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sábado, 25 de outubro de 2014

Fosterage, Reféns e Matrimonio - Congresso


Education, Otages et Alliances Matrimoniales dans le Monde Celte
XXVII Journes Belges d´Etudes Celtologiques et Comparatives

Quando: 22 Novembro
Onde:  Bruxelas


A Societe Belge de Etudes Celtiques (SBEC) organiza a XXVII edição das suas jornadas, baixo o titulo de Educação, Reféns e Alianças Matrimoniales no Mundo Celta.


Esta sessão estará consagrada a os "movimentos" de pessoas que desempenharam um papel importante nas relações sociais dos povos celtas antigos: a educação das crianças fornecidas por uma família aliada (o chamado fosterage em Inglês e pagerie em francês antigo)


 os casamentos mistos, os indivíduos que actuam de fiança pessoal ante um terceiro, os reféns inter-inter-clánicos e inte-nacionais. Um assunto pouco explorado até agora, mas por isso mesmo de um grande interesse para a pesquisa sobre o mundo céltico.


Programa

Echanges, mariages et mouvements d'individus dans l'Europe du troisième millénaire avant notre ère
Marc Vander Linden (University College, Londres)

Les alliances matrimoniales et les échanges à longue distance chez les Celtes anciens
Greta Anthoons (Univ. Bangor)

Learning from Monsters ? Explaining the Spread of 'Fashionable' Iron Age Material Culture
Raimund Karl (Univ. Bangor)

Rome et les otages celtes: la romanisation par l'éducation
Thomas Jacquemin (ULB)

Témoignages littéraires et archéologiques de prises d’otages en territoires breton et arverne
Mathieu Poux (Un. Lyon)

Celtic Foster-Relatives and Hostages in the Middle Ages
Ute Kühlmann (Univ. Mannheim)

L'enfant, l'oncle préféré et la plus-value: le fosterage entre affection et intérêt
Serge Lewuillon (Univ. Arras)



+INFO no site da:  SBEC

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Identidade e Poder na Gália - Livro


Identity and Power

Fernandez-Gotz, M., Identity and Power. The Transformation of Iron Age Societies in Northeast Gaul. Univ. of Amsterdam, 298pp.  ISBN: 9789089645975


Sinopse
Este livro traça a evolução das comunidades da Idade do Ferro, no nordeste da Gália com um foco particular sobre a região do Rim-Mosela.


Traçando a transformação das identidades sociais nessas comunidades, Manuel Fernández-Götz examina a sua organização social e política; seus ciclos de centralização e descentralização; as origens da cultura La Tène; o surgimento da oppida, ou povoados fortificados; e o significado de santuários. 


Baseando-se em dados arqueológicos, referências históricas e observação antropológica, ele dá um importante contributo para o conhecimento das sociedades da Idade do Ferro.


 INDEX



+INFO sobre o livro: Identity & Power

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Da Familia à Etnia na Gália - Livro


De la Familia a la Etnia

Fernández-Götz, Manuel, De la Familia a la Etnia. Protohistoria de la Galia Oriental. Real Academia de la Historia, Madrid, 2014  412pp. ISBN: 9788415069621


Sinopse
Este livro fornece uma síntese atualizada e inovadora da evolução das sociedades do da Gália Oriental durante a proto-história, em que é dada especial atenção às questões de identidade social e as relações de poder.


O estudo da etnicidade, o género, a idade e a classe social representa uma valiosa contribuição para os arqueólogos e historiadores do mundo antigo em geral, enquanto os capítulos sobre a Gália


pré-romana abordar questões críticas para o conhecimento do mundo celta, como o papel das migrações, a emergência dos oppida como assentamentos de caráter urbano ou a importância dos santuários para a construção de identidades coletivas


O trabalho oferece, ademais da sequência cultural estudada, uma complexa análise das estruturas que permitem sintetizar os distintos níveis organizacionais e sociais das gentes da Idade do Ferro: casa, família extensa, sub-etnia, etnia e macro categoria étnica.


 INDEX



+INFO sobre o livro: De la Familia a la Etnia

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Ward Goodenough - necrológica



O passado dia 9 de Junho morria o reconhecido antropólogo Ward Goodenough catedrático emérito de antropologia da Universidade de Pennsilvania. Goodenough e conhecido sobre todo pelas suas aportações a antropologia do parentesco, onde aplicou uma perspetiva transcultural (cros-cultural) que recorda ao do seu mestre George P. Murdock, mas fiz contribuições também na antropologia linguística e cognitiva, e foi um defensor da antropologia aplicada sendo presidente da Associação Norte-americana de Antropologia Aplicada.



Formado na escola boasiana, Goodenough situa-se no trânsito entre esta e a antropologia simbólica norte-americana que daria nomes como os de Cliffor Geertz. Dentro das suas contribuições a metodologia e teoria antropologica podem-se citar livros como Description and Comparison in Cultural Anthropology (acessível aqui) no que se recolhem as suas palestras impartidas durante as Lewis Morgan Lectures.

Podeis consultar uma boa síntese da trajetória deste pesquisador nesta postagem do blog Savage Minds


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Lingua dos nossos Pães?

membros de uma tribo melanésia atual

A língua mãe vem de teu pai "pré-histórico" 

Univ. of Cambridge
Reseach News


A mudança linguística entre os nossos devanceiros pré-históricos surgiu através da chegada de homens imigrantes -em vez de mulheres a novos assentamentos, segundo uma nova investigação.

A afirmação foi feita por dois académicos da Universidade de Cambridge, Peter Forster e Colin Renfrew, num informe que foi publicado em Science o 9 de Setembro.

Eles estudaram os casos de marcadores genéticos (o cromosoma Y masculino e feminino DNA mitocondrial) de vários milhares de pessoas em comunidades de todo mundo que pareciam mostrar a nível mundial o xurdimento de uma transmissão especifica de sexo da língua.

Desde escandinavos Viquingues que transportaram, sequestrando-as, mulheres britânicas à Islândia - ate tribos africano, da Índia e da Polinésia, disto xurdiu um estandar que parece mostrar que a chegada dos homens a determinadas localizações geográficas -, quer através de dispersão agrícolas ou como resultado da chegada de forças militares - pode ter um impacto significativo sobre o idioma que é falado ali.

O Professor Renfrew disse: "Pode ser que durante os episódios de colonização por agricultores que emigraram, os homens superaram às mulheres em geral nos primeiros grupos chegados e precisaram tomar mulheres de comunidades locais.?"

"Quando os pães tendem diferentes origens linguísticas, pose-se adotar a língua do pai, que é dominante no grupo familiar."

O Dr Forster, do Murray Edwards College, também apontou ao feito de que os homens têm uma maior variedade de filhos que as mulheres - são mais prováveis de ter filhos com mães diferentes do que vice-versa. Isto foi registado tanto em tribos pré-históricas, como dos séculos 19 e 20, nos esquimós de Groenlândia e em figuras históricas como Genghis Khan, que se acha que foi pai de centos de crianças: De facto, o seu cromossoma Y esta presente a 0,5 por cento da população mundial masculina atual

Cecais o exemplo mais destacada da tendência sexual ao cambio de idioma com todo venha dum estudo genético sobre o encontro pré-histórico entre os polinésios que se estavam a expandir com os melanésios residente en Nova Guinea e nas vizinhas Ilhas do Almirantado. A costa de Nova Guineia contém recunchos de língua polinésias separadas por áreas melanésias. O nível de mtDNA polinésio (40-50%) é semelhante nestas áreas, com independência da linguagem falada, mentres que o cromossoma Y se correlaciona fortemente coa presença de línguas polinésias
Estudos anteriores mostraram resultados similares no subcontinente índio entre os falantes do tibetano-Burmano e entre os imigrantes falantes de línguas indo-europeias, em oposição ás línguas indígenas dravídicas

Em América, a substituição linguística no curso de dispersão da agricultura foi também postulada topando-se unha correlação coa a família de línguas uto-azteca.

A isto Forster engade: "Seja-mos europeus, índios, chineses e outros idiomas, a expressão "língua materna" e o seu conceito está bem inserida na imaginação popular - quiçais esta seja a ração pola que durante tantos anos o papel dos pais, ou, mais provavelmente, grupos específicos de homens de êxito, na determinação cambia linguagem pré-histórica não foi reconhecido polos geneticistas."

"As mulheres pré-históricas possivelmente adotaram mais prontamente a língua dos homens imigrantes, sobretudo se esses recém chegados trouxeram consigo proezas militares ou um elevado status associados com a agricultura ou metalurgia."

"Estamos muito agradecidos a todos aqueles milhares de pessoas em todo mundo que participaram nas provas de ADN ancestral e, assim, contribuíram a nossa investigação."


terça-feira, 6 de outubro de 2009

Parentesco, Antropologia e Arqueologia


EARLY HUMAN KINSHIP

Early Human Kinship. From Sex to Social Reproduction
Allen, N. J.M,Callan, H., Dunbar, R. & James, W (eds.)
Royal Anthropological Institute & Blackwell, 2008   336pp.
ISBN: 978-1-4051-7901-0


Sinopse:

Este volume patrocinado pelo Royal Anthropological Institute da Grã-Bretanha junto com a Academia Britânica reúne uma serie de estudos de figuras de destaque nas ciências biológicas, a antropologia social, a arqueologia, e a linguística coa finalidade de proporcionar um avanço no debate sobre o problema da evolução e a natureza da sociedade humana.

 Uma nova parceria entre especialistas de toda a gama de ciências que se ocupam do feito humano desde a biologia evolutiva, a psicologia, a antropologia social/cultural, ou a arqueologia e a linguística, permite re-prantear questões e debates fundamentais sobre a sociedade humana primitiva desde novos pontos de vista.

Debates sobre questões como se há uma conexão entre o início da linguagem e os começos de "parentesco e casamento" organizado? ou até que ponto o sexo favoreceu seleção evolutiva ou contribuiu princípio gerador a regular as relações sociais?, apresentam-se à olhada interdisciplinar de distintos estudiosos, oferecendo interessantes achegas ao velho problema dos distintos sistemas e terminologias de parentesco e registados pola etnografia e a etnolinguística e e a sua relação coas populações humanas antigas

Uma visão limitada de parte do livro esta ao dispor online


INDEX

Preface xiv-xvi

INTRODUCTION AND BACKGROUND 1

Why ‘Kinship’? New Questions on an Old Topic  p.1-20
Wendy James

A Brief Overview of Human Evolution   p. 21-24
John A. J. Gowlett and Robin Dunbar

PART I Where and When: The Archaeological Evidence for Early Social Life in Africa

Introduction  p. 25-26

1 Kinship and Material Culture: Archaeological Implications of the Human Global Diaspora  p. 27-40
Clive Gamble

2 Deep Roots of Kin: Developing the Evolutionary Perspective from Prehistory   p. 41-57
John A. J. Gowlett

PART II Women, Children, Men – and the Puzzles of Comparative Social Structure

Introduction   p. 59-60

3 Early Human Kinship Was Matrilineal   p. 61-82
Chris Knight

4 Alternating Birth Classes: A Note from Eastern Africa   p. 83-95
Wendy James

5 Tetradic Theory and the Origin of Human KinshipSystems   p. 96-112
Nicholas J. Allen

6 What Can Ethnography Tell Us about Human Social Evolution?   p. 113-127
Robert Layton

PART III Other Primates and the Biological Approach

Introduction   p. 129-130

7 Kinship in Biological Perspective   p. 131-150
Robin Dunbar

8 The Importance of Kinship in Monkey Society   p.151-159
Amanda H. Korstjens

9 Meaning and Relevance of Kinship in Great Apes   p. 160-167
Julia Lehmann

10 Grandmothering and Female Coalitions: A Basis for Matrilineal Priority?   p.168-186
Kit Opie and Camilla Power


PART IV Reconstructions: Evidence from Cultural Practice and Language

Introduction  pp. 187-188

11 A Phylogenetic Approach to the History of Cultural Practices pp. 189-199 Laura Fortunato

12 Reconstructing Ancient Kinship in Africa   pp. 200-231
Christopher Ehret

13 The Co-evolution of Language and Kinship  pp. 232-243
Alan Barnard

EPILOGUE   p. 245-246

Reaching across the Gaps  p. 247-258
Hilary Callan

Appendices to Chapter 12  p. 259-269

1-Nilo-Saharan Kinship  p. 259-263
2-Khoesan Kinship         p. 264-265
3-Kiship Terms reconstructed to Early Afroasiatic Stata  p. 266-269

Bibliography p. 270-301

Index   p. 302-316