quinta-feira, 24 de maio de 2012

Social Evolution & History



Social Evolution & History é um jornal académico internacional avaliado por pares (peer-review) focado no desenvolvimento e evolução das sociedades humanas no passado e presente. Além de artigos originais de pesquisa, a evolução social e História inclui notas críticas e uma secção de resenha de livros. A revista tem dedicado assim mesmo números monográficos a distintos temas centrados na evolução das sociedades humanas desde uma perspetiva multidisciplinar na que conjugam as apartações Antropologia, sociologia, história ou arqueologia, sobre temas como a natureza e variedade dos sistemas de chefia, a origem e evolução do Estado ou da vida urbana, etc.

Social Evolution & History é publicada com uma periodicidade de dois números por ano, pela editorial russa Uchitel Publishing House, sendo os seus editores antropólogos e historiadores económicos de esta mesma nacionalidade: Dmitry Bondarenko, Leonid Grinin e Andrey  Korotayev. Os números íntegros do jornal estão disponíveis na sua totalidade em on-line, em pdf até dois anos antes do último número e em formato html os artigos desta derradeira entrega (nº 10/2) da que abaixo vos oferecemos o index


INDEX

Articles:

Kurtz, Donald V.
The Evolution of Social Organization

Barry III, Herbert
Direct Evolutionary Links with Food from Domesticated Animals

Macdonald, Charles J.-H.
Primitive Anarchs: Anarchism and the Anthropological Imagination

Vahia, Mayank N. ; Yadav, Nisha
Reconstructing the History of Harappan Civilization

Shinakov, Evgeniy A. ; Polyakova, Svetlana G.
Comparative Analysis of the Process of Initial State Genesis in Rus' and Bulgaria

Cherkasov, Аleksander А.
All-Russian Primary Education (1894–1917): Developmental Milestones

Review Essay:

Borbone, Giacomo
Review of Krzysztof Brzechczyn, Idealization XIII: Modeling in History


Ir ao site da revista:  Social Evolution & History

domingo, 20 de maio de 2012

Paleo-Facebook

'Facebook' da Idade do Bronze descoberto por especialistas de Cambridge

Arte rupestre tem sido comparada a uma forma pré-histórica de Facebook por um arqueólogo Cambridge.

Mark Sapwell, que é uma estudante de doutoramento de arqueologia na Faculdade do St John’s College, acredita ter descoberto uma "versão arcaica" do site da rede social, onde os utilizadores partilham pensamentos e emoções e dão selos de aprovação para outras contribuições - semelhante ao Facebook "gosto".



Imagens de animais e eventos foram desenhados nas faces rochosas em Rússia e norte da Suécia para se comunicar com tribos distantes e os seus descendentes durante a Idade do Bronze.



Eles formam toda uma linha do tempo preservada em pedras que abrangem milheiros de anos. Sapwell disse: "Como um muro no Facebook convidam ao comentário, a arte rupestre parece ser muito social e predispor à adição – o jeito de entende-las é velas como as variações de uma imagem num espelho e reinterpretar esses atos como uma espécie de chamada e resposta entre diferentes grupos de caçadores ao longo de centos - talvez milhares -. de anos"

Os dois sites que ele está investigando, Zalavruga na Rússia e Nämforsen no Norte da Suécia, contenhem cerca de 2.500 imagens de animais, pessoas, barcos, cenas de caça e até mesmo os primeiros centauros e sereias.



Ele está usando a última tecnologia para analisar os diferentes tipos, carateres e tropos nas milhares de imagens gravadas nos dois afloramentos graníticos, onde as paisagens de arte de inícios Idade do Bronze se estendem por áreas rochosas do tamanho de campos de futebol



Sapwell, explica: "Estes sites estão recorrentemente em redes hidrográficas, e o barco é o meio mais provável com que essas tribos da Idade do Bronze viajaram".



"A arte rupestre que eu estou estudando encontrava-se perto de fervenças e cachoeiras, lugares onde terias que deixar o rio e circundar o treito carregando coa tua canoa de peles, pontos naturais onde parar e deixar a marca da tua viajem, como uma espécie de pedágio artístico. "

Mark Sapwell acrescenta: "Há claramente algo muito especial nestes espaços. Eu acho que as pessoas iam lá porque sabia que as pessoas tinham estado lá antes deles. Como hoje, as pessoas sempre querem sentir-se ligados uns aos outros – e esta foi uma expressão da identidade para essas sociedades muito cedo, antes da linguagem escrita."

Fonte: Cambridge News - Leanne Ehren


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Proto-Naufragios



A banda estava disposta e as multidões remoinhavam-se na beira da marinha da Dover para assistir ao histórico momento, o barco achegou-se era tal a imagem daquele da idade do Bronze que fora topado lá há só umas décadas, réplica a escala da metade do tamanho do original. E agora trás meses de espera ele estava lá disposto para entrar nas frias águas da badia de Dover de novo como faz milénios.


Uma equipa de arqueólogos e artesãos levavam vários meses lavrando a madeira tendo por únicas ferramentas singelas brossas de bronze como aquelas que teriam usado usado os seus ancestrais a já mais de 3.500 anos. Mais o tempo botava-se-lhe derriba, ainda só umas horas antes do lançamento rematavam-se os últimos detalhes, não havia tempo para provas prévias daquela


E lá estavam já uma equipa de remeiros esperava cós seus salva-vidas para subir a bordo coa nave já na água, mas pronto algo notou-se ia mal, só uns segundos depois de tocar o mar o barco tinha que ser resgatado chorrando água, o barco afundira.



A banda calou, o chefe do projeto colheu a champanhe e num último gesto em honor a aquele grande arqueólogo escandinavo que tanto trabalhara mas se fora ao Além antes de vê-lo, escorchou a botelhe e logo verteu o líquido batizante sobre a proto-naufraga nave: “Ole Crumlin-Pedersen!”. Descansem em paz

Adicado a Fernando Alonso Romero; outro proto-naufrago que sim flotou   
     

Postagem relacionada:   Construir um barco no Bronze Final

A Antropologia de este século


Anthropology in the 21st Century
Challenges & New Directions
    
Quando: 2 de Junho
Onde: Univ. de Coimbra


O Núcleo de Estudantes de Antropologia da Associação Académica de Coimbra (NEA/AAC) em colaboração com o Centro de Investigação em Antropologia e Saúde da Universidade de Coimbra (CIAS-UC) está a organizar o simpósio internacional: “Anthropology in the 21st Century: Challenges and New Directions” que há decorrer no próximo dia 2 de Junho na Anfiteatro da Reitoria da Universidade de Coimbra

Este simpósio tem com objectivo proporcionar a alunos, docentes e investigadores de Antropologia e demais ciências biológicas e sociais o contacto com investigadores internacionais e vertentes da Antropologia com o intuito de compreender os desafios para a disciplina inerente ao novo contexto global que se avizinha.

Na medida em que a ciência antropológica se subdivide em diversas áreas de conhecimento, o objectivo será trazer um investigador de cada uma das mesmas, nomeadamente Antropologia Biológica, Antropologia Médica, Antropologia Evolutiva, Antropologia Social e Cultural e áreas emergentes de investigação, nomeadamente Ciência Cognitiva e Economia, de modo a estabelecerem o actual estado da arte do seu domínio e os desafios que estes enfrentam, em especial no que toca a novos rumos de investigação, empreendedorismo e saídas profissionais, num mundo em que o papel das ciências e sua aplicabilidade na sociedade actual se torna cada vez mais ambíguo.


Programa

9h00: Registo e Inscrição

9h30: Sessão de Abertura

10h00: Prof. Stanley Ulijaszek: “Biocultural approaches to complexity”

11h00: Coffee-break

11h30: Prof. Jane Buikstra: “21st Century Bioarchaeology: Challenges and Opportunities”

12h30-14h30: Almoço

14h30: Prof. Volker Sommer: “Apes like us. Towards a Radical Evolutionary Anthropology”

15h30: Prof. Maya Unnithan: “Social Anthropology and Global Health: tracking global flows of inequality and subjecthood”

16h30: Prof. Christophe Heintz: “Does pro-sociality variates across culture?”

17h30: Debate

18h00: Encerramento.

18h15: “Beirão d’Honra” no Jardim das Rosas e Galeria do Colégio de S. Bento – Instituto de Antropologia


+INFO no site de:  Anthropology in 21st Century

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Ultrapassamos as 20mil - Obrigado

Hoje 17 de maio dia das Letras Galegas, no Archaeoethnologica temos um doble motivo de celebração, pois o nosso modesto bloge acaba este dia mesmo de superar as 20.000 visualizações



O mais surpreendente ao olhar as estadísticas, curiosamente pode que seja o alcance geográfico do nosso bloge, e que junto com uma mais que esperável presença do âmbito peninsular e lusófono em geral (o Brasil é o 3º pais em visitas), o segundo pais em número de visitas totais e semanais seja curiosamente os Estados Unidos, seguido de alguns lugares algo mais exóticos como Rússia ou a Ucrânia (?).



Desde o Archaeoethnologica queremos agradecer e partilhar com os nossos leitores este momento, obrigado a todos vos!.


terça-feira, 15 de maio de 2012

Irish Conference of Medievalist

26 Irish Conference of Medievalists

Quando: 5-7 Julho
Onde: University College Dublin


Achegamos agora a nova da futuro 26 Conferência Irlandesa de Medievalistas organiçada pela School of Irish, Celtic Studies, Irish Folklore and Linguistics do University College (ICSIFL) de Dublin (UCD).

Desde a sua criação em 1987, a Conferência Irlandesa de Medievalistas (ICM) apresentou no seu programa uma seleção eclética de trabalhos, visando não só a representar o estado atual de Estudos Medievais na Irlanda e no exterior, mas também a informar o público sobre a mais recentes descobrimentos e as futuras direções da área académica. A Conferência irlandesa de medievalistas, agora a mais de um quarto de século de existência, é um fórum para apresentações em Estudos Medievais no sentido mais amplo, especialmente -mas não exclusivamente- desde de uma perspetiva insular.


 Programa
       



+INFO no site da:  Irish Conference of Medievalist

sábado, 12 de maio de 2012

Os Mistérios de Endovélico




ENDOVÉLICO
Mistérios de uma Divindade Lusitana

Quando: 19 maio
Onde: Casa do Fauno, Sintra


Na região do Alto Alentejo, no Alandroal, há quase dois milénios atrás, existiu um importante santuário romano dedicado ao deus lusitano Endovélico.

Apesar das largas dezenas de achados votivos romanos, identificados e recolhidos por Leite de Vasconcelos em 1890, e das descobertas recentes, resultantes das escavações efectuadas pelo arqueólogo Amílcar Guerra em 2002, muitas questões sobre Endovélico continuam ainda hoje sem resposta.


Na década de 1990, Manuel Calado, ao elaborar a Carta Arqueológica do Alandroal, deu a conhecer o santuário lusitano da Rocha da Mina, situado a cerca de 3 km do templo romano, e lançou a hipótese deste ter sido o primitivo templo lusitano de Endovélico. As inscrições romanas contam-nos que esta era uma divindade com poderes curativos e, por isso, comparável ao deus romano Esculápio, existindo no local a prática da incubatio pelos seus seguidores, na qual o devoto dormia na morada terrena do deus, solicitando a resposta aos seus problemas e maleitas através dos sonhos. Teria, inclusive, existido um corpo sacerdotal, que prestaria auxílio nestes processos oníricos e salutíferos.



Através das diferentes abordagens, este Colóquio procurará contribuir para novas visões e entendimentos sobre Endovélico, deus dos lusitanos.


PROGRAMA

10h – S. MIGUEL DA MOTA: OS DADOS ARQUEOLÓGICOS A RESPEITO DO SANTUÁRIO DE
ENDOVÉLICO
Amílcar Guerra Arqueólogo – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

11h – ROCHA DA MINA: AS PAISAGENS SINUOSAS
Manuel Calado | Arqueólogo – Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa

12h – Debate

13h – Intervalo para Almoço
15h – DIVINDADES GALAICO-LUSITANAS PRÉ-ROMANAS
Manuel J. Gandra | Escritor e Investigador, IADE

16h – UMA VISÃO PATAFÍSICA DA RESSURREIÇÃO PAGÃ DE ENDOVÉLICO NO ALANDROAL
Gilberto de Lascariz | Escritor e Investigador

17h – Debate

18h – Encerramento



sexta-feira, 11 de maio de 2012

Paisagens da Romanização


As Paisagens da Romanização
Fortins e ocupação do território nos séc. II a.C - I d.C
II Reunião Científica

Quando: 24-25 maio
Onde: Redondo e Alandroal


Os próximos dias 24 e 25 decorrera em Redondo e Alandroal, a II Reunião Científica As Paisagens da Romanização: os fortins e ocupação do território séc. II aC - I dC. A reunião está dividida em dois dias dedicados a dois áreas específicas: “Fortins da Lusitânia Interior e Bética Ocidental” e “Conquista e povoamento do espaço peninsular nos finais da República”, e contara com reconhecidos especialistas de Portugal, Espanha e outros países.


 Programa




quarta-feira, 9 de maio de 2012

Os Montanheses faz 1.000 anos


O passado novembro passado, na Faculdade de Geografia e História da Universidad Complutense de Madrid, fora apresentado o livro "El Cantábrico en la Edad del Hierro" do arqueólogo e investigador Jesus F. Torres Martinez, livro de que já temos falado aqui (1 e 2)

O próximo sábado 12 de maio celebrara-se uma conferência titulada "O Cantábrico na Idade do Ferro: Os Montanheses a mais de dois mil anos" organizada pelo IMBEAC (Instituto Monte Bernorio de Estudios de la Antigüedad del Cantábrico) e ACD Montaña Palentina, na qual se apresentara o livro na Montanha Palentina.

O evento terá lugar no Espacio Cultural La Compasión, de Aguilar de Campoo, e começara as 7:00 horas, e contara com a assistência, a parte do autor do livro, do catedrático de arqueologia da UCM Martin Almagro-Gorbea.


terça-feira, 8 de maio de 2012

Morre Dafydd Jenkins


O professor Dafydd Jenkins, historiador juridico e decano dos estudos de direito medieval gales, morreu na madrugada de domingo, 6 de Maio, aos 101 anos de idade. Nascido o 1 de Março de 1911 em Londres mas de pais de Cardiganshire. Estudou em Cambridge Ciências Naturais e de seguido Direito, trabalhando cedo como advogado em Carmarthen, pouco depois em 1938 foi secretário da campanha para que a língua galesa fora reconhecida e usada nos Tribunais.

Desde 1965 até o seu passamento lecionou no Departamento de Direito da Aberystwyth, ocupando eventualmente uma cadeira em História do Direito e Direito galês, (1975-1978), e passando a posteriori ao posto de emérito na mesma universidade


Trabalhador incansavel, a longa listagem das suas publicações  começou na década de setenta, prolongando-se ininterrumpidamente até o ano 2010, entre algumas das suas obra se incluem Cyfraith Hywel (Llandysul, 1970), Celtic Law Papers (Bruxelas, 1973), The Welsh King and his Court (Cardiff, 2000), Tair Colofn Cyfraith: The Three Columns of Law in Medieval Wales (Bangor, 2007). Também foi editor de textos legais medievais, destacando a sua edição e tradução das Leis de Hywel O Bom, a obra capital do direito gales: The Law of Hywel Dda: law texts from Medieval Wales (Llandysul, 1986)

Dafydd Jenkins era considerado o maior especialista em direito medieval gales e uma das grandes autoridades mundiais em direito céltico. Gorffwys mewn heddwch


As origens do cavalo


O Mistério da Domesticação do cavalo resolto

Uma Pesquisa reconcilia as teorias sobre a origem do cavalo doméstico.

Uma nova investigação indica que os cavalos domésticos originados nas estepes da moderna Ucrânia, sudoeste de Rússia e oeste de Cazaquistão, misturaram-se com populações selvagens locais quando se espalharem por toda a Europa e Ásia. A pesquisa foi publicada ontem, 7 de maio, na revista PNAS.


Durante várias décadas, os cientistas estiveram intrigados pela origem dos cavalos domésticos. Com base em evidências arqueológicas, por muito tempo se pensou que a domesticação do cavalo se originou na parte ocidental da Estepe Euro-asiática(Ucrânia, Rússia sudoeste e oeste do Cazaquistão), no entanto, uma única origem em uma área geograficamente restrita parecia em desacordo com o grande número de linhagens femininas existente no pool genético dos cavalos domésticos, que comummente se pensou refletia diversos "eventos" de domesticação através de uma ampla área geográfica.

Nomada kazako, o seu cavalo e sua aguia


A fim de resolver a história desconcertante do cavalo doméstico, os cientistas da Universidade de Cambridge usaram uma base de dados genética de mais de 300 cavalos ao longo de toda a Estepe Euro-asiática para executar para contrastar uma serie de modelos e escearios hipotéticos para a domesticação.

Equus ferus ferus

Sua pesquisa mostra que o ancestral selvagem extinto dos animais domésticos, o Equus ferus, expandiu-se fora de Ásia Oriental cerca de 160.000 anos atrás. Eles também foram capazes de demonstrar que Equus ferus foi domesticada na estepe da Eurásia ocidental, e que os rebanhos foram repetidamente reabastecidos com cavalos selvagens quando eles se espalharam por toda a Eurásia.


A Dra. Vera Warmuth, do Departamento de de Zoologia da Universidade de Cambridge, disse: "Nossa pesquisa mostra claramente que a população fundacional originária dos animais domésticos foi criada na estepe da Eurásia ocidental, uma área onde topamos a evidência arqueológica mais antiga de cavalos domesticados. A propagação da domesticação do cavalo difere de muitas outras espécies de animais domésticos, em que os rebanhos ao espalhar-se foram aumentados com cavalos selvagens locais numa escala sem precedentes noutras espécies. Se estes eventos de repovoamento envolverão principalmente a éguas selvagens, podemos explicar o grande número de linhagens femininas presentes na genética do cavalo doméstico sem ter de invocar umas origens múltiplas para o fenómeno da domesticação ".

algumas das linhagens do cavalo doméstico


Os investigadores fornecem a primeira evidência genética para situar a origem a domesticação numa área geograficamente restrita, na estepe da Eurásia, como é sugerido pela arqueologia, e mostram que a enorme diversidade feminina é o resultado de introduções posteriores de éguas selvagens locais em rebanhos domésticos, reconciliando assim as provas que se tinham dado lugar a conflito entre uns dados e outros

Fonte: Univ. of Cambridge Reseach News

Referência:
- Jansen, Th., Forster, P., Renfrew, C. et alii: "Mitochondrial DNA and the origins of the domestic horse" PNAS 99/16, 2012 pp.10905–10910  DOI: 0.1073/pnas.152330099


Veleia - Novo número


VELEIA 28, 2011


Acaba de sair do prelo o último número da revista Veleia editada pelo Instituto de Ciências da Antiguidade da Universidade do Pais Vasco, correspondente ao ano 2011. Embaixo oferecemos-vos o índice dos artigos deste novo número da revista.


 INDEX




Ir ao site da revista:  Veleia

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Simulacra Deorum - Congresso


Simulacra et Imagines Deorum

O rosto das divindades: o papel das imagens de divindades na génese da escultura no Ocidente do Império Romano

Colóquio internacional em Boticas (Portugal)
24–27 de Maio 2012


Recordámos agora que dentro de umas semanas se celebrara um colóquio Internacional sobre a estatuária do noroeste peninsular da proto-história à época romana na concelho de Boticas (Portugal), que terá por título Simulacra et Imagines Deorum, do que já tratáramos numa anterior postagem do Archaeoethnologica. O prazo de inscrição fica aberto até o dia 15 de maio.


 Programa
   



Postagem relacionada:  O Rostro dos Deuses

Mesas do Castelinho - Conferência



Na próxima terceira feira dia 10 de maio decorrera no Museu Arqueológico do Carma (as 18:00h) uma palestra organizada pela Associação dos Arqueólogos Portugueses, e impartida pela arqueologa Susana Estrela, com o titulo "Mesas do Castelinho (Almodôvar) uma Aldeia Amuralhada na Paisagem da Idade do Ferro do Baixo Alentejo"

Foto: Projeto Estela


O povoado de Mesas do Castelinho finais do século V a.C. é fundado, numa paisagem marcadamente interior e de fronteira, (Almodôvar, Baixo Alentejo). O caráter rural do jazigo é patente nos seus material, com predomínio de cerâmica local ou regional e menor da presença de artigos importados de origem mediterrânea, como a cerâmica ática, contas de vidro, cerâmica de “tipo Kouass”, ânforas gaditanas, etc.

Foto: Teresa Vieira


Com tudo os artigos importados amostram a ausência de ruturas na sua distribuição pelo interior, que prolonga-se até ao século II a.C., quando se revelam os mais precoces contactos com o mundo romano conhecidos até ao momento para a região, com uma população que mantém as suas vivências intrinsecamente rurais.