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quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Journal of Neolithic Archaeology Nº 28 - 2026

Journal of Neolithic Archaeology 

Nº 28 - 2026 

INDEX
The Wooden Trackway Pr VII at Diepholz, Dümmer, 
Lower Saxony, Germany (ca. 2450–2440 BCE) pp. 1-36
Ann-Katrin Klein, Helene Agerskov Rose, Lisa Shindo, 
Tim Schroedter, Henry Skorna, Marion Heumüller, 
John Meadows, Ingo Feeser, Jan Piet Brozio, 
Johannes Müller

A photo of Neolithic stone tools from the 
Three-Lakes district, Switzerland Composition 
of Metabasic Rocks Used for Stone Adzes and Other 
Implements During the Neolithic in the Three Lakes 
District of Switzerland pp. 37–58
Kurt Bucher, Peter Thomet, Markus Wälle, 
Michael S. Krzemnicki, Ingrid Stober, Jonas Kissling

Pithouses of the Late and Final Neolithic
The First Pit Houses of the 3rd Millenium BCE
 in the Rhineland pp. 59–79
Franziska Schmid, Silviane Scharl

Neolithic and Chalcolithic house models 
from Southeast Europe. House Models of KGK VI, 
Cucuteni-Tripolye and Neolithic Greece: 
Typology and Interpretation pp. 81-134
Julia Luckner

A selection of collared- and lugged flasks 
from Denmark Collared- and Lugged Flasks 
from Denmark, Their Background and Role 
pp. 135-191
Torsten Madsen

Stone layer in one of the ditches of 
Santa Vitória. At the Edges of Collapse:Tradition, 
Transformation, and Selective Engagement at 
the "Beakerless" Chalcolithic Ditched Enclosure 
of Santa Vitória (Campo Maior, Portugal) 
pp. 193-214
Ana Catarina Basilio, Rosa Marques, 
Ana Luísa Rodrigues, António Carlos Valera


Ir ao número da revista:   JNA Nº 28 - 2026

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Construindo a Morte - Livro

Building Death

Marie-Elise Porqueddu, M.E., Castañeda, N., Barroso Bermejo, R. & Primitiva Bueno Ramírez, P. (edits) (2026): Building Death: Readings on French and Iberian Prehistoric Hypogea. Archaeopress. Oxford. ISBN: 978-1-80583-289-8  DOI: 10.32028/9781805832898

Sinopse  
O livro "Building Death" analisa o papel dos hipogeus na diversidade de construções funerárias empregadas no Mediterrâneo Ocidental desde o Neolítico. Sua natureza subterrânea, escavada total ou parcialmente na rocha, e sua arquitetura, por vezes híbrida, elevam-nos ao status de túmulos complexos, exibindo uma ampla variedade de formas e funções.





O livro é fruto de uma conferência internacional realizada em 23 de novembro de 2023 na Universidade de Alcalà (UAH), em Alcalà de Henares (Madri, Espanha), que reuniu especialistas franceses, portugueses e espanhóis no assunto. Oferece uma visão geral inédita do rico conjunto de hipogeus no sudoeste da Europa. 




Os artigos abordam estudos específicos de necrópoles, sínteses regionais e perspectivas mais amplas aplicadas a todo o Mediterrâneo. A gama de tópicos abrange distribuição espacial, cronologia, tipologias construtivas, práticas funerárias e objetos funerários, e até mesmo a contribuição que pode ser feita por análises de outras estruturas subterrâneas, como minas de sílex.

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Descarregar o livro em: Building Death

terça-feira, 24 de março de 2026

O Menhir da Meada, após 30 Anos

O Menhir da Meada

Oliveira, J. De; Rocha, L. & Almeida, N. (eds.) (2026): Conservação e Recuperação de Monumentos Megalíticos nos 30 anos da re-ereção do Menhir da Meada Castelo de Vide. Scientia Antiquitatis, Arquivo Vol. 1. Câmara Municipal de Castelo de Vide e Universidade de Évora.  DOI: 0.54499/LA/P/0132/2020/

Sinopse  
Trinta anos decorridos sobre a escavação, colagem e re-ereção do Menhir da Meada, o maior da Península ibérica e até ao momento o mais antigo do mundo (6º milénio A.C). 


Por este motivo entendeu o Laboratório de Arqueologia da Universidade de Évora promover um encontro científico para o qual foram convidados todos os arqueólogos que desenvolveram ações semelhantes em monumentos megalíticos em Portugal, Espanha e França e investigadores das áreas da geologia e da química onde foram apresentados e discutidas as ações e metodologias de recuperação de monumentos préhistóricos de grande dimensão e respetivos resultados


Divulgam-se agora nesta publicação as comunicações apresentadas neste encontro científico e, para memória futura, relatam-se fotograficamente os momentos mais singulares do evento.

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Ir ao número da revista:  Sciencia Antiquitatis Nº1 - 2026

sexta-feira, 20 de março de 2026

A Montanha Sagrada de Passos - Vídeo

Deixamos aqui o vídeo da  palestra organiçada pela ADECAP – Associação para o Desenvolvimento da Cooperação em Arqueologia Peninsular o passado dia 17  de março e que teve por o titulo "A Montanha Sagrada de Passos/Santa Comba-Garraia. A permanência na paisagem resistindo à invisibilidade simbólica"





quarta-feira, 11 de março de 2026

A Montanha Sagrada de Passos - Palestra

A Montanha Sagrada de Passos

Quando: 17 de março
Onde: On-line

A ADECAP – Associação para o Desenvolvimento da Cooperação em Arqueologia Peninsular organiza o dia 17  de março as 21:30 h (hora portuguesa) uma palestra com o titulo "A Montanha Sagrada de Passos/Santa Comba-Garraia. A permanência na paisagem resistindo à invisibilidade simbólica" que sera proferida pelas arqueologas Maria de Jesus Sanches (FLUP), Joana de Castro Teixeira (FLUP, CITCEM) e Sara Cura (ICArEHB)

Serra de Passos-Santa Comba-Garraia, um monte ilha quartzítico no coração de Trás-os-Montes (Norte de Portugal), é uma referência de fulcral importância na pintura rupestre da Pré-história recente da Península Ibérica, sendo conhecida nos meios científicos nacionais e internacionais desde os inícios da década de 1990. 

Como paisagem humanizada desde há c. de 7 milénios, alberga nas suas linhas de cumeada, nas escarpas, nas linhas de água e nos abrigos que se adentram nas formações rochosas, um património arqueológico de extremo valor, cujo estudo arqueológico se iniciou já no final da década de 1980 e que prossegue na atualidade. 

Nesta ligação orgânica, emotiva e de herança cultural entre o passado e o presente que a investigação faz emergir, a Montanha Sagrada impõe-se simultaneamente como a maior concentração espacial de pintura esquemática da Pré-história recente portuguesa, e a mais marcante “geografia” peninsular de figuras paradigmáticas peninsulares denominadas de oculadas e/ou figuras oculadas/faces oculadas/máscaras.

A palestra pode ser seguida on-line através do Zoom no seguinte link 

Resumo


segunda-feira, 9 de março de 2026

A Necrópole de Casas Velhas e Bronze do Sudoeste

A Necrópole do Bronze do Sudoeste de Casas Velhas 

Quando: 11 Março
Onde:  Lisboa e On-line

A próxima quarta feira dia 11 de Março a partir das 15 horas (hora portuguesa), na Academia Portuguesa da História em sessão presencial, mas com possibilidade de acesso telemático, serão oradores a Prof.ª Doutora Joaquina Soares, Académica de Mérito e o Prof. Doutor Carlos Tavares da Silva, Académico Correspondente, com a conferência intitulada "A Necrópole do Bronze do Sudoeste de Casas Velhas (Grândola) e a construção de uma identidade cultural no Sudoeste Peninsular".


A sessão pode ser seguida on-line em Zoom através do seguinte link, ID da reunião: 871 4062 4900, Senha de acesso: 455072


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Templos Romanos em Portugal - Palestra

Templos Romanos 
em Portugal

Quando: 11 Fevereiro
Onde: Lisboa e On-line

No dia 11 de Fevereiro, a partir das 15 horas, Academia Portuguesa da História oferecera uma palestra proferida pelo Prof. Doutor Thomas Schattner, Académico Correspondente, com o titulo de Templos romanos em Portugal.

A palestra pode ser seguida em direto ou on-line através do seguinte enlace do Zoom. ID da reunião: 871 4062 4900  Senha de acesso: 455072


terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Cale e os Callaeci - Tese

Cale e os Callaeci

Silva, A.M. dos Santos Pinto Da (2022): Cale e os Callaeci. Territórios e comunidades na foz do rio Douro entre a Proto-história e a Romanidade. Tese doutoral apresentada na Universidade de Santiago

Sinopse  
Este trabalho analisa um dos tópicos historiográficos de grande tradição no estudo da história antiga da foz do Douro –o tema de Cale e Portucale– em relação aos dados arqueológicos desta área geográfica, que a maioria dos autores atribui aos Callaeci, povo mencionado nas fontes literárias mais antigas sobre a conquista do noroeste pelos romanos. 




Para além da revisão da documentação histórica e epigráfica, realizou-se um estudo sobre os vestígios da ocupação da Idade do Ferro e da romanização na região circundante de Cale (que se presume estar localizada no Porto), analisando com maior detalhe os dados das obras arqueológicas e outros achados realizados nas duas margens do Douro, nas cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia, com base numa base de dados com cerca de duzentas intervenções.

Descarregas

Vol. 1 Texto PDF
Vol. 2  Inventârios PDF
    
INDEX


quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

O I milénio a.C. no Centro de Portugal - Video

Deixamos aqui o video da palestra que organizada pela ADECAP a passada noite e que fo proferida pela professora Raquel Vilaça (Universidade de Coimbra) sob o título "No arranque do I milénio a.C. no Centro de Portugal. Projecção comentada de imagens sobre quatro casos de estudo"

O período de transição entre os finais do II milénio A.C. e os inícios do seguinte, que os arqueólogos designam por Bronze Final, pautou-se por importantes alterações na vida dos humanos, desde o seu dia-a-dia, às ocasiões excecionais de celebração. 

Sem perder de vista as particularidades de cada região e de cada sítio, de cariz também ele muito distinto, poderemos considerar que essas transformações são em parte devedoras da intensificação, e diversificação, de contactos inter-regionais multi-escalares, com envolvimento ativo das comunidades em análise

Nesta apresentação, que tem em vista um público de largo-espectro, debruçamo-nos sobre quatro casos de estudo do centro do território português. Emblemáticos uns, menos conhecidos outros, todos suficientemente distintos — um dos motivos da sua escolha — quanto à sua natureza e perfil cultural. 

Centrar-nos-emos na estela do Telhado, no depósito de Freixianda, na gruta do Medronhal e no sítio de Baiões, frisando algumas das suas especificidades, sem deixar de convocar outras evidências arqueológicas com as quais se podem relacionar e que conferem maior robustez ao interesse científico de cada um desses sítios.


domingo, 14 de setembro de 2025

Studia Mythologica Slavica Nº 28 - 2025

Studia Mythologica Slavica 

Nº 28 - 2025

INDEX

Enhancing Oral Tradition in Fiji for the Study 
of Archaeological Remains. The Case of the 
Hillforts in the Nadroga-Navosa Province p.7
Loredana Lancini, Hervé Duval-Gatignol, 
Patrick Nunn, Rita Compatangelo-Soussignan, 
Elia Nakoro, Nikolau Tokainavatu

The Moorish Tradition in Portuguese 
Archaeology p..29 
Alexandra Vieira

Graves of Saints on the Mountains of 
the Southern Urals: Traditional 
Beliefs and Modern Perception p. 51
Ainur I. Tuzbekov, Albert T. Akhatov

Gender Metamorphosis of Dives
in the Qajar Era Illustrations: A Mythological
and Sociological Analysis p. 67
Nahid Jafari Dehkordi, Elaheh Panjehbashi

Balkan Wolf/Dog in Folklore Interpretations
 in the Mythology of Nature by 
 N. Nodilo through T. R. Đorđević to 
Lj. Radenković and P. Plas p. 101
Suzana Marjanić

Afterlife Beliefs and Dream Encounters 
with the Dead among. Adherents of Alternative 
Spiritualities in Bosnia and Herzegovina p. 119
Tina Ivnik

Forest Spirits and Their Functions in
the Traditions of Estonians, Estonian 
Russians and Belarusians p.143
Mare Kõiva, Elena Boganeva, 
Ilya Butov

If I don't celebrate my glory, who will?: 
The meanings and functions of glory 
for Serbs in Nova Gorica in the context 
of (trans)migration experience and 
identity formation p.163
Sara Vukotić

"Isn't that a little scary?" - experiencing 
contact with the dead p. 185
Eva Poklukar

Book reviews

Silences of fear p. 209
Jelena Marković


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sábado, 22 de março de 2025

Morte, memória e identidade em Bracara Augusta

Morte, memória e identidade

Braga, C. M. Vilas Boas (2018): Morte, memória e identidade: uma análise das práticas funerárias de Bracara Augusta. Tese doutoral apresentada na Universidade do Minho. 

Sinopse    
Este trabalho teve como principal objetivo a reconstituição das vivências da morte e das práticas sociais em torno dos contextos funerários romanos, partindo de uma análise detalhada das evidências materiais recuperadas pelas escavações das necrópoles de Bracara Augusta. 





Para tal foram considerados os dados provenientes de 22 núcleos de necrópoles distribuídas em torno do espaço suburbano da cidade romana e tardo-antiga. Foi nossa intenção estudar detalhadamente cada conjunto sepulcral, compreendendo o tipo de estruturas que lhe estavam associadas e como se organizava cada um dos espaços de enterramento nos distintos períodos cronológicos. 




Esta tarefa, num outro nível de análise, permitiu entender os ritmos de uso de cada núcleo de necrópole (descontinuidades/continuidades, pausas/retomas), em articulação com a importância estratégica dos eixos viários romanos a que se associavam, potenciando a recriação da topografia dos diversos espaços fúnebres (organização, disposição das sepulturas/construções, natureza dos rituais, variações cronológicas). 





Articulando essa análise com os dados da epigrafia funerária foi possível abordar o tema da(s) sociabilidade(s) da morte, bem como a evolução das práticas funerárias. Procedemos ainda a um estudo sistemático dos conjuntos votivos, não só de forma a afinar a cronologia de construção e de uso desses espaços, mas também com o intuito de reconhecer eventuais marcas rituais patentes nas peças, executando, simultaneamente, tarefas de categorização e de reconhecimento dos diversos tipos de construções funerárias. 


Por esta via, considerando que as necrópoles se constituem como lugares privilegiados para apreciar as mudanças culturais, procuramos reconhecer os fenómenos de assimilação ou resistência cultural subjacentes às práticas funerárias que possam elucidar sobre o processo de aculturação das populações indígenas ao longo do século I e compreender como a comunidade cívica urbana assimilou as novas práticas funerárias durante a Antiguidade Tardia, associadas à disseminação do Cristianismo. 






Para este estudo foram ainda tidos em conta os dados de natureza antropológica, carpológica e antracológica que permitem um conhecimento mais objetivo sobre as características dos procedimentos funerários.

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