terça-feira, 20 de março de 2012

As Cupae Hispanas



Aproveitando a postagem acima e seguindo com Los Bañales, deixamos-vos aqui este pequeno documentário emitido por Canal UNED e a 2 de TVE no que se recolhe a recente publicação da primeira das monografias editadas sobre este jazigo romano, Las Cupae Hispanas da que já faláramos no seu dia no Archaeoethnologica. 

Na reportagem aparecem reconhecidos especialistas em epigrafia romana como Francisco Beltrán, Joaquín Gómez-Pantoja, ou o próprio diretor do Projeto Los Bañales, Javier Andreu Pintado


segunda-feira, 19 de março de 2012

O Bronze entre a Canle e o Mar do Norte


Escoita a Palestra


Aproveitando a anterior postagem, deixamos-vos aqui o áudio de esta palestra  titulada L'Âge du bronze dans l'espace Manche-Mer du Nord. Le regard de l'archéologie que foi dada o 8 de fevereiro deste ano na Maison Européenne des Sciences de L´Homme et de la Société (MESHS) pela arqueóloga da Universidade de Lilhe Anne Lehoërff coordenadora do projeto  BOAT 1550 a.Cna se contextualizam as relações atlânticas das que o barco de Dover é uma mostra


Sinopse
  
A Idade do Bronze refere-se a um longo período entre 2200 e 800 a.C Nas regiões atuais de Norte do Pais de Calais, Flandres, no sul da Inglaterra, entavão a viver numa oralidade, que não nos deixou nenhum texto, mas muitos restos físicos, provas de seus estilos de vida, suas práticas religiosas, seus conhecimentos técnicos. São, pois, os arqueólogos os que escrevem sua história. Muito desconhecida, e relativamente pouco desenvolvida, a arqueologia desses períodos foi caracterizada por um elevado dinamismo sem precedentes nos últimos vinte anos, principalmente graças às descobertas  da arqueológicas feitas no contexto da construção de estradas, áreas industriais, etc. Arqueologia foi muitas vezes alimentada por descobertas modestas que os cientistas hoje são capazes de explorar para descrever o ambiente da vida quotidiana, vegetação, cultura, alimentação, ...

Arqueologia,  às vezes, é feita, também  de algumas descobertas excepcionais. Em 1992, no porto de Dover (Inglaterra) foi trazido à tona uma das mais antigas embarcações marinhas conhecidas. Datado no 1550 a.C, este barco, um pedaço de história marítima, que mostra as ligações regulares entre ambas beiras do Canal da Mancha e Mar do Norte num caminho que ligava Dover e Wissant. Os estudos dos arqueólogos que trabalham em colaboração nessas áreas destacarem um fato surpreendente: o mar que vemos agora como uma barreira na altura era um fórum para intercâmbio e as fronteiras não estavam nas beiras da zona costeira, mas na terra trás delas. A questão traz a reflexão sobre os fundamentos históricos e geográficos e culturais do que hoje chamamos a Euro-região.


Além das Fronteiras - Dover Boat Colloquium


Par delâ les Frontieres 

Voyager, Échanger, Communiquer en Europe du IV au I mill. a.C 

Quando: 3-5 outubro
Onde:  Boulogne-sul-Mer


O colóquio internacional Par delà les frontières. Voyager, échanger, communiquer en Europe du IVe au milieu du Ier millénaire avant notre ère celebrara-se em Boulogne-sul-Mer (França)do 3 ao 5 de outubro de 2012 no tratar-se-á de responder a certas questões situadas no enquadramento da Europa desde o IV até mediados do 1er milénio antes da nossa era. Este colóquio está organizado pela Association pour la Promotion des Recherches sur l'Age du Bronze (APRAB) inscreve-se no projeto europeu, Interreg IVa dês Deux Mers, « BOAT 1550 BC ».


As temáticas do colóquio retomarão estas questões sobre os meios, as motivações, e a escala espacial de estes processos. Nele combinaram-se as focagens sintéticas e teóricas com os resultados de escavações arqueológicas recentes que permitem a dia de hoje, explicar melhor este período


O colóquio estará composto por 3 sessões centradas em 3 áreas espaciais e metodológicas:

1) Circulação e identidade ao longo do Canal
2) Em torno das viagens e dos intercâmbios
3) Identidades a traves das paisagens


A chamada para a apresentação de relatórios está aberta até o dia 30 de abril


 Convocatória




+INFO no site do projeto:   BOAT 1550aC

domingo, 18 de março de 2012

Construir um barco no Bronze Final


Vai uns dias topei-me coa noticia de um interessante projeto de pesquisa arqueológica, chamado BOAT 1550 a.C, que reúne em parceria a sete instituições académicas do Reino Unido, Bélgica e França para a construção de uma réplica de um barco de 3.500 anos de idade, nada mais e nada menos que o conhecido Barco de Dover, que fora descoberto na cidade inglesa abaixo da Townwall Street, durante a construção de um viaduto, há já 20 anos, e que atualmente é conservado no Museu de Dover.


A descoberta do barco de Dover no 1992 resultou um autêntico fito, pois mostrou a complexidade dos meios de navegação e da tecnologia naval em uma época na que é conhecida a existência de um intenso tráfego comercial motivado pelo comercio do metal, como é o Bronze Final; no que o mar uniu as comunidades do ocidente europeu. Magnificamente preservado o barco amosava novas técnicas ante então insuspeitas, além das barcos de coiro ou o uso de pirogas monóxilas, já que eram conhecidos.


O evento esta suportado pelo financiamento da União Europeia, e inclui demonstrações de de construção de barcos antigos em madeira usando réplicas das ferramentas autênticas da Idade do Bronze, tudo elo faz parte dos estágios iniciais de construção da réplica em escala do barco.


O projeto durara dois anos e meio e rematara com um grande exposição itinerante da que se publicara um catálogo. Também estão projetadas diversas reuniões cientificas coma Colóquios, Congressos a mais atividades de divulgação vinculadas todas elas com a temática do projeto: o barco de Dover e a sua época


No video acima o arqueologo Peter Clark autor e editor de livros sobre o tema como The Dover Bronze Age Boat (2004) e The Dover Bronze Age Boat in Context (2004) ou o recente Bronze Age Connections: Cultural Contact in Prehistoric Europe (2009) introduzindo o projeto. Podeis consultar aqui abaixo consultar o dossier de prensa que resume o BOAT 1550 a.C


 Dossier




+INFO ir ao site do projeto:  BOAT 1550 B.C

sábado, 17 de março de 2012

O Impacto de Finley

THE IMPACT OF MOSES FINLEY

Laurence Seminar, Faculty of Classics, Cambridge 29-31 Maio 2012
Organizador: Prof Robin Osborne, Dr Michael Scott, Dr Daniel Jew


29 de Maio 

11.30 Welcome

11.40 Dan Tompkins: The making of Moses Finley

12.55–2.10 lunch

2.10 Paul Millett: The Impact of Studies in Land and Credit

3.25 Tea

3.40 Robin Osborne: Finley’s impact on Homer

4.55 Paul Cartledge: Finley’s Democracy

7.00 Reception: Jesus College Fellows’ Garden


30 de Maio 

9.00 Kostas Vlassopoulos: Finley’s Slavery

10.15 Coffee

10.25 Gabi Herman: Finley’s archaic Greece

11.40 Jonathan Prag: Finley’s Sicily

12.55 lunch

2.00 Alessandro Launaro: Finley and the ancient economy

3.15 Nicholas Purcell: Finley and Rome

4.30 Tea

4.45 Jennifer Gates-Foster: Finley and archaeology

6.30 pm Reception in Old Library, Darwin College (along with exhibition on Moses Finley from the Darwin Archives and video of Finley interviewed by Keith Hopkins).


31 de Maio 

9.00 Wilfried Nippel: Finley’s impact on the continent

10.15 Dorothy Thompson: Finley and the teaching of ancient history

11.30 Coffee

11.40 Mary Beard: Finley’s journalism

12.55 Lunch

2.00 Geoffrey Lloyd: Finley in the University of Cambridge

3.15 Peter Garnsey: Finley and other scholars

4.30 Tea

4.45 Walter Scheidel: Measuring Finley’s impact.

6.00 close of conference


+INFO no site de:  Impact of Finley Conference

O mundo de Odiseo




A estela dos fenícios - documentario



Aproveitamos para por aqui este mini-documentario de TV3 sobre as escavações no peço fenício de El Bajo de la Campana que desde há cinco anos estão-se escavar, em águas de Múrcia, os restos fenícios do século VII a.C, correspondem a uma nave afundada há 2.500 anos junto com todo a sua carrega. Junto a este barco mais antigo toparem-se outros dois um púnico do século II a.C e um já de época romana do s. I a.C. 

Entre a carrega de estas embarcações acha-se cerâmica, âmbar, lingotes e mineral em bruto, e outras matérias primas de luxo como o marfim. O estudo de este carrego proporcionará as chaves do comércio fenício entre as cidades da área sírio - palestina e as suas colónias ocidentais.


+INFO no site do:  INA

Rito e culto em Gades


Cultos y ritos de la Gadir fenicia

Marín Ceballos, Mª C (coord.), Cultos y ritos de la Gadir fenicia. Univ. de Cadiz e Univ. de Sevilla, 2011
ISBN: 978-84-9828-337-2


Sinopse
A cidade de Cádis, a Gadir fenícia, é sem nenhuma dúvida, o mais importante centro urbano entre os assentamentos fenícios da península ibéria, e do que à sua vez se conservaram mais depoimentos de índole religiosa, tanto referências dos autores gregos e latinos como documentação arqueológica. Conscientes disso, os autores do livro, especialistas no estudo da religião fenícia, historiadoras e arqueólogas, dedicaram durante anos os seus esforços ao estudo destes depoimentos, e os seus trabalhos se publicaram em diferentes revistas especializadas, atas de congressos e monografias, em ocasiões não facilmente acessíveis. Neste volume recolheram-se alguns dos mais significativos, com a ideia de facilitar a sua consulta a um público não necessariamente especializado.


 INDEX




sexta-feira, 16 de março de 2012

Santuarios, Poder, Consumo



Sanctuaries and the Power of Consumption

NETWORKING AND THE FORMATION OF ELITES IN THE ARCHAIC WESTERN MEDITERRANEAN WORLD

Quando: 20-21 março
Onde: Institut Archäologie Univ. Insbruck


As rotas da longa rede trans-mediterrânica foram marcadas pelo movimento de bens de prestígio, modas e tecnologias. O objetivo geral desta conferência é traçar as complexidades pré-globais das circunstâncias de ese tráfego  económico e cultural ao longo de toda a orla costeira e no interior dos hinterlands indígenas ocidentais das zonas mediterrânicas. 


Ao fazê-lo, principalmente, a intenção de adotar duas abordagens diferentes. Em primeiro lugar, traçar "as coisas em movimento", ou seja, o fluxo trans-Mediterrânicao dos bens e mercadorias que combinavam o interior e dos litorais do mundo mediterrâneo antigo em um mundo de transações compartilhadas. Em segundo lugar, saber onde, como e com que finalidade este fluxo pré- ou proto- global resulta na redistribuição de tais "coisas em movimento".entre as comunidades locais implicadas nele.


Também se prestarão atenção ao papel dos espaços sagrados, coma os santuários como núcleos centrais onde, acordo com a "proteção do altar", das a interação que permite neutralizar o potencial conflito nos habitats multi-étnicos do Mediterrâneo ocidental. Permitindo o encontro e a aceitação cultural mútua entre os membros das diferentes elites, gregas, galas, fenícias, itálicas … dando lugar a uma koiné mediterrânea de praticas de “consumo” marcada pelo movimento de elementos de prestígio que se reflete numa cultura material a través da qual as elites, desde a Gália á Anatólia,  construirão o seu poder e legitimidade.


 Programa




+INFO no site de:   Sanctuaries and The Power of Consumption

quarta-feira, 14 de março de 2012

Arqueologia da Morte

  
Seminaris Internacionals d´Arqueologia Clàssica 

L´arqueologia de la mort: una perspectiva multidisciplinar

Quando: 20 - 21 Março
Onde:  Salão de Atos do ICAC


O seminário L´arqueologia de la mort: una perspetiva multidisciplinar; terá lugar nos dias 20 e 21 de março do 2012 no marco da oitava edição de Seminários Internacionais de Arqueologia Clássica organizados pelo Instituto Catalão de Arqueologia Clássica (ICAC).O seminário apresentará varias palestras que explorarão a informação que os rituais e práticas funerárias aportam sobre as sociedades do passado

Michael Parker Pearson, foto: Bill Bevan

O convidado principal é o professor Mike Parker Pearson, da Universidade de Sheffield, reconhecido expecialista na arqueologia do ritual na pré-história europeia, que foi ademais editor de um conhecido volumem sobre arqueologia da morte titulado The Archaeology of Death and Burial, e tem afrontado este tipo de estudos em contextos tão diversos como o da Idade do Ferro britânica o neolítico, ou o Calcolítico, como diretor do Projeto Riverside que investigou a área de Stonehenge, e do que já temos falado alguma vez no Archaeoethnologica



O seminário conta com a participação de mais sete especialistas, que se aproximarão ao estudo arqueológico da morte desde diversas perspetivas tratando aspetos metodológicos ao mesmo tempo que apresentam estudos de caso.



Programa


Terça-feira 20 de março

9:00 - 10:00 Principles of analysis in funerary archaeology
Mike Parker Pearson

10:00 - 11:00 Death and evolution of human consciousness
Mike Parker Pearson

11-11:30  Pausa

11:30 -13:30  El que ens expliquen els esquelets: la importancia 
de l´estudi antropològic
Assumpció Malgosa

12:30 -13:30  Esquelets malalts: aportacions a l´arqueologia
Emili Provinciale

16-17:30 Social status and the dead-revisiting the New Archaeology
Mike Parker Pearson

17:30-17:45  Pausa

17:45-18:44  Els rituals funeraris I l´organització de l´espai
 a la polis grega.
Jesús Carruesco


Quarta-feira 21 de março

9:30 -11:00  Placing the dead mortuary pratices and 
landscape archaeology
Mike Parker Pearson

11:00-11:30 Pausa

11:30 -12:30 The dead of Stonehenge – a case study of Neolithic mortuary pratices
Mike Parker Pearson

12:30 – 14:00 Les necropolis protohistòriques d´incineració de la 
Catalunya meridional: problemática d´estudi
Carme Belarte, Jaume Noguera & Pau Olmos

16:00-17:00  Burial in Iron Age and Roman Britain – a case study
Mike Parker Pearson

17:00-17:15 Pausa

17:15-18:15 O crudele funus! Tradició i canvi en els rituals funeraris a les necrópolis de Tarraco
Judit Ciurana


+INFO no site do:  ICAC

segunda-feira, 12 de março de 2012

Ficheiro Epigráfico 93

  
FICHEIRO EPIGRÁFICO Nº 93 - 2012



INDEX


416 – Placa votiva de Salacia
José d'Encarnação & Marisol Ferreira

417 – Fragmento de lápide funerária de Conímbriga (Conventus Scallabitanus)
Virgílio H. Correia & José d'Encarnação

418 – Peso de tear com Inscrição indecifrada
António J. Nunes Monteiro & José d'Encarnação

418 – Fragmento epigrafado de Alcácer do Sal (Salacia – Conventus Pacensis)
José d'Encarnação & Marisol Ferreira



Ir ao número da revista:   Ficheiro Epigráfico

domingo, 11 de março de 2012

Teutates e o herói fundador - Livro

  
TEUTATES EL HÉROE FUNDADOR


Almagro Gorbea, M. & Lorrio Alvarado, A.J., Teutates: El héroe fundador y el culto heroico al antepasado en Hispania y en la Keltiké. Real Academia de la Historia, Madrid, 2011 406 pags
ISBN: 9788415069331


Sinopse
Estudo sobre "heroização" e o culto ao antepassado na Proto-história da Europa Ocidental, que representa uma importante contribuição para os campos ainda pouco conhecidos, como a religião e a ideologia do poder,  que se analisam ao nível da família gentilicia, do clã, do povoado, da etnia e da cidade-estado como um elemento cultural que fornece as chaves para compreender o progresso da sociedade da Idade do Bronze até as estruturas urbanas de finais Idade do Ferro.

O estudo é baseado em documentos arqueológicos, como os santuários e os elementos rituais e iconografia, analisados à luz das fontes clássicas, História das Religiões e a Etnologia. Este ponto de vista interdisciplinar sobre "O Herói Fundador" na Hispânia pré-romana e no resto do mundo celta fornece informações sobre as características e evolução dessa figura mítica, e sobre o que representou o ancestral divinizado das famílias dominantes. 

O "herói fundador" entre os celtas é identificado com Teutates, a principal divindade, documentada desde a Hispânia e Irlanda do Danúbio, pois, como "Pai do Povo" ou deus "Padrão", foi a base do poder político aglutinador da sociedade.


  INDEX




+INFO no site da:   RAH publicações

sábado, 10 de março de 2012

O Príncipe de Glauberg



Entre 1994 e 1997, o Serviço de Arqueologia do Estado de Hesse escavou uma serie de túmulos da Idade do ferro topados a finais dos anos 80, e situados 300 metros ao sul do Oppidum de Glauberg. Nas escavações observou-se que uma serie de estruturas, muros de terra e gabias basicamente, próximas ao assentamento pareciam estar em relação com o túmulo 1 da necrópole. 


Eles não pareciam ter uma função defensiva de negnhum tipo. Um pequeño valo do oeste do túmulo está associado a vários outros restos como uma série de grandes furados de poste (ultimamente interpretados cum sentido calendárico), talvez sugerindo um possivel santuário ou templo.  Igualmente encontrou-se uma longa via processional que conducia desde o tumulo ate alem do oppidum ao longo de quase 2 km. Mas uma das maiores surpresas fora a aparição de uma estátua de guerreiro em esta área.


A estatua de pedra arenisca datada no século V a.C. ficara magnificamente preservada exceto os pés que não se conservarem. A estátua representa um guerreiro armado com um scutum de madeira e a mão direita colocada sobre o peito, adornavase com vários anéis (viriae) em seus braços e um torques  ao pescoço com três pingentes mui semelhante ao encontrado entre o enjoval da câmara da própria tumba 1. A cabeça tinha umas protuberâncias globulares aos lados, resultando em o típico motivo de "mickey mouse" bem conhecido em peças da ourivesaria lateniense 


Na mesma área foram encontrados fragmento de outras 3 estátuas, de modo que é assumido que as 4 figuras de guerreiro delimitaram um recinto retangular (talvez um têmenos ou nemetom) possivelmente relacionado com o culto do ancestral representado nessas esculturas, em um fenómeno similar ao do culto heroico que conhecemos paralelamente no mundo mediterrâneo.



+INFO no site do:   Glauberg Archäologische Park

sexta-feira, 9 de março de 2012

Pensando os Guerreiros galaicos



É um bom momento, tendo em conta a postagem anterior para resgatar entre o arquivo de "pendentes" do Archaeoethnologica o vídeo de esta palestra titulada Pensando as estátuas de guerreiros castrejos que fora dada em junho do ano passado pelo arqueólogo Javier Rodriguez Corral dentro do curso de verão Castros de Interior: A Idade do Ferro do N.O. peninsular através do exemplo limião, que foi celebrado em Ginzo da Limiã baixo a organização do Concelho de Ginzo e o LAUV.

Incluímos abaixo ademais a sessão de debate na que também participou outro dos palestrantes, Ladislao Castro Pérez, e na que saírem de novo algumas interessantes questões arredor de estas peças escultóricas da nossa idade do ferro