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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

KELTEN 61


KELTEN 61, 2014


Artikelen:

Frank Brandsma & Erik Hendrix "Tolkiens Arthur"  p. 2

Renée Calon "Het oppidum van Gondole (Le Cendre - Auvergne)"   p. 5

Greta Anthoons "Migratie en sociale netwerken als vormen van culturele uitwisseling in de ijzertijd: het relaas van een proefschrift"   p. 8

Martijn A. Wijnhoven "Geringd wapentuig: maliënkolders uit de ijzertijd"   p. 12

Recensies:

Stéphanie de Geus "Celtic from the west 2"  p. 15

Dennis Groenewegen "Gablánach in scélaigecht"   p. 16

Ranke de Vries "Een kunstig gerepareerd glas-in-loodverhaal"  p. 17

Michelle Bervoets "Een zoektocht naar Arthur in de middeleeuwse Welshe literatuur"  p. 18

Herman Clerinx "Nehalennia van Domburg: geschiedenis van de stenen monumenten"  p. 19

Bart Jaski "Britse degelijkheid"   p. 20

Verslagen:

Patrick Brown, vert. Dennis Groenewegen "The Fourth International Conference on the Ulster Cycle of Tales, 27-28 juni 2013"   p. 21

Linus Band-Dijkstra en Daan van Loon "Keltologie-Symposium Trier"   p. 22

Dennis Groenewegen "Publicatieoverzicht BA- en MA-scripties Keltisch 2012/2013"   p. 24

Nieuws en activiteiten:

Nieuws  p. 25
Agenda  p. 25
Mededelingen  p 26
Aankondiging Keltisch Colloquium 2014 achterkant


Ir ao site da revista: Kelten

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Paisagem, Identidade, Etnicidade - Livro

Landscape, Ethnicity, Identity in Archaic Mediterranean Area

S. Stoddart & G. Cifani (eds.) Landscape, Ethnicity and Identity in the Archaic Mediterranean Area. Oxbow Books, Oxford 2010
ISBN: 9781842174333


Sinopse:
O tema principal deste volume é o polimorfo conceito de etnia. Os autores analisam e contextualizam as continuas (re-)definições da etnicidade e a identidade desde duas perspectivas diversas: a partir da tradição clássica e outro através pré-histórica e a antropológica.


Olhando para o papel de fontes textuais na reconstrução etnia e apresentando novos e inovadores dados arqueologicos sobre a reconstrução da etnicida, quer a partir de trabalho de campo ou de novas formulações sobre dados antigos. Finalmente, em contraste coas abordagens tradicionais da etnicidade, examina-se também o relativo ao papel da paisagem e a interação de elementos naturais e culturais na construção etnica.


As dezenove contribuçoes aqui apresentados mostram como uma arqueologia moderna interdisciplinar e internacional, que combine -criticamente- os dados materiais junto com as provas textuais pode fornecer uma poderosa ferramenta de comprensão para o pleno entendimento das ideologias das sociedades antigas e modernas

 INDEX



+INFO sobre o livro: Landscape, Ethnicity, Identity

domingo, 12 de maio de 2013

Celtic from the West 2 - Livro

CELTIC FROM THE WEST 2

John T. Koch & Barry Cunliffe, Celtic from the West 2: Rethinking the Bronze Age and the Arrival of Indo-European in Atlantic Europe. Oxbow Books, Oxford, 2013 237pp.   ISBN: 9781842175293


Sinopse
A Fachada atlântica da Europa tem sido tratada como marginal para a formação da Idade do Bronze europeia e do quebra-cabeça da origem e primeira disseminação das línguas indo-europeias. Até recentemente, a ideia de que a Europa Atlântica era um mundo totalmente pré-indo-europeu durante a Idade do Bronze ficou plausível.



O rápido crescimento da evidência sobre a pré-história e mais tardiamente sobre as línguas pré-romanas do Ocidente esta tendendo cada vez mais a excluir essa possibilidade. Por isso, é hora de focar a atenção novamente na lista de "suspeitosos" habituais, de serem possíveis evidências arqueológicos sobre a chegada desta grande família de línguas e, assim mesmo, da emergência do seu ramo céltico.



Esta reconsideração do problema lança inevitavelmente uma nova luz penetrante sobre a formação de pré-história tardia da Europa Atlântica e as implicações das novas evidências para a consideração das ligações inter-regionais desta área.


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+INFO sobre o livro:  Celtic from the West 2

sexta-feira, 3 de maio de 2013

As Origens dos Irlandeses - J. P. Mallory

The Origin of The Irish

J.P. Mallory, The Origins of the Irish Thames and Hubson, 2013  320pp  ISBN 9780500051757


Sinopse
Os Estudiosos têm intrigado o enigma das origens dos irlandeses por mais de mil anos, mas -segundo o autor- sem nenhuma resolução clara. Os irlandeses medievais criaram uma elaborada narrativa de suas origens que tem assombrado gerações de arqueólogos, linguistas e ainda aos modernos geneticistas.

Livro de Leinster, Trinity College, fonte: ISOS

O livro de Mallory enfatiza que os irlandeses não têm uma única origem, mas são um produto de múltiplas influências que só pode ser rastreado através do emprego de arqueologia, genética, geologia, linguística e mesmo a mitologia. Começando com a colisão geológica que fundiu as duas metades da Irlanda, o autor traça a longa viagem da Irlanda para se tornar uma ilha. Examina as fontes arqueológicas sobre os primeiros povoadores da Irlanda e por que eles ter procurado este lugar da da Europa para estabelecer-se.

Teamhair na Rí, Tara Co. Medh, Leinster

Trata-se assim mesmo o problema das origens dos primeiros agricultores e o seu impacto sobre a Ilha, temática a que sege um exploração sobre os metalúrgicos da Idade dos metais; desde o cobre até o ferro, e como eles introduzir à Irlanda nas orbitas mais amplas da culturas europeias contemporâneas

Reconstrução de casa neolítica no Irish National Heritage Park

Mallory expõe e avalia as explicações tradicionais da pré-história da Irlanda à luz das pesquisas mais recentes e novas teorias sobre as origens dos irlandeses, abordando de passo polémica questão dos Celtas, da celticidade irlandesa e das evidencias linguísticas sobre o irlandês como língua.


INDEX

Introduction

Chapter One: The Origins of Ireland

Chapter Two: First Colonists

Chapter Three: First Farmers

Chapter Four: Beakers and Metals

Chapter Five: The Rise of the Warriors

Chapter Six: The Iron Age

Chapter Seven: The Native Version

Chapter Eight: Skulls, Blood and Genes

Chapter Nine: The Evidence of Language

Chapter Ten: The Origins of the Irish


+INFO sobre o livro: The Origin of the Irish


Postagem relacionada: Nos Começos da Britania ...

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Nos começos da Britania - Barry Cunliffe

BRITAIN BEGINS

Cunliffe, Barry, Britain Begins Oxford University Press, Oxford 2012 568pp. ISBN: 978-0-19-960933-8


Sinopse
O livro é nada mais nada menos do que a história das origens dos povos britânicos e da Irlanda, desde cerca de 10.000 aC até a véspera da conquista normanda. Usando a mais atuais evidências arqueológicas junto com as novas pesquisas sobre o ADN e outras técnicas científicas que nos ajudam a traçar as origens e movimentos destes primeiros povoadores.



Barry Cunliffe oferece uma rica narrativa dos primeiros habitantes das ilhas - quem eram?, de onde eles viram?, e como eles integravam uns com os outros?. Subjace a este relato a ideia de uma história entorno ao mar, que permitiu o constante contato entre os habitantes das ilhas e seus vizinhos continentais.



O livro também explora o desenvolvimento dos primeiros mitos historiograficos, criados arredor destes antepassados, tentando compreender suas origens. Antes do desenvolvimento da disciplina de arqueologia, votara-se mao dos textos biblicos e classicos dos textos bíblicos e clássicos, para criar uma origem mitológica dos britânicos. 

 "O Grande Festival dos Britões", extraido de Meyrick & Smith, The costume of the original inhabitants of the British Islands, Londres 1815

Cunliffe mostra como os arqueólogos de hoje não são menos movidos pelo mesmo desejo de compreender o seu passado, a diferença esta em que agora temos muitas mais evidências com as trabalhar


INDEX

Preface

Cap. 1 In the Beginning: Myths and Ancestors

Cap. 2 Britain Emerges: the Stage is Set

Cap. 3 Interlude: Enter the Actors

Cap. 4 Settlement Begins 10,000 - 4200 BC

Cap. 5 New People, New Ideas 4200 - 3000 BC

Cap. 6 Mobilizing materials: a New Connectivity 3000 - 1500 BC

Cap. 7 Interlude: Talking to Each Other

Cap. 8 The Productive Land in The Age of Warriors 1500 - 800 BC

Cap. 9 Episodes of Conflict 800 - 60 BC

Cap. 10 Interlude: Approaching the Gods

Cap. 11 Integration: the Roman Episode 60 BC - AD 350

Cap. 12 Its Red and Savage Tongue AD 350 - 650

Cap. 13 The Age of the Northmen AD 600 - 1100

Cap. 14 Of Myths and Realities: an epilogue

A Guide to Further Reading

Index


+INFO sobre o livro em: Oxford University Press

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Áreas Linguisticas, Áreas Culturais - Livro

        
AIRES LINGUISTIQUES, AIRES CULTURELLES

Le Bris, Daniel, Aires Linguistiques Aires Culturelles. Etudes de concordances en Europe occidentale: zones Manche
et Atlantique. CRBC/UBO, Brest, 2012, 196pp.
ISBN 978-2-901737-96-4


Sinopse
Os Celtas são realmente originários da Europa central? Pode-se ainda falar de uma invasão indo-europeia? Novos pesquisadores tentam o labor de alumiar a estas questões. São linguistas, arqueólogos, geneticistas, pré-historiadores e apoiam os seus estudos nas descobertas dos trinta últimos anos. Estas descobertas mostram que em uma aprastante maioria não há nenhuma prova de uma invasão indo-europeia em IV milénio aC. a escala de todo o continente europeu. Os Celtas já não viriam de um território sito entre Áustria e o sul da Alemanha, como isso é convencionalmente admitido desde o século XIX, mas seriam estabelecidos desde o final do Paleolítico superior e/ou o Mesolítico ao longo da costa atlântica, da península Ibéria à Armórica e às Ilhas Britânicas. Os descendentes dessas populações introduziriam e difundido, de oeste a este, e não ao inverso, o método de construção dos megálitos, o copo campaniforme, a metalurgia do bronze, a domesticação do cavalo, a roda de rádios.


INDEX

Introduction

Daniel Le Bris – Continuité-discontinuité de peuplement et de langues en zone atlantique


Les Européens Atlantiques

Marcel Otte – Les Indo-européens sont arrivés en Europe avec Cro-Magnon


Une Origine Atlantique des Cultures et Langues Celtiques

Mario Alinei et Francesco Benozzo – Les Celtes le long des côtes atlantiques : une présence ininterrompue depuis le Paléolithique

John T. Koch – Tartessian as Celtic and Celtic from the West: both, only the first, only the second, neither

Xaverio Ballester – Les langues celtiques : origines centre-européennes ou... atlantiques ?

Stephen Oppenheimer  – The post-glacial peopling of the British Isles: can "Celtic" and "Anglo-Saxon" physical intrusions be defined and measured?


Le Peuplement de La Manche

Cyril Marcigny – Emprise territoriale des complexes socio-économiques de l'âge du Bronze dans l'ouest de la France

Gary German  – Le brittonique et le vieil anglais suite à l'Adventus Saxonum : remplacement ou changement de langue ?

Des Corrélations entre le chamito-sémitique et le celtique

Steve Hewitt – La Question d'un substrat chamito-sémitique en celtique insulaire


+INFO sobre o livro: Aires Linguistiques, Aires Culturelles

domingo, 15 de janeiro de 2012

Romanos, Bárbaros e Transformações - Livro


Mathisen, R. W, Shanzer, D. (Edits.), Romans, Barbarians, and the Transformation of the Roman World. Cultural Interaction and the Creation of Identity in Late Antiquity. Ashgate, Farnham 2011 378 pp  ISBN: 978-0-7546-6814-5


Uma das transformações mais importantes do mundo romano na Antiguidade tardia foi a integração dos povos bárbaros no médio social, cultural, religioso e político do mundo mediterrâneo. A natureza destas transformações examinou-se na sexta Conferência bienal sobre a Antiguidade tardia: Fronteiras Cambiantes celebrada em março de 2005, de cujas palestras este volume apresenta uma seleção, completada com alguns outros artigos.

Estes 25 estudos fazem por rompem cos velhos estereótipos a respeito da segregação cultural e social entre os romanos e as populações bárbaras, e demonstrar que, contrariamente à passada ortodoxia, romanos e bárbaros interagiram em uma multidão de maneiras, e não era só bárbaros que experimentaram "etnogénese" ou assimilação cultural. Os mesmos romanos que menosprezaram o comportamento bárbaro também adotaram alguns das suas feições na sua vida quotidiana, fornecendo exemplos visíveis do grau de ambiguidade e negociação que caracteriza a integração dos romanos e os bárbaros, um processo no que se alteraram os conceitos de identidade de ambas populações. O mundo tardo-antigo culturalmente poliétnico que resultou, com umas fronteiras culturais cada vez mais permeáveis em ambas direções, permite explicar como o assentamento dos bárbaros no ocidente levou-se a cabo sem as dissonâncias que deveria ter produzido, e como essas populações bárbaras puderam ser perfeitamente integradas no antigo mundo romano


  INDEX



quarta-feira, 1 de junho de 2011

Áreas Linguisticas / Áreas Culturais - Colóquio

Aires Linguistiques / Aires Culturelles 

Études de correspondances en Europe Occidentale (zones Manche et Atlantique)

Brest, Université de Bretagne Occidentale
Faculté Victor-Segalen
9-10 Junho


Entre os próximos dias 9 e 10 de Junho de 2011, terá lugar no Centre de Recherche Bretonne et Celtique da Universidade de Bretanha Ocidental (Brest), co significativo título de: “Áreas linguísticas/áreas culturais: estudos de conexões na Europa Ocidental”, um Colóquio internacional com a participação de estudiosos de várias áreas (arqueólogos, linguistas, geneticistas), que de trocaram os seus pontos de vista sobre a relação entre as populações que vivem na Europa atlântica e as línguas que ali são faladas desde depois do Paleolítico. A conferência é o primeiro passo de um programa de colaboração interdisciplinar sobre o assunto entre arqueólogos, linguistas, paleo-antropólogos,geneticistas e historiadores.

Os desenvolvimentos levantados a cabo pela arqueologia nos últimos 30 anos mostram a ausência de qualquer invasão em larga escala na Europa, e pela contra a continuidade ininterrupta da maioria das culturas nas idades do cobre e do bronze na Europa desde o Neolítico, e assim mesmo a continuidade destas culturas neolíticas desde Mesolítico e os finais do paleolítico. Neste sentido parte dos participantes adscrevem-se a chamada teoria da PCT (Paleolithic Continuity Theory) mentres que outros prantearam outras alternativas possíveis a estas questões como a proposta do grupo de pesquisa ABraZo ao problema do Tartessico .


Programa




+ INFO no site do:   CRBC Colloques

sábado, 28 de maio de 2011

Britões, Gales e Europa - Colóquio


Ancient Britons, Wales, and Europe  New Reseach in Genetics, Archaeology and Linguistic


Cardiff, 4 Junho
National Museum de Gales


A começos do próximo mês de Junho terá lugar este colóquio em Gales, no que se porá especial interessa a relação entre a área britona e os seus contactos via marítima com o resto da área atlântica, vendo em que medida as aportações cruzadas da genética coa arqueologia e a linguística podem fornecer um novo marco interpretativo o problema da celtização do Ocidente, e neste caso concreto da sub-área cultural britónica 

De especial interesse desde um ponto de vista peninsular é que boa parte das palestras estão dedicadas as relações entre Britania e Ibéria, um índice mais do crescente protagonismo que o mundo céltico hispânico está a tomar ao redor da questão das origens célticas. Cecais a futura chave do problema?


Programa:




+ INFO no site do projeto:   ABrAZo

terça-feira, 29 de junho de 2010

Repensando a Idade do Bronze e os Indo-europeus



Dentro do Projeto ABrAZO (Ancient Britain and Atlantic Zone-Ireland, Armorica & Iberian Peninsula) celebrara-se a proxima semana, na Universidade de Oxford o Coloquio Rethinking the Bronze Age & the Arrival of Indo-europeans in Atlantic Europe.

Este projeto interdiciplinar dirigido pelo linguista J. T. Koch e o arqueólogo Barry Cunliffe, pretende respostar a mudança de paradigma que nos últimos anos se tem dado no eido dos estudos Célticos Os argumentos fundados na arqueologia e na genética apontam, cada vez mais, a favor de situar as origens celtas na Idade do Bronze Atlântico em lugar de nas culturas de Hallstatt e La Tène do Ferro centro-europeu, ou nos seus precedentes imediatos nos Campos de Furnas, como vinha sendo tradicional.

O colóquio focara-se na relação entre a Arqueologia da Idade do Bronze e os processos de celtização e indo-europeização, centrando-se fundamentalmente das Ilhas británicas pero também com achegas a outros âmbitos atlânticos como o tartêssico, e reunindo para elo neste foro a alguns dos mais importantes especialistas do momento como Renfrew, Mallory, Bodkto, Brathner, etc.


+INFO no site de:  Rethinking Bronze Age

sábado, 3 de outubro de 2009

Modelos e Etno-géneses


Áreas Linguísticas e Culturais Atlânticas, modelo de evolução

Fase 1)  Bronze Final Atlântico 900-600 a.C, área Atlântica e área dos Campos de Furnas centro-europeus, contraste entre ambas

Fase 2) Europa Atlântica 600-300 a.C, sobrevivência de celta arcaico (celta Q) em áreas marginais, novo circo atlântico (Gales-Cornualhes-Armorica)e zonas de influenza hallstattica e Lateniense em celta P

Fase 3) Europa Atlântica 300-100 a.C, área de influência de La Tene Meio (Cultura de Arras) e sobrevivência tradições atlânticas indígenas em áreas periféricas (W Irlanda, N Escócia, NW Hispania)

Modelo proposto por Jon Henderson (2007) para explicar a celticidade linguística das áreas marginais ao complexo lateniense (modelo tradicional de celtização). pranteia um modelo de evolução diacrónica correlativa das área linguística e arqueológica atlânticas que permite ver as inter-relações cambiantes a nível global sobre a base de uma continuidade local básica.

Um modelo mais coerente de celtização acredito eu que pensar em macro-ondas demograficas invasivas e historicamente improváveis