domingo, 30 de outubro de 2011

Anthropology of this Century - novo número


2

INDEX

Alfred Gell:
On love

Reviews

Janet Carsten:
Owed to folks - A Singular Woman: The Untold Story of Barack Obama's Mother By Janny Scott

Andrew Beatty:
Fieldwork’s fictions. Fieldwork By Mischa Berlinski

Stephan Feuchtwang:
Remember -On the Social Life of Postsocialism: Memory, Consumption, Germany By Daphne Berdahl
The History of History: a Novel of Berlin By Ida Hattemer-Higgins

Dena Freeman:
On Corporate Social Responsibility
Hidden Hands in the Market Edited by De Neve, Luetchford, Pratt and Wood / Economics and Morality: Anthropological Approaches 
Edited by Browne and Milgram

Charles Stafford:
What Confucius would make of it - Governing educational desire: culture, politics and schooling in China By Andrew Kipnis / Drink water, but remember the source: moral discourse 
in a Chinese village By Ellen Oxfeld


Feature article

Yunxiang Yan:

How far away can we move from Durkheim? - Reflections
on  the new anthropology of morality



+INFO no site de: Anthropology of this Century

sábado, 29 de outubro de 2011

LATOMUS 70, 3

  Revue d'Études Latines

Nº 70, 3, 2011


Artigos:


R. TURCAN, Notions romaines de l'État   p. 621-641

J. PELLEGRINI, Le duplex facinus et les duplicia spolia de Chrysale : ou la définition de l'homo frugi selon l'esclave plautinien (Bacchides 640-670)  p. 642-647

A.-M. LEWIS, The Case for laetus, uis, and crinis as Words of Brightness in the Latin Translation of Aratus' Phaenomena (and beyond)   p. 648-663

A. DÍAZ FERNÁNDEZ, L. Culleolus proconsul : Cic., Fam. XIII, 41-42  p. 664-675

P. GAGLIARDI, L'Ecl. 2 di Virgilio tra Teocrito e Gallo  676-696

J. A. ESTÉVEZ SOLA and L. RIVERO GARCÍA, Verg., Aen. IX, 463-464 and X, 512:  A Fresh Look p. 697-701

G. LIEBERG, Analyse der formalen Struktur von Tibulls Elegie I, 2  p. 702-720

R. J. STARR, Format, Content, and Message : Reading the End of the Res gestae diui Augusti as an Inscription  p. 721-726

Tr. J. POWER, Claudius' Homeric Quotation  p. 727-731

E. TOLA, Le discours de Cléopâtre chez Lucain (B. C. X, 53-171) : une rhétorique de la torpeur pour une réception efficace  p. 732-740

O. LATTEUR, Le culte de Mithras a-t-il été intégré dans certains panthéons civiques?  p. 741-754

J. BERMEJO TIRADO, El resurgimento tardorromano de lo dionisiaca desde una perspective social  p. 755-771

R. GUTIÉRREZ GONZÁLEZ, León y la cerda: observaciones a Claudiano XX, 450-451 (Contra Eutropium liber alter)   p. 772-779

B. STENUIT, Horace: editions incunables à Florence, Venise, Milan et Strasbourg  p. 780-799

B. GAUVIN, Le Phalarismus d'Ulrich von Hutten: texte, traduction, notes  p. 800-823

Notes de Lecture:

Th. GÄRTNER, Zwei textkritische Sallustiana (Note de lecture. 447)   p. 824-825

M. VANNESSE, Une schola armaturarum et un numerus Victorum en Italie du Nord au IV siècle ap. J.-C. (Note de lecture. 448)  p. 825-828


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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Archaeological Dialogues - Novo número


ARCHAEOLOGICAL DIALOGUES
 VOLUME 18 / 02


Surface assemblages. Towards an archaeology in and of the present
Rodney Harrison
pp 141-161

Compelling futures and ever-present pasts. Realigning 
the archaeology of us
Audrey Horning
pp 161-164

In praise of depth
Alfredo González-Ruibal
pp 164-168

Archaeology. A career in ruins
Paul Graves-Brown
pp 168-171

Art and archaeology. A modern allegory
Ian Alden Russell
pp 172-176

Archaeological intervention in the past, present and future tense
William Rathje
pp 176-180

Archaeologies ‘now’. Creative interventions in the 
present for the future
Rodney Harrison
pp 180-196

Occulting the past. Conceptualizing forgetting in the history and archaeology of Sylvester Manor
Katherine Hayes
pp 197-221

Perceptions of Liao urban landscapes. Political practices 
and nomadic empires
Hu Lin
pp 223-243


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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Religion, Brain & Behavior - nº 1/2


Religion, Brain & Behavior


Volume 1/2, 2011
ISSN: 2153-5981


Editorial

The scientific study of religion and the humanities
Patrick McNamara, Richard Sosis & Wesley J. Wildman
pp. 101-2



Original Articles

Association of religious behavior and experiences with extent of regional atrophy in the orbifrontal cortex during older adulthood
R. David. Hayward, Amy D. Owen, Harold G. Koenig, David C. Steffens & Martha E. Payne
pp. 103-18


Supernatural punishment and individual social 
compliance across cultures
Pierrick Borrat, Quentin D. Atkinson & 
Robin I. M. Dunbar
pp. 119-134

Confucius meets cognition: new answers to old questions
Rolf Reber & Edward G. Slingerland
pp. 135-145

The role of testimony in the evaluation of religious expertise
André L. Souza & Cristine H. Legare
pp. 146-153

Bearing gods in mind and culture
F. LeRon Shults
pp. 66-70



+INFO no site da revista:  Religion, Braind & Behavior

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A complexidade do Dizer e do não-Dizer



Depois da muito interessante palestra de Martínez Mendizaval abriu-se um não menos -ainda que curto- interessante debate, ao final do qual saiu o tema da necessidade da linguagem, de como fixo necessário dividir o chio ou o bruar do símio em sons mais, curtos, discretos e articuláveis (graças as consoantes) e como foi necessário mesmo um ouvido  -o tema principal da palestra- especial -na longitude de onda ajeitada- para escuta-los, e como isto permitiu-nos transmitir informação mais complexa. Curioso e que no debate Mendizaval citara como precedente comunicativo-social o "despiolhamento" dos chimpanzés de um antropólogo evolutivo que já tem aparecido de passada neste bloge, Robin Dunbar, e a sua ideia de que o passo à linguagem foi consequência de articular grupos mais amplos e relações socialmente mais complexas que anteriormente dentro daqueles grupos de primates

A "complexidade social" precisou noutras palavras da "complexidade comunicativa". Curiosamente essa mesma complexidade da comunicação humana é a mesma que faz a nossa forma de falar seja a um tempo uma forma de transmitir conhecimento muito eficazmente ou de levar ao erro, ou ao engano e a confussão. Pois certamente, uma das qualidades da linguagem humana com respeito a dos animais, pensava logo mentres marchava para a casa, é a a essencial "ambiguidade" do falado, as mensagens animais, por exemplo os sinais de perigo, afeto são simples e unívocos e não precisam maior explicação: uma chamada de perigo e sempre algo ante o que fugir independentemente do que seja e da natureza que seja o que nos faz correr diante. A necessidade de precisar as coisas de distinguir categorizar, fazer divisões, de jerarquiçar a realidade analogicamente leva aparelhada também uma enorme possividade de confusão e "ambiguidade"

A dura realidade dos "cancinhos aos que so lhes falta falar"

Mas essa "ambiguidade" longe de ser um defeito de fábrica e profundamente beneficiossa no que respeita a comunicação social. A ironia, o dobre sentido, ou o sentido figurado tão importantes e tão pressentes na nossa vida social e na nossa mais cotia comunicação são resultado da nossa capacidade linguística, eles são desde a perspetiva de outras espécies e da nossa própria "Refinamentos Contextuais" mas também por em a única forma de transmitir conhecementos especializados e articular umas relações muito complexas entre pessoas e que superam a pequena escala das populações animais. Então recordando o argumento de Dunbar, e ao fio do simbólico visse-me a cabeça a recorrente perspetiva da Cultura humana como resultado das novas necessidades de coordenação do grupo, e viram-me  a testa, assim mesmo, outros nomes como a da teoria socio-cognitiva da Religião como meio adaptativo de coexão social de Sosis e Alcorta, e como não o seu velho e eterno precedente naquele livro genial -ainda hoje- do grande Émile Durkheim.

Modelo da rede social de um só individuo 

Passaromse-me pola cabeça igualmente nesta mini-entropia de pensamentos ao chou as dificuldades da inteligência artificial para que as maquinas puderam imitar a natureza profundamente "contextual" e "situaçonal" da linguagem que sem mais dificuldade usamos todo-los dias os seres humanos.
E voltando em circos a Dumbar e a outro tema dos que saíram no debate o da "comunicação não-verbal" e a sua relação com a historia evolutiva da linguagem viram-me a cabeça mais nomes que nos tocaram nas assinaturas de psicologia social durante a carreira, Flora Davis, Wilson, Knapp e etc., e não podem evitar que na minha mente se fixe-se um peculiar paralelo entre a historia da escritura que lhes estou a explicar as minhas alunas/os e o seu longo e peculiar passo de representar imagens de coisas a representam fonemas que, a sua vez, representam as coisas. Mas cecais aqui já desvariava entre as ruas chuventas

Haka maori
Uma vez já no conforto do fogar, e algo mais enjoito, pensei que era um bom momento para desempolvar do imenso arquivo de postagens em lista de espera que tem o Archaeoethnologica esta entrevista ao Dunbar, que acima tendes, que se emitira vai uns meses no programa Redes, e na que se mostra, mesmo alem do que dízimos, a complexidade infinda do que ainda não se diz.


Algo de Bibliografia

- Davies, F., A comunicação não-verbal. Summus editorial, 1979
- Dunbar, R., "The social brain hypothesis" Evolutionary Anthropology 6, 1998 pp. 178-190
- Dunbar, R., "The social brain: mind, language and society in evolutionary perspective" Annual Reviews in Anthropology 32, 2003 pp. 163-181
- Durkheim, E., Las Formas elementales de la vida religiosa. Akal, Madrid, 1992
- Sosis, R. & Alcorta, C.S.: "Ritual, Emotion, and Sacred Symbols. The Evolution of Religion as an Adaptive Complex" Human Nature, 16/4 2005, (Special issue: Evolution of Religion) pp. 323–359 
- Hill, R. & Dunbar, R., "Social network size in humans" Human Nature 14, 2003 pp. 53-72
- Joffe, T. A. & Dunbar.R., "Visual and socio-cognitive information processing in primate brain evolution" Proc. R. Soc. Lond.B 264,1997 pp. 1303-1307 
- Knapp, M. L., & Hall, J. A., Nonverbal Communication in Human Interaction, Cengage Learning, 2009


Postagem relacionada:  O Cerebro Social

Escuto logo Falo


Martínez Mendizabal: Os hominídeos de faz 500.000 anos já podiam falar

Diario de Ferrol
26/10/2011

Dez anos de árduo trabalho na Sima dos Ossos, um dos “extraordinários” jazigos da Serra de Atapuerca, permitiu à equipa de investigação de Ignacio Martínez Mendizabal contribuir novas evidências sobre a origem da linguagem. “O que podemos dizer é que faz já 500.000 anos tínhamos capacidades anatómicas para falar como o fazemos nós”, afirma.

 Esta é a principal conclusão de uma via de investigação aberta faz já uma década baixo o esceticismo de grande parte da comunidade científica. “Agora está mais convencida, mas quando começamos a publicar estes resultados, estávamos em solidão. Éramos praticamente os únicos que pensávamos com esta evidência que a linguagem é uma adaptação antiga, isto é, que os hominídeos de faz 500.000 anos, inclusive mais antigos, já podiam falar, porque o que se pensava até faz relativamente muito pouco é que só os humanos modernos pudemos falar”, explica.

O professor titular de Paleontologia da Universidade de Alcalá e e coordenador da Área de Evolução humana do Centro UCM-ISCIII de Evolução e Comportamento Humanos, centrado na sua maior parte no projeto de Atapuerca e Premeio Príncipe das Astúrias em 1997, visitou ontem a cidade ferrolana para dar uma conferência na Faculdade de Humanidades de Ferrol.
Ali falou sobre uma investigação “muito original” e inovadora, e possível obrigado, em verdadeiro modo, ao extraordinário material fóssil humano achado no jazigo de 500.000 anos de antiguidade. Inovadora e que “é vanguarda no mundo da investigação” pelo seu objetivo de partida: "enfrentar à origem da linguagem mas não tentando, como até agora, estabelecer como era o órgão que produz a linguagem, porque pensávamos que aí não chegaríamos bem longe, senão tentar estabelecer como é o órgão que o recebe", comentou em uma entrevista concedida a este jornal.

“O ouvido humano está especializado na audição dos sons da linguagem, de maneira que como se pode reconstruir com muita precisão os fósseis achados permitem uma boa aproximação, foi o que fizemos”, comentou. E aí entra o papel básico das novas tecnologias. Assim, o grupo, com a intervenção por suposto de engenheiros em Telecomunicações, desenvolveu uma tecnologia “absolutamente inovadora” através da que se pode realizar um audiograma praticamente como o que se lhe faz à gente quando se saca o carne de conduzir, ilustrou o paleontólogo. As modernas técnicas radiográficas bem como a reconstrução tridimensional por computador facilitaram uma investigação “muito inovadora tanto pelo tecnológico como pelos resultados”, reiterou.

“Forma de vida”
Martínez Mendizábal fala com entusiasmo não só do seu projeto, senão também da sua profissão. “Para mim a Paleontologia é a vida. Como dizia um cientista famoso, não é uma atividade, é uma forma de vida”. Por isso quiçá se lhe apaga um pouco a voz quando fala da situação atual na que muitos bolseiros e doutorandos iniciam os seus passos no âmbito científico: “Aos bolseiros estamos a pedir-lhes uns níveis de especialização muito grandes, e com um salário muito baixo”, diz. Quanto ao panorama atual da Paleontologia, assegura que tanto na área de estudo dos mamíferos como no dos dinossauros e no da evolução humana, Espanha está agora mesmo à vanguarda.

Um feito com que conquanto a nível social “sim está reconhecido”, não o está tanto desde o ponto de vista das autoridades. “Tenho a sensação de que às vezes não existe a consciência de que isto é património; quando se faz algo em um jazigo financiado por uma instituição pública é pôr o património em valor e às vezes dá a sensação de que te estão a fazer um favor, e nas escavações não cobramos”, pontualiza. Ignacio Martínez recordou que em torno dos jazigos de Atapuerca se criou uma escola que a cada vez vai a mais e que ?é a vanguarda na Europa em número de publicações científicas.


terça-feira, 25 de outubro de 2011

Ager Tarraconensis - Apresentação


Ager Tarraconensis 2. El poblament

Marta Prevosti e o Dr. Josep Guitart (eds.)
Ager Tarraconensis 2. El Poblament.
Institut d’Estudis Catalans & ICAC
ISBN: 978-84-937734-5-8

Hoje terça-feira 25 de outubro às 11 horas, terá lugal no Salão de Atos do Instituto Catalão de Arqueologia Clássica (ICAC) a apresentação do livro "Ager Tarraconensis 2. El poblament" da Dra. Marta Prevosti e o Dr. Josep Guitart. Este novo volume forma parte da serie Ager Tarraconensis, uma obra coletiva que uma vez completa constara de 6 volumes do que este faz o 3º já editado junto cós volumes adicados à Epigrafia (vol.3) e ao Marco Histórico e Natural (vol.1) os quais estão disponíveis em formato pdf descarregável na pagina web do ICAC

A apresentação irá a cargo do professor Josep Maria Nolla, catedrático de Arqueologia da Universidade de Girona.


INDEX

1. Metodologia de l’estudi del poblament
2. Les prospeccions extensives
3. Les prospeccions intensives
4. Les colleccions
5. Estudi dels materials
6. Treballs de camp en jaciments
7. La distribució territorial dels assentaments
8. Els recursos econòmics


+INFO no site do:  ICAC

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Escutar fez-nos humanos - Palestra

Escutar fez-nos humanos. Novas evidências sobre a origem da linguagem

Esta terça-feira dia 25 de outubro haverá na Faculdade de Humanidades da UDC um palestra a cargo de Ignacio Martínez Mendizabal  Professor de Paleontologia da Universidade de Alcalá de Henares e membro do Projeto Atapuerca, e que terá por titulo “Escuchar nos hizo humanos. Nuevas evidencias sobre el origen del lenguaje”.


A conferência tera lugar na Sala de Grãos da Faculdade de Humanidades, no Campus de Ferrol, as 19:30 horas.


Origem da Linguagem - video



Como anticipo oferecemos-vos esta palestra do mesmo autor dentro dos Cursos de Verão da Universidade de Alcalá titulada "As Origens do Linguagem, a aportação de Atapuerca" no que se centra na linha de pesquisa que tem desenrolado nos últimos anos de tentar identificar a presença da faculdade da Linguagem nos hominídeos primitivos pola reconstrução das capacidades auditivas de estas espécies a través dos restos de ossos do ouvido topados neste jazigo


domingo, 23 de outubro de 2011

Cerâmica Antiga em Hispânia


Com este segundo ciclo de conferências, a Sociedade de Estudos de Cerâmica Antiga na Hispânia (SECAH) – Ex Officina Hispana, anuncia algumas das últimas novidades sobre diversos aspectos da investigação ceramológica do mundo antigo na Hispânia, através de reputados especialistas. As palestras terão lugar no Centro de Ciências Humanas e Sociais do CSIC em Madrid entre os dias 25 e 26 de outubro


Programa




+INFO no site de:  Ex Officina Hispana

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Arqueologia do Alentejo - Livro


Arqueologia do Norte alentejano

Carneiro, A., Rocha, L., Morgado, P., De Olibeira, J. (eds.)
Arqueologia do Norte alentejano. Comunicaçoes das 3ª Jornadas
Edições Colibri, 2011 450 pags.
ISBN: 978-972-772-899-2


Sinopse:
 A presente edição das actas constitui de certo modo um marco histórico, pois nunca foi realizado um balanço tão completo e exaustivo da arqueologia deste distrito. Quase todos os concelhos estão representados com comunicações e/ou posters, e em alguns casos temos textos de interesse supra-concelhio, ou mesmo de alcance nacional. Permite conhecer as dinâmicas da investigação científica e os projectos de divulgação mais genérica. O património arqueológico do distrito de Portalegre é reconhecidamente um dos valores de maior interesse e potencial desta região.


INDEX

Pedro Namorado LANCHA (Pres. Câmara Municipal de Fronteira)
As 3.as Jornadas de Arqueologia do Norte Alentejano (Fronteira, 2005), seis anos depois p. 11

Jorge de OLIVEIRA
Evocação das 2.as Jornadas de Arqueologia do Norte Alentejano  p. 13


COMUNICAÇÕES

Juan Javier Enríquez NAVASCUÉS
A Arqueologia do Norte Alentejano vista do outro lado da raia (Fronteiriza) p. 19

S. DEPREZ, M. de DAPPER, Ch. de JAEGER & F. VERMEULEN
Geo archaeological research in the Northeastern Alentejo  p.25

Nelson ALMEIDA, Vânia CARVALHO & Augusto AVELEIRA
Primeiros dados sobre a Pré história antiga do Nordeste alentejano  p.35

Jorge de OLIVEIRA
Trabalhos arqueológicos na Coudelaria de Alter  p.45

Marco António ANDRADE
Fronteira megalítica: algumas considerações gerais (enquanto as particulares não estão ainda disponíveis) a respeito das «necrópoles megalíticas» da área do Concelho de Fronteira  p.63

Elías López Romero González de la ALEJA
Arqueología del paisaje y técnicas estadísticas para el conocimiento del megalitismo de la cuenca del Sever: el análisis discriminante como método de clasificación p. 83

Pedro M. López ALDANA & Ana Pajuelo PANDO
O povoado calcolítico de Cabeço do Zebro  p. 95

Pedro M. López ALDANA & Augusto Jorge AVELEIRA
As gravuras do Cabeço do Zebro. Uma perspectiva crono estilística  p. 101

António Carlos VALERA & João REBUGE
O Campaniforme no Alentejo: contextos e circulação. Um breve balanço pp. 111

Primeira Mesa Redonda: “Turismo e Arqueologia”  pp. 123
Moderador: Jorge de OLIVEIRA

Paula MORGADO & André CARNEIRO
Os rostos de Janus: estratégias de povoamento na mudança da Era no concelho de Monforte  p.137

André CARNEIRO
Espaços e tempos no sítio arqueológico de São Pedro (Cabeço de Vide, Fronteira): um balanço dos trabalhos de escavação realizados entre 2000 e 2004 (e uma perspectivação do que se poderá seguir)  p. 147

Vera ALVES & André CARNEIRO
Ânforas romanas no concelho de Fronteira. Exemplares recolhidos entre 1999 e 2002  p. 163

Maria José ALMEIDA, André CARNEIRO, F. Germán RODRÍGUEZ MARTÍN & Paula MORGADO
De Augusta Emerita a Olisipo: proposta de traçado para o primeiro troço da via XII do Itinerário de Antonino  p. 193

Eurico de SEPÚLVEDA & André CARNEIRO
Marcas de oleiro em terra sigillata exumadas no actual concelho de Fronteira. Um indicador fiável de trocas comerciais?  p. 203

José d’ENCARNAÇÃO
Uma placa funerária romana do Nordeste Alentejano p. 223

Sandra BRAZUNA
A Villa da Herdade das Argamassas – 1.os resultados de um projecto em curso  p.227

Sérgio PEREIRA
Intervenções preventivas na área dos Estacionamentos (Ammaia)  p.241

Segunda Mesa Redonda: “Apropriação ilícita de bens arqueológicos”  p. 259
Moderador: José d’ENCARNAÇÃO

Terceira Mesa Redonda: “Arqueologia Regional: que futuro?” p. 273
Moderador: Jorge de OLIVEIRA

Jonhy DE MEULEMEESTER, Joke DEWULF, Mathieu GRANGÉ Premiers résultats d’un projet de recherche d’archéologie du paisaje dans la basse vallée du Wadi S.bir (Rio Sever): le territoire d’Ammaia / Marvão de l’Antiquité tardive au Moyen âge  p. 287

Francisco HENRIQUES, João Carlos CANINAS, Armando SABROSA,
Fernando HENRIQUES & Jorge GOUVEIA
As Estruturas Militares da Serra das Talhadas na Passagem de Ródão (Vila Velha de Ródão e Nisa)  p. 311

Jorge de OLIVEIRA, Margarida RIBEIRO & Mário PINTO
Carta Arqueológica de Nisa – 1.ª fase (revisão do PDM)  p.333

Leonor ROCHA
 Contributo para o Conhecimento do Património Arqueológico do Concelho de Sousel  p.351

Elisabete PEREIRA
Fundação Arquivo Paes Teles: o legado de Mário Saa  p. 361

Carlos ABAFA
Uma janela sobre Castelo de Vide. Projecto Museológico. Castelo de Vide. Das escavações arqueológicas à memória de um lugar  p. 369

Nelson ALMEIDA & Leonor ROCHA
E depois do adeus… Uma breve retrospectiva sobre a Extensão do Crato, do Instituto Portugués de Arqueología (1998 2006)  p. 395

POSTERS

Margarida RIBEIRO
Pinturas Rupestres do Ninho do Bufo na Penha da Esparoeira – Marvão. Notícia da sua Descoberta  p. 405

Cláudia PEREIRA
Intervenção Arqueológica no Sítio de Marvão. O papel do arqueológo no G.T.L. p. 411

Jorge de OLIVEIRA, Emílio MOITAS & Clara OLIVEIRA
Monumentos megalíticos do concelho de Arronches  p. 415

Paula MORGADO
Arqueologia urbana no centro histórico de Monforte  p. 425

Jorge ANTÓNIO
 Projecto de Recuperação e Valorização da Estação Arqueológica de Alter do Chão p. 431

Marta Pinto REIS & Jorge ANTÓNIO
Alter do Chão na Antiguidade Tardia: estudos de antropologia funeraria  p. 435

CONCLUSÕES GERAIS / PROPOSTAS FINAIS


+INFO no site de:  Edições Colibri

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mitologia da Peninsula Ibérica - Galiza

Nesta sexta-feira dia 21 emitir-se-á em Canal História o capítulo dedicado a Galiza da minissérie documentário Mitologia da Península Ibérica na que se faz um revejo as crenças e o imaginário popular de diferentes povos da Península ibérica (Galiza, Astúrias, Euskadi e Navarra) achegando-se às figuras míticas da sua tradição oral.

No documentário faz-se um repasso às diferentes figuras sobrenaturais do folclore galego tanto as personagens claramente míticos como os mouros, os homens e mulheres marinhas, xacios, a Santa Companha, o nubeiro, etc, como aqueles mas reais como as meigas, ou os vedoiros, assim como lugares e santuários como São André de Teixido, com todas as suas crenças relacionadas com as animas e o além

A série conta com o assessoramento do nosso colega -e bom amigo- Berto Alvárez Peña um dos mais importante etnógrafos asturianos da atualidade, e com a participação de especialistas em etnografia de cada uma dos áreas tratadas, no caso da Galiza entre eles o -Archeoten.- que estas linhas escreve tem a sorte de fazer parte nos que no documentário saímos

Assim que já saberdes caros leitores do Archaeoethnologica aqueles que por casualidade tenhais Canal Historia quedais convidados a ter uma cita dentro de dois dias com este desmelhorado etnografo que vos escreve (e que aqui acima vedes) e um bom feixe mouros, mouras trasnos e outros seres da nossa mitologia popular. Esperamos-vos

O capítulo correspondente a Galiza da série emitir-se-á as 18:30 da sexta-feira, dia 21 e posteriormente será reemitido o mesmo dia em horário noturno as 2:30, e logo ao dia seguinte, sabado, às 10:30. Um pouco antes podereis assim mesmo ver o cápitulo adicado a Euskadi e Navarra
 

Journal Archaeological Method & Theory 18/ 4


   
Journal of Archaeological Method and Theory
18/ 4 2012


Special Issue: 
Assessing Michael Brian Schiffer and 
His Behavioral Archaeology


Introduction to Assessing Michael Brian Schiffer and His Behavioral Archaeology  pp. 273-277
J. Jefferson Reid & James M. Skibo

The Contribution of Behavioral Archaeology and the Research of Michael B. Schiffer to the Discipline pp. 278-283
Stephen Plog

Why Did Binford's Middle-Range Program Outcompete Schiffer's Formation Process Program?   pp.284-290
Robert L. Kelly Pages

What Were We Thinking? What Do I Think? Assessing Michael B. Schiffer and his Behavioral Archaeology  pp. 291-298
Linda S. Cordell

Just Methodology? A Review of Archaeology’s Debts to Michael Schiffer  pp.299-308
Diane Gifford-Gonzalez

Stimulated Variation and Cascades: Two Processes in the Evolution of Complex Technological Systems  pp. 309-335
Michael J. O’Brien, R. Alexander Bentley

A Behavioral Archaeologist Responds  pp. 336-348
Michael Brian Schiffer


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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

HERAKLEION 2011


Herakleion 
 Numero 4, 2011

Bronces orientalizantes conservados en el museo histórico-municipal de Villamartín (Cádiz) 
J. A. Martín Ruiz y J. R. García Carretero

La cuenca del Tajo y la definición del Orientalizante: una revisión historiográfica.
José Ángel Salgado Carmona

El color en el vestido, símbolo de identidad en el mundo antiguo: el paradigma indio. 
Manuel Albaladejo Vivero

Tres nuevas monedas procedentes de Camesa-Rebolledo.
Gustavo Sanz Palomera

Villae en el municipium de Mentesa Oretana. Termas romanas y necrópolis tardo-romanas en la Ontavia (Terriches, Ciudad Real). Resultados de la investigación y proyecto de musealización.
Luis Benítez de Lugo, Honorio Javer Álvarez, Enrique Mata, Víctor Manuel López-Menchero, Jaime Moraleda y Anthropos



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Tempus Barbaricum II


Celebra-se a partir deste mês na Universidade de Hamburgo a segunda parte de "Tempus Barbaricum. O Império e Hispânia ao final da Antiguidade", a diferença da 1ª parte celebrada em Madrid, esta segunda não terá forma de Congresso, senão dum Ciclo de Conferencias que se viram sucedendo nos seguintes meses ate principios do 2012. Tempus Barbaricum está organizado em colaboração polas Universidade Complutense de Madrid, o Instituto Arqueológico Alemão (DAI) e o Seminário de Historia da Universidade de Hamburgo


Programa

20/10/2011, 18:15
Prof. Dr. Rosa Sanz (Universidade Complutense Madrid)
“Hydatius und der Einfall der Barbaren in Hispanien”

31/10/2011
Dr. Sabine Panzram (Universität Hamburg / DAI Berlin-Madrid)
“Die Verwadlung der Welt. Das kurze 5 Jh. N Chr. Auf der Iberischen Halbinsel"

21/11/20011, 18:15
Dr. Philipp von Rummel (Deutsches Archäeologisches Institut,Abt. Rom)
“Nordafrikea im 5 Jh. n. Chr. zwischen Umbruch und Kontinuität. Eine archäologische Spurensuche”

5/12/2011, 18:15
Prof. Dr. Mischa Meier (Ederhard-Karls-Universität Tübingen)
“Das Ende der Antike im Osten”

19/12/2011, 18:15
Prof. Dr. Volker Menze (Central European University Budapest)
“Late Antique Syria: The Making of a Religious Topography”

16/01/2012, 18:15
Dr. Stephan Faust (Universität Hamburg)
“Persenkrieg und Herrscherlob im Reliefschmuck des Galeriusbogens in Thessaloniki. Zur Funktion des Barbarenbildes in der späten Kaiserzeit”

30/01/2012, 18:15
Prof. Dr. Horst Pietschmann (Universität Hamburg)
“Humanismus und Renaissance in Spanien: Wiederentdeckung der Antike und politische Instrumentalisierungbemühungen im 15. Und 16. Jahrhundert”





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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Journal of Social Archaeology 11, 2


Journal of Social Archaeology
nº 11, 2


Artigos

Lynn Meskell
Editorial pp. 127-129

Robert W. Preucel
An archaeology of NAGPRA: Conversations with Suzan Shown Harjo pp. 130-143

Denis Byrne
Archaeological heritage and cultural intimacy: An interview with Michael Herzfeld pp. 144-157

Rosemary A. Joyce
‘What eludes speech’: A dialogue with Webb Keane pp. 158-170

Lisa Overholtzer & Wesley D. Stoner
Merging the social and the material: Life histories of ancient mementos from Central Mexico pp. 171-193

Lars Fogelin
Ignoring the problem: Spatial strategies for ameliorating social contradictions in early South Asian Buddhism pp. 194-211

Anna-Kaisa Salmi, Tiina Äikäs, & Sanna Lipkin
Animating rituals at Sámi sacred sites in northern Finland  
pp. 212-235



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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Estelas e Estátuas Mehnires da Pré- e Proto-história

Estelas e estátuas-menires: da Pré à Proto-história

Raquel Vilaça, coordenadora
Sabugal, 2011


O próximo dia 13 serão apresentadas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, as actas das IV Jornadas Raianas que se celebrarem na vila de Sabugal em 2009, e que estiverem adicadas as Estelas-menires da Península Ibérica. A actas estão coordenadas por Raquel Vilaça uma das mais reconhecidas especialistas na Idade do Bronze em Portugal.

A obra será apresentada pelo Prof. Dr. Martín Almagro-Gorbea (RAH – Madrid), seguida da conferencia sobre:

     Las estelas de guerrero lusitanos: Nuevas interpretaciones

Lugar:  Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra,  Anfiteatro IV, 5 piso

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sábado, 8 de outubro de 2011

Antiguidade e Longas Durações - Congresso


Antiguidade e Longas Durações
Perspectivas Historiográficas e Metodológicas

20-21 Outubro
Universidade Carlos III, Madrid


Este congresso organizado pelo Instituto de Historiografia Julio Caro Baroja pretende ser um âmbito de reflexão sobre as sobrevivências, as continuidades e os diferentes tempos na história, em especial envelope os processos denominados tempos de “longa duração”. O seu objectivo é debater, a partir da análise de diferentes exemplos extraídos da História Antiga, sobre a natureza daquelas estruturas que têm fossilizado no tempo, e e em que medida condicionarem o desenvolvimento das épocas posteriores: fenómenos tais como a geopolítica, os "sistemas mundo" actuais que apresentam paralelos com os impérios antigos, a macroeconomia, os enquadramentos geográficos e as configurações territoriais que previvem desde a Antiguidade, a construção histórica de identidades de “longa duração”, as estruturas mítico-religiosas ou as mentalidades, são alguns dos temas a discutir.

A análise dos problemas conceptuais e metodológicos que suscitam estes elementos transversais obrigam a reprantear o conceito de estrutura na história, mediante questões como a dialéctica entre mudança e permanência, isto é, se há mudanças superficiais que escondem continuidades estruturais, ou vice-versa. Conduzem a repensar, assim mesmo, a clássica compartimentação da história em épocas ou idades fechadas, sem relacionamento alguma entre elas. Coa intençao de pensar e analiçar estas "continuidades" reuniran-se um bo feixe de estudosos desde expecialistas consagrados da talha dum Greg Woolf a jovens promesas coma o nosso colega e bom amigo Pedro R. Moya.


Programa:

Quinta-feira 20

09:30 SESSÃO INAUGURAL

INTRODUÇÃO: EL CONCEPTO DE LARGA DURACIÓN

10:00
Carlos Antonio Aguirre Rojas (U. Nacional Autónoma de México)
La teoría braudeliana de la larga duración en la actualidad

BLOQUE I: MARCOS GEOPOLÍTICOS Y
ECONÓMICOS

10:40
Greg Woolf (U. St. Andrews.)
The generation of macro-scale patterning in the Roman world. How much does imperial power
explain?

11:20-11:50 pausa-café

11:50
Jaime Molina Vidal (U. Alacant)
Sistemas-mundo y largas duraciones. El modeloeconómico policéntrico del mundo romano

12:30
Michel Bruneau (CNRS - U. de Bordeaux)
Peuples-monde et logiques territoriales dans lalongue durée: les Grecs et les Turcs en Asie Mineure

13:10 DEBATE

14:00- 16:00 JANTAR

BLOQUE II: MARCOS GEOGRÁFICOS Y TERRITORIALES

16:00
Ignasi Grau Mira (U. Alacant)
Continuidad, herencia y larga duración a través de la Arqueología del Paisaje

16:40
Oriol Olesti i Vila (U. Autònoma de Barcelona)
Los marcos territoriales de Barcino. Toponimia, centuriaciones, epigrafía y villas romanas

BLOQUE III: IDENTIDADES

17:20
Gerardo Pereira Menaut (U. Santiago de Compostela)
Callaecia: la geografía humana en la configuración de una identidad

18:00-18:30 pausa-café

18:30
Fernando Wulff Alonso (U. Málaga)
La larga duración de las esencias: identidades colectivas y modelos nacionalistas (ss. XIX-XX)

19:10
Juan Ramón Carbó García (U. Católica de Murcia)
Confrontación de identidades de larga duración en Transilvania: sajones, húngaros, sículos y rumanos

19:50-20:45 DEBATE

21:00 CEA

Sexta-feira21

BLOQUE IV: ESTRUCTURAS MENTALES

10:00
Antón Alvar Nuño (U. Rey Juan Carlos)
Magia simpática y mentalidad mágico-religiosa  entre Antigüedad y mundo moderno ¿Una estructura mental
de muy larga duración?

10:40
Jaime Alvar Ezquerra (UC3M)
¿Una ‘Diosa Madre’ para siempre?

11:20-11:50 pausa-café

BLOQUE V: PERMANENCIAS RELIGIOSAS:
CONTINUIDAD DEL MITO Y DEL RITO

11:50
Pedro R. Moya Maleno (U. Complutense)
Mitos y ritos cíclicos de las comunidades hispano-célticas. Sincretismo y larga duración a través del calendario

12:30
Teodoro Crespo Mas (UC3M)
Cuentos modernos, relieves antiguos. Las estructuras del mito a través de la historia

13:10 DEBATE

14:00- 16:00 JANTAR

16:00
Juan Carlos Olivares Pedreño (U. Alacant)
La romanización de las divinidades celtashispanas: ¿ruptura, continuidad o sincretismo?

16:40
Clelia Martínez Maza (U. Málaga)
Hacia una nueva interpretación de laspersistencias paganas en el cristianismo. Laprocessio de Berecintia Dea

17:20-17:50 pausa-café

17:50
Simone Sisani (U. degli Studi di Perugia)
Le radici pre-cristiane della Festa dei Ceri a Gubbio: continuità nel rito o nello spazio?

18:30-19:30 DEBATE

19:30 CONCLUSÕES
(a cargo de C.A.Aguirre Rojas)

20:00 ENCERRAMENTO E ENTREGA DE DIPLOMAS

21:00 CEA


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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O Quaternário no Ocidente Peninsular


Variações Paleoambientais e Evolução Antrópica no Quaternário do Ocidente Peninsular

Bettencourt, A. M.., Alvers, M. I e Monteiro-Rodrigues, S. (eds.)  Variações Paleoambientais e Evolução Antrópica no Quaternário do Ocidente Peninsular,  APEQ / CITCEM, Braga 2010 
ISBN 978-989-97140-0-7


Sinopse:

Neste volume editado pola Associação Portuguesa para o Estudo do Quaternário  (APEG) e o Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória”  (CITCEM) reunen-se uma serie de textos que apressentam o resumem dos resultados dos estudos realizados por diversas equipas multidisciplinares nas áreas de Arqueologia, Botânica, Zoologia, Geologia, Geografia Física e Sistemas de Informação Geográfica (SIX), mostrando um esforço de diálogo entre as distintas disciplinas para o avanço do conhecimento e obter uma proposta que de um quadro global de sintese. 

Os objectivos são identificar os sinais de mudanças ambientais e o resultado das  interacções homem-ambiente desde um espaço cronologico amplo que vai desde o Paleolitico à Idade Moderna. A maioria dos artigos recolhidos neste livro foram apresentados durante as III Jornadas do Quaternário Ibérico, realizadas entre o 7 - 8 de Maio de 2010, na Universidade do Minho (Braga). 


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