demasiado mediterrâneos em uma laje muito ao Norde, uma  Estela com uma estranha iconografia bem longe das suas correntes terras do sul, ou, as vezes, um grupo de gravuras, “atlânticas”, demasiado “atlânticas”, às porta mesmas da Meseta.  Todas estas são escepções que em certa forma obrigam a repensar de cote a regra, quando ela não se ajustarem. As escepções -permitase-nos a parafrase levistrossiana- são boas para pensar

Pormenor dos petroglifos da Astorga

Este último é o caso dos gravados de círculos concêntricos de Pena Fabiel, tipologia tipica do grupo rupestre galaico e doutras zonas da Faciana Atlântica, estes petroglifos foram atopados em 2008 na zona da Maragatería,  por um afeiçoado local, Juán Carlos Campos, que forá quem os dera a conhecer a traves do seu blogue La Tierra de los Amacos. A resultas disto empezou-se a estudar este singular conjunto, froito do qual saiu do prelo recentemente um artigo nas Atas do ultimo Congresso Internacional de Arqueologia de Vilalba, do que já temos falado, relatorio escrito entre outros autores por A. de La Peña, um dos mais reconhecidos especialistas em petroglifos da zona galaica.

Estes petroglifos como outros dos casos que citámos refletem além do anedótico ou do acaso, mais que prováveis contactos de fundo, nos que se trocavam, provavelmente, algo mais que coisas (matérias primas, produtos, presentes, etc.) e nos que mesmo deveram de colar-se-lhes elementos que chamaríamos culturais: crenças, costumes, usos, ou ainda, palavras: terminologias, ditos, mesmo quem sabe se antropónimos, ou em tal caso -e porque não?- de forma ainda mais geral, as proprias Línguas (?).

Isto são  dito de outro jeito o que se soe chamar"Formas de vida”, das quais nos aparecem como restos epidérmicos ainda tangíveis, as vezes, estas “exceções”, dificilmente explicáveis pelo reducionismo ao taxonómico do que tão gosta a arqueologia tradicional, mas que é provável cobrassem muito sentido no contexto e na perspetiva da época em que a alguém, quiçá um forâneo, quiçá autóctone viageiro, ou mesmo -melhor- ambos (destes "matrimónios" entre mundo diversos temos um formoso exemplo num vídeo de uma anterior postagem) se lhe ocorreu gravar estes signos em umas pedras, sem dúvida, não por mera casualidade ou afeição à arte petrográfica ou ao grafitti.

Em resumem: Vejo na imprensa a nova, ainda à espera de poder lhe votar um olho ao artigo, e leio em boca dos autores as seguintes verbas: «Os desenhos plasmados sobre as rochas de Peña Fadiel obrigam a dirigir a mirada para o mundo iconográfico dos gravados rupestres galaicos» , lido tal, não posso evitar que imediatamente me venha à cabeça umas linhas da minha muito estimada Marisa Ruiz-Gálvez, nas que fala precisamente de esses contactos entre Ocidente e Meseta, e, indo a minha biblioteca, colho o gastado volume de  A Europa Atlântica , e albisco entre os muitos marcadores onde atopo cedo a cita que assim diz:  

“  Todo isso desenha uma rede de movimentos e relacionamentos de vários milénios de duração, ao longo de gerações trás de gerações [...] que permitirom o livre deambular de homens, gados e mercadorias. Custar-me-ia pensar que isso não tivesse repercussões de tipo linguístico, E ainda começo a propor-me se não será aqui e neste contexto, e não no hipotético avanço à Meseta oriental de gentes ultra-pirenaicas portadoras de linguas IE, onde haveria que buscar a origem de lenguas célticas como o proprio celtibérico" (p. 258).  E algo disso haverá também em isto

Os hápax legómenon, certamente, ”são bons para pensar” e ainda melhores para re-pensar


+ INFO sobre isto em:  Os petroglifos da Maragateria 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Os petróglifos esquecidos da Airoã

La Voz de Galicia Monforte
29/6/2011

Em todo o município de Chantada só foram catalogados até agora dois conjuntos de petróglifos. Um deles -a Pena das Mentiras, na freguesia de Vilaúxe- já é conhecido desde há bastante tempo. O outro está ubicado na localidade da Airoá, na freguesia de Pesqueiras, e foi inventariado por Património no 2009. Este último grupo de insculturas rupestres, não obstante, segue sendo desconhecido inclusive para os vizinhos das cercanías.

Os petróglifos de Chantada estão sendo estudados por Begoña González, licenciada em história da arte que cursa um mestrado de arqueologia e realiza uma investigação sobre os gravados rupestres do sul lucense. Segundo explica, «os petróglifos da Airoã estão entre os menos conhecidos e nem sequer os arqueólogos que trabalham habitualmente nesta zona tinham novas de eles».

Os gravados, acrescenta González, apresentam um desenho que permite enquadrá-los aproximadamente entre o terceiro e o segundo milénio antes da era actual, um período que corresponderia ao Calcolítico ou Idade do Bronze. Consistem em incisións redondas, do tipo conhecido como covinhas ou caçoletas, que se combinam com sulcos rectilíneos profundamente talhados na rocha. As inscrições estão repartidas em dois penhascos situados a poucos passos um do outro e a uns trezentos metros das habitações de Airoã.

Begoña González opina que no município de Chantada devem de existir mais conjuntos de petróglifos que nunca foram inventariados. «Se existem estes grupos em Airoã e Vilaúxe, o normal é que haja mais por estas zonas, mas para localizá-los haveria que fazer um rastreo prolongado pelas freguesias e ir perguntando aos vizinhos que possam saber onde há penhascos com gravados», assinala. «Aqui ninguém se preocupou ainda de fazer buscas como as que realiza em Sober a associação cultural O Colado do Vento, que já alcançou descobrir bastantees petróglifos nos últimos anos», agrega.

A investigadora tem previsto seguir trabalhando sobre o património prehistórico destas comarcas e contribuir à catalogación dos elementos que estão sem inventariar. «Pretendo estudar não só os petróglifos de Chantada e de outros municípios da zona, senão também mámoas e castros que seguem sendo muito pouco conhecidos», afirma.


Ir a nova original: La Voz

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Os Petroglifos - Palestra de Antonio De La Peña em Cervo


Marinha Patrimonio organizou para este sabado 2 de Julho unha palestra sobre petroglifos a cargo do arqueologo Antonio de La Peña Santos, no Museu do Mar de San Cibrão (Cervo)

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