domingo, 12 de agosto de 2012

European Journal of Archaeology 15/2


European Journal of Archaeology
Vol. 15/2 2012


Editorial
pp. 183-186
Skeates, Robin


Articles

Amber Sources and Trade in the Prehistory of the Iberian Peninsula
pp. 187-216
Murillo-Barroso, Mercedes & Martinón-Torres, Marcos

Historic Aerial Photographic Archives for European Archaeology
pp. 217-236
Cowley, David C. & Stichelbaut, Birger B.



Special Section
Underwater Archaeology: Research 
and Heritage Management


Marine, Maritime, or Submerged Prehistory? Contextualizing the Prehistoric Underwater Archaeologies of Inland, Coastal, and Offshore Environments
pp. 237-256
Benjamin, Jonathan; Hale, Alex

The Underwater Archaeological Heritage of Andalusia: 
Actions for the Protection of an Emerging Heritage
pp. 257-274
Rivera, Carmen GarcÍa; GarcÍa, Milagros Alzaga

The French Department of Underwater Archaeology:
 A Brief Overview
pp. 275-284
L'Hour, Michel

Underwater Cultural Heritage and Maritime Archaeology
 in Croatia: An Overview
pp. 285-308
Rossi, Irena Radić

The Latest Link in the Long Tradition of Maritime Archaeology 
in Turkey: The Yenikapı Shipwrecks
pp. 309-323
Kocabaş, Ufuk


Reviews

Situating Gender in European Archaeology
pp. 324-327
Díaz-Andreu, Margarita

Cave of Forgotten Dreams
pp. 327-332
Aspöck, Edeltraud

The Magdalenian Household: Unravelling Domesticity
pp. 332-336
Langlais, Mathieu

The Rhyton from Danilo: Structure and Symbolism of
 a Middle Neolithic Cult-Vessel
pp. 336-340
Schwarzberg, Heiner

Comparative Archaeologies: The American Southwest 
(AD 900-1600) and the Iberian Peninsula (3000-1500 BC)
pp. 341-344
McGuire, Randall H.

Exotica in the Prehistoric Mediterranean
pp. 344-348
Odriozola Lloret, Carlos P.

Archaeology of the Origin of the State: The Theories
pp. 348-353
Blanton, Richard E.

Iron Age Myth and Materiality: An Archaeology of Scandinavia
 AD 400-1000
pp. 353-356
Hills, Catherine

Landscapes Through the Lens: Aerial Photographs 
and Historic Environment
pp. 356-359
Gojda, Martin

Remote Sensing for Archaeological Heritage Management
pp. 359-363
Castillejo, Alfredo Maximiano



Ir ao site da revista:  EJA

sábado, 11 de agosto de 2012

O Mundo Perdido



As únicas terras no Mundo que não foram exploradas amplamente são aqueles que se perderam baixo os oceanos. Após o final da última Idade do Gelo  extensas paisagens, que tinham sido o lar de milheiros de pessoas, foram inundadas pelo mar. Embora os cientistas previram já a sua existência há muitos anos, a sua exploração só recentemente se tornou uma realidade.


A atual mudança climática e o aumento do nível do mar associada, faz estar estas questões na vanguarda da discussão social e científica, mas a pesquisa mostra que as mudanças dramáticas no ambiente ocorreram inúmeras vezes no passado.



Uma das mais significativas destas paisagens perdidas por o aumento do nível do mar é a que se topou no Ocidente europeu durante o Mesolítico, um extenso território que enlaçava uma franja de térreo que unia de forma contínua a maior parte das atuais costas atlânticas e o atual mar do Norte.


Esta paisagem inundada, é maior em extensão do que são muitos países europeus modernos, e foi lentamente submergindo-se entre o 18.000 e 5.500 aC. Os arqueólogos consideram agora que esta longa área geográfica ter sido o coração da ocupação humana dentro da Europa do Norte nessa época, mas o entendimento dela depende de que sejamos capazes de localizar e visualizar essa paisagem



Atualmente um equipo de cientistas de várias universidades britânicas tenhem afrontado este problema num projeto de investigação (Project Browned Landsapes) de estas Paisagens "Perdidas", pranteando uma nova abordagem através do acoplamento de técnicas de levantamento geofísico, desenvolvidas pela indústria petrolífera do Mar do Norte, coas tecnologias de visualização 3D desenvolvidos pela indústria de modelagem por computador.


Estas metodologias inovadoras permitem a recriação das antigas paisagens que uma vez foram habitadas, conseguindo o mapeamento de rios, lagos, montanhas, costas e estuários, e a reconstrução virtual da flora e fauna a que num tempo a esses elementos geográficos estivera associada. 


Estes modelos trazem, em certa forma, de novo à vida a "patria" dessas populações do Mesolítico, sugerida agora já só polos artefactos recuperados no fundo dos mares ou nos restos de fragas fôsseis de algumas beiras costeiras da Europa Atlântica.



Elo também permite aos cientistas explorar os efeitos da subida do nível do mar sobre a paisagem e as suas populações de jeitos novos e mais holísticos que podem ajudar a fornecer soluções desde o passado para os problemas do presente.

Coa finalidade de achegar ao público geral a pesquisa do Projeto Browned Landscapes, durante este verão na Royal Society de Londres estará aberta a exposição Europe's Lost World.


Um bom pretesto para olhar no mais fundo dos mares ... as pegadas do nosso passado, certamente


+INFO no site de:  Europe´s Lost World

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

MUGE 150 - Convocatória

MUGE 150
Comemoração dos 150 anos da descoberta dos concheiros mesolíticos

Quando: 21-23 março, 2013
Onde: Salvaterra de Magos


Em 1863, Carlos Ribeiro da Comissão Geológica Portuguesa, descobriu os primeiros concheiros mesolíticos de Muge. Estes foram dados a conhecer ao mundo em 1880 no Congresso Mundial de Antropologia e Arqueologia Pré-históricas que se realizou em Lisboa. Com talvez a excepção da arte Paleolítica do Vale do Côa, os concheiros de Muge são o complexo arqueológico mais conhecido internacionalmente e, do ponto de vista científico, um dos conjuntos mais importantes da Arqueologia Portuguesa.



Em 2013 celebrar-se-ão os 150 anos da descoberta dos concheiros e com o objectivo de se organizar um congresso internacional, a ter lugar entre 21 e 23 de Março de 2013 em Salvaterra de Magos, uniram-se, até ao momento, um conjunto de instituições, autárquicas, privadas e científicas, nomeadamente o Museu Nacional de Arqueologia e o Museu Geológico, as Universidades de Coimbra e do Algarve, a Casa Cadaval (proprietária dos terrenos onde se encontram as jazidas arqueológicas), a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos e a National Geographic Portugal.


A Comissão Científica, composta por Cleia Detry (UNIARQ, Universidade de Lisboa), Eugénia Cunha (Universidade de Coimbra), T. Douglas Price (University of Wisconsin, Madison) e pelo signatário Nuno Bicho, iniciou já os convites a uma lista de cerca de uma vintena de especialistas na matéria, provindos um pouco de toda a Europa, EUA e Canadá.


O call for papers está aberto, podendo-se  proceder ao envio de propostas para comunicações orais e posters até o dia 15 de outubro


+INFO no site de:  MUGE 150

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Centro e Periferia no mundo Clássico - CIAC 2013


Centro y periferia en el mundo clásico
XVIII Congreso Internacional de Arqueología Clásica


Quando: 13-17 maio
Onde: Merida


Em Maio de 2013 terá local em Mérida a próxima edição XVIII do Congresso Internacional de Arqueologia Clássica, nesta ocasião baixo o lema: Centro e periferia no mundo clássico / Centre and periphery in the ancient world, e cuja organização se leva a cabo desde o Museu Nacional de Arte Romano (MAR), a Secretaria de Educação e Cultura do Governo de Estremadura e o Instituto Catalão de Arqueologia Clássica (ICAC), centros de reconhecido prestígio, projeção e reconhecida trajetória no campo da sua especialidade.



Os Congressos Internacionais de Arqueologia Clássica têm como um dos objetivos principais a posta ao dia em novos achados arqueológicos da cultura clássica, a apresentação de novidades arqueológicas bem como a aplicação das novas tecnologias no campo da arqueologia. Os Congressos estão destinados a pesquisadores de alto nível, centros de investigação, docentes universitários, profissionais do âmbito da arqueologia clássica e equipas profissionais tanto de instituições públicas como privadas, também a jovens investigadores e estudantes em processo de formação científica.



O programa científico do Congresso organizar-se-á em diversas sessões distribuídas por blocos temáticos, a cada bloco temático estará formado por um presidente de mesa e um moderador da sessão, a cargo dos membros do Comité Científico do Congresso

A data limite para a entrega de propostas de comunicação e resumes: 30 de Novembro de 2012


Programa Provisorio



+INFO no site do:   CIAC 2013

Biblioteca DIGIMOM


La bibliothèque numérique DIGIMOM

A biblioteca da Casa do Oriente e do Mediterrâneo iniciou um projeto para digitalizar livros livres de direitos que abrange os temas de suas equipes de pesquisa. A digitalizado afectam particularmente as áreas da egiptologia e a civilização greco-latina, se os textos de arqueologia, história ou clássica. Algumas obras do fundo de livros raros, antigos e preciosos também foram selecionados.

A digitalização destes fundos cumpre o compromisso de assegurar recursos de biblioteca adequadas a um público mais amplo e para permitir o acesso remoto que é flexível e respeitoso com os originais. A seleção obedece a vontade de se concentrar sobre os livros mais freqüentemente consultados e artigos valiosos, frágeis ou respondendo a um tema claramente definido



Ir ao site de:   DIGIMOM

terça-feira, 7 de agosto de 2012

SIDEREUM ANA III

SIDEREUM ANA III
El Río Guadiana y Tartessos

Quando: 19-21 Setembro
Onde:  Mérida


As reuniões SIDEREUM ANA organizadas pelo Instituto de Arqueologia de Mérida começaram em 2006 com o duplo objetivo de intensificar a investigação arqueológica sobre a Proto-história do Vale do Guadiana e fomentar os contactos científicos entre os arqueólogos espanhóis e portugueses que desenvolvem a sua atividade nas duas beiras do riu.

Em setembro de 2012 celebra-se a terceira edição, com a mesma filosofia, e sobre o sugestivo tema de O Rio Guadiana e Tartessos. Com esta terceira entrega dedicada aos momentos centrais da Idade do Ferro no Sudoeste complementa-se o ciclo iniciado com as duas anteriores centradas no Período Pós-Orientalizante e no Bronze Final.

Os espetaculares achados das necrópoles da zona de Beja (Portugal) junto a outros produzidos em meio de Mérida, sede do Encontro, bem como as descobertas referidas ao mundo fenício na desembocadura do riu acham-se entre as novidades mais sobressalientes, que vêm a se unir a estudos mais gerais sobre a questão tartésica ou a arqueologia e a paisagem do Guadiana Sidérico.


  Programa




segunda-feira, 6 de agosto de 2012

CIL OPEN ACCESS

CIL OPEN ACCESS


Desde vai uns meses a edição antiga do conhecido Corpus Inscriptionum Latinarum (CIL), obra de referência da epigrafia latina, esta sendo volcada à internet em open-acess, podendo-se consultar, este novo recurso o CIL Open Acess na Base de Dados Arachne da Universidade de Colonia e o Instituto Arqueológico Alemão (DAINST)

Em 2009, os diretores das bibliotecas da Academia Americana em Roma Rebecka Lindau, e da École Française de Rome Yannick Nexon, reuniram-se para discutir a possibilidade de digitalizar os volumes de CIL, atualmente sem direitos autorais. Logo se juntou ao projeto o Deutsches Archäologisches Institut (DAINST)e a Universidade de Colónia, aportaram ao projeto como servidor da edição digital do CIL o seu banco de dados de Arachne, que é dinamicamente ligado a servidores internacionais, desde onde é acessível atualmente de forma livre


A nova versão digital de CIL consistem inicialmente de mais do que 50 partes (de Vols. I-XVI + auctaria. I (editio altera)) publicados antes de 1940. O financiamento disponível abrange volumes de digitalização, OCR pesquisável. O objetivo é, eventualmente, criar uma pesquisa de palavra banco de dados contendo volumes também futuros da CIL quando as restrições de direitos de autor expirem num futuro e fazer o mesmo com as Inscriptiones Graecae.


A edição  atualizada do CIL, em processo de elavoração , consta de 17 volumes, com cerca de 70 partes, com umas 180.000 entradas. Treze volumes adicionais contendo folhas e índices especializados. O primeiro volume, em duas seções, que abrangem as mais antigas inscrições, até o fim da República Romana, os volumes II através XIV estão divididos geograficamente pola região, onde as inscrições foram encontradas, e, dentro destas divisões, também pelo tipo de registro.


Em 2003, ele publicou um segundo volume de "índices", com a correlação do número de entradas com os números de volume. A inscripçoes engadidas ao novo CIL podem consultar-se assim mesmo on-line nas distintas bases de datos das distintas equipas associadas ao projeto CIL, como o Epigraphische Datebank de Heidelberg, o Epigraphic Database Roma, Epigraphische Datenbank Clauss-Slaby, Epigraphic Database Bari o Hispania Epigraphica


Ir ao site do:   CIL Open Acess

Max Weber e a Economia antiga


Sociologie économique et Économie de l'Antiquité. A propos de Max Weber
Les Cahiers du Centre de Recherches Historiques 34, 2004


Hinnerk Bruhns et Jean Andreau
Présentation

Hinnerk Bruhns
Introduction

Luigi Capogrossi-Colognesi
« Capitalisme » antique et « Capitalisme » médiéval dans l’oeuvre de Max Weber

Hinnerk Bruhns
Max Weber, économie antique et science économique moderne

Michel Lallement
Max Weber, la théorie économique et les apories de la rationalisation économique

Philippe Steiner
Commentaire : Weber, la théorie économique et l’histoire

Jérôme Maucourant
Commentaire : Max Weber et le néomodernisme

Alain Bresson et François Bresson
Max Weber, la comptabilité rationnelle et l’économie du monde gréco-romain

Peter Spahn
Weber et la typologie des modes d’activité industrielle de Karl Bücher

Dominic Rathbone
Commentaire : Weber et la comptabilité, Bücher et l’industrie

Raymond Descat
Max Weber et l’économie de l’esclavage antique

Alain Guery
Commentaire : Esclavage, une rationalisation économique de la domination?

Jean Andreau
Esclavage antique et rentabilité économique


Ir ao monografico da revista:  CCRH

sábado, 4 de agosto de 2012

Provar a propiedade


Faire la preuve de la propriété

Julien Dubouloz et Alice Ingold (eds.), Faire la preuve de la propriété. Droits et savoirs en Méditerranée (Antiquité - Temps modernes. Ecole Française de Rome, Roma  2012  342 pp.
ISBN: 978-2-7283-0906-1


O livro Faire la preuve de la propriété. Droits et savoirs en Méditerranée recentemente editado pola Escola Francesa de Roma achega-se a um problema de longo percorrido na história europeia e  mediterrânica como é o da relação entre os direitos de propriedade e a práticas sociais e jurídicas a eles associados entre a antiguidade e a fim do Antigo Regímen, oferecendo uma indispensável achega à história institucional e social da propriedade agraria nos últimos 2000 anos


Sinopse
Este livro nasceu da necessidade de articular diferentes formas de abordar o território e sua constituição: uma abordagem normativa, razoando o a partir de regras, procedimentos e operações de categorização desde o direito, por outro lado, uma leitura atenta aos usos dos lugares e as práticas sociais. 

Os Conflitos apresentam-se  como os momentos privilegiados para assistir a este jogo usos e direitos no território, que permitem de identificar os diferentes significados dos fenómenos da possessão ou propriedade. Que meios argumentativos, jurídicos e técnicos usam os indivíduos ou as comunidades para demonstrar suas reivindicações concorrentes sobre um mesmo território? Como a disputa, mas também o mantimento ou restabelecimento dos direitos sobre o solo  se relacionam com os mecanismos da escritura, da exegese, interpretação,  ou transmissão num corpus de regras?.  Como a fixação dos limites entre propriedades, entre as jurisdições, entre os espaços privados e públicos e privados, constituem as ocasiões nas que os coletivos se definem ou reconfiguram?

Descansando no exame de casos específicos de disputas que os autores deste volume têm trabalhado essas questões desde uma abordagem a longo prazo, abrangendo ambas as margens do Mediterrâneo, que permite observar a polissemia dos registos de prova, como articulam -mas que não se opõem a força do escrita e da fala para testemunhar e a palavra humana.

Compreender o complexo lugar da técnica complexa entre o conhecimento e poder, levou-nos a prestar especial atenção ao testemunho das próprias coisas para ler os vestígios materiais urbanos ou da paisagem. As figuras de vários especialistas como o topógrafo, o agrimensor, engenheiro, arquiteto ou especialista hidráulico local topam-se no centro do livro, tanto pelo papel que desempenharam nos conflitos como pola a sua atividade produtora de normas e práticas jurídicas. Os artigos cobrem uma cronologia que se prolonga desde o período da Roma republicana até século XIX, e abraçam as duas margens do Mediterrâneo, Itália e França em Tunes, Jerusalém e Damasco, via Egito.


INDEX



RIBRON 8, 2012


RIBROM 8, 2012


A Revista Internacional de Derecho Romano (RIBROM), foi criada sob os auspícios da Associação Americana de Direito Romano e da Universidade de Castilla-La Mancha, e tem como objetivo a divulgação dos resultados da investigação no campo do direito romano e da sua recepção. Criada com o objetivo de superar qualquer fronteira geográfica está aberto a pessoas e instituições propostas para o mesmo fim. Também divulgar as atividades da Associação Americana e muitas novidades e informações relevantes para o Romanistic comunidade.

O RIDROM aspira a tornar-se uma publicação de referência no seu campo. Portanto, procura o rigor e a qualidade das parcerias através da avaliação por pesquisadores de renome acreditado.


INDEX

Giovanni Luchetti
Breves consideraciones acerca de la relevancia jurídica de la concepción"
pp. 1-18

Armando Torrent
Partidos políticos en la República Tardía. De los Gracos a César (133-44 a.C)
pp. 19-78

Morris Silver
A note on two signs in Petronius
p. 79-85

Juan Ramón Robles
¿Podía el ciudadano romano cambiar de nombreo signos externos que daban publicidad a sua identidad?
pp. 86-117

Gema Polo
Finalidad probatoria de la professio censualis
pp. 118-142

Armando Torrent
El derecho musulmán en la España Medieval
pp. 143-227

Eva Polo
El vínculo de parentesco como fundamento de incapacidades y prohibiciones para contraer matrimonio
pp. 228-273

Mª Eugenia Ortuño
La imposibilidad de la aceptación parcial de la herencia en un rescripto de Justiniano
pp. 274-321

Luis Rodríguez Ennes
Fernández de Buján, A.: Derecho Privado Romano, cuarta edición, Iustel, Madrid, 2011, 631 págs., ISBN: 978-84-9890-157-3
pp. 322-327

Łukasz Jan Korporowicz
Maciej Jońca, Laudatio Turiae – funeberis oratio uxori dedicata. Pochwała Turii – mowa pogrzebowa ku czci żony (Wydawnictwo Naukowe UAM, Poznań 2011) PP. 162.
pp. 328-336


Ir ao número da revista:  RIDRON

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

As variações da Romanidade


La maison et le monde: La romanisation et ses variations juridiques


La maison et le monde foi o título de um colóquio celebrado o dia 8 de fevereiro de este ano na Maison Française d’Oxford (Univ. de Oxford) no que se deram cita historiadores da antiguidade e do direito para prantear uma serie de questões sobre a pluralidade e diversidade da tradição legal romana no âmbito provincial e imperial. Do total das 6 palestras das que constou o colóquio 4 estão disponíveis em áudio na web da Maison Française d’Oxford


Sinopse
Existe um perigo para as culturas nacionais para se tornar aberto para o resto do mundo? Existe um perigo, no século 21, a preferir a singularidade ao invés de pluralismo? Estamos diante de um nivelamento das culturas e direitos, com uma cidadania universal?
   
A história pode nos fornecer algumas lições sobre estas matérias. O Império Romano pode ser o lugar onde a relação dialética entre um padrão dominante e as suas múltiplas formas foi experimentado com o mais alto grau e por isso poderia ser interessante para questionar a extensão da romanização nas províncias ocidentais do Império. Através arqueologia, é possível identificar a existência de culturas peculiares na Tardo-Antiguidade. Ao invés de discutir em termos de dicotomia (romanidade ou resistência), a busca de acomodamento e da interação em formas complexas e tradições mistas, abre um novo caminho a pesquisa.
    
O objetivo é fazer um balanço, para avaliar as consequências institucionais e legais dos fenómenos de aculturação, e, como elo, tomar um novo olhar sobre o legado romano


Introduction
Soazick Kerneis
   


Teaching law with Isidore (of Seville) in the hand. Toward the construction of a common legal culture in early medieval Europe
Luca Loschiavo
   


What is Roman, what not? in the Formulae of Gaul
Boudewijn Sirks
    
 

Irish and Welsh law in their European contexts
Thomas Charles-Edwards
   
 


Postagem relacionada:  A Roma que "nunca foi"

Roma e Milão na Tardo-Antiguidade


ROM UND MAILAND IN DER SPÄTANTIKE

Fuhrer, Th. (ed.), Rom und Mailand in der Spätantike Repräsentationen städtischer Räume in Literatur, Architektur und Kunst. Walter De Gruyter, Berlin, 2011
ISBN: 978-3-11-022214-2


Sinopse
As contribuições multidisciplinares para esta coleção de artigos olham a um tempo para Roma como capital o cultural e Milão como a capital política nos séculos IV e V d.C Na literatura desse tempo ambas cidades foram percebidas como os espaços tiveram lugar as grandes lutas políticas e clericais pelo poder, ou as mudanças políticas e culturais que eram tão importantes serão para o Ocidente latino. As cidades são, assim, entendidas como cenários nos que o teatro do mundo, da política de cultura, o poder, e a igreja se representou. A reconstrução de esses cenários privilegiados que são as cidades tardo-antigas, dais-nos a través do textos, as inscrições e os restos arqueológicos.


INDEX




Descarrega o livro no site de:  De Gruyter

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Ficheiro Epigráfico Nº 100


FICHEIRO EPIGRÁFICO Nº 100 2012
ADDENDA ET CORRIGENDA


Acaba de sair do prelo o último número da revista Ficheiro Epigráfico, suplemento de Conímbriga, neste número recolhem-se as correções e adições a várias inscrições publicadas em número anteriores especialmente extensa entre estas é a dedicada a uma plaquinha de Salacia publicada no número 93

Este número que faz o 100 de uma publicação com 30 anos de história que nascida em 1982 da mão do Instituto de Arqueologia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, por iniciativa da Comissão Portuguesa responsável da reedição do segundo volume do Corpus Inscriptionum Latinarum


INDEX

Ad n. 275

Ad. n. 416

Ad n. 418

Ad n. 424

Ad. n. 444

Ad n. 445

íÍndices 90-99


Ir ao número da revista:  Ficheiro Epigráfico

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

ORBIS - Redes Geoespaciais no Mundo Romano

ORBIS
The Stanford Geospatial Network Model of the Roman World


A base de dados ORBIS reconstrói o custo de tempo e despesa financeira associada com uma vasta gama de diferentes tipos de viagens na Antiguidade. O modelo esta baseado numa versão simplificada da rede de cidades, estradas, rios e rotas marítimas ao longo de tudo o Império Romano. ORBIS reflete as condições em torno de 200 DC, mas abrange também alguns sítios e estradas criadas na Antiguidade Tardia.



O modelo consiste em 751 sítios, a maioria deles assentamentos urbanos, mas também promontórios importantes e passagens de montanha, e cobre perto de 10 milhões de quilómetros quadrados (4 milhões de quilómetros quadrados) de espaço terrestre e marítimo. A rede viária abrange 84,631 km de trilhos da estrada ou do deserto, complementados por 28,272 km de rios e canais navegáveis.



Em geral, a rede está composta de 1.371 segmentos de base para que os que o modelo simula um total de mais de 363.000 resultados de custos discretos. O modelo permite aos usuários gerar simulações para as ligações entre dois locais em meios específicos de transporte e diferentes meses do ano. A futura atualização permitirá aos usuários gerar cartogramas de distância da totalidade ou partes da rede que visualizem os custo e distâncias a um ponto central, que pode ser qualquer local na rede.



O sistema inclui nas simulações, como elementos de correção, as distintas variáveis: geográficas, climáticas, estacionais e tecnológicas, que condicionariam os movimentos no espaço e no tempo; assim ORBIS simula as condições do vento mensais e toma em conta a forza das correntes e a altura das ondas que condicionam as navegações, ou as restrições derivadas da horografia montanhosa no inverno nos deslocamentos terrestres, e seleciona igualmente distintas rotas e prómeios de velocidades segundo o meio de transporte ou o tipo de deslocamento (militar, civil, etc)



Este aplicação facilita a simulação das propriedades estruturais da rede de comunicações, que tendem um particular valor para a compreensão do significado histórico do custo das viagens e a conectividade dentro do Império Romano.


+INFO ir ao site de:  ORBIS