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quarta-feira, 25 de março de 2015

Royal Scone Conference - Videos


Royal Scone Conference

Perth, Escocia
Novembro 2014


Gordon Noble - Cult and Kingship,Understanding the Early Pictish Royal Centre at Rhynie



Alan Miller - Digital reconstruction of Scone Abbey



Alastair Mann - The Last Coronation of a King of Scots: Charles II in 1651 at Scone



Alexandra Sanmark - At the Assembly: Elite Rituals and the Creation of Ritual Space



David Caldwell - Finlaggan, Islay – a place for inaugurating kings



David Rollason - Stones and stone thrones in ‘celtic’ and non-‘celtic’ kingship across the middle ages



Jan-henrik Fallgren - Scandinavian Hill Forts – Symbolic sites for royal and common rituals



Jana Maríková-Kubková - Prague Castle. Seat of the Dukes and Kings of Bohemia, Place of Their Investiture



John Ljungkvist - Gamla Uppsala through a millennia, a continuous centre in constant transformation



Judith Ley - From Charlemagne’s Royal Residence to the German Coronation Place: A New Theory to the Function and Symbolism of the Aachen Palace



Karsten Ley - ‘Charlemagne’s own palatine chapel: Perception and Development of Aachen’s Carolingian Heritage 1949 ‐ 1978 ‐ 2014



Lucinda Dean - Where to make the king (or queen): the importance of place in Scottish inaugurations and coronations from 1214 to 1651



Matthew Hammond - Perth/Scone and assembly government in the mid-twelfth century



Øystein Erkoll - ‘The Kings’ Chair’ – The Royal Acclamation Tribune on Nidaros Cathedral Cemetery



Patrick Gleeson - Gathering the nations of early medieval Ireland: debating provincial kingship, royal government and ceremony in the post-Roman West



Richard Millar - Scone Abbey: An Overview of its Portfolio of Lands, Rights, and Churches



Andrew Johnson - Tynwald: Assembly, Royal Inauguration and Parliamentary Tradition on the Isle of Man



Extraido de: Boug´s Archaeology


segunda-feira, 23 de março de 2015

Arqueologia e Mitologia Celta


Archaeology and Celtic Myth
an Exploration

John Waddell
Rhind Lectures - 2014


Entre os dias 25 e 27 a Royal Society of Antiquaries of Scottland celebrou as Rhind Lectures do ano 2014, que contarom com ponente com o Prof. John Waddell, catedrático emérito da National University


of Ireland - Galway, que desenrolara algumas das temáticos enfrentadas no seu último livro Archaeology and Celtic Myth.


Resume
Os arqueólogos que trabalham na Irlanda se enfrentam ocasionalmente com alguns desafios bastante incomuns. Aqueles que estudaram a arqueologia do célebre de Tara, por exemplo, tiveram


que enfrentar não apenas aos problemas interpretativos colocados por uma série de enigmáticas obras, mas também confrontados com uma série de monumentos e uma paisagem que suportar um peso extraordinário do mito e lenda.


Introduction - Dr Ann McSween



1 - Confronting Ancient Myth



2 - The Otherworld Hall on the Boyne



3 - In pursuit of the Otherworld



4 - The Horse Goddess



5 - The Goddess of Sovereignty



6 - Sacral Kingship



Vote of Thanks - Dr Katherine Forsyth




sábado, 31 de janeiro de 2015

Reis na Irlanda e India - Livro

INSTITUTIONS FOR KINGS

Fomin, M., Instructions for Kings. Secular and Clerical Images of Kingship in Early Ireland and Ancient India. Universitatsverlag Winter. 2014  580pp. ISBN: 978-3-8253-6247-8


Sinopse
As antigas fontes irlandesas e indias guardam representações análogas do governante e da governação ideal, basadas não só no cosmos, a ordem social e a justiça, tópicos universalmente relacionados com a realeza, mas também com temas morais. Com base na extensa evidência textual, essas visões do poder regio são tomadas como constructos; mais idealizados que históricos


As fontes, recém-editado e traduzidas, incluem textos sapienciais hiberno-latinos e em vernáculos irlandeses, bem como sutras budistas canônicas em pali, que são discutidos à luz da teoria política indiana. A maneira pela qual os compiladores desses textos usados estruturas ideológicas herdadas de tradições anteriores é examinado.


A forma como a semântica, sintaxe e materiais das compilações foram ajustadas é examinada, junto coa dimensão ética, simbolizadas na dicotomia do "certo" e o "justo", sendo visto como uma fronteira entre as antigos e as novas visões de poder


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+INFO sobre o livro:  Institutions for Kings

domingo, 3 de agosto de 2014

Cosmologia Celta - Livro


CELTIC COSMOLOGY

Borsje, J., Booley, A., Mac Mathúa, S., Toner, G., Celtic Cosmology: Perspectives from Ireland and Scotland. PIMS, Papers in Mediaeval Studies 26, 2014 316pp.  ISBN 978–0–88844–826–2


Sinopse
Os ensaios desta coleção, forom originalmente apresentado no colóquio, 2008 Celtic Cosmology and the Power of Words que examinou a visão de mundo dos povos celtas, centrando-se particularmente nas perspectivas gaélicas (irlandesa e escocesa); e usando como fontes principais as inscrições e textos em língua céltica e Latim


Esse volume representa um estudo dos vestígios das cosmologias celtas nas suas fontes, especialmente irlandesas e escocesas. Esses traços cosmológicas são investigados através das suas semelhanças e influências indo-europeias e semiticas.


As ordenações gerais do mundo como a tripartição Celtica (terra, água e céu) em contraponto a bipartição Christiana (este mundo eo outro) são exploradas, junto com significado cosmológico especifico de alguns elementos da paisagem



O mundo foi mapeado mundo palavras e simbolos para as gerações contemporâneas e futuras. Esses "mapas" escritos não são apenas geográfica, constituem também diretrizes éticas e mitológicas. Através das histórias, a paisagem e espaço social são processados ​​em um esquema que define o bem e do mal num sentido cósmico. 



No mundo mental Celtico os caminhos, rios, montanhas e outeiros são marcadores vitais. Outeiros e cavernas foram usadas em rituais e eram vistas como entradas para um Alem subterrâneo, onde habitam seres sobrenaturais. Dentro desta paisagem socializada a periferia e o centro estão intimamente relacionados com a realeza, as capitais reais são apresentadas na paisagem e arquitetura como centros rituais. 


A nomeação de lugares significativos é um ato humano de criar um ordem. Na tradição literária celta as histórias explicativas e etymologicas, servem como significantes e sinais de alerta (tabus) ou como performances de expiação para as rupturas pontuais da ordem cósmica


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+INFO sobre o livro:  Celtic Cosmology

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Entre Tara e o Asperg - Re-pensando Hochdorf




Acabamos de ler um curto mas fascinante artigo do arqueólogo Stéphane Verger, no este pesquisador faz um ensaio de síntese e reconstrução da sociedade da primeira idade do Ferro através dos objectos contidos num jazigo tão conhecido e tantas vezes citado, como é o da tumba principesca de Hochdorf.



O artigo de Verger leva-nos além da descrição para planejar um inovador marco interpretativo no que se une uma impecável análise da cultura material, junto com o uso sem prejuízos das fontes textuais, neste caso procedentes da epica irlandesa alto-medieval, que lhe permite exumar sucessivamente as evidências do ritual nas coisas e logo a través delas as categorias sociais subjacentes da organização política de inícios do Ferro na Centro-Europa.

distribuição do porco no Midchúarta de Tara, segundo Sayer

Partindo dum artigo de William Sayer, no que se estudava a organização dos banquetes celebrados nas célebres Midchúarta (Salão da bebida) irlandeses e a participação distintiva que neles se lhe dava a cada uma das classes sociais da sociedade gaélica, Verger estabelece uma interessante comparação na que o caso irlandês serve como modelo heurístico, sem cair na simplificação de presupor uma identidade total entre ambos casos.



O autor parte da ideia de que o reparto das distintas partes do animal segundo o posição social e o status puído ser uma ideia também presente no contexto da tumba de Hochdoff, e rastreia os elementos que podam indicar essas participações diacríticas (diferenciais) entre os membros dum banquete, através dos serviços de mesa presentes na tumba. Elo lhe permite observar em um elemento como a decoração as diferentes classes de sujeitos presente, ou mais bem, elididos através dos objectos.




Se podem distinguir assim na vaijela  metalica da tumba nove personagens, possivelmente as de mais alto status, cujos pratos ficam na tumba junto ao seu "principe", e que a sua vez são divididos em 3 categorias distintas, formadas respectivamente por 3 personagens com pratos muito decorados, com motivos geométricos, e outros 5 com uma mais simples decoração de pontos, mais um nono sem decoração que considera pertencente a um indivíduo intermédio na escala social do banquete entre estes dois grupos da elite.


Elo segundo o autor mostra: "que o serviço de carne Hochdorf assim como a descrição do salão real de Tara, revelam um sistema muito sofisticado de classificação dos participantes de acordo com seu status, a sua posição e suas prerrogativas rituais". Pela contra em quanto a bebida, observa o autor uma duplicidade de patrões de consumo entre os serviços de mesa e objectos debicados ao reparto da carne e por outro os utensílios participes no consumo e distribuição da bebida alcoólica.



Mentres que o primeiro mostraria as diferenças dentro da sociedade, e, mais concretamente, as distintas categorias dentro da elite, a bebida ocuparia um papel de agregação simbólica a um nível tribal. Assim no aspecto dos nove chifres observamos em 8 deles uma igualdade, que só é rota pelo grande corno que faz o número 9 e que mostra uma decoração e uma capacidade que o distingue claramente dos outros.



Precisamente a quantidade de bebida que permitia conter este chifre permite a Verger identificar este corno como de sentido colectivo e implicado possivelmente em rituais, como o juramento, no que participariam vários comensais, mais também com a figura especialmente destacada do monarca como representante da comunidade e organizador do banquete.



A partir desta ideia Verger faz uma digressão sobre a identidade nas línguas célticas entre o vocabulário da bebida e o do poder politico, estudado por Lambert, que lhe serve de novo recorrendo às fontes textuais para propor a identificação de algumas pequenas figurinhas femininas realizadas em bronze presentes em Hochdorf, como representações de deusas identificáveis com uma concepção da soberania -assim como da bebida- como a que se pode topar nos mitos irlandeses



Em este sentido a tumba de Hochdorf se nos amostra na re-leitura de Stéphane Verger como uma radiografia política da Idade do Ferro centro-europeia, na que a se nos apressenta um individuo que sem dúvida deveu ocupar um papel essencial na comunidade -e difícil não pensar em alguma forma de monarquia- e cuja especial relevância se nos mostra  como congelada em uma foto fixa através de um momento social tão importante e significativo como é o do banquete.



Neste sentido este artigo constitui uma interessante contribuição a uma autentica arqueologia política e institucional da proto-história céltica europeia.


Verger, S.,"Partager la viande, distribuer l’hydromel.Consommation collective et pratique du pouvoir dans la tombe de Hochdorf" Krausz,S. et alii(eds.) L'Âge du fer en Europe. Mélanges offerts à Olivier Buchsenschutz. Ausonius, Bordeaux, 2013  pp. 495-504   [disponivel aqui]


quarta-feira, 7 de março de 2012

Paisagens, Realeça, Ritual


Landscapes of Cult and Kinship
   
Schot, R., Newman, C. & Bhreathnach, E (eds.), Landscapes of Cult and Kinship. Four Courts Press, Dublin, 2011
ISBN:  978-1-84682-219-3


Sinopse

Este volume oferece novas perspetivas sobre a realeza e as suas paisagens na Irlanda e alem dela em  treze ensaios escritos por varios especialistas, que consideram como a topografia, os monumentos, a toponímia, ou os mitos e histórias foram simbolizados, entrelaçados e forjados em uma das instituições mais duradouras da cultura humana: a realeza.


Muito tempo depois da conversão ao cristianismo, o motivos da realeza sacral forem cedo incorporados em paisagens reais e senhoriais continuam a ressoar na arqueologia, na história, literatura e onomástica da Irlanda. Juntas, essas linhas de evidência traçam a evolução da realeza e as paisagens associadas com cerimônias reais da pré-história à Idade Média.

Trazendo a pesquisa mais recente da Irlanda para o estudo internacional da realeza, estes ensaios explorar a forma como o fenômeno mundial da realeza sacra, com sua ênfase sobre a harmonização das esferas humana e divina, encontrou expressão na Irlanda. Desde as lendas de nascimento e morte de reis,  às paisagens sacralizados de Tara, Gabhra Sgiath e os centros de umbilicais de Uisneach que emergem deste estudo num amplo conjunto rico e diversificado de temas comuns que abrem novos horizontes para a análise comparativa.


 INDEX




terça-feira, 6 de março de 2012

PROJETO ÓENACH 2012 - Congresso


Landscapes of Assambley

Quando: 24-25 março
Onde:  Depart. Archaeology UCC


Embora na maioria das vezes traduzido como "Feira / Mercado", o Óenach termo é um derivado de 'um', articulando conceitos de “unificação”. Originalmente óenach significava o conjunto principal do corpo político de um ou vários reinos, presidido e convocado por um rei, para diversos fins coma servir de tribunal, promulgar leis, negociar alianças, mas também, como uma ocasião de festa em geral, onde se faziam eventos desportivos como carreiras de cavalos. Como tal, o óeanch é o equivalente irlandês da instituição pan-europeia de Assembleia.

tumulo no sítio de assembleia de Tailtiu, foto: Óenach Project

O Projeto Óenach é um projeto de pesquisa de curta duração no Departamento de Arqueologia do Colégio Universitário de Cork, que abordar a questão do Óenach. O projeto óenach empregar diversos métodos de pesquisa para analisar as paisagens do óenach, a fim de examinar as suas origens, desenvolvimento e a sua iconografia arqueológica. Os principais estudos de caso do projeto estão localizados nos principais locais de Assembleia da Irlanda.

Ó Néill Stone nos Chãos de Tulach.  foto: National Library of Ireland  

Um dos objetivos principais do projeto é estabelecer um discurso preliminar sobre as origens, função e evolução desta instituição. Elo permitira o estabelecimento de uma base a partir da qual as origens, natureza e evolução das primeiras práticas de assembleia irlandesas podam ser comparadas com os estudos de outros projetos de investigação em curso no Reino Unido e Escandinávia, nos que está analisando locais e práticas de Assembleia em toda a Europa, sinaladamente o projeto The Landscapes of Governance do Instituto de Arqueologia do UCL, e o The Assembly Project

local de assembleia de Bällsta, Suecia. foto: A. Sanmark

Como parte do Projeto Óenach uma conferência  com o titulo Landscapes of Assembly: the Óenach in early medieval Ireland será realizada pelo Departamento de Arqueologia do Colégio Universitário de Cork nos dias 24 e 25 de março. Esta conferência irá examinar a natureza e manifestação arqueológica das práticas de Assembleia na Irlanda, a par do papel do Óenach na têmpera sociedade irlandesa


  Programa


+INFO no site do:   Óenach Project