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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

As Guerras Astur-Cantabras - Congresso

Las Guerras Ástur-cántabras
I Encuentro Arqueologico

Quando: 2-4 Outubro
Onde: Gijom


O denominado pelos historiadores romanos Bellum Asturicum et Cantabricum, popularizado como Guerras Cántabras, não só constitui um dos factos mais trascendentes na história das regiões do N de Hispania que então foram incorporadas ao Império, senão que também foi um acontecimento político e militar relevante na própria Roma com particular influência na vida de Octavio Augusto, de cuja morte se cumpre o bimilenario no presente ano.


As repercussões históricas foram, além disso, muito superiores ao modesto tamanho e marginalidad geográfica daquele espaço, pois o sostenimiento do poder romano dependeu em grande parte das extrações auríferas que se iniciaram depois da conquista, se levaram a cabo estratégias e técnicas militares específicas e o conflito bélico gestó o alicerce de um ideário étnico e cultural dos povos ástures e cántabros, resistentes no último confin peninsular


Até faz uma vintena de anos todo o conhecimento deste interessante episódio, irremediavelmente constreñido pela perda do texto que lhe dedicou o historiador Tito Livio, se limitava a uns quantos extratos e dessa obra e de algumas outras fontes realizados por Floro, Orosio e Dión Casio.


Este panorama mudou radicalmente a partir das contribuições da Arqueologia, graças à reinterpretación de várias fortificações conhecidas de antigo e deficientemente classificadas, a descoberta de outras mediante fotointerpretaciones e prospecções aéreas e, por último, graças ao desenvolvimento de projetos de investigação em vários desses conjuntos arqueológicos que se mostram especialmente relevantes pela abundância e qualidade da documentação recuperada, da que se induze/induz a sua indudable protagonismo no curso das guerras

Este Encontro arqueológico tem por finalidade reunir pela primeira vez o amplo e surpreendente repertório de descobertas, bem como as novas interpretações que provocam em numerosas questões, fomentando o debate e intercâmbio de opiniões entre os pesquisadores e promovendo a sua transmissão à sociedade.


  Programa



+INFO no site de: Guerras Ástur-Cántabras

domingo, 11 de maio de 2014

Os Castro do Navia - Catalogo


Los castros del valle del Navia

Á. Villa y J.A. Fanjul, O. Gago, S. Hevia, A. Menéndez, E. Martín, R. Montes, F. Rodríguez, A. Villa, Los castros del valle del Navia. Tesoro arqueológico en el Occidente de Asturias. Cuaderno catálogo de la exposición y el ciclo de conferencias. Museo Arqueológico de Asturias. 2013 60pp


A Associação de Amigos do Parque Histórico do Návia vem de por a disposição para a sua descarrega on-line através do seu site Castros de Astúrias o catalogo da Exposição Os castros do Vale do Návia. Tesouro arqueológico no Ocidente de Astúrias organizada pelo Museu Arqueológico de Astúrias entre o 25 de Julho e o 22 de Agosto do 2013


Esta exposição arqueológica sobre castros do Návia pretendeu oferecer, junto com o ciclo de palestras que o acompanhava, uma visão sintética das características mais representativas que desde o ponto de vista da cultura material, caracterizaram os séculos durante 


os quais os povoados fortificados serviram de refúgio principal para os habitantes do Ocidente de Astúrias, e suporte e cenário de um dos mais valiosos tesouros arqueológicos da região: os castros


Descarrega o catalogo em: Castros de Asturias

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Vaso Castrejo - Documentário



Aproveitamos para deixar aqui este interessante documentário intitulado Vaso Castrejo dirigido pelo realizador Carlos Eduardo Viana e disponibilizado no portal Lugar do Real. Nele se faz acompanhamento visual do registo da escavação de um vaso castrejo realizada pelo Grupo de Estudos Históricos do Vale do Neiva.


O Documentário conta com a direção científica do Professor Armando Coelho Ferreira da Silva (Universidade do Porto) e Tarcísio Daniel Pinheiro Maciel (Grupo de Estudos Históricos do Vale do Neiva)


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ius Latii no Noroeste - Seminário

El Ius Latii de Vespasiano y su implantación el Noroeste

Quando: 3 Feveiro
Onde: Madrid


Dentro do curso interuniversitário de doutoramento em Estudos do Mundo Antigo da Complutense e a Autónoma de Madrid, o próximo dia 3 de fevereiro terá lugar um seminário de Investigação titulado O Ius Latii de Vespasiano e a sua implantação no Noroeste hispano, do que será ponente Elena Zubiaurre Ibáñez da equipa de Pesquisa Arqueologia e Processos Sociais do Instituto de Historia do CSIC



O seminário terá lugar no Salão de Grãos da Faculdade de Historia da Univ. Complutense


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Paisagem, Identidade, Etnicidade - Livro

Landscape, Ethnicity, Identity in Archaic Mediterranean Area

S. Stoddart & G. Cifani (eds.) Landscape, Ethnicity and Identity in the Archaic Mediterranean Area. Oxbow Books, Oxford 2010
ISBN: 9781842174333


Sinopse:
O tema principal deste volume é o polimorfo conceito de etnia. Os autores analisam e contextualizam as continuas (re-)definições da etnicidade e a identidade desde duas perspectivas diversas: a partir da tradição clássica e outro através pré-histórica e a antropológica.


Olhando para o papel de fontes textuais na reconstrução etnia e apresentando novos e inovadores dados arqueologicos sobre a reconstrução da etnicida, quer a partir de trabalho de campo ou de novas formulações sobre dados antigos. Finalmente, em contraste coas abordagens tradicionais da etnicidade, examina-se também o relativo ao papel da paisagem e a interação de elementos naturais e culturais na construção etnica.


As dezenove contribuçoes aqui apresentados mostram como uma arqueologia moderna interdisciplinar e internacional, que combine -criticamente- os dados materiais junto com as provas textuais pode fornecer uma poderosa ferramenta de comprensão para o pleno entendimento das ideologias das sociedades antigas e modernas

 INDEX



+INFO sobre o livro: Landscape, Ethnicity, Identity

domingo, 9 de junho de 2013

Literatura Hispana Pré-romana - Livro

LITERATURA HISPANA PRERROMANA

Almagro Gorbea, Martín, Literatura hispana Prerromana. Creaciones literarias fenicias, taresias, celtas y vascas. Real Academia de la Historia, Madrid  532pp  ISBN: 9788415069492


Sinopse
Literatura Literatura hispana pré-romana apresenta as primeiras criações literárias da antiga Hispânia documentadas através de uma série de inovadores estudos apoiados por uma extensa bibliografia. O tema pode surpreender, pois aborda criações literárias que estão documentados desde o Bronze Final até a romanização. Esta literatura em grande medida em narrativas orais e iconográficas de pessoas que não conheciam a escrita, mas que permitem reconstruir os personagens, temas e as características de uma literatura quase desaparecida


Os últimos capítulos tratam as criações literárias de Hispânia Céltica, cujos restos têm perdurado nas narrativas populares. Em conjunto, o livro fornece uma visão geral das primeiras tradições literárias hispanas que reflectem diversas influências mediterrâneas, atlânticas, trans-pirenaicas embora com evidente pessoalidade e relações comuns. Esta literatura ajuda a compreender a riqueza cultural e a evolução da Hispânia pré-romana, a vez que as raízes mais antigas da literatura espanhola, até agora desconhecidas.


INDEX



+INFO sobre o livro: Literatura hispana Prerromana

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Archivo Español de Arqveologia Nº 85, 2012

ARCHIVO ESPAÑOL DE ARQVEOLOGIA
     
Vol 85, 2012


Sumario

Necrología
Adela Cepas Palanca (1955-2012)  pp. 7-8
Javier Arce


Artículos
La “casa oval” del Areópago y los Medóntidas en el origen de 
la polis de Atenas   pp. 9-21
Miriam Valdés Guía

Wein, Weib und Gesang. A propósito de tres apliques de bronce arcaicos entre la Península Ibérica y Baleares   pp. 23-42
Giacomo Bardelli, Raimon Graells i Fabregat

El Castellet de Banyoles (Tivissa): Una ciudad ibérica en el curso inferior del río Ebro  pp. 43-63
Joan Sanmartí, David Asensio, M.ª Teresa Miró, Rafael Jornet

Sobre cerámicas Helenísticas en Iberia / Hispania. Significado y funcionalidad   pp. 65-78
José Pérez Ballester

Las imágenes como un modo de acción: las estatuas de guerreros castreños   pp. 79-100
Javier Rodríguez-Corral

Estudio arqueológico en la Vía de los Vasos de Vicarello, A Gades Romam, entre las estaciones de Mariana y Mentesa (Puebla del Príncipe - Villanueva de la Fuente, Ciudad Real)   pp. 101-118
Luis Benítez de Lugo Enrich, Honorio Javier Álvarez García, José Luis Fernández Montoro, Enrique Mata Trujillo, Jaime Moraleda Sierra, Jesús Sánchez Sánchez, Jesús Rodríguez Morales
    
      
La Tumba del Elefante de la Necrópolis Romana de Carmona. Una revisión necesaria desde la Arqueología de la Arquitectura y la Arqueoastronomía   pp. 119-139
Alejandro Jiménez Hernández, Inmaculada Carrasco Gómez

Iconografía triunfal augustea y las guerras cántabras: algunas observaciones sobre escudos redondos y puntas de lanza representados en monumentos de la Península Ibérica e Italia   
pp. 141-148
Eugenio Polito

Marcadores da paisagem e intervenção cadastral no território próximo da cidade de Bracara Augusta (Hispania Citerior Tarraconensis)   pp. 149-166
Helena Paula Carvalho

Análisis arqueomorfológico y dinámica territorial en el Vallés Oriental (Barcelona) de la Protohistoria s. VI-V a.C.) a la alta Edad Media 
(s. IX-X)   pp. 167-192
Marta Flórez Santasusana, Josep M. Palet Martínez

Los sellos in planta pedis de las ánforas olearias béticas Dressel 23 (primera mitad siglo V d.C.)  pp.193-219
Piero Berni Millet, Juan Moros Díaz

Un vaso de Terra Sigillata Hispánica Tardía con decoración singular procedente de la Villa romana de Saelices El Chico (Salamanca, España)   pp. 221-228
Sarah Dahi Elena, M.ª Concepción Martín Chamoso

El uso de la cueva de Arlanpe (Bizkaia) en época tardorromana   
pp. 229-251
Enrique Gutiérrez Cuenca, José Ángel Hierro Gárate, Joseba Ríos Garaizar, Diego Gárate Maidagan, Asier Gómez Olivencia, Diego Arceredillo Alonso

Sobre los usos y la cronología de las pizarras numerales: Reflexiones a partir del caso del yacimiento de Valdelobos (Montijo, Badajoz)   pp. 253-266
Tomás Cordero Ruiz, Iñaki Martín Viso

Un nuevo término augustal del ager Iuliobrigensium   pp. 267-271
Pedro Ángel Fernández Vega, Rafael Bolado del Castillo, Joaquín Callejo Gómez, Lino Mantecón Callejo

Nuevo miliario de Augusto procedente de Fuenteguinaldo (Salamanca)   pp. 273-279
Manuel Salinas de Frías, Juan José Palao Vicente

Una inscripción latina relativa a la fundación de Olite (Navarra)
pp. 281-286
Javier Velaza

El Instituto Ibérico Oriental (1938-1941). Un intento de introducción de los estudios sobre el Oriente Antiguo en España   pp. 287-296
Agnès Garcia-Ventura, Jordi Vidal

Recensiones   pp. 297-312
Adolfo J. Domínguez Monedero, Joaquín L. Gómez Pantoja, Antonio Monterroso Checa, Gloria Mora, Patrizio Pensabene, Marta González Herrero, Javier Rodríguez-Corral



Ir ao número da revista:  AEspA

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

CAPA Nº 32


CAPA 32, 2012

Aboal-Fernández, R. et alii., Monte da Chan (Barro, Pontevedra): Resultados e conclusións da campaña do 2007. CAPA nº 32, Incipit, Compostela, 2012  ISSN: 1579-5349


Sinopse
Este texto recolhe os resultados dos trabalhos realizados no jazigo da Idade do Fero de Monte da Chão. O jazigo encontrava-se gravemente alterado por numerosos agentes (uma capela, numerosas pistas...), e o objetivo da atuação arqueológica pretendia, valorar o seu estado de conservação e a potencialidade dos restos arqueológicos, para artelhar uma estratégia que garantira a proteção e posta em valor do jazigo.



A intervenção propunha a abertura de umas sondagens valorativas, a realização de uma prospeção de suscetibilidade magnética, um levantamento planimétrico de detalhe do jazigo, e trabalhos de prospeção do contorno.


Ir ao número da revista:  CAPA

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Martins Sarmento e a Arqueologia Europeia


Martins Sarmento e a Arqueologia Europeia

Quando: 7 dezembro 2013 - 1 maio 2013
Onde:  Guimarães


A proxima quinta feira dia 7 de dezembro será inaugurada na Sociedade Martins Sarmento de Guimarães a exposição Martins Sarmento e a Arqueologia Europeia, integrada a programação da Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012, com curadoria de Sande Lemos.



Francisco Martins Sarmento foi um dos principais vultos de Guimarães da segunda metade do século XIX bem como da Arqueologia Portuguesa, de que foi um dos fundadores como disciplina científica. Nesta exposição pretende-se evocar o modo como o ilustre vimaranense alcançou esse estatuto, a sua vida e obra. Através do estudo da Citânia de Briteiros e do Castro de Sabroso, a par de uma continuada reflexão sobre a Etnologia e de múltiplas deslocações, lançou problemáticas científicas que difundiu, primeiro no âmbito português e mais tarde no quadro da Europa.



Deste modo pode afirmar-se que Guimarães e Francisco Martins Sarmento se constituíram respetivamente como um lugar central na formação da Arqueologia Portuguesa e um ponto de referência na rede de investigadores europeus que se interessavam pelo mesmo tema: a Proto-História e a Romanização da Europa Ocidental.


A exposição estará patente até o 1 de Maio de 2013. Estará aberta de terça a sexta, entre as 9:30h e as 12h, e entre as 14h e as 17h. Aos sábados e domingos entre as 10h e as 12h, e entre as 14h e as 17h. Encerra às segundas e feriados.


+INFO no bloge da Sociedade:  Pedra Formosa

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

XI Colóquio de Linguas e Culturas Pré-romanas


XI Coloquio Internacional de lenguas y culturas prerromanas de la Península Ibérica

Quando: 24-27 outubro
Onde:   Valência


Os Colóquios sobre línguas e Culturas paleo-hispânicas/pré-romanas, etc., tem-se convertido já transcorridas varias décadas desde a sua primeira edição, numa cita fixa para os pesquisadores adicados tanto a arqueologia como a paleolinguística do Península Ibérica. Na linha  de interdisciplinaridade entre o âmbito arqueológico e o linguístico o colóquio contara com intervenções de diversos especialistas que abordaram desde a religião, ao problema das distintos aportes linguísticos peninsulares, assim como diversas novidades epigráficas.

Este ano o Colóquio decorrera entre os dias 24-26, correndo a organizaçao a cargo da Universidade de Valência en parceria com o Museu de de Pré-história de Valência e o Museu Arqueológico de Llíria, os quais repartirse-hão a celebração das distintas sessões do Colóquio.


Programa



domingo, 15 de julho de 2012

Imagem e Ritual na Céltica Peninsular

Imagen y Ritual en la Céltica Peninsular

Alfayé Villa, S., Imagen y Ritual en la Céltica peninsular. Edit. Toxosoutos, Noia, 2011  ISBN: 978-84-15400-11-0


Este livro que no que aqui agora nos detemos; Imagem e Ritual na Céltica Peninsular é obra Silvia Alfayé Villa una nova investigadora discípula de F. Marco Simón e que tem abordado o tema da religiosidade da Hispânia céltica já numa nutrida quantidade de publicações entre as que destaca a sua tesse doutoral Santuarios y rituales en la Hispania Céltica publicada na serie internacional do British Archaeological Report (BAR), obras nas que tem prestado um especial interesse a imagem, a iconografia e aos seus valores nas sociedades indígenas e hispano-romanas.



Linha de pesquisa da que este livro é um novo exemplo, nele a autora faz um exaustivo repasso as fontes sobre a iconografia religiosa da Celtica Peninsular, lando a cabo uma necessária expurgação de falsas atribuições e breve posta a dia do material disponível, para tratar logo diversos âmbitos como o da relação entre imagem e ritual, as crenças escatológicas ou potencialidade que as próprias imagens tiverem para crear ou recrear identidades.


Sinopse:
O livro pretende ser unha aproximação multidisciplinar ás imaxes do ritual e não ritual produzidas e consumidas polas sociedades dá Céltica peninsular, que aspira a compreender as dinâmicas visuais do culto desas comunidades e as súas formas de representar, imaxinar, experimentar e se relacionar co sacro. Analízanse as imaxes de contido relixioso, as supostas representacións divinas, a utilização e funcionalidade dás imaxes em diversos contextos culturais.


 INDEX



sábado, 30 de junho de 2012

Do Obradoiro ao Corpo - Em breve

Do Obradoiro ó Corpo
O Metal como expresión de poder na Protohistoria do Noroeste

Quando: 3-4 de Julho
Onde: Santiago de Compostela


Faltam tres dias para que escomeçe a Reuniao científica Do Obradoiro ó Corpo. O metal como expresión de poder na Protohistoria do Noroeste. Uma interessantes jornadas nas que se discutira e se exporá ao publico os distintos aspetos que o metal tem na sociedade da proto-história recente do Noroeste peninsular, e nos que alem da tecnologia se farão achegas a questões eminentemente sociais, da mão de especialistas tão reconhecidos como Raquel VilaçaRichard Hingley ou Alicia Perea entre outros

Podedes descarregar o programa, poster e triptico da reuniao cientifica neste enlaçe


 Programa:


Postagem relacioanda:  O Metal, do obradoiro ao corpo

quinta-feira, 14 de junho de 2012

O Metal, do Obradoiro ao Corpo

Del Taller al Cuerpo
El Metal como expresión de poder en la Protohistoria del Noroeste

Quando: 3-4 de Julho
Onde: Santiago de Compostela


Os dias 3 e 4 de julho o Instituto de Ciências do Património (Incipit) do CSIC organiza uma reunião científica que levara por titulo Del Taller al Cuerpo. El metal como expresión de poder en la protohistoria del Noroeste, na que se estudaram os diversos aspetos do metal na proto-história do NW da Península Ibérica desde a sua produção e obtenção até os seus usos sociais e contexto social no que se o consumo do metal deve entender-se nessa época, afrontando de passo temas colaterais como o da guerra na Idade do Ferro ou de como deve entender-se o poder na proto-historia.

Para discutir tudo este amplo abano temático contara-se coa participação de alguns dos mais importantes especialistas em arqueometalurgia e na arqueologia da Idade do Ferro e do Bronze Final, como Richard Hingley (Univ. de Durham), Raquel Vilaça (Univ . de Coimbra), Alicia Perea (CSIC), Ignacio Montero (CSIC), Bea Comendador (Univ. de Vigo), etc., etc.

Por último dentro deste encontro discutira-se também o valor patrimonial dos artefactos arqueológicos e as estratégias e formas de comunicar esse valor a sociedade em geral. A continuação oferecemos-vos aqui abaixo o programa e outras informações de utilidade


 Programa
   



Postagem relacionada:  Olhando ao traves

domingo, 27 de maio de 2012

sit tibi terra levis


Ontem dia 26 finava em Santiago de Compostela aos 70 anos o linguista JuanJosé Moralejo Álvarez, um dos grandes espertos em paleolinguistica da Galiza antiga.

Licenciado em Direito pela USC (1958-63) e doutor em Filologia Clássica com Prémio Extraordinário pela Universidade Complutense em 1971, com uma tese sobre a gramática dês inscrições délficas, era catedrático de Língua e Literatura Grega na Universidade de Santiago, na que exerceu docência desde 1971. foi professor de Língua e Literatura grega e latina nas Universidades Complutense, de Navarra e da Laguna. Entre 1969 e 1971 colaborou no Dicionário Grego-Espanhol do seu maestro, o professor Rodríguez Adrados

Também foi membro de diversas instituições, entre elas a Sociedade Espanhola de Estudos Clássicos, a Sociedade Espanhola de Linguística e a Associação de Escritores em Língua Galega.

Membro de uma prestigiosa e conhecida saga de professores universitários, era filho do catedrático de Latim Abelardo Moralejo e irmão de Serafín Moralejo Álvarez, historiador da arte e primeiro catedrático espanhol na prestigiosa universidade norte-americana de Harvard. Juan José Moralejo deixa para a posteridade uma ingente obra, centrada especialmente em filologia e linguística indo-europeia e as múltiplas feições das culturas clássicas


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Simulacra Deorum - Congresso


Simulacra et Imagines Deorum

O rosto das divindades: o papel das imagens de divindades na génese da escultura no Ocidente do Império Romano

Colóquio internacional em Boticas (Portugal)
24–27 de Maio 2012


Recordámos agora que dentro de umas semanas se celebrara um colóquio Internacional sobre a estatuária do noroeste peninsular da proto-história à época romana na concelho de Boticas (Portugal), que terá por título Simulacra et Imagines Deorum, do que já tratáramos numa anterior postagem do Archaeoethnologica. O prazo de inscrição fica aberto até o dia 15 de maio.


 Programa
   



Postagem relacionada:  O Rostro dos Deuses

sexta-feira, 20 de abril de 2012

O Santuário do Facho de Donom - Palestra

El Castro y el Santuario Prerromano en el Monte do Facho, O Hío (Pontevedra)

Quando: 25 abril
Onde: DAI Madrid


A próxima quarta feira dia 25 as 19 :00 horas tera lugar na sê de Madrid do Deutsche Archäologische Institut (DAI) uma palestra a cargo do arqueólogo José Suarez Otero que levara por título "O Castro e santuário Pré-romano do Monte do Facho, O Hío (Pontevedra).


O Monte do Facho, e um impressionante promontório montuoso situado num extremo da Península Moraço elevando-se justo sobre a aldeia de Donom (Santo André do Hío) e cara às Ilhas Cies. Nesta atalaia natural topam-se restos de uma povoado da Idade do Ferro sobre o que se superpõe em época galaico romana um santuário de tradição indígena no que se tem topado uma grande acumulação de altares votivos a modo de estela, dedicados a uma divindade que apares denominada nelas, cecais eufemisticamente, como Lar/Deus Verobreo (de *Uperos >celt. Vero- "alto" + celt. Briga "povoado, cidade", e dizer "o da cidade do alto").


Este santuário foi objeto de estudo nos últimos anos dentro de um projeto de pesquisa coordenado pelo DAINS e no que também foi reestudado, entre outros, em paralelo o santuário português do deus Endovelico (Saõ Miguel da Mota, Alandroal, Alentejo). O santuário do Facho constitui um dos mais interessantes exemplos de santuário conhecidos na Gallaecia e Hispânia e um muito visível exemplo de amortização simbólica do passado pré-romano dentro de um presente romano


sexta-feira, 9 de março de 2012

Pensando os Guerreiros galaicos



É um bom momento, tendo em conta a postagem anterior para resgatar entre o arquivo de "pendentes" do Archaeoethnologica o vídeo de esta palestra titulada Pensando as estátuas de guerreiros castrejos que fora dada em junho do ano passado pelo arqueólogo Javier Rodriguez Corral dentro do curso de verão Castros de Interior: A Idade do Ferro do N.O. peninsular através do exemplo limião, que foi celebrado em Ginzo da Limiã baixo a organização do Concelho de Ginzo e o LAUV.

Incluímos abaixo ademais a sessão de debate na que também participou outro dos palestrantes, Ladislao Castro Pérez, e na que saírem de novo algumas interessantes questões arredor de estas peças escultóricas da nossa idade do ferro




quinta-feira, 8 de março de 2012

O Rostro dos Deuses


Simulacra et Imagines Deorum

O rosto das divindades: o papel das imagens de divindades na génese da escultura no Ocidente do Império Romano

Colóquio internacional em Boticas (Portugal)
24–27 de Maio 2012


Os soldados romanos, seguidos por comerciantes, aventureiros, colonos e respectivas famílias, traziam na sua bagagem não apenas bens materiais, como também heranças intelectuais, quando, no decorrer do alargamento do Império Romano durante o século II a. C., foram avançando até ao fim do mundo, até ao longínquo ocidente dos ecúmenos. A sua herança, que abrangia não só conhecimentos técnicos, mas igualmente culturais



Alguns dos aspectos e resultados desse processo serão tratados neste colóquio. No centro das nossas reflexões estará a concepção e criação das imagens das divindades. Já do tempo pré-romano encontramos imagens de divindades e desde muito cedo se pode falar do início de uma escultura regional. Perante este cenário tornam-se mais nítidas as alterações surgidas com a introdução de imagens de divindades romanas e da escultura romana no ocidente hispânico. O ocidente da Península Ibérica oferece mais respostas à questão da génese das imagens de divindades e seu significado para a escultura do que o oriente, em que a rede de conquistas e de transformações se apresenta mais complexa, mais repartida e diferenciada.


No centro das subsequentes exposições encontrar-se-ão os monumentos da Península Ibérica, primeiramente os monumentos do tempo pré-romano. Entre estes merecem talvez maior destaque as estátuas de guerreiros lusitano-galaicos, por um lado, e as esculturas ibéricas, por outro, uma vez que são produzidas até ao decorrer do tempo imperial romano. Seguem-se os contributos finais que têm por tema as próprias imagens de divindades romanas, com especial foco sobre as esculturas na capital de província Augusta Emerita e sobre a cunhagem de moedas, que convida, assim, a demais comparações e reflexões.

Concluído o colóquio,  os organiçadores esperam ter aberto um horizonte mais descritível e calculável com uma maior precisão das imagens de divindades greco-romanas que serviam de modelo aos monumentos esculturais do ocidente romano.


  Programa:




+INFO no site do:   Colóquio de Boticas 2012