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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Social Evolution & History Nº 25/1 - 2026

Social Evolution & History 

Nº 25/1 - 2026
   

INDEX

English Language in Former 
African Colonies
Adeoye Olugbenga Adewolu, 
 Ayomipo Akintunde Fadeyi

Fifteenth-Century Malacca and Its Maritime Code: 
A Reflection of the State Hierarchical Sociopolitical 
Structure and Order through the Lens of the Code
Nadyaa Afiqah Binti Azerin

Dawkins and Deuteronomy: 
The Evolutionary Sociobiology 
of Ancient Judaism
Kieran Black

The Evolution of Well-Being in Russia 
/ USSR (19th – 21st Centuries)
Dmitry Didenko

On the Next Stage of Earth's Macroevolution: 
Criteria for Identifying Leading Elements 
Pavel L. Krupkin

Immigration in the United States of America: 
A Historical and Political Review
Atatüre, Süha

Israeli-Palestinian Conflict: Analytical Reflections
Abiola A. Isikalu, Goodnews Osah, 
Adewumi Eyitayo, Uzzibi M. Irmiya,
 Jesusikemi Olaleye

Cognitive Science in the Context of Global Studies
Kefeli, Igor F., Vykhodets, Roman S., 
Plebanek, Olga V., Konstantin I. Kefeli
    

Reviews and Notes

The Cybernetic Revolution 
Antony Harper

In memoriam

Herbert Barry III (1930–2025)  


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sexta-feira, 6 de março de 2026

Complexidade e Cumplicidade na Antropologia

Deixamos aqui o video da palestra organiçada ontem pelo Departamento de Antropologia da London School of Economics and Political Scienceque o passado e que foi proferida pelo antropologo Hans Steinmüller sob o titulo Complexidade e Cumplicidade na Antropologia Social. 


domingo, 1 de março de 2026

Complexidade e Cumplicidade na Antropologia

Complexity and complicity 
in social anthropology

Quando: 5 de Março
Onde: Londres e On-line

O Departamento de Antropologia da London School of Economics and Political Science organiza uma palestra que com o titulo Complexidade e Cumplicidade na Antropologia Social sera proferida pelo antropologo Hans Steinmüller (LSE). A palestra tera lugar o dia 3 de março de 18h às 19h, hora inglesa. 


Costumamos chamar “complexas” as sociedades com cidades, alfabetização e governos, e de “simples” as sociedades de pequena escala. Mas, na realidade, o cotidiano em sociedades pequenas é extremamente complexo, as pessoas precisam constantemente negociar relacionamentos, cuidados e conflitos sem muitas regras ou ferramentas para guiá-las. 
,

Em contraste, em sociedades grandes, os papéis sociais, as tecnologias e as hierarquias simplificam as interações rotineiras. Para compreender os desafios dos emaranhados sociais em ambientes não estatais, e a uniformidade e monotonia dos estados capitalistas, o palestrante propõe dois conceitos: cumplicidade e comensurabilidade.


Criar cumplicidade (entendimentos implícitos compartilhados por poucos) aumenta a complexidade social; enquanto a comensurabilidade (comparação por unidade e escala) possibilita a simplicidade social. Ambos os processos estão interligados, e para apreciar a complexidade de fazer as coisas juntos, devemos atentar para a simplicidade emergente.

A palestra pode ser seguida in situ ou bem on-line após registo no seguinte link


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Comprender a Evolução Social - Livro

Comprendre l´Evolution Sociale

Brun, Patrice (2025): Comprendre l’évolution sociale sur le temps long. B@sic Vol.  5. Ausonius éditions. Pessac. ISBN: 978-2-35613-460-8  DOI: 10.46608/basic5.9782356134585

Sinopse   
Este volume recolhe 31 artigos fundamentais de Patrice Brun escritos entre 1987 e 2023. Longe de ser uma mera homenagem, esta publicação destaca  as perspetivas mais relevantes de uma reflexão a longo prazo durante 40 anos de carreira profissional.


As conclusões destes trabalhos, aliás, delinearam os seus principais temas: em primeiro lugar, a necessidade de ter cautela com convicções iniciais profundamente enraizadas, como a cultura dos Campos de Urnas, o fenómeno "principesco" de meados do primeiro milénio a.C. e a origem dos Celtas.




Ao fazê-lo, a primeira investigação, empreendida com o objetivo de confirmar o modelo tradicional de três migrações sucessivas bastante massivas, levou ao autor invalidá-lo. A segunda, pelo contrário, reforçou o modelo original, que, no entanto, era fortemente contestado na época. A terceira levou-no a propor uma origem para todo o sistema cultural Celta que é muito mais antiga e matizada do que a maioria dos especialistas acreditava.


A área de pesquisa de Patrice Brun abrangeu a Proto-história europeia, com foco particular na Proto-história Tardia, ou seja, as Idades do Bronze e do Ferro. Publicou 16 livros e 146 artigos académicos. Enquanto trabalhava em programas de escavação microrregionais, como as Escavações Proto-históricas do Vale do Aisne. 



Também interessou-se pela evolução de métodos e teorias referentes a temas amplos em escala continental, como o comércio, as formas de organização social e os padrões de uso da terra. Essa abordagem multiescalar foi aplicada sistematicamente à minha principal questão de pesquisa: a dinâmica da mudança social que levou ao surgimento do Estado.

INDEX


Descarregar o livro em: Comprendre l’évolution sociale

Evolução e Formas de Organização Socio-política

Evolution and Forms of 
Socio-political Organization: 

Historical and Anthropological Approaches
    

Multidisciplinary Research 
in Archaeology 

Nº 8/2 - 2025
   

INDEX 

Preface to the Special Issue
Bondarenko D.M. 

Evolution and Forms of Socio-Political Organization:
 Studies at Intersection of Anthropology and History
Bondarenko D.M. 

Socio-Political Terminology for Sarmatians:
 the Ancient Tradition, Anthropology, and Archaeology
Vdovchenkov E.V. 

The Concepts of “Tribe” and “Chiefdom” 
in Current Political Anthropology, Ethnology, 
and the History of Primitive Society:
 a Game of Terms?
Popov V.A. 

Current Trends in the Origins 
of the State Discussion
Kradin N.N. 

The State and Social Evolution. 
The Evolution of Statehood: 
Early State-Developed State-Mature State
Grinin L.E. 

The Nome Polities and the State Formation
 in Egypt of the 4th Millennium BС: 
Reconstructions and Scholarly Models
Ladynin I.A.

Debating Power in Bronze Age Emar: 
a Survey of Scholarly Models
Alexandrov B.E. 

Etatic and Non-Etatic Approaches to the 
Study of Ancient Civil Community: 
Discussions on Civitas Romana
Dementyeva V.V. 

A Barbarian Alternative of Social Evolution: 
Peripheral Societies of Western Eurasia 
in the 1st Millennium AD in Light 
of Historical Anthropology
Shchavelev A.S. 


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segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Social Evolution and History Nº 24/2 - 2025

Social Evolution & History 

Nº 24/2 - 2025

INDEX

Stories of Ancient Stones: A Living Tradition of 
Indigenous People (Mundas) in Jharkhand, India
Elizabeth Tuti; Meena Kumari; 
Kumari Vibhuti Nayak; Shamsher Alam

The Dynamics of Aggression and Anxiety during 
Disasters (a Case Study of Three Waves of the 
COVID-19 Pandemic in Russia)
Burkova, Valentina N.; Butovskaya, Marina L.; 
Alexey M. Ermakov; Nikolay Yu. Simakov; 
Julija N. Fedenok; Azat B. Galimkhanov; 
Alexey V. Emelyanov; Olga V. Kalinichenko; 
Natalia V. Rymarenko; Victoriya I. Spodina; 
Raushaniia I. Zinurova

Digital Transformation of Sub-Saharan African 
Countries in Historical Perspective: From the 
First Computers to the AI-driven Economy
Pierre-Emmanuel Thomann; 
Konstantin Pantserev

Islamist State Formation in Somalia
Mir-Ali Askerov; Korotayev, 
Andrey; Issaev, Leonid M.

The Genetic Basis of Altruism and Cooperative
 Behaviour in Human Societies
Muhammad Muzammal; Abida Bibi; 
Maria Shafiq; Hunza Malik; Sabeeha Asad; 
Nazia Farid Burki; Muhammad Ismail; 
Shafiqua Istiaq; Muhammad Harris; ´
Harmain Saba; Umar Raoon; 
Hamna Batool Hashmi; Hadia Gul; 
Muzammil Ahmad Khan

Special Section Evolution and Forms 
of Socio-political  Organization: 
Historical & Anthropological Approaches. 

Colloquium Proceedings. Guest Editors Dmitri M. 
Bondarenko and Ivan A. Ladynin

Evolution and Forms of Socio-Political Organization: 
Historical and Anthropological Approaches 
(Introductory Remarks)
Bondarenko, Dmitri M.

Why do We Need a Typology (Classification) and a 
Political Anthropological Meta-Language for 
Describing Post-Neolithic Pre-Modern Polities?
Aleksei S. Shchavelev

Historical Reality in Ancient and Modern 
Political Terminology: In Search of a Common
Andrey M. Smorchkov

Socio-Political Terminology for Pre-State Societies 
in Antiquity: Sarmatian Rulers between History, 
Anthropology, and Archaeology
Evgeny V. Vdovchenkov

On the Discussion of the Concepts of ‘Chiefdom’
 and ‘Tribe’ in Current Political Anthropology a
nd History of Primitive Society
Popov, Vladimir A.

Debates on the Origin of the State: 
Some Results and Perspectives
Kradin, Nikolay N.

On the Stages of the Evolution of Statehood
Grinin, Leonid

The Nome Polities in Egypt and 
Mesopotamia in the Fourth and Third 
Millennia BC: Reconstructions and Scholarly Models
Ivan A. Ladynin; 
Alexander A. Nemirovsky

Middle Euphrates Polities of the Bronze Age 
and Their Place in the Typology of Ancient States
Boris Alexandrov

Greek Polis on the Scale of Potestary Formations: 
State, ‘Proto-State’, ‘Post-State’?
Igor E. Surikov

Etatist and Non-etatist Approaches to 
the Study of Ancient Civil Community: 
Discussions on civitas Romana
Vera V. Dementyeva

Commonwealth, People, Civil Community 
 State? Revisiting Augustine's Polemic with Cicero
Alexander V. Marey

Modern Imperiology Theories and Problems 
of the Study of Ancient Empires
Alexander V. Makhlaiuk

Congratulations on the 80th Birthday
 of Professor Petr Skalník


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quarta-feira, 14 de maio de 2025

Social Evolution & History Nº 24/1 - 2025

Social Evolution & History 

Nº 24/1 - 2025

INDEX

Articles

More on Cannibalism and the Development 
of Early Human Society
Sack, Gerald

The People Rus' in the Ninth – Middle Eleventh 
Centuries: New Approaches to the Study 
of Ethnogenesis and Politogenesis
Aleksei S. Shchavelev

‘Little Angola’ of Latin America: The Secondary 
Politogenesis in the Communities of Fugitive Slaves 
Alexandr V. Pakin

Ethno-Cultural Associations as Shadow States: 
The Case of Ijebu Province in 
Western Nigeria, 1900–1960
Kazeem Omotola Seriki

Markets in Africa. The Example of Sapon Traditional 
Market: An Evolution of Cultural Values in the 
Spatial Planning of Oke-Ona, Abeokuta
Titilayo Elizabeth Anifowose; Teminijesu Isreal Oke; 
Olabode Ifetola Oyedele; Ayomipo Akintunde Fadeyi; 
Taiye Oladoyin Alagbe; Oluwatoyin Abiodun Adebayo

The Feasibility of Matching the Taliban's 
Sharia-Based Order with Davis's Theory 
of the Sacred Society 
Mohammad Abedi Ardakani; 
Seifabadi, Mohsen Shafiee

An Accidental Deity: A New Religious 
Icon for the Modern Age
Shweta Sinha Deshpande; Atiya Fathima; 
Afshan Majid; Rodrigue, Barry H.

A Cross-Cultural Analysis of Brazilian, Russian, 
and American Families
Olga Semenova; Aurelio José Figueredo; 
Rachel Zambrano; Rosana Suemi Tokumaru; 
Renata Pereira Defelipe; Tania Kiehl Lucci; 
Catherine Salmon ; Emily Vogel; 
Butovskaya, Marina L.
  

Reviews and Notes

What Could Happen in the Next One Hundred Years?
Komlosy, Andrea


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terça-feira, 18 de março de 2025

Pespetivas Evolutivas sob Religião e Violência

Evolutionary Perspectives on Religion & Violence

Alcorta, C. & Sosis, R. (2022): Evolutionary Perspectives on Religion and Violence. Elements in Religion and Violence. Cambridge University Press. Cambridge. ISBN: 9781009238328  DOI: 10.1017/9781009238328

Sinopse  
Religião e violência compartilham uma história complexa e duradoura. Ver a violência e a religião de uma perspectiva evolucionária situa ambas dentro de uma estrutura mais ampla de comportamentos agressivos, afiliativos e de sinalização entre espécies. 


Neste trabalho, os autores reveem fatores genéticos, epigenéticos e ambientais que influenciam a violência, distinguindo dois tipos de agressão que diferem na fisiologia e intenção subjacentes. É estudado uso de sinais comunicativos para delimitar a agressão entre espécies e propõe-se que o surgimento do ritual simbólico humano atua como um sistema de sinalização para criar alianças e promover a cooperação dentro do grupo é proposto. 


Usando a tipologia de religião de Wallace, este volume explora as diferenças entre os sistemas religiosos em relação à variação socioecológica e examina os mecanismos subjacentes pelos quais a religião "funciona". Discute-se como é usada a violência como um "sinal honesto" para inculcar a crença religiosa, e o igualmente como uso da religião incita, valida e justificar a violência.
 

INDEX

1. Introduction p.1

2. What Is Violence? p. 3

3. Social Groups, Signals, and Symbols p.15

4. What Is Religion? p. 21

5. Cooperation and Conflict p. 38

6. The Paradox of Violence and Religion p. 54

7. Religion and Human Evolution p. 70

8. Conclusion p. 74

References p. 78


+INFO sob o livro em: Evolut. Perspectives Religion & Violence

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Social Evolution and History Nº 23/2 - 2024

Social Evolution and History 

Nº 23/2 - 2024

INDEX

Chiefdom, Vassalage and Empire: The Political Structures 
of Arabia from the First CE to the Advent of Islam
Sabeeha Atlas; Altaf Qadir

Evolution of the Human Brain and the Myth of its Ten-Percent Use
Shahzadi Raheela Anum; Maria Shafiq; Sana Fatima; Abida Bibi

Theocratic System of Administration in Ekiti Society before 
Oduduwa: A Discourse in Ekiti-Yoruba Indigenous Political Culture
Kayode Joseph Onipede

Zhèng Hé's Indirect Impact on Europe: On Revolutionary 
Focal Groups of Production Revolutions
Plachetka, Uwe Christian

Male Cooperation is Culture-Specific: Evidence from 
Cross-Population Experiments
Rostovtseva, Victoria ; Butovskaya, Marina L.; 
Anna A. Mezentseva; Nadezhda B. Dashieva;
Anna A. Korotkova

Using the Google Books Ngram Corpus to Study Social Evolution
Solovyev, Valery D.

The Evolution of Artificial Intelligence: From Assistance to 
Super Mind of Artificial General Intelligence? Article 2. 
Artificial Intelligence: Terra Incognita or Controlled Force?
Grinin, Leonid; Grinin, Anton L. ; Grinin, Igor L.


Reviews and Notes

Global Disasters and World Society: The Ecological 
Dimension of Modern World-System Crises 
Fábio Pádua dos Santos

Rough Waters Ahead 
Harper, Tony


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sexta-feira, 30 de agosto de 2024

O Instinto Social - Livro

The Social Instinct

Raihani, N. (2021): The Social Instinct: How Cooperation Shaped the World. St. Martin's Press. Nova York. ISBN: 9781250262813

Sinopse 
A cooperação é o meio pelo qual a vida surgiu em primeiro lugar. Foi assim que progredimos através da escala e da complexidade, desde cadeias flutuantes de material genético até aos estados-nação. Mas, dado o que sabemos sobre os mecanismos da evolução, a cooperação é também um enigma. 


Como começa a cooperação, quando, a nível darwiniano, tudo o que importa aos genes do seu corpo está a ser transmitido à geração seguinte?. Porque é que as colónias de suricatas cuidam dos filhos umas das outras? Porque é que os pássaros tagarelas do Kalahari formam colónias nas quais apenas um casal se reproduz? E como é que alguns peixes-bodiões-corais realmente se castigam uns aos outros por prejudicarem peixes de outras espécies?


Biólogo de formação, Raihani analisa onde e como surge o comportamento colaborativo em todo o reino animal e que problemas resolve. Ela revela que as espécies que exibem um comportamento cooperativo – ensino, ajuda, preparação e auto-sacrifício – mais semelhantes ao nosso tendem a não ser outros macacos; São aves, insetos e peixes, ocupando ramos muito mais afastados da árvore evolutiva.~


Ao compreender os problemas que enfrentam e como cooperam para os resolver, podemos vislumbrar como a cooperação humana evoluiu pela primeira vez. E podemos também compreender o que existe na forma como cooperamos que tornou os seres humanos tão distintos – e tão bem-sucedidos.

INDEX


quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Evolução Biocultural - Livro

Biocultural Evolution

Karakostis, A.F. & Jäger, G. (Eds.) (2023): Biocultural Evolution: An Agenda for Integrative Approaches. Kerns Verlag. Tubinga  ISBN: 978-3935751-38-4

Sinopse  
A evolução humana é definida por uma interação multifacetada de fatores biológicos e culturais, que compreendem o foco de um espectro diverso de campos científicos. 




Este volume editado visa estabelecer vínculos interdisciplinares por meio de uma série de nove estudos que discutem criticamente os métodos atuais, estruturas de hipóteses e perspetivas futuras para reconstruir o comportamento habitual em humanos do passado. 


Os autores são especialistas nas áreas de antropologia biológica, primatologia, arqueologia experimental e linguística.

INDEX

 Preface
Karakostis, F. A., & G. Jäger

“Do humans only do what they are good at?”: 
Distinguishing between daily behaviors and 
evolved functional adaptations in fossil hominins
Karakostis, F. A

Inferring ancient human activities through skeletal 
study: An example from Archaic Greece
Buikstra, J. E.

Effects of physical activity and impact loading 
rate on knee osteoarthritis
Wallace, I. J., G. J. Riew, R. Landau, A. M. Bendele, 
N. B. Holowka, T. L. Hedrick, N. Konow, 
M. Ruiz, & D. E. Lieberman. 

A functional framework to grasp goal-directed behavior: 
Stone knapping, a good paradigm of human behavior
Bril, B. 

Ape knapping then and now: Limited social learning 
of sharp stone-tool making and use in naïve non-human apes
Motes-Rodrigo, A., & C. Tennie

A comparative multimodal perspective on the evolutionary 
origins of tool use and handedness
Kalan, A. K.. 

Dental fricatives: Patterning, evolution, and factors 
affecting a rare class of speech sounds
Dediu, D., J. Lin, S. R. Moisik, & S. Moran
 
Rate variation in language change: Toward distributional 
phylogenetic modeling
Cathcart, C. A.

Consequences of reflexivity in language
Enfield, N. J., & J. Sidnell.



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quinta-feira, 25 de julho de 2024

Arqueologia das Sociedades Tribais

Archaeology of the Tribal Society

Parkinson, W. A. (2002): The Archaeology of Tribal Societies. Berghahn Books. Nova York & Oxford. ISBN: 978-1-87962-135-0 DOI: 10.3167/9781879621350
   
Sinopse  
Arqueólogos antropológicos há muito tentam desenvolver modelos que os deixem entender melhor a evolução da organização social humana. 




Na busca para entender como chefias e estados evoluem, e como essas sociedades diferem de 'bandos' igualitários, negligenciamos o desenvolvimento de modelos que ajudem a entender a ampla gama de variabilidade que existe entre eles. 




Este volume tenta preencher essa lacuna explorando a organização social em sociedades tribais ou 'vilas autónomas' - de vários contextos etnográficos, etno-históricos e arqueológicos diferentes do Período Neolítico Pré-Cerâmicos do Oriente Próximo aos Jivaros da Amazónia contemporânea.

INDEX


Descarregar em: Archaeology of Tribal Society

domingo, 21 de julho de 2024

Após o Colapso, a regeneração das Sociedades

After Collapse

Schwartz, G.M. & Nichols, J.J. (2010): After Collapse: the Regeneration of Complex Societies. University of Arizona Press. Tucson ISBN: 978-0-8165-2936-0
       
Sinopse  
Do vale do Eufrates até ao sul dos Andes peruanos, surgiram e caíram as primeiras sociedades complexas, mas em alguns casos também renasceram. A investigação arqueológica anterior destas sociedades centrou-se principalmente na emergência e no colapso. Este é o primeiro livro que examina a questão de como e por que razão as primeiras sociedades urbanas complexas reapareceram após períodos de descentralização e colapso.



Abrangendo amplamente o Médio Oriente, o Egeu, a Ásia Oriental, a Mesoamérica e os Andes, estes estudos interculturais expandem a nossa compreensão da evolução social, examinando como as sociedades foram transformadas durante o período de mudança radical agora denominado “colapso”. Procuram descobrir como a complexidade social ressurgiu, como se formaram os estados de segunda geração e como estes estados reemergentes se assemelhavam ou diferiam das sociedades complexas que os antecederam.



Os contribuidores baseiam-se na cultura material, bem como em dados textuais e etno-históricos, para considerar factores como instituições, estruturas e ideologias preexistentes que influenciam a regeneração; resiliência económica e política; o papel da mobilidade social, dos grupos marginais e das periferias; e mudança étnica. 



Para além de apresentarem uma série de pontos de vista teóricos, os contribuidores propõem também razões pelas quais a regeneração por vezes não ocorre após o colapso. Uma última contribuição de Norman Yoffee fornece uma exegese crítica do “colapso” e destaca padrões importantes encontrados nas histórias de casos relacionados com regiões periféricas e elites secundárias, e com a ideologia da política.



O volume abre novos caminhos de investigação tanto na arqueologia como no estudo da mudança social, demonstrando que o registo arqueológico oferece frequentemente mais pistas para a “idade das trevas” que precede a regeneração do que os estudos baseados em textos. Abre uma nova janela para o passado, desviando o foco da ascensão e queda das civilizações antigas para a sua queda e ascensão, muitas vezes mais reveladoras.

INDEX


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