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sexta-feira, 10 de julho de 2026

Artes, Simbolismo e Sociedade na Pré-história

Arte, simbolismo y sociedad en la Prehistoria

García Bustos, Miguel (ed.) (2024): Arte, simbolismo y sociedad en la Prehistoria. Nuevos descubrimientos, interpretaciones y métodos. Universidad de Salamanca. Salamanca ISBN: 978-84-09-66652-2

Sinopse  
A arte rupestre, um dos mais antigos testemunhos da capacidade criativa humana, é o tema central do Congresso Internacional “A Arte das Sociedades Pré-históricas” (ASP). 




Este evento científico, cuja primeira edição se realizou em Toulouse, em 2008, sob os auspícios do Centre de Recherche et d'Étude de l'Art Préhistorique (CREAP), percorreu extensivamente a Europa Ocidental, consolidando-se como um fórum de referência para o estudo das expressões gráficas pré-históricas. 


Um dos objetivos mais importantes do 8º Congresso ASP tem sido, desde a sua concepção, fomentar o diálogo entre investigadores consagrados e jovens académicos que iniciam as suas carreiras nesta área. 


A arte rupestre não é apenas um vestígio do passado; é uma ponte que nos conecta às próprias raízes da nossa espécie. Ao estudá-la, não estamos apenas desenterrando imagens gravadas ou pintadas na rocha, mas também os pensamentos, crenças e emoções daqueles que as criaram há milhares de anos.

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Descarregar o livro em:  Arte, Simbolismo y Sociedad

sexta-feira, 20 de março de 2026

A Montanha Sagrada de Passos - Vídeo

Deixamos aqui o vídeo da  palestra organiçada pela ADECAP – Associação para o Desenvolvimento da Cooperação em Arqueologia Peninsular o passado dia 17  de março e que teve por o titulo "A Montanha Sagrada de Passos/Santa Comba-Garraia. A permanência na paisagem resistindo à invisibilidade simbólica"





quarta-feira, 11 de março de 2026

A Montanha Sagrada de Passos - Palestra

A Montanha Sagrada de Passos

Quando: 17 de março
Onde: On-line

A ADECAP – Associação para o Desenvolvimento da Cooperação em Arqueologia Peninsular organiza o dia 17  de março as 21:30 h (hora portuguesa) uma palestra com o titulo "A Montanha Sagrada de Passos/Santa Comba-Garraia. A permanência na paisagem resistindo à invisibilidade simbólica" que sera proferida pelas arqueologas Maria de Jesus Sanches (FLUP), Joana de Castro Teixeira (FLUP, CITCEM) e Sara Cura (ICArEHB)

Serra de Passos-Santa Comba-Garraia, um monte ilha quartzítico no coração de Trás-os-Montes (Norte de Portugal), é uma referência de fulcral importância na pintura rupestre da Pré-história recente da Península Ibérica, sendo conhecida nos meios científicos nacionais e internacionais desde os inícios da década de 1990. 

Como paisagem humanizada desde há c. de 7 milénios, alberga nas suas linhas de cumeada, nas escarpas, nas linhas de água e nos abrigos que se adentram nas formações rochosas, um património arqueológico de extremo valor, cujo estudo arqueológico se iniciou já no final da década de 1980 e que prossegue na atualidade. 

Nesta ligação orgânica, emotiva e de herança cultural entre o passado e o presente que a investigação faz emergir, a Montanha Sagrada impõe-se simultaneamente como a maior concentração espacial de pintura esquemática da Pré-história recente portuguesa, e a mais marcante “geografia” peninsular de figuras paradigmáticas peninsulares denominadas de oculadas e/ou figuras oculadas/faces oculadas/máscaras.

A palestra pode ser seguida on-line através do Zoom no seguinte link 

Resumo


terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Trabajos de Prehistoria Nº 82/2 - 2025

Trabajos de Prehistoria 

Nº  82/2 - 2025
  

INDEX

Aproximación a las prácticas sociales calcolíticas 
a partir de la industria macrolítica del recinto 
de fosos de Los Melgarejos (Getafe, Madrid)
Selina Delgado-Raack, Marcello Peres, 
Marina Eguíluz Valentini, Rosa Domínguez, 
Luis Hernández, Roberto Risch, 
Pedro Díaz-del-Río

La tradición metalúrgica calcolítica del 
nordeste ibérico y su influencia posterior: 
nuevos análisis y una síntesis
Julia Montes-Landa, Ignacio Montero Ruiz, 
Marcos Martinón-Torres

En los márgenes del Arte Rupestre Atlántico: 
una aproximación multidisciplinar a El Riscal 
(Sevilla, España)
Miguel Ángel Rogerio Candelera, Alba Fuentes Porto, 
Timoteo Rivera Jiménez, Jordi Ibáñez Insa, 
José Antonio Lozano Rodríguez, A. César González García, 
Raquel Montero Artús, Leonardo García Sanjuán

La Forma 5 argárica: clasificación y cronología
Eva Celdrán Beltrán, Vicente Lull, 
Rafael Micó Pérez, Camila Oliart Caravatti, 
Cristina Rihuete Herrada, Miguel Valério

Vientos del norte: el ámbar báltico y las cuentas 
de plata de la reutilización en la Edad del Hierro
 del tholos de Bela Vista (Sintra, Portugal)
José Ángel Garrido-Cordero, Rita Loureiro, 
José María Martínez-Blanes, Ana C. Sousa, 
María Dolores Zambrana-Vega, Luz Marina Salas Acosta, 
Daniel Sánchez-Gómez, Carlos Odriozola Lloret

La colonización agraria del valle del río 
Guadalimar durante los siglos VII-VI a. n. e
José L. Serrano Peña, Marcos Soto Civantos

‘Cabezas cortadas’ iberas en contextos cosetanos
 e ilergetes. Nuevas aportaciones bioantropológicas
 en El Molí d’Espígol (Tornabous, Lleida) y 
Olèrdola (Olèrdola, Barcelona)
Rubén de la Fuente Seoane, Núria Molist, 
Jordi Principal , Marta Riba-Vidal, 
Nàdia Tarifa-Mateo, M. Eulàlia Subirà
  

Noticiario

Un pasarriendas orientalizante y otros 
elementos de atalaje en la necrópolis tumular de 
Collado y Pinar de Santa Ana (Jumilla, Murcia)
Alberto J. Lorrio Alvarado, Estefanía Gandía Cutillas, 
Raimon Graells i Fabregat, Emiliano Hernández 
Carrión, Mariano Torres Ortiz
  

Recensiones y Crónica científica

John Schofield. Wicked Problems for Archaeologists.
Heritage as Transformative Practice. Oxford 
University Press. Oxford, 2024
David Barreiro

Pedro A. López-García, Denisse L. Argote, 
Manuel A. Torres-García y Michael C. Thrun. 
Knowledge Discovery from Archaeological Materials y 
Denisse L. Argote, Pedro A. López-García, Manuel 
A. Torres-García y Michael C. Thrun. Machine Learning for 
Archaeological Applications, Series Elements in 
Current Archaeological Tools and Techniques. 
Cambridge University Press.
Olga Palacios

Julia Lee-Thorp y M. Anne Katzenberg (Eds.). 
The Oxford  Handbook of the Archaeology of Diet. 
Oxford University Press. Oxford, 2024
Ferrán Antolín

Recensión de / Review of: Sandra López Varela (Ed.). 
Women in Archaeology: Intersectionalities in 
Practice Worldwide. Serie Women in Engineering 
and Science. Springer, Cham, 2023
Carmen Pérez Maestro

Dean Saitta. First Cities: Planning Lessons for 
the 21st Century. Elements in Anthropological 
Archaeology in the 21st Century. Cambridge 
University Press. Cambridge, 2024
Dominic Pollard

Graham Harman y Christopher Witmore. Objetos 
intempestivos: Filosofía y arqueología orientada 
a objetos. Materia Oscura. Segovia, 2024
Rafael Millán-Pascual, Álvaro Falquina-Aparicio

Íñigo García-Martínez de Lagrán, Cristina Tejedor Rodríguez, 
Héctor Arcusa Magallón, José Ignacio Royo Guillén, 
Rafael Garrido Pena y Manuel Rojo Guerra. 
La cerámica neolítica de la cueva de Els Trocs 
(Huesca) en el contexto del Mediterráneo occidental. 
Studia Archaeologica, 105. Universidad de 
Valladolid. Valladolid, 2024
Javier Cámara Manzaneda

Marc Vander Linden. The Bell Beaker Phenomenon 
in Europe. A Harmony of Difference. Cambridge 
Elements. The Archaeology of Europe. 
Cambridge, 2024
Pedro Díaz-del-Río

Johan Ling, Richard J. Chacon y Kristian Kristiansen (Eds.). 
Trade before Civilization. Long-distance 
Exchange and the Rise of Social Complexity. 
Cambridge University Press. Cambridge, 2022
Xosé-Lois Armada

Alonso Rodríguez Díaz, David M. Duque Espino e 
Ignacio Pavón Soldevila (Eds.). La Casa de la 
Ayuela en el tiempo del Tesoro de Aliseda. 
Excavaciones preventivas en La Ayuela (2009) 
y La Estación (2018) en el tramo Cáceres-Mérida 
de la Línea de Alta Velocidad de Extremadura. 
Homenaje a la Prof.ª Dra. M.ª Eugenia Aubet. 
Memorias de Arqueología Extremeña, 14. 
Junta de Extremadura. Mérida, 2024
Antonio Blanco González

Crónica de la 6th International Conference 
Archaeometallurgy in Europe (AiE) 2024. Falun 
(Suecia), 11 al 14 de junio de 2024
Julia Montes-Landa


Ir ao número da revista:  Trabajos de Prehistoria Nº 82/2 - 2025

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

As Paletas Rupestre do Noroeste de Portugal

As paletas na Arte Rupestre do Noroeste de Portugal

Afonso, B. Sousa (2022): As paletas na Arte Rupestre do Noroeste de Portugal. Inventário, estudo e interpretação. Dissertação de mestrado apresentada na Universidade do Minho. Porto. 

Sinopse  
A presente dissertação tem como objetivo principal contribuir para o aumento do conhecimento das representações de “paletas” na arte rupestre do noroeste de Portugal, através de uma catalogação, individualização tipológica e colocação de hipóteses funcionais e cronológicas. 


Através de observação técnica e cronologia relativa, observa-se posterioridade destes motivos em relação à Arte Atlântica Clássica e à Arte Esquemática Antiga, sendo, portanto, de um período posterior ao Neolítico-Calcolítico. Um estreitamento cronológico foi realizado através de paralelos com objetos de madeira e metal, definindo-se uma cronologia entre a Idade do Bronze e o Ferro Antigo (cerca do séc. IV a.C.). 


Uma análise das orientações geográficas das paletas sugere celebrações de eventos solares ligados com os solstícios e equinócios, para dois grupos tipológicos. Outro grupo tipológico, aparentemente mais recente do que os anteriores, poderá relacionar-se com a importância da estrela polar e da orientação das populações no espaço. Nalguns casos, a distribuição das paletas no afloramento indicia que representam depósitos. 


Numa perspetiva geral, os afloramentos com diversidade de paletas, considerados lugares coletivos, terão sido locais ativos simbolicamente, durante algum tempo, hipótese que se apoia na gravação de tipos diferentes de paletas, na reorientação e sobreposição de algumas, bem como em técnicas distintas, indiciando que estes afloramentos teriam sido usados para a realização de ritos cíclicos.

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Descarregar o a dissertação: Paletras Rupestres

domingo, 10 de agosto de 2025

Imagens, Gestos, Vozes na Arte Paleolítica

Images, Gestures, Voices, Lives

Haidle, M. N. et alii. (eds.) (2025): Images, Gestures, Voices, Lives. What Can We Learn from Paleolithic Art?, ROCEEH Communications, Vol. 2. Heidelberg University Publishing. Heidelberg. ISBN: 978-3-96822-291-2  DOI: 10.17885/heiup.1453

Sinopse 
O conceito de "arte paleolítica" e o seu estudo mudaram consideravelmente nas últimas décadas. O conceito moderno de "arte" é trans-cultural e diacrómicamente problemático. O fenómeno não pode ser reduzido à cultura material visual, mas também possui aspetos acústicos, táteis e outros aspetos dinâmicos. 



Deve ser entendido como uma multiplicidade de processos que podem abranger tanto o quotidiano quanto o extraordinário. Neste volume, arqueólogos, filósofos e antropólogos abordam a "arte paleolítica" de várias perspetivas, incluindo a sua conceituarão, estética, relações com a história da arte e a arte bruta. As contribuições abordam o desafio imposto pela materialidade, aspetos evolutivos, reconstituição física por atores e tecnologias digitais como meio de interpretação de objetos de arte, e a proteção do património cultural. 




O volume oferece aportes inovadores sobre práticas passadas e ideias e abordagens contemporâneas relacionadas com a arte paleolítica, com base em pesquisas empíricas cuidadosamente combinadas com abordagens teóricas reflexivas e sofisticadas.

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