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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Debatindo a Assembleia no Norte da Europa

Debating the Thing in the North I
Journal of the North Atlantic, special vol. 5


INDEX

Debating the Thing in the North I: Introduction and Acknowledgments  p. 1
Alexandra Sanmark, Sarah Semple, Natascha Mehler & Frode Iversen


Research Articles

Concilium and Pagus—Revisiting the Early Germanic Thing System of Northern Europe  p. 5
Frode Iversen

Þing goða—The Mythological Assembly Site  p. 18
Nanna Løkka

Sacred Legal Places in Eddic Poetry: Reflected in Real Life?  p. 28
Anne Irene Riisøy

State Formation, Administrative Areas, and Thing Sites in the Borgarthing Law Province, Southeast Norway  p. 42
Marie Ødegaard

Tracing Medieval Administrative Systems: Hardanger, Western Norway  p. 64
Halldis Hobæk

Governance at the Anglo-Scandinavian Interface: Hundredal Organization in the Southern Danelaw  p. 76
John Baker and Stuart Brookes

Patterns of Assembly: Norse Thing Sites in Shetland   p. 96
Alexandra Sanmark

What is in a Booth? Material Symbolism at Icelandic Assembly Sites  p. 111
Orri Vésteinsson


+INFO no site de:  JONA

segunda-feira, 3 de março de 2014

Assembleias Judiciais na Escócia - Tese on-line


O'Grady, Oliver J.T., The setting and practice of open-air judicial assemblies in medieval Scotland: a multidisciplinary study. PhD thesis, University of Glasgow. 2008


Sinopse
Este estudo analisa as configurações físicas e associações na paisagem dos tribunais judiciais ao ar livre na Escócia medieval. A prática medieval das Assambleias ao ar livre representam uma atividade humana coletiva efêmera crucial para a compreensão da sociedade medieval. Na obra adoptaçe uma abordagem multidisciplinar, que se serve tanto das evidências toponimicas, históricas e arqueológicas, quanto de estudos de casos representativos que são investigados e apresentados através do seu levantamento geofísico e topográfico.


Os nomes de lugar derivados do Gaélico, Escocês, Antigo Nórdico e Inglês que indicam a existencia assembléias são postos em conjunto e completados os materiais dicionais. Mais de 200 nomes de lugares são considerados. As referências históricas à assambleias e tribunais a ceu aberto durante os seculos 13 - 16 séculos, são examinadas, junto com 18 exemplos onde os seus restos físicos podem ser identificados com seguridade e apresentados em detalhe. A diversidade das assambleias ao ar livre é assim analisada, incorporando as características naturais e arqueológicas dos locais onde se celebram.



Os outeiros são o cenário arqueológico mais comum identificado com uma distribuição ampla que transcende as fronteiras linguísticas e culturais. No entanto, um número significativo de assembleias judiciais utilizadam colinas naturais, o que tem implicações para a análise arqueológica dos locais. A reutilização de restos pré-históricos, como amoreamentos de pedras e restos megalíticos como lugares de assemblei é um fenómeno generalizado, e que não está restrito aos centros reais.


As qualidades pré-cristia e cultual destes lugares centrais são ilustradas pela estreita associação que desde um inicio topamos na Escócia entre sitios religiosos e outeiros de assembleias judiciais. As assembleis judiciais na Escócia também apressentam uma associação com fronteiras territoriais, enfatizando seu papel na dinâmica inter-comunitária. 


O material histórico demonstra um declínio gradual no uso de lugares ao ar livre para os tribunais desde o século 15 em diante. Isto representa, no entanto, uma significativa persistência dos locais judiciais tradicionais na Escócia durante a época de centralização progressiva do processo legal.


Descarregar a tese aqui:  Glasgow Theses Service