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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Religion, Brain & Behavior 3/3

Religion, Brain & Behavior
Vol. 3/3, 2013


Editorial
   
The Scientific Study of Religion  pp 183-184
Wesley J. Wildman, Richard Sosis & Patrick McNamara


Articles
  
Does poverty predict religion?  pp 185-200
William J. Hoverd, Joseph Bulbulia & Chris G. Sibley

Catholic guilt? Recall of confession promotes prosocial behavior
pp 201-209
Ryan McKay, Jenna Herold & Harvey Whitehouse

Which cheek did Jesus turn?  pp 210-218
Lealani Mae Y. Acosta, John B. Williamson & Kenneth M. Heilman

The proportion of religious residents predicts the values of nonreligious neighbors: evidence from a national sample  pp 219-232
Chris G. Sibley & Joseph Bulbulia

Cultural uniformity and religion  pp 233-253
Yuval Laor


Book Review

Born believers: the science of children's religious belief
pp 254-256
Joshua Rottman

Erratum p i


Ir ao site da revista: Religion, Braind & Behavior

domingo, 2 de junho de 2013

Religion, Brain & Behavior 3/2

Religion, Brain & Behavior
Vol. 3/2, 2013


Editorial

On the Naturalness of Religion pp. 89-90
Richard Sosis, Wesley J. Wildman & Patrick McNamara

Articles

Effects of religious setting on cooperative behavior: a case study from Mauritius pp. 91-102
Dimitris Xygalatas

Emotion in mystical experience pp. 103-118
David T. Bradford



Book Symposium:  Robert McCauley's Why Religion is Natural 
and Science is Not

Unnatural comparisons: commentary on Robert McCauley's Why Religion is Natural and Science is Not pp. 119-125
Francisca Cho

The fragility of science: creating dialectical space for the naturalness of religiosity in the cognitive science of culture pp. 125-128
William (Lee) W. McCorkle Jr.

The place of evolved cognition in scientific thinking pp. 128-134
Hugo Mercier & Christophe Heintz

How science is better understood than religion pp. 134-141
Robert Cummings Neville

McCauley, the maturational natural, and the current limits 
of the cognitive science of religion 
 pp. 141-151
Gregory R. Peterson

Science is unnatural in more ways than one pp. 151-155
Jason Slone

Natural reasoning, truth and function pp. 155-161
Konrad Talmont-Kaminski

What is natural and unnatural about religion and science? 
 pp 161-164
Dimitris Xygalatas


Response

Why science is exceptional and religion is not: A response to commentators on Why Religion Is Natural and Science Is Not 
 pp. 165-182
Robert N. McCauley


Ir ao site da revista:    Religion, Braind & Behavior

terça-feira, 21 de maio de 2013

Ways to Protolanguage 3

WAYS TO PROTOLANGUAGE 3

Quando: 25-26 Maio
Onde: Wroclaw (Polonia)


Os próximos dias 25-26 de maio celebrarase na cidade polonesa de Wroclaw a 3º ediçao do Congresso Ways to Protolanguage que este ano tera como plenary speaker a Robin Dunbar, Joesp Call, e Peter Gärdenfors

Robin Dunbar

Ways to Protolanguage é uma conferência bienal organizada pelo Departamento de Inglês da Nicolaus Copernicus University de Toruń, o Comité de Filologia da Academia Polonesa de Ciências, a Wroclaw Branch a Escola filológica do Ensino Superior de Wroclaw.



Um dos principais objetivos desta conferência é reunir pesquisadores que representativos de diversas de áreas, a fim de obter uma perspetiva multidisciplinar sobre a ampla gama de evidências relevantes atualmente disponíveis sobre o problema a evolução da linguagem.



O foco do congresso são os estágios iniciais do surgimento do pensamento simbólico, e comunicação linguística , nos hominídeos. A conferência irá refletir a natureza intrinsecamente interdisciplinar deste tipo de investigação sobre as origens e evolução da linguagem.


Programa



quarta-feira, 6 de março de 2013

Em-fiados na Cultura

WIRED FOR CULTURE

Pagel, M., Wired for Culture: Origins of the Human Social Mind. W. W. Norton & Company, 2012 432pp.  ISBN 978-0-393-06587-9


Sinopse
Uma característica única da espécie humana é que nossas personalidades, estilos de vida e visões de mundo são moldadas por um acidente de nascimento: a Cultura em que nascemos. É a nossa cultura e não os nossos genes que determinam quais são os alimentos que comemos, que línguas falamos, as pessoas que amamos e com as casamos, e as pessoas que matar na guerra. Mas como é que a nossa espécie desenvolveu uma mente que está programada para a cultura e por quê?



O biólogo evolucionista Mark Pagel acompanha esta intrigante pergunta ao longo dos últimos 80 mil anos de evolução humana, revelando como existe uma propensão inata para contribuir e estar de acordo com a cultura de nosso nascimento, e que isso não só permitiu a sobrevivência humana e os progressos do passado, mas também continua hoje a influenciar o nosso comportamento.



Votar lume sobre como a nossa espécie define os seus atributos -desde o arte, o altruísmo, moralidade, o interesse próprio, o engano, e preconceito- entretecidos da Cultura oferece surpreendentes novos achegas sobre o que significa ser humano.


INDEX

Preface

Introduction: The Gamble

Part 1 – Mind Control, Protection and Prosperity

Cap. 1:  The Occupation of the World

Cap. 2:  Ultra-sociality and the Cultural Survival Vehicle

Cap 3:  The Domestication of Our Talents

Cap. 4:  Religion and Other Cultural “Enhancers”


Part 2 –Cooperation and our Cultural Nature

Cap. 5:  Reciprocity and the Shadow of the Future

Cap. 6:  Green Beards and the Reputation Marketplace

Cap. 7:  Hostile Forces


Part 3 – The Theatre of the Mind

Cap. 8:  Human Language – Voice of Our Genes

Cap. 9:  Deception, Consciousness, and Truth


Part 4 – The Many and the Few

Prologue

Cap. 10:  Termite Mound and the Exploitation of Our Social Instincts

References
Bibliography
Index



+INFO sobre o livro:  Wired for Culture

domingo, 3 de fevereiro de 2013

As Origens do pensamento simbólico

Aux origines de la pensée symbolique

Quando: 7 fevereiro
Onde: Toulouse


O Museu de Toulouse organiza a uma conferência a próxima 5 feira, dia 7 de fevereiro, a cargo do arqueólogo João Zilhão (ICREA) e intitulada: Às Origens do pensamento simbólico. A maior parte das vezes, a evolução humana é apresentada como o processo de emergência de uma espécie superior. A arte rupestre e a exploração da Lua, ainda que separados por cerca de 40 000 anos, podem ser explicadas pela ativação dos mecanismos cognitivos avançados que seriam próprios dos homens "modernos".



Descobertas recentes revelam que a realidade é muito mais complexa. Em realidade, as primeiras manifestações arqueológicas dessa cognição "moderna" aparecem nos neandertais da Eurásia ou das populações anatomicamente "arcaicas" de África . Isto indica que a explosão demográfica cultural e humanidade recente em vez corresponde à etapa final de um processo.


+INFO no site do: Museu de Toulouse

Religion, Brain & Behavior 3/1


Religion, Brain & Behavior
     
Vol. 3/1, 2013


Editorial

Articles


Bio-Cultural Approaches to Social Forms
Wesley J. Wildman, Richard Sosis & Patrick McNamara  pp 1-2


Cultural inheritance or cultural diffusion of religious violence?
A quantitative case study of the Radical Reformation
Luke J. Matthews, Jeffrey Edmonds, Wesley J. Wildman & Charles L. Nunn    pp 3-15


A cognitive analysis of the Palestrina Myth
Steven Hrotic  pp 16-38


Target Article

Cognitive resource depletion in religious interactions
Uffe Schjoedt, Jesper Sørensen, Kristoffer Laigaard Nielbo, Dimitris Xygalatas, Panagiotis Mitkidis & Joseph Bulbulia  pp 39-55


Commentaries

Religious ritual and modes of knowing: commentary on the
cognitive resource depletion model of ritual
Candace S. Alcorta  pp 55-58


Religious ritual and the loss of self
Steven Brown  pp 58-60


Adding mist to the fog surrounding collective rituals: what are they, why, when and how often do they occur?
David Eilam & Joel Mort  pp 60-63


Cognitive consequences and constraints on reasoning about ritual
Cristine H. Legare & Patricia A. Herrmann  pp 63-65


What are we measuring?
Pierre Lienard, Matthew Martinez & Michael Moncrieff  pp 65-68


Functions, mechanisms, and contexts: comments on “Cognitive resource depletion in religious interactions”
Robert N. McCauley  pp 68-71


Cognitive resource depletion and the ritual healing theory
James McClenon  pp 71-73


Problems for the cognitive-depletion model of religious interactions
Paulo Sousa & Claire White pp 73-76


Ritual and acquiescence to authoritative discourse
Harvey Whitehouse  pp 76-79


Response

The resource model and the principle of predictive coding: a framework for analyzing proximate effects of ritual
Uffe Schjoedt, Jesper Sørensen, Kristoffer L. Nielbo, Dimitris Xygalatas, Panagiotis Mitkidis & Joseph Bulbulia  pp 79-86


Book Review

Shall the religious inherit the Earth? Demography and politics
in the twenty-first century
Michael Blume  pp 87-88



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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O Arte da Idade do Gelo - Exposição

ICE AGE ART
Arrival of Moderm Mind

Quando: 7 fevereiro – 26 maio
Onde:   Londres


Entre os meses de fevereiro em maio  no British Museum tera lugar a  exposição Ice Age Art, arrival of Moderm Mind. Obras mestras da última Idade do Gelo descobertas por toda a Europa formam parte desta inovadora exposição. Criadas por artistas com mentes modernas como a nossa, esta é uma oportunidade única de ver as mais antigas esculturas debuxos e retratos conhecidos no mundo.



Estas peças excecionais serão apresentadas ao lado de obras modernas de Henry Moore, Mondrian e Matisse, ilustrando o desejo humano fundamental de se comunicar e fazer arte como uma forma de entender-nos a nós mesmos e o nosso lugar neste mundo.



A Arte da Idade do Gelo foi criada entre 40.000 e 10.000 anos atrás, e muitas das peças foram feitas de marfim de mamute e chifres de rena. Eles mostram a habilidade com que estes artistas experimentarão coa perspetivas, escala, volumes, luz e movimento, ao mesmo tempo que buscava o conhecimento através da imaginação, abstração e ilusão.



Uma das peças mais formosas da exposição é uma escultura de 23 mil anos de antiguidade, uma figura abstrata de Lespugue, França. coa que Picasso estava fascinado e que influenciou suas obras escultóricas de 1930.



Embora uma quantidade assombrosa de tempo que separa esses artistas da Era do Gelo, tais peças evocativas mostrar que a criatividade e expressão têm permanecido notavelmente semelhante através de milhares de anos.




+INFO no site do:  British Museum

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O Cerébro "Enculturado" - Neuroantropologia


The Encultured Brain

Lende, d. H. & Downey, G. (eds), The Encultured Brain. An Introduction to Neuroanthropology. MIT Press, 2012, 440 pp
ISBN: 0-262-01778-4


Sinopse
O cérebro é o sistema nervoso são os nossos órgãos mais culturais. Nosso sistema nervoso é especialmente imaturo no nascimento, o nosso cérebro é meses momento desproporcionalmente pequeno em relação ao seu tamanho adulto e aberto para que a cultura o esculpa em diversos níveis. Reconhecendo isso, o novo campo de neuroanthropologia, coloca o cérebro no centro das discussões sobre a natureza do ser humano e da cultura. A Antropologia oferece à ciência do cérebro as aportações mais desenroladas sobre a inculturação, para explicar as diferenças observáveis na função cerebral; pola sua parte a neurociência oferece assim mesmo à antropologia as evidências do papel da neuroplasticidade cerebral na dinâmica social e cultural. O livro, assim pois, oferece um texto fundamental para a fundamentação de uma neuroanthropologia, oferecendo conceitos básicos e estudos de caso nos que se amostram o entrecruzamento esencial entre Cérebro e a Cultura.


INDEX

I On the Encultured Brain   p. 1

1 The Encultured Brain: Development, Case Studies and Methods   p. 3
Greg Downey & Daniel H. Lende

2 Neuroanthropology and Encultured Brain    p. 23
Greg Downey & Daniel H. Lende

3 Primate Social Cognition, Human Evolution, and Niche Construction: A Core Context for Neuroanthropology    p. 67
Katherine C. MacKinnon & Agustin Fuentes

4 Evolution and the Brain   p. 103
Greg Downey & Daniel H. Lende


II Case Studies on Human Capacities, Skills & Variation   p. 139

5 Memory and Medicine  p. 141
M. Cameron Hay

6 Balancing Between Cultures: Equilibrium in Capoeira   p. 169
Greg Downey

7 From Habits of Doing to Habits of Feeling: Skill Acquisition in Taijutsu Practice   p. 195
Katja Pettinen

8 Holistic Humor: Coping with Breast Cancer   p. 213
Kathryn Bouskill

9 Embodiment and Male Vitality in Subsistence Societies   p. 237
Benjamin Campbell


III Case Studies on Human Problems, Pathologies and Variation  p. 261

10 War and Discolation: A Neuroanthropological Model of Trauma among American Veterans with Combat PTSD   p. 263
Erin P. Finley

11 Autism as a Cas for Neuroanthropology: Delineating the Role of Theory of Mind in Religious Develoment      p. 291
Rachel S. Brezis

12 Collective Excitement and Lapse in Agency: Fostering an Appetite for Cigarettes p. 315
13 Addiction and Neuroanthropology   p. 339
Daniel H. Lende

14 Cultural Consonance, Consciousness, and Depression: Genetic Moderating Effects on the Psychological Mediators of Culture   p. 363
William W. Dressler, Mauro C. Balieiro, and José Ernesto dos Santos

IV Conclusion   p. 389

12 The Encultured Brain – Toward the Future  p. 391
Daniel H. Lende and Greg Downey

Contributors  p. 421
Index   p. 423



+INFO sobre o livro no site de:  MIT Press

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O Cérebro Social



The Social Brain - Tim Ingold
           
Palestra dada pelo arqueólogo e antropologo Tim Ingold no Congresso Internacional que com o titulo “Great Expectations”se celebrou na Universidade de Aarhus entre os 03-05 de fevereiro de 2010. Nela faz uma crítica das ciência cognitiva e da biologia evolutiva através da conhecida teoria do "Cérebro social" de Robin Dunbar.

Segundo esta hipótese da que já temos tratado nalguma momento neste blogue a expansão do neocórtex durante o processo de hominização humana foi uma resposta adaptativa às demandas de gerenciar uns relacionamentos sociais mais complexos dentro de grupos de tamanho crescente.

Embora aceite a ideia da natureza social do cérebro Ingold crítica uma serie de pontos e pressupostos da teoria de Dunbard, a primeira destas críticas centra-se na forma de entender a relação com o meio ecológico na teoria de Dunbar que ele considera errada.

Outra critica centra-se na própria ontologia na que se baseia a hipótese convencional do "Cérebro Social", e que igualmente pode topar-se em outras aproximações da biologia e o cognitivismo, que faz que paradoxalmente a visão que se tem do funcionamento desse cerebro social seja mais “individual” que “social” propriamente.

Pressupor que o funcionamento da mente pode ser equiparada à operação de um máquina neural interna meramente entendida no seus aspeitos orgânicos e não como um continuum com o seu entorno, no que se da através da agência dos sujeitos um encontro com o meio, coa a ecologia e a sociabilidade. No fundo pois mantém-se uma ontologia de base que isola os processos mentais como objdeto autonomo, e mantêm em certa forma uma divisão subjacente entre o cérebro, e o externo a ele: isto é a corporeidade, o meio ecologico e a sociedade


Neuromedievalismo


Cognitive Alterities / Neuromedievalism
special issue 
Postmedieval: a journal of medieval cultural studies 3/3 2012


Table of Contents

Editor's Introduction
• Jane Chance:  Cognitive Alterities: From Cultural Studies to Neuroscience and Back Again 

Essays: Theory
• Ashby Kinch :  Re-visioning the past: Neuromedievalism and the neural circuits of vision

• Matthew Boyd Goldie:  Neurobiological Alphabets: Language Origins and the Problem of Universals

• Lara Farina:  Once More With Feeling: Tactility and Cognitive Alterity, Medieval and Modern

Essays: Narrative
• Ashby Kinch:  Mind like wickerwork': The neuroplastic aesthetics of Chaucer's House of Tidings

• Mayumi Taguchi:  Mirroring Christ as a Meme 

• Kerstin Pfeiffer:  Feeling the Passion: Neuropsychological Perspectives on Audience Response

• Sara M. Ritchey:  Manual Thinking: John Mombaer's Meditations, the Neuroscience of the Imagination, and the Future of the Humanities 

Response essay
• Antony D. Passaro:  A Cautionary Note from a Neuroscientist's Perspective: Interpreting from Mirror Neurons and Neuroplasticity 

Book review essay
• Aranye Fradenburg:  Going Mental 


Ir ao número de:   Postemedieval

sexta-feira, 2 de março de 2012

Cognição Social

Social Cognition 

Engagement and the Second-Person-Perspective
Interdisciplinary Conference
25-27 Maio, Universidade de Colonia (Alemanha)

Como podem os processos cognitivos sociais diferir dependendo de se somos participes da interação social, ou simplesmente estamos a observar enquanto demais interagem? Quais são os processos psicológicos e os mecanismos neurais implicados na cognição social nestas situações? Como se relacionam os uns com os outros? Como o relacionamento com "o outro/os" modula os processos subjacentes ao entendimento do social? Qual é o impacto das diferenças entre as distintas metodologias da pesquisa em psicologia social e neurociência social no estudo da cognição social.

A conferência reúne a experientes de diferentes âmbitos para promover investigações interdisciplinares sobre as diferentes perspetivas de uma focagem da cognição social centrada no protagonismo da "segunda pessoa" como entidade cobrndicionante desta


 Programa




+INFO no site de:   Social Cognition Conference

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Anthropological Theory 12/1


Anthropological Theory 
Vol. 12 / 1 2012


Editorial

Introduction
Stephen P Reyna
pp. 3-4


Articles

Neuroanthropology and the dialectical imperative
Juan F Domínguez D
pp. 5-27

The need for systematic ethnopsychology: The ontological
 status of mentalistic terminology
Robert Turner
pp. 29-42

Why the behavioural sciences need the concept 
of the culture-ready brain
Charles Whitehead
pp. 43-71

Neo-Boasianism, a form of critical structural realism:
 It’s better than the alternative
Stephen P Reyna
pp. 73-99

Neuroanthropology or simply anthropology? Going experimental 
as method, as object of study, and as research aesthetic
Andreas Roepstorff and Chris Frith
pp. 101-111



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Religion, Brain & Behavior 1/3


Religion, Brain & Behavior

Vol. 1/3 2011


Editorial

Reductionism in the scientific study of religion
Wesley J. Wildman, Richard Sosis & Patrick McNamara
pp. 169-172


Original Articles

Glossolalia is associated with differences in biomarkers 
of stress and arousal among Apostolic Pentecostals
Christopher Dana Lynn, Jason J. Paris, Cheryl Anne Frye 
& Lawrence M. Schell
pp. 173-191


Target Article

The need to believe: a neuroscience account of religion 
as a motivated process
Michael Inzlicht, Alexa M. Tullett & Marie Good
pp. 192-212


Commentaries

Religion, health, and the social signaling model of religion
Candace S. Alcorta
pp. 213-216

Believing, belonging, meaning, and religious coping
Roy F. Baumeister & Michael MacKenzie
pp. 216-219

Religion is the opiate of the masses 
(but science is the methadone)
Jesse Lee Preston
pp. 231-233

Understanding the role of religion's palliative effects,
 within and between cultures
Daniel Randles
pp. 234-236

The need to believe in conflicting propositions
Uffe Schjoedt & Joseph Bulbulia
Pages: 236-239

Religions, meaning making, and basic needs
Ann Taves & Raymond F. Paloutzian
pp. 239-241

From “is” to “ought”: the naturalistic fallacy
 in the psychology of religion
Kees van den Bos
pp. 242-243

Response

Existential neuroscience: a proximate explanation of
 religion as flexible meaning and palliative
Michael Inzlicht, Alexa M. Tullett & Marie Good
pp. 244-251


Book Review

Radical embodied cognitive science
Nathaniel F. Barrett
pp. 252-255



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sábado, 17 de abril de 2010

Um "simio muito Peculiar" ?


Robert Sapolsky: The uniqueness of humans ( TED.com)

O primatogo Robert Sapolsky numa interessante conferência dada em Standford na que fala de tudo aquilo no que os seres humanos e o resto dos animais nos parecemos e em  tudo aquilo -que também fazendo eles- nós -raros que somos- prefirmo-lo fazer duma maneira muito particular