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sábado, 7 de março de 2015

Poder, Comunidade e Genero no Noroeste - Livro


Relaciones de Poder en las Comunidades Protohistóricas del Noroeste

González Santana, M., Relaciones de poder en las comunidades protohistóricas del noroeste peninsular. Espacios sociales, prácticas cotidianas e identidades de género. Ediciones Trabe, Oviedo, 2013   ISBN:  978-84-8053-710-0
  
 

Sumario
Desde que Estrabão falasse dos habitantes das montanhas, muito tem-se dito ao respeito das comunidades sitas no norte hispano. Celtismo, indigenismo, igualitarismo, matriarcalismo e toda uma série de -ismos, surgidos ao albo do interesse que suscitavam e suscitam estas populações. 


O passo do tempo e o repouso de ideias favoreceram a aproximação de posturas, e com isso, a possibilidade de observar os benefícios que oferece o uso e análise de diferentes fontes. Com esta posta em comum, a autora tenta visualizar esse passado através da inclusão de conceitos tais como identidade, poder ou género.


O passo do tempo e o repouso de ideias favoreceram a aproximação de posturas, e com isso, a possibilidade de observar os benefícios que oferece o uso e análise de diferentes fontes. Com esta posta em comum, tentei visualizar esse passado através da inclusão de conceitos tais como identidade, poder ou género.


 INDEX



+INFO no site de:  Edic. Trabe

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Ethnographisch-Archäologische Zeitschrift Nº 53/1


Ethnographisch-Archäologische Zeitschrift
Vol. 53/1 - 2012


INDEX

Abhandlungen

«Das ergab aber ein so buntes und wenig eindrucksvolles Bild». Zu den Anfängen der archäologischen Kartographie in Deutschland (1870–1914)
Susanne Grunwald

Überlegungen zum organischen Gerätetyp «Vorschaft» des 
europäischen Magdalénien
Sebastian Pfeifer

Theoretische Archäologie und Historische Erzählung. Zu Hochkultur 
und Barbaricum am Beispiel der Fürstensitze der Späten Hallstattzeit
Beat Schweizer

Social Construction and the Invisible Gender Roles in Talensi 
House Construction
Gertrude Aba Mansah Eyifa-Dzidzienyo


Tagungsbericht

Gewalt und Gesellschaft. Dimensionen der Gewalt in ur- und frühgeschichtlicher Zeit. Bericht zur Tagung vom 14.–16. 
März 2013 in Würzburg
Thomas Link


Besprechungsaufsatz

Die Fundverteilungen von Kalkriese Oberesch im Rahmen einer Schlachtfeldarchäologie: Neue Aspekte zur Interpretation 
des Fundplatzes
Nils Müller-Scheeßel


Ir ao número da revista:  EAZ

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Poder e Desejo na Antiguidade - Congresso

EROS IMPERAT
Poder y Deseo en la Antigüedad

Quando: 29-31 Outubro
Onde:  Madrid


A próximos dias 29-31 de outubro decorrera na Faculdade de Geografia e História da Universidade Complutense o Simpósio Internacional Eros Imperat que explorara o papel decisivo que o desejo sexual tem desempenhado em momentos singulares da Antiguidade.



O jogo da atração, sedução e consecuçao do objeto de desejo que subjaz em mais de um episódio com consequências históricas notáveis, mas muitas vezes tem sido negligenciado nas análises e comentários subsequentes.


O evento reúne a um bom número de especialistas, coa fim de cobrir diferentes períodos históricos no eido da Antiguidade com a intenção de explorar conjuntamente o desejo sexual e as emoções associadas como um fator constitutivo da entidade histórica.

Programa



+INFO no site da:  Asoc. Barbaricum

domingo, 25 de maio de 2014

O Corpo do Delito - de Censuras e Antropologias


Tomamo-nos ontem graças ao blogue Antropologia e Imagem esta curiosa fotografia que aqui ao cimo podeis observar, mas o mais curioso sem dúvida além da típica cena de encontro entre sujeitos de culturas distintas, e a história que detrás dela se topava.


A fotografia, é uma obra do fótografo Alexander (Sasha) Gusov em ela se regista o momento de encontro de sua esposa com umas mulheres da tribo himba (Namíbia) 2003, uma cena sem dúvida inocente mas que o facebook interpretou como sexualmente explicita e censurou


São longamente conhecidas as polemicas que sobre a consideração de qualquer tipo de desnudez -mais sobre tudo a feminina- nesta rede social baixo o epigrafe do pornografico, por mais que a sua intenção seja em muitos dos casos evidentemente artística e não sexual,


assim o caso da também fotógrafa Anastasia Chernyavsky e as fotos familiares, nas que mostrava a sua vida como nudista em cenas cotias que podemos topar em qualquer fogar, igualmente censurada pelo facebook e foi longamente comentado na internete.


Dá-se o paradoxo sem embargo de que na mesma rede social podem circular sem problemas imagens femininas espidas, contradição? não tal, não são fotografias decerto: são pintura ou estatuária sobre tudo greco-romana ou de inspiração clássica, e por tanto muito velha, e o


que é mais fundamentalmente parte de uma convenção ocidental da estética que não é considerada desde o nosso ponto de vista mais que como algo "artístico", e donde o corpo -nem sequer o feminimo- pode escandalizar ou chamar a tensão: O Desnudo Artístico.


Encasulados na nossa lógica resulta-nos curioso a nós entender certamente que culturas que têm elaborado esquemas de representação cultural do corpo que incluem variações física radicais do corpo em sim próprio careçam de uma conceção similar pela contra a ideia do "desnudo artístico" ocidental. Sentimo-nos chocados pela sua estética a suas formas a beleza, que consideramos


grotestas, mais ao melhor não tanto como para eles a nossa alienígena aparência. A nossas ideais sobre o tema obviamente são resultado de decorrer da história como igualmente os são as suas, e respondem, por tanto, a formas diversas de gerir e entender a realidade, o mundo, a sociedade, nas que o corpo é uma parte mais do jogo.


Neste sentido, no Ocidente temos elaborado uma peculiar dicotomia do corpo nu legitimo ou ilegítimo que não sempre concorda ou concordara, como no caso de acima, coas conceções que sobre o corpo têm outras culturas, pois finalmente e a fim de contas, a perceção que se tem do corpo alem da biologia e também, e sobre tudo, uma construção cultural


Ao respeito resulta tremendamente esclarecedora a cita que em Antropologia e Imagem se utiliza para mostrar esse paradoxal contraste entre o próprio e o outro:

"Entrevistei uma jovem antropóloga trabalhando com mulheres em Mali, um país da África onde as mulheres andam com os seios nus. Estão sempre amamentando seus bebês. E quando ela lhes contou que em nossa cultura os homens são fascinados com seios, houve um instante de choque. As mulheres caíram na gargalhada. Gargalharam tanto que caíram no chão. ‘Quer dizer que os homens agem como bebês?’, disseram".  (Carolyn Latteier, no livro All About Breasts)
O que numa cultura resulta escandaloso noutra pode carecer de qualquer matiz nesse semelhante, mesmo resultando -como aqui se comenta- a mesma sugestão de tal simplesmente "ridícula" e motivo brincadeira. Mas mesma diversidade de construções do corpo não escapa ao Ocidente, nos EE.UU tivera repercussão a polemica que se


gerara quando um recém-nomeado direitor do Departamento de Justiça, obrigara a vestir cum telão azul uma estatua alegórica do "Espírito da Justiça" de clara inspiração clássica pelo feito de que deixava ver um peito ao descoberto, consideração que não se tive, pelo contrario, coa alegoria masculina situada enfrente da Justiça que escapou a mais velos neo-tridentinos


Como as diversas perceções da moral afetam a entendimento de uns e outros consideram como artístico, assético sexualmente, e/ou bem obsceno e provocador no Ocidente?, seria um tema que daria muito jogo para os antropólogos e historiadores da mentalidade europeia,


pois é não apenas uma questão da delimitação ou elaboração do próprio conceito de arte, senão da criação da própria imagem do "clássico" ou da beleça como ideal ou tópico que serviu de base a estas ideias. Explicarei isto um pouco


Algo que lhes resultava tremendamente chocante aos meus alunos quando lhe explicava a estatuária clássica era o feito de que durante o próprio classicismo pleno, durante tudo o século V a.C, a dicotomia ascroftiana não resultaria, realmente, tão estranha. Pois mentres o


mundo grego admitia o nudez masculina, no deporte ou na arte, a desnudez total do corpo da mulher era frequentemente -havendo exceções- evitada e de feito considerada inadequada, em suma porque, a fim de contas, o contexto da estatuária era fundamente público e religioso. 


Limitado por esta convenção o escultor de finais do arcaísmo e o século V a.C. criara todo um subtil jogo de pregues marmóreos, telas que enchoupadas se pegam a carne ausente, e transluziam assim o corpo embora sem mostra-lo, trasparentavam anatomias cada vez mais evidentes mas sem descobri-las, e as vezes, como se soe dizer agora nos filmes, por exigências do guião, mostram parcialmente esse corpo deixando cair o chiton por imperativos do movimento


Mas topámos nesta imagens nuas algo que imediatamente nos resulta estranho como observadores afeitos a vários séculos de tradição artística "clássica", o corpo em parte quase nu na totalidade da mulher fugindo, caído já o vestido, resulta-nos inevitavelmente demasiado rotundo, pouco mole, e de certo, estranho e ate desagradavelmente musculoso.


Acostumado as subtilezas da transparência pétrea e do corpo intuído baixo a tela, o escultor clássico carece entanto dum cânon estético para a nudez feminina, e tem que reproduzir na talha ainda o hábito mais usual de trabalho de uma anatomia fundalmenta masculina. 


Ao mesmo tempo que isto passava a cerâmica de figuras vermelhas não duvidaria em mostra cedo o corpo feminino livremente espido. Longe do espaço publico, reduzida a um eido privado, fechado e masculino, consentido pela moral, quase como nessa dicotomia especular de Majas Vestidas vs Espidas, reduzído ao circulo privado do Andron, que como o nome indica "é coisa de homens" (e de hetairas), amostra-se nela sem problemas a nudez e o sexo, em sim próprio parte também do mesmo Simpósio.


Em fim, diverso, mais como vês caro leitor, não tanto no fundo das dicotomias muito atuais dum EE.UU a vez puritano e líder da industria eufemisticamente denominada "para adultos". Circu-la mesmo a tradição, lenda ou realidade pouco importa, de que um século mais tarde quando já os artesãos do classicismo tardio rompiam os moldes rígidos do século anterior desde a própria tradição clássica, e faziam mover-se como as estatuas como antes nem puderam ter imaginado,


desequilibravam forças e multiplicavam planos e pontos de vistam, aquela Afrodita Cnidia (mater de muitas posteriores) acabou naquela Iha de Cnido, que lhe havia de dar nome, trás ser com grande escândalo rejeitada pela polis que primeiro a tinha encarregado ao bom do Plaxiteles, pouco decoro toparam nela por representar nua a uma deusa, embora essa divindade fosse uma a qual o mito não caracterizava precisamente pelo sua moralidade


Mas aquela imagem rejeitada por imoral por uns e considerada artística por outros havia-se converter na primeira de muitas, num modelo que criava e assentava algo novo em sim próprio, mas que havia de ter um sucesso considerável, uma imagem da anatomia da mulher, das formas femininas, autónoma e diferenciada da masculina


Tempo de crise, tempo de câmbios de pensamento, politica e sociedade longo e complexo de enumerar aqui, a estética refletiu também -de novo- essa mudança na ética e na mentalidade, logo virá asinha o Helenismo, depois Roma ... e o resto -ate agora- é já bem conhecido, e parte da própria história das nossas proprias ideias.


Mas não deveramos esquecer, o mundo não e apenas o nosso mundo, há outras histórias: e nalgumas o Corpo raramente é a priori o do Delito.


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A Mulhern na Pré-História


A MULHER NA PRÉ-HISTÓRIA

Quando: 8 Março
Onde: Campolameiro


Coincidindo co Dia Internacional da Mulher que terá lugar o dia 8 março o Parque Arqueolóxico da Arte Rupestre organiça uma visita guiada baixo o titulo A Mulher na Pré-história, Igualmente durante esse dia as mulheres terão entrada gratuita no parque. As vagas são limitadas sendo recomendável fazer reserva


O Parque Arqueolóxico da Arte Rupestre situa-se num dos conjuntos mais importantes de arte rupestre da pré- e proto-historia da Galiza e a Europa.


+INFO no site do: PAAR