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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Desenho e Arqueologia - Livro

Design and Archaeology

Unwin, C. (2023): Design and Archaeology: The Social Imaginary in Iron Age and Early Roman Europe  Bloomsbury Academic. Londres.  ISBN: 978-1-3504-4384-6  DOI: 10.5040/9781350443877

Sinopse  
A aplicação da prática e da teoria do design tem recebido pouca atenção no campo da arqueologia, apesar da estreita e interdisciplinar conexão entre ambas as disciplinas que trabalham com a cultura material. 



Em este volumea a pesquisa nas áreas do desenho e da arqueologia é utilizada para reformular como os objetos foram projetados e fabricados de novas jeitos, explorando, pela primeira vez, de forma abrangente a inter-relação entre estas duas disciplinas . 




Este livro explora como profissionais criativos, desenhadores e artesãos colaboram em suas comunidades para criar estrategicamente objetos que se conectam com outros artefatos produzidos em diferentes mídias, épocas e lugares. 


Com foco específico na Idade do Ferro e no início do período romano, este livro explora como esses profissionais contribuíram para a construção da sociabilidade das suas comunidades. 

Ela demonstra como as pessoas escolheram viver juntas por meio das práticas e processos colaborativos, transmidiáticos, policrônicos e intrínseco-extrínsecos do desenho. O conceito de desenho permite explorar os os artefatos e formas independentes das categorias e tipologias arqueológicas convencionais, dissolvendo dicotomias como a de  "arte" e "artesanato", enquanto as "formas de ver" contemporâneas também constituem parte emergente de seu desenho.

INDEX
   
1. Introduction pp. 1-14

2. Defining Design pp. 15-42

3. Ways of Seeing  pp. 43-74

4. Design in Iron Age and Early 
Roman Europe pp. 75-96

5. Exploring Design Through 
Case Studies pp. 97-100

5.1. Textile Band  pp. 101-122

5.2. Gold-Alloy Torcs pp. 123-150

5.3. Shale Vessels pp. 151-176

5.4. Bronze and Glass Armlet 
pp. 177-200

6. Conclusion pp. 201-212


+INFO sobre o livro em: Design and Archaeology

terça-feira, 17 de março de 2026

SPAL Nº 35/1 - 2026

SPAL Nº 35/1 - 2026

   
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Descarregar a revista em:  SPAL Nº 35/1 - 2026

Entre o Ebro e o Garona - Livro

Entre el Ebro y el Garona

Arrizabalaga Valbuena, A., Gorrochategui, J.; Ortiz de Urbina, E. (eds.) (2024): Entre el Ebro y el Garona. Espacios, sociedades y culturas durante la Prehistoria y la Antigüedad. Anejos de Veleia. Series Minor Vol. 43. Universidad del Pais Vasco. Bilbao. ISBN: 978-84-9082-658-4

Sinopse  
O património documental disponível sobre as sociedades e culturas que, desde a Pré-História Tardia até à Antiguidade Clássica, moldaram os territórios regionais e transfronteiriços entre as bacias dos rios Ebro e Garona, sofreu uma notável renovação nas últimas três décadas, servindo como fonte para a geração e transmissão de conhecimento científico sobre o passado. 



Esta renovação baseia-se em novas evidências diretas de natureza arqueológica, epigráfica e numismática, que têm progressivamente expandido e enriquecido este património – também composto por informação indireta transmitida por autores clássicos. bem como na utilização de métodos de investigação multidisciplinares e na revisão de premissas e reflexões anteriores. Tudo isto dinamiza os processos de atualização e valorização do acervo documental e do conhecimento científico que atualmente possuímos sobre estes espaços, sociedades e culturas.


Os doze artigos reunidos nesta monografia por um total de vinte especialistas aspiram a ser um exemplo claro desta renovação na análise documental e na reflexão científica. Nesse sentido, o conteúdo desta monografia resulta de um estudo exaustivo e atualizado das evidências diretas disponíveis (através de trabalho de campo e análises epigráficas e numismáticas) e indiretas (autores greco-latinos), bem como da compreensão das abordagens acadêmicas anteriores e contemporâneas. 


Seu objetivo é fornecer uma perspectiva multidisciplinar e inovadora, integrando de forma estruturada reflexões de especialistas sobre as principais ações sociais e interações culturais observadas desde a Pré-História Tardia até o fim do Império Romano na região circum-pirenaica ocidenta

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+iNFO sobre o livro em: Entre el Ebro y el Garona

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Santuários das Águas na Gália Oriental - Tese

Les sanctuaires des eaux 
en Gaule de l'est

Vurpillot, D. (2016): Les sanctuaires des eaux en Gaule de l'est: origine, organisation et évolution (Ier siècle av. J.-C.-IVe siècle après J.-C.). Tese doutoral apresentada na UniversitédeFranche-Comté

Sinopse  
Este estudo visa compreender melhor o lugar e a importância dos cultos da água no panorama religioso da Gália Oriental, propondo cenários para a evolução do fenómeno e das suas práticas associadas. Além disso, aborda, de forma mais geral, a questão das transformações que afetaram a geografia sagrada da Gália após a sua integração na Romanitas.






O conceito de cultos da água na Gália é repleto de contradições. Por conseguinte, procurá-se avaliar este conceito ambíguo. Em primeiro lugar através de uma reavaliação de fontes antigas, que leva ao autor a considerar que estes cultos da água devem ser vistos como um conceito religioso flexível. Na Gália, as comunidades parecem ter-se apropriado deste conceito adaptando-o às suas necessidades, mesmo que algumas convenções religiosas pareçam transcender épocas e culturas. Para verificar a validade desta hipótese, testa-se esta com os dados arqueológicos de uma seleção dos sítios localizados na Gália Oriental. 


Isto permitiu-nos identificar duas fases cronológicas principais que marcam a evolução dos cultos da água na Gália. A primeira fase estende-se do século I a.C. até a primeira metade do século I d.C., época em que essa nova faceta do culto florescia. Antes que o discurso religioso atingisse uma forma de maturidade, a segunda fase cronológica teve início no terceiro quartel do século I d.C.

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Sanct. des eaux Vol. 1 PDF
Sanct. des eaux Vol. 2 PDF

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Postagem relacionada: Os exvotos de Chamalières

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Templos Romanos em Portugal - Palestra

Templos Romanos 
em Portugal

Quando: 11 Fevereiro
Onde: Lisboa e On-line

No dia 11 de Fevereiro, a partir das 15 horas, Academia Portuguesa da História oferecera uma palestra proferida pelo Prof. Doutor Thomas Schattner, Académico Correspondente, com o titulo de Templos romanos em Portugal.

A palestra pode ser seguida em direto ou on-line através do seguinte enlace do Zoom. ID da reunião: 871 4062 4900  Senha de acesso: 455072


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

A Religião dos Galaicos II - Curso

La religión de los Galaicos II

Quando: 23 Fevereiro a 5 Março
Onde: Corunha e on-line

Quando se deu a conquista romana do noroeste da Península Ibérica, há pouco mais de 2000 anos, este território era habitado por um conjunto de povos a que chamamos galaicos. Não se organizavam em estados, nem possuíam um sistema de crenças revelado por um único deus e registado por escrito. 


Em vez disso, acreditavam num mundo governado por inúmeros deuses e deusas, organizados hierarquicamente, cada um dotado de poderes e funções específicas. Suspeitamos que o seu sistema e práticas religiosas não fossem particularmente diferentes dos politeísmos prevalecentes na Europa da época — ou seja, entre gregos, romanos, celtas, povos germânicos e outros.


Esta suspeita é corroborada por vários vestígios arqueológicos, relatos clássicos (de escritores greco-romanos) e inscrições religiosas posteriores desse período. Graças a todos estes testemunhos, sabemos que eles adoravam muitas divindades diferentes, praticavam sacrifícios e adivinhações, e contavam com especialistas religiosos treinados nestas artes, bem como espaços sagrados reservados para a realização destas diferentes práticas. 


Sabemos também, a partir dos seus teónimos e epítetos -nomes próprios dos deuses e adjetivos que os caraterizavam-, com que poderes, faculdades e valores eram identificados e, por conseguinte, porque eram invocados pelos seus devotos. Como já dissemos, tudo isto está em consonância com as antigas religiões politeístas da época. Através da análise de todas as fontes históricas disponíveis, podemos também traçar uma linha evolutiva nas crenças galaicas desde os tempos pré-romanos, antes da conquista, até ao período galaico-romano. 


Ou seja, desde o tempo em que estes povos livres praticavam uma religião étnica, protegendo a soberania indígena, até que, devido ao domínio romano, se transformou num sistema religioso provincial, onde as antigas crenças parecem manter-se apenas na medida em que não incomodam ou perturbam a Pax Romana, o status quo imperial. Dedicaremos este curso à análise do conteúdo desta complexa evolução histórica.

Programa


+INFO e matricula em: La religión de los Galaicos II