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terça-feira, 10 de junho de 2014

Capacetes Hispano-Calcídicos - Apresentação


Cascos Hispano-Calcídicos

Graells, R, Lorrio, A & Quesada, F (2014): R. Graells, A.J. Lorrio, F. Quesada, Cascos Hispano-Calcídicos. Símbolo de las élites guerreras celtibéricas . RGZM, Maguncia 2014.


Hoje apresentara-se no local do Instituto Arqueológico Alemão em Madrid o livro Cascos Hispano-Calcídicos. Símbolo de las élites guerreras celtibéricas.


O Hispano-Calcídico é um tipo autóctone datável entre o s. IV e II aC Sua distribuição na Península Ibérica é ampla, mas mostra uma concentração particular na área celtibérica (Aranda de Moncayo, Prov. de Saragoça; Numancia, Muriel de La Fuente, prov. de Soria). 


A publicação analisa as características morfológicas e decorativas para aproximar-se a produção e a importância dessas armas como elementos de proteção e, ao mesmo tempo que veículos transmissores de ideias complexas, tais como poder e o rango militar. Este desenvolvimento foi o resultado do impacto da interação das atividades mercenárias no sul da Itália.


O ato decorrera às 7:30 da tarde, a entrada é livre

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Britania e Irlanda na Idade dos Metais

Material & Spiritual engagements
Britain and Ireland in the first age of metal

Stuart Needham
Rhind Lectures 2011, Edimburgo


Resume
Grã-Bretanha e a Irlanda estão repletas de enterros de inícios da idade dos metais. Muitos indivíduos foram enterrados de jeito especial após a morte, enterrados em câmaras finamente construídas ou em sepulturas profundas ou honrados pela cremação e acompanhados por vasos de cerâmica altamente ornamentados.


Os objetos distintivos ou exóticos que acompanham o sepultamento e os próprios lugares de enterramento são memorializados por meio da construção de tumulos e anéis monumentais. Estes contextos arqueológicos visíveis e penetrantes têm vindo a definir um fenómeno funerário e uma era.


Eles dão a impressão de uma sociedade profundamente preocupada pelos mortos e sua passagem funerária e com uma política funerária abrangente. Que estas práticas funerárias foram endémica na maioria das regiões é evidente, mas quantas pessoas realmente receberam um enterro formal, quem eram eles eram e como foram apresentados na hora da morte?


 Ao abordar estas questões, vamos considerar o propósito deste fenómeno e interpretar novamente os significados dos modos de sepultamento definíveis.


1 - Funerary conundrums



2 - Competing ethea of seniority



3 - Blunt instruments of power



4 - Enriching the female persona



5 - The centrality of axe heads



6 - The exemplary dead




+INFO no site:  Society of Antiquaries of Scotland

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O Cavalo e o Touro - Programa

O CAVALO E O TOURO NA PRÉ-HISTÓRIA E NA HISTÓRIA
Congresso Internacional

Quando: 15-19 Maio
Onde:   Golegã e Chamusca


Recentemente tem saído o programa do Congresso Internacional O Cavalo e o Touro, na Pré-história e na História no que o que isto escreve participa como uma comunicação apresentada conjuntamente com o nosso colega e bom amigo Pedro-Reyes Moya da UCM, e que terá por título Mito e Ritual: Para uma etnoarqueologia jurídica do Touro.  



Nela que exporemos os datos e alguma hipótese sobre um interessante conjunto de rituais jurídicos que se topam na Península Ibérica e noutros lugares da Europa, pranteando-nos a sua lógica e origens, de certo -podemos adiantar- nada recentes.



Junto a nossa modesta apartação como vereis pelo programa que incluímos abaixo o Congresso tratara a multitude de aspetos que rodeiam a figura destes dois animais em distintas culturas, desde as crenças sobre a morte, a guerra, a economia, os processos de domesticação, a festa o ritual, o mito, ou a arte rupestre.



E reunindo os mais diversos espaços e tempos desde a Mesopotâmia, ao Novo Mundo passando por Trácia, centro-europa, ou Val Camonica, e contando coa participação de importantes especialistas internacionais como Henry De Lumley conhecido pelo seus estudos sobre o jazigo de Terra Amata ou os petróglifos de Mont Bégo



Em resume umas interessantes jornadas que decorreram debatendo e expondo os distintos pontos de vista, detalhes, em resume os retalhos duma multiforme quase caleidoscópica historia cultural do cavalo e o touro. Certamente interessante


Programa provisório




+INFO no site de:  O Cavalo e o Touro

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Arte, Imagem e Corpo

Decorar a pele é algo que vem de longe, sugere uma pesquisadora


Há cerca de 1,5 a 2 milhões de anos, de acordo com a visão predominante da maioria dos paleoantropólogos e arqueólogos, os primeiros seres humanos evoluiram para primatas quase sem pêlos, uma forma mais eficiente de eliminar a calor corporal excessiva. 



Mas, mais tarde, de acordo com a antropóloga da Univ. Penn State Nina Jablonski, segundo um relatório para a reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, os seres humanos podem ter começado a decorar a sua pele para aumentar a atratividade para o sexo oposto e expressar, entre outras coisas, a identidade do grupo.



Décadas de pesquisa em cavernas da Europa e da África do Sul, entre outros lugares, evidenciaram a fabricação e uso de pigmentos antigos pelos primeiros humanos modernos, especialmente como meio para criar pinturas de parede. Muitos cientistas sugerem que os pigmentos também foram utilizados para a decoração corporal, a prática poderia ir tão longe para trás como mais de 100.000 anos.



A recente descoberta de um talher pré-histórico na caverna sul-africana de Blombos, por exemplo, evidenciou a fabricação de ocre em uma caverna onde não havia nenhuma evidência de qualquer pintura da parede. O talher, que consistia em conchas abalone onde o ocre fora armazenado e processados, combinado com gordura, osso moído, quartzo e carvão para produzir um composto de pigmento que possivelmente fora utilizado como coorante para pinturas de proteção ou decoração, que teriam sido feitas sobre a pele, há cerca de 100.000 anos BP. 



Esta datação corresponde a um momento em se pensa que os primeiros seres humanos modernos estavam no limiar do pensar e de se expressar de jeito simbólico e por as bases para a arte e a linguagem.



Assim a pintura corporal e a tatuagem poderiam ser muito antigas, Jablonski considera que esta técnica tem implicações para a compreensão da natureza e do comportamento do homem moderno de hoje, como bem. 



"Nós pudemos pintar grandes desenhos em nossos corpos e usar esses desenhos para enviar todos os tipos de mensagens ou expressar a nossa pertença grupal", disse Jablonski. "Normalmente, é algo com significado profundo. Quando falo com as pessoas sobre suas tatuagens dizem-me que já passaram meses ou anos à escolha de um desenho que é extremamente significativo para eles."

Fonte: Popular Archeology 16-02-2013



Postagem relacionada:  O mundo Simbólico Neanderthal