domingo, 19 de janeiro de 2014

ULIDIA 3

ULIDIA 3

Toner, G. & Mac Mathúna, S., ULIDIA 3. Proceedings of the Third International Conference on the Ulster Cycle of Tales. In Memoriam Patrick Leo Henry. Curach Bhán Publications, Berlím, 384pp.   ISBN: 78-3-942002-08-0


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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Artesãos do Bronze Final - Palestra

Artesãos do Bronze
4 Questões em torno do depósito do Bronze Final de Freixianda (Ourém)

Quando: 22 Janeiro
Onde: Lisboa


O próximo dia 22 de janeiro dentro do ciclo de Conferências Origens e transformações da complexidade social, das primeiras sociedades camponesas à Idade do Ferro, organizado pela secção de arqueologia da Sociedade Geográfica de Lisboa, decorrera uma palestra a cargo do professor Raquel Vilaça intitulada Artesãos do Bronze: 4 questões em torno do depósito do Bronze Final de Freixianda (Ourém)


A hora de começo da palestra é as 17:30, a entrada é livre.


Cerâmica entre o Atlântico e Centre-Europa

ÉCHANGES DE BONS PROCÉDÉS

Leclercq,W. & Warmendol, E., Échanges de bons procédés. La céramique du Bronze final dans le nord-ouest de l’Europe Études d’archéologie 6, Bruxelles, 2013, 300pp. ISBN: 9789461360267


Sinopse
O colóquio Échanges de bons procédés. La céramique du Bronze final dans le nord-ouest de l’Europe, que se realizou no dia 1 e 2 de Outubro de 2010 na Universidade Livre de Bruxelas tem revisitado em base aos conjuntos cerâmicos, a questão da dinâmica cultural, entre o Rhin e o Escalda durante o Bronze Final e, abordando assim a questão dos "Campos de Furnas" e as relações Este-Oeste no espaço aberto da Bacia de Paris e Flandres


Desde da conferência Le groupe Rhin-Suisse-France orientale et la notion de civilisation des Champs-d’Urnes de Nemours em 1986 e a publicação das atas de esse encontro internacional, o conceito difusionista como origem das mudanças culturais do Bronze Final no leste da França, foi abandonado pelos pesquisadores franceses, com o apoio do Professor Wolfgang Kimmig, patrocinador inicial deste modelo histórico-cultural que dominou a ciência proto-histórica, particularmente em França, durante mais de quatro décadas.


Podem considerar-se as atas da reunião de Bruxelas como uma "atualização", uma geração depois, do simpósio de Nemours. A informação cresceu graças as achegar da arqueologia preventiva, mas também o contexto científico tem mudado não estamos já em na fase de de construção das referências, mas numa de validação das cronologias e cenários. Graças a conferencia de Bruxelas, o noroeste da França e da Bélgica, mostra-se como um mosaico dinâmico de grupos culturais que reflete a zona de contacto entre os dois complexos o Atlântico e o Oriental.


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+INFO no site do: CReA-Patrimoine

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Monte dos Castelinhos - Livro


MONTE DOS CASTELINHOS

Pimenta, J et alii, Monte dos Castelinhos(Castanheira do Ribatejo) Vila Franca de Xira e a Conquista Romana do Vale do Tejo. Camara Municipal de Vila Franca de Xira, 2013


Sinopse
A relevância científica e patrimonial dos resultados das escavações desenvolvidas pelo Museu Municipal de Vila Franca de Xira, desde 2008, na estação arqueológica do Monte dos Castelinhos (Quinta da Marquesa – Castanheirado Ribatejo) destacam-se, quer ao nível nacional, quer internacional. 


Perante esta nova página da História, que se começa a desenhar, o Museu Nacional de Arqueologia convidou a Câmara de Vila Franca de Xira a organizar uma exposição em torno da temática do Monte dos Castelinhos e o processo de conquista romana no Vale do Tejo. 



Esta iniciativa apresenta ao público a relevância científica e patrimonial e turística desta estação arqueológica, local cuja origem remonta ao século I a.C

 Livro



Inscrições Romanas de Madrid - Open-Access

Inscripciones Latinas de Madrid

Ruíz Trapero, Mª D., Inscripciones Latinas de la Comunidad Autónoma de Madrid (siglos I-VI), Madrid, 2001


Conhecemos faz pouco graças ao magnifico blogue Oppida Imperii Romani do nosso colega Javier Andreu Pintado da posta a disposição on-line para a sua descarrega da obra da Drz. Mª.D Rúiz Trapero Inscrições Latinas da Comunidade Autónoma de Madrid. A professora Ruiz Trapero impartiu docência da matéria de epigrafia na Universidade Complutense de Madrid. O livro foi disponibilizado pela rede Archport da Universidade de Coimbra.


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Descarrega o livro: Inscripc. Latinas Madrid

ArqueoLeón 2 - Palestras

ARQUEOLÉON
2º Ciclo de conferencias sobre historia de León a través de la arqueología

Quando: Novembro 2013-Março 2014
Onde: Leão


Depois vinte anos desde que se levara a cabo o primeiro Arqueoleón, um Ciclo de conferências sobre história de Leão através da arqueologia, que se celebrou entre o outono de 1993 e a primavera de 1994 com o objetivo de repassar fidedignamente o conhecimento científico e histórico gerado pela atividade arqueológica até então. Aquela cita, que contou com uma ampla resposta popular e mediática, teve como corolário a posterior edição de um volume de estudos que ainda hoje, praticamente esgotado, segue sendo referente no seu campo.

No entanto, depois de duas décadas de febril atividade e numerosas novidades, impõe-se a celebração de uma revisão, de um estado da questão que, com um esquema similar, incorpore novas perspetivas, vozes e conteúdos entre as acreditadas nestes anos. Esse é o motivo desta segunda edição, destinada também a reviver a história graças a uma das perspetivas mais vivificadoras de quantas se aúnam no seu conhecimento, a arqueologia.

As palestras terão lugar na sede do Museu de Leão no edifício Pallarés, praça de Santo Domingo, 8 de Leão, nas quintas-feiras (exceto uma, em quartas-feiras) desde novembro de 2013 a março de 2014, às 20 horas. A entrada é livre até completar o aforo


Programa



+INFO no site do: Museu de Leão

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O Espejismo do Bárbaro - Livro


EL ESPEJISMO DEL BÁRBARO

Álvarez Jiménez, D., Sanz Serrano, R. & Hernández de La Fuente, D.(eds.), El Espejismo del bárbaro: Ciudadanos y extranjeros al final de la Antigüedad. Univ. Jaume I, Castelló de La Plana, 2013 ISBN: 978-84-8021-958-7


Sinopse
Desde há muitos séculos e muito singularmente em tempos de crise, a queda do Império Romano e a fragmentação da Europa, o conduziria, inevitavelmente, ate o mundo medieval, foram dois dos tópicos mais analisados e repensados não só pela historiografia senão também pelo pensamento ocidental. Ao longo das páginas que compõem esta obra, oferecem-se alguns dos mais recentes estudos em torno desta questão desde as mais variedades disciplinas.


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sábado, 11 de janeiro de 2014

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Quando as Estátuas também Morrem



No ano 1953 os diretores de cine Alain Resnai e Chris Marker realizavam esta pequena joia do cinema documental intitulada as Estatuas também morrem (les Statues meurent aussi), o filme promovido pela revista Presence Africaine foi resultado da colaboração de importante museus europeus como o British Museum, a Maison de L´Homme de Paris, ou o Museu do Congo Belga.


No filme faz-se uma interessante reflexão sobre o conceito de arte, e criticam-se as antinomias do colonialismo europeu sobre a África, centrado na arte o documentário põe em questionamento o etnocentrismo da distinção estabelecida entre a arte e a estética Ocidental e a dos povos africanos, através dela a própria classificação das formas icónicas africanas como Arte mostra-se em boa medida arbitraria, sem um sentido real no contexto que gerou essas mostras culturais, respondendo em resumem mais aos valores culturais europeus que a outra coisa


A través disto percebe-se como a própria categoria de artístico serve para alienar não só as coisas do seu contexto senão as pessoas, formando parte mais dum processo de "violência" cultural. Num mundo entre dois séculos condicionados pela expansão colonial das potencias europeias, a apropriação dos objetos indígenas e a sua inclusão em museus e coleções particulares, o impacto da estética africana na arte das Vanguardas, europeias não exento de uma atração pelo "primitivismo" em relação cós movimentos irracionalistas da época, da lugar a uma demanda da arte africana.


Mas paradoxalmente esta demanda da arte africana converte-se num espada de dobre fio, que "valoriza" em ocidente o alheio a costa de contribuir a sua decadência no lugar de origem donde as formas estéticas indígenas se tornam uma forma de artesoaria dirigida e orientada aos gostos do novo mercado do colecionismo ocidental



O colecionismo, e poderíamos dizer igualmente o mesmo de tantas coleções arqueológicas a través das que nos temos apropriado de passados alheios, ccumpre assim uma função ao mesmo tempo "depredadora" e "necrológica" que vem enunciada já nas primeiras frases "Quando os homens estão mortos, entram na historia. Quando as estatuas estão mortas, entram na arte. Esta botânica da morte, é o que nós chamamos A Cultura."



 Isto serve Igualmente de reflexão sobre a própria Conceição de Historia "Universal" como discurso unilinear e que deixa fora de sim aquelas outras histórias que não falam -ou ao menos fizemos que falassem de nos mesmos: esses chamados "Povos sem Historia", noção claramente etnocêntrica a que Eric Wolf dedicara o seu livro homónimo Europa e as Gentes sem Historia.


Neste sentido a própria genealogia da noção de "Africanismo" inacessível a ser integrada no discurso genealógico da Civilaçao europeia ao contrario da de "Orientalismo" que estudara Said, pressente-se como uma lógica que tem muito que ver ao menos a um nível subconsciente com aquela que guiara a aparição dos Gabinetes de Curiosidades que armazenam de jeito caótico -descontextualizado o extravagante, exótico, monstruoso ...


 Em resumem tudo aquilo que não e integrável na normalidade da nossa identidade pero sim submetivel segundo os casos a uma tipologia ou uma estética do alheio


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Anthropology of This Century Nº 9


Anthropology of This Century

9


Table of Contents


Insa Koch:
EVERYDAY EXPERIENCES OF STATE BETRAYAL ON AN ENGLISH COUNCIL ESTATE

Evan Killick:
WHOSE TRUTH IS IT ANYWAY?
Truth in motion: the recursive anthropology of Cuban divination by Martin Holbraad

Elizabeth Ewart:
STANDING LEANED TOGETHER
Under a watchful eye: self, power, and intimacy in Amazonia  by Harry Walker

Maia Green:
ACCOUNTING FOR CHANGE IN AFRICAN ECONOMIES


Feature Article

Alpa Shah:
Religion and the Secular Left: Subaltern Studies, Birsa Munda and Maoist



+INFO no site de: Anthropology of This Century

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Aprender a ver em Melanésia - Livro

LEARNING TO SEE IN MELANESIA

Strathern, M., Learning to see in Melanesia. lectures given in the Department of Social Anthropology, Cambridge University, 1993–2008. HAU Masterclass series nº 2, 2013   ISSN: 2049-4769


Sinopse
Este livro recolhe uma série de palestras pioneiras sobre a estética e sociabilidade em na Melanésia, apresentando uma introdução clara e de valor inestimável para os temas da antropologia de uma das autoras clássicas da antropologia contemporânea.


Strathern demonstra que há uma economia política da olhada na Melanésia que incide sobre a dinâmica temporal e espacial dos relações de troco. Trata-se de uma série de estratégias de visualização em que os corpos convertem-se em artefactos e os objetos são tratados como pessoas, ou se misturam em diferentes formas de configurar uma sucessão de estados relacionais individuais e coletivos


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+INFO sobre o livro em:  HAU Masterclass

HAU - Journal of Ethnographic Theory 3/2

HAU - Journal of Ethnografic Theory  
    
Vol. 3/2, 2013


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