sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

NAILOS Nº 1

NAILOS Nº 1, 2014
Estudios Interdisciplinares en Arqueología


Acaba de ver a luz uma nova revista eletrónica de arqueologia, Nailos - Estudios Interdisciplinares de Arqueología. A revista Nailos está editada pela Associação de Profissionais Independentes da Arqueologia de Astúrias (APIAA).


Com o subtítulo "Estudos Interdisciplinares de Arqueologia" pretende-se explicitar a vocação multidisciplinar que há de ter Arqueologia em diálogo com disciplinas anexas como a antropologia, geologia, geografia, história ou sociologia, convidando a especialistas de essas outras disciplinas para participar deste projeto editorial


Enquanto este novo projeto editorial veio dentro de uma associação profissional com base nas Astúrias, o seu âmbito não se limita ao nível local, mas tem como objetivo servir como uma canal de comunicação com o coletivo mais extenso de profissionais da arqueologia nacional e internacional


 INDEX



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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Interpretando as Idades do Ferro - Convocatória


Interpretierte Eisenzeiten VI, 2014

Quando: 27–29 Novembro
Onde: Linz, Austria


Interpretierte Eisenzeiten é um Congresso internacional dedicado a Idade do Ferro Europeia que cuma periodicidade bianual vense realizando desde o ano 2005, organizado pelo Prof. Raimund Karl da Univ. de Gales (Bangor) e Dra. Jutta Leskovar dos Oberösterreichische Landesmuseen.


A orientação deste congressos como queda explicitado no seu subtítulo "Fallstudien, Methoden, Theorie" isto é "Estudos de Caso, Método e Teoria" e no próprio no "Idades de Ferro Interpretadas",


dirige-se a aquelas propostas de leitura do registo da Idade do Ferro com um claro caráter interpretativo e inovador que planejam novas miradas e apresentam uma reflexão sobre os métodos e os aspetos teóricos na pesquisa sobre as sociedades da Idade do Ferro


O prazo de presentação de propostas de comunicações está aberto ate o dia 30 de Abril


  Convocatória



+INFO no site de: Interpretierte Eisenzeiten

KELTEN 61


KELTEN 61, 2014


Artikelen:

Frank Brandsma & Erik Hendrix "Tolkiens Arthur"  p. 2

Renée Calon "Het oppidum van Gondole (Le Cendre - Auvergne)"   p. 5

Greta Anthoons "Migratie en sociale netwerken als vormen van culturele uitwisseling in de ijzertijd: het relaas van een proefschrift"   p. 8

Martijn A. Wijnhoven "Geringd wapentuig: maliënkolders uit de ijzertijd"   p. 12

Recensies:

Stéphanie de Geus "Celtic from the west 2"  p. 15

Dennis Groenewegen "Gablánach in scélaigecht"   p. 16

Ranke de Vries "Een kunstig gerepareerd glas-in-loodverhaal"  p. 17

Michelle Bervoets "Een zoektocht naar Arthur in de middeleeuwse Welshe literatuur"  p. 18

Herman Clerinx "Nehalennia van Domburg: geschiedenis van de stenen monumenten"  p. 19

Bart Jaski "Britse degelijkheid"   p. 20

Verslagen:

Patrick Brown, vert. Dennis Groenewegen "The Fourth International Conference on the Ulster Cycle of Tales, 27-28 juni 2013"   p. 21

Linus Band-Dijkstra en Daan van Loon "Keltologie-Symposium Trier"   p. 22

Dennis Groenewegen "Publicatieoverzicht BA- en MA-scripties Keltisch 2012/2013"   p. 24

Nieuws en activiteiten:

Nieuws  p. 25
Agenda  p. 25
Mededelingen  p 26
Aankondiging Keltisch Colloquium 2014 achterkant


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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Os Barcos de Pedra da Idade do Bronze

Os Navios em pedra Amossam uma rede comercial maritima no Baltico à 3000 Anos

A meados da Idade do Bronze, por volta do 1000 aC, a quantidade de artefatos de metal comercializados na região do Mar Báltico aumentou dramaticamente. Na mesma época, um novo tipo de monumento apareceram ao longo das costas; pedras embotarão e organizados na forma de navios, construídos pela cultura marítima envolvida nesse mesmo ramo metal.

Uma rede marítima ampla

Estes grupos marítimos da Idade do Bronze faziam parte de uma rede que se estendia através de grande parte do norte da Europa e com ligações mais para o sul: uma rede que foi mantida devido à crescente dependência de bronze e outras matérias-primas importantes, como meio de status social, criando assim uma dependência cultural.


Os arqueólogos têm assumido que bronze foi importado para a Escandinávia desde sul, e as análises recentes confirmaram esta hipótese. No entanto como as pessoas organizaram esse comércio e formaram as suas redes raramente é abordado, e porem nada se sabe dos lugares onde eles se reuniram para tal fim



"Uma razão pela qual os lugares de encontro da Idade do Bronze não são discutidos, muitas vezes, é que temos sido incapazes de encontrá-los. O qual contrasta com os centros comerciais [mais tardios] da Era Viking, muito singelos de localizar, devido à grande quantidade de material arqueológico que deixaram", diz o autor da tese Joakim Wehlin da Universidade de Gotemburgo e a Universidade de Gotland.


Em sua tese, Wehlin analisada a totalidade do material arqueológico relacionado com os navios de pedra e também a colocação destes monumentos dentro da paisagem de Gotland. A tese oferece um novo e extenso relato dos navios de pedra e sugere que a importância do Mar Báltico durante a Idade do Bronze escandinava, e dos não menos importantes rios, como vias de comunicação aquática, tem sido subestimada na pesquisa anterior.


Os barcos de pedra podem ser encontrados em toda a região do Mar Báltico, especialmente nas ilhas maiores, com um conjunto significativo na Ilha de Gotland. Os navios têm-se considerado como concebidos para ter servido como túmulos e por esta razão eles foram vistos como recipientes destinados a levar o falecido ao Além após a sua morte.


O site como um ponto de encontro

"Meu estudo mostra uma imagem diferente", diz Wehlin. "Parece não que todos os corpo foram enterrados dentro do navio, e uma percentagem significativa de navios de pedra não têm sepulturas dentro deles em tudo. Em vez disso, eles às vezes mostram restos de outros tipos de atividades. Assim, com a ausência dos mortos, os traços da vida começam a aparecer."



Wehlin sugere que os navios de pedra e as atividades que possam ter ocorrido ao redor deles apontam para um povo que estava focado no comércio e as ligações marítimas. Detalhes destes monumentos; indicam que elas foram construídas não tanto como navios espetrais, mas como representações de embarcações reais.



Wehlin crê que os barcos de pedra ainda podem dar pistas sobre as técnicas de construção naval e as dimensões estruturais dos navios da época e isso proporcionara uma visão mais aprofundada de como se navegava pelo Mar Báltico durante a Idade do Bronze.


Este período na pré-história mostra o navio como um elemento dominante da cultura visual; esculpida em pedra, decorado em artefactos de bronze ou construído como nestes monumentos em pedra. Os navios visualizados através de diferentes meios de comunicação parecem referir-se aos navios de fato e a sua variedade pode indicar diferencias funcionais entre distintos tipos de embarcações.


Primeiros Portos Comerciais

Através do trabalho de campo, Wehlin localizou o que ele sente uma série de potenciais locais de encontro - o que poderia até mesmo ser descrita como portos comerciais iniciais. Em uma parte da área de estudo no nordeste de Gotland no sistema de água consiste no Rio Hörsne que mais tarde se torna o rio Gothem (o maior rio em Gotland). O rio corre para o norte-leste através das zonas húmidas de Lina pântano, e continua a sua foz no Åminne e a Baía de Vitviken no Mar Báltico.


O pântano Lina era -antes da campanha de drenagem em 1947- a maior em Gotland. Esta área aparece como uma paisagem marítima, com uma grande área húmida no interior, pântanos, sistemas fluviais, rio-boca, coa costa e do mar situado dentro de uma rica paisagem da Idade do Bronze. 


A área poderia muito bem ter sido importante como um nó de comunicação entre a costa leste e oeste, papel que tivo continuidade em tempos históricos. Wehlin acredita que não é por acaso que um dos maiores conjuntos de configurações do navio, quase 15% do número total de tais monumentos, surge nesta região.



Ele sugere que as pessoas que faziam parte de uma instituição marítima; construtores de barcos, marinheiros, as pessoas com conhecimentos e habilidades necessários para viagens ao exterior, a navegação, o comércio etc, poderia ter tido um lugar especial na sociedade. Se for assim eles poderiam estar ligados a tradição destes sites com barcos 


Esses recursos podem ser vistos como um instrumento fundamental para a identificação coletiva, semelhante aos sites com arte rupestre no Bohuslän. Os enterros que estão presentes perto desses sites se tornariam pois atividades secundárias relacionadas com o poder sacro destes lugares.

Fonte: Past Horizons


Referências

Wehlin, J., Östersjöns skeppssättningar. Monument och mötesplatser under yngre bronsålder/ Baltic Stone Ships. Monuments and Meeting places during the Late Bronze Agemore. Univ. Göteborg, tese on-line

Wehlin, J. "Approaching the Gotlandic Bronze Age from Sea. Future possibilities from a maritime perspective" in: Martinsson-Wallin, H., Baltic Prehistoric Interactions and Transformations: The Neolithic to the Bronze Age. Gotland University Press 2010. pp. 89-109 pdf


XVII Congresso da UISPP - Convocatória

XVII Congreso Mundial de la UISPP

Quando: 1-7 Setembro
Onde: Burgos


Comité Científico do XVII Congresso Mundial da da UISPP (The International Union of Prehistoric and Protohistoric Sciences - Union Internationale dês Sciences Préhistoriques et Protohistoriques - União Internacional de Ciências Pre-históricas e Proto-históricas), a celebrar em Burgos este ano em Burgos fez pública a lista das sessões admitidas para o Congresso. O Comité da UISPP, presidido pelo Prof. Martín Almagro-Gorbea do Departamento de Pré-história da Universidade Complutense, deu a conhecer um total de 120 sessões de diferentes temáticas relacionadas com a Pré-história e a Proto-história.


Todas as comunicações do Congresso dirigir-se-ão aos responsáveis pelas sessões e via site antes do 30 de abril de 2014, com os seguintes dados (em inglês): Título, nome do autor (ou responsável quando fosse uma equipa), e-mail, instituição de referência, resumem e palavras-chave. O prazo de receção de comunicações e/ou posters estará aberto ate o dia 31 de maio de 2014


 Sessões



+INFO no site do Congresso:  UISPP 2014

Augusto e o seu Tempo - Palestras


AUGUSTO Y SU TIEMPO
En el bimilenario de la muerte del emperador Augusto

Quando: Janeiro-Março
Onde: Merida


Com motivo do bimilenário da morte do imperador Augusto, fundador do Império e da colonia Augusta Emerita, o Museu Nacional de Arte Romano programou uma série de atividade relacionadas com a figura do imperador Augusto e os inícios da colónia e a província romana de Lusitânia, que desenvolver-se-ão ao longo de todo o ano.



O Ciclo de Conferências Augusto e o seu tempo pretende contribuir uma visão general sobre diversos temas relacionados com o principado de Augusto e os primeiros anos da colónia Augusta Emerita e o seu relacionamento com a província de Lusitânia.


Para isso, contar-se-á com a participação e a colaboração de destacados especialistas que abordarão de forma monográfica e divulgativa cada uno dos temas de interesse relacionados com a época de Augusto


  Programa



Ficheiro Epigráfico 115

FICHEIRO EPIGRÁFICO 115 - 2014


INDEX

492 - Marco de Teodósio em Coja, Arganil (Conventus Scallabitanus)
José d'Encarnação, Maria Conceição Lopes

493 - Grafito em tijolo, de Tróia (Conventus Pacensis)
José d'Encarnação

494 - Fragmento de placa com grafitos, de Tróia (Conventus Pacensis)
José d'Encarnação

495 - Ara a Júpiter en Cáparra, Oliva de Plasencia, Cáceres (Conventus Emeritensis)
Julio Esteban Ortega



Ir ao site da revista:  FE

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Do Bronze Medio ao Final - Convocatória


LE BRONZE MOYEN A LA ORIGINE DU BRONZE FINAL
Europe occidentale. de la Méditerranéee aux pays nordiques

Quando: 17-20 Junho
Onde: Estrasburgo


Mais de 20 anos após a realização do colóquio da CTHS / Strasbourg Haguenau Dinamicas da Idade do Bronze na Europa Ocidental, o colóquio Bronze 2014 da APRAB propõe agora evisitar este período cronologico, à luz do trabalho e descobertas recentes.


O Bronze Médio se desenvolve na Europa Ocidental ao longo de um período de três séculos, a partir do XVII ao século XIV aC, entanto que nos séculos XIV e XIII ("Bronze Final", no oeste da região do Mediterrâneo ocidental) ocorre um período de transição, marcado por continuidades e mudanças que anunciam já o pleno Bronze Final.



Ao longo dos últimos vinte anos, o desenvolvimento de uma arqueologia preventiva muito ativa na França e na Europa, têm que renovado amplamente documentação sobre esta época. Este simpósio que celebrar-se há em Estrasburgo, em 2014, tem como objetivo apresentar os novos dados privilegiando as achegas que ofereçam uma síntese do estado atual da investigação


 Convocatória



+INFO no site de:  Bronze 2014

A Idade do Bronze no Ocidente - Palestras

Quando: 27 Fevereiro
Onde: Lisboa


O próximo dia 27 de fevereiro a secção de Pré-história da Associação dos Arqueólogos Portugueses, organiza duas palestras intituladas A Transição do terceiro/segundo milénio a.C. em Trás-os-Montes Oriental: algumas questões a cargo da arqueóloga Elsa Luís (Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa-UNIARQ) e Rota(s) do Estanho e o desenvolvimento da metalurgia do bronze no Ocidente Peninsular cargo de J.C Senna-Martinez (Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa-UNIARQ)


As palestras decorreram no Museu Arqueologico do Carmo (Lisboa) a partir das 18 horas. A entrada é livre


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

BASTETANIA Nº 1


BASTETANIA 1


INDEX

Una redoma de vidrio encontrada en la calle San Miguel de Guadix (Granada)
Isabel Cambil Campaña

Nuevos datos para el estudio de las vasijas con apliques de bronce: Un nuevo vaso en Cerro de los Infantes (Pinos-Puente, Granada).
Alberto Dorado Alejos

Propuesta metodológica para el estudio de las estructuras funerarias. El ejemplo de Cerro del Santuario (Baza, Granada)
Eva María González Miguel

La cerámica africana de cocina de Guadix (Granada). La excavación del Callejón Atahona.
Vicente Doblas Peguero

Barnices rojos de tradición hispana del entorno del teatro romano de Málaga: un primer avance. Humberto M. Gómez Ramos

Primeras noticias y excavaciones de época moderna en Cartagena. 
Macarena Calderón Sánchez

Poblamiento ibérico en Molata de Casa Vieja, Puebla de Don Fadrique, Granada.
Carlota Pérez González

Una turris de época romana en Ventas de Santa Bárbara (Loja, Granada).
David Gómez Comino y Rafael J. Pedregosa Megías

Abrigo con arte rupestre de El Tablazo II (Diezma, Granada). Revisión con DStretch de los motivos pintados.
Marcos Fernández Ruíz y Liliana Spanedda

El cerro de Montahur o Monteagud (Benizalón, Almería): un asentamiento medieval fortificado en la Sierra de los Filabres.
Manuel M. Alonso Ruíz y José Domingo Lentisco Navarro

De metal y muerte: elementos de orfebrería ibérica en el corazón de la Bastetania. Nuevas aportaciones desde la necrópolis de Baza.
Magadelena Sieg

Nueva tumba, de inhumación infantil, en la necrópolis ibérica de Cerro del Santuario (Baza, Granada): resultados preliminares.
Alejandro Caballero Cobos, Andrés M. Adroher Auroux, Manuel Ramírez Ayas, Juan Antonio Salvador Oyonate y Lorenzo Sánchez Quirante


Ir ao numero da revista: Bastetania

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ius Latii no Noroeste - Seminário

El Ius Latii de Vespasiano y su implantación el Noroeste

Quando: 3 Feveiro
Onde: Madrid


Dentro do curso interuniversitário de doutoramento em Estudos do Mundo Antigo da Complutense e a Autónoma de Madrid, o próximo dia 3 de fevereiro terá lugar um seminário de Investigação titulado O Ius Latii de Vespasiano e a sua implantação no Noroeste hispano, do que será ponente Elena Zubiaurre Ibáñez da equipa de Pesquisa Arqueologia e Processos Sociais do Instituto de Historia do CSIC



O seminário terá lugar no Salão de Grãos da Faculdade de Historia da Univ. Complutense


Urbanismo e Arquitetura em Bracara Augusta



A Universidade do Minho através do seu repositório institucional RepositoriUM vem de por recentemente vem de em acesso aberto para a sua descarrega um; extenso artigo intitulado Urbanismo e arquitetura de Bracara Augusta, da coautoria da Profs. Manuela Martins no que se faz uma síntese dos trabalhos arqueológicos realizados na cidade de Bracara nas últimas décadas.


Resumo:
As cidades romanas, tal como todas as cidades, em qualquer tempo ou lugar, podem ser consideradas como organismos vivos em permanente mudança. No entanto, essa natureza mutante dos espaços urbanos só muito dificilmente pode ser percecionada pela arqueologia, que apenas nos fornece fragmentos de uma realidade material, que pouco diz sobre o sentir, os compromissos e os conflitos e contradições das gentes que construíram, usaram e transformaram as cidades. 


O presente trabalho pretende analisar os contributos fornecidos pela arqueologia urbana realizada em Braga nos últimos 35 anos que permitem abordar a evolução da cidade romana de Brácara Augusta, entre a sua fundação, nos finais do século I a.C. e o século IV.


Tendo por base os conhecimentos disponíveis discute se o contexto histórico e político que conduziu à criação das cidades do NO Peninsular, procede se a uma avaliação da ocupação pré-romana do território onde foi implantada a cidade de Bracara Augusta, analisam se os vestígios arqueológicos associados à precoce implantação de um traçado ortogonal e valorizam se os dados materiais e epigráficos relacionados com a primitiva ocupação da nova urbe.



Tendo por base os testemunhos construtivos, bem como os artefactos e as inscrições conhecidas procede se, de seguida, a uma análise da arquitetura pública e privada, numa perspetiva diacrónica, em articulação com diferentes aspectos relacionados com a economia e a organização social.


Referência 
 
Martins, M., Ribeiro, J., Magalhães, F, Braga, C.: "Urbanismo e arquitetura de Bracara Augusta. Sociedade, economia e lazer" in: Ribeiro, M.C & Melo, A.Sousa (eds.), Evolução da Paisagem urbana: sociedade e economia. CITCEM, Braga, 2012  pp. 29-67


Ir ao artigo no site de: RepositoriUM

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Fortificações da Idade do Ferro - Congresso

Congreso Internacional de Fortificaciones de la Edad del Hierro - Control del territorio y los recursos

Quando: 14-16 Maio
Onde: Samora


A pesquisa sobre os sistemas defensivos da Idade do Ferro têm sido sempre um dos fatores mais interessantes e atraentes deste período, caracterizados em muitos casos, pela presença de fortes muralhas, fossos, torres campos de pedras fincadas, etc., proporcionando uma grande monumentalidade aos povoados deste período.



Embora se observam diferenças significativas nos sistemas de defesa e organização de assentamentos da Idade do Ferro cada vez apreciam-se mais elementos permitem coesionar muitos de estes povoados que apresentam características semelhantes correspondendo a formas semelhante a problemáticas gerais em territórios muito amplos.


Atualmente se estão realizando diversos estudos relacionados com essas questões, que estão aportando novas perspetivas sobre a pesquisa relacionada coa Idade do Ferro.


Assim, esta conferência pretende reunir o trabalho de muitos desses pesquisadores com o objetivo de reunir todas as novidades que estão produzindo em torno deste período


Atualmente esta aberto o praço para a apresentação de posters  

+INFO no site de:   Fortificaciones Hierro

Encarnando Valores através de Objetos - Livro

EMBODYING VALUE

Bokern, A. & Rowan, Cl., Embodying Value? The Transformation of Objects in and from the Ancient World BAR S2592,  2014, Archeopress ISBN: 9781407312200


Sinopse
Este volume bilingue apresenta uma série de estudos de caso que exploram as formas como os diferentes objetos do mundo antigo alterada em ambos os sentido e valor ao longo do tempo. A focagem das contribuições vai desde o Neolítico até o período medieval, e afronta a interpretação do registo material a partir de uma perspetiva teórica interdisciplinar. Os estudos de caso examinam como objetos representam, encarnam e afetam determinados valores, iluminando a relação entre os seres humanos, as sociedades e os objetos, assim como o papel de o material na vida quotidiana.


 INDEX



+INFO sobre o livro: Embodying Value