domingo, 8 de julho de 2012

Reciclando o Metal


Depois de oir a Xurxo Ayan falar do exíguo do que pode ser um talher metalúrgico no registo material e etnográfico, ou a Bea Comendador comentador comentar o escasso rendimento final em metal logo de tudo o complicado processo de transformação do mineral, e mesmo da necessidade de reciclar as escórias apegadas nos crisóis


Motivo da ausência de estes no registo da Proto-história do Noroeste, ... e falando de Etnoarqueologia não podíamos mais que trair aqui o caso de este especialista hereditário (de caste) da Índia o "limpador de lama" encarregado de distintas tarefas relacionadas coa transformação do metal, entre elas precisamente o reciclagem de escórias de bronze


Igualmente se nos mostram nestas fotos dentro do seu contexto vivo o singelo do talher (?) e dos úteis dum metalúrgico tradicional, neste caso itinerante, pois os desta caste de especialistas tenham o seu circuito anual de Fundições onde prestam seus serviços nos povoados


Assistido por trabalhadores locais em todas estas atividades e servindo-se de uns singelos buracos escavados no chão como moldeis que serão utilizados para obter lingotes de metal que logo usaram os fundidores locais nos seus trabalhos


Sobre as imagens tomadas pola câmara do arqueólogo T.E. Levy e sobre o projeto Ethnoarchaeology in India levado a cabo pelo Levantine Archaeology Laboratory da Univ. de San Diego poderdes consular a sua web

Referencias
Levy, T. E., A. Levy, R. Sthapathy, S. Sthapathy, & S. Sthapathy, Masters of Fire. Hereditary Bronze Casters of South India. German Mining Museum, Bochum 2008


Ethnoarchaeology 4/1



Ethnoarchaeology
Journal of Archaeological, Ethnographic and
 Experimental Studies
   
Vol. 4 / 1, 2012


Editorial  pp. 1-4


Articles

Opium for the Masses.An Experimental Archaeological Approach in Determining the Antiquity of the Opium Poppy
Zuzana Chovanec, Sean M. Rafferty and Stuart Swiny   pp. 5-36

The Egyptian Drill. A Unique Dual-Mode Device
Stephen C. Saraydar   pp. 37-52


Reviews

Classics Review
Kathryn Arthur and Liam Frink  pp. 53-54

Lewis R. Binford's Impact on Zooarchaeology
A Consideration of Three Volumes (and assorted other things) that Altered the Way We Think about the Bones of Human Prey
R. Lee Lyman   pp. 55-78

Binford and Ethnoarchaeology, a View from the South
Reflections on His Contributions to Hunter-Gatherer Archaeology and Lithic Analysis
Nora Viviana Franco  pp. 79-100


Book Reviews

Disaster Archaeology by Richard A. Gould
Amanda N. Laoupi  pp. 101-110

Living with the Dead: Mortuary Ritual in Mesoamerica, by James L. Fitzsimmons and Izumi Shimada, editors
Anna J. Osterholtz  pp. 105-107

EthnoZooArchaeology: The Past and Present of Human-Animal Relationships, by Umberto Albarella and Angela Trentacoste, editors
Lee G. Broderick   pp. 108-110



Ir ao número da revista:   Ethnoarchaeology

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A alma do Guerreiro

foto: Must Farm project

Vendo esta imagem de esta magnifica espada do Bronze Final tipo Wilburton datada em torno ao 1300-1000 a.C dada a conhecer vai pouco pola equipa do Projeto MustFarm (poderes topar mais informação neste enlace), um dos mais espetaculares jazigos proto-históricos polos materiais descobertos nos últimos anos, não podo menos que recordar a o velho provérbio samurai que durante o Workshop Do Obradoiro ao Corpo fora traído por um dos pressentes (J. González Garcia) à discussão: "A Espada é a alma do Guerreiro"

foto: Must Farm project

Cecais esta e uma definição bastante ajeitada de importância simbólica que deveu ter esta omnipresente arma durante o nosso Bronze Final Atlântico


sábado, 30 de junho de 2012

Do Obradoiro ao Corpo - Em breve

Do Obradoiro ó Corpo
O Metal como expresión de poder na Protohistoria do Noroeste

Quando: 3-4 de Julho
Onde: Santiago de Compostela


Faltam tres dias para que escomeçe a Reuniao científica Do Obradoiro ó Corpo. O metal como expresión de poder na Protohistoria do Noroeste. Uma interessantes jornadas nas que se discutira e se exporá ao publico os distintos aspetos que o metal tem na sociedade da proto-história recente do Noroeste peninsular, e nos que alem da tecnologia se farão achegas a questões eminentemente sociais, da mão de especialistas tão reconhecidos como Raquel VilaçaRichard Hingley ou Alicia Perea entre outros

Podedes descarregar o programa, poster e triptico da reuniao cientifica neste enlaçe


 Programa:


Postagem relacioanda:  O Metal, do obradoiro ao corpo

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Um livro, um record - O Cantabrico


Vai quatro meses davas noticia (aqui o post) do surprendente sucesso da publicaçao do livro "El Cantábrico en la Edad del Hierro" do nosso amigo e colega Jesus F. Torres-Martinez (Kechu), que a pouco mais de dois meses de ser editado afrontava já uma segunda ediçao. Comentavamos daquela o inaudito de isto tratando-se de uma monografia arqueológica sobre um tema tao concreto como pode ser a etnoarqueologia de esta parte da Hispânia Celtica.

Mas agora recevimos novamente -vaia a redundacia- a nova de que essa 2º ediçao foi já esgotada, e é mais o livro vem-se de convertir no record absoluto de vendas entre os editados pela RAH, deixamos aqui as palavras ao respeito do bloge do Projeto MonteBernorio: "Trata-se de um record de vendas já que, ao pouco tempo de estar editado, é o titulo que mas se esta vendendo. Ademais é o livro que mais visitas recebe no seu página Site a traves dos buscadores de internet e dos clientes que se assomam ao portal-Site desta Instituição. A primeira e segunda Edições esgotaram-se muito rapidamente mas a demanda manteve-se. Os editores tiveram que fazer edições sucessivas da obra dada a grande demanda existente."


Desde o Archaeoethnologica reiteramos de novo a nossa noraboa ao autor


Postagem relacionada: O Cantabrico na Idade do Ferro

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O Herói e o Monstro - On-line

EL HEROE Y EL MONSTRUO
  
AAVV, El Héroe y el Monstruo. Edit. Ministerio de Cultura, Madrid, 2007 ISBN: 978-84-8181-285-5


O presente livro que agora se topa acessível em rede e open-acess se corresponde co catalogo da exposição O Herói e o Monstro que se celebrou no MAN de Madrid, fruto da colaboração com British Museum e o CSIC, em torno a uma das mais notáveis peças da ouriveria peninsular, a chamada Fíbula de Bragança



Sinopse:
Esta surpreendente Fíbula de ouro apresentou-se pela primeira vez ao público em 1970, com motivo da exposição de Arte Celta em Edimburgo e Londres. Não obstante, já chamava a atenção do mundo académico no final da década de 1940, quando parte da coleção de joias da Casa Real de Bragança saiu à venda em Chicago. A peça foi objeto do interesse cedo de estudiosos da arte céltica como Jacobstahl, Klindt-Jensen ou Stead. Trás uma cessão temporal ao British Museum a fíbula foi finalmente mercada em subasta por esta instituição no ano 2001, e desde então está exposta na Galeria Helenística do Museu interpretada como provável obra de um aurífice grego às ordens de um chefe ibérico do sul, quem encarregaria uma fíbula de tipologia local



Descarregar o catalogo:  El Heroe y el Monstruo

Paisagens Passadas e Presentes


Abierto al Público
Paisajes pasados y presentes en el valle del Pigüeña

Quando: 6-13 juho
Onde: Belmonte de Miranda, Asturias


Entre os dias 6-13 do próximo mês de julho o Grupo de Pesquisa Arqueologia Agrária, organiza umas jornadas sobre arqueologia e Património tituladas Aberto ao Público. Paisagens passadas e presentes no Val do Pigüeña. A celebração destas Jornadas trata de acercar ao público geral os resultados das atuações arqueológicas realizadas em Vigaña (Belmonte de Miranda, Astúrias) desde 2009. As conversas centrar-se-ão no estudo da paisagem camponês que começa a gestarse na Idade do Ferro e se projeta até a atual paisagem rural da montanha asturiana.

Entre médias, diferentes processos históricos geraram importantes mudanças sociais e culturais, como a conquista romana ou a formação da rede aldeã em época medieval. Ademais, pretendemos abrir um debate no âmbito local a respeito das potencialidades que a Arqueologia e a posta em valor do Património cultural podem oferecer aos habitantes do vale do Pigüeña. Assim, as conversas do dia 20 de julho girarão em torno destes temas, para concluir as Jornadas com uma mesa redonda na que discutir-se-ão feições como a participação cidadã na Gestão do Património ou as possibilidades turísticas dos recursos culturais.


 Programa:



+INFO no site de:   Arqueologia Agraria

terça-feira, 26 de junho de 2012

Arqueologia da Agricultura na Alta Idade Media

Archaeology of Farming and Animal Husbandry in Early Medieval Europe

Quando: 15-16 novembro
Onde: Vitoria-Gasteiz


O Grupo de Investigación en Patrimonio y Paisajes Culturales (GIPyPAC) organiza o Congresso Arcaheology of Farming and Husbandry in Earley Medieval Europe. Os objectivos desta conferência são, por um lado, a elaboração de sínteses regionais sobre a articulação das primeiras paisagens medievais da Espanha em um contexto europeu, e por outro lado, para analisar práticas agrícolas e de criação de animais no início da Idade Média, usando a bioarchaeologia como ferramenta.


Assim, pretende-se repensar a história social do início da Idade Média a partir de uma perspectiva que valoriza a diversidade eo dinamismo das comunidades camponesas, ao contrário das abordagens primitivos que ainda são predominantes para a caracterização desses grupos.


Para isso, alguns dos mais renomados especialistas europeus foram convidados a participar na conferência, tendo a diversidade disciplinar como uma prioridade. Os jovens investigadores vão também participar no congresso. Além disso, pretendemos organizar uma sessão de pôsteres a fim de acolher estudos específicos sobre estas questões.


  Programa provisorio:




Ir ao site de:  Archaeology of Farming & Humbandry

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Revista Digital de Arqueologia



A Revista Digital de Arqueologia tem por objetivo divulgar as intervenções de maior interesse realizadas no âmbito do Património Cultural, independentemente das mesmas terem tido lugar em contexto de estudo ou de obra. Neste sentido, foi requerida a participação de diversos investigadores e entidades que de forma direta, ou indireta, colaboram com a empresa Estradas de Portugal como o IGESPAR

A Revista Digital de Arqueologia inicia-se com a publicação dos presentes artigos, que ficam disponíveis online permitindo assim o fácil acesso a todos os interessados.


Artigos:

Alcariais de Odeleite - Março 2010

Intervenções do CEIPHAR em contexto de obra - Abril 2010

Povoado Romano da Quinta Nova - Julho 201

Património Arqueológico e Grandes Projectos Rodoviários - Outubro 2010

Paisagens Culturais e Valorização de Bens Arqueológicos - Novembro 2010

Pontão de Serpa - Janeiro 2011

Reabilitação de Pontes Históricas de Alvenaria - Janeiro 2011

Intervenções Arqueológicas na Freguesia de São Vicente de Giela 1 - Abril 2011

Escavação Arqueológica de um Forno Romano - Setembro 2011

Caraterização da Situação de Referência da Ponte do Paul do Magos - Novembro de 2011

Sondagens Arqueológicas na Ponte do Prado - Dezembro de 2011

Caraterização e Acompanhamento da Ponte do Prado - Dezembro de 2011

O Povoado da Fonte Quente - Dezembro 2011


Ir ao site da:  Revista Digital de Arqueologia

domingo, 24 de junho de 2012

Morre Etienne Rynne

Etienne Rynne, foto: Robert M Chapple

Este fim de semana falecia o Etienne Rynne, professor emérito de Arqueologia na Universidade Nacional de Irlanda - Galway. Durante a sua vida académica Etienne Rynne produciu uma extensa obra, centrada basicamente na Irlanda medieval e proto-histórica (pode-se consultar um resume da sua bibliografia aqui), sendo autor de obras como The Introduction of La Tène Into Ireland (1958), The Art of early irish illumination (1969), Cattle in ancient Ireland (1989).  Chuid eile i síocháin


TRABAJOS DE PREHISTORIA 69/1

TRABAJOS DE PREHISTORIA  69/1, 2012


Artículos

Primeras evidencias de arte mueble paleolítico en el sur de Portugal  pp. 7-20
María D. Simón Vallejo, Miguel Cortés Sánchez, Nuno Bicho

El grafismo rupestre paleolítico de la cueva de El Mirón (Ramales de la Victoria, Cantabria, España): una propuesta para su datación estratigráfica  pp. 21-36
Marcos García Díez, Manuel R. González Morales, Lawrence G. Straus

El tratamiento térmico en rocas silíceas, un procedimiento técnico para la talla  pp. 37-50
Joana Boix Calbet

La tecnología cerámica de los niveles IV y III en el yacimiento de Kobaederra (Cortézubi, Bizkaia). Aprovisionamiento y modificación de las materias primas  pp. 51-64
Miriam Cubas, Manuel García-Heras, David Méndez, Imanol de Pedro, Lydia Zapata, Juan José Ibáñez, Jesús Emilio González Urquijo

Nuevas evidencias sobre la organización espacial del asentamiento de la Edad del Cobre de Valencina de la Concepción: prospección geofísica entre La Pastora y Montelirio  pp. 65-79
David Wheatley, Kristian Strutt, Leonardo García Sanjuán, Coronada Mora Molina, José Peinado Cucarella

A media luz. Grabados de la Prehistoria Reciente en abrigos galaicos  pp. 80-102
Ramón Fábregas Valcarce, Carlos Rodríguez Rellán

Entendiendo la movilidad humana mediante tecnologías espaciales: el papel de las áreas naturales de tránsito en el Suroeste de la Península Ibérica durante la Prehistoria Reciente  pp. 103-122
Patricia Murrieta-Flores


Noticiario

Pinturas en el arte megalítico atlántico: Barnenez   pp. 123-132
Primitiva Bueno Ramírez, Rodrigo de Balbín Behrmann, Luc Laporte, Philippe Gouezin, Rosa Barroso Bermejo, Antonio Hernanz Gismero, José M. Gavira-Vallejo, Mercedes Iriarte Cela

El uso de trillos durante la Edad del Cobre en la Meseta española. Análisis traceológico de una colección de denticulados de sílex procedentes del ‘recinto de fosos’ de El Casetón de la Era (Villalba de los Alcores, Valladolid)   pp. 133-148
Juan Francisco Gibaja, Manuel Crespo, Germán Delibes, Julio Fernández, Cristina Fraile, José Ignacio Herrán, Antoni Palomo, José Antonio Rodríguez

¿La primera orfebrería del nordeste de la Península Ibérica? Nuevas aportaciones a partir de la cuenta áurea de Cau del Tossal Gros (Torroella del Montgrí, Baix Empordà, Girona)   pp. 149-161
Ignacio Soriano Llopis, Joaquim Soler Subils, Narcís Soler Masferrer

Aproximación a la discapacidad en una población de la cultura de El Argar  pp. 162-170
María G. Roca, Sylvia Jiménez-Brobeil, Ihab Al Oumaoui, Juan M. Tristán, Fernando Molina

Nota sobre una estela ibérica duplicada (Calaceite, Teruel) 
pp. 171-176
Ignacio Simón Cornago

Recensiones y Crónica científica  pp. 177-192
Gonzalo Aranda Jiménez, Luc Laporte, Josep M. Fullola Pericot, Germán Delibes de Castro, Richard J. Harrison, Ramón Fábregas Valcarce, Juan Manuel Vicent García, Dirk Brandherm, Mercedes Murillo-Barroso

Libros recibidos  pp. 193-194


Ir ao número da revista:  Trabajos de Prehistoria

sábado, 23 de junho de 2012

Boa noite e bom lume



A época do ano em que estas festas do lume se celebraram mais geralmente na Europa é o solstício de verão, na véspera (23 de junho) ou no dia do solstício (24 de junho). Tem-se-lhe dado um ligeiro tinge de cristianismo chamando-lhe dia de São João Baptista, mas não se pode duvidar de que esta celebração data de uma época muito anterior ao começo de nossa era.



O solstício estival, ou o dia solstício, é o grande momento do curso do solar no que depois de ir subindo dia a dia pelo céu, a alumiaria se para e desde então retrocede sobre os seus passos no caminho celeste.



[…] pude [o homem] sonhar em ajudar ao sol no seu aparente decaimento, poderia lhe sustentar nos seus desfalescentes passos e reacender o lume moribundo da vermelha candeia nas suas mãos debis.



Algo assim deveram ser os pensamentos que quiçá deram origem a estes festivais solsticiais dos nossos camponeses europeus. Qualquer que seja a sua origem, prevaleceram nesta quarta parte do mundo, desde a Irlanda ao ocidente, até Rússia ao oriente e desde Noruega e Suécia ao setentrião até Espanha e Grecia ao meio-dia.


[...] Segundo um escritor medieval, os três grandes rasgos da celebração do solstício foram as fogueiras, a procissão de fachos pelos campos e o costume de jogar a rodar uma roda

(James George Frazer, The Golden Bought, 1890)



Bom São João a todos, ... e que salteis bem a fogueira!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Mitologia dos Santos de Asturias



Mitoloxía de los Santos n´Asturies

Álvarez Peña, A., Mitoloxía de los Santos n´Asturies. Raigaños paganos del cristianismo. Trabe, Oviedo, 2012
ISBN: 978-84-8053-653-X


Desde vai uns dias temos nas nossas mãos um interessante livro titulado Mitoloxia de los Santos n´Asturies, o seu autor Alberto Alvárez Peña, a parte de bom amigo, e um dos etnógrafos mais interessantes que trabalham hoje em térreo peninsular.

Berto Álvarez Peña

Membro do Conceyu d'Estudios Etnográficos Belenos, ilustrador e debuxante, ademais de etnógrafo, Berto Alvárez Peña leva mais de 20 anos realizando um intenso e sistemático trabalho de campo para recuperar a tradição oral asturiana, que o tem levado a ser considerado uma autêntica referência na etnografia asturiana atual. Trabalho realizado desde uma perspetiva de "longa duração" que não desbota pescudar no mundo medieval, germánico e -sobre tudo- céltico



Dito isto o leitor, não errara, se pensa que este livro dedicado a um tema tão aquelado como a hagiografia popular, é uma obra de um considerável interesse.


Sinopse:
Este livro rastreia a traves da cultura popular e as igrejas asturianas as raízes pagãs das que bebeu e se alimentou o cristianismo dos primeiros tempos. Se como agora esta de moda dizer Europa é o que é pelo cristianismo, não esta demais recordar que este é o que é também polas influencias pagãs, que submergidas na corrente continua do monoteismo são ainda reconhecíveis na memoria coletiva da Astúrias de antano.


 INDEX




Postagem relacionada:  Mitologia de Peninsula Ibérica