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sábado, 18 de abril de 2015

De Nómadas a Castrejos - Tese On-line


De Nómadas a Castreños

Marín Suárez, C., De nómadas a castreños: El primer Milenio antes de la Era en el sector centro-occidental de la cordillera cantábrica. Tese doutoral, Universidad Complutense, Madrid 2011  ISBN: 978-84-695-1005-6


Sinopse
Este livro inclui o estudo do setor ocidental da Cantábria central durante o primeiro milénio antes da era, embora, embora na prática ultrapassa esse eixo cronológico e espacial proposto. As informações para o Bronze Final ou início de primeira milénio a.C no setor da Cantábria é tão sombria que o estudo começa com Bronze Antigo.


Assim, pode estabelecer as suas características culturais próprias com respeito à área circundante, já que apenas serão compreensíveis as características da Cantábria se comparamos coa sua área imediatamente, especificamente com o extremo norte da Meseta e o Noroeste. Esta comparação é desenvolvida ao longo da tese


O final da tese não termina tampouco com a mudança de era, apesar do título, já que estudar o primeiro milénio a.C. é estudar a Idade do Ferro e do estudo da Idade do Ferro é estudar suas povoados por excelência, os castros que apenas serão abandonados generalizadamente ate os séculos I e II d.C.


 INDEX



Descarrega a tese em:  Academia.edu

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Trabajos de Prehistoria 71/2 2014

Trabajos de Prehistoria 71/2 2014


Artículos

El espejismo nacional-socialista. La relación entre dos catedráticos de Prehistoria, Oswald Menghin y Julio Martínez Santa-Olalla (1935-1952)  pp. 199-220
Alfredo Mederos Martín

La secuencia musteriense de la Cueva del Niño (Aýna, Albacete) y el poblamiento neandertal en el sureste de la Península Ibérica   pp. 221-241
Alejandro García Moreno, Joseba Rios Garaizar, Ana Belén Marín Arroyo, José Eugenio Ortíz, Trinidad de Torres, Inés López-Dóriga

Nuevas interpretaciones del Paleolítico Superior Final de la Cataluña meridional: el yacimiento de L’ Hort de la Boquera (Priorat, Tarragona)   pp.  242-260
Pilar Garcia-Argüelles Andreu, Jordi Nadal Lorenzo, Josep M.ª Fullola Pericot, M.ª Mercè Bergadà Zapata, Inés Domingo Sanz, Ethel Allué Martí, Lluís Lloveras Roca

La alta montaña durante la Prehistoria: 10 años de investigación en el Pirineo catalán occidental  pp. 261-281
Ermengol Gassiot Ballbè, David Rodríguez Antón, Albert Pèlachs Mañosa, Ramon Pérez Obiol, Ramón Julià Brugués, Marie-Claude Bal-Serin, Niccolò Mazzucco

La tumba hipogea de Bolores (Torres Vedras): una aproximación interdisciplinar a la comprensión del paisaje social del Neolítico Final/Edad del Cobre de la Península Ibérica   pp. 282-304
Katina T. Lillios, Joe Alan Artz, Anna J. Waterman, Jennifer Mack, Jonathan T. Thomas, Leonel Trindade, Isabel Luna

Sitios en altura y vasijas rotas: reconsiderando la etapa de ‘plenitud’ de Cogotas I (1450-1150 cal AC) en la Meseta   pp. 305-329
Antonio Blanco González


Noticiario

Instrumentos para siega y procesado de plantas desde el Calcolítico al Bronce antiguo de Chibanes (Palmela, Portugal)  pp. 330-342
Ignacio Clemente-Conte, Niccolò Mazzucco, Joaquina Soares

Datación del recinto murado calcolítico de Las Mesas (La Fuente, España)  pp. 343-352
Carlos P. Odriozola, Christopher I. Burbidge, M. Isabel Dias, M. Isabel Dias, Víctor Hurtado, Víctor Hurtado

El poblado calcolítico “Venta del Rapa” (finales III milenio Cal. BC.), Mancha Real, Jaén. Un recinto de fosos entre las estribaciones de Sierra Mágina y el Alto Guadalquivir   pp. 353-367
Miguel Ángel Lechuga Chica, Marcos Soto Civantos, M.ª Oliva Rodríguez-Ariza

Moldes para puñales en la Península Ibérica durante la Edad del Bronce. El caso de Camp Cinzano (Vilafranca del Penedès, Alt Penedès, Barcelona)   pp. 368-385
Ignacio Soriano, Jordi Amorós i Gurrera

Recensiones y Crónica científica
pp. 386-395

Libros recibidos
p. 396


Ir ao numero de:   TP 71/2

terça-feira, 30 de setembro de 2014

De Aldeas a Cidades - Livro


De Aldeas a Ciudades

Armendáriz Martija, Javier, De aldeas a ciudades. El poblamiento durante el primer milenio a.C. en Navarra. Gobierno de Navarra & Institución Príncipe de Viana, Trabajos de arqueología navarra. Monografías arqueológicas Nº 2, 2008   ISBN: 978-84-235-3101-1


Sinopse
No primeiro milénio a.C é um momento trascendental na conformação histórica dos grupos humanos que habitaram o território da atual Comunidade Foral de Navara, já que pela primeira vez aldeias,


povoados e cidades que se criaram com uma verdadeira entidade arquitetónica e estruturados urbanamente, proporcionaram aos seus habitantes estabilidade espacial prolongada.


Com este trabalho, o autor aborda uma revisão historiográfica e propõe as hipóteses iniciais da investigação, para continuar com a reconstrução da dinâmica e desenvolvimento populacional no que hoje é Navarra.



Descarrega o livro em:  Cervantesvirtual

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Brathair 13/2

BRATHAIR
Vol. 13/2 (2013)


Editorial

Dossiê "Origens, Construções, Conversões: dos Castros da Ibéria 
à Floresta de Broceliande"
Adriana Zierer, Marcus Baccega

Artigos

Brigos, Briges, Alóbriges y términos afines en la literatura griega hasta el siglo I a.C
Juan Antonio López Férez

A ocupação do espaço e a modelação da Paisagem proto-histórica 
no Norte de Portugal
Armando Coelho Ferreira da Silva

A presença de um herói romano no De Bello Gallico: 
uma proposta de estudo
Arlete José Mota

De Mago, Profeta e Louco ...Merlin na Historiografia e 
na Literatura dos séculos XII e XIII
Rita de Cássia Mendes Pereira & Kamilla Dantas Matias

El tema del triángulo amoroso en los relatos del Rey Arturo
Ramon Sainero Sánchez

Isidoro de Sevilha e o Rei Sisebuto: A conversão dos judeus 
no Reino Visigótico
Sergio Alberto Feldman

Aspectos da Ortodoxia no Reino Suevo: considerações sobre 
o De Correctione Rusticorum
Leila Rodrigues da Silva & Nathalia Agostinho Xavier


Resenhas

Zierer, A. Da Ilha dos Bem-Aventurados à busca do Santo Graal: 
uma outra viagem pela Idade Média.
Maria de Nazareth Corrêa Accioli Lobato

Bell, Kimberly K. & Couch, Julie Nelson. The Texts and Contexts of Oxford, Bodleian Library, MS Laud Misc. 108. The Shaping 
of English Vernacular Narrative.
Gabriela Cavalheiro

Traduções

A Visão de Thurkill
Ricardo Boone Wotckoski



Ir ao número da revista:   Brathair

sábado, 10 de maio de 2014

Fortificações da Idade do Ferro - Congresso


Congreso Internacional de Fortificaciones de la Edad del Hierro - Control del territorio y los recursos

Quando: 14-16 Maio
Onde: Samora


A pesquisa sobre os sistemas defensivos da Idade do Ferro têm sido sempre um dos fatores mais interessantes e atraentes deste período, caracterizados em muitos casos, pela presença de fortes muralhas, fossos, torres campos de pedras fincadas, etc., proporcionando uma grande monumentalidade aos povoados deste período.


Embora se observam diferenças significativas nos sistemas de defesa e organização de assentamentos da Idade do Ferro cada vez apreciam-se mais elementos permitem coesionar muitos de estes povoados que apresentam características semelhantes correspondendo a formas semelhante a problemáticas gerais em territórios muito amplos.


Esta conferência pretende reunir o trabalho de muitos dos pesquisadores atuais da Idade do Ferro com o objetivo de reunir todas as novidades que estão produzindo em torno deste período


 Programa



+INFO no site de: Fortificaciones Hierro

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Fortificações da Idade do Ferro - Congresso

Congreso Internacional de Fortificaciones de la Edad del Hierro - Control del territorio y los recursos

Quando: 14-16 Maio
Onde: Samora


A pesquisa sobre os sistemas defensivos da Idade do Ferro têm sido sempre um dos fatores mais interessantes e atraentes deste período, caracterizados em muitos casos, pela presença de fortes muralhas, fossos, torres campos de pedras fincadas, etc., proporcionando uma grande monumentalidade aos povoados deste período.



Embora se observam diferenças significativas nos sistemas de defesa e organização de assentamentos da Idade do Ferro cada vez apreciam-se mais elementos permitem coesionar muitos de estes povoados que apresentam características semelhantes correspondendo a formas semelhante a problemáticas gerais em territórios muito amplos.


Atualmente se estão realizando diversos estudos relacionados com essas questões, que estão aportando novas perspetivas sobre a pesquisa relacionada coa Idade do Ferro.


Assim, esta conferência pretende reunir o trabalho de muitos desses pesquisadores com o objetivo de reunir todas as novidades que estão produzindo em torno deste período


Atualmente esta aberto o praço para a apresentação de posters  

+INFO no site de:   Fortificaciones Hierro

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

CIRA ARQUEOLOGIA Nº 2


CIRA ARQUEOLOGIA 2, 2013

   
INDEX

Um rio na(s) rota(s) do estanho: O Tejo entre a Idade do Bronze e a 
Idade do Ferro.
João Carlos Senna-Martinez


Trabalhos arqueológicos na Quinta Nova de Santo António ou dos Ingleses – Carcavelos. A ocupação do Bronze final
Nuno Neto, Cristina Gonzalez, Paulo Rebelo , Raquel Santos e Miguel Rocha


A ocupação da idade do bronze final da Praça da Figueira (Lisboa): novos e velhos dados sobre os antecedentes da cidade de Lisboa
Rodrigo Banha da Silva


Um depósito votivo da Idade do Bronze na Moita da Ladra (Vila Franca de Xira): Síntese dos trabalhos realizados e resultados preliminares.
Mário Monteiro e André Pereira


Nota sobre um machado plano em bronze de “Tipo Bujões” de Vila Franca de Xira.
J.C. Senna-Martinez , E. Luís, J. Pimenta, E. Figueiredo, F. Lopes, M.F. Araújo e R.J.C. Silva


A ocupação da foz do Estuário do Tejo em meados do Iº milénio a.C.
Elisa de Sousa


Cronologias absolutas para a Iª Idade do Ferro em Olisipo – O exemplo de uma ocupação em ambiente cársico na atual Rua da Judiaria em Alfama
Marco Cala do, Luís Almeida, Vasco Leitão e Manuela Leitão


O povoamento pré-romano de Freiria – Cascais
Guilherme Cardoso e José D’Encarnação


Cronologia Absoluta para o Povoado Pré-Romano de Santa Sofia (Vila 
Franca de Xira).
João Pimenta, António M. Monge Soares e Henrique Mendes


1.ª Campanha de escavações arqueológicas no povoado pré-romano de Porto do Sabugueiro – Muge – Salvaterra de Magos.
João Pimenta e Henrique Mendes


Ir ao número da revista: Cira Arqueologia 2

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Centro e Periferia - Palestra

Centro e Periferia
Dinâmicas sociais e de povoamento na região da Serra d´Ossa

Quando: 10 Abril
Onde:  Lisboa


Hoje dentro do ciclo de Conferências Origens e transformações da complexidade social, das primeiras sociedades camponesas à Idade do Ferro, organizado pela secção de arqueologia da Sociedade Geográfica de Lisboa, decorrera uma palestra a cargo do arqueólogo Rui Mataloto que terá por titulo Centro e Periferia: as dinâmicas sociais e de povoamento na região da Serra d´Ossa entre o IIIº e o Iº milénio a.C..



A hora de começo da palestra é as 18:00, a entrada é livre.


terça-feira, 12 de março de 2013

A Ocupação dos castros asturianos

La ocupación de los castros en Asturias
durante la Edad de Hierro y la época romana

Quando: 15 Março
Onde: Madrid


Na proxima quinta-feira, 14 de março, às 20h30, os arqueólogos Carlos Marín Suárez e David González Álvarez proferiram uma palestra intitulada A ocupação dos castros em Astúrias durante a Idade do Ferro e a época romana no Centro Astúriano de Madrid. 



Na palestra exporam brevemente o estado atual do conhecimento sobre a ocupação dos castros asturianos, e para explicar a sua própria investigação em curso, entre as quais a escavação do jazigo de El Castru em Vigaña (Miranda, Astúrias).


No longo milênio, durante o qual os castros foram habitadps, esses povoados fortificados se tornariam-se em elementos protagonistas da paisagem política e social das montanhas Cantábrica, relacionados com novas formas de exploração do meio ambiente e diferentes situações sócio-políticas. 


Com a conquista destes territórios por Roma, o tecido social, as formas de povoamento e estruturas políticas veriam-se profundamente transformada, levando ao declínio do povoamento da Idade do Ferro.


+INFO no bloge: Arqueologia Agraria

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A Romanização em Guadalajara

LA ROMANIZACIÓN EN GUADALAJARA

Quando: 22 de Fevereiro
Onde:  Gualajara


O dia 22 de fevereiro terá lugar no Museu de Guadalajara celebrara-se um simpósio intitulada A Romanização em Guadalajara. Esta reunião científica foi organizada para discutir e atualizar a documentação sobre o processo de romanização da província de Guadalajara (Espanha), depois de analisar os dados antigos e da incorporação das últimas notícias provenientes principalmente do eido da arqueologia.



Este encontro de especialistas suporá uma atualização do conhecimento sobre o tema que será, Sem dúvida, de grande interesse tanto para o âmbito académico como para aqueles interessados ​​na história deste território.


Programa




quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Navarra na Antiguidade - Colóquio

III Coloquio Navarra en la Antigüedad

Quando: 1-2 Março
Onde:  Tudela


Em 2004, a UNED de Tudela lançou a celebração, cada quatro anos, de uma série de colóquios atualização sobre o território de Navarra na Antiguidade. Após a proposta de atualização aborda na primeira edição (2004) e o encontro monográfico sobre os Vascões, quatro anos mais tarde (2008), a terceira parte do colóquio -correspondente ao 2012 - será celebrada em março de 2013 na UNED de Tudela em colaboração com a Faculdade de Geografia e História da UNED.


Tem como objetivo ceder a tribuna a investigadores nas mateiras de história antiga, arqueologia, epigrafia, numismática ou historiografia, que têm novidades que aportar para à melhor compreensão do passado da atual Comunidade Foral.


As sessões da colóquio serão gravadas pela plataforma virtual INTECCA -de apoio tecnológico aos Centros Associados da UNED-, para que o curso também pode ser seguido on-line após a inscrição.


Programa




+INFO no site da:  UNED

domingo, 2 de dezembro de 2012

Outeiro do Circo, novas perspetivas

OUTEIRO DO CIRCO
Novas e Velhas perspetivas sobre o Bronze Final

Quando: 7 de dezembro
Onde: Porto


No dia 7 de Dezembro de 2012 vai ter lugar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto uma conferência intitulada: Projeto Outeiro do Circo: novas e velhas perspetivas sobre o Bronze Final na região de Beja.



A conferencia esta organizada pelo Núcleo de Arqueologia da Universidade do Porto (NAUP) a quem agradecemos desde já o convite.A sessão terá início às 15:00 no Anfiteatro II e irá constar da apresentação dos resultados do projeto de investigação centrado no povoado do Bronze Final do Outeiro do Circo (Beja) entre 2008 e 2011.



Também haverá lugar a uma abordagem mais vasta que integrará estes resultados no historial da investigação na região, com destaque para os trabalhos de arqueologia preventiva que têm proporcionado grandes novidades nos últimos anos.



Por último, serão apontadas algumas perspetivas de investigação que este quadro geral poderá proporcionar no futuro imediato.A conferência estará a cargo de Miguel Serra e Eduardo Porfírio (Palimpsesto / CEAUCP-CAM).


domingo, 18 de novembro de 2012

Os Castros do Ocidente de Zamora



Aproveitando a postagem anterior deixamos aqui esta conferência que Ángel Esparza Arroyo deu no curso de verão Castros de interior: a Idade do Ferro do NO peninsular a través do exemplo limião organizado em 2011 pelo LAUV (agora integrado no GEEAT), e que leva por titulo Castros da Idade do Ferro na área norocidental zamorana

Podeis igualmente ver o resto dos vídeos das palestras na web da TV da Universidade de Vigo (aqui)


domingo, 14 de outubro de 2012

Povoamento no sur de Portugal no Bronze Final


Sistemas de povoamento do centro e sul do território português no decurso do Bronze Final

Quando: 23 outubro
Onde: Oeiras

Programa do Colóquio “Sistemas de povoamento do centro e sul do território português no decurso do Bronze Final”, a realizar no dia 23 de Outubro p. f. na Fábrica da Pólvora de Barcarena/Sala de Arqueologia do Concelho de Oeiras

Programa


quarta-feira, 27 de junho de 2012

Paisagens Passadas e Presentes


Abierto al Público
Paisajes pasados y presentes en el valle del Pigüeña

Quando: 6-13 juho
Onde: Belmonte de Miranda, Asturias


Entre os dias 6-13 do próximo mês de julho o Grupo de Pesquisa Arqueologia Agrária, organiza umas jornadas sobre arqueologia e Património tituladas Aberto ao Público. Paisagens passadas e presentes no Val do Pigüeña. A celebração destas Jornadas trata de acercar ao público geral os resultados das atuações arqueológicas realizadas em Vigaña (Belmonte de Miranda, Astúrias) desde 2009. As conversas centrar-se-ão no estudo da paisagem camponês que começa a gestarse na Idade do Ferro e se projeta até a atual paisagem rural da montanha asturiana.

Entre médias, diferentes processos históricos geraram importantes mudanças sociais e culturais, como a conquista romana ou a formação da rede aldeã em época medieval. Ademais, pretendemos abrir um debate no âmbito local a respeito das potencialidades que a Arqueologia e a posta em valor do Património cultural podem oferecer aos habitantes do vale do Pigüeña. Assim, as conversas do dia 20 de julho girarão em torno destes temas, para concluir as Jornadas com uma mesa redonda na que discutir-se-ão feições como a participação cidadã na Gestão do Património ou as possibilidades turísticas dos recursos culturais.


 Programa:



+INFO no site de:   Arqueologia Agraria

quarta-feira, 20 de junho de 2012

CIRA ARQUEOLOGIA - Nova revista


CIRA ARQUEOLOGIA 1, 2012


Está já on-line uma nova revista sobre arqueologia Cira Arqueologia editada pola Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. O primeiro número da revista esta constituído polas atas da Mesa Redonda De Olisipo a Ierabriga celebrada em outubro do 2008 neste mesmo concelho do Ribatejo, reunião científica relacionada com o projeto que nos últimos anos se tem realizado em parceria entre o Museu Municipal de Vila Franca de Xira e a Univ. de Lisboa, em torno as vias de comunicação e o habitat da zona.

O texto da revista é acessível de jeito totalmente livre on-line, e pode ser enlaçado -como aqui abaixo- em qualquer outro site web a traves da plataforma issuu.


 Revista:




Ir ao site da revista:  Cira Arqueologia

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Irlanda e o Mundo Romano

Ireland in a Roman World

Quando: 20-21 outubro
Onde: Dublin

As recentes discussões arqueológicas contemporâneas têm destacado a natureza fluida de das identidades e materialidades das pessoas que viveram dentro e fora das fronteiras do Império Romano. Através do trabalho de estudiosos como Richard Hingley, David Mattingly ou Andrew Gardner é hoje reconhecido que conceitos como emulação, receção e resistência, tem muito que ver coas decisões ações dos indivíduos, e coas suas oportunidades e de acesso ao que descrevemos co termo "romanização". Os novos costumes disputam seu protagonismo com as tradições locais para produzir uma muito peculiar romanidade local tanto dentro como fora do espaço provincial. Para entender o que era tornar-se romano, temos que considerar a negociação subtil que se estabelece entre o sujeito a sua comunidade e sua paisagem cultural

Materiais romanos na Irlanda, fonte: LIARI

Até muito recentemente o material romano em locais irlandeses foi amplamente considerado como anómalo ou intrusivo dentro da discurso da Idade do Ferro Tardia. Sem expectativa de contextos que poderiam conter evidências Romanas, os materiais foram classificados simplesmente como 'intrusos" e frequentemente "irrelevante" para sequências arqueológica da época. Descobertas e escavações recentes, junto coas novas linhas de pesquisa contemporânea tenhem levado a uma reconsideração do envolvimento da Irlanda com a administração romana nas províncias ocidentais.

O Rath dos Sínodos (Raith nd Senad) outeiro de Tara,  Meath, Irlanda

O projeto LIARI (Late Iron Age Roman Ireland), suportado pelo Discovery Program da Republica de Irlanda, foi projetado para investigar esse período formativo na história irlandesa a traves da pesquisa colaborativa dos principais estudiosos, dentro e fora da Irlanda, tarefa da que esta conferência interdisciplinar e internacional é parte titulada Ireland in a Roman World.

Nela se analisaram as formas em como as comunidades da Irlanda foram envolvidas com o mundo romano. O Congresso contara com académicos da Irlanda, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Dinamarca e os EUA que apresentaram trabalhos de temáticas como a Arqueologia, a História, desde os Estudos Clássicos, aos Estudos Célticos, abrangendo desde a Idade do Ferro até a Antiguidade Tardia e oferecendo assim uma oportunidade para reavaliares o povoamento, a sociedades e a economia de Irlanda num Mundo Romano.


 Programa provisório


+INFO no site de:  Ireland in a Roma World

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Povoamento romano no Alto Alentejo

Povoamento rural romano no Alto Alentejo
Acaso ou estratégia?
       
Quando: 5 de junho
Onde: Museu Arqueológico do Carmo


Organizada pela Associação de Arqueólogos Portugueses (APP), realiza-se no dia 5 de Junho de 2012, às 18h, no Museu Arqueológico do Carmo - Largo do Carmo, em Lisboa a conferência "Povoamento rural romano no Alto Alentejo: Acaso ou estratégia?", impartida pelo arqueologo André Carneiro membro do Centro de História de Arte e Investigação Artística (CHAIA) da Universidade de Évora



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Mesas do Castelinho - Conferência



Na próxima terceira feira dia 10 de maio decorrera no Museu Arqueológico do Carma (as 18:00h) uma palestra organizada pela Associação dos Arqueólogos Portugueses, e impartida pela arqueologa Susana Estrela, com o titulo "Mesas do Castelinho (Almodôvar) uma Aldeia Amuralhada na Paisagem da Idade do Ferro do Baixo Alentejo"

Foto: Projeto Estela


O povoado de Mesas do Castelinho finais do século V a.C. é fundado, numa paisagem marcadamente interior e de fronteira, (Almodôvar, Baixo Alentejo). O caráter rural do jazigo é patente nos seus material, com predomínio de cerâmica local ou regional e menor da presença de artigos importados de origem mediterrânea, como a cerâmica ática, contas de vidro, cerâmica de “tipo Kouass”, ânforas gaditanas, etc.

Foto: Teresa Vieira


Com tudo os artigos importados amostram a ausência de ruturas na sua distribuição pelo interior, que prolonga-se até ao século II a.C., quando se revelam os mais precoces contactos com o mundo romano conhecidos até ao momento para a região, com uma população que mantém as suas vivências intrinsecamente rurais.


sábado, 7 de abril de 2012

Outeiro do Circo


Localizado numa zona de grande fertilidade agrícola, conhecida como Barros de Beja, em pleno centro da peneplanície do Baixo Alentejo, o Outeiro do Circo surge-nos como paradigma da ocupação humana nesta região durante a Idade do Bronze.

Possuidor de características únicas proporcionadas pela sua invulgar dimensão (17 ha), pelo seu complexo sistema defensivo ou pela sua localização privilegiada, o povoado fortificado do Outeiro do Circo constitui-se como um sítio chave para a compreensão da evolução do povoamento regional ao longo de toda a Idade do Bronze.


Nesta região conhecem-se atualmente dezenas de outros sítios com ocupações desde o Bronze Médio à Iª Idade do Ferro, que incluem necrópoles ou povoados abertos de planície. O conjunto de novos dados existentes neste território permite que se comece a ensaiar um modelo da evolução do povoamento entre o II e o I milénio antes da nossa era.


O Projeto Outeiro do Circo iniciado em 2008 centrou-se na análise e escavação dos taludes murados que rodeiam o povoado na íntegra revelando estratégias construtivas complexas e criativas face aos problemas colocados pelos condicionalismos locais.