domingo, 19 de abril de 2015

IV Jornadas das Letras Galego Portuguesas


IV Jornadas das Letras Galego Portuguesas

Quando: 30-31 Maio
Onde:  Pitões das Júnias (Montealegre)


Programa

Dia 30 de maio. Sábado

10:00 Abertura IV Jornadas das Letras galego-portuguesas em Pitões

- Lúcia Jorge. Presidente da Junta de Freguesia de Pitões das Júnias
- Representante da Câmara Municipal de Montalegre
- José Manuel Barbosa

1º Painel. Moderador: José Manuel Barbosa: Desperta do teu sono.

- 10:30: Mónica O'Reilly: Myth and identity: Leabhar Gabhála Éireann: Construction and de-construction of irish, Galician and Portuguese Gaelic narrative (Tradução simultânea: João Paredes).

- 11:30: João Paredes: Sobrevivências da antiga religião galaica e concomitâncias na Europa atlântica

- 12:30: Marcial Tenreiro:  Mito, Ritulidade e Território; Para uma etno-árqueologia jurídica na céltica peninsular

13:30: Almoço


2º Painel. Moderadora: Kátia Pereira representante do Polo Eco-Museu do Barroso-Pitões das Júnias

-16:00: Filme: Cemraiost'abram de Mónica Baptista.

-17:00: Rafael Quintia, Miguel Losada e José Manuel Barbosa: Apresentação das Atas das Jornadas das Letras galego-portuguesas dos anos passados.

18:00: Livre

Dia 31 de maio. Domingo

3º Painel. Moderador: David Teixeira Vereador de Cultura e representante da Câmara Municipal de Montalegre.

-10:00: Maria Dovigo: Lei estranha do herdo. Presença da avó na poesia galega contemporânea: As elegias de Joana Torres

-11:00: Hugo da Nóbrega: Identidade toponímica do Norte de Portugal e localização do nome da Gallaecia

-12:00: Conclusões e propostas em comum.

13:00: Almoço

16:00: Visita turística por Pitões das Júnias

-Visita ao Mosteiro de Pitões das Júnias

-Visita à Cascata

-Visita ao Eco-Museu onde se vai expor a panóplia guerreira dos soldados galaicos por parte do grupo Oinaikos Brakaron


+INFO no site das: Jornadas de Letras Galego-Portuguesas

sábado, 18 de abril de 2015

Gallaecia Vol 32


Gallaecia
Revista de Arqueoloxía e Antigüidade

Vol. 32 - 2013


INDEX

ἡ ἀληθεστάτη πρόφασις: Historia, Medicina e Historia de la Medicina
César Sierra Martín

Sobre el primer culto a Caronte en la Península Ibérica. Datos para una discusión
Raimon Graells i Fabregat

Entre naturaleza y cultura: Arquitectura ambigua en la Edad del Hierro del NO peninsular
Marco V. García Quintela

A Indústria Macrolítica Holocénica da Praia de Rio de Moinhos (Marinhas, Esposende, NW de Portugal). Apresentaçâo de um estudo preliminar
Sérgio Monteiro-Rodrigues

Las primeras intervenciones arqueológicas en A Cidadela (Sobrado dos Monxes, A Coruña)
José Manuel Costa García

Aproximación a la distribución espacial de sitios arqueológicos de la Prehistoria Reciente en la Ría de Arousa (Pontevedra)
Félix González Insua

Lorenzo Hervás, o celtismo galego e a lenda de Breogán
Fernando Pereira González

Buscando a La Ragazzona. Prospección arqueológica subacuática en la ensenada de Cariño, Ferrol Español
David Fernández Abella

Cerámica en silos. Contextos Medievais e Modernos na Rúa do Franco nº 31, Santiago de Compostela
Francisco Alonso Toucido, María Pilar Prieto Martínez, Álvaro Rodríguez Resino


Noticiario arqueológico de Galicia y el NO peninsular

Dos monedas romanas tardías procedentes de Cambados (Pontevedra)
José Manuel Costa García, Erik Carlsson-Brandt Fontán

Nuevo hallazgo anfórico romano en Tui (Pontevedra)
Erik Carlsson-Brandt Fontan, David Fernández Abella

Recensiones

García Figuerola, M. Tesoros escondidos de la Meseta Norte, La Editorial de Urueña S.L. Castilla tradicional / Museo etnográfico de Castilla y León, Valladolid, 2012; 246 págs., 34 ilustraciones; 18 cuadros. Prólogo de Carlos Piñel Sánchez. ISBN: 978-84-938164-8-3
Luis Ramón Menéndez Bueyes


Ir ao número da revista: Gallaecia

HERAKLEION Nº 7


HERAKLEION
Número 7, 2014


Fontes escritas, registo arqueológico, História de África: percursos
possíveis para um método comparativo.  pp. 7-27
Pedro Albuquerque

Un tesoro de dishekels y shekels hispano-cartagineses hallado por
Badajoz.  pp. 29-51
David Martínez Chico

La fundación de la colonia de Norba Caesarina.  pp. 53-64
Luis Amela Valverde

Imagen. Fe. Dinero. Del dinero-mercancía a la moneda-símbolo.
pp. 65-84
Aarón A. Reyes Domínguez

La figura del tyrannus, del rebelde, en la tradición visigoda a través de las
obras de Julián de Toledo. pp. 85-101
José Ángel Castillo Lozano


Recensiones

Confines. El extremo del mundo durante la Antigüedad, Prados, F.;
García, I. y Bernard, G., eds. pp. 103-106
por Laura Arce Cueto

The Ancient Sailing Season, Beresford, J. pp. 106-108
Chiara Maria Mauro

Militares y civiles en la antigua Roma. Dos mundos diferentes, dos
mundos unidos, Palao Vicente, J. J., ed. pp. 109-112
David Álvarez Jiménez



Ir ao número da revista:  Herakleion

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Divinidades Indigenas em Portugal - Livro


D´Encarnação, José, Divindades Indígenas sob o Domínio Romano em Portugal. Subsídios para o seu estudo. Universidade de Coimbra, 2015, 2ª edição.   ISBN: 978-972-9004-29-2


O Instituto de Arqueologia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra acaba de disponibiliçar on-line em pdf através do seu repositorio de publicações digitais a obra clássica de Jose D´Encarnação Divindades Indígenas sob o Domínio Romano em Portugal.


 INDEX



Descarregar o livro:  Div. Indigenas sob Domínio Romano

quarta-feira, 25 de março de 2015

Royal Scone Conference - Videos


Royal Scone Conference

Perth, Escocia
Novembro 2014


Gordon Noble - Cult and Kingship,Understanding the Early Pictish Royal Centre at Rhynie



Alan Miller - Digital reconstruction of Scone Abbey



Alastair Mann - The Last Coronation of a King of Scots: Charles II in 1651 at Scone



Alexandra Sanmark - At the Assembly: Elite Rituals and the Creation of Ritual Space



David Caldwell - Finlaggan, Islay – a place for inaugurating kings



David Rollason - Stones and stone thrones in ‘celtic’ and non-‘celtic’ kingship across the middle ages



Jan-henrik Fallgren - Scandinavian Hill Forts – Symbolic sites for royal and common rituals



Jana Maríková-Kubková - Prague Castle. Seat of the Dukes and Kings of Bohemia, Place of Their Investiture



John Ljungkvist - Gamla Uppsala through a millennia, a continuous centre in constant transformation



Judith Ley - From Charlemagne’s Royal Residence to the German Coronation Place: A New Theory to the Function and Symbolism of the Aachen Palace



Karsten Ley - ‘Charlemagne’s own palatine chapel: Perception and Development of Aachen’s Carolingian Heritage 1949 ‐ 1978 ‐ 2014



Lucinda Dean - Where to make the king (or queen): the importance of place in Scottish inaugurations and coronations from 1214 to 1651



Matthew Hammond - Perth/Scone and assembly government in the mid-twelfth century



Øystein Erkoll - ‘The Kings’ Chair’ – The Royal Acclamation Tribune on Nidaros Cathedral Cemetery



Patrick Gleeson - Gathering the nations of early medieval Ireland: debating provincial kingship, royal government and ceremony in the post-Roman West



Richard Millar - Scone Abbey: An Overview of its Portfolio of Lands, Rights, and Churches



Andrew Johnson - Tynwald: Assembly, Royal Inauguration and Parliamentary Tradition on the Isle of Man



Extraido de: Boug´s Archaeology


segunda-feira, 23 de março de 2015

Arqueologia e Mitologia Celta


Archaeology and Celtic Myth
an Exploration

John Waddell
Rhind Lectures - 2014


Entre os dias 25 e 27 a Royal Society of Antiquaries of Scottland celebrou as Rhind Lectures do ano 2014, que contarom com ponente com o Prof. John Waddell, catedrático emérito da National University


of Ireland - Galway, que desenrolara algumas das temáticos enfrentadas no seu último livro Archaeology and Celtic Myth.


Resume
Os arqueólogos que trabalham na Irlanda se enfrentam ocasionalmente com alguns desafios bastante incomuns. Aqueles que estudaram a arqueologia do célebre de Tara, por exemplo, tiveram


que enfrentar não apenas aos problemas interpretativos colocados por uma série de enigmáticas obras, mas também confrontados com uma série de monumentos e uma paisagem que suportar um peso extraordinário do mito e lenda.


Introduction - Dr Ann McSween



1 - Confronting Ancient Myth



2 - The Otherworld Hall on the Boyne



3 - In pursuit of the Otherworld



4 - The Horse Goddess



5 - The Goddess of Sovereignty



6 - Sacral Kingship



Vote of Thanks - Dr Katherine Forsyth




quinta-feira, 19 de março de 2015

Ritos Gauleses e Romanos - Exposição


Rites gaulois et romains entre Rhône et Alpes

Quando: 20 Março
Onde: Saint-Paul-Trois-Châteaux


A próxima sexta-feira dia 20 inagurara-se no MUSAT (Musée d’Archéologie Tricastine) de Saint-Paul-Trois-Châteaux (França) a exposição Rites gaulois et romains entre Rhône et Alpes


Esta exposição apresenta os trabalhos de dois anos pesquisa coletiva conduzida por especialistas e conservadores de museus associados as escavações relacionadas com lugares de culto gaulêses, galo-gregos e gallo-romanos situados entre o Rhodano e o pé dos Alpes.


Na exposição serão exibidas parte das coleções dos museus das regiões Rhône-Alpes e Provence-Alpes-Côte d'Azur 


+INFO no site do:  MUSAT

quinta-feira, 12 de março de 2015

Celtic Students Conference 2015


Celtic Students Conference 2015

Quando: 20-22 Março
Onde: Falmouth


A Association of Celtic Students of Ireland and Britain (ACSIB) organiza os proximos dias 20 ao 22 de Março a proxima ediçao da sua Celtic Students Conferences. O congress será realizado no campus da Universidade de Exeter em Penryn, Falmouth, Cornwall, no sábado 21 e domingo 22 de marco de 2015, com um evento de boas-vindas na sexta-feira 20


O objetivo da Associação é promover laços sociais e acadêmicos entre os estudantes de línguas, literaturas e culturas celtas das Ilhas Britanicas e além, e dar-lhes uma oportunidade de ganhar a experiência de apresentar o seu trabalho em um ambiente de apoio entre os seus pares.


 Programa & Resumos



+INFO no site da:  ACSIB

terça-feira, 10 de março de 2015

Um novo túmulo principesco descoberto


Descoberto em França um novo túmulo principesco do século V a. C


Desde outubro de 2014, uma equipa de arqueólogos do Inrap vem escavando com uma tumba principesca datada do início do século V a.C, dentro de um complexo funerário monumental excepcional em Lavau (Aube).


Tumba principesca excecional
No centro de um túmulo de 40 m de diâmetro, o falecido e seu carro no medio de uma vasta câmara funerária de 14 m², um das maiores registradas pelos arqueólogos para esta época do fim da Idade do Ferro (Hallstatt).


De acordo com o colapso dos níveis do túmulo, o túmulo contém depósitos funerários de uma riqueza digna das mais altas elites hallstatticas. Dispostos em um ângulo, os objetos mais ostentosos consistem de piscinas, uma cista de bronze cista (balde) com uma decoração acanalada cerâmica fina, e uma faca na sua bainha.


A peça central do depósito funerario é um caldeirão de bronze, de cerca de 1 m de diâmetro. Quatro assas circulares estão adornados com cabeças Acheloo deus-rio aqui representados com chifres, barbudo, com orelhas de touro e um bigode triplo. A borda do pote é decorado com oito cabeças de leões. A obra é grega ou etrusca.


No interior do caldeirão repousa um oinochoe cerâmico de figuras pretas no que apares Dionísio deitado sob uma videira enfrentado a uma personagem feminina. A representação seria uma cena do banquete, um tema recorrente na iconografia grega.


O lábio e ao pé do jarro são definidos com uma placa de ouro, destacada por uma decoração en fligrigna imitando meandros de água. Um serviço de bebida de origem greco-itálico que reflete as práticas de banquete das elites aristocráticas celtas.

Principados celtas e cidades-estados gregas e etruscas
O final do século VI e início do século V a.C, estsão marcados pelo desenvolvimento da atividade econômica das cidades-estados gregas e etruscas do Ocidente, especialmente Marselha. Em busca de


escravos, metais preciosos e mercadorias (incluindo âmbar), os comerciantes do Mediterrâneo entrar em contacto com as comunidades celtas continentais.


Aqueles que dominavam as vias naturais de comunicação, especialmente na área do interflúvio do Loira-Sena-Saona-Rin-Danúbio, beneficiam-se do tráfego e vêm suas elites adquirir muitos produtos


 de prestígio que os mais notáveis são encontrados enterrados em túmulos monumentais, como por exemplo Heuneburg e Hochdorf na Alemanha, Bourges, Vix em França e agora Lavau


Espaço funerario, Lugar de memória
A vocação funeraria deste site é remarcavel, incluindo a sua perduravilidade. As primeiras sepulturas de cremação e tumulos circulares delimitadas por fossos são criadas no final da Idade do Bronze (cerca de 1300-800 aC).


Sucede-lhes, durante a primeira Idade do Ferro, um guerreiro com sua espada de ferro e uma mulher adornada com pulseiras de bronze sólido. Por volta do 500 aC, as fossas de quase três metros de profundidade uniram em um único conjunto monumental estes monumentos antigos e a um tempo construe-se o tumulo principesco. 


Este espaço memorial ainda está em uso no período galo-romano: as valas do monte são conservados, os túmulos antigos ocupam agora o espaço.

O conhecimento dos principados celtas renovada
A escavação do túmulo de Lavau renova hoje em dia a pesquisa e o conhecimento do fenómeno principesco da primeira Idade do Ferro na Europa Ocidental. Melhor preservada que as túmbas de carro de Vix


 (Côte d'Or) e Hochdorf em Baden-Württemberg (Alemanha), a de Lavau hoje foi excavada por uma equipa interdiciplinar utilizando as mais recentes metodologias e técnicas desenvolvidas pelo já durante a escavação do túmulo de Warcq (Ardenas).

Fonte: Inrap


sábado, 7 de março de 2015

Poder, Comunidade e Genero no Noroeste - Livro


Relaciones de Poder en las Comunidades Protohistóricas del Noroeste

González Santana, M., Relaciones de poder en las comunidades protohistóricas del noroeste peninsular. Espacios sociales, prácticas cotidianas e identidades de género. Ediciones Trabe, Oviedo, 2013   ISBN:  978-84-8053-710-0
  
 

Sumario
Desde que Estrabão falasse dos habitantes das montanhas, muito tem-se dito ao respeito das comunidades sitas no norte hispano. Celtismo, indigenismo, igualitarismo, matriarcalismo e toda uma série de -ismos, surgidos ao albo do interesse que suscitavam e suscitam estas populações. 


O passo do tempo e o repouso de ideias favoreceram a aproximação de posturas, e com isso, a possibilidade de observar os benefícios que oferece o uso e análise de diferentes fontes. Com esta posta em comum, a autora tenta visualizar esse passado através da inclusão de conceitos tais como identidade, poder ou género.


O passo do tempo e o repouso de ideias favoreceram a aproximação de posturas, e com isso, a possibilidade de observar os benefícios que oferece o uso e análise de diferentes fontes. Com esta posta em comum, tentei visualizar esse passado através da inclusão de conceitos tais como identidade, poder ou género.


 INDEX



+INFO no site de:  Edic. Trabe