segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Relembrando a Martins Sarmento

Relembrar a Memória de Francisco Martins Sarmento      
     
Contribuições para a Arqueologia, História e Epigrafia em Portugal

Quando: 12 Fevereiro
Onde:  Lisboa


O dia 12 de Março a partir das 17:00 decorrera na Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa uma Mostra Documental e Tertúlia titulada Relembrar a Memória de Francisco Martins Sarmento. Contribuições para a Arqueologia, História e Epigrafia em Portugal, a cargo dos professores Carlos Fabião (UNIARQ - FLUL), Amílcar Guerra (UNIARQ - FLUL), Francisco Sande Lemos (SFMS) e Pedro Marques (UNIARQ - FLUL)



Organizado pelo Instituto Prometheus e a Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A Entrada é Livre


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Os Nervios no vau do Escalda

Actualité de la recherche dans le Bassin de lEscaut et sur le territoire des Nerviens

Quando: 12 fevereiro
Onde:  Villeneuve d'Ascq


A universidade de Lille 3 organiza a proxima terceira feira, dia 12 de fevereiro, umas jornadas tituladas "Novidades na investigaçao no Vau do Escalda e no territorio dos Nervios, no que se presentaram os recentes trabalhos de pesquisa arqueologica levados a cabo neste área geografica, a maioria em contextos de arqueologia preventiva. A publicação das contribuições não se fará na forma de um volume específico mas nas páginas do Revue du Nord. Archéologie.

Está planejada a realização de uma reunião semelhante no início de 2014, e na que se dará uma maior participação aos resultados da arqueologia de investigação


Programa



O Irado Mar Atlântico - Simpósio

O Irado Mar Atlântico
O Naufrágio Bético Augustano de Esposende (Norte de Portugal)

Quando: 1 Março
Onde:  Braga


O dia 1 de Março celebrara-se no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa de Braga um Simpósio que levara por título: O Irado Mar Atlântico: O Naufrágio Bético Augustano de Esposende (Norte de Portugal) e no que se analisará desde múltiplos aspetos este interessante achádego de uma interessante nave romana em aguas do Norte de Portugal, um jazigo que nos achega aos contactos atlânticos e a vida económica subjacente trás deles na período altoimperial.


Programa



+INFO no site do:  Museu D. Diogo de Sousa

Cavalgando ao Além - tese on-line


Rowsell, T., Riding To The Afterlife: The Role Of Horses In Early Medieval North-Western Europe. Master’s Thesis, University College London, 2012


Resumo
A fim de estabelecer o papel de cavalos nas religiões pré-cristãs da Inglaterra anglo-saxã, a Escandinávia da época viking e outras regiões germânicas da Europa continental, esta dissertação procurara as evidências nas fontes arqueológicas e literárias do enterramento, sacrifício, e outros rituais nos que são envolvidos os cavalos. Na ideologia reconstruída neste ensaio, o cavalo serve como símbolo de status por igual para cristãos e pagãos iguais, assim como de eficiente meio de transporte. 



Para os pagãos o cavalo era também uma fonte de alimento e estava ligada a ritos religiosos envolvendo a sua decapitação e consumo ritual. A análise das evidências mostra que como os numerosos exemplos de enterros de cavalo do noroeste da Europa serviram a uma variedade de funções: símbolo de status entre os bens no túmulo, vítima para os deuses ou antepassados, e meio de transporte póstumo ao Além.

Enterramento anglo-saxão com cavalo

Ao comparar a arqueologia com as fontes literárias, em as que os cavalos são representados em mitologia nórdica e como parte de rituais pagãos, se possem identificar duas categorias principais de funções divinas do cavalo nesta época. Em primeiro lugar, as tumbas de guerreiros de status elevado, acompanhados polos seus cavalos, que se identificam com o culto do deus Óðinn.

Portrait of a Burial Horse foto: Charlotte Dumas

Nestes casos, a função dos cavalos é ser meio de transporte na vida após a morte, provavelmente cara o Valhǫll. Em segundo lugar, aqueles enterros que envolvem os a cremação de cavalos, por vezes acompanhada de arreios e rédeas, caso em que também foram destinados como transporte póstumo mais que parecem ter significado espiritual relacionado com o culto dos Vanir.

Dentes de cavalo num depósito ritual, Uppsala

Neste caso os cavalos que foram sacrificados e comidos puderam ter sido dedicados ao deus da fertilidade Freyr, assim como sucede na Saga de Hrafnkels. Tácito fornece evidências de que o cavalo teve sido um meio divino, no que pode ser uma manifestação anterior do rito descrito por Adam de Bremen, que foi relacionado igualmente como o culto Vanir do cavalo. 

Reconstrução do sítio sacrificial de Eketorp (Suécia)

A Análise dos feitiços médicos semi-pagãos encantos do século X, assim como a primeira legislação cristã sobre os cavalos fornece um contexto que ajuda a distinguir o que é genuinamente pagão na cultura popular arredor do cavalo nos inícios do medievo no Norte de Europa


Descarregar a tese em:  Medievalist.net

sábado, 9 de fevereiro de 2013

O Cavalo e o Touro - ampliado o prazo

O CAVALO E O TOURO NA PRÉ-HISTÓRIA
E NA HISTÓRIA
Congresso Internacional

Quando: 15-19 Maio
Onde:  Golegã e Chamusca


Tem-se ampliado o prazo para a apresentação de propostas de comunicações ao congresso O Cavalo e o Touro na Pré-história e na História, do que já temos falado no Archaeoethnologica, e que se celebrara nas vilas de Golegã e Chamusca (distrito de Santarém) em maio deste ano.



Os interessados têm até o dia 15 de março para apresentar o resumo e título provisório da sua proposta. As línguas oficiais do Congresso são o português, o castelhano e o inglês, sendo ainda aceites comunicações em francês e em italiano desde que apresentem resumos numa das línguas oficiais.



Este congresso pretende reunir, com a finalidade de troca de conhecimentos, não só pré-historiadores, arqueólogos e historiadores de arte, mas também investigadores dedicados à mitologia, à utilização militar do cavalo, à história da tauromaquia, à origem e evolução e à criação destes dois mui nobres animais.



Ambos surgem profusamente representados nas artes de culturas e civilizações diversas, desde a Pré-História até aos dias de hoje, em exemplos numerosos de arte rupestre, cerâmica, escultura, mosaicos, numismática, arquitetura e pintura, entre outros casos.


+INFO no site de:  O Cavalo e o Touro

II Jornadas de Novos Investigadores do NO

II Jornadas de Novos Investigadores do Noroeste

Quando: 14-15 de Março
Onde:  Guimarães


As Jornadas de Novos Investigadores do Noroeste são encontros de investigadores jovens, com caráter regular, na área da Arqueologia, onde estudantes ou profissionais expõem trabalhos, resultados e problemáticas inerentes aos projetos de investigação nos quais se encontram inseridos.



A apresentação de diferentes comunicações é exposta à apreciação e crítica construtiva dos restantes colegas, resultando num debate pertinente e adaptado à temática global proposta. A primeira edição das jornadas teve lugar em Novembro de 2010, em Ourense, sob o tema Arqueologia e Território e foi promovida pelo Laboratório de Arqueologia da Universidade de Vigo (campus de Ourense) (videos disponiveis aqui)



As sessões são organizadas seguindo um modelo de mesa-redonda, em que cada investigador realiza uma exposição/conferência, seguida de um período de debate, em que todos os presentes podem participar, levantando questões, analisando aspetos focados e contribuindo para um conhecimento coerente e complementar dos contextos arqueológicos.



A ideia passa por reunir investigadores, dentro de uma faixa etária aproximada, correspondendo sensivelmente a investigadores licenciados, mas na maioria ainda não doutorados (em que se integram estudantes de Mestrado e profissionais em início de carreira), cujas áreas de trabalho em Arqueologia se integrem no âmbito geográfico do Noroeste da Península Ibérica. Este fator confere a este encontro uma amplitude transfronteiriça, entre o Noroeste de Espanha e o Norte de Portugal, aproximando as recentes problemáticas de investigação que se colocam nos dois países.



Esta segunda edição das Jornadas de Novos Investigadores do Noroeste, é promovida pela Sociedade Martins Sarmento, pelo Citcem (ICS/UM) e pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho e terá lugar em Guimarães, na Sociedade Martins Sarmento, nos dias 14 e 15 de Março de 2013.

O prazo para apresentação de posters está aberto até ao dia 18 de Fevereiro



+INFO no bloge:  Pedra Formosa

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

In Memoriam Jürgen Untermann

Acaba de dar-se a conhecer a morte no dia de ontem, à idade de 84 anos, do professor Jürgen Untermann (24/10/1928 - 2013/02/07) um dos principais espertos na paleo-linguística europeia e especialmente da Península Ibérica.

Discípulo de insignes linguistas como Hans Krahe e Ulrich Schmoll, estudou nas universidades de Frankfurt e de Tübingen, sendo catedrático de Linguística Comparada na Universidade de Colónia. Membro de várias instituições internacionais , era desde  o ano 1994 membro da Real Academia de História da Espanha. A sua pesquisa se concentrou no estudo das línguas itálicas e paleo-hispânicas, sendo considerado a maior autoridade a nível mundial no estudo da línguas paleo-hispânicas.



Foi o editor do corpus destinado a recolher todas as inscrições nas línguas antigas da Península Ibérica, os celebres Monumenta Linguarum Hispanicarum, cujos volumes foram publicados entre os anos 1975 e 1997. Realizou assim mesmo um intenso trabalho de sistematização da onomástica peninsular que o levou a publicar sua monografia clássica sobre o tema. Elementos de un Atlas Antroponímico de la Hispania Antigua (Madrid, 1965) . Untermann foi igualmente um dos principais valedores da interpretação da língua lusitana como uma forma de céltico arcaico, em contra de boa parte dos seus colegas profissionais, no que ele definiu como a sua "herética convicção"

nomeamento de honoris causa de Untermann pela USC, 2003

O professor Untermann foi assim mesmo desde o seu início um dos principais promotores dos Colóquios de Línguas e Culturas Paleo-hispânicas, cuja organização presidiria por vários anos. Com a morte do Prof Untermann o estudo das línguas pré-romanas da península ibérica fica órfo de um dos autores de referência nas últimas décadas.  Sit tibi terra levis


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

TAG 2013 - Convocatória

TAC 2013 - Chicago

Quando: 9-11 Maio
Onde:   Chicago


O Theoretical Archaeology Group começou no Reino Unido em 1979 como um grupo de arqueólogos interessados ​​em explorar a intersecção de arqueologia com as fronteiras da teoria crítica, filosofia e antropologia. Desde aquela época, a reunião anual do TAC vem-se realizando no Reino Unido, até que no ano 2000 foi estabelecido em Escandinávia uma secção deste. Em 2008, o grupo TAG-USA foi formada e for realizada uma conferência inaugural na Universidade de Colúmbia.



As conferências TAC têm crescido a cada ano e agora oferece um ponto de intersecção vibrante entre arqueólogos americanos e europeus, e têm sido o gérmen de alguns dos artigos mais inovadores publicados em revistas como Archaeological Dialogues, Antiquity, ou Social Archaeology. A cada ano, uma instituição diferente assume a responsabilidade de organizar a conferência e servindo como hospedeiro recaindo este ano o papel no Departamento de Antropologia, Universidade de Chicago



Sobre o titulo temático genérico de Visões (Visions) o TAG acolhe uma serie de sessões temáticas que de descrevem no arquivo de embaixo junto com o prazo de presentação de comunicações


Sessões



+INFO no site do:  TAG 2013

Journal of Social Archaeology 13/1


Journal of Social Archaeology Vol. 13/1, 2013


Articles

Through the skin: Exploring pastoralist marks and their meanings to understand parts of East African rock art  pp. 13: 3-30
Thembi Russell

Concrete matters: Ruins of modernity and the things called heritage  pp. 31-53
Þóra Pétursdóttir

Hesitant geographies of power: The materiality of colonial rule in the Siin (Senegal), 1850–1960   pp. 54-79
François G. Richard

The rediscovery of HMS Investigator: Archaeology, sovereignty and the colonial legacy in Canada’s Arctic    pp.80-100
Lisa M. Hodgetts

Exploring hidden narratives: Conscript graffiti at the former military base of Kummersdorf   pp. 101-121
Samuel Merrill and Hans Hack

Non-bodies of knowledge: Anatomized remains from the Holden Chapel collection, Harvard University   pp. 122-149
Christina J. Hodge


Ir ao número da revista:   JSA 13/1

A Etapa Neopúnica em Hispânia

LA ETAPA NEOPUNICA EN HISPANIA

Mora Serrano, B. & Cruz Andreotti, G, La etapa neopúnica en Hispania y el Mediterráneo centro occidental: identidades compartidas. Universidad de Sevilla, 2012   ISBN: 978-84-472-1471-6


Sinopse
O fenómeno da romanização da Hispânia e de boa parte do Mediterrâneo centro-ocidental tem interpretado até não há muito tempo atrás, com uma rigidez e sem matizes nuances, especialmente quando se considera o prolongado período de tempo em que se integra este processo, entre os anos finais do século III aC e a época flávia.

No entanto, a atenção prestada nos últimos anos aos aspetos tão modestos como interessantes da vida quotidiana, das costumes religiosos, ritos funerários, a mantimento das línguas vernáculas, especialmente a fenícios, que põem de manifesto os grafitos tardo-púnicos sobre cerâmicas itálicas, contrasta com as manifestações, muitas vezes, mais aparente que reais, das aristocracias locais, cujo interesse em adotar certas formas e estilos de vida romanos é, nos estágios iniciais da presença romana, o resultado de um oportunismo político claro.

Diferentes substratos e adstratos se fundem e confundem nos territórios hispanos e grande parte do Mediterrâneo Ocidental, onde a antiga presença fenício-púnico tinha deixado uma profunda marca, cujo reconhecimento e interpretação esta cheio de matizes e, em muitos casos, de posições conflitantes que não fazem outra coisa que enriquecer o debate científico.


INDEX



Ficheiro Epigráfico nº 104

FICHEIRO EPIGRÁFICO  Nº 104 - 2013


INDEX


460 - Ara funerária romana de Moura (Conventus Pacensis)
José d'Encarnação, José Gonçalo Valente, Vanessa Gaspar, Maria da Conceição Lopes e Santiago Macias

461 - Estela funerária de Guijo de Granadilla, (Cáceres)
Jaime Rio-Miranda Alcón e Mª Gabriela Iglesias Domínguez

462 - Fragmento de Estela de Oliva de Plasencia (Cáceres)
Jaime Rio-Miranda Alcón e Mª Gabriela Iglesias Domínguez

463 - Placa funerária da Civitas Igaeditanorum (Conventus Emeritensis)
José d'Encarnação e Raul Losada



Ir ao número da revista:  FE

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Lei, Comunização e Controle

The Justice of Constantine

Dillon, John Noël, The Justice of Constantine. Law, Communication, and Control. University of Michigan Press, Ann Arbor, 2012, 295pp.   ISBN: 978-0-472-11829-8


Sinopse
A Justiça de Constantino examina a legislação judicial e administrativa do imperador e seus esforços para manter o controlo sobre a burocracia imperial, e garantir o funcionamento da justiça romana, e para manter a autoridade sobre os seus súbditos por todo o Império Romano. John Dillon analisa o registo da legislação de Constantino e a sua relação com a legislação anterior. Os capítulos iniciais também servem como uma introdução ao direito romano e administração na Antiguidade Tardia.



Dillon considera os éditos públicos de Constantino e as comunicações internas sobre o acesso ao direito, os juízos e jurisprudência, a corrupção e a punição dos abusos administrativos, vendo como os funcionários imperiais dotaram mão da correspondência com o imperador para resolver diversas questões jurídicas. O livro remata com estudo dos expedientes de apelação de Constantino como instrumento para garantir a justiça provincial.

As constituições de Constantino revelam muito sobre o Código Teodosiano e as leis incluídas nele. Constantino buscou fontes diretas e confiáveis de informação com fim de fazer valer a sua autoridade. A correspondência oficial, mostra o seu esforço por manter o controle sobre os funcionários através de punição; os agentes de confiança, a prestação obrigatória de contas, e o cultivo da suspeita e rivalidade entre eles. 


INDEX




+INFO sobre o livro em: Univ. Michigan Press

A Escenação da autoridade na Antiguidade

Les mises en scène de l’autorité dans L’Antiquité

Quando: 21-22 Novembro
Onde: Lyon


O laboratório ERAMA (Expressions et Représentations de l’Autorité dans les Mondes Anciens), organizar os dias 21 e 22 de novembro, 2013, na École Normale Supérieure de Lyon, um congresso dedicada à temática da "escenação da autoridade"


Muitas vezes codificada, a escenação do poder é uma parte integrante da existência da autoridade, entendida como um processo de reconhecimento da legitimidade da hierarquia, entendida como diferente da mera retórica da violência. A autoridade torna-se assim uma eficaz forma de dar visibilidade as representações e manifestações da hierarquia. Por elo a imagem que a autoridade estabelece da de sim mesma deve ser controlada.



Esta convocatória está principalmente planejada para estudantes de pós-graduação e jovens pesquisadores que trabalham sobra Antiguidade desde os pontos de vista literário, histórico, arqueológico, epigráfico, filosófico, etc. O objetivo do congresso ao combinar diferentes áreas de investigação e estudo é definir um fenómeno, que tem pode ser entendido, como político, económico, social e cultural. De acordo com a vocação de ERAMA, os limites cronológicos circunscrevem-se a Antiguidade com a intenção de cobrir os mundos grego e romano junto com outras civilizações do Mediterrâneo.



Entendera a encenação de autoridade precisa tanto de estudos de caso concretos como de análises globais, tanto de descodificação ad hoc dos seus mecanismos como da análise das tendências a longo prazo. Colocar em ordem, cronológica ou tematicamente, de todos os reflexos desta temática, permite identificar certas características de autoridade na globalidade de esta área de estudo: De que as formas da autoridade é exposta, difundida, praticada ou comemorada?


Convocatória



+INFO no bloge de:  ERAMA

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A Romanização em Guadalajara

LA ROMANIZACIÓN EN GUADALAJARA

Quando: 22 de Fevereiro
Onde:  Gualajara


O dia 22 de fevereiro terá lugar no Museu de Guadalajara celebrara-se um simpósio intitulada A Romanização em Guadalajara. Esta reunião científica foi organizada para discutir e atualizar a documentação sobre o processo de romanização da província de Guadalajara (Espanha), depois de analisar os dados antigos e da incorporação das últimas notícias provenientes principalmente do eido da arqueologia.



Este encontro de especialistas suporá uma atualização do conhecimento sobre o tema que será, Sem dúvida, de grande interesse tanto para o âmbito académico como para aqueles interessados ​​na história deste território.


Programa