Mostrar mensagens com a etiqueta Patrimonio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Patrimonio. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de abril de 2014

JIA 2014 - Programa


JIA 2014
Arqueologías Sociales, Arqueologías en Sociedad

Quando: 7-10 Maio
Onde: Vitoria


Acaba de sair o programa definitivo do VII JIA que celebrar-se-ão em Vitoria-Gasteiz organizadas pela associação Arkeogazte (Asociación de Jóvenes Investigadores en Arqueología Prehistórica e Histórica) entre os dias 7 e 10 de maio.


O lema das JIA 2014 é Arqueologias Sociais, Arqueologia em Sociedade e tem dois objetivos principais: por um lado, a interpretação da materialidade em termos sociais; isto é compreendendo a Arqueologia como disciplina de análise que permite um maior conhecimento das sociedades presentes e passadas através do seu registo material; e, por outro, analisar e desenvolver os vínculos existentes e/ou possíveis entre a Arqueologia e a Sociedade.


Programa



+INFO no bloge do:  JIA 2014

sábado, 22 de março de 2014

Sol-pôr na Pedra dos Guerreiros





O próximo dia 29 de Março terá lugar baixo o titulo de Sol-pôr na Pedra dos Guerreiros uma visita guiada ao petróglifo de Pedra das Procissões (Gondomar) a cargo do arqueólogo Manuel Santos Estevez. Para assistir e preciso inscrever-se contactando com os organizadores


sábado, 15 de março de 2014

O Livro de Kells On-Line



Como parte da celebração do Dia de São Patrício o Trinity College de Dublin anuncia que o Livro de Kells é agora em sua totalidade visível no novo repositório digital online da sua Biblioteca (Digital Collections). As imagens do Livro de Kells originalmente capturadas por Faksimile Verlag, Lucerna, Suíça, em 1990


foram recentemente examinados novamente usando usando os novos meios das tecnologias da imagem. Estas novas imagens digitais oferecem uma visão em alta resolução que é a mais precisa até à data, proporcionando uma experiência que penas perde diante a visualização do livro em pessoa.


Link direto para o Livro de Kells on-line

Além disso, põe-se ao dispor uma nova aplicação para iPad sobre o livro de Kells, com funcionalidades adicionais e comentários.


segunda-feira, 3 de março de 2014

Paisagens Culturais da Água - Seminario


Paisagens Culturais da Água

Quando: 20 Março
Onde: Ourense


O Grupo de Estudos Arqueologia, Antiguidade e Território (GEAAT) da Universidade de Vigo organiza dentro dos atos da Semana do Campus da Água 2014 que se celebrara no Campus de Ourense entre os dias 17 e 22 de março deste ano um seminário aberto para apresentar as linhas de investigação do GEAAT Amostrar o património relacionado com a água, dando um visão humana e cultural que complementa esse recurso natural único.


O dia escolhido para o evento é a quinta-feira 20 de março desde as 12:00 da manhã e até as 21:00 da noite. O lugar será o Salão de Graus da Faculdade de História (Edifício de Ferro), Campus de Ourense


 Programa



+INFO no site do: GEAAT

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Espadas, Águas e Mouros - duas Lendas


Dentro do projeto Palavras de Pedra do Instituto de Ensino Secundario Marco do Camballóm de Vila de Cruzes (Pontevedra) com o que colaboramos, realizou-se uma interessante labor de recolha etnografica levada a cabo pelos proprios alumnos do centro através do Clube de Lingua. Tarefas deste tipo são dum enorme interesse tanto desde o ponto de vista de uma tradição oral ao que quedam cada ano menos dias de vida, senao também desde o punto de vista didatico, de difussão e concienciamente sobre a importancia dum patrimonio inmaterial em perigo evidente de extinção.


A Espada de Brandomés

Em certa forma que na escola se implique a meninos hoje na conservaçao e posta em valor da tradição oral não deixa de ser outra forma de volver a "criar uma memoria" que antes se fazia doutro jeito e noutros ambitos (familiar, domestico, vezinhal. Dentro desta recoleta etnográfica levada ao cabo em comum pelos Equipos de Normalização Linguística dos colégios de Vila de Cruzes, Cerdeirinhas-Pilonho e Merça, ademais do IES Marco do Cambalhóm, recolheram-se duas lendas nas que aparecia uma espada que acabara no rio.



Uma das versões conta como a espada foi votada ao rio Ulha após a morte de um guerreiro no lugar de Brandomés, na outra versão recolhida especula-se sobre o lugar onde foi arrojada as aguas a espada e onde poderia estar, diz assim a lenda

"Em Brandomés hai no rio unha espada metida no rio, dim que o mais probrable é que estea em sitios donde a corriente nom estea... como, por exemplo um desses três sitios é o Pozo dos Peres (noutro momento fala do lugar d´O Tesouro) Pensam que a espada como pasou tanto tempo xa nom está alí, xa que sospeitan que a levarom, pero outros tamém pensam que como pasou tanto tempo a espada pode estar a algúns metros baixo a terra polas follas que se forom xuntando durante tantos anos que pasarom desde que a tirarom ao rio."


Artur entre os Mouros

Obviamente a muitos não escapara a similitude desta lenda coa do famoso episodio do ciclo artúrico no que a Dama do Lago recupera a espada Escalibur que cedera ao rei, episodio que tem cativado a imaginação de varias gerações de escritores europeus. A Matéria da Bretanha é conhecida na literatura medieval galega, onde este ciclo chegou de forma tempera e teve uma intensa receção não só na escrita senão na própria vida cotia. Quem se tope na documentação medieval algum que outro cavaleiro batizado Lançarote, entendera bem esta popularidade do ciclo arturiano nas nossas terras, que converteu o nome do cavaleiro mítico num dos antropónimos "de moda" na época


Mas ao mesmo tempo, destas semelhanças artúricas a lenda da espada de Brandomés tem outros elementos próprio do nosso contexto, a espada disse estava feita de ouro o qual enlaça com o conhecido folclore dos mouros cujos objetos soem ser por definição todos sempre de Ouro. Estas figuras míticas omnipresentes na nossa tradição popular soem de cote presentar-se como lutando uns contra os outros em guerras;  uma forma de explicar as poderosas defensas dos castros dos que se lhes atribui a construção junto com outros restos arqueológicos vários (sobre tudo megálitos).


Neste sentido não seria raro que a morte do Guerreiro de Brandomés fosse de feito entendida como algo teve ocorrido "no tempo dos Mouros", recurrente expressão dum passado mítico, e não há duvida de que a própria espada se situa nesse contexto de "tesouros" dos mouros, deixados nesse passado essencial. De certo o lugar de Brandomés guarda outras tradições sobre tesouros da mouramia

"O tesouro em Brandomés está no cabo da agra de Vales, alí hai un castro, e nesse castro está o tesouro, (ouro). Outro tesouro hai-no indo cara a Milhorãs, pero dixéron-me que a esse tesouro xa lhe levaram o ouro e que só lhe queda cobre"

"Num pozo chamado Pozo dos Peres decíam que había unha campana de ouro"

"Indo cara o rio, en Brandomés, hai um trozo de térreo que está cerrado por um valo e aí é donde encerrabam aos cavalos os do ...? e alí hai unhas poucas pedras que lle quedam, xa que co paso do tempo se foi deteriorando e xa case nom queda nada. Alí dim que hai persoas enterradas e que hai ouro, moito ouro"


As armas nas Águas

Outro elemento que junto a esta dimensão mítica vinculada aos mouros joga nesta lenda de Brandomés e a própria localização da lenda no rio Ulha. Este rio é bem conhecido desde um ponto de vista arqueológico por ser que mais depósitos aquáticos de armas acumula no Noroeste da Península Ibérica só superado -obviamente- no contexto peninsular pelo multitudinário achádego da ria de Huelva, um dos mais grandes da Europa Atlântica.


Ao alvo disto não podia escapar-se a ideia de que algum achádego/os casual/is no passado poderiam ter contribuído a génese e recriação mítica, através de uma lenda que explica-se a origem da espada lá depositada no fundo do rio.


Neste sentido a lenda não deixa de ter um sedutor pouso que mistura a literatura tradicional e a arqueologia, o Imaginário e a Historia, a realidade e a ficção, e que por outro lado desde um ponto de vista pedagógico é boa não apenas para pensar, imaginar, muitas coisas senão também para falar e aprender de outras muitas. E nesta parte da História foi onde empeça a minha modesta colaboração neste interessante projeto, quando o Séchu Sende escritor e mestre do IES Marco de Cambalhóm se pujo em contacto comigo.


Sabiam do meu interesse pelo tema dos depósitos de armas no Bronze Final e queriam consultar-me sobre este tipo de rituais. Ao mesmo tempo que este Archeoten., que aqui escreve, também foi envolvidas uma velha amiga Beatriz Comendador professora de Arqueologia na Faculdade de Historia de Ourense, o divulgador do património Manuel Gago (que de passo recolheu isto no seu blogue), o etnógrafo Antonio Reigosa, e o especialista em esgrima antiga Denis Fernández Cabrera. Em certa forma pediusse-nos a cada um que aportáramos os nossos pontos de vista, conhecimentos e visões tomando como escusa e marco a tradição sobre a espada (podeis ver um bocadinho disto aqui)


Espadas e Lendas?

Uma das perguntas que se me fizeram daquela na entrevista que os alunos me enviaram era se conhecia algum outro tipo de lendas em Galiza ou no resto da Europa. Tenho que reconhecer que a rareza da lenda me obrigou a olhar para a Idade Media: à própria lenda arturiana e alguma pouco conhecida versão da gesta de Roldão na que a espada do herói acaba rota e arrojada ao rio após a morte de aquele, mas fui incapaz de topar algo semelhante no que conheço da tradição galega e europeia atual.



A Espada de Germade

Embora a minha surpresa foi maior quando uns dias depois de enviado o texto coas respostas desse-me a conhecer numa conversa como Judit Goméz Ferández arquiveira e atual guia do Museu Etnográfico do Monte Caxado (A Pontes) outra lenda sobre mouros na que aparecia também uma espada, neste caso não afundida senão emergida das águas dum rio. A lenda procede do Lugar de Momám (Concelho de Germade, Lugo), e diz assim:

“Pena do encanto: Disse que unha rapaza aparecia ali polas manhãs dando de comer a uns pitinhas e um rapaz achegóuse-lhe. Ela díxo-lhe que estava encantada e para desencanta-la tinha que ir ali o dia de Sam Xoám e colher unha pedrinha e tira-la ó rio.

Ela aparecia em forma de serpe e para desencantala debía-lhe de cortar a cabeça duma soa vez cum sabre que aí aparecia. O rapaz prometeu axuda-la se despois ela casaba com el. O dia de Sam Xoám o rapaz foi à Pena do Encanto. E ó tirar a pedra ó rio, apareceu o sabre. Despois apareceu a serpe. Pero como era enorme, o rapaz tivo medo. A rapaza, moi triste, marchou ó mar convertida em serpe para sempre”

No caso desta lenda a espada fantástica apresenta-se como um meio para conseguir o "desencantamento" da mulher sobrenatural, num tema muito recorrente no foclore galego segundo o qual a transição da moura desde o seu mundo a condição humana dá-se através de um ato de violência, nalgum casos uma mera ferida feita com algo cortante (navalha, cutelo).


Noutros casos precisa-se da morte do monstro no que a mulher se transforma para que renasça após ela convertida já numa mulher normal, nesta ultima variante inscreve-se o decapitamento que embargantes precisa neste caso da ajuda magica de uma espada especial conferida pelos próprios mouros



Um não pode evitar em certa forma imaginar comparando estas duas espadas sobrenaturais, e as suas idas e voltas desde as águas se noutra época de ter-se levado a cabo a elaboração literária como sucedera no caso de Excalibur, não poderiam estas duas lendas ter dado lugar a um episódio muito similar ao do ciclo arturiano, com a nossa própria Moura - Dama do Lago/Rio. De certo isto da que pensar sobre as relações entre o folclore e a literatura escrita, e de como cecais como acontecera a um Homero, não se terão perdido, esgazado em anacos, ou simplesmente esquecido tanto ciclos lendários pelo caminho sem chegar a ter passado ao papel


Dava-se ademais um segundo elemento interessante, que Judit me comentou pois aquela lenda da espada de Germade fora recolhida dentro dum projeto muito similar ao dentro do qual se aparesceu agora a lenda da Espada de Vila de Cruzes:  dentro de uma Campanha de Fomento da Leitura entre o lunado de 2ª etapa de EXB (curso 1993-94) do Colégio Público de Germade, que fora coordenado pelas professoras Modesta Novo Muinelo e Águeda Fraga Pita. Daquela os meninos,  entre eles a própria Judit, foram protagonistas e participaram, como agora os rapazes de Vila de Cruzes recolhendo de boca dos seus pais e avos a tradição oral, e entre ela a nossa lenda. daquilo saira um livro "Xermade meu pobo" onde está recolhida a lenda.


Em certa forma cumpria-se um percorrido, que como as idas e vindas de uma outra espada entre a água e a terra, fechava o círculo de uma lenda a outra de uma geração a outra dum lugar a outro, tão alongados no mapa. Qual será agora o percorrido disto?, como continuara a história nos rapazes de Vila de Cruzes? ... na rede estes dias a espada/s, uma e outra, como levadas pelas águas doutro nova corrente, andam "de postagem" em postagem e de "me gosta" em "partilhado" pelas redes sociais, pelos jornais, oferecendo novas vias de difusão e transmissão à tradição oral.


 Algumas Referências   
  
- AAVV: Xermade, o meu pobo. Xunta de Galicia, Santiago, 1994
- Alonso Romero, F., "A Moura constructora de Megalitos"Anuar. Brig. nº 21, 1998 pp. 11-28
- Cuba, X.R., Reigosa, A, Miranda, X., Diccionario dos seres míticos galegos. Xerais, 1999
- Llinares, M., Os Mouros no Imaxinario Popular. Univ de Santiago, 1990
- Tenreiro, M., "Os Mouros: notas sobre a penmanencia do mito no folklore" Anuar. Brig. nº 25, 2002 pp. 39-62
- Tenreiro, M., “A lenda melusínica no folclore galego: Apuntamentos sobre o culto e o popular” en Romero Portilla, P. Y García Hurtado, M-R (eds.): De Culturas, lenguas y tradiciones. II Simposio de Estudio Humanísitcos. UDC, Coruña, 2007 pp. 263-279


+INFO no blogue de: Palavras de Pedra

sábado, 2 de novembro de 2013

Journal of Social Archaeology 13/3

Journal of Social Archaeology
13/3, 2013


Articles

Temporalities of the Formative Period Taraco Peninsula, Bolivia  287-309
Andrew P. Roddick

The National Museum of Immigration History (Paris, France), neo-colonialist representations, silencing, and re-appropriation  310-330
Sophia Labadi

Tapu and the invention of the “death taboo”: An analysis of the transformation of a Polynesian cultural concept  331-349
Helen Gilmore, Cyril Schafer & Siân Halcrow

Cultural sovereignty in the Balkans and Turkey: The politics of preservation and rehabilitation 350-370
Christina Luke

Building community: Exploring civic identity in Hispanic New Mexico  371-393
Kelly L. Jenks

The past as a lived space: Heritage places, re-emergent aesthetics, and hopeful practices in NW Argentina   394-419
Marisa Lazzari & Alejandra Korstanje



Ir ao número da revista: JSA

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

1º Colóquio ENARDAS

Colóquio ENARDAS 2013

Quando: 2 Novembro
Onde: Vale de Cambra.


O 1º Colóquio Enardas Arqueologia da fachada ocidental do Centro-Norte de Portugal. Espaços naturais, arte rupestre e arquiteturas pré-históricas" realiza-se a 2 de novembro, na Biblioteca Municipal de Vale de Cambra.



O objetivo é dar a conhecer o resultado da investigação desenvolvida no âmbito deste projeto, principalmente no contexto da Pré-História, assim como possibilitar uma discussão em torno da importância do património arqueológico como fator de desenvolvimento local e dar a conhecer o papel social do Enardas.



A coordenação do evento envolve o Departamento de História da Universidade do Minho e o Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória (CITCEM/UMinho), nomeadamente Ana Bettencourt, Alda Rodrigues e Edite Sá.


 Programa



+INFO no blogue de: ENARDAS

sábado, 12 de outubro de 2013

V Jornadas Mouras - Encontros Etnográficos


V JORNADAS MOURAS
Encontros etnográficos

Quando: 26-27 Outubro
Onde: As Pontes


Lugar: Museo Etnográfico Monte Caxado
Rúa Monte Caxado, s/n – As Pontes de García Rodríguez (A Corunha)


As Jornadas Mouras têm como objetivo a divulgação e difusão do património cultural. Nesta nova edição prestaremos especial atenção ao legado etnográfico. Partimos da cultura material recolhida em três museus de referência do Eume e do Ortegal e o seu paralelismo com a tradição asturiana, para irmo-nos adentrando num mundo tradicional que permanece ainda visível na paisagem e na lembrança, mas que cada vez fica mais distante da nossa sociedade.



Para esta achega singela contamos com os promotores dos museus etnográficos do Monte Caxado, da Capela, de Meixido e de Grandas de Salime, que nos falarão das suas experiências na recolha, na proteção e na divulgação do material etnográfico do território. E contamos ao mesmo tempo com a participação de arqueólogos e etnógrafos que levam tempo recolhendo, investigando e divulgando esse legado cultural milenário que chegou a nós através da cultura tradicional.



As palestras terão lugar na biblioteca do CEIP Monte Caxado das Pontes, entre os dias 26 e 27 de outubro. Realizar-se-ão ademais visitas guiadas aos museus de referência, da mão dos seus diretores nas que conheceremos mais fundamente as características que definem estes espaços senlheiros do património etnográfico do território.

Data limite de inscrição: quinta-feira, dia 24 de outubro


 Programa



+INFO no site das: V Jornadas Mouras

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Mapas do Tempo - Palestra


O proximo dia 03 de Agosto de 2013 dentro do Ciclo de Conferências Entre Hefesto e Prometeus celebrara-se uma conferência a cargo dos Professores Gheorghiu Dragoş da Universidade das Artes em Bucareste e Livia Ştefan do Instituto de Computação em Bucareste que terá por titulo The Maps of Time. Real Communities-Virtual Worlds-Experimented Pasts. A proposal for a network between Mação and Vădastra for promoting their material and immaterial heritage. 

A conferência irá decorrer pelas 21 horas, na sala de reuniões do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação.


+INFO no site do:  Instituto Terra e Memoria

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A Potencialidade do Património - Palestras


Este Sábado dia 22 de Junho na Capela de Santa Maria na ronda da Muralha em Lugo, terá lugar uma jornada de palestras que levará por  título de A Potencialidade do Património Lucense, Como? Cando? Porque?.



Os palestrantes serão Fernando Carrera, director da Escola Superior de Restauração de Pontevedra, Carme Varela da associação o Sorriso de Daniel e Carola Casal restauradora do Museu diocesano de Lugo, o medievalista Ricardo Polin, e por parte da Plataforma pola defensa do Património de As Pontes, Xose Maria López Fernández e mais o que isto escreve.



Durante a nossa intervenção faremos um repasso ao que foi o processo –ainda não inconcluso- de destruição do jazigo arqueologico da Mourela. As palestras estão organizada por Anova Irmandade Nacionalista de Lugo e decorreram entre as 17:00 e as 20:00 horas



segunda-feira, 25 de março de 2013

Entre a Ruína e o Património

O dia 28 de Março de 2013, o Ciclo de Conferências Entre Hefesto e Prometeus organizado pelo Museu de Mação irá receber o Prof. Dr. Paulo Peixoto, membro do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. A conferência irá decorrer pelas 17 horas, na sala de reuniões do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação



Ruína e património são dois termos que ora parecem fazer um percurso comum, ora parecem afastar-se radicalmente. Do campo estético, aos usos funcionais, passando pela instrumentalização de que é alvo, a relação entre ruína e património revela o mundo como ele é a cada instante. A ambiguidade da relação leva-nos a questionar o valor intrínseco do património em diferentes civilizações e culturas, mas também a colocar em evidência alguns dos dilemas que se apresentam a uma sociedade que parece conhecer um excesso de patrimonialização.


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Discursos de Museus - Palestra

O próximo dia 8 deste mês as 17:00 horas, terá local na sala de conferências do Museu de Mação uma palestra dentro do Ciclo Entre Hefesto e Prometeus: da construção à difusão das ciências humanas organiçado pelo dito museu. Esta conferência correra a cargo de Joana Ganilho Marques e tera por titulo de Discursos de Museus


domingo, 3 de junho de 2012

Inauguração do CEDIEC

CEDIEC, um centro de vocação europeia único em Portugal

À margem do Colóquio Internacional “Simulacra et Imagines Deorum. O Rosto das Divindades”, foi inaugurado o Centro Europeu de Documentação e Interpretação da Escultura Castreja (CEDIEC), na envolvente do Museu Rural de Boticas, que visa valorizar as expressões artísticas proto-históricas do Noroeste peninsular.

A partir de hoje, seremos uma janela aberta ao mundo na área da cultura castreja”. Palavras do presidente da Câmara Municipal de Boticas, Fernando Campos, no primeiro dia de vida do Centro Europeu de Documentação e Interpretação da Escultura Castreja (CEDIEC), inaugurado na passada quinta-feira, 24 de Maio. O acto solene contou com a presença de Luís Raposo, director do Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, onde estão as estátuas originais do Guerreiro Galaico encontradas no concelho, e da Directora Regional da Cultura do Norte, Paula Silva.



Desde mós, moedas e uma maquete do Outeiro Lesenho às armas usadas pelos povos indígenas e vídeos explicativos, o CEDIEC reúne um interessante espólio de peças arqueológicas ao lado de salas de documentação e de investigação, uma biblioteca e a réplica de um balneário castrejo no exterior, que deverá ficar concluída no verão. Contudo, os maiores atractivos são as réplicas dos quatro Guerreiros Galaicos achados no Outeiro Lesenho e uma do Guerreiro de Sanfins.



Além de museu, que irá receber futuramente réplicas de guerreiros achados em Glauberg, na Alemanha, este espaço será sobretudo “um repositório de toda a documentação que existe em qualquer parte do mundo, em qualquer língua, sejam originais, réplicas ou digitalizados, o que significa que as pessoas que queiram vir estudar essa época podem fazê-lo aqui em conexão com qualquer ponto do mundo onde haja também referências”, explicou Fernando Campos. Um acervo científico, histórico e documental que estará sempre disponível. “O saber e a inspiração não têm hora de funcionário público e um estudioso pode a qualquer momento levantar-se e ir para a biblioteca, entrar na Internet e procurar imagens virtuais relacionadas com a área da cultura castreja em qualquer parte do mundo”, notou ainda o autarca botiquense.



Para Luís Raposo, que dirige o Museu Nacional de Arqueologia há 16 anos, “o Guerreiro Galaico foi sempre um grande símbolo nacional” e juntar várias valências (museu e centro de documentação) numa só instituição é um “caso único no país”



Deste modo, “qualquer pessoa que queira estudar escultura monumental castreja, é aqui que tem de vir. Serve o turista, que vem a Boticas pela boa gastronomia, paisagens, monumentos, pesca e várias actividades. Serve as escolas, por toda a valência exterior lúdica e um balneário castrejo. Serve o estudioso […], o escritor, o sacerdote, o filósofo, o místico, ou seja, qualquer pessoa que num momento do seu percurso de vida entendeu que castros, motivos castrejos, príncipes castrejos, deuses castrejos é um tema que lhe diz algo e quer produzir algo [sobre ele], sublinhou o arqueólogo, no acto inaugural do CEDIEC.

Aos botiquenses, Luís Raposo prometeu ainda “divulgar o mais possível este conceito inovador”.


O Centro “vai atrair turismo especializado” para Boticas
“Retratar uma das expressões artísticas mais originais da nossa região e da proto-história europeia” é o objectivo primordial do CEDIEC, notou o docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Armando Coelho, que ministra um doutoramento em Museologia. 



Para o coordenador científico deste projecto financiado por fundos comunitários, a localização de um centro de vocação europeia tem razão de ser em Boticas, já que os quatro guerreiros encontrados no Outeiro Lesenho seriam “quatro chefes de entidades étnicas instaladas na região que se juntaram, num momento de crise, certamente aquando da chegada dos romanos nos tempos de Augusto, para celebrar entre si um pacto perante a divindade, oferecendo-lhe um sacrifício”.



O CEDIEC será “um sítio de estudo”, onde será aprofundada a investigação arqueológica relacionada com o Lesenho, mas também um espaço “de lazer e visita agradável para pensar e reflectir, que também é muito preciso nos tempos em que estamos”, considerou Armando Coelho, convicto que o centro irá atrair os olhares e as atenções dos investigadores estrangeiros, criando “um turismo especializado”, que junto com o cultural, “será o turismo do futuro”.



Em paralelo com a sua inclusão na futura “Rota Castreja”, o Outeiro Lesenho, onde estão a ser recuperadas as muralhas do Castro, classificado Imóvel de Interesse Público e que terá um núcleo interpretativo na antiga casa florestal, continuará a ser alvo de estudo em rede com outras entidades, sendo algumas já parceiras do município de Boticas na implementação do CEDIEC, nomeadamente: Universidade de Lisboa, Universidade do Minho, Ministério da Cultura, IGESPAR, Instituto Arqueológico Alemão de Madrid (Espanha), UNIARQ, Liga dos Amigos do Museu Nacional de Arqueologia e Grupo de Amigos dos Guerreiros Castrejos (Gucas).



Com conclusão prevista para o Verão do CEDIEC, a réplica do balneário do Castro das Eiras, construída a partir de ruínas existentes em Vila Nova de Famalicão, e exposta em 2008 no Museu Nacional de Arqueologia onde foi visitada por mais de 100 mil pessoas, irá deliciar os curiosos de passagem por Boticas, que poderão realmente experimentar o ritual do banho de sauna e água fria, outrora sagrados e símbolo de iniciações e renovações.

Fonte: Diario Atual - Sandra Pereira


Postagem relacionada:  Simulacra Deorum

domingo, 25 de dezembro de 2011

Territorios de Fronteira - Palestras


O dia 10 de janeiro do vindeiro ano, tera lugar às 18 horas no Museu de Arqueologia de Portugal uma nova palestra do ciclo de conferências Territórios de Fronteira.O ciclo esta co-organizado pelo Grupo de Estudos em Evolução Humana (GEEvH) da Universidade de Coimbra, o Núcleo de Arqueologia e Paleoecologia da Universidade do Algarve (NAP) e o Museu Nacional de Arqueologia (MNA).

Esta sessão do ciclo inclui as palestras:

Frederico Tátá Regala, NAP, AESDA & DRCALEN
“As Peças de Adorno do Paleolítico Superior de Vale Boi (Vila do Bispo, Algarve)”

Catarina Casanova, CAPP & CBA  (UTL)
"Os primatas não humanos como modelos explicativos para entender a evolução humana"

Luís Raposo, Museu Nacional de Arqueologia
“A “premissa de Pompeia”, revisitada: implicações museológicas e patrimoniais”


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Cidades Vivas, Cidades Mortas

A sexta feira, dia 23 de setembro, celebrara-se no Centro Interpretativo do sítio arqueológico de Miróbriga (Santiago de Cacém) um encontro titulado “Cidades Vivas, Cidades Mortas. Diálogos entre as cidades do passado e o futuro das cidades”, este encontro Integrado nas Jornadas Europeias do Património, centrara a sua atenção na problemática das cidades de origens antigos e os problemas, circunstâncias e as possiveis soluções às que se vê submetido o seu património histórico e arqueológico em relação co desenrolo dos núcleos urbanos e as crescentes exigências a nível social de políticas que implementem e protejam este património como um bem para o futuro e presente dos seus habitantes.


Programa provisorio:




+ INFO no site da:   Ligadeamigosmirobriga

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Artes Rupestres - II Mesa Redonda


Estudo, Conservação e Musealização de Maciços Rochosos e Monumentos Funerários 

Onde - Universidade do Porto - Faculdade de Letras (Anfiteatro Nobre)
Datas - 10, 11 e 12 de Novembro


1ª Sessão - Dia 10 - Manhã

8,30 h - Distribuição da documentação

9,00 h - Sessão de Abertura

Objectivos e Paradigmas do Estudo, Conservação, Musealização e Divulgação de Sítios com Arte Rupestre

9,30 h - Conferência: Estudo, conservação e musealização in situ: idiossincrasias e paradigmas das sociedades contemporâneas (título provisório) - Susana Oliveira Jorge

10,15 h - Conferência: Balanço sobre experiências de conservação e de gestão no Parque Arqueológico do Vale do Côa (título provisório) - António Pedro Batarda Fernandes

11,00 h - Coffee Break

11,20 h - Comunicação: Enquadramento e opções de estudo e conservação de sítios arqueológicos com arte rupestre no território abrangido pela barragem do Alqueva - António Carlos Silva

11,40 h - Comunicação

12,00 h - Debate

13,00 h - Intervalo para almorço


2ª Sessão - Dia 10 - Tarde

15,00 h - Conferência: Métodos de preservação in situ de maciços rochosos com arte rupestre no Vale do Sabor. Estudos preliminares - Sofia Figueiredo e Joaquim Garcia

15,45 h - Conferência: Estudio, preservación y gestión de abrigos con pinturas rupestres en la Región de Murcia en el contexto del Arco Mediterráneo de la Península Ibérica - Miguel San Nicolás del Toro

16,30 h - Conferência: Programa de Conservação e gestão da Gruta do Escoural, Montemor-o-Novo - António Carlos Silva

17,15 h - Coffee Break

17,30 h - Comunicação: Resultados e perspectivas sobre o estudo e conservação de pintura rupestre nos maciços de Las Batuecas - Salamanca, Espanha (título provisório) - Milagros Bartolomé Rubio, Julián Bécares Pérez e Gaspar Alonso Gavilán

17,50 h - Comunicação

18,10 h - Debate

19,10 h - Fim do primeiro dia de trabalhos

Posters 

Arqueohoje, Ltd: Programa de estudo, conservação e musealização dos Abrigos da Serra de Passos/Santa Comba - Mirandela


3ª Sessão - Dia 11 - Manhã

Objectivos e Paradigmas do Estudo, Conservação, Musealização e Divulgação de Monumentos Funerários

9,00 h - Conferência: Objectivo e paradigmas da relação do estudo com os discursos da conservação e musealização de monumentos funerários - Domingos de Jesus Cruz

9,45 h - Conferência: Programas gráficos en megalitos ibéricos. Retos de información y conservación - Primitiva Bueno Ramírez e Rodrigo de Balbín Behrmann

10,30 h - Conferência: Puesta en valor de los monumentos megalíticos en la Meseta Norte: passado, presente y propuestas de futuro - Manuel Ángel Rojo Guerra, Cristina Tejedor Rodríguez, Germán Delibes de Castro, Jesus María del Val Recio e Angel Palomino Lázaro

11,15 h - Coffee Break

11,30 h - Comunicação 1 11,50 h

- Comunicação 2 12,10 h

- Debate 13,10 h - Intervalo para almoço


4ª Sessão - Dia 11 - Tarde

15,00 h - Conferência: El Dolmen de Dombate - Coruña: estudio arqueologico y conservación (título provisório) - Fernando Carrera Ramírez, Manuel Lestón e Francisco J. Vidal Pérez

15,45 h - Conferência: O restauro e a valorização de monumentos megalíticos: da inocência das soluções aos resultados efectivos - Pedro Sobral de Carvalho

16,30 h - Comunicação: Paradigmas da continuidade: A Anta da Arquinha da Moura (Tondela) - Pedro Sobral de Carvalho, Joaquim Garcia e João Perpétuo

16,50 h - Coffee Break

17,10 h - Comunicações

17,50 h - Debate 19,30 h

-Sessão de Encerramento

Posters

Maria de Jesus Sanches: O Dólmen do Castelo-Jou (Murça-Portugal). Intervenção de estudo, de conservação e de restauro.

Domingos J. Cruz e André Tomás Santos: O Dólmen da Lameira dos Pastores (Cinfães, Viseu): estudo e levantamento das pinturas de um esteio da câmara.

Domingos J. Cruz e André Tomás Santos: O Dólmen de Chão do Brinco (Cinfães, Resende): levantamento das gravuras dos esteios da câmara.


Dia 12: visita a monumentos e maciços rochosos com arte rupestre da Beira Alta.


+INFO no site de:  Artes Rupestres