quinta-feira, 7 de junho de 2012

Encontros Coloniais na Península Ibérica - Livro


COLONIAL ENCOUNTERS IN ANCIENT IBERIA

Dietler, M. & López-Ruiz, C. (edit.), Colonial encounters in ancient Iberia: Phoenician, Greek, and indigenous relations. University of Chicago, Chicago, 2009
ISBN: 9780226148472


Sinopse:
Durante o primeiro milénio aC, produzirem-se complexos encontros culturais entre os colonos fenícios e gregos e os nativos da Península Ibérica, que transformarem a região e influenciou toda a história do Mediterrâneo.Colonial Encounter in Ancient Iberia é dos primeiros livros escritos em Inglês, que se centra no caso do mundo colonial hispânico explorando tanto as antigas colonias como as sociedades indígenas da Peninsula Ibérica

Escavações em Ampurias, foto: M. Tenreiro

De acordo coa própria duplicidade disciplinar dos editores, Michael Dietler um arqueólogo, Carolina López Ruiz, uma filóloga, neste volume reunem-se uma ampla gama de disciplinas académicas, desde a filologia clássica e a crítica de fontes, a história, a antropologia e a arqueologia.

Tesouro orientalizante de La Aliseda

Além do estudo de casona obra também se realiza um análise comparativa do próprio colonialismo como fenómeno, pranteando-se temáticas como a do comércio e as formas consumo, e como estes elementos vão mudando a cultura dos implicados em distintos aspetos; as paisagens urbanas, as formas de vida, representação e poder. Ao respeito o livro conta com uma magnífico capítulo introdutório, de Dietler, autêntica síntese das linhas teórica nos estudos do colonial


 INDEX




Pode que também te interesse:  Que é um Empório?

Fenícios e Indigenas no Tejo

A ocupação da foz do Estuário do Tejo em meados do Iº milénio a.C.
O Tejo palco de interação entre Indígenas e Fenícios

Quando: 12 de junho
Onde: Vila Franca de Xira

O proximo dia 12 de Junho pelas 16h, decorrera no Museu Municipal de Vila Franca de Xira dentro do cliclo Vila Franca de Xira há três mil anos. O Tejo palco de interação entre Indígenas e Fenícios, uma conferencia cargo da arqueologa Elisa Sousa, que tera por titulo A ocupação da foz do Estuário do Tejo em meados do Iº milénio a.C.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Hospitalidade e Patronato em Hispânia


HOSPITALIDAD Y PATRONATO

Balbin Chamorro, P.: Hospitalidad y Patronato en la Península Ibérica durante la Antigüedad. Junta de Castilla y León, Salamanca, 2006
ISBN: 84-9718-367-3


questão das relações de hospitalidade e especificamente o chamado Pactos de Hospitalidade (Hospitium) é um dos temas recorrentes do estudo da Antiguidade hispânica. Neste sentido, este livro que recolhe o que fora a tese da autora, Paloma Balbin Chamorro constitui uma revisão e atualização de uma temática fundamental para compreender como funcionam as relações sociais que operam no mundo pré-romano indígena e assim mesmo como se produz a integração dele no contexto das novas estruturas imperiais.

A autora, da acordo com uma linha desenvolta em outros artigos, leva a cabo esta posta ao dia através de linhas paralelas de inquérito, por um lado a revisão crítica das diversas teorias ao longo dos anos têm planejadas o qual a leva a questões como a da identidade ou diferença das instituições do Patronato e a Hospitalidade, a natureza dessas formas institucionais no mundo antigo e sua relação com o status das comunidades dentro do Estado romano. Também ligado a elo a autora faz um catálogo exaustivo de toda a documentação epigráfica conhecida sobre esta instituição na Península Ibérica.

Em uma outra abordagem, a autor apresenta uma leitura do Hospituum como uma instituição de longa duração, alongando a perspetiva de seu estudo para o mundo medieval, como acrescimento da possibilidade de utilizar os dados desse período como analogia para a compreensão do funcionamento da hospitalidade na Antiguidade hispana


 INDEX




Hospitalidade, Estranhos e Ambiguidade - JRAI


JRAI Vol. 18, Supplement 1
The return to hospitality: strangers, guests, and ambiguous encounters



Preface
MATEI CANDEA & GIOVANNI DA COL pp. III–IV
    
   
Original Articles

The return to hospitality
MATEI CANDEA & GIOVANNI DA COL pp. 1–19

Breaking hospitality apart: bad hosts, bad guests, and the problem of sovereignty
ANDREW SHRYOCK  pp. 20–S33

Derrida en Corse? Hospitality as scale-free abstractio
MATEI CANDEA  pp. 34–48

Making guests, making ‘liveliness’: the transformative substances and sounds of Manggarai hospitality
CATHERINE ALLERTON  pp. 49–62

You have full text access to this content. Hospitality and tone: 
holding patterns for strangeness in rural Mongolia
CAROLINE HUMPHREY  pp. 63–75

You have full text access to this content
Arresting hospitality: the case of the ‘handshake in space’
DEBBORA BATTAGLIA  pp. 76–89

Visitors from hell: transformative hospitality to ghosts in a Lao Buddhist festival
PATRICE LADWIG pp. 90–102

The captive guest: spider webs of hospitality among the Nuosu of Southwest China
KATHERINE SWANCUTT  pp. 103–116

Fatal embrace: trading in hospitality on the frontiers of South and Central Asia
MAGNUS MARSDEN  pp. 117–130

Parasitic Chinese, vengeful Russians: ghosts, strangers, and reciprocity in Mongolia
GRÉGORY DELAPLACE  pp. 131–144

The experimental hut: hosting vectors
ANN H. KELLY  pp. 145-160

‘Luck in the double focus’: ritualized hospitality in Melanesia
ROY WAGNER  pp. 161–174

The poisoner and the parasite: cosmoeconomics, fear, and hospitality among Dechen Tibetans
GIOVANNI DA COL  pp. 175–195

The friend, the enemy, and the anthropologist: hostility and hospitality among the Parakanã (Amazonia, Brazil)
CARLOS FAUSTO  pp. 196–209

Afterword: reciprocating the hospitality of these pages
MICHAEL HERZFELD pp. 210–217


Ir ao número da revista:   JRAI

terça-feira, 5 de junho de 2012

EIAAS 2012 -Convocatória

Tracing the Portable Past
1º EIAAS – European Iron Age Artefacts Symposium

Quando: 6-7 Outubro
Onde: Leicester


O departamento de Arqueologia e História Antiga da Universidade de Leicester organiza em outubro de este ano o primeiro European Iron Age Artefacts Symposium. O evento pretende reunir estudantes de pós-graduação cuja pesquisa envolve rincipalmente o estudo de aspetos materiais da Idade do Ferro europeia. Ela fornecerá uma plataforma amigável e de suporte para a discussão, liderada por estudosos em vários campos, e um ambiente estimulante no qual compartilhar os resultados, desenvolver ideias e incentivar o debate sobre as direções futuras no campo dos estudos da Idade do Ferro dentro de um contexto multidisciplinar. Como um encontro interdisciplinar o EIAAS está aberto não só para estudantes de Arqueologia e História Antiga, mas as contribuições de outras áreas e departamentos são bem-vindos (como Museologia, Engenharia e Química).


A apresentação de resumos de comunicaçoes esta aberto até o dia 31 de Julho de 2012


 Convocatória



+INFO no site do:  EIAAS 2012

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Povoamento romano no Alto Alentejo

Povoamento rural romano no Alto Alentejo
Acaso ou estratégia?
       
Quando: 5 de junho
Onde: Museu Arqueológico do Carmo


Organizada pela Associação de Arqueólogos Portugueses (APP), realiza-se no dia 5 de Junho de 2012, às 18h, no Museu Arqueológico do Carmo - Largo do Carmo, em Lisboa a conferência "Povoamento rural romano no Alto Alentejo: Acaso ou estratégia?", impartida pelo arqueologo André Carneiro membro do Centro de História de Arte e Investigação Artística (CHAIA) da Universidade de Évora



domingo, 3 de junho de 2012

Inauguração do CEDIEC

CEDIEC, um centro de vocação europeia único em Portugal

À margem do Colóquio Internacional “Simulacra et Imagines Deorum. O Rosto das Divindades”, foi inaugurado o Centro Europeu de Documentação e Interpretação da Escultura Castreja (CEDIEC), na envolvente do Museu Rural de Boticas, que visa valorizar as expressões artísticas proto-históricas do Noroeste peninsular.

A partir de hoje, seremos uma janela aberta ao mundo na área da cultura castreja”. Palavras do presidente da Câmara Municipal de Boticas, Fernando Campos, no primeiro dia de vida do Centro Europeu de Documentação e Interpretação da Escultura Castreja (CEDIEC), inaugurado na passada quinta-feira, 24 de Maio. O acto solene contou com a presença de Luís Raposo, director do Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, onde estão as estátuas originais do Guerreiro Galaico encontradas no concelho, e da Directora Regional da Cultura do Norte, Paula Silva.



Desde mós, moedas e uma maquete do Outeiro Lesenho às armas usadas pelos povos indígenas e vídeos explicativos, o CEDIEC reúne um interessante espólio de peças arqueológicas ao lado de salas de documentação e de investigação, uma biblioteca e a réplica de um balneário castrejo no exterior, que deverá ficar concluída no verão. Contudo, os maiores atractivos são as réplicas dos quatro Guerreiros Galaicos achados no Outeiro Lesenho e uma do Guerreiro de Sanfins.



Além de museu, que irá receber futuramente réplicas de guerreiros achados em Glauberg, na Alemanha, este espaço será sobretudo “um repositório de toda a documentação que existe em qualquer parte do mundo, em qualquer língua, sejam originais, réplicas ou digitalizados, o que significa que as pessoas que queiram vir estudar essa época podem fazê-lo aqui em conexão com qualquer ponto do mundo onde haja também referências”, explicou Fernando Campos. Um acervo científico, histórico e documental que estará sempre disponível. “O saber e a inspiração não têm hora de funcionário público e um estudioso pode a qualquer momento levantar-se e ir para a biblioteca, entrar na Internet e procurar imagens virtuais relacionadas com a área da cultura castreja em qualquer parte do mundo”, notou ainda o autarca botiquense.



Para Luís Raposo, que dirige o Museu Nacional de Arqueologia há 16 anos, “o Guerreiro Galaico foi sempre um grande símbolo nacional” e juntar várias valências (museu e centro de documentação) numa só instituição é um “caso único no país”



Deste modo, “qualquer pessoa que queira estudar escultura monumental castreja, é aqui que tem de vir. Serve o turista, que vem a Boticas pela boa gastronomia, paisagens, monumentos, pesca e várias actividades. Serve as escolas, por toda a valência exterior lúdica e um balneário castrejo. Serve o estudioso […], o escritor, o sacerdote, o filósofo, o místico, ou seja, qualquer pessoa que num momento do seu percurso de vida entendeu que castros, motivos castrejos, príncipes castrejos, deuses castrejos é um tema que lhe diz algo e quer produzir algo [sobre ele], sublinhou o arqueólogo, no acto inaugural do CEDIEC.

Aos botiquenses, Luís Raposo prometeu ainda “divulgar o mais possível este conceito inovador”.


O Centro “vai atrair turismo especializado” para Boticas
“Retratar uma das expressões artísticas mais originais da nossa região e da proto-história europeia” é o objectivo primordial do CEDIEC, notou o docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Armando Coelho, que ministra um doutoramento em Museologia. 



Para o coordenador científico deste projecto financiado por fundos comunitários, a localização de um centro de vocação europeia tem razão de ser em Boticas, já que os quatro guerreiros encontrados no Outeiro Lesenho seriam “quatro chefes de entidades étnicas instaladas na região que se juntaram, num momento de crise, certamente aquando da chegada dos romanos nos tempos de Augusto, para celebrar entre si um pacto perante a divindade, oferecendo-lhe um sacrifício”.



O CEDIEC será “um sítio de estudo”, onde será aprofundada a investigação arqueológica relacionada com o Lesenho, mas também um espaço “de lazer e visita agradável para pensar e reflectir, que também é muito preciso nos tempos em que estamos”, considerou Armando Coelho, convicto que o centro irá atrair os olhares e as atenções dos investigadores estrangeiros, criando “um turismo especializado”, que junto com o cultural, “será o turismo do futuro”.



Em paralelo com a sua inclusão na futura “Rota Castreja”, o Outeiro Lesenho, onde estão a ser recuperadas as muralhas do Castro, classificado Imóvel de Interesse Público e que terá um núcleo interpretativo na antiga casa florestal, continuará a ser alvo de estudo em rede com outras entidades, sendo algumas já parceiras do município de Boticas na implementação do CEDIEC, nomeadamente: Universidade de Lisboa, Universidade do Minho, Ministério da Cultura, IGESPAR, Instituto Arqueológico Alemão de Madrid (Espanha), UNIARQ, Liga dos Amigos do Museu Nacional de Arqueologia e Grupo de Amigos dos Guerreiros Castrejos (Gucas).



Com conclusão prevista para o Verão do CEDIEC, a réplica do balneário do Castro das Eiras, construída a partir de ruínas existentes em Vila Nova de Famalicão, e exposta em 2008 no Museu Nacional de Arqueologia onde foi visitada por mais de 100 mil pessoas, irá deliciar os curiosos de passagem por Boticas, que poderão realmente experimentar o ritual do banho de sauna e água fria, outrora sagrados e símbolo de iniciações e renovações.

Fonte: Diario Atual - Sandra Pereira


Postagem relacionada:  Simulacra Deorum

sábado, 2 de junho de 2012

Conimbriga - Novo número


CONIMBRIGA
VOL XLIX, 2010

Robert Étienne - In memoriam


Artigos

Ficaria na Galiza a cidade de Celtica Flavia?
Jorge Alarcão pp. 7-14

Epigrafia, notáveis e estatuto urbano: Ammaia revisitada
José d'Encarnação e José Beleza Moreira pp. 41-68

Arqueologia das cidades de Beja, un projecto da ciência da epiderme das terras que emergem
Maria Conceição Lopes pp. 69-86

The last Lusitanian senator
Leonard A. Curchin pp. 87-96

Burdigala et l'organization de la province romaine d'Aquitaine
Patrick Le Roux pp. 97-118

Production d'amphores et production de salaisons de poisson: rythmes chronologiques sur l'estuaire
du Sado
Françoise Mayet e Carlos Tavares da Silva pp. 119-132

Sondagem junto ao poço da oficina de salga I de Tróia
Inès Vaz Pinto, Ana Patrícia Magalhães e Patrícia Brum pp. 133-160

De L'union des îles à leur séparation: l'organization administrative de la Corse et de la Sardaigne au Ier siècle
François Michel pp. 161-182

Os grafitos da muralha almoáada de Alcácer do Sal
Nicole Danièle Cottard e António Rafael Carvalho pp. 183-224

Em pars incerta. Estruturas e dependências agrícolas nas villae da Lusitânia
André Carneiro pp. 225-250


Recensões Bibliográficas

Jorge de Alarçao, As casas da Zona B de Conimbriga, Ceaucp, 2010
José d´Encarnação

Nótulas bibliográficas
José d´Encarnação


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Anthropology of this Century nº 4


 Nº 4 - 2012


INDEX

James Laidlaw:
ONTOLOGICALLY CHALLENGE.
Not quite shamans: spirit worlds and political lives in Northern Mongolia, by Morten Axel Pedersen

Andrew Beatty:
RETURN TO THE FIELD

Henrike Donner:
LOVE AND MARRIAGE, GLOBALLY
Invitations to love: literacy, love letters, and social change in Nepal by Laura M. Ahearn; Modern loves: the anthropology of romantic courtship and companionate marriage edited by Jennifer S. Hirsch & Holly Wardlow

Jonathan Spencer:
WHO IS THE ENEMY?
Talking to the enemy: violent extremism, sacred values and 
what it means to be human by Scott Atran

Brian Juan O´Neill:
MIRACULOUS EURASIA
The Eurasian miracle by Jack Goody

Jason Hickel:
LIBERALISM AND THE POLITICS OF OCCUPY WALL STREET


Feauture Article

Michael Lambek:
FACING RELIGION, FROM ANTHROPOLOGY


Ir ao site da revista:  Anthropology of this Century

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Uma vida na arqueologia - Barry Cunliffe



Entrevista ao que é um dos mais importantes arqueólogos no campo da Idade do Ferro e os Estudos Célticos na atualidade, amais de um dos heróis particulares de quem isto escreve, Barry Cunliffe.

Nela este arqueólogo catedrático emérito de Arqueologia Europeia na Universidade de Oxford faz um percorrido biográfico pela sua vida dentro da arqueologia, desde a sua nenés e os primeiros contactos co arqueológico, passando pela sua época de estudante e dos diversos mestres e figuras da arqueologia de aquele então e como o influíram, e a sua própria lavoura arqueológica em jazigos tão importantes e senlheiros como Bath ou Danebury, ou a sua pesquisa na Península Ibérica.

Um interessante documento sobre uma das figuras essenciais da arqueologia britânica e mundial do século passado e a atualidade.


Descarrega o video em:  Oxford Potcats

PORCOM, OILAM, TAUROM - Livro


PORCOM, OILAM, TAUROM

Correia Santos, M. J (coord.), Porcom, Oilam, Taurom. Cabeço das Fráguas: o santuário no seu contexto. Actas da Jornada realizada no Museu da Guarda a 23 de Abril de 2010. Arqueografias nº 6, 2010
ISSN: 1646-2858


Acaba de sair do prelo o número 6 da revista digital Arqueografias - Revista de Estudos Ibéricos, editada pelo Centro de Estudos Ibéricos de Portugal (CEI), o pressente número esta adicado monograficamente a conhecida inscrição e santuário lusitano de Cabeço das Fraguas, recolhendo as atas de uma reunião cientifica sobre este tema celebrada no Museu da Guarda o dia 23 de abril de 2010.

O Cabeço das Fraguas, Pousafoles do Bispo (Sabugal), foto: João Paulo Cabral

Nesse Workshop se trataram diversos aspetos de esta inscrição (linguísticos, epigráficos, religiosos, etc.) e temas relacionados como a romanização e o povoamento da região onde o Cabeço se topa. O volume esta editado e coordenado pela Dr. Maria João Correia Santos da Universidade de Saragoça, e por aquel então bolseira no Instituto Arqueológico Alemão (DAI)e conta coa participação de diversos especialistas de prestígio de Espanha, Portugal e Alemanha.

O Cabeço das Fraguas, foto: João Paulo Cabral

O volumem é acessivel on-line na pagina web do CEI. A continuaçao oferecemosvos como adianto o indice da obra.


INDEX

Apresentação

Apresentação institucional - Alexandra Isidro, Dirce Marzoli e Dulce Helena Pires Borges

Introdução - Thomas G. Schattner e Maria João Correia Santos


O contexto arqueológico

“Um mundo entre mundos”. O grupo Baiões / Santa Luzia, sociedade; metalurgia e relações inter-regionais - João Carlos de Senna-Martínez

O povoamento romano no concelho da Guarda - Vítor Pereira


O contexto epigráfico-linguístico

La epigrafía latina de la provincia de Salamanca como fuente para el estudio de los santuarios rurales - Manuel Salinas de Frías

Postoloboso, Cabeço das Fráguas, Monte do Facho: tres ejemplos de la romanización en la parte indoeuropea de la Hispania antigua - Michael Koch


Cabeço das Fráguas y el sacrificio indoeuropeo - Blanca María Prósper

Lengua y onomástica: las inscripciones lusitanas - Joaquín Gorrochategui e José María Vallejo

Las divinidades del Cabeço das Fráguas y la gramática de la lengua lusitana - Jürgen Untermann


O Cabeço das Fráguas

O Santuário do Cabeço das Fráguas através da arqueologia - Maria João Correia Santos e Thomas G. Schattner

Breve observação sobre a representação processional no ocidente hispânico - Thomas G. Schattner

O Cabeço das Fráguas e a concepção de espaço sagrado na hispania indo-europeia - Maria João Correia Santos



Descarregar o livro:   Porcom, Oilam, Taurom

Cambridge Archaeological Journal - novo número


Cambridge Archaeological Journal 
22/2, 2012


Articles

The Good Prince: Transition, Texting and Moral Narrative in the Murals of Bonampak, Chiapas, Mexico
Stephen Houston pp 153 - 175

Decorating the Neolithic: an Evaluation of the Use of Plaster in the Enhancement of Daily Life in the Middle Pre-pottery Neolithic B of the Southern Levant
Joanne Clarke pp 177 - 186

Mide Rock-paintings: Archaeology by Formal and Informed Methods
Rex Weeks pp 187 - 207

Bears and Meanings among Hunter-fisher-gatherers in Northern Fennoscandia 9000–2500 BC
Knut Helskog pp 209 - 236

Thinking a Bow-and-arrow Set: Cognitive Implications of Middle Stone Age Bow and Stone-tipped Arrow Technology
Marlize Lombard and Miriam Noël Haidle pp 237 - 264

The Long and Winding Road that Leads to Angkor
Charles Higham pp 265 - 289

Reviews     

Interpreting Ancient Figurines: Context, Comparison, and Prehistoric Art, by Richard G. Lesure, 2011. Cambridge University Press
Katina T. Lillios pp 291-292

Beyond the Blockade: New Currents in Cuban Archaeology, edited by Susan Kepecs, L. Antonio Curet & Gabino la Rosa Corzo, 2010. Tuscaloosa (AL): University of Alabama Press
William F. Keegan pp 292 - 294

Becoming Neanderthals: the Ealier British Middle Palaeolithic, by Beccy Scott, 2011. Oxford: Oxbow Books
Philip R. Nigst pp 294 - 295

Networks of Power: Political Relations in the Late Postclassic Naco Valley, Honduras, by Edward Schortman & Patricia Urban, 2011. Boulder (CO): University of Colorado Press
Gyles Iannone pp 295-297

Fluid Pasts: Archaeology of Flow, by Matt Edgeworth, 2011. Bristol: Bristol Classical Press
Paul Rainbird pp 297 - 298

The Palaeolithic Origins of Human Burial, by Paul Pettitt, 2010. London: Routledge
April Nowell pp 298 - 299

Archaeomalacology Revisited: Non-dietary Use of Molluscs in Archaeological Settings, edited by Canan Çakırlar, 2011. Oxford: Oxbow Books
Marcello A. Mannino pp 299 - 300

The Oxford Handbook of Anglo-Saxon Archaeology, edited by Helena Hamerow, David A. Hinton & Sally Crawford, 2011. Oxford: Oxford University Press
Sam Turner pp 300 - 301

Artefacts in Roman Britain: Their Purpose and Use, edited by Lindsay Allason-Jones, 2011. Cambridge: Cambridge University Press
Michael Fulford p 302 - 303

Flint and Stone in the Neolithic Period, edited by Alan Saville, 2011. Oxford: Oxbow Books
Annelou van Gijn pp 303 - 304

Social Anthropology and Human Origins, by Alan Barnard, 2011. Cambridge: Cambridge University Press
John Gowlett pp 304 - 306

Biomolecular Archaeology: an Introduction, by Terry Brown & Keri Brown, 2011. Chichester: Wiley-Blackwell
Hugo Oliveira pp 306 - 307

Late Roman Towns in Britain: Rethinking Change and Decline, by Adam Rogers, 2011. Cambridge: Cambridge University Press
Andrew Gardner pp 307 - 308


Ir ao número da revista:   CAJ 22/2

terça-feira, 29 de maio de 2012

Castro e Castra em Cantábria - Livro on-line



Castros e Castra em Cantábria
     
Serna Gancedo, M. L., Martínez Velasco, A. e Fernández Acebo, V. (cords.),Castros y Castra en Cantabria. Fortificaciones desde los orígenes de las Edad del Hierro a las guerras con Roma, catalogo, revisión y puesta al día. Acanto, Santander, 2010, 790 pags.
ISBN:  978-84-613-6941-6


Depois de passado o tempo precetivo e ante o interesse do livro a Federação de Associações para a defensa do Património Cultural e Natural de Cantábria (ACANTO) bem de por ao dispor on-line para a sua descarrega o livro Castros y Castra en Cantabria. Este livro é o resultado de um projeto principiado no ano 2004 pelo Instituto de Estudios Prerromanos y de la Antigüedad de Cantabria (IEPA), para fazer uma posta ao dia e atualização bibliográfica sobre o estado da investigação e conhecimento de tudo-los assentamentos tipo castra em Cantábria, tanto os propriamente ditos castra romanos como as fortificações indígenas da Idade do Ferro que por extensão também tem recebido o nome do de castro.



A obra divide-se em duas partes uma geral sobre o povoamento o conceito de castro, o território e o paleo-ambiente, e uma segunda parte na que se oferece um exaustivo catalogo de jazigos passando revista a bibliografia e ao estado da investigação em cada um deses sítios arqueológicos da atual Cantábria, já por questões puramente administrativa for necessário deixar fora outras áreas do território dos antigos cântabros situadas nas atuais comunidades autónomas de Astúrias e Burgos.



Castro e Castra é o resultado da colaboração de mais de 60 autores e colaboradores que desde distintas perspetivas abordam os multiples aspetos que se fazem presentes no período que vai desde os inícios da Idade do Ferro até a chegada de Roma, tratando extensamente o tema das chamadas Guerras Cântabras e dos achádegos arqueológicos que nos últimos anos, fruto sobre tudo do inestimável trabalho de Eduardo Peralta Labrador, se tem dado neste âmbito de pesquisa e geografico. O livro bem a cumprir o papel de proporcionar uma obra de síntese sobre esse período cobrindo o que era, a pesares da ingente bibliografia espeficica existente sobre varias das temáticas que desenrola a obra, um importante valeiro na bibliografia.


Descarrega o livro:  Castros e Castra en Cantabria

Entre a ciência, a docência e a política - Livro


Entre a ciência, a docência e a política

Martins, A.C (edit.), Mendes Corrêa (1888-1960), entre a ciência, a docência e a política. ACD Editores, Lisboa, 2011

Quando: 31 de maio
Onde: Lisboa


A próxima Quinta-Feira, dia 31 de Maio, será a apressentaçao do livro Mendes Correia (1888-1960) entre a ciência, a docência e a política, o ato terá lugar pelas 18:00 horas no no Auditório Armando Guebuza, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Campo Grande, Lisboa).

O livro recolhe as contribuçoes no 1º Seminário de História do Património e da Ciência que fora organiçado em 2010 pelo Núcleo de História da Universidade Lusófona de Lisboa que fora dedicado monograficamente a figura de este pesquisador


INDEX

. Apresentação - O indivíduo, a ciência e a história

. Preâmbulo

. Patrícia Ferraz Matos - A vida e a obra do Professor Mendes Correia (1888-1960); articulações entre antropologia, nacionalismo e colonialismo em Portugal

. Ana Cristina Martins - Mendes Corrêa (1888)-1960 e a arqueologia coeva: (en)trechos

. João Luís Cardoso - O Professor Mendes Corrêa (1888-1960) e a arqueoloiga portuguesa: breve síntese

. Catarina Casanova - O papel de Mendes Corrêa enquanto referência na antropologia biológica em Portugal: caminhos e percursos da Primatologia

. Teresa Salomé Mota - Mendes Correia, um "posto avançado" na defesa da Geologia em Portugal