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domingo, 5 de abril de 2015

Os Caçadores de Cabeças de Cailar



 Aproveitamos agora no Archaeoethnologica para por agora esta emiçao do programa radiofonico cultural Le Salon Noir de Radiofrance no que se emitiu recentemente uma interessante entrevista ao arqueologo Réjane Roure do Laboratorie Archéologie des Sociétés


Méditerranéennes da Universidade Paul Valéry de Montpellier, junto com um pequeno, mas interessante, documentário intitulado Quando os gauleses perdem a cabeça: Investigação arqueológica sob as cabeças cortadas.


Em ambos dois se passa revista a problemática das cabeças cortadas no mundo gaulês, e céltico em geral, assim como em áreas vizinhas como o âmbito ibérico donde podemos topar os crânio perfurados por pontas no Oppidum de Ullastrett (Girona)

Podeis escoitar aqui abaixo o programa o descarregar o postcat indo a pagina web de FranceCulture.




Pode que também te interesse: Crânios, Troféus ou Ancestrais

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Ethnographisch-Archäologische Zeitschrift Nº 53/1


Ethnographisch-Archäologische Zeitschrift
Vol. 53/1 - 2012


INDEX

Abhandlungen

«Das ergab aber ein so buntes und wenig eindrucksvolles Bild». Zu den Anfängen der archäologischen Kartographie in Deutschland (1870–1914)
Susanne Grunwald

Überlegungen zum organischen Gerätetyp «Vorschaft» des 
europäischen Magdalénien
Sebastian Pfeifer

Theoretische Archäologie und Historische Erzählung. Zu Hochkultur 
und Barbaricum am Beispiel der Fürstensitze der Späten Hallstattzeit
Beat Schweizer

Social Construction and the Invisible Gender Roles in Talensi 
House Construction
Gertrude Aba Mansah Eyifa-Dzidzienyo


Tagungsbericht

Gewalt und Gesellschaft. Dimensionen der Gewalt in ur- und frühgeschichtlicher Zeit. Bericht zur Tagung vom 14.–16. 
März 2013 in Würzburg
Thomas Link


Besprechungsaufsatz

Die Fundverteilungen von Kalkriese Oberesch im Rahmen einer Schlachtfeldarchäologie: Neue Aspekte zur Interpretation 
des Fundplatzes
Nils Müller-Scheeßel


Ir ao número da revista:  EAZ

domingo, 23 de novembro de 2014

Geopolítica do Imperio Romano - Livro

GÉOPOLITIQUE DE L´EMPIRE ROMAIN

Le Bohec, J., Géopolitique de l’Empire romain. Ellipses, 2014. 256pp.  ISBN: 9782340002586


Sinopse
Como se pudo constituir e pudo manter ao longo do tempo um império que reuniu a povos tão diversos, cujas fronteiras se estendiam sobre 17 000 km, e cuja segurança não estava assegurada, na época, mas que por uma trintena de legiones que, com seus auxiliares, representavam apenas uma força de 250 000 homens?


Esta obra analisa as condições políticas, militares, económicas e ideológicas que permitieram a uma pequena cidade do Lacio impor-se à Itália e depois a tudo o conjunto do Mediterrâneo. 



Permite compreender como, ao fio dos séculos, o pragmatismo dos generais e dos imperadores lhes permitiu explodir da melhor maneira os meios de que dispunham e as condições geográficas muito diversas que apresentava este vasto conjunto territorial, para assegurar a expansão e preservação do seu domínio.


INDEX



+INFO sobre o livro:  Géopolitique de l’Empire romain

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

As Guerras Astur-Cantabras - Congresso

Las Guerras Ástur-cántabras
I Encuentro Arqueologico

Quando: 2-4 Outubro
Onde: Gijom


O denominado pelos historiadores romanos Bellum Asturicum et Cantabricum, popularizado como Guerras Cántabras, não só constitui um dos factos mais trascendentes na história das regiões do N de Hispania que então foram incorporadas ao Império, senão que também foi um acontecimento político e militar relevante na própria Roma com particular influência na vida de Octavio Augusto, de cuja morte se cumpre o bimilenario no presente ano.


As repercussões históricas foram, além disso, muito superiores ao modesto tamanho e marginalidad geográfica daquele espaço, pois o sostenimiento do poder romano dependeu em grande parte das extrações auríferas que se iniciaram depois da conquista, se levaram a cabo estratégias e técnicas militares específicas e o conflito bélico gestó o alicerce de um ideário étnico e cultural dos povos ástures e cántabros, resistentes no último confin peninsular


Até faz uma vintena de anos todo o conhecimento deste interessante episódio, irremediavelmente constreñido pela perda do texto que lhe dedicou o historiador Tito Livio, se limitava a uns quantos extratos e dessa obra e de algumas outras fontes realizados por Floro, Orosio e Dión Casio.


Este panorama mudou radicalmente a partir das contribuições da Arqueologia, graças à reinterpretación de várias fortificações conhecidas de antigo e deficientemente classificadas, a descoberta de outras mediante fotointerpretaciones e prospecções aéreas e, por último, graças ao desenvolvimento de projetos de investigação em vários desses conjuntos arqueológicos que se mostram especialmente relevantes pela abundância e qualidade da documentação recuperada, da que se induze/induz a sua indudable protagonismo no curso das guerras

Este Encontro arqueológico tem por finalidade reunir pela primeira vez o amplo e surpreendente repertório de descobertas, bem como as novas interpretações que provocam em numerosas questões, fomentando o debate e intercâmbio de opiniões entre os pesquisadores e promovendo a sua transmissão à sociedade.


  Programa



+INFO no site de: Guerras Ástur-Cántabras

sábado, 20 de setembro de 2014

Clastres e as Sociedades Antigas - Livro


Pierre Clastres y las Sociedades Antiguas

Campagno, M. (ed.), Pierre Clastres y las sociedades antiguas. Colección Estudios del Mediterráneo Antiguo – PEFSCEA Nº 9, Buenos Aires, 2014


Sinopse
Embora a obra de Clastres centrara-se na etnologia, as suas idéias têm muito que oferecer para o pensamento das sociedades antigas. Esses mundos distantes têm sido cenarios tanto das sociedades não-estatais como do surgimento dos primeiros estados.


Que se pode dizer do status político dessas sociedades "primitivas"? E o que dizer da guerra? Se as sociedades não-estatais são sociedades contra o Estado, como pudo o Estado surgir? E como é possível caracterizar as sociedades que resultam dessa "desventura"?


Os estudos aqui reunidos têm em comum o fato de partir deste tipo de questões em relação à história das sociedades antigas, à luz de conceitos de raíz clastreana. Mas não compartilham necessariamente a mesma estratégia analítica ou o mesmo tipo de apropriação destes conceitos.


Trata-se de algo muito diferente, são apenas estudos de sociedades antigas que compartilham idéias e sensibilidades sobre a forma de pensar o regime histórico-social, para os quais a obra de Pierre Clastres não é ajeia


 
INDEX



+INFO sobre o livro: Pierre Clastres y las soc. Antig.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

O Armamento Lateniense em Alsacia e Lorena

L´ARMENT LATÉNIEN EN ALSACE ET EN LORRAINE

Reich, G., L'armement laténien en Alsace et en Lorraine: objets, pratiques et contextes de découverte. Mémoire de Master 2 - Archéologie du Territoire, Université de Strasbourg, Strasbourg, 2011, Vol. 1 - Texte 246 pp.


Sinopse
O tema desenvolvido no âmbito desta tese concerne às armas de guerra da Segunda Idade do Ferro, na Alsácia e Lorena. Ele inclui armamento si, mas também o tratamento que lhe é reservado e os contextos da sua descoberta como objetos arqueológicos. Pelo tanto este tópico leva associadas várias questões.


A área do estudo serão as armas que constituem a panóplia do guerreiro celta Quais são aquelas que constituem equipamentos de qualidade excecional e como se pode definir a riqueza do armamento? Quais são as tendências e tecno-morfológicas e crono-tipológicas globais? Isso usado essas armas? Quem usava essas armas. O estudo dos contextos, conhecidos pela literatura arqueológica, permite abordar assim mesmo outras questões.


Que contextos são conhecidos para estes objetos na área de estudo? Percebesse um tratamento especial das armas antes do seu abandono? Que fácies culturais se amostram entorno das armas, o seu tratamento e contextos de deposição? Que tipo de mobiliário é associado à panóplia guerreira? 


Podemos ver uma evolução cronológica de artefactos associados assim como do seu tratamento acorde com o mobiliário da região considerada? Em que condições esse mobiliário foi descoberto?


 INDEX



Descarregar a tese em:  Academia.edu

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Os Mercenários Celtas - Livro


LES MERCENAIRES CELTES

Luc Baray, Les mercenaires celtes et la culture de La Tène. Critères archéologiques et positions sociologiques. Editions Universitaires de Dijon, Dijon, 2014 228 pp.  ISBN : 978-2-36441-094-7


Sinopse
As fontes literárias antigas nos dizem que vários milhares de Celtas foram recrutados como mercenários nos exércitos púnicos e gregos durante os últimos cinco séculos aC. Os objetos arqueológicos que evidenciam essas relações entre celtas e são relativamente raros (armas ou representações esculpidas ou imagens pintadas de guerreiros celtas) e estão espargidos de forma desigual em tudo o teatro de operações da bacia mediterrânica (Itália, Sicília, França Mediterrâneo, Ásia Menor, Egito...) e na Europa nordalpina


Luc Baray oferece uma abordagem crítica à interpretação tradicional dos objetos da cultura La Téne e as representações figurativas conhecidas que deveriam ter marcado as rotas dos mercenários celtas cara às de regiões de contratação ou de voltar para a sua terra natal.


O autor convida-nos a tomar com precaução os atalhos que de jeito perigoso e erróneo assimilam a produção material coa identidade cultural e étnica. O livro analisa sucessivamente diferentes objetos ou tipos de objetos relacionados com esta problemático da antropologia histórica e cultural.


 INDEX



+INFO sobre o livro:  Le Mercenaries Celtes

terça-feira, 10 de junho de 2014

Capacetes Hispano-Calcídicos - Apresentação


Cascos Hispano-Calcídicos

Graells, R, Lorrio, A & Quesada, F (2014): R. Graells, A.J. Lorrio, F. Quesada, Cascos Hispano-Calcídicos. Símbolo de las élites guerreras celtibéricas . RGZM, Maguncia 2014.


Hoje apresentara-se no local do Instituto Arqueológico Alemão em Madrid o livro Cascos Hispano-Calcídicos. Símbolo de las élites guerreras celtibéricas.


O Hispano-Calcídico é um tipo autóctone datável entre o s. IV e II aC Sua distribuição na Península Ibérica é ampla, mas mostra uma concentração particular na área celtibérica (Aranda de Moncayo, Prov. de Saragoça; Numancia, Muriel de La Fuente, prov. de Soria). 


A publicação analisa as características morfológicas e decorativas para aproximar-se a produção e a importância dessas armas como elementos de proteção e, ao mesmo tempo que veículos transmissores de ideias complexas, tais como poder e o rango militar. Este desenvolvimento foi o resultado do impacto da interação das atividades mercenárias no sul da Itália.


O ato decorrera às 7:30 da tarde, a entrada é livre

quarta-feira, 28 de maio de 2014

JALC 5/1, 2014

Journal of Archaeology in the Low Countries
Vol 5/1, 2014


Articles

Micromorphological study of Early Neolithic (LBK) soil 
features in the Netherlands
D.J. Huisman, F. Brounen, E. Lohof, R. Machiels, J. de Moor, B.J.H. van Os, P. van de Velde, E. Rensink, I.M. van Wijk

The Westfrisian Bronze Age: a view from Enkhuizen-Kadijken
E. Lohof, W. Roessingh

Wet, wealthy worlds: The environment of the Swifterbant river system during the Neolithic occupation (4300-4000 cal BC)
M. Schepers

Could the local population of the Lower Rhine delta supply the Roman army?: Part 2: Modelling the carrying capacity using archaeological, palaeo-ecological and geomorphological data
M. van Dinter, L.I. Kooistra, M.K. Dütting, P. van Rijn, C. Cavallo



Ir ao número da revista: JALC

terça-feira, 1 de abril de 2014

Identidades no Ocidente Antigo - Palestras


Encuentros, transformaciones, Construcciones
En torno a las identidades del Occidente antiguo

Quando: 2-24 Abril
Onde:  Madrid


Ao longo do mês de abril decorrera na Faculdade de Filosofia e Letras da UAM o II Seminário de Estudos sobre o Occidente Antigo (SEOA) dedicado ao tema: Encontros, transformações, construções: em torno das identidades do Occidente antigo.


As últimas décadas viram emergir num processo de renovação profundo e heterogéneo na investigação sobre o mundo antigo, nutrido por perspetivas críticas diversas, refrescadas pela inovação científica e a hermenêutica pós-colonial. Deste estimulante panorama surge o SEOA, como um foro de reflexão sobre a análise das sociedades do Ocidente antigo e a a sua interação com as potências mediterrâneas.


Esta edição se focaliza em um dos âmbitos mais férteis dessas novas tendências as identidades e o seu mecanismo de conformação, mudança e perceção. Uma temática abordável desde quatro eixos que centrarão as respetivas sessões: relações entre colonização e identidade; envolvimentos das identitárias da guerra; aproximações 


teórico-metodológicas à etnicidade; e receção essencialista da Antiguidade. Abarcam-se assim as linhas fundamentais que estão a definir a investigação atual contribuindo uma visão global e interligada do problema.


 Programa



+INFO no site do grupo de pesquisa:  Occidens

quarta-feira, 19 de março de 2014

Monte Bernorio no seu Entorno - Seminario


Seminario X Aniversario Monte Bernorio en su Entorno

Quando: 27-28 Março
Onde: Madrid




Durante dois dias o seminário, percorrera a Idade do Ferro, a cultura dos oppida na Europa, e todas as feições pesquisadas durante os últimos anos sobre a cidade fortificada de Monte Bernorio: construção territorial, economia, religião, urbanismo, cultura material.


No seminário tratar-se-ão os dois acontecimentos bélicos que marcaram a história do enclave: as Guerras Cântabras e a Guerra Civil Espanhola. Além das conferências dadas pela Equipa do Projeto Monte Bernorio, contaremos com a presença de grandes figuras da Proto-história, como os Professores Martín Almagro Gorbea, Gonzalo Ruiz Zapatero ou Luis Berrocal. 


O seminário decorrera no Salão de Atos da Faculdade de Geografia e História da Univ. Complutense. O acesso será livre e gratuito.


Programa



+INFO no site do Projeto:  Monte Bernorio

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Armamento e Arqueologia da Guerra - Talher

Armamento y arqueología de la guerra en la Península Ibérica prerromana (s. VI-I a.C.): Problemas, objetivos y estrategias

Quando: 17 Janeiro
Onde: Madrid


O Instituto Arqueológico Alemão de Madrid (DAI), organiza o próximo ano um talher intitulado Armamento e arqueologia da Guerra na Península Ibérica Pré-romana. O talher esta coordenado pelos doutores Dirce Marzoli (Deutsches Archäologisches Institut Abteilung Madrid), Raimon Graells i Fabregat (Römisch Germanisches Zentralmuseum Mainz. Forschungsinstitut für Vor- und Frühgeschichte)


Este talher apresenta o estado atual da investigação sobre o armamento e a guerra durante a Idade de Ferro na Península Ibérica. O objetivo é analisar o relacionamento entre as tradições locais e as influências estrangeiras bem como o impacto desta interação nos respetivos desenvolvimentos locais, com reflexo direto na identidade das suas elites.



Para isso no talher se discutem diferentes feições da investigação atual bem como se apresentam novos reptos e objetivos para a investigação arqueológica da guerra na Península Ibéria pré-romana. O evento é uma continuação da reunião organizada em 1996 baixo a direção de P. Moret e F. Quesada na Casa de Velázquez (Madrid).


 Programa



terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Aliados em Armas - Colóquio

Aliados en armas. Coaliciones y pactos en el horizonte de la expansión romana en Occidente (siglos III AC–I DC)

Quando: 13 dezembro
Onde: Palma de Malhorca


A Área de História Antiga, Departament de Ciències Històriques i Teoria de les Arts da Universidade das Ilhas Baleares organiza dentro do projeto SYMMACHÍA: Entre a paz e a guerra: alianças, confederações e diplomacia no Ocidente organiza a próxima sexta-feira dia 13 de dezembro o V Colóquio Occidens intitulado Aliados em armas. Coalizões e pactos no horizonte da expansão romana em Ocidente (séculos III AC–I DC)


O colóquio decorrera a partir das 10 horas na aula de grão da Faculdade de Filosofia e Letras, edifício Ramón Llull


 Programa



+INFO no site de: Occidens

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Gladius 33

GLADIUS 33, 2013


Artículos

La panoplia en los vasos del Tossal de Sant Miquel (Llíria). Ensayo de interpretación iconográfica   7-38
Susana Rosa Pérez Ferrandis

Estelas ibéricas con lanzas y tropas auxiliares en el nordeste peninsular    39-56
Roger Riera Vargas

Los proyectiles de artillería romana en el Oppidum de monte Bernorio (Villarén, Palencia) y las campañas de Augusto en la primera fase de la guerra cantábrica   57-80
Jesús F. Torres-Martínez, Antxoka Martínez Velasco, Cristina Pérez Farraces

Broches de cinturón de tipo hispano en Cástulo: una contribución al ejército bajo imperial en Hispania   81-112
Bautista Ceprián del Castillo, Carmen Repullo Roldán, Jorge Alarcón Fernández

Técnicas de ataque y defensa en los asedios del siglo XIII: ámbito catalano-aragonés y occitano  113-130
Josep Suñé Arce

Categorías de combatientes y su armamento en el aragón bajomedieval: la guerra de los Dos Pedros (1356-1366)  131-156
Mario Lafuente Gómez

Reproduciendo acero de crisol: una guía práctica y un análisis comparativo con manuscritos persas  157-192
Manouchehr Moshtagh Khorasani,Niko Hynninen


Reseñas   193-208
PJoachim Neumaier M.A., María del Mar Gabaldón Martínez,Borja Antela-Bernárdez, David Soria Molina


Ir ao número da revista:  Gladius

sábado, 9 de novembro de 2013

Oxford Journal of Archaeology 32/4

Oxford Journal of Archaeology
Vol. 32/4 2013
  
 
Articles

Unpicking the Chronology of Carrowmore   343–366
Stefan Bergh and Robert Hensey

Ceramic Traditions and Cultural Identities: West-Central France during the Late Neolithic II Period (c.3400–2900 cal. BC)  367–389
Vincent Ard

From Greek Boar's-Tusk Helmets to the First European Metal Helmets: New Approaches on Development & Chronology  391–412
Marianne Mödlinger

Roman Urbanism: A View from the Countryside  413–432
Jeremy Taylor

Cooking Pots and Islamicization in the Early Medieval Vega of Granada (Al-Andalus, Sixth to Twelfth Centuries)  433–451
Jose C. Carvajal and Peter M. Day



Ir ao número da revista:  OJA 32/4

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Guerra, Paz e Natureza Humana - Livro

WAR, PEACE & HUMAN NATURE

Douglas P. Fry: War, Peace, and Human Nature. The Convergence of Evolutionary and Cultural Views. Oxford Univ. Press, Oxford 2013 582pp.   ISBN: 9780199858996


Sinopse
Têm os humanos sempre feito a guerra? É esta uma adaptação evolutiva ou apensas um comportamento relativamente recente?, e que nos diz isso da natureza humana?. Em War, Peace, and Human Nature Douglas P. Fry reúne aos principais experientes em campos como a biologia evolutiva, a arqueologia, a antropologia ou a primatologia para responder a estas perguntas fundamentais sobre a paz, os conflitos e a natureza humana num contexto evolutivo.


Os capítulos deste livro demonstram que os seres humanos têm claramente a capacidade de fazer a guerra, mas igualmente que a guerra não se dá em algumas culturas, e não se pode ver como um universal. Contra do que pudesse se pensar o registo arqueológico mostra à guerra como um fenómeno relativamente tardio, dando pouco apoio à ideia de que o conflito bélico é um facto antigo ou uma adaptação evolutiva.


Isto mostra, assim mesmo, que as visões da natureza humana como intrinsecamente bélica não se derivam tanto dos factos como de pontos de vista culturais implícitos no pensamento ocidental. Os capítulos deste volume interdisciplinar refutam muitas generalizações e tópicos e contribuem a dar algo de objetividade a temas tão controvertidas cultural e historicamente como são a guerra, paz, e natureza humana.


 INDEX



+INFO sobre o livro:  War, Peace & Human Nature

Arqueologia, Armas e Conflitos - Exposição

2.500 anos de Armas e Conflitos

Quando: 14 Junho - 31 Outrubro
Onde: Abrantes


Hoje às 16h00 horas terá lugar no Museu D. Lopo de Almeida no Castelo de Abrantes a inauguração esposição organizada pelo Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (MIAA) 2.500 anos de armas e conflitos. A exposição estara aberta até o dia 31 de outubro



Sinopse
O conflito tem sido uma constante na vivência das sociedades humanas. Por isso, a armaria sempre teve um papel de relevo. Ontem como hoje, vencedores e vencidos medem-se, em grande parte, pela qualidade das armas que usam e, por isso, a evolução do armamento ofensivo e defensivo tem sido uma preocupação constante. O Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abtantes trae para esta v antevisão – capacetes, armaduras, couraças, canhões de mão e outras peças do acervo do MIAA que nos “falam” da guerra, em várias regiões e ao longo 2500 anos.


+INFO no site da:  CM de Abrantes

sexta-feira, 22 de março de 2013

O Imperador e os Rios

EL Emperador y los Ríos

Montero Herrero, S., El Emperador y los ríos. Religión, ingeniería y política en el Imperio Romano. UNED, Madrid, 2012 360pp. ISBN: 978-84-362-6394-7


Sinopse
A obra examina por primeira vez a relação dos imperadores romanos, os rios do Império no eido da religião. Na primeira parte, após um exame da natureza sagrada dos rios, bem como dos tratados de paz assinados nas suas margens, destacam-se os esforços da administração romana para impor seu domínio sobre as águas e a consideração de sacrilégio que sempre merecerão as obras de engenharia hidráulica. 



Na segunda parte atende-se as diversas formas de cruzar o rio pelo imperador e seu exército, levados pelo temor indisposição divindade fluvial, o que suscita a aparição de visões e prodígios. O passo constituía uma prova da legitimidade da conquista e do poder, e é por isso que muitas vezes ele será usado pela oposição política. Finalmente, em uma terceira parte, são analisados dois casos particulares: as relações de poder imperial com o Tiber e o Nilo. 



O diferente caráter que teve em Roma a crescida dos rio romano e egípcio destaca o confronto entre a sua interpretação em clave natural ou religiosa e, em qualquer caso, o envolvimento contínuo de ambos deuses-rio na política romana


INDEX



+INFO sobre o livro:  UNED Catalogo Public.