KELTEN 58, 2013
Artikelen:
Linus Band-Dijkstra "Van Hamel, spreek uw moerstaal?" p. 2
Nely van Seventer "Skol Diwan: de strijd voor het behoud van de Bretonse taal" p. 4
Bart Jaski "Schotland en Ierland in Blaeu’s Atlas maior" p. 7
Recensies:
Janneke Verdijk "Limerick and South-West Ireland" p. 10
Wouko van de Haar "The Celtic Evil Eye and related mythological motifs" p. 11
Stéphanie de Geus "Blarney Castle, an Irish tower house" p. 12
Tino Oudesluijs "The makers of Scotland" p. 13
Jan Deloof "Brezhonegomp! Parlons breton! (pour grand débutants)" p. 14
Stéphanie de Geus "Ken je klassieken!" p. 16
Verslagen:
Tino Oudesluijs "‘Brave new world’: Cambridge Colloquium in Anglo-Saxon, Norse and Celtic" p. 17
Nicole Volmering "Tionól 2012" p. 19
Nieuws en activiteiten:
Nieuws p. 20
Agenda p. 21
Mededelingen p. 22
Aankondiging Van Hamel-lezingen p. 23
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terça-feira, 25 de junho de 2013
Irish Conference of Medievalist
26 Irish Conference of Medievalists
Quando: 10-12 Julho
Onde: Dublin
Programa
+INFO no site da: Irish Conference of Medievalist
Quando: 10-12 Julho
Onde: Dublin
Achegamos agora a nova da futura 27 Conferência Irlandesa de Medievalistas organiçada pela School of Irish, Celtic Studies, Irish Folklore and Linguistics do University College (ICSIFL) de Dublin (UCD) que se celebrará entre os dias 10-12 de Julho no University College de Dublin
Desde a sua criação em 1987, a Conferência Irlandesa de Medievalistas (ICM) apresentou no seu programa uma seleção eclética de trabalhos, visando não só a representar o estado atual de Estudos Medievais na Irlanda e no exterior, mas também a informar o público sobre a mais recentes descobrimentos e as futuras direções da área académica.
A Conferência irlandesa de medievalistas, agora a mais de um quarto de século de existência, é um fórum para apresentações em Estudos Medievais no sentido mais amplo, especialmente -mas não exclusivamente- desde de uma perspetiva insular.
A Conferência irlandesa de medievalistas, agora a mais de um quarto de século de existência, é um fórum para apresentações em Estudos Medievais no sentido mais amplo, especialmente -mas não exclusivamente- desde de uma perspetiva insular.
Programa
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domingo, 23 de junho de 2013
Através do Lume e do tempo
O pastor impregnado de Baco, celebrará as suas festas as Parilia: mantende-vos então, lobos, longe dos estábulos; ele após ter bebido, acenderá montões de leviana palha levantados de acordo com o ritual e saltará acima das sagradas chamas (Tibulo, II.5.87-90)
Beltain "fogo de Bel", fogo benéfico, é sabido que era um fogo que os druidas faziam para a sua magia e os seus grandes encantamentos.. .e juntavam as tropas para as proteger contra as epidemias a cada ano entre estes dois fogos. E eles logo faziam passar as tropas entre ambos lumes (Glosario de Cormac, cit Le Roux & Guyonvar´ch, 1995: 103)
No noroeste da Escócia, ainda se acendiam os fogos de Beltane nas postimerias do século XVIII, os pastores de várias granjas acostumavam a reunir lenha seca e dançar três vezes olhando ao sul ao redor da pira flamejante ...o povo achava que ao anoitecer e durante a noite saíam as bruxas para fazer os seus feitiços contra o gado e roubar o leite das vacas. ... Quando se tinha consumido (a fogueira), a gente espalhava as cinzas por todas partes e até que a noite estava muito escura continuavam correndo e gritando: "lume, queimar às bruxas!" (Frazer, 1944: 697)
E. Carre Aldão, dizia já faz muito que a noite da véspera de São João se acendem grandes lumeradas, fogueira, cacharelas ...que, segundo se acha, têm a virtude de afastar os malefícios e preservar de determinadas doenças aos que as salvam, fazendo-o alguns, para o que se afastam os demais, em "pelico" (em couros), e devendo saltar determinado numero de vezes, ímpares sempre, uma vez de um lado e outra do outro... Antes em algumas freguesias passavam o gado de toda a classe acima dos restos da fogueira para livrá-los de danos e malefícios ... (Caro Baroja, 1992: 180)
Em San Pedro Manrique província de Soria celebra-se um rito particular com a fogueira de São João. Para a véspera de São João, a câmara municipal tem preparada uma quantidade de lenha para fazer a fogueira, que se leva em frente à porta da igreja da Virgem de La Peña
... Então saem outros vizinhos que se descalçam e sobem os pantalões até média perna e que, devagar, bem sós, bem levando sobre as costas a outros, pisam acima dos tições. Antigamente também havia mulheres que, por voto ou por simples religiosidade, passavam acima dos tições, e não se perdeu a prática entre meninos e rapazes. ...A véspera do São Pedro repete-se o rito, embora com menor importância e devoção ... (Caro Baroja, 1992: 186)
... Então saem outros vizinhos que se descalçam e sobem os pantalões até média perna e que, devagar, bem sós, bem levando sobre as costas a outros, pisam acima dos tições. Antigamente também havia mulheres que, por voto ou por simples religiosidade, passavam acima dos tições, e não se perdeu a prática entre meninos e rapazes. ...A véspera do São Pedro repete-se o rito, embora com menor importância e devoção ... (Caro Baroja, 1992: 186)
E depois desta curta viagem ao longo do tempo e da geografia europeia, deixámos-vos aqui embaixo um inesperado -ou não- paralelo do ritual sampedrenho, galego, céltico, romano ... Indo-europeio (?!). Desde o Archaeoethnologica, bom São João e...Luuumeeee!!
Postagem relacionada: Boa Noite e bom lume
Quando os Santos bailam no Lume - Livro

THE BURNING SAINT
Xygalatas, Dimitris: The Burning Saint. Cognition and Culture in the fire-walking of the Anasteria. Acumen Publishing, Londres ISBN: 1845539761
Sinopse
Os participantes na Anastenaria, festa do norte da Grécia, são cristãos ortodoxos que observam um ciclo ritual anual centrado em duas festividades, dedicadas respetivamente a São Constantino e Santa Helena. Estas festas incluem procissões, música, bailes, mas também sacrifícios de animais, e culminam em um frenético ritual consistente em andar sobre as brasas acendidas de uma fogueira.
Levando os ícones sagrados dos santos, os participantes dançam sobre o lume com o santo que os move. Burning Saints apresenta uma análise destes rituais e da psicologia que há por trás deles. Baseado num trabalho de campo a longo prazo, o livro traça o desenvolvimento histórico e o contexto sociocultural dos rituais gregos relacionados com o fogo.
Como exemplo de etnografia cognitiva, o livro tem como objetivo identificar os fatores sociais, psicológicos e neurobiológicos que estar implicados em tais rituais. Através do estudo da participação, a experiência e o significado, do rito a obra apresenta uma análise de como esses processos mentais interatuam e dão forma à conduta social e religiosa.
Levando os ícones sagrados dos santos, os participantes dançam sobre o lume com o santo que os move. Burning Saints apresenta uma análise destes rituais e da psicologia que há por trás deles. Baseado num trabalho de campo a longo prazo, o livro traça o desenvolvimento histórico e o contexto sociocultural dos rituais gregos relacionados com o fogo.
Como exemplo de etnografia cognitiva, o livro tem como objetivo identificar os fatores sociais, psicológicos e neurobiológicos que estar implicados em tais rituais. Através do estudo da participação, a experiência e o significado, do rito a obra apresenta uma análise de como esses processos mentais interatuam e dão forma à conduta social e religiosa.
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Algo mais de/sobre o autor
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Ritual
Andar sobre o lume
Um curto vídeo do National Geographic no que se resume o ritual, o mito -lenda- etiológica da festa da Anastenaria na que os devotos bailam sobre o lume coas suas santas relíquias para expulsar assim o mal, purificar e proteger a comunidade
E de passo também nos transmite o eterno contraste, e a cotio conflito, entre a religiosidade popular e a ortodoxia vaia a redundância que apresenta a versão oficial de uma mesma religião, ambas variantes validas e justificáveis para uns ou outros. Mas como sugere a resposta de un dos devotos -desprezam o feito de nós em tempos salvamos os iconos do fogo- no video: quem é aqui, realmente, o ortodoxo?
E de passo também nos transmite o eterno contraste, e a cotio conflito, entre a religiosidade popular e a ortodoxia vaia a redundância que apresenta a versão oficial de uma mesma religião, ambas variantes validas e justificáveis para uns ou outros. Mas como sugere a resposta de un dos devotos -desprezam o feito de nós em tempos salvamos os iconos do fogo- no video: quem é aqui, realmente, o ortodoxo?
quarta-feira, 19 de junho de 2013
A Potencialidade do Património - Palestras
Este Sábado dia 22 de Junho na Capela de Santa Maria na ronda da Muralha em Lugo, terá lugar uma jornada de palestras que levará por título de A Potencialidade do Património Lucense, Como? Cando? Porque?.
Os palestrantes serão Fernando Carrera, director da Escola Superior de Restauração de Pontevedra, Carme Varela da associação o Sorriso de Daniel e Carola Casal restauradora do Museu diocesano de Lugo, o medievalista Ricardo Polin, e por parte da Plataforma pola defensa do Património de As Pontes, Xose Maria López Fernández e mais o que isto escreve.
Os palestrantes serão Fernando Carrera, director da Escola Superior de Restauração de Pontevedra, Carme Varela da associação o Sorriso de Daniel e Carola Casal restauradora do Museu diocesano de Lugo, o medievalista Ricardo Polin, e por parte da Plataforma pola defensa do Património de As Pontes, Xose Maria López Fernández e mais o que isto escreve.
Durante a nossa intervenção faremos um repasso ao que foi o processo –ainda não inconcluso- de destruição do jazigo arqueologico da Mourela. As palestras estão organizada por Anova Irmandade Nacionalista de Lugo e decorreram entre as 17:00 e as 20:00 horas
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Ward Goodenough - necrológica
O passado dia 9 de Junho morria o reconhecido antropólogo Ward Goodenough catedrático emérito de antropologia da Universidade de Pennsilvania. Goodenough e conhecido sobre todo pelas suas aportações a antropologia do parentesco, onde aplicou uma perspetiva transcultural (cros-cultural) que recorda ao do seu mestre George P. Murdock, mas fiz contribuições também na antropologia linguística e cognitiva, e foi um defensor da antropologia aplicada sendo presidente da Associação Norte-americana de Antropologia Aplicada.
Formado na escola boasiana, Goodenough situa-se no trânsito entre esta e a antropologia simbólica norte-americana que daria nomes como os de Cliffor Geertz. Dentro das suas contribuições a metodologia e teoria antropologica podem-se citar livros como Description and Comparison in Cultural Anthropology (acessível aqui) no que se recolhem as suas palestras impartidas durante as Lewis Morgan Lectures.
Podeis consultar uma boa síntese da trajetória deste pesquisador nesta postagem do blog Savage Minds
Podeis consultar uma boa síntese da trajetória deste pesquisador nesta postagem do blog Savage Minds
Guerra, Paz e Natureza Humana - Livro
WAR, PEACE & HUMAN NATUREDouglas P. Fry: War, Peace, and Human Nature. The Convergence of Evolutionary and Cultural Views. Oxford Univ. Press, Oxford 2013 582pp. ISBN: 9780199858996
Sinopse
Têm os humanos sempre feito a guerra? É esta uma adaptação evolutiva ou apensas um comportamento relativamente recente?, e que nos diz isso da natureza humana?. Em War, Peace, and Human Nature Douglas P. Fry reúne aos principais experientes em campos como a biologia evolutiva, a arqueologia, a antropologia ou a primatologia para responder a estas perguntas fundamentais sobre a paz, os conflitos e a natureza humana num contexto evolutivo.
Os capítulos deste livro demonstram que os seres humanos têm claramente a capacidade de fazer a guerra, mas igualmente que a guerra não se dá em algumas culturas, e não se pode ver como um universal. Contra do que pudesse se pensar o registo arqueológico mostra à guerra como um fenómeno relativamente tardio, dando pouco apoio à ideia de que o conflito bélico é um facto antigo ou uma adaptação evolutiva.
Isto mostra, assim mesmo, que as visões da natureza humana como intrinsecamente bélica não se derivam tanto dos factos como de pontos de vista culturais implícitos no pensamento ocidental. Os capítulos deste volume interdisciplinar refutam muitas generalizações e tópicos e contribuem a dar algo de objetividade a temas tão controvertidas cultural e historicamente como são a guerra, paz, e natureza humana.
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+INFO sobre o livro: War, Peace & Human Nature
Arqueologia, Armas e Conflitos - Exposição
2.500 anos de Armas e Conflitos
Quando: 14 Junho - 31 Outrubro
Onde: Abrantes
+INFO no site da: CM de Abrantes
Quando: 14 Junho - 31 Outrubro
Onde: Abrantes
Hoje às 16h00 horas terá lugar no Museu D. Lopo de Almeida no Castelo de Abrantes a inauguração esposição organizada pelo Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (MIAA) 2.500 anos de armas e conflitos. A exposição estara aberta até o dia 31 de outubro
Sinopse
O conflito tem sido uma constante na vivência das sociedades humanas. Por isso, a armaria sempre teve um papel de relevo. Ontem como hoje, vencedores e vencidos medem-se, em grande parte, pela qualidade das armas que usam e, por isso, a evolução do armamento ofensivo e defensivo tem sido uma preocupação constante. O Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abtantes trae para esta v antevisão – capacetes, armaduras, couraças, canhões de mão e outras peças do acervo do MIAA que nos “falam” da guerra, em várias regiões e ao longo 2500 anos.
+INFO no site da: CM de Abrantes
terça-feira, 11 de junho de 2013
Nouvelle Mythologie Comparée
Nouvelle Mythologie Comparée
/ New Comparative Mythology
Nº 1, 2013
Comprasse-nos apresentar aqui a nova da saída da revista Nouvelle Mythologie Comparée/ New Comparative Mythology publicação dedicada história das religiões e mitologia desde uma perspetiva comparatista e que tem sacado este ano seu primeiro número, e que como os editores declaram nesse primeiro número vem cobrir o baleiro de uma revista científica consagrada monograficamente a este eido que tão frutíferas achegas tem aportado no último século
Nouvelle Mythologie Comparée (New Comparative Mythology) é uma publicação multidisciplinar que tenta reviver o auge da mitologia comparada, evitando as falhas metodológicas de seus precursores. Inspirado, mas sem dogmatismo, tanto pelo estruturalismo de Claude Levi-Strauss e Georges Dumézil, pela linguística de Calvert Watkins, ou a semiótica de Vyacheslav Ivanov ou Julien-Algirdas Greimas, que irá publicar o trabalhos, que não só basear-se numa base filológica e histórica sólida, mas se possam abrir a disciplinas afins, como a linguística, a arqueologia e a etnologia. Os artigos terão como objetivo explicar, através do comparativo, os grandes mitos do mundo, sem barreiras geográficas ou temporais, enfocando seu significado, sua estrutura e sua evolução histórica.
INDEX
Julien d'Huy - Polyphemus (Aa. Th. 1137). A phylogenetic reconstruction of prehistorical tale.
Patrice Lajoye, - Puruṣa.
Guillaume Oudaer, - Skadi et Déméter Erynis ou l'inversion mythique revisitée
Jean-Loïc Le Quellec, - L'Ourovore et les 'symboles universels'
+INFO no site de: Nouvelle Mythologie Comparée
domingo, 9 de junho de 2013
Literatura Hispana Pré-romana - Livro
LITERATURA HISPANA PRERROMANA
Almagro Gorbea, Martín, Literatura hispana Prerromana. Creaciones literarias fenicias, taresias, celtas y vascas. Real Academia de la Historia, Madrid 532pp ISBN: 9788415069492
Sinopse
INDEX
+INFO sobre o livro: Literatura hispana Prerromana
Almagro Gorbea, Martín, Literatura hispana Prerromana. Creaciones literarias fenicias, taresias, celtas y vascas. Real Academia de la Historia, Madrid 532pp ISBN: 9788415069492
Sinopse
Literatura Literatura hispana pré-romana apresenta as primeiras criações literárias da antiga Hispânia documentadas através de uma série de inovadores estudos apoiados por uma extensa bibliografia. O tema pode surpreender, pois aborda criações literárias que estão documentados desde o Bronze Final até a romanização. Esta literatura em grande medida em narrativas orais e iconográficas de pessoas que não conheciam a escrita, mas que permitem reconstruir os personagens, temas e as características de uma literatura quase desaparecida
Os últimos capítulos tratam as criações literárias de Hispânia Céltica, cujos restos têm perdurado nas narrativas populares. Em conjunto, o livro fornece uma visão geral das primeiras tradições literárias hispanas que reflectem diversas influências mediterrâneas, atlânticas, trans-pirenaicas embora com evidente pessoalidade e relações comuns. Esta literatura ajuda a compreender a riqueza cultural e a evolução da Hispânia pré-romana, a vez que as raízes mais antigas da literatura espanhola, até agora desconhecidas.
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segunda-feira, 3 de junho de 2013
Da Naturalidade da Religião - Robert McCauley
WHY RELIGIONS IS NATUAL & SCIENCE IS NOT
McCauley, R. N.: Why Religion Is Natural and Science Is Not. Oxford Univ. Press, Oxford, 2011 ISBN: 978-0-19-982726-8
Sinopse
Pode-se consultar o livro aqui
INDEX
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McCauley, R. N.: Why Religion Is Natural and Science Is Not. Oxford Univ. Press, Oxford, 2011 ISBN: 978-0-19-982726-8
Sinopse
Ao longo das últimas duas décadas, os estudiosos usaram o conhecimento da ciência cognitiva, a biologia evolutiva, e disciplinas afins para iluminar o estudo da religião. Em que religião é natural e ciência? Robert N. McCauley, um dos fundadores da ciência cognitiva da religião, argumenta que nossas mentes são mais adequadas para as crenças religiosas que para a pesquisa científica.
Baseado nas mais recentes pesquisas McCauley argumenta que a religião tem sido em torno de milhares de anos em toda a sociedade, porque os tipos de explicações que ele proporciona são precisamente os tipos que vêm naturalmente para da mente humana. A ciência é muito mais recente e raro, pois chega a conclusões radicais e requer um tipo de pensamento abstrato que só surge condições sociais muito específicas enquanto a Religião faz sentido intuitivo para nós.
A naturalidade da religião implicaria, significa que a ciência não é uma ameaça real para ela, enquanto a artificialidade da ciência coloca em uma posição surpreendentemente precária.
Pode-se consultar o livro aqui
INDEX
+INFO sobre o livro: Why Religion is Natural...
domingo, 2 de junho de 2013
Religion, Brain & Behavior 3/2
Religion, Brain & Behavior
Vol. 3/2, 2013
Editorial
On the Naturalness of Religion pp. 89-90
Richard Sosis, Wesley J. Wildman & Patrick McNamara
Articles
Effects of religious setting on cooperative behavior: a case study from Mauritius pp. 91-102
Dimitris Xygalatas
Emotion in mystical experience pp. 103-118
David T. Bradford
Book Symposium: Robert McCauley's Why Religion is Natural
and Science is Not
Unnatural comparisons: commentary on Robert McCauley's Why Religion is Natural and Science is Not pp. 119-125
Francisca Cho
The fragility of science: creating dialectical space for the naturalness of religiosity in the cognitive science of culture pp. 125-128
William (Lee) W. McCorkle Jr.
The place of evolved cognition in scientific thinking pp. 128-134
Hugo Mercier & Christophe Heintz
How science is better understood than religion pp. 134-141
Robert Cummings Neville
McCauley, the maturational natural, and the current limits
of the cognitive science of religion
pp. 141-151
Gregory R. Peterson
Science is unnatural in more ways than one pp. 151-155
Jason Slone
Natural reasoning, truth and function pp. 155-161
Konrad Talmont-Kaminski
What is natural and unnatural about religion and science?
pp 161-164
Dimitris Xygalatas
Response
Why science is exceptional and religion is not: A response to commentators on Why Religion Is Natural and Science Is Not
pp. 165-182
Robert N. McCauley
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quinta-feira, 30 de maio de 2013
Artesãos e Comercio entre Hallstatt e La Téne
8º Journée de Protohistoire Celtique de l’ENS
Quando: 7 Junho
Onde: Paris
Programa
Quando: 7 Junho
Onde: Paris
O laboratorio CNRS-ENS, Archéologie et Philologie d’Orient et d’Occident, organiza a 8 edição da Journée de Protohistoire Celtique que este ano terão por temática e título: Etablissements à vocation artisanale et réseaux d’échanges en Europe celtique entre Hallstatt et La Tène (VIe et Ve s. av. J.-C.)
O final do período de Hallstatt viu o desenvolvimento, a costa das residências principescas, de estabelecimentos de menor importância, não fortificados, às vezes densamente ocupados, e claramente orientados para a produção de bens manufaturados (especialmente metal).
Estas jornadas pretendem discutir a situação socioeconómica destes assentamentos e tentar identificar os grupos sociais motores neste processo e as consequências que essas mudanças, especialmente as económicas, tiveram sobre o modo de vida dos celtas do século V a.C.
Estas jornadas pretendem discutir a situação socioeconómica destes assentamentos e tentar identificar os grupos sociais motores neste processo e as consequências que essas mudanças, especialmente as económicas, tiveram sobre o modo de vida dos celtas do século V a.C.
Programa
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La Téne,
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