Mostrar mensagens com a etiqueta estelas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta estelas. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A Escrita Tartesica em Loulé - Palestra

A investigação sobre a escrita do Sudoeste no concelho de Loulé

Quando: 13 Abril
Onde: Loulé


O sábado dia 13 de Abril, pelas 15:00 horas, no Arquivo Municipal de Loulé, será apresentada a conferência com o título: A investigação sobre a escrita do Sudoeste no concelho de Loulé, da autoria de Pedro Barros, Samuel Melro e Susana Estrela, membros do Projeto Estela

Estela de Monte da Portela, imagem: Projeto Estela

A apresentação incidira nas descobertas realizadas desde 1897 por inúmeros investigadores e apaixonados pela arqueologia que contribuíram para a identificação das dezassete estelas do concelho de Loulé e para a investigação da escrita mais antiga da Península Ibérica. A entrada é livre


+INFO no bloge do:  Projecto Estela

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A Estela de Fundão apresenta-se



O Museu Arqueológico do Fundão será apresentada oficialmente a recentemente aparecida estela de Fundão que é considerada a peça de maior tamanho topada até o momento dentro das chamadas estelas do sudoeste. A estela será apresentada em uma;conferência publica dada pola arqueóloga Raquel Vilaça da Universidade de Coimbra, que decorrera na próxima Segunda-feira, dia 18 de junho, às 18:00 horas.

Estela de Fundão, foto: Museu Arq. de Fundão

A estela foi identificada junto à aldeia do Telhado, pelos membros da equipa do Museu Arqueológico de Fundão, um enorme monólito granítico de cerca de 2,70m de altura, datada no Bronze Final entre o 1.200 e o 1.000 a.C. Na superfície da pedra encontram-se gravados vários elementos, entre os quais figuram um capacete, uma lança, uma espada e escudo com uma escotadura em V, elementos típicos de esta tipologia de monumentos.

Escudo com escotadura em v, imagem: Sociedade Trebarvna

Há distintas hipóteses sobre a função das estelas, uma das hipóteses assinala o seu uso como marcador de territórios e/ou rotas de passo ganadeiras segundo propusera Eduardo Galán, a outra considera que forem pensadas como lapide no local de uma sepultura, possibilidade que tem sido recuperada de forma bastante convincentemente por Sebastián Celestino no seu libro Estelas de Guerrero y Estelas Diademadas.




Postagem relacionada:  O Guerreiro na sua Chaira

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Estelas e Estátuas Mehnires da Pré- e Proto-história

Estelas e estátuas-menires: da Pré à Proto-história

Raquel Vilaça, coordenadora
Sabugal, 2011


O próximo dia 13 serão apresentadas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, as actas das IV Jornadas Raianas que se celebrarem na vila de Sabugal em 2009, e que estiverem adicadas as Estelas-menires da Península Ibérica. A actas estão coordenadas por Raquel Vilaça uma das mais reconhecidas especialistas na Idade do Bronze em Portugal.

A obra será apresentada pelo Prof. Dr. Martín Almagro-Gorbea (RAH – Madrid), seguida da conferencia sobre:

     Las estelas de guerrero lusitanos: Nuevas interpretaciones

Lugar:  Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra,  Anfiteatro IV, 5 piso

INDEX




sexta-feira, 13 de maio de 2011

O Guerreiro na sua Chaira


Ontem saiu no Telejornal de TVE-Galiza, a pesa da que levamos falando estes dias o Guerreiro de Pedra Alta, na reportagem junto coa entrevista aos dous arqueólogos que se ocupam do seu estudo e ao seu descobridor também se achega um interessante dado, como é o de que o lugar onde se atopou a pedra, e consuentemente a própria Pedra Alta (nos seus dias ergueita) fixo de marca de duas parróquias, "reciclando-se" assim se cabe este resto proto-histórico nos novos contextos rurais.

Algo que conhecemos mui bem para tantas mamoas re-convertidas em marcos das mais diversas territorialidades e propriedades, e que nos informam -a nós arqueólogos- de que os objetos arqueológicos tenhem mais vida e valor alem das nossas adscrições cronológicas e tipologicas, e de que tenhem sido autenticos "objetos culturais" e de memoria que tenhem formado parte da paisagem e da historia das comunidades coas que tenhem convivido, convivencia de cote, como neste caso milenaria, o que cecais é já outro bom argumento -o melhor se cabe- para a sua propria conservação in situ, isto é onde sempre estivo: alo na sua chaira

Ou quando menos para que ali fique ao menos uma reprodução aquelada do monolito, pois parece que há inteires por conservar o original num museu etnografico local. Algo co que nom podemos estar mais dacordo, pois, a fim de contas, uma das funções do património, possivelmente a principal, é criar "identidade", e assim -hoje coma onte- poder servir ainda de definição, "fito", ou "marco",se se nos permite, a uma Comunidade, a que por outro lado leva acompanhando tanto tempo. esperemos que o Guerreiro de PedraAlta siga saudando aos seus vecinhos muitos séculos ainda. Isso si, desde a sua chaira.


+ INFO sobre isto em:  O Guerreiro, a Estela, o escudo e seu Carro

quinta-feira, 12 de maio de 2011

O Guerreiro, a "Estela", o Escudo, e o seu Carro


Estimados leitores, antes que nada advertir que este peculiar titulo não quer dizer que extemos ante um remake proto-histórico da celebre película experimental do cineasta Peter Greenaweay, Simplesmente reflete os três elementos principias dum achádego recente, que som porem especialmente significativos no contexto de Finais da Idade do Bronze no que se encaixam. A nova saiu vai uns dias na prensa (Faro de Vigo), nela daba-se conta da apariçao duma "estela de guerreiro" com escudo em escotadura em V e carro consavido, similar as dos Sureste hispanico (Estelas Decor.Extremadua) e algumas do Sur da França (uma sintesis recente em Celestino Pérez).

Dias despois a nova foi obviamente corregida por Bea Comendador no Blog do Projeto de Estudo da Urdinheira ( O guerreiro Solitario? ), sinalando-se que este achadego era em realidade uma estatua menhir similar a algumas do Norde de Portugal, e que o escudo em si nao era novo nesta area (vid.Congresso Arq Montealegre), ainda que si o carro, sinalaba de passo um interessante paralelo cum dos objetos do Deposito da Urdinheira. Este achádego situa-nos de novo em um passo mais adiante no conhecimento duma etapa tão decisiva para o Ocidente Europeu como foi o Bronze Final, e sobre tudo situa-nos nessa ponte entre o Levante Mediterrâneo e o extremo Nórdico, e no que é esta ponta da geografia peninsular que foi autoestrada pela que passavam não só os metais senom os homens, as cousas coas suas tipologias, mas também coas sua ideologias, seus usos e costumes, dando lugar um fenómeno de criação duma koiné muito especial entre o global, o local e o regional, e da que cecais nos falava também o defunto povoado metalurgico do Cocinhadoiro.

Em fim, falanos dum algo que aparez a resultas disto e o que alguns gosta-nos chamar "celticidade" (ao respeito Ruíz Gálvez) no senso não essencialista senom acumulativo e de processo aberto e multiforme, que lhe deu -sequer in potentia- o nosso muito admirado e tantas vezes esquecido em colóquios e congressos, Christopher Hawkes, e de que esse algo sobre tudo não é um produto ilhado ou puramente do idiosincrasico. E por elo, e cecais por interior e não tam marítimo como o resto dos indícios, estes tenhem maior interesse. Nós chamamos-lhe assim, e seguramente outros preferiram chama-lo doutro jeito. Seja como for o tempo dará a ração a quem a tenha, nisso confiamos todos.

Nestes momentos o achadego esta em a ser estudado polos arqueologos Alberte Reboreda e Eduardo Breogan Nieto coa colaboração de Antonio de La Peña Santos



Pode que também te interesse:  Os Petroglifos Atlânticos de Astorga