terça-feira, 19 de junho de 2012

Revista Portuguesa de Arqueologia nº 14


REVISTA PORTUGUESA DE ARQUEOLOGIA 
Nº 14, 2011

Acaba de sair do prelo o último número da Revista Portuguesa de Arqueologia editada pelo IGESPAR, este número se correspondente ao ano 2011. Embaixo deixamos-vos como adianto o índice deste número da revista


  INDEX




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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Irlanda e o Mundo Romano

Ireland in a Roman World

Quando: 20-21 outubro
Onde: Dublin

As recentes discussões arqueológicas contemporâneas têm destacado a natureza fluida de das identidades e materialidades das pessoas que viveram dentro e fora das fronteiras do Império Romano. Através do trabalho de estudiosos como Richard Hingley, David Mattingly ou Andrew Gardner é hoje reconhecido que conceitos como emulação, receção e resistência, tem muito que ver coas decisões ações dos indivíduos, e coas suas oportunidades e de acesso ao que descrevemos co termo "romanização". Os novos costumes disputam seu protagonismo com as tradições locais para produzir uma muito peculiar romanidade local tanto dentro como fora do espaço provincial. Para entender o que era tornar-se romano, temos que considerar a negociação subtil que se estabelece entre o sujeito a sua comunidade e sua paisagem cultural

Materiais romanos na Irlanda, fonte: LIARI

Até muito recentemente o material romano em locais irlandeses foi amplamente considerado como anómalo ou intrusivo dentro da discurso da Idade do Ferro Tardia. Sem expectativa de contextos que poderiam conter evidências Romanas, os materiais foram classificados simplesmente como 'intrusos" e frequentemente "irrelevante" para sequências arqueológica da época. Descobertas e escavações recentes, junto coas novas linhas de pesquisa contemporânea tenhem levado a uma reconsideração do envolvimento da Irlanda com a administração romana nas províncias ocidentais.

O Rath dos Sínodos (Raith nd Senad) outeiro de Tara,  Meath, Irlanda

O projeto LIARI (Late Iron Age Roman Ireland), suportado pelo Discovery Program da Republica de Irlanda, foi projetado para investigar esse período formativo na história irlandesa a traves da pesquisa colaborativa dos principais estudiosos, dentro e fora da Irlanda, tarefa da que esta conferência interdisciplinar e internacional é parte titulada Ireland in a Roman World.

Nela se analisaram as formas em como as comunidades da Irlanda foram envolvidas com o mundo romano. O Congresso contara com académicos da Irlanda, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Dinamarca e os EUA que apresentaram trabalhos de temáticas como a Arqueologia, a História, desde os Estudos Clássicos, aos Estudos Célticos, abrangendo desde a Idade do Ferro até a Antiguidade Tardia e oferecendo assim uma oportunidade para reavaliares o povoamento, a sociedades e a economia de Irlanda num Mundo Romano.


 Programa provisório


+INFO no site de:  Ireland in a Roma World

LATOMUS 71/ 2

LATOMUS
71 / 2 2012


Articles

Carole Fry, Quelques principes généraux d'une stylistique de la métrique. L'exemple du substantif en premier mot de l'hexamètre dactylique latin  pp. 305-337

Maria José Pena y Marta Oller, Hipólito y Orestes en el santuario de Diana en Nemi : contaminaciones mitográficas antiguas y modernas. Análisis crítico de las fuentes literarias  pp. 338-372

Susan Satterfield, Intention and exotism in Magna Mater's introduction into Rome  pp. 373-391

Marc Dominicy, De Catulle 113 à Properce IV, 11, 65-66 pp. 392-403

Lindsey Vandevoorde, Augustales and Decuriones. Sixteen inscriptions from Narbonese Gaul pp. 404-423

Bernd Kreiler, Wann wurde die colonia Valentia in der Gallia Narbonensis gegründet?  pp. 424-427

José B. Torres, ¿Ovidio en Grecia? Una hipótesis abierta  pp. 428-443

Marco Carmignani, Petronio, Sat. 117 y Horacio, Serm. II, 7 : la parodiade la auctoratio pp. 444-450

Thomas Gärtner, Textkritisches zu den Epen des Statius pp. 451-468

Michaël Vannesse, Les usages de l'eau courante dans les villes romaines.Le témoignage de l'épigraphie pp. 469-493

Bernard Stenuit, Le texte d'Horace au XVIe siècle, avant Lambin pp. 494-506


Notes de lecture:

Anthony Álvarez Melero et Manuel J. Parodi Álvarez, Notes sur une inscription de la Baie de Cadix : l'épitaphe d'Optata Erennia pp.507-510


+INFO no site de:  LATOMUS

quinta-feira, 14 de junho de 2012

O Metal, do Obradoiro ao Corpo

Del Taller al Cuerpo
El Metal como expresión de poder en la Protohistoria del Noroeste

Quando: 3-4 de Julho
Onde: Santiago de Compostela


Os dias 3 e 4 de julho o Instituto de Ciências do Património (Incipit) do CSIC organiza uma reunião científica que levara por titulo Del Taller al Cuerpo. El metal como expresión de poder en la protohistoria del Noroeste, na que se estudaram os diversos aspetos do metal na proto-história do NW da Península Ibérica desde a sua produção e obtenção até os seus usos sociais e contexto social no que se o consumo do metal deve entender-se nessa época, afrontando de passo temas colaterais como o da guerra na Idade do Ferro ou de como deve entender-se o poder na proto-historia.

Para discutir tudo este amplo abano temático contara-se coa participação de alguns dos mais importantes especialistas em arqueometalurgia e na arqueologia da Idade do Ferro e do Bronze Final, como Richard Hingley (Univ. de Durham), Raquel Vilaça (Univ . de Coimbra), Alicia Perea (CSIC), Ignacio Montero (CSIC), Bea Comendador (Univ. de Vigo), etc., etc.

Por último dentro deste encontro discutira-se também o valor patrimonial dos artefactos arqueológicos e as estratégias e formas de comunicar esse valor a sociedade em geral. A continuação oferecemos-vos aqui abaixo o programa e outras informações de utilidade


 Programa
   



Postagem relacionada:  Olhando ao traves

Não pintar nas paredes


Vai um tempo numa anterior postagem colocáramos a modo de ilustração dos tópicos sobre as limitações cognitivas dos Neandertais este quadrinho cómico que agora coas recentes novas sobre a cronologia e autoria das pinturas de Altamira, Tito Bustillo e El Castillo, toma ironicamente um novo sentido: Novamente a realidade imitou a Arte, outra vez.


O Neandertal, Altamira e as origens da Arte

Os Neandertais poderão ter sido os primeiros artistas das Cavernas

Há milhares e milhares de anos, numa gruta em Espanha, há um homem de cócoras, virado para a parede, muito concentrado no que está a fazer. Quem se aproxima pode vê-lo de costas, com uma mão apoiada na rocha, imerso numa ténue nuvem de pó vermelho. Está a pintar a sua mão em negativo, soprando suavemente para cima dela um pigmento. O homem sente uma presença e vira-se. E agora, aqui vai uma adivinha: é um Homo sapiens ou um Neandertal?

Este é o enigma que tem agora pela frente uma equipa internacional de cientistas, da qual faz parte o conhecido arqueólogo português João Zilhão (actualmente a trabalhar na Universidade de Barcelona), cujos mais recentes resultados de datação de uma série de pinturas paleolíticas a publicar esta sexta-feira na revista Science, com direito às honras da capa da prestigiada publicação É que as novas datações fazem recuar, em cerca de dez mil anos, a idade das mais antigas pinturas das cavernas até agora conhecidas. E colocam, de facto, a hipótese de que os artistas destas obras tenham pertencido a esse outro tipo de humanos que conviveu com os homens modernos (nós) na Europa até à sua extinção, há cerca de 28 mil anos: os Neandertais.



Os cientistas, liderados por Alistair Pike, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, utilizaram um método até aqui pouco explorado na arquelogia para datar 50 pinturas espalhadas por 11 grutas do Norte de Espanha, entre as quais a famosa gruta de Altamira e mais duas — as de El Castillo e Tito Bustillo —, que, tal como Altamira, são Património Mundial da Humanidade.


Grãozinhos de calcite
Ao contrário da tradicional datação por radiocarbono, a técnica agora utilizada não exige que as amostras analisadas contenham vestígios orgânicos. Mede a desintegração radioactiva do urânio contido nas minúsculas estalactites de calcite (carbonato de cálcio) que se foram depositando por cima das pinturas ao longo de milénios. “Esta técnica, dita das séries do urânio em desequilíbrio”, diz Pike em comunicado, “é muito utilizada nas ciências da Terra e permite contornar os problemas do radiocarbono”.

Altamira, teito principal

E como salienta no mesmo comunicado um outro elemento da equipa — Dirk Hoffmann, da Universidade de Burgos —, “o avanço-chave é que o nosso método torna possível a datação de amostras de apenas dez miligramas, mais ou menos do tamanho de um grão de arroz, o que nos permitiu analisar [os minúsculos] depósitos que cobrem as pinturas”.



O que é que a idade da calcite permite dizer? Que a pintura que se encontra debaixo do depósito é, no mínimo, tão antiga — se não mais — do que esse depósito. Ora, acontece que, entre todas pinturas analisadas, algumas revelaram ser vários milhares de anos mais antigas do que qualquer outra pintura das cavernas alguma vez datada por radiocarbono. Assim, a idade de um disco vermelho pintado na gruta de El Castillo tem, segundo a nova técnica, 40.800 anos no mínimo, a de uma marca de mão em negativo na mesma gruta pelo menos 37.300 anos — e, na gruta de Altamira, no célebre grande painel policromado representado no tecto (e pintado em grande parte há uns 15 mil anos), há um símbolo “claviforme” (em forma de maço) que remonta a mais de 35.600 anos.

Duas hipóteses
A antiguidade destas pinturas vem “destronar” as da gruta Chauvet, no Sul de França, estimada por radiocarbono 30 mil anos e recentemente confirmada por métodos indirectos (ver “As pinturas da gruta Chauvet são as mais antigas do mundo” no Público de 08/05/2012).

Gova de Chauvet

Existem por enquanto dois cenários compatíveis com os resultados a publicar esta sexta-feira: ou os homens modernos já pintavam quando, há uns 41.500 anos, terão chegado à Europa (vindos de África) ou... os Neandertais, que já cá viviam há mais de 300 mil anos, terão sido “os primeiros artistas das cavernas”, como disse Zilhão numa teleconferência de imprensa organizada pela revista Science.



A se confirmar, este segundo cenário viraria do avesso a história “oficial” da arte pré-histórica na Europa. “Acho que 42 mil anos é actualmente o limite absoluto para além do qual não existem indícios significativos que possamos associar à presença de humanos modernos na Europa”, salientou João Zilhão. “Não há nada, absolutamente nada, antes disso. Portanto, se as imagens tiverem mais de 42 mil anos [o que é possível, uma vez que a datação só fornece uma idade mínima], isso implicaria neste momento que foram pintadas por Neandertais.”

Fonte:  Publico - Ana Gerschenfeld


Referência
A. W. G. Pike, D. L. Hoffmann, M. García-Diez, P. B. Pettitt, J. Alcolea, R. De Balbín, C. González-Sainz, C. de las Heras, J. A. Lasheras, R. Montes, J. Zilhão: "U-Series Dating of Paleolithic Art in 11 Caves in Spain" Science 336/6087,  20012  pp. 1409-1413   DOI: 10.1126/science.1219957


Postagem relacionada:  O mundo Simbólico do Neanderthal

Oxford Journal of Archaeology 31/2

Oxford Journal of Archaeology
Vol. 31/2, 2012


Original Articles

  
Colonizing contrasting Landscapes. The pioneer coast settlement and inland utilization in Southern Norway 10.000-9500 years Before Present   pp. 103–120
Sveinung Bang-Andersen

The East Mediterranean Late Bronze Age trade within the context of the Panaztepe finds   pp. 121–141
Nazli Çinardali-Karaaslan

Experiments with an old ceramic beehive   pp. 143–159
J.E. Francis

Chariot and Context: New radiocarbon dates form Wetwang and the Chronology of Iron Age burials and Brooches in East Yorkshire   pp. 161–189
Mandy Jay, Colin Haselgrove, Derek Hamilton, J.D. Hill & John Dent

Dating Coins, dating with coins   pp. 191–211
Kris Lockyear

The Construction/Deconstruction of the Cubiculum: An example from the Villa of Maternus at Carranque   pp. 213–224
Margherita Carucci

  

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quarta-feira, 13 de junho de 2012

A Estela de Fundão apresenta-se



O Museu Arqueológico do Fundão será apresentada oficialmente a recentemente aparecida estela de Fundão que é considerada a peça de maior tamanho topada até o momento dentro das chamadas estelas do sudoeste. A estela será apresentada em uma;conferência publica dada pola arqueóloga Raquel Vilaça da Universidade de Coimbra, que decorrera na próxima Segunda-feira, dia 18 de junho, às 18:00 horas.

Estela de Fundão, foto: Museu Arq. de Fundão

A estela foi identificada junto à aldeia do Telhado, pelos membros da equipa do Museu Arqueológico de Fundão, um enorme monólito granítico de cerca de 2,70m de altura, datada no Bronze Final entre o 1.200 e o 1.000 a.C. Na superfície da pedra encontram-se gravados vários elementos, entre os quais figuram um capacete, uma lança, uma espada e escudo com uma escotadura em V, elementos típicos de esta tipologia de monumentos.

Escudo com escotadura em v, imagem: Sociedade Trebarvna

Há distintas hipóteses sobre a função das estelas, uma das hipóteses assinala o seu uso como marcador de territórios e/ou rotas de passo ganadeiras segundo propusera Eduardo Galán, a outra considera que forem pensadas como lapide no local de uma sepultura, possibilidade que tem sido recuperada de forma bastante convincentemente por Sebastián Celestino no seu libro Estelas de Guerrero y Estelas Diademadas.




Postagem relacionada:  O Guerreiro na sua Chaira

Ficheiro Epigrafico 97



FICHEIRO EPIGRÁFICO
Nº 97 - 2012


Acaba de sair do prelo o ultimo número da revista Ficheiro Epigrafico, suplemento de Conímbriga que neste número está dedicado monograficamente às Estelas funerárias de Turgalium, o atual Trujillo na Estremadura espanhola


INDEX

434-441 - Estelas Funerarias de Tvrgalivm
Julio Esteban Ortela e José Antonio Redondo Rodríguez



Ir ao número da revista: Ficheiro Epigráfico

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O Centenário de um Clássico



As Formas Elementares
O Centenário de um Clássico

Quando: 15-18 outubro
Onde: Porto Alegre


Os dias 15-18 de outrubro o Núcleo de Estudos da Religião (NER) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, celebrará na cidade de Porto Alegre (Brazil) um coloquio intenacional para conmemorar os 100 anos da publicaçao de Les Formes Élémentaires de la Vie Religieuse de Emile Durkheim.


Programa

15 Outubro

17:30-19:30 – Sessão de Abertura
- Pronunciamento das autoridades institucionais
- Conferência de Abertura:  Les Formes Elementaires: Past, Present and Future
Edward Tiryakian – Prof. Emérito da Duke University


16 Outubro

14:30 – 16:30- O Sagrado e a Moralidade: As Formas e o Mundo Contemporâneo
Massimo Rosati [Universitá di Roma]
Raquel Weiss [UFRGS]

17:30-18:30 Nick Allen [Oxford University]
Seção Especial As Formas Elementares e a Obra de William Pickering.


17 Outubro

14:30 – 17:30: As Formas Elementares e a Questão do Conhecimento
Prof. Márcio de Oliveira - UFPR
Prof. Warren Schmaus [University of Illinois]
Prof. Susan Stedman Jones [British Centre for Durkheimian Studies]

19:00 – 20:30 – Passado e Presente da Recepção d`As Formas Elementares
Dr. Rafael Faraco Benthien [USP]
Prof. José Benevides [UFMA]
18/10/2012

14:30 – 16:30: Religião e Alteridade n`As Formas Elementares
Paula Montero [USP]
Matthieu Béra [Bourdeaux]

17:30 -18:30 – Conferência de Encerramento
William Watts Miller (University of Bristol)



+INFO no site do Congresso:  As Formas Elementares

domingo, 10 de junho de 2012

Numen - Novo número

NVMEN
Vol. 59, 4  2012


Ocular Pathologies and the Evil Eye in the Early Roman Principate
Nuño, Antón Alvar pp. 295-321

Altar of Words: Text and Ritual in Taittirīya Upaniad 2
Freedman, Yitzhak pp. 322-343

“Half Mandir and Half Gurdwara“: Three Local Hindu Communities in Manila, Jakarta, and Cologne
Hutter, Manfred pp. 344-365

Blending into the Religious Landscape: The Yoginīs in Benares
Keul, István pp. 366-402

Hermes in the Academy: Ten Years' Study of Western Esotericism at the University of Amsterdam. Edited by Wouter J. Hanegraaff and Joyce Pijnenburg. Amsterdam: Amsterdam University Press, 2009.
Bogdan, Henrik pp. 403-405

Magical Practice in the Latin West: Papers from the International Conference Held at the University of Zaragoza, 30 Sept.-1 Oct. 2005. Edited by Richard L. Gordon and Franciscó Marco Simón. (Religions in the Graeco-Roman World.) Leiden: Brill, 2009. 676 pp
Janowitz, Naomi pp. 406-409

Un horizon infini: Explorateurs et voyageurs français au Tibet (1846-1912). By Samuel Thévoz. Paris:Presses de l'Université Paris-Sorbonne, 2010. 475 pp.
Kværne, Per pp. 410-412

Religion, Economy, and Cooperation. Edited by Ilkka Pyysiäinen. Berlin and New York: De Gruyter, 2010. 240 pp
Mitkidis, Panagiotis pp. 413-415

Reflexive Gemeinschaft: Religion, Tradition und Konflikt bei den Parsi Zoroastriern in Indien. By Rafael Walthert. Würzburg: Ergon-Verlag, 2010. 270 pp
Rose, Jennifer pp. 416-423

Ireland's New Religious Movements. Edited by Olivia Cosgrove, Laurence Cox, Carmen Kuhling and Peter Mulholland. Newcastle: Cambridge Scholars Publishing, 2011. 425 pp
Rothstein, Mikael pp. 424-425


Ir a site do jornal:  Numen

As Formas Elementares da vida Religiosa - Livro



Cumprido o século da primeira edição da obra capital de Emile Durkheim as Formas Elementares da Vida Religiosa, traduzida a milheiros de línguas e que possivelmente seja uma mais influentes da história e antropologia das religiões, e a que periodicamente retornam para reformular o velho esquema durkheiniano os teóricos desta disciplina desde os mais diversos pontos de vista, desde a ciências cognitiva de Sosis e Alcorta a ecologia humana de Rappaport, ou os distintos funcionalismos e estruturalismos.

E pois este um bom intre para achegar-se ao texto original que a graças as bibliotecas digitais GallicaInternet Archive, podemos topar em formato acessível e descarregável livremente


Descarregar o livro:  Les Formes Elementaires ...

Repensando a Durkheim e Darwin

Biological and Cultural Evolution and Their Interactions
Rethinking the Darwinian and Durkheimian Legacy in the Context
of the Study of Religion,


Quando: 26-30 Junho
Onde: Aarhus, Suecia
    
   
O ano 2012 marca o centenário de Les formes élémentaires de la vie religieuse de Emile Durkheim . A Secção para o Estudo da Religião na Universidade de Aarhus estará comemorando o centenário de revitalizar um aspecto importante da obra de Durkheim, a questão evolutiva. O Pensamento evolucionário Cultural teve o seu apogeu from 1870-1920, e por várias razões, um ceticismo profundo da diversidade biológica e cultural pensamento evolucionista tornou-se enraizado nas ciências humanas.



Ele não apenas virou as costas sobre as perspectivas evolutivas, mas também na ciência em geral. Questões mais amplas relacionadas com a biologia humana e evolução cultural foram amplamente descartada com algumas exceções notáveis como Robert Bellah, Shmuel Eisenstadt e Jan Assmann.



O objetivo da presente conferência é revisitar questões evolutivas com um foco especial no estudo da religião. As Novas perspectivas na ciência cognitiva e psicologia evolutiva forneceram novas oportunidades para fundir as perspectivas evolutivas biológicas e culturais. Esta combinação dá a possibilidade de entender aos ser humano a partir da perspectiva durkheimiana de homo duplex, e dizer como sernatural e cultural.



A fim de este Congresso é examinar as possibilidades de revitalizar questões evolutivas da biologia e da cultura e as suas interações no contexto do estudo da religião, convidando para elo a estudiosos proeminentes com interesse em questões evolutivas como Robert Bellah, Pascal Boyer, Jan Bremmer, Joseph Bulbulia, Merlin Donald, Eva Jablonka, Russel Gray, Bernhard Lang, Alexandra Maryanski, Doron Mendels ou Jonathan Turner.


 Programa:




+INFO no site de:  Biological and Cultural Evolution

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Terrritórios de Fronteira - Palestras


Irá decorrer no Museu Nacional de Arqueologia de Portugal às 18 horas do próximo dia 11 de Junho de 2012 uma nova quenda de palestras ciclo Territórios de Fronteira co-organizado pelo Grupo de Estudos em Evolução Humana (GEEVH), pelo Museu Nacional de Arqueologia (MNA) e pelo Núcleo de Arqueologia e Paleoecologia da Universidade do Algarve (NAP).


O ciclo inclui as palestras:


O Tejo como via de comunicação na Antiguidade Clássica
Joao Pimenta, Camara Municipal de Vila Franca de Xira

Tuberculose em retrospetiva: uma história de adaptação que cruza milénios e mares
Ana Luisa Santo. CIAS/ DCV Univ. de Coimbra

Stasis e mudança numa ilha oceânica: algumas reflexões preliminares sobre Chipre e os restos faunísticos entroncados em Khirokitia (Neolítico sem Cerâmica) durante as escavações dirigidas por Alain e Odile Le Brun entre 1977 e 2007
Simon Davis, IGESPAR