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domingo, 24 de maio de 2026

Indo-arianos na Idade do Bronze - Livro

Indo-Aryans in the Bronze Age

Grigoriev, S. (2025): Indo-Aryans in the Bronze Age. Archaeopress. Oxford. ISBN: 9781805830665 DOI: 10.32028/9781805830665

Sinopse  
Este livro questiona a teoria da origem indo-ariana nas estepes, argumentando que sua pátria original ficava no noroeste do Irão. Utilizando dados linguísticos, genéticos e arqueológicos, traça as migrações do Irã para a Ásia Central, Índia e além, durante o 3º milênio A.C., que moldaram os dialetos indo-arianos.


Segundo a teoria geralmente aceita, eles se originaram na estepe eurasiática, de onde posteriormente migraram para o subcontinente indiano e o planalto iraniano. No entanto, faltam evidências que sustentem esses desenvolvimentos. O autor reuniu dados linguísticos, paleogenéticos e arqueológicos para reconstruir os processos que ocorreram no Eneolítico e na Idade do Bronze em vastas áreas da Eurásia, demonstrando que a pátria ancestral dos indo-iranianos ficava no noroeste do Irão.



De lá, alguns migraram para o sudeste do Irã, o que levou ao surgimento de dialetos indo-arianos por volta do início do 3º milênio a.C. A partir de meados do 3º milênio a.C., iniciou-se a migração de tribos indo-arianas para o nordeste do Irã e Ásia Central, que culminou posteriormente com a migração para a Índia, bem como para o Oriente Próximo, Europa Oriental, sul dos Montes Urais e, ocasionalmente, para o sul da Sibéria

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+INFO sobre o livro em: Indo-Aryans in the Bronze Age

sexta-feira, 13 de setembro de 2024

Fronteiras, Espaços e Identidades

Grenzen, Räume und Identitäten 

Brather, Sebastian und Dendorfer, Jürgen (eds.) (2020): Grenzen, Räume und Identitäten: Der Oberrhein und seine Nachbarregionen von der Antike bis zum Hochmittelalter. Archäologie und Geschichte: Freiburger Forschungen zum ersten Jahrtausend in Südwestdeutschland Vol. 22. Propylaeum. Heidelberg.   DOI: 10.11588/propylaeum.679

Sinopse  
Uma visão nova e imparcial das estruturas espaciais está a revelar-se um pré-requisito crucial para libertar a investigação de pressupostos e modelos rígidos. Isto torna possível substituir contagens de escadas anteriores e necessariamente muito simplistas por reconstruções complexas. 



Além das grandes linhas, as relações e estruturas espaciais revelam-se flexíveis e mutáveis. As contribuições recolhidas neste volume sublinham como podem ser diferentes abordagens e perspectivas, mesmo quando lidam com o “espaço” aparentemente evidente. 



Nesta abertura para além dos conceitos e ideias espaciais deterministas, que a geografia há muito alcançou, surgem novas oportunidades para os estudos arqueológicos e históricos.
   

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Descarregar o livro em: Grenzen, Räume und Identitäten

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Os Indo-Europeus e seu Mundo

The Speakers of Indo-European and their World

17th Fachtagaung of Society for
 Indo-European Studies
   
Quando: 9-12 Setembro
Onde: Basileia

A Universitdade de Basileia (Suiça) organiza entre os dias 9-12 de Setembro a 17 edição do congresso da Sociedade de Estudos Indo-Europeus.


Conferência Internacional de Linguística Comparativa Indo-Europeia, realizada a cada 4 anos. A conferência deste ano aborda especificamente a interação entre reconstrução linguística, arqueologia e arque-ogenética. A conferência também marca o 150º aniversário da Linguística Comparativa na Universidade de Basileia.

Programa


+INFO no site do: 17th Fastagung IE Studies

terça-feira, 31 de outubro de 2023

O Enigma Indo-europeu - Livro

El Enigma Indoeuropeo

Ballester, X. (2023): El enigma indoeuropeo. Universidad de Las Palmas de Gran Canaria. Las Palmas. ISBN: 978-84-9042-493-3  
   

Sinopse  
Mais de dois séculos após a formulação da proposta de que muitas línguas europeias e algumas línguas asiáticas tinham uma origem comum numa língua indo-europeia comum reconstrutível , ainda se discute onde e quando tal língua hipotética do passado seria falada. 


Atualmente, três propostas principais competem pela explicação do enigma indo-europeu, juntamente com outra que simplesmente nega a existência dessa língua comum reconstruída. Neste livro, as quatro propostas concorrentes são descritas e avaliadas criticamente desde a perspetiva da teoria seguida pelo autor a da Continuidade Paleolítica.

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+INFO sobre o livro em: El Enigma Indo-europeo

sábado, 28 de outubro de 2023

Pontes à Estepe e Linguas Anatólicas - workshop

Ana­to­lian lan­guages and bridges from the steppes

Quando: 2 Novembro
Onde: Atenas e on-line

   
O workshop acontece na  quinta-feira, 2 de novembro de 2023,  às  10h00  (hora de Atenas) em formato híbrido com presença ao vivo no Instituto Sueco de Atenas, Mitseon 9,  e online via Zoom no seguinte enlace: https://​uu-se .zoom.us/​j/​69173850489 ). 


Os que quiser participar do workshop presencialmente no Instituto Sueco, devem inscrever-se por e-mail dirigindo-se ao organiçador terje.ostigard@arkeologi.uu.se




É co-organizado pelo Instituto Sueco de Atenas e pela Net­work on Indo-Eu­ro­pean Stud­ies of Cul­tures, Lan­guages and Tra­di­tions dentro da Cir­cus net­work: UNI-CULT da Universidade de Uppsala
  
Descarregar programa aqui

Programa

10.00-10.10 Wel­come to the Swedish In­sti­tute at Athens
Jenny Wal­len­sten, di­rec­tor of the Swedish In­sti­tute at Athens

10.10-10.30 The Cir­cus net­work: UNI-CULT - Up­p­sala Uni­ver­sity Net­work on Indo-Eu­ro­pean Stud­ies of Cul­tures, Lan­guages and Tra­di­tions
Terje Østigård, Dept. of Arch. and An­cient His­tory, Up­p­sala Uni­ver­sity

10.30-11.00 In­tro­duc­tion to the Ana­to­lian lan­guages and their rel­e­vance for Indo-Eu­ro­pean stud­ies
Os­car Billing, Dept. of Lin­guis­tics and Philol­ogy, Up­p­sala Uni­ver­sity

11.00-12.00 The Indo-Ana­to­lian home­land and the Ana­to­lian trek
Al­win Kloekhorst, Cen­tre for Lin­guis­tics, Lei­den Uni­ver­sity

12.00-13.30 Lunch

13.30-14.30 The Lin­guis­tic Land­scape of Bronze and Iron Age Ana­to­lia
Zsolt Si­mon, Hun­gar­ian Re­search Cen­tre for Lin­guis­tics, Bu­dapest  
                  
14.30-15.30 Con­tact phe­nom­ena be­tween Ana­to­lian and Hel­lenic lan­guages
Michele Bian­coni, Fac­ulty of Clas­sics, Ox­ford Uni­ver­sity

15.30-16.00 Round table and dis­cus­sion



quinta-feira, 26 de outubro de 2023

Anatólia dos Kurganes a Kanesh

Deixamos aqui o video da palestra proferida pela linguista Petra Goedegebuure dentro das Marija Gimbutas Memorial Lectures, baixo "Anatolians on the Move: From Kurgans to Kanesh" na qual se exploram as antigas civilizações da Anatólia desde o ponto de vista linguistico e se exploram as conexões com ambitos vizinhos como o Cáucaso. 


segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Etnografia Nº 3/21 - 2023

    ETNOGRAFIA
  Этнография

   Nº 3/21 - 2023
     

INDEX

Ethnogenesis and Ethnohistory

Ethnogenesis as Solitaire Game: On the Origin of 
Samoyeds and Ugrians p. 6 
Golovnev A. 

The Dene-Caucasian Macrofamily: Lexicostatistical 
Classification and Homeland p. 45 
Kozintsev A. 

The Origin and The Early History of Vad’d’a People: 
Old Discussions and New Finds p. 68
Stasyuk I. 

Archbishop of Siberia Simeon’s Trip to Tobolsk and to 
the Kodsky Khanty in 1656 p. 90
Mankova I. 

The Everyday Life and Culture of the Crimean Karaites in 
Ethnographic Research and Museum Collections of 
the 19th - early 20th Сentury p. 102
Prokhorov D. 

Their Komi: Izhma Komi Identities through 
Language Ideologies p. 125
Mordasov M., Smirnova A., Vlakhov A. Our Komi, 

Ethnocultural Projections of Nanai Identity: The Use of 
Symbols of Ancestral Belonging  p. 143
Bereznitsky S. 

The ABC of Sakhalin’s Indigenous Livelihoods at 
the Beginning of the 21st Century p. 169
Novikova N. 
  
   
Of Science History  

 The Peoples of the Ural-Volga Region in Research and Teaching 
at the Department of Ethnography of Moscow State University
p. 188
Karlov V.

Ethnocultural Neotraditionalism: Reflexive 
Integration  Theoretical Model p. 203
Popkov Yu. 



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domingo, 3 de setembro de 2023

A Língua Paleo-Amazig na Antiguidade - Tese

La Llengua Amaziga a 
l´Antiguitat

Múrcia, C. (2011): La llengua amaziga a l'antiguitat a partir de les fonts gregues i llatines. Tese doutoral apressentada Departamento de Filologia Latina da Universidade de Barcelona. 


A presente investigação debruça-se sobre as fontes literárias e epigráficas gregas e latinas que fornecem dados úteis para o conhecimento da língua das antigas populações norte-africanas que os antigos autores chamavam genericamente de Líbios, Mauri, Numidae, Gaetuli e Mazices. Oito capítulos da tese analisam e classificam por regiões antigas (Egito, Cirenaica, ITripolitânia, Phasania e Saara Central, Zeugitan e Bizâncio, Numídia, Mauritânia Cesariana, Mauretania Tingitana e Sahara Ocidental). 


Os dados filológicos (reunidos em apêndice num corpus cronologicamente estabelecido) e os dados epigráficos, a partir dos quais se descreve a situação sociolinguística e a distribuição geográfica da língua dos mouros em relação às línguas em contacto: egípcio, línguas grega, púnica, latina, chadica, nilo-saariana, Mandaico ou Atlântico, dependendo das regiões. 

líbios representados na tumba do farão egicio Seti I

Descreve também a fonologia e a morfologia do Paleoamásico com base nos dados filológicos e epigráficos e estabelece-se um corpus lexical de 107 palavras paleoamásicas comuns, que constituem o identificador formal mais sólido para a descrição gramatical do Paleoamásico do que há mais de um mil antropônimos (além de dados toponímicos e etnonímicos parcialmente explorados).

A tese discute delicada questão da expansão Amazigh e o problema da cronologia proto-Amazigh; as teses migracionistas de longo alcance (não corroboradas pelos estudos paleodemográficos mais confiáveis) e eventos pontuais agitados como causas da forja do Proto-Amazik são refutadas; por outro lado, o funcionamento interno da própria sociedade tribal Paleo-Amazik, baseado em mecanismos de segmentaridade e reduplicação, é originalmente aceito como fator determinante.


Isto se reflito em instituições que constituem a espinha dorsal de um espaço comunicativo comum, como as rotas de caravanas transsaarianas, os mercados e feiras rurais, as reuniões e festivais patronais e outros fenómenos que mal deixaram vestígios arqueológicos e evidências literárias e epigráficas, mas que podem ter foi igualmente relevante na cristalização de uma koiné composicional Paleo-Amazing que se tornou a protolinguagem da rede dialetal Amazigh como a conhecemos desde épocas mais conhecidas.


A presente pesquisa destaca o papel mediador, graças ao controle das rotas de caravanas transsaarianas, das populações Paleo-Incríveis (entre as quais podemos citar os Garamants, os Nasamons e os Getuls, como mais tarde, a partir da Idade Média, os Ibaditas , Almorávidas, almóadas e tuaregues) nas inovações tecnológicas, económicas, agrárias, religiosas e outras transmitidas pelas populações mediterrânicas através de línguas como o egípcio, o púnico, o grego e, sobretudo, o latim, às populações de língua saariana e saeliana do nilo-saariano, chadico , Línguas Mandaica e Atlântica.
  

La llengua amaziga a l’antiguitat Vol. 1: Introducció - VI.Numídia  PDF

La llengua amaziga a l’antiguitat Vol. 2: VII.Mauretània Cesariana - Índexs PDF

La llengua amaziga a l’antiguitat Vol. 3: Annex de cartografia lingüística PDF



quarta-feira, 5 de abril de 2023

Repensar o Puzzle Indo-Europeu - Livro


The Indo-European Puzzle Revisited

Kristiansen, K., Kroonen, G., & Willerslev, E. (2023):  The Indo-European Puzzle Revisited. Integrating Archaeology, Genetics, and Linguistics. Cambridge University Press, Cambridge ISBN: 9781009261753


Sinopse: 
Este livro examina o impacto da pesquisa de DNA antigo e evidências científicas em nossa compreensão do surgimento de línguas indo-européias na pré-história. Oferecendo contribuições de ponta de uma equipe internacional de estudiosos, considera as forças motrizes por trás das migrações indo-européias durante o 3º e 2º milênios A.C. 


O volume explora a ascensão dos primeiros pastores nômades do mundo, a Cultura Yamnaya, na estepe pôntica russa, incluindo sua organização social, expansões e a transição do nomadismo para o semi-sedentismo ao entrar na Europa. Ele também traça a conquista da carruagem no final da Idade do Bronze e seu impacto na expansão das línguas indo-iranianas na Ásia Central. 



Na seção final, os volumes consideram o desenvolvimento das sociedades hierárquicas e as origens da escravidão. Uma síntese marcante de descobertas recentes e emocionantes, o livro também inclui uma extensa discussão teórica sobre a integração da linguística, genética e arqueologia e a importância da pesquisa interdisciplinar no estudo da migração antiga.



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+INFO sobre o livro em:  IE Puzzle Revisited

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

A Celtização - Migração ou Aculturação?


La formation de l'entité Celtique: migration ou acculturation ?


Em esta breve palestra do ano 2015 dentro do coloquio Archéologie des Migrations, da qual deixamos embaixo o vídeo, o arqueólogo Patrice Brun, um dos principais especialistas europeus no estudo dos celtas da Idade do Ferro, faz uma síntese do estado da questão sobre a 3       etnogénese de este grupo linguístico e cultural. 


O contributo se centra na necessidade de uma explicação coerente e acorde com o contexto com os dados disponíveis, pranteando quais foram as dinâmicas e período cronológico nos que devemos situar a formação de um certa koine cultural reconhecível que fundaria as culturas celtas conhecidas em época histórica posterior.


Sinopse: 
     
As migrações celtas dos séculos IV e III aC para o norte da Itália, Europa Central e Ásia Menor são bem conhecidas e nunca foram debatidas. Para a expansão inicial de uma vasta entidade cultural celta, seu caráter migratório ou não continua, por outro lado, a suscitar oposições frontais de natureza fundamentalmente ideológica.



A história das ideias sobre esta questão permite uma melhor compreensão das posições teóricas atuais. O autor tinha proposto situar a formação do vasto conjunto cultural celta já no terceiro milénio aC e explicá-la pela ativação de redes comerciais a longa distancia, animadas pelas elites sociais, ao mesmo tempo que ocorriam migrações de indivíduos e pequenos grupos.


Porém, essa ideia de favorecer principalmente as dinâmicas culturais pareceu -aparentemente- ter sido seriamente questionada pelos resultados das análises paleo-genéticas. Em esta palestra apresentasse de novo as questões anterior em correlação com resultados arqueológicos e genéticos permite propor algumas respostas compatíveis com o estado do conhecimento arqueológico conhecido.

     
Algo de Bibliografia

Brun, P. (2006): "L’origine des Celtes. Communautés linguistiques et réseaux sociaux" in: Vitali, D.(edit.):  Celtes et Gaulois, l’Archéologie face à l’Histoire, 2 : la Préhistoire des Celtes. Actes de la table ronde de Bologne-Monterenzio,28-29 mai 2005. Glux-en-Glenne. Bibracte, Centre archéologique européen. pp. 29-44   PDF

Brun, P. (2007):"Les Celtes à la lumière de l’archéologie" Archéopages Nº 18: Dossier Migrations, pp. 16-21  PDF


domingo, 20 de novembro de 2022

Repensar as Migrações na Eurasia Pré-histórica


Rethinking Migrations in Late Prehistoric Eurasia


Fernández-Götz, M., Courtney Nimura, C. Philipp W. Stockhammer, Ph.W, & Cartwright, R. (edits.) (2022): Rethinking Migrations in Late Prehistoric Eurasia. Proceedings of the British Academy


Sinopse: 

As migrações constituem uma das características mais definitórias da história humana desde seu início até o presente. Nos últimos anos, a crescente aplicação de estudos antigos ADN Antigo e isótopos estáveis tem revolucionado nossa compreensão dos movimentos populacionais no passado, embora a interpretação dos resultados ainda seja ainda pouco clara e controversa. 


Repensar as migrações na Eurásia tardo-pré-histórica tardia fornece uma visão da pesquisa de ponta sobre as migrações pré-históricas na Eurásia, integrando diferentes perspetivas de evidências e enfatizando a necessidade de combinar as análises zooarqueológicas com uma base teórica e metodológica mais sólida



Os 15 capítulos do livro vão desde o 3º ao 1º milénio aC, com um escopo geográfico que se estende da Europa Atlântica à Ásia Central. Os estudos de caso incluem uma reavaliação de migrações em grande escala, mas também estudos de alta resolução sobre microrregiões concretas. 


No geral, os resultados oferecidos no volume revelam a extraordinária diversidade das migrações na Eurásia Antiga e dos jeitos nos que a arqueologia pode contribuir a uma discussão mais ampla sobre a própria mobilidade tanto no passado como no presente.


INDEX

Rethinking Migrations in Late Prehistoric Eurasia: An Introduction
Fernández-Götz, M., Nimura, C., Stockhammer, Ph. W & Cartwright, R.

Comparing Apples and Oranges? Confronting Social Science and Natural Science Approaches to Migration in Archaeology, 
Gori, M. & Abar, A.

The Mobility and Migration Revolution in Third Millennium BC Europe, 
Heyd, V.

Bell Beaker Mobility: Marriage, Migration, and Mortality, 
Fitzpatrick, A. P.

Bronze Age Travellers, 
Kristiansen, K.

Andronovo Mobility Revisited: New Research on Bronze Age Mining and Metallurgical Communities in Central Asia, 
Stöllner, Th.; Özyarkent, H. & Gontscharov, A. 

Rethinking Material Culture Markers for Mobility and Migration in the Globalising European Later Bronze Age: A Comparative View from the Po Valley and Pannonian Plain, 
Molloy, B., Bruyeres, C. & Jovanovi, D. 

Mobility at the Onset of the Bronze Age: A Bioarchaeological Perspective, 
Stockhammer, Ph. W. & Massy, K.

Marriage, Motherhood, and Mobility in Bronze and Iron Age Central Europe, 
Rebay-Salisbury, K.

Migration in Archaeological Discourse: Two Case Studies from the Late Bronze and Early Iron Age, Metzner-Nebelsick, C.

The Scale of Population Movements: A Model for Later Prehistory, 
Wells, P. S.

Alpine Connections: Iron Age Mobility in the Po Valley and the Circum-Alpine Regions, 
Icolani, V. & Zamboni, L.

Mobility and Migration in Bronze and Iron Age Britain: The COMMIOS Project, 
Armit, I.

Migration and Ethnic Dynamics in the Lower Rhine Frontier Zone of the Expanding Roman Empire (60 BC-AD 20): A Historical-Anthropological Perspective
 Roymans, N. & Habermehl, D.

On the Move: Relating Past and Present Human Mobility, 
Nimura, C., Cartwright, Stockhammer, Ph. W.; Fernández-Götz, M.


+INFO sobre o livro no enlace: Rethinking Migrations

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

KELTEN 61


KELTEN 61, 2014


Artikelen:

Frank Brandsma & Erik Hendrix "Tolkiens Arthur"  p. 2

Renée Calon "Het oppidum van Gondole (Le Cendre - Auvergne)"   p. 5

Greta Anthoons "Migratie en sociale netwerken als vormen van culturele uitwisseling in de ijzertijd: het relaas van een proefschrift"   p. 8

Martijn A. Wijnhoven "Geringd wapentuig: maliënkolders uit de ijzertijd"   p. 12

Recensies:

Stéphanie de Geus "Celtic from the west 2"  p. 15

Dennis Groenewegen "Gablánach in scélaigecht"   p. 16

Ranke de Vries "Een kunstig gerepareerd glas-in-loodverhaal"  p. 17

Michelle Bervoets "Een zoektocht naar Arthur in de middeleeuwse Welshe literatuur"  p. 18

Herman Clerinx "Nehalennia van Domburg: geschiedenis van de stenen monumenten"  p. 19

Bart Jaski "Britse degelijkheid"   p. 20

Verslagen:

Patrick Brown, vert. Dennis Groenewegen "The Fourth International Conference on the Ulster Cycle of Tales, 27-28 juni 2013"   p. 21

Linus Band-Dijkstra en Daan van Loon "Keltologie-Symposium Trier"   p. 22

Dennis Groenewegen "Publicatieoverzicht BA- en MA-scripties Keltisch 2012/2013"   p. 24

Nieuws en activiteiten:

Nieuws  p. 25
Agenda  p. 25
Mededelingen  p 26
Aankondiging Keltisch Colloquium 2014 achterkant


Ir ao site da revista: Kelten

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Paisagem, Identidade, Etnicidade - Livro

Landscape, Ethnicity, Identity in Archaic Mediterranean Area

S. Stoddart & G. Cifani (eds.) Landscape, Ethnicity and Identity in the Archaic Mediterranean Area. Oxbow Books, Oxford 2010
ISBN: 9781842174333


Sinopse:
O tema principal deste volume é o polimorfo conceito de etnia. Os autores analisam e contextualizam as continuas (re-)definições da etnicidade e a identidade desde duas perspectivas diversas: a partir da tradição clássica e outro através pré-histórica e a antropológica.


Olhando para o papel de fontes textuais na reconstrução etnia e apresentando novos e inovadores dados arqueologicos sobre a reconstrução da etnicida, quer a partir de trabalho de campo ou de novas formulações sobre dados antigos. Finalmente, em contraste coas abordagens tradicionais da etnicidade, examina-se também o relativo ao papel da paisagem e a interação de elementos naturais e culturais na construção etnica.


As dezenove contribuçoes aqui apresentados mostram como uma arqueologia moderna interdisciplinar e internacional, que combine -criticamente- os dados materiais junto com as provas textuais pode fornecer uma poderosa ferramenta de comprensão para o pleno entendimento das ideologias das sociedades antigas e modernas

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+INFO sobre o livro: Landscape, Ethnicity, Identity

domingo, 12 de maio de 2013

Celtic from the West 2 - Livro

CELTIC FROM THE WEST 2

John T. Koch & Barry Cunliffe, Celtic from the West 2: Rethinking the Bronze Age and the Arrival of Indo-European in Atlantic Europe. Oxbow Books, Oxford, 2013 237pp.   ISBN: 9781842175293


Sinopse
A Fachada atlântica da Europa tem sido tratada como marginal para a formação da Idade do Bronze europeia e do quebra-cabeça da origem e primeira disseminação das línguas indo-europeias. Até recentemente, a ideia de que a Europa Atlântica era um mundo totalmente pré-indo-europeu durante a Idade do Bronze ficou plausível.



O rápido crescimento da evidência sobre a pré-história e mais tardiamente sobre as línguas pré-romanas do Ocidente esta tendendo cada vez mais a excluir essa possibilidade. Por isso, é hora de focar a atenção novamente na lista de "suspeitosos" habituais, de serem possíveis evidências arqueológicos sobre a chegada desta grande família de línguas e, assim mesmo, da emergência do seu ramo céltico.



Esta reconsideração do problema lança inevitavelmente uma nova luz penetrante sobre a formação de pré-história tardia da Europa Atlântica e as implicações das novas evidências para a consideração das ligações inter-regionais desta área.


INDEX



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sexta-feira, 3 de maio de 2013

As Origens dos Irlandeses - J. P. Mallory

The Origin of The Irish

J.P. Mallory, The Origins of the Irish Thames and Hubson, 2013  320pp  ISBN 9780500051757


Sinopse
Os Estudiosos têm intrigado o enigma das origens dos irlandeses por mais de mil anos, mas -segundo o autor- sem nenhuma resolução clara. Os irlandeses medievais criaram uma elaborada narrativa de suas origens que tem assombrado gerações de arqueólogos, linguistas e ainda aos modernos geneticistas.

Livro de Leinster, Trinity College, fonte: ISOS

O livro de Mallory enfatiza que os irlandeses não têm uma única origem, mas são um produto de múltiplas influências que só pode ser rastreado através do emprego de arqueologia, genética, geologia, linguística e mesmo a mitologia. Começando com a colisão geológica que fundiu as duas metades da Irlanda, o autor traça a longa viagem da Irlanda para se tornar uma ilha. Examina as fontes arqueológicas sobre os primeiros povoadores da Irlanda e por que eles ter procurado este lugar da da Europa para estabelecer-se.

Teamhair na Rí, Tara Co. Medh, Leinster

Trata-se assim mesmo o problema das origens dos primeiros agricultores e o seu impacto sobre a Ilha, temática a que sege um exploração sobre os metalúrgicos da Idade dos metais; desde o cobre até o ferro, e como eles introduzir à Irlanda nas orbitas mais amplas da culturas europeias contemporâneas

Reconstrução de casa neolítica no Irish National Heritage Park

Mallory expõe e avalia as explicações tradicionais da pré-história da Irlanda à luz das pesquisas mais recentes e novas teorias sobre as origens dos irlandeses, abordando de passo polémica questão dos Celtas, da celticidade irlandesa e das evidencias linguísticas sobre o irlandês como língua.


INDEX

Introduction

Chapter One: The Origins of Ireland

Chapter Two: First Colonists

Chapter Three: First Farmers

Chapter Four: Beakers and Metals

Chapter Five: The Rise of the Warriors

Chapter Six: The Iron Age

Chapter Seven: The Native Version

Chapter Eight: Skulls, Blood and Genes

Chapter Nine: The Evidence of Language

Chapter Ten: The Origins of the Irish


+INFO sobre o livro: The Origin of the Irish


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