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segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Social Evolution and History Nº 24/2 - 2025

Social Evolution & History 

Nº 24/2 - 2025

INDEX

Stories of Ancient Stones: A Living Tradition of 
Indigenous People (Mundas) in Jharkhand, India
Elizabeth Tuti; Meena Kumari; 
Kumari Vibhuti Nayak; Shamsher Alam

The Dynamics of Aggression and Anxiety during 
Disasters (a Case Study of Three Waves of the 
COVID-19 Pandemic in Russia)
Burkova, Valentina N.; Butovskaya, Marina L.; 
Alexey M. Ermakov; Nikolay Yu. Simakov; 
Julija N. Fedenok; Azat B. Galimkhanov; 
Alexey V. Emelyanov; Olga V. Kalinichenko; 
Natalia V. Rymarenko; Victoriya I. Spodina; 
Raushaniia I. Zinurova

Digital Transformation of Sub-Saharan African 
Countries in Historical Perspective: From the 
First Computers to the AI-driven Economy
Pierre-Emmanuel Thomann; 
Konstantin Pantserev

Islamist State Formation in Somalia
Mir-Ali Askerov; Korotayev, 
Andrey; Issaev, Leonid M.

The Genetic Basis of Altruism and Cooperative
 Behaviour in Human Societies
Muhammad Muzammal; Abida Bibi; 
Maria Shafiq; Hunza Malik; Sabeeha Asad; 
Nazia Farid Burki; Muhammad Ismail; 
Shafiqua Istiaq; Muhammad Harris; ´
Harmain Saba; Umar Raoon; 
Hamna Batool Hashmi; Hadia Gul; 
Muzammil Ahmad Khan

Special Section Evolution and Forms 
of Socio-political  Organization: 
Historical & Anthropological Approaches. 

Colloquium Proceedings. Guest Editors Dmitri M. 
Bondarenko and Ivan A. Ladynin

Evolution and Forms of Socio-Political Organization: 
Historical and Anthropological Approaches 
(Introductory Remarks)
Bondarenko, Dmitri M.

Why do We Need a Typology (Classification) and a 
Political Anthropological Meta-Language for 
Describing Post-Neolithic Pre-Modern Polities?
Aleksei S. Shchavelev

Historical Reality in Ancient and Modern 
Political Terminology: In Search of a Common
Andrey M. Smorchkov

Socio-Political Terminology for Pre-State Societies 
in Antiquity: Sarmatian Rulers between History, 
Anthropology, and Archaeology
Evgeny V. Vdovchenkov

On the Discussion of the Concepts of ‘Chiefdom’
 and ‘Tribe’ in Current Political Anthropology a
nd History of Primitive Society
Popov, Vladimir A.

Debates on the Origin of the State: 
Some Results and Perspectives
Kradin, Nikolay N.

On the Stages of the Evolution of Statehood
Grinin, Leonid

The Nome Polities in Egypt and 
Mesopotamia in the Fourth and Third 
Millennia BC: Reconstructions and Scholarly Models
Ivan A. Ladynin; 
Alexander A. Nemirovsky

Middle Euphrates Polities of the Bronze Age 
and Their Place in the Typology of Ancient States
Boris Alexandrov

Greek Polis on the Scale of Potestary Formations: 
State, ‘Proto-State’, ‘Post-State’?
Igor E. Surikov

Etatist and Non-etatist Approaches to 
the Study of Ancient Civil Community: 
Discussions on civitas Romana
Vera V. Dementyeva

Commonwealth, People, Civil Community 
 State? Revisiting Augustine's Polemic with Cicero
Alexander V. Marey

Modern Imperiology Theories and Problems 
of the Study of Ancient Empires
Alexander V. Makhlaiuk

Congratulations on the 80th Birthday
 of Professor Petr Skalník


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terça-feira, 18 de março de 2025

Pespetivas Evolutivas sob Religião e Violência

Evolutionary Perspectives on Religion & Violence

Alcorta, C. & Sosis, R. (2022): Evolutionary Perspectives on Religion and Violence. Elements in Religion and Violence. Cambridge University Press. Cambridge. ISBN: 9781009238328  DOI: 10.1017/9781009238328

Sinopse  
Religião e violência compartilham uma história complexa e duradoura. Ver a violência e a religião de uma perspectiva evolucionária situa ambas dentro de uma estrutura mais ampla de comportamentos agressivos, afiliativos e de sinalização entre espécies. 


Neste trabalho, os autores reveem fatores genéticos, epigenéticos e ambientais que influenciam a violência, distinguindo dois tipos de agressão que diferem na fisiologia e intenção subjacentes. É estudado uso de sinais comunicativos para delimitar a agressão entre espécies e propõe-se que o surgimento do ritual simbólico humano atua como um sistema de sinalização para criar alianças e promover a cooperação dentro do grupo é proposto. 


Usando a tipologia de religião de Wallace, este volume explora as diferenças entre os sistemas religiosos em relação à variação socioecológica e examina os mecanismos subjacentes pelos quais a religião "funciona". Discute-se como é usada a violência como um "sinal honesto" para inculcar a crença religiosa, e o igualmente como uso da religião incita, valida e justificar a violência.
 

INDEX

1. Introduction p.1

2. What Is Violence? p. 3

3. Social Groups, Signals, and Symbols p.15

4. What Is Religion? p. 21

5. Cooperation and Conflict p. 38

6. The Paradox of Violence and Religion p. 54

7. Religion and Human Evolution p. 70

8. Conclusion p. 74

References p. 78


+INFO sob o livro em: Evolut. Perspectives Religion & Violence

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Religion, Brain & Behavior Nº 14/4 - 2024

Religion, Brain & Behavior 

Nº 14/4 - 2024
 

INDEX

Religion, Brain & Behavior adopts stricter 
transparency standards pp. 341-344
Wesley J. Wildman, Robert M. Ross,
 Ryan T. McKay, Joseph Watts,
 Suzanne Hoogeveen, Richard Sosis,
 Irene Cristofori, Michael E. Price 
& John Shaver

Article

Assessing religion and spirituality in a cross-cultural 
sample: development of religion and spirituality 
items for the Global Flourishing Study pp. 345-358
Kathryn A. Johnson, Jordan W. Moon,
 Tyler J. VanderWeele, Sarah Schnitker
 & Byron R. Johnson

The role of religion in adolescent mental health: 
faith as a moderator of the relationship between 
distrust and depression pp. 359-376
Dimitris I. Tsomokos & Robin I. M. Dunbar

Target Article 

The evolution of human ritual behavior as 
a cooperative signaling platform pp. 377-399
Martin Lang & Radek Kundt

Article Commentary

Rethinking the roots of human collective
 ritual pp. 399-407
Candace Alcorta

Adaptive signaling in a lineage explanation, 
needs to be adaptive pp. 407-409
Carl Brusse

Cooperative signaling in the sandbox: Future 
directions for examining collective 
ritual in child development pp. 409-412
Jennifer M. Clegg, Nicole J. Wen 
& Cristine H. Legare

Dancing devil’s advocates – the next challenges 
for testing cooperative signaling and 
collective ritual research pp. 412-414
Ronald Fischer

Multiple origins for the evolution of 
collective rituals pp. 415-416
Luke Glowacki

Collective action in wild chimpanzees provides
 further insight into the evolution of 
cooperative ritual behavior pp. 416-418
Ammie K. Kalan

Reinterpreting the archaeological evidence: 
rituals as practical and specialized 
interventions pp. 418-422
Aaron D. Lightner

Did we all go together when we went? 
Considering the adaptive importance 
of risky joint action pp. 422-426
Duncan N. E. Stibbard-Hawkes

Reply

Communicating cooperative intentions drove 
the selection of collective ritual in hominins 
pp. 427-449
Radek Kundt & Martin Lang
  

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quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Social Evolution and History Nº 23/2 - 2024

Social Evolution and History 

Nº 23/2 - 2024

INDEX

Chiefdom, Vassalage and Empire: The Political Structures 
of Arabia from the First CE to the Advent of Islam
Sabeeha Atlas; Altaf Qadir

Evolution of the Human Brain and the Myth of its Ten-Percent Use
Shahzadi Raheela Anum; Maria Shafiq; Sana Fatima; Abida Bibi

Theocratic System of Administration in Ekiti Society before 
Oduduwa: A Discourse in Ekiti-Yoruba Indigenous Political Culture
Kayode Joseph Onipede

Zhèng Hé's Indirect Impact on Europe: On Revolutionary 
Focal Groups of Production Revolutions
Plachetka, Uwe Christian

Male Cooperation is Culture-Specific: Evidence from 
Cross-Population Experiments
Rostovtseva, Victoria ; Butovskaya, Marina L.; 
Anna A. Mezentseva; Nadezhda B. Dashieva;
Anna A. Korotkova

Using the Google Books Ngram Corpus to Study Social Evolution
Solovyev, Valery D.

The Evolution of Artificial Intelligence: From Assistance to 
Super Mind of Artificial General Intelligence? Article 2. 
Artificial Intelligence: Terra Incognita or Controlled Force?
Grinin, Leonid; Grinin, Anton L. ; Grinin, Igor L.


Reviews and Notes

Global Disasters and World Society: The Ecological 
Dimension of Modern World-System Crises 
Fábio Pádua dos Santos

Rough Waters Ahead 
Harper, Tony


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sexta-feira, 30 de agosto de 2024

O Instinto Social - Livro

The Social Instinct

Raihani, N. (2021): The Social Instinct: How Cooperation Shaped the World. St. Martin's Press. Nova York. ISBN: 9781250262813

Sinopse 
A cooperação é o meio pelo qual a vida surgiu em primeiro lugar. Foi assim que progredimos através da escala e da complexidade, desde cadeias flutuantes de material genético até aos estados-nação. Mas, dado o que sabemos sobre os mecanismos da evolução, a cooperação é também um enigma. 


Como começa a cooperação, quando, a nível darwiniano, tudo o que importa aos genes do seu corpo está a ser transmitido à geração seguinte?. Porque é que as colónias de suricatas cuidam dos filhos umas das outras? Porque é que os pássaros tagarelas do Kalahari formam colónias nas quais apenas um casal se reproduz? E como é que alguns peixes-bodiões-corais realmente se castigam uns aos outros por prejudicarem peixes de outras espécies?


Biólogo de formação, Raihani analisa onde e como surge o comportamento colaborativo em todo o reino animal e que problemas resolve. Ela revela que as espécies que exibem um comportamento cooperativo – ensino, ajuda, preparação e auto-sacrifício – mais semelhantes ao nosso tendem a não ser outros macacos; São aves, insetos e peixes, ocupando ramos muito mais afastados da árvore evolutiva.~


Ao compreender os problemas que enfrentam e como cooperam para os resolver, podemos vislumbrar como a cooperação humana evoluiu pela primeira vez. E podemos também compreender o que existe na forma como cooperamos que tornou os seres humanos tão distintos – e tão bem-sucedidos.

INDEX


Evolutionary Human Sciences Nº 6 - 2024

Evolutionary Human Sciences

 Nº 6 - 2024

   
INDEX
  
Editorial - The world has gone mad
Ruth Mace

Research Article

Better-than-chance prediction of cooperative behaviour 
from first and second impressions
Eric Schniter, Timothy W. Shields

US homicide rates increase when resources are scarce 
and unequally distributed
Weston C. McCool, Brian F. Codding

Material insecurity and religiosity: A causal analysis
Benjamin Grant Purzycki, Theiss Bendixen

Geography is not destiny: A quantitative test of 
Diamond's axis of orientation hypothesis
Angela M. Chira, Russell D. Gray, Carlos A. Botero

Grandmother effects over the Finnish demographic transition
Simon N. Chapman, Virpi Lummaa

Maternal grandmothers buffer the effects of ethnic 
discrimination among pregnant Latina mothers
Delaney A. Knorr, Molly M. Fox

Investigating environmental effects on 
phonology using diachronic models
Frederik Hartmann, Seán G. Roberts, 
Paul Valdes, Rebecca Grollemund

Methods Paper

Identifying culture as cause: Challenges and opportunities
Sirio Lonati, Rafael Lalive, Charles Efferson

Review

Sex ratios and gender norms: why both are needed to 
understand sexual conflict in humans
Renée V. Hagen, Brooke A. Scelza

Research Article

Hunter–Gatherer children's close-proximity networks: 
Similarities and differences with cooperative 
and communal breeding systems
Nikhil Chaudhary, Abigail E. Page, Gul Deniz Salali, 
Mark Dyble, Daniel Major-Smith, Andrea B. Migliano, 
Lucio Vinicius, James Thompson, Sylvain Viguier

Review

Cultural evolution: A review of theoretical challenges
Ryan Nichols, Mathieu Charbonneau, Azita Chellappoo, Taylor Davis, Miriam Haidle, Erik O. Kimbrough, Henrike Moll, Richard Moore, 
Thom Scott-Phillips, Benjamin Grant Purzycki, Jose Segovia-Martin

Corrigendum

The shape of lipsmacking: socio-emotional regulation in bearded capuchin monkeys (Sapajus libidinosus) – Corrigendum
Natalia Albuquerque, Carine Savalli, Marina Belli, 
Ana Clara Varella, Beatriz Felício, Juliana França, 
Patrícia Izar

Why cultural distance can promote –or impede– 
group-beneficial outcomes
Bret Alexander Beheim, Adrian Viliami Bell

Hunter–gatherer genetics research: Importance and avenues
Cecilia Padilla-Iglesias, Inez Derkx

Methods Paper

Measuring perceived fitness interdependence between 
humans and non-humans
Katie Lee, Darragh Hare, Bernd Blossey

Research Article

Misperception of peer beliefs reinforces inequitable 
gender norms among Tanzanian men
David W. Lawson, Zhian Chen, Joseph A. Kilgallen, 
Charlotte O. Brand, Alexander M. Ishungisa, 
Susan B. Schaffnit, Yusufu Kumogola, Mark Urassa

Article

Cross-cousin marriage among Tsimane forager–horticulturalists 
during demographic transition and market integration
Arianna Dalzero, Bret A. Beheim, Hillard Kaplan,
 Jonathan Stieglitz, Paul L. Hooper, Cody T. Ross, 
Michael Gurven, Dieter Lukas

Isolating a culture of son preference among Armenian, 
Georgian and Azeri Parents in Soviet-era Russia
Matthias Schief, Sonja Vogt, Elena Churilova, 
Charles Efferson

Corrigendum

Hunter-gatherer genetics research: Importance 
and avenues – Corrigendum
Cecilia Padilla-Iglesias, Inez Derkx

Perspective

Formalising prestige bias: Differences between models 
with first-order and second-order cues
Seiya Nakata, Akira Masumi, Genta Toya

Research Article

Dyadic inter-group cooperation in shotgun hunting 
activities in a Congo Basin village
Vidrige H. Kandza, Haneul Jang, Francy 
Kiabiya Ntamboudila, Sheina Lew-Levy, 
Adam H. Boyette

Religiosity and gender bias structure social networks
Erhao Ge, CaiRang DongZhi, Ruth Mace

Climate, climate change and the global diversity of human houses
Robert R. Dunn, Kathryn R. Kirby, Claire Bowern, Carol R. Ember, 
Russell D. Gray, Joe McCarter, Patrick H. Kavanagh, Michelle Trautwein, Lauren M. Nichols, Michael C. Gavin, Carlos Botero

Opinions on hard-to-discuss topics change 
more via cohort replacement
Nicolas Restrepo Ochoa, Stephen Vaisey

Investigating the effects of social information on 
spite in an online game
Robin Watson, Thomas J. H. Morgan, 
Rachel L. Kendal, Julie Van de Vyver, 
Jeremy Kendal

The role of mating effort and co-residence history 
in step-grandparental investment
Jenni E. Pettay, David A. Coall, 
Mirkka Danielsbacka, Antti O. Tanskanen

How culture shapes choices related to fertility and 
mortality: Causal evidence at the Swiss language border
Lisa Faessler, Rafael Lalive, Charles Efferson

Review

Does bride price harm women? Using ethnography 
to think about causality
Eva Brandl, Heidi Colleran

Research Article

The floating duck syndrome: biased social learning 
leads to effort–reward imbalances
Erol Akçay, Ryotaro Ohashi
   

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terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Cooperação e Ação Coletiva

Cooperation and Collective Action

Carballo, D. M. (2013): Cooperation and Collective Action. Archaeological Perspectives. University Press of Colorado.  
  

Sinopse  
A literatura arqueológica anterior sobre a cooperação enfatizou o papel da competição na evolução cultural. Como resultado, as possibilidades de cooperação de grupo da base para o topo têm sido subteorizadas em favor de modelos que enfatizam a liderança do topo para a base, enquanto as evidências de uma série de disciplinas demonstram que os seres humanos conseguem sustentar eficazmente empreendimentos cooperativos através de uma série de normas e instituições sociais. Este é o primeiro volume a focar no uso de evidências arqueológicas para compreender a cooperação e a ação coletiva.


Desvelar as motivações e instituições que promovem a cooperação de grupo entre indivíduos competitivos continua a ser um dos poucos grandes enigmas dentro da teoria evolucionista. A amplitude e o foco material da arqueologia proporcionam um complemento muito necessário à investigação existente sobre cooperação e ação coletiva, que até agora se baseou em grande parte na modelização da teoria dos jogos, em inquéritos a estudantes universitários de países ricos, em breves experiências etnográficas e em casos históricos limitados. 




A obra amostra como diversos estudos de caso abordam a evolução do surgimento de normas, instituições e símbolos nas sociedades complexas ao longo dos últimos 10.000 anos. Este livro é uma contribuição importante para a literatura sobre cooperação nas sociedades humanas que irá agradar aos arqueólogos e outros estudiosos interessados na investigação de cooperação.

INDEX

Part 1- Theoretical Perspectives p.14

1: Cultural and Evolutionary Dynamics of Cooperation 
in Archaeological Perspective. p. 16

2: The Emergence of Social Complexity. p. 48

3: War, Collective Action, and the “Evolution” 
of Human Polities p. 70

4: The Ritualized Economy and Cooperative Labor 
in Intermediate Societies p. 96

5: Reconsidering Darwinian Anthropology p.  106

6: Agency and Collective Action p. 142


Part 2- Case Studies p. 162

7: Free-Riding, Cooperation, and Population ~
Growth. p. 164

8: Cooperation and Competition among Late Woodland 
Households at Kolomoki, Georgia p.  188

9: The Competitive Context of Cooperationin Pre-Hispanic ~
Barinas, Venezuela p.  210

10: Water Control and the Emergence of Polities in 
the Southern Maya Lowlands p.  236

11: Labor Collectives and Group Cooperation in 
Pre-Hispanic Central Mexico p.  256

12: Caste as a Cooperative Economic Entitlement Strategy 
in Complex Societies of the Indian Subcontinent 
and Sub-Saharan Africa p.  288

13: The Dynamics of Cooperation in Context 
p. 312



Disponivel em: Cooperation & Collective Action

A Evolução da Cooperação - Tese

The evolution of large-scale cooperation

Lamba, S. (2011): The evolution of large-scale cooperation in human populations. Tese de doutorado apressentada no University College London.

Sinopse  
A cooperação em larga escala entre humanos não aparentados é um grande quebra-cabeça evolutivo. A seleção natural deveria favorecer características que beneficiam ao sujeito concreto, enquanto a cooperação implica um custo para o individuo em benefício do outro. O trabalho apresentado nesta tese traz uma contribuição empírica para a compreensão da evolução da cooperação em larga escala em humanos. 


A teoria postula que a cooperação em grande escala evolui através da seleção que atua sobre populações entre as quais a variação é mantida pela transmissão cultural. Embora a variação intercultural na cooperação seja considerada evidência em apoio a esta teoria, a maioria dos estudos confunde as diferenças culturais e ambientais entre as populações. 


A autora testa e topa apoio para a hipótese de que a variação nos níveis de cooperação entre as distintas populações humana é impulsionada por diferenças demográficas e ecológicas, e não pela cultura em sim propria. A autora utiliza jogos económicos e uma nova medida de cooperação no “mundo real” para demonstrar a variação significativa nos níveis de cooperação entre 21 aldeias da mesma sociedade forrageira a pequena escala, os Pahari Korwa da Índia central. 




Os fatores demográficos explicam parte desta variação. A variabilidade entre populações do mesmo grupo cultural neste estudo é comparável em magnitude àquela encontrada entre diferentes grupos culturais em estudos anteriores. Experiências realizadas em 14 aldeias demonstram que a maioria dos indivíduos não utiliza a aprendizagem social no contexto de um dilema cooperativo. 


A frequência da aprendizagem social varia consideravelmente entre as populações e a Identifica fatores demográficos associados à estratégia de aprendizagem que os indivíduos empregam.  As descobertas da autora desafiam empiricamente os modelos de selecção de grupos culturais sobrea o problema da cooperação em larga escala. É pouco provável que a variação comportamental impulsionada por fatores demográficos e ecológicos mantenha diferenças estáveis ​​essenciais para a seleção ao nível da população. 


Isto exige uma reinterpretação dos dados interculturais amostrados em populações de uma mesma sociedade; nos que a variação comportamental atribuída a “normas culturais” pode refletir em realidade uma variação ambiental. Assim pois o trabalho apresentado nesta tese enfatiza o papel central da demografia e da ecologia na formação do comportamento social humano

INDEX


Descarregar a tese em: Evolution of large-scale cooperation

quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

Guerra, Meio, Desigualdade e Socialidade


Warfare, Environment, Social Inequality, and Pro-Sociability
  
WESIPS 2024 - Bienial Conference

Quando: 4-7 Junho
Onde: Sevilha 


Ao longo de milénios, as guerras, a degradação ambiental e a desigualdade social trouxeram muito sofrimento à humanidade. Num esforço para facilitar a fertilização interdisciplinar, o WESIPS reúne um quadro de académicos reconhecidos internacionalmente para abordar as causas subjacentes da guerra, da degradação ambiental e da desigualdade social a partir de uma série de perspetivas interdisciplinares e teóricas. 


Preparando o terreno para a acumulação de conhecimento, este simpósio procura descobrir soluções eficazes que promovam a paz, o altruísmo, a cooperação, a igualdade social e o uso sustentável dos recursos naturais





Os organizadores procuram artigos de uma variedade de perspetivas disciplinares e abordagens teóricas que abordem um ou mais dos seguintes tópicos: guerra pré-histórica/histórica/contemporânea, violência ritual, biodiversidade, utilização de recursos naturais, casos passados ​​e presentes de degradação/sustentabilidade ambiental, igualitarismo, advento da complexidade social, desigualdade social, resolução de conflitos e comportamento pró-social a partir de uma variedade de perspetivas disciplinares e teóricas.





Os organizadores são Richard J. Chacon (Universidade Winthrop) Dr. Yamilette Chacon (Universidade James Madison) Dr. Leonardo García Sanjuan (Universidade de Sevilha). A palestrante principal sera a Dra. Lynn Gamble (UC Santa Bárbara)

O prazo para envio de resumos está aberto até o dia 11 de janeiro de 2024. Mais informação aqui


quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Homo est Homini Lupus?



HOMO EST HOMINI LUPUS
Anthropologischer Anzeiger 
Nº 76/3

INDEX

Homo Homini Lupus – Between Conflict and Cooperation: 
Editorial pp. 179-180
Trautmann, Martin

Why we share our cookies: Prosocial behavior from 
a psychological perspective pp. 181-194
Böckler, Anne

Culture by Nature. Familial roots of ambivalent human social 
behavior and its cultural extensions in large-scale societies. 
A contribution of Human and Cultural Ethology  pp. 195-210
Sütterlin, Christa

The influence of war on population-based fracture distribution patterns: An example from medieval England  pp. 211-215
Girotto, Chiara G. M.; Jakob, Tina

Modelling massacres. The agent-based modelling of catastrophic 
events using skeletal data from archaeological excavations 
pp. 217-221
Duering, Andreas

Animal abuse – Child abuse. There is no biological 
necessity  pp. 223-231
Konstantinou, Loukas

Bioarchaeology of Bronze and Iron Age skeletal finds 
from a microregion in Central Mongolia pp. 233-243
Grupe, Gisela; Marx, Michael; Schellerer, Pia-Maria; 
Bemmann, Jan; Brosseder, Ursula; Yeruul-Erdene, C.; 
Gantulga, J.-O.

RDFBones – making research explicit: an extensible 
digital standard for research data pp. 245-257
Engel, Felix; Schlager, Stefan

Vestiges of autopsies and surgical procedures in the “Baron von Asch” skulls of the Blumenbach Skull Collection in Göttingen pp. 259-273
Scheelen-Nováček, Kristina; Stötzel, Katharina; Schultz, Michael

The present ecological situation of mankind 
 analysis and consequences pp. 275-292
Niemitz, Carsten



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domingo, 5 de fevereiro de 2023

Repensar o Ritual - Palestra


Os rituais fornecem uma maneira de definir os limites dos grupos sociais e unir seus membros. Em esta palestra dentro das Henry Myers Lecture do Royal Anthropological Institut da Grã-Bretanha (RAI) durante junho do ano passado o antropólogo cognitivo Harvey Whitehouse fundador da chamada teoria dos “modos de religiosidade” (Modes of Religiosity), tenta desvendar a bases cognitivo - psicológicas por trás dos processos que criam e mantêm a coesão social dos grupos e sociedades.


Para elo parte da sua teoria dos “Modos de Religiosidade”, para analisar como o comportamento ritual evoluiu historicamente e como os diferentes “modos” de desempenho ritual moldaram a história global ao longo de vários milénios até a atualidade própria das comunidades humanas.



Os Esforços para testar a teoria dos "modos rituais" têm usado uma ampla variedade de métodos e aproximações, desde classicamente antropológicas como a pesquisa de campo, estudos em larga escala em vários países, ou experimentos controlados com grupos concretos (enlaçando com a metodologia mais própria da pesquisa psicológica) até modelagem matemática e análise quantitativa de conjuntos de dados arqueológicos, etnográficos e históricos.


Desde a perspetiva do palestrante os resultados desta pesquisa sobre as bases cognitivas do ritual pode apontam assim mesmo novas formas de abordar os problemas atuais que implicam a necessidade da cooperação nas sociedades humanas globalizadas do século XXI: desde a prevenção do extremismo violento, ou o combate do crime até os problemas mundiais como gerenciamento de pandemias globais e a motivação de ações contra a crise climática.




sábado, 3 de setembro de 2022

Felídeos, Homens e a Caça do Cervo


Há umas horas acabam de dar um interessante documentário sobre os grandes felídeos. Na parte que tratava ao puma comentava-se a oscilação de estes predadores, entre comportamentos comunitários ou mais individualistas, de acordo com o meio e a disponibilidade ou não de recursos; a maior número de pressas maior grau praticas comunitárias, a menor número predominância de caça solitária, mas não necessariamente de consumo da presa, que podia adequar-se ainda assim a padrões comunitários pelos que a comida é partilhada por vários indivíduos.

Isto recordou-me a curioso reconstrução, que em termos de teoria de jogos, fizera do tema do Individualismo vs. Comunitarismo o filosofo Brian Skyrms o qual tomou o caso das diferencias entre duas estratégias de caça: a do cervo e a da lebre, e a diversa implicação que cada uma tinha nessas duas dimensões.

Skyrms observava com as estratégias de caça individuais de pequenos animais podiam seguir a estratégia do caçador de lebres com armadilhas no entanto a caça de grandes pressas exigia ação coordenada e cooperação de grupos amplos, e ensaiava diversos cenários em base a experimentos mentais nos que segundo as circunstancias uma das duas condutas podiam resultar adaptativas sobre a outra.

Isto permitia a Skyrms reformular diversos dilemas de teoria jogos, e ver as inconsistências reais da variante clássica de outro como o dilema do prisioneiro pranteando uma reconstrução da origem do altruísmo que continuava o já considerado na sua obra A Evolução do Contrato Social.

Além de isto, o exemplo felídeo mostra igualmente que câmbios ambientais e a disponibilidade de recursos podem alterar os padrões de cooperação vs. isolamento, altruísmo vs. egoísmo nas espécies sociais, e me atreveria a dizer que o mesmo se poderia dizer do ser humano.

Isto também lembra uma observação feita pelo biólogo, geógrafo, etnógrafo E teórico social anarquista (ração principal pela qual é principalmente conhecido) russo Piotr Kropotkin quando numa obra de crítica do darwinismo social O Apoio Mutuo um fator de Evolução (vid. aqui) comentava o padrão diferencial que observou durante as suas explorações de juventude na Sibéria

Kropotkin comentou que existia uma peculiar correspondência nos ecossistemas: que a maior diversidade de vida vegetal e animal, maior era a proporção de condutas mutualistas e solidárias, mentes que em zonas de menor diversidade escasseavam esse tipo de relações, e os organismos mostravam padrões de autonomia e competência, do que inferiu que estes segundos locais deviam ser áreas geograficamente degradadas por algum fato (a sobre-caça, desflorestação, câmbios climáticos e ambientais)

Não posso evitar que isto me lembre também certamente, não apenas as teorias de Stephen Jay-Gould (quem dedicou um artigo ao russo) ou Lynn Margulis sobre a importância da cooperação e das sinergias entre espécies no conjunto da evolução, mas igualmente o que, desde um ponto de vista "humanista", vem a defender outro biólogo e teórico social: Umberto Maturana (vid. aqui), quando enfatiza a relação entre ser e meio como uma unidade indivisível e mutuamente codeterminada. 

Em este sentido as nossas "formas de vida" e interação com o entorno e entre nos mesmos não deixam de  respostar ainda a este tipo de lógica, a nossa ecologia embora este mediada fundamentalmente pelo conceito de cultural, não deixa de ser em sim própria uma forma de ecologia, ainda que se desenrole em cidades e em comunidades globais: é uma "ecologia cultural", nem mais nem menos.

     
Bibliografia: 

Gould, St. Jay (1988): "Kropotkin was no crackpot." Natural History Nº 97/7, 1988, pp. 12-21 acessível em marxist.org

Kropotkin, P. A. (2020): El apoyo mutuo. Un factor de evolución. Pepitas de Calabaza. Logronho

Skyrms, B. (2004): The Stag Hunt and the Evolution of Social Structure. Cambridge University Press, Cambridge

Skyrms, B. (2014) [1996]:  Evolution of the Social Contract. Cambridge University Press. Cambridge.