quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Novidades da Arqueologia Galega

NOVIDADES DA ARQUEOLOXIA GALEGA

Quando: 25 de novembro
Onde:   Parada do Sil


O domingo dia 23 a Associação de Empresas Galegas de Arqueologia (AEGA) organiza uma serie de três charlas com o título Novidades da Arqueologia Galega no concelho ourensano de Parada de Sil. Estas charlas inscrevem-se num ciclo de conferências sobre o panorama atual da arqueologia galega que esta entidade anda a celebrar em distintos pontos da Galiza

As palestras terão local na Fábrica da Luz, e incluiram uma posterior visita pola tarde as escavações da necrópole alto-medieval de São Vítor de Varxacova


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Origens da Complexidade Social - Seminário


Origens e transformações da Complexidade Social das primeiras sociedades camponesas à Idade do Ferro - 5 abordagens Iniciais

Quando: 21 de novembro
Onde:   Lisboa


A próxima quarta feira dia 17 novembro, terá local na Sociedade de Geografia de Lisboa o terceiro seminário da secção da arqueologia da mesma que terá por titulo que terá por titulo Origens e transformações da complexidade social das primeiras sociedades camponesas à Idade do Ferro. 5 Abordagens Iniciais.



Nele participaram uma serie de especialistas que abrangeram este amplo período cronológico mostrando como tem evoluído, e decorrido a complexidade nas sociedades da pré- e proto-história portuguesa

O seminario derrora entre as 15h – 18:30


Programa

Ana Cristina Martins (IICT)
Origens e transformações da complexidade social na história da arqueologia: um breviário portuguêss

Mariana Diniz (FLUL)
Nas origens das sociedades camponesas: cursos e percursos da complexidade social

Joaquina Soares (MAEDS)
Complexidade social durante o III Milénio BC no Sul de Portugal

Joao Luís Cardoso (UAberta)
Cronologia absoluta do “fenómeno” campaniforme em torno do estuário do Tejo: incidências sociais e culturais

Joao Carlos Senna-Martinez (FLUL)
A Idade do Bronze do Centro Norte Português: metalurgia e transformações sociais


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Escultura Fenícia em Hispânia

ESCULTURA FENICIA EN HISPANIA

Almagro-Gorbea, M & Torres Ortíz, M, La Escultura Fenicia en Hispania. RAH, Madrid, 2010
ISBN: 978-84-15069-19-5


A Real Academia da História de Espanha, tem editado recentemente dentro da sua coleção Biblioteca Archaeologica Hispana, um interessante corpus da estatuária de origem fenício topada na Península Ibérica. O livro La Escultura Fenicia en Hispania é uma interessante síntese de interesse não só para os estudiosos do mundo do sul e levante peninsular, senão também de jeito mais geral para os interessados na arte oriental e de outros âmbitos culturais da Europa durante a Idade do Ferro, desde Hallstatt e La Téne, até o mundo etrusco, ou a Grécia Arcaica

Dama de Cádis
  
A obra mais que um simples catalogo plateia um estudo detalhado de cada peça sinalando os diversos paralelos estilísticos e iconográficos tanto no mundo oriental como no Mediterrâneo Oriental, incluindo o mundo grego, e sinalando as influencias nas peças de produções indígenas da Hispânia e de outros âmbitos (Centro Europa, Itália, etc.), ampliando como elo consideravelmente as perspetivas sobre a origem da arte peninsular

leão orientalizante de Pozo Moro
    
Em resumem um livro destinado a se converter em uma das obras de referencia nos próximos anos no estudo da plástica ibérica.


Sinopse
Esta obra é o resultado de um intenso esforço, de vários anos, dirigido a dar a conhecer, reunidos e bem analisados neste Corpus da Escultura Fenícia em Hispânia, um dos testemunhos materiais mais interessantes da arqueologia fenícia e púnica na Península Ibéria, a antiga Hispânia, que, não obstante, foi escassamente valorizado apesar da sua grande importância.


 INDEX



domingo, 18 de novembro de 2012

Os Castros do Ocidente de Zamora



Aproveitando a postagem anterior deixamos aqui esta conferência que Ángel Esparza Arroyo deu no curso de verão Castros de interior: a Idade do Ferro do NO peninsular a través do exemplo limião organizado em 2011 pelo LAUV (agora integrado no GEEAT), e que leva por titulo Castros da Idade do Ferro na área norocidental zamorana

Podeis igualmente ver o resto dos vídeos das palestras na web da TV da Universidade de Vigo (aqui)


A Morte nas Cogotas I


Prácticas mortuorias en el grupo arqueológico de Cogotas I

Quando: 23 de novembro
Onde:  Coimbra


A próxima sexta-feira, dia 23 de novembro, o Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto (CEAUCP) organiza uma conferência sobre o mundo funerário na conhecida Cultura das Cogotas I da Meseta ocidental. 




A palestra tem por título Praticas mortuárias no grupo arqueológico de Cogotas I e será impartida pelo professor Ángel Esparza Arroyo um dos principais especialistas no Bronze Final e Idade do Ferro do oeste da Meseta na Peninsula Ibérica



A conferência decorrera no local no edifício do Palácio de Sub-Ripas a partir das 14:30 horas



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ânforas, Vinho e Hallstatt - Colóquio


Des Amphores chez les Celtes Hallstattiens
L’Europe et le vin de la Méditerranée archaïque

Quando: 26-27 de novembro
Onde:  Aix-en-Provence


O Centre Camille Julian, entidade dependente da Universidade de Provença e o CNRS organiza os dias 26-7 de este mês um colóquio irternacional que leva por titulo: Das Ânforas entre os Celtas Hallstáticos, A Europa e o vinho no Mediterrâneo Arcaico, que as importações anfóricas do Mediterrâneo no mundo hallstattico. Nele abordam-se os distintos aspetos nos que se contextualiza a chegada destes contendores

Desde a própria problemática arqueológica as dimensões sociais do consumo vinho na Idade do Ferro, e a relação e adaptação dos usos e objetos mediterrânicos nos contextos nordeuropeus durante a Idade do Ferro.



Para elo contara-se como nomeados especialistas na arqueologia da Idade do Ferro como Stéphane Verger, Patrice Brun ou Dominique Garcia


 Programa



+INFO no site do:   Centre Camille Julian

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dinâmica de Populações na Pré-história - Livro

POPULATION DYNAMICS IN PREHISTORY & EARLY HISTORY

Kaiser, E., Burger, J. & Schier, W (eds.), Population Dynamics in Prehistory and Early History. New Approaches Using Stable Isotopes and Genetics. Walter De Gruyter, Berlin, 2012
ISBN: 978-3-11-026630-6


Sinopse
As Migrações e dinâmica de população são considerados temas muito problemáticos nos campos de estudos antigos. Bolsa recentes investigação sobre as populações (pré)históricas geraram novos um novo impulso para utilizar as aproximações científicas baseadas na radiogénica de isótopos estáveis, e a paleo-genética, assim como as simulação por computador. Como resultado, o estado de investigação experimentou uma rápida mudança. 

Os contributos de vários grupos investigadores apresentadas numa conferência celebrada em Berlim em 2010, dirigidas a aspetos históricos específicos de dinâmica de populações e migração, sem restrições cronológicas ou geográficas, tentaram apresentar uma pesquisa bioarqueologica transversal. 

O presente volume, dividisse em três grandes secções temáticas (análise de isótopos, genética de população, e simulação de modelos por computador), que as novas ideias, experiências, e aproximações metodológicas, que amostram através de uma série de contributo as possibilidades futuras da investigação futura nesta área. 
  
  
 INDEX




Descarrega o livro no site de:   De Gruyter

Escitas, entre a Europa e Ásia

As origens da mistura genética entre europeus e asiáticos

Um grupo de pesquisadores liderado pola Universitat Autònoma de Barcelona (UAB), descobriram a primeira evidência científica de mistura genética entre europeus e asiáticos nos restos fósseis de antigos guerreiros escitas que viverão há mais de 2.000 anos na região de Altai em Mongólia. Ao contrário do que se pensava anteriormente, os resultados publicados na revista PLoS ONE indicam que esta mistura não foi devida a uma migração para o leste dos europeus, mas a uma expansão demográfica das populações locais da Ásia Central, graças as melhoras tecnológicas que a cultura escita trouxera com eles.

O Altai é uma cadeia montanhosa da Ásia Central que ocupa polo o oeste territórios dos atuais Rússia e Cazaquistão e da Mongólia e China, pelo este. Historicamente, as estepes da Ásia Central tem sido um corredor natural para as populações asiáticas e europeias, da qual é resulta a grande diversidade das população da região hoje em dia. Em tempos antigos, no entanto, o Montanhas do Altai, localizadas no meio das estepes, representarão uma importante barreira para a convivência e mistura das populações que viviam a ambos lado, assim eles viveram isoladas durante milénios: os europeus, no lado ocidental e os asiáticos do lado oriental.

A cordilheira do Altai e estepa asiática

A pesquisa realizada polos investigadores do Institut Català de Paleontologia Miquel Crusafont da UAB, e do Instituto de Biologia Evolutiva (UPF-CSIC) lança uma nova luz sobre quando e como ocorreu essa mistura genética euro-asiática.


Os pesquisadores do Laboratório palaeogenetica da UAB analisaram o ADN mitocondrial (herdado da mãe, que permite traçar nossos ancestrais pola linha materna) extraído dos ossos e dentes de 19 esqueletos da Idade do Bronze (séculos X-VII aC) e da Idade do Ferro (séculos VII-II AC) procedentes das montanhas Altai mongol. Os restos foram extraídos de uns túmulos descobertos há sete anos, nos que foram descobertos os corpos de corpos de vários guerreiros escitas, no que representou a primeira evidência desta cultura no leste da Ásia.

Kurgan da região do Altai

Os resultados obtidos demonstram que durante a Idade do Ferro, no tempo em que a cultura escita se estendia polas montanhas de Altai, a população da região tinha uma mistura perfeita de linhagens europeias e asiáticas no DNA mitocondrial ou sequências. A descoberta é muito relevante, tendo em conta que as populações anteriores não mostravam sinais de nenhuma mistura de linhagens: o ADN analisado nos túmulos localizados na Rússia e Cazaquistão pertencem a linhagens europeias, enquanto o ADN da parte oriental, na Mongólia, contêm linhagens asiáticas.

frequência espacial das linhagens euro-asiáticas

"Os resultados fornecem uma informação excecionalmente valiosa sobre como e quando apareceu a diversidade populacional que encontramos hoje nas estepes centro asiáticas e aponta a possibilidade de que isto ocorre-se no Altai há 2.000 anos, entre as populações locais de ambos os lados da cordilheira, coincidindo com a expansão da cultura escita, que veio do oeste", explica Assumpció Malgosa, professora de Antropologia Biológica na UAB e coordenador da pesquisa.



Estudos realizados até agora sobre mostras de ADN antigo do Altai já indicaram que os escitas foram a primeira grande população em amostrar mistura entre europeus e asiáticos. No entanto, apenas as populações estudadas foram as da parte ocidental das estepes da Eurásia, o que sugeria que essa mistura foi devida a migrações populacionais da Europa para o leste.

rede de sequências do haplogrupo M   .

Esta pesquisa é a primeira a fornecer provas científicas desta mistura de populações no lado oriental do Altai, e indica que o contacto entre as linhagens europeias e asiáticas ocorreu antes da idade de ferro, quando as populações estavam presentes em ambos lados da montanha. O estudo sugere que a população asiática adotou a cultura escita, mais avançada tecnologicamente e socialmente, e isso fixo-os aumentar demograficamente, favorecendo sua expansão e contacto com os europeus.



Essa ideia pranteia uma nova hipótese sobre a origem da atual diversidade populacional na Ásia Central e permite uma melhor compreensão do processo demográfico que ocorreu detrás dela.


As tumbas congeladas dos guerreiros escitas
    
Entre 2005 e 2007, investigadores da UAB, junto com pesquisadores franceses e mongóis, participaram em um projeto europeu destinado cujo objetivo era escavar tumbas escitas na vertente mongola da cordilheira do Altai da Mongólia.

menino escita no peitoral de Tolstaja Mogina s, IV a.C 
Nas três campanhas de escavações realizadas mais de 20 túmulos foram escavados. Muitos estavam congelados e continham os restos humanos mumificados dos enterrados junto cós seus cavalos e pertenças. Esta é a primeira vez que sepulturas de guerreiros escitas tinham sido descobertas na Mongólia, uma vez que todos os outros túmulos desta cultura foram localizados na face ocidental do Altai.


Os escitas eram um povo Indo-europeu dedicado ao pastoreio nómada e criação de cavalos. Eles cruzaram as estepes euro-asiáticas do Mar Cáspio até atingir as montanhas de Altai durante os séculos VII e II aC. Os escitas são conhecidos graças os escritos do historiador grego Heródoto.

Fonte: UAB News

Referência 
Mercedes González-Ruiz, Cristina Santos, Xavier Jordana, Marc Simón, Carles Lalueza-Fox, Elena Gigli, Maria Pilar Aluja, Assumpció Malgosa,"Tracing the origin of the east-west population admixture in the Altai region (Central Asia)" PLoS ONE  7/11: e48904
DOI: 10.1371/journal.pone.0048904


A Princesa do Gelo - A tumba de Pazyrik



Documentário sobre o celebre enterramento da chamada Donçela do Gelo ou Senhora de Altai encontrada pola arqueóloga Natalia Polosmak 1993 em Ukok (Pazyrik, Sibéria) perto da fronteira chinesa. Esta descoberta excecional permitiu conhecer materialmente o ritual funerário e o enxoval de um membro da elite escita arredor do século V a.C.



Após o enterro a sepultura tinha sido inundada pela chuva que congelada durante o inverno, conservou em permafrost permanentemente tudo o contido da câmara mortuária. A jovem defunta de Ukok fora enterrada segundo um ritual tipicamente escita num sepulcro feito com troncos junto com 6 cavalos que foram sacrificados e um importante enxoval formado por objetos de ouro, bronze, madeira e seda. 



O seu corpo mostrava tatuagens com diversos motivos estilizados que recordavam aos presentes na arte das estepes, figuras de cervos e outros animais imaginarios ou reais pressentes na paisagem e na mitologia dos povos das estepes



A tumba da "Princesa" de Ukok, proporciona uma fascinante olhada a cultura material e as crenças sobre a morte das povoações escíticas que conhecemos em paralelo pelo etnográfico oferecido por Heródoto



O documentário passa revista ao achádego arqueológico e as suas circunstancias, ao processo da pesquisa assim como as polémicas xurdidas em torno a origem e reconstrução étnica (oriental vs europeia) e destino final da Dama dos Gelos no contexto político e social da queda da URSS


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Etnoarqueologia do "Intangivel"


The Intangible Elements of Culture
in the Ethnoarchaeological Research

Quando: 21-23 de Novembro
Onde:  Roma

Durante a última década, "intangível" tornou-se uma palavra-chave na pesquisa antropológica e na gestão do património. As teorias arqueológicas e métodos para a exploração do significado e importância dos artefactos, recursos e modos de regulamento focam-se cada vez mais na evidência "não material". 

Graças a suas características particulares, a etnoarqueologia pode efetivamente favorecer o desenvolvimento do estudo do património cultural imaterial das sociedades vivas, e destacar sua relevância para o estudo do passado. Esta conferência pretende reunir pesquisadores que estudam o papel dos intangíveis na interpretação de dados em seus projetos tnoarqueológicas, a fim de discutir as suas implicações para a pesquisa arqueológica.

A conferência tem como objetivo explorar o papel de "etnoarqueologia do imaterial" nos seguintes tópicos (mas não limitado a): o aprovisionamento de matéria-prima, produção e distribuição de artefactos, modelos de assentamento, , interações humanos-meio ambiente, utilização e perceção do paisagem, relações sociopolítica, características e instalações do asentamento.


 Programa



+INFO no site coloquio:  Etnoarchaeology.org

Arte Popular na sociedade tradicional asturiana


Arte Popular na sociedá tradicional asturiana
    
XIII Seminariu d´Estudios Asturianos de la Fundación Belenos

Quando: 17-18 novembro
Onde:  Pola de Alhande


A Fundação Belenos organiça a ediçao no XIII do seu Seminariu d´Estudos Asturianos, que se celebrara no concelho de PoLa de Alhande (Asturias) entre os dias 17-18 do mes de novembro

Esta edição tem por titulo Arte Popular na sociedá tradicional asturiana, e reunira a varios espertos em etnografia e historia da arte, como os etnografos Alberto Albarez Peña (do que já faláramos neste blog) e Ástur Paredes, ambos mendros do Fundação Belenos, Jesus Gonzalez Calle e o historiador da arte Gerardo Díaz Quiros.

O prezo da matricula e de 35 euros,  há opção de reservar alojamento a traves do seminário por um preço de 60 euros. Para mais informação podeis consultar o Facebook da Fundação Belenos


Programa


Grecia e a Arqueologia Espanhola

Grecia y la arqueología española
Historiografía, proyectos y perspectivas

Quando: 19-20 dezembro
Onde:   Madrid

A Universidade Complutense de Madrid junto coa Real Academia de Belas Artes de São Fernando organizam entre os dias 19-20 do mês de dezembro uma reunião cientifica internacional na que tratara a importância para a arqueologia espanhola do estudo da Grécia antiga, e quais são as novas perspetivas que neste âmbito se abrem para as instituições de pesquisa espanholas



Sinopse
A Antiguidade grega é um dos pilares da cultura ocidental e a sua investigação, um dos principais incentivos para o nascimento e desenvolvimento da Arqueologia. Propomo-nos que papel jogou no nosso país a Arqueologia da Antiga Grécia e qual é o seu presente e futuro, se precisa a Arqueologia Espanhola uma Escola em Atenas e que objetivos deveriam perseguir estas instituições no século XXI.


 Programa




sábado, 10 de novembro de 2012

Cahiers des Études Anciennes XLIV


CAHIERS DES ÉTUDES ANCIENNES XLIX, 2012

Le Charaktèr du Prince

Arnaud Suspène
En guise d’introduction : les enseignements du portrait monétaire de César

Olivier Picard
Le portrait de Ptolémée I ou comment construire la monnaie d’un nouveau royaume

Panagiotis P. Iossif
Les « cornes » des Séleucides : vers une divinisation « discrète »

Marie-Christine Marcellesi
De Philétaire à Eumène II : image et pouvoir chez les Attalides

Frédérique Duyrat
Tigrane en Syrie : un prince sans images. Suivi d’un catalogue des monnaies de Tigrane le Grand dans les collections du Département des Monnaies, Médailles et Antiques de la Bibliothèque nationale de France

Jacques Alexandropoulos
Aspects militaires de l’iconographie monétaire numide

Sylvia Nieto-Pelletier
Le Portrait monétaire gaulois : les monnayages du Centre de la Gaule (IIIe‑Ier siècles a. C.)

Arnaud Suspène
Images royales en contexte romain : les rois étrangers sur les monnaies romaines (IIe siècle a. C.‑IIe siècle p. C.)

Antony Hostein
Constantin et Sol sur le multiple d’or de Ticinum (313) : bustes géminés et légitimation en temps de crise



Ir ao número da revista:  CEA

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Cerâmica e estratigrafia na Lusitânia

CONTEXTOS ESTRATIGRÁFICOS ROMANOS NA LUSITÂNIA
DA REPÚBLICA À ANTIGUIDADE TARDIA

Quando: 24 novembro
Onde:   Lisboa


Embora apoiada em contextos estratigráficos, a investigação ceramológica que atravessou quase todo o século XX foi, como sabemos, eminentemente de índole morfológica e deu origem a uma série de tipologias que ainda hoje norteiam os nossos trabalhos. Nas últimas décadas os esforços têm tido em linha de conta uma crescente problematização de contextos, com a percepção de que o monolitismo das grandes tipologias distorce muitas vezes as nuances temporais e geográficas da difusão comercial, bem como as diferenças entre as cronologias dos centros de consumos e as dos centros de produção.



Apesar de na última década a investigação europeia ter lançado vários trabalhos conjuntos de problematização estratigráfica, a investigação portuguesa tem talvez ficado um pouco à margem desta tendência.


O intuito deste colóquio é exactamente o de estimular a apresentação e o debate de realidades estratigráficas relevantes para as cronologias tipológicas e comerciais no espaço lusitano e poderá ser uma salutar discussão para estudos em progresso, já finalizados, ou mesmo já publicados anteriormente


Para elo o colóquio Contextos Estratrigráficos na Lusitânia reunira a varios especialistas em cerâmica antiga no Faculdade de Belas Arte da Univ. de Lisboa o dia 24 de novembro.


 Programa