quarta-feira, 29 de julho de 2009

III Congresso Transfronteiriço de Estudos Celtas


III CONGRESSO TRANSFRONTEIRIÇO DE  
ESTUDOS CELTAS

6-7 de Agosto de 2009
Salão de Atos do Museu de Ortigueira


PROGRAMA

Dia 6 de agosto

9:30 hrs. Inauguraçao

10 hrs. EL MUNDO CELTA EN LA LENGUA Y LA LITERATURA.

Intervem:

Dr. Ramón Sainero Sánchez. Dir. do Instituto de Estudos Celtas. UNED.
 Pasado y presente de la leyenda de Mil de España.

Dr. Juan Luis García Alonso. Universidad de Salamanca.
Huellas célticas en los testimonios lingüísticos prerromanos del oeste peninsular.

Dr. Francisco J. Rodríguez Mesa. Universidad de Córdoba.
La mitología celta en Tristán e Iseo.

Dª. Ioana Ionita. Investigadora UNED.
La Dama del Lago en la tradición del Occidente Atlántico.

COLÓQUIO

12 hrs. Descanso

12.30 hrs. Dr. Ignacio Velázquez. UNED.
 Jean Cocteau y Merlín: Los caballeros de la Mesa Redonda.

D. Ramón Loureiro. Periodista y articulista de la Voz de Galicia.
A Galicia de Merlin no meu imaginario

Dr. Rubén Jarazo Álvarez. Universidad de A Coruña.
El estrato céltico en la obra del dramaturgo irlandés Lord Dunsany.

Dª. Celia Ruiz. Investigadora.
El mundo invisible en la literatura celta.

COLÓQUIO


16.30 hrs. ESTUDIOS HISTÓRICOS Y ETNOLÓGICOS

Dra. Fátima Lobo. Universidad de Braga (Portugal).
Análise psicossocial do culto do sol e da água no Município de Ponte da Barca.

Dr. Fernando Alonso Romero. Universidad de Santiago.
La viga de oro: origen y significado en el folclore gallego.

Dª. Mª. Victoria Díaz Castañeira. Periodista.
Estudios históricos y etnológicos de la leyenda de la “Atlántida” de Bares.

18 hrs. Descanso

18: 30 hrs. Dr. Domingo Esteban Gómez. Universidad de A Coruña.
Enfermedades de la civilización y enfermedades del hombre improntas en la dinámica organizativa y mitológica celta.

Dr. Jaime Ferreri. Investigador (Ponte da Barca, Portugal).
Ponencia: O Ementar às Almas no período da Quaresma em Bravães, concelho de Ponte da Barca – Portugal

Dra. Antonia Sagredo Santos. UNED.
La herencia celta del Occidente Altántico: las Islas Británicas y España.

D. Narciso Luaces. Director del Museo Etnográfico de Meixido. 
Orígenes y evolución de la casa rural gallega.

COLÓQUIO.

Dia 7 de agosto

9.30 hrs ESTUDIOS HISTÓRICOS Y ETNOLÓGICOS.

D. Alberto Vera Meizoso. Investigador.
Reflexiones en torno a las primeras embarcaciones de mimbre cubiertas con piel de buey

Dra. Adriana Zierer: Universidad de San Luiz (Brasil).
Do Caldeirão da Abundāncia à Crisitianizaçao do Graal nas Fontes Medievais.

D. Rafael López Loureiro. Investigador.
Las luminarias de la Candeloria.

Dr. Liborio Hernández Guerra. Universidad de Valladolid.
La diosa Epona en la Península Ibérica. Culto e Iconografía.

COLÓQUIO

12. hrs Descanso

12.30 hrs. Profesor J. Maia Marques. Universidad de Braga (Portugal).
Subsidios para o estudo das populações Pré-Romanas do Noroeste – Grovios e Celtas.

D. CarlosNúñez. Investigador.
El diseño celta. Grafismo y la simbología en la sociedad de consumo.

D. Marcial Tenreiro Bermúdez.Universidade de A Coruña.
Sacrificio, fundación y delimitación: etnoarqueología de un ritual en la Hispania céltica.

D. Pedro Moya. Universidad Complutense (Madrid).
Las luchas célticas en la historia prerromana: testimónios clásicos, históricos y etnográficos.

COLÓQUIO

16.30 hrs. LO CELTA EN EL CONTEXTO HISTÓRICO Y CULTURAL

Dra. Pilar Fernández Uriel. UNED.
En torno al ritual del muérdago. Significado y simbolismo.

Dr. Felipe Senén. Museólogo.
Arqueología y mitología del oro “céltico”.

Dr. Bernd Dietz Guerrero . Universidad de Córdoba.
David Jones y la actualización de lo céltico.

COLÓQUIO.

19. 30 hrs. ENCERRAMENTO.


sábado, 4 de julho de 2009

Pura iconografía

Há uma película de série B dos anos 70 intitulada "O mundo nas suas mãos", que de não errar-me muito a memória tratava algo sobre viagens no tempo ao futuro, e que não sei porque se me veu a cabeça ao ver esta imagem da parte baixa dos pés do Hermannbild, que poderíamos denominar "o império aos seus pés" -baia exis podal- na que aos próprios do Arminio nos aparecem estrados, mais que deitados os símbolos do poder romano, tanto militar (os estandartes) como político (os fasces). 
É interessante que esta colossal estátua em honor do herói fundacional da germanidade, feita no XIX, não se sufragou só com capital alemão se não também procedente de outros países centro-europeus, como Bélgica, que viam nele um símbolo de oposição vitoriosa a outro império mais próximo, o napoleónico, toda uma declaração de princípios certamente a traves de uma amostra de pura iconografia ao serviço de interesses ideológicos. Para que logo se fale de "viagens no tempo"


sexta-feira, 3 de julho de 2009

2009 Bimilenario da Derrota de Varo


"Varo, devolve-me as minhas legiões!"
(atribuída a Augusto) 
 Mas como poderia ocorrer este desastre a um Império no cume do seu poder? Quem era o príncipe dos Cheruscos, Arminio, que venceu o comandante Varo, em uma forma tão desastrosa?. Como poderia um guerreiro germano novo, um oficial ao serviço de Roma, por a uma super-potência a seus gionlhos?. E como transformou-se no herói nacional alemão? E finalmente: Que consequências políticas têm esta derrota para a história da Europa e da Germania?

Exactamente 2000 anos após a derrota do Romanos, conheçida também como Batalha da fraga de Teutoburgo, as respostas a estas perguntas estão sendo dadas ao público geral. De 16o Maio ao 25o de Outubro de 2009 celebrar-se-á o projecto de exibição IMPERIUM KONFLIKT MYTHOS nos nos locais originais dos eventos históricos, Haltern am See, Kalkriese e Detmold.  O projecto está sob o patronage da chanceler federal, Dr. Angela Merkel, o presidente do Parlamento europeu, Prof. Dr. Hans-Gert Pöttering e ministros principais do Rhin-Westphalia e da Baixa Saxónia, Dr. Jürgen Rüttgers e Christian Wulff.

Do 14 ao 18 de setembro 2009 pesquisadores do mundo inteiro encontrar-se ham em Osnabrück para considerar as perguntas da pesquisa da paz e do conflito no arqueologia. A universidade de Osnabrück, o goberno d cidade de Osnabrück e o Academia das ciências de Gotinga serão os organizadores do congressoSob o título “Roma - Imperium entre a resistência e a integração” os pesquisadores estarão discutindo as estratégias do poder de Roma ocupando-se das sociedades sujeitas a ela na Europa antiga do período imperial Romano, tratando entre outros assuntos estará sob os efeitos na política e a economia, estrutura social e religião dessas regiões. 

Uma série de palestras públicas acompanhará o programa do congresso de outubro 2008 a junho de 2009 co título de “Os Romanos e as Tribos Germanas no noroeste da Germania”. A série será organizada pela universidade de Osnabrück na cooperação com a cidade de Osnabrück


+INFO no site de: Imperium Konflikt Mythos

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O Sol sobre Segeda - Possivel santuario celtibero


Santuário Celtíbero na Bisbarra
de Calataiud

Estudos combinados de arqueologia e astronomia revelam que uma plataforma de grandes pedras encontrada no jazigo de Segeda (Mara, Saragoça) servia para celebrar cerimónias rituais no solstício de verão faz 2.200 anos

O jazigo de Segeda, entre Mara e Belmonte de Gracián, na comarca de Calataiud, pode arrojar a partir de agora uma luz importantíssima envelope esta feição do nosso passado. A equipa de investigação que trabalha no enclave, combinando disciplinas aparentemente tão afastadas como a arqueologia e a astronomia, acaba de chegar à conclusão de que uma plataforma monumental de pedra encontrada faz em uns anos no jazigo se trata em realidade de um santuário celtibero Um santuário no que se celebrava alguma cerimónia ritual no solstício de verão. ?É o primeiro santuário construído pelos celtiberos que se descobre na Península Ibéria? assinala Francisco Burillo, diretor da equipa de investigação, que apresentou ontem os resultados-, porque o único que se conhecia até agora, o de Peñalba de Villastar, é natural?.

Ficção ou realidade?. Para Gabriel Sopeña, especialista nos celtiberos, a sua religião e ritos funerários, o achádego resulta muito plausível. Os pesquisadores sempre somos cautos, e logicamente há que realizar mais estudos e comprovações. Mas a ninguém lhe pode estranhar que em Segeda se fizesse algum tipo de festa ou cerimónia no solstício de verão. Os celtiberos contavam o tempo por noites, e não por dias, mas isso não significa que não veneraram ao sol, acrescenta Sopeña, que não faz parte da equipa-. Tinham uma festa muito importante, a da colheita, Lugnasadh, consagrada a um deus que se adorava em todo o âmbito céltico, desde Irlanda a Peñalba de Villastar, o deus Lug. Sabemos que para eles os solstícios e equinócios eram muito importantes, e que tinham ritos e celebrações para essas datas.

Por conseguinte, Segeda pode passar à história como o primeiro sítio onde se descobre um santuário construído pelos celtiberos Mas, como se chegou a um achado de tal envergadura?

Tudo começou em 2003, quando a equipa de arqueólogos que trabalha no jazigo de Segeda deu com uns vestígios que em seguida chamaram a sua atenção. Tinha-se solicitado uma mudança de cultivo em um dos campos e, embora se encontrava fora do recinto da cidade, decidiram realizar umas provas para ver que tinha embaixo. Encontraram um basamento de quase quatro metros de largura e pensaram que se tinham topado com os restos de um fortim ou construção defensiva.

Em 2004 realizou-se uma escavação e os resultados começaram a ser intrigantes. Dois muros de grandes dimensões, com uma longitude conservada de 10 e 16,6 metros respetivamente, e só dois filadas de altura; construídos com grandes selares de gesso, alguns a mais de 500 quilos de pesso. O ângulo de união desses muros não era reto, senão de 130 º, algo verdadeiramente incomum; e, ademais, o espaço entre ambos muros estava recheado com uma plataforma contínua de lousas de gesso e caliça. Os muros e enlousados foram nivelados e cobertos, à sua vez, por uma plataforma de tijolos de 32 por 64 centímetros.

Que sentido tinha uma plataforma de 300 metros quadrados de superfície, elevada, monumental, de planta irregular e fora da cidade? Os pesquisadores lançaram-se a procurar paralelos e não encontraram nada igual em toda Europa Ocidental. De modo que concluíram que se tratava de uma construção de caráter social, religioso ou comemorativo, sem mais, e continuaram os trabalhos.

Foi Martín Almagro Gorbea, que estudava o aljube monumental de Bibracte (França) e o seu relacionamento com a paisagem e a astronomia, quem alertou da necessidade de realizar um estudo arqueoastronómico. De modo que a equipa de investigação contactou com Manuel Pérez Gutiérrez, professor de Astronomia, Geodesia e Cartografia da Universidade de Salamanca, que se deslocou no final de abril passado ao jazigo a tomar todo o tipo de fotografias e medições.

Pérez viu que a bissetriz do ângulo de 130 º se alinhava com o cerro da Atalaia, uma meta destacada da paisagem. E procurou mais. Com a ajuda de vários programas informáticos reconstruiu a situação astronómica do céu no ano 200 dantes de Cristo, data aproximada de construção da plataforma, e viu que a bissetriz não só apontava ao cerro da Atalaia, senão que também marcava o solstício de verão, o dia mais longo do ano, que no 200 a. de C. era o 26 de junho.

Visto assim, tudo parecia muito bonito, mas fazia falta a comprovação. De modo que no passado domingo (21 de junho, solstício de verão atual) a equipa de investigação de Segeda foi-se a última hora da tarde ao jazigo. Quando chegámos se me caiu um pouco a alma aos pés ?recorda agora Francisco Burillo-. O sol estava bastante afastado do alinhamento? Mas pouco a pouco foi acercando-se até que, às 21,20 o sol se colocou em cima da cimeira do cerro da Atalaia e, em quatro ou cinco minutos, desapareceu. “Foi algo impressionante, um momento mágico”


sexta-feira, 17 de abril de 2009

FOTOGRAFIA ETNOGRAFICA

Aproveito para apresentar-vos agora este interessante e jovem blogue feito pelo fotógrafo Carlos González Ximenez, especializado em fotografia sobre temas etnográficos no que se mostra através de um magnífico arquivo gráfico, mais da sua evidente qualidade estética de grande utilidade documentário para os que temos certa teima por estas coisas, fazendo-nos um percurso pelas terras, pessoas e costumes populares da Península (Espanha e Portugal) Ibérica.


Ir agora ao site de:  Fotografia Etnográfica

segunda-feira, 30 de março de 2009

O Custo da Guerra

Nestes intres de incertidume económica custa pouco recordar aquela velha e celebre canção que ganhara tanto predicamento entre circa finais dos oitenta ou inícios dos noventa e que rezava profeticamente aquelo de "o custo da vida sobe outra vez?", bem deixando agora as questões idiomáticas e contextual-cojunturais que verso-seguido se pranteavam, não tem duvida que o tempo que nos toca viver, ou a que nos toca sobreviver molda a nossa forma de perceber no mundo.

E a situação atual, contudo o dramático da sua conjuntura, não deixa de planear dúvidas sobre certezas várias que de cote noutros momentos se nos fizeram evidentes, já foram ideológicas, económicas ou sociais, cecais também é bom momento para retomar velhos problemas, e velhas questões nos mesmos âmbitos, ou repensar de novo sobre conceitos de solidariedade, reciprocidade, dom e outros, etc., etc nao menos velhos conhecidos das ciencias sociais. Seja como for pode que esta situação na que se esta a repensar a economia, a muito atual e cotia economia, também favoreça que apanhem novo pulo ou -simplesmente- renasçam os estudos de história económica, ainda em âmbitos não tão atuais 

A este respeito resulta curioso topar-te na internete um projeto de pesquisa vinculado a âmbitos com tanto desenrolo como o da Guerra na Antiguidade, ou a Economia Antiga, eido este ultimo de grande desenrolo sobre tudo desde Finley, e ainda antes com Bücher, passando por Duncan-Jones ou Thomas Pekary.

Dois campos nos que se têm estudado profundamente, desde as mentalidades ate a tecnologia, mas que rara e estranhamente se têm dado em sinergia, dando respostas comuns a verdadeiros problemas, a saber qual era a base financeira, logística e material da guerra na Grécia ou Roma antigas, que o que este projeto da Universidade de Erfurg pretende começar a responder a través de uma simples pergunta: "Quanto lhes custava a Guerra na Antiguidade?".


Ir ao site do projeto:  ANTIKE KRIEGSKOSTEN

terça-feira, 17 de março de 2009

Encontro de Jovens Investigadores em Historia Antiga 2009



Encontro de Jovens Investigadores em Historia Antiga

Univ. Complutense de Madrid
25-27 maio


Segunda-feira 25

Manhã

9,00 Inauguração do VIII EJIHA, 2009

La mirada al otro. Identidad, extranjería e integración jurídica
Moderador: Javier Andreu Pintado (UNED)
9,30 Javier Andreu Pintado (UNED)
“Cuestiones en torno a la etnia y la identidad en las sociedades antiguas”
9,50 Luis Manuel López Román (UCM)
“Ni ciudadanos ni extranjeros: la integración de los itálicos en el cuerpo cívico a principios de la crisis de la República romana”
10,10 David Espinosa Espinosa (UCM)
“El ius Latii y la integración jurídica de Occidente. Latinización vs romanización”
10,30 Descanso
11,00 Iván González Ballesteros (UCLM)
“El estereotipo del bárbaro y la imagen de la civilización en el occidente romano en la Geografía de Estrabón”
11,20 Marcial Tenreiro Bermúdez (UDC)
“Pasados bárbaros presentes romanos: Sincretismo e identidad religiosa en el occidente provincial”
11,40 Miguel Ángel Ramírez Batalla (UNA México)
“Las dos caras de Jano. La imagen del bárbaro en el Imperio romano”
12,00 Eike Faber (U. Potsdam)
“The Visigoths as the ‘other’. Barbarians, heretics, martyrs”
12,20 Descanso
12,30 Debate

Tarde
EXPOSIÇÕES I
16,00 Silvia Gómez Senovilla (UAM)
“Las tumbas de la elite egipcia en el Segundo Período Intermedio y comienzos de la dinastía XVIII en el oeste de Tebas: Análisis socio-político del período”
16,15 María José Escaso García (UAM)
“Los griegos micénicos en el Próximo Oriente: comercio y relaciones internacionales durante el Heládico Reciente IIIa2 y IIIb. Catálogo de materiales, análisis e interpretación”
16,30 Esther Rodríguez Torres (UAM)
“Presencia militar hispana en Roma, de la República al Bajo Imperio: Cohortes pretorianas, urbanas, singulares y de vigiles. Catálogo epigráfico, fuentes y análisis histórico-arqueológico”
16,45 Mª Ángeles Alonso Alonso (U. Cantabria)
“La documentación epigráfica del trabajo en el Occidente romano”
17,00 Descanso
17.30 Daniel M. Méndez Rodríguez (U. La Laguna)
“Divinidades y ofrendas en el Más Allá del Egipto antiguo: la Recitación de las Doce Cavernas”
17,45 Amparo Gómez Lorca (U. Valencia)
“Belleza y arquitectura en Marco Lucio Vitruvio Polión”
18,00 Milagros Moro Ipola (UNED)
“Adulescentia: Pubertad y adolescencia en la sociedad romana altoimperial”
18,15 David Natal Villazala (U. León)
“‘Huyamos de las calles’. Discurso, ceremonia y poder en Ambrosio de Milán”
18,30 Debate


Terça-feira 26

Manhã
La libertad de los pueblos. Construcción y confusión
Moderador: Aarón Reyes Domínguez (USE)
9,30 Saúl Martín González (UCM)
“El Imperium Galliarum: en torno a la libertad y la independencia del Occidente romano en el siglo III”
9,50 Aarón Reyes Domínguez (USE)
“Matar al carcelero: Ardashir y la búsqueda de la libertad”
10,10 Debate
11,30 Descanso

EXPOSIÇÕES II
12,00 Patricia González Gutiérrez (UCM)
“Anticonceptivos y abortivos en la Antigüedad: los derechos reproductivos de la mujer”
12,15 Adexe Hernández Reyes (UNED)
“La concepción cromática en la cultura helénica: el caso del panteón griego”
12,30 Fernando Notario Pacheco (UCM)
“Alimentos e identidades sociales en el mundo griego: retos teóricos y metodológicos”
12,45 Rubén Olmo López (UCM)
“Las funciones del gobernador provincial romano”
13,00 Debate

Tarde
EXPOSIÇÕES III
16,00 Juan Francisco Martínez Corbí (UCM)
“El mundo funerario celtibérico y vettón en las primeras décadas del siglo XX desde la perspectiva de la vida y la obra científica de sus protagonistas”
16,15 Lourdes Girón Anguiozar (U. Cádiz)
“Las diferentes interpretaciones de los grafitos en época romana del alfar de Puente Melchor (Puerto Real, Cádiz) en la cerámica común. Una propuesta atrevida”
16,30 Natalia Espinosa Criado (U. Zaragoza)
“Las estaciones viarias en Hispania: Dimensión espacial y física del cursus publicus y la red de comunicaciones romana”
16,45 Descanso
17,00 Elena Mª Sánchez Moreno (UCM)
“El desarrollo del culto a san Febamón en Egipto”
17,30 Víctor Manuel Cabañero Martín (UNED)
“De ciudades indígenas a municipios romanos: La transformación en el valle del Duero”
17,45 Debate


Quarta-feira 27

ManhãAdivinación y política en la Antigüedad
Moderador: David Hernández de la Fuente (UC3)
9,00 David Hernández de la Fuente (UC3)
“Oráculo y ley. Una aproximación a la influencia política de la adivinación en la Antigüedad”
9,20 Jorge Alberto Ordóñez Burgos (UA Ciudad Juárez)
“La adivinación en Egipto: la praxis política de un imperio”
9,40 Elena López-Romero (UCM)
“La adivinación en el mundo hitita: Tipos de oráculos y oficiantes. El rey como mediador entre hombres y dioses”
10,00 Descanso
10,30 Giuliana Besso (Università degli Studi di Torino)
“El colapso de la tiranía de Falaris de Agrigento en los Deipnosofistas de Ateneo: maquinaciones amorosas y oráculos extravagantes”
10,50 Maria Eugenia de la Nuez Pérez (U. Bourdeaux)
“El oráculo de Dídima: un ejemplo de las relaciones diplomáticas en época helenística”
11,10 Federica Pezzoli (Università degli Studi di Torino)
“El oráculo de Apolo de Dídima: análisis del caso de Milet I 3.33”
11,30 Diony González Rendón (UC3)
“El De divinatione de Cicerón en su contexto político y religioso”
11,50 Descanso
12,00 Debate

14,00 Clausura do VIII EJIHA, 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Um túmulo ao longe e um pouco de etnografia

Vai uns dias deram na Duas um interessante documentário sobre a construção de tumbas na ilha de Sumba, do que agora uma boa amiga passa-me o enlace. Um interessante documentário certamente não só pelo feito de que essas tumbas das que se fala são nada mais e nada menos que megálitos, se não também por que nos deixa ver a intra-história do levantamento de uma tumba numa cultura concreta, uma pequena chamada de atenção sobre os aspetos que já não nos acessíveis a traves dos restos materiais que conservamos -o resto de um resto- ao fim e cabo de uns trâmites culturais (desde a organização do trabalho ou os elementos ideológicos) dos que a maior parte, e ainda, certamente, o essencial, sempre se nos escapara.



Também o video em:  Sumba uma deveda coa tradição

domingo, 18 de janeiro de 2009

De Armas, Homes e Deuses


DE ARMAS, DE HOMBRES Y DIOSES: EL PAPEL DE LAS ARMAS EN LA CONQUISTA ROMANA DE LA PENÍNSULA IBÉRICA

Casa de Velazquez,
dias 22-23 Janeiro 2009

Programa:


QUINTA-FEIRA 22

Apertura e Presentación

1-LAS ARMAS EN EL CONTEXTO CIVIL

Las Armas en los poblados ibéricos
Fernando Quesada

Les armes sur le site de La Cailar
Rejane Roure

Las armas en los yacimientos del Nordeste penínsular
Alexis Gorgues

2-LAS ARMAS EN CONTEXTO MILITAR

Las armas halladas en los campamentos romanos de Numantia
Martin Luik

Las armaduras romanas en Hispania. Protectores corporales para la infanteria y la caballeria
Joaquín Aurrecoechea

El uso de las armas en le contexto de las guerras cántabras
Eduardo Peralta Labrador

Restos del armamento de la legio IIII Macedonica hallados en el campamento de Herrera de Pisuerga
Carmelo Fernández Ibáñez

The weapons at the battlefield of Kalkriese
Achim Rost & Susanne Wilber-Rost


SEXTA-FEIRA 23

3-LAS ARMAS Y SU SIMBOLOGÍA

El Simbolismo de las armas y el status del guerrero durante la guerra celtibérica
Manuel Salinas de Frias

Armas y etnicidad en la moneda hispánica
María Paz García Bellido

Moneda ibérica y estructura militar de los pueblos de Hispania (siglos II-I a. C)

Armas no Funcionales en contextos rituales
María Gabaldón

Armas y cerámica ibérica
Elena Maestro

ADDENDUM

Scénario pour une campagne d´Auguste: La guerre contre les Cantabres vue par la prospection aérienne
François Didierjean & Catherine Petit-Aupert


Descarregar o Programa em  PDF
 

sábado, 17 de janeiro de 2009

Colóquio de Arte Romano Provincial em Mérida


XI Colóquio de Arte Romano  Provincial

Entre os dias 18 a 21 de maio de 2009 celebrar-se-á em Mérida o XI Colóquio de Arte Romano Provincial, baixo o lema "Roma e as Províncias: Modelo e Difusão" e cuja organização se leva a cabo desde o Museu Nacional de Arte Romano (MNAR) e o Instituto Catalão de Arqueologia Clássica (ICAC).

O Colóquio completar-se-á com a visita ao jazigo de Augusta Emerita e ao Museu Nacional de Arte Romano e as excursões facultativas, programadas para os dias 22 e 23, a diferentes jazigos de especial singularidade no processo de romanização peninsular próximos a Mérida.

O Colóquio e Excursões desenvolver-se-ão entre os dias 18 e 23 de Maio do 2009.

As sessões do Colóquio celebrar-se-ão entre os dias 18 e 21 de Maio de 2009.

As duas últimas jornadas, dias 22 e 23 de Maio, realizar-se-ão Excursões facultativos a diferentes locais de interesse arqueológico a localidades próximas a Mérida.

As visitas programadas dentro do Colóquio serão as seguintes:

* Visita à cidade de Mérida: jazigo arqueológico de Augusta Emerita e Museu Nacional de Arte Romano.

As excursões programadas nos dias 22 e 23 de Maio de 2009, serão as seguintes:

* Visita a Italica e Sevilha.
* Visita à cidade de Évora em Portugal.


+ INFO no site do  XI Colóquio

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Cota Zero 23, 2008


Cota zero: revista d'arqueologia i ciència
Nº 23, 2008

Dossier: Els estudis de la ceràmica: noves perspectives


Articles

• Editorial (p. 2)
Excavacions realitzades a Catalunya durant el 2007 (p. 5-8)

A la recerca del temple d'August a Tarragona: una experiència entre arqueologia i geofísica (p. 9-12)
A. Casas

Resultats preliminars del nivell 2 del sondeig al Centre de Convencions del barranc de la Boella (p. 13-19)
P. Saladié


Dossier

Dossier: Els estudis de la Ceràmica. Introducció (p. 23-24)
Walter Cruells, Anna Gómez, Miquel Molist i Montaña

L'estudi de les ceràmiques prehistòriques des de l'arqueometria (p. 25-37)
Xavier Clop i García

Arqueometria ceràmica: una arqueologia ceràmica amb més informació (p. 38-53)
Jaume Buxeda i Garrigós

La memòria magnètica de les terres cuites arqueològiques (p. 54-61)
Yves Gallet, Agnès Genevey

Decoracions ceràmiques en les societats antigues: mètodes d'aproximació i aportacions a la comprensió de les comunitats humanes (p. 62-70)
Laure Salanova

Tipologies ceràmiques i tècniques quantitatives: apunts d'historiografia i procediments (p. 71-78)
F. Javier López Cachero, José Manuel Espejo Blanco

Diccionari tipològic, corpus i Internet: eines per a l'estudi de les ceràmiques trobades en excavació (p. 79-86)
Michel Py

Proposta metodològica per a l'estudi de la ceràmica prehistòrica (p. 87-99)
M. Pilar Prieto-Martínez

Funcions dels recipients en terra cuita en context d'hàbitat neolític: noves aproximacions (p. 100-114)
Julien Vieugué, Sigrid Mirabaud, Martine Regert

Etnoarqueologia instruccions d'ús: noves perspectives per a l'anàlisi dels conjunts ceràmics (p. 115-128)
Valentine Roux

Els "Grans" recorden: estructures neolítiques del record i l'oblit simbòlic (p. 131-139)
Ian Kuijt

Preservar, presentar, conservar: museïtzar el patrimoni arqueològic. Present i futur del nostre passat (p. 140-143)
Julia Beltrán de Heredia Bercero

• Notes bibliogràfiques (p. 146-151)


Ir ao número de:  Cota Zero

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

De Cidades e Ruínas

Vai um tempo um comercial perguntava-se “a que cheiram as coisas que não cheiram?", fundas questões existenciais, e se alguns falam ou falaram das funções da arquitetura, da transmissão de textos implícitos (mensagens, linguagens icónicas) ou noutro contexto também outros falam disque de uma Arqueologia dos Abandonos, do olvido, em síntese “da perda”

Fica perguntarem-se ainda e inclusive a onde vão os edifícios? não já quando deixam de sê-lo em quanto habitats habitável ou bem tornam em já-não-não lugares?, curioso esse paradoxo do lugar sem condição de lugar mas com função de tal  sítio do Auge.

Que é de uma forma sem fundo?, …onde ficam? e por/a onde vão os edifícios que embora significantes nunca tiveram de seu um significado? onde ficam os atos estéreis no seu trasunto de forma e de função?, e dizer, qual e a função dos objetos não funcionais ou meramente disfuncionais? 

Ou -dito de outra maneira seica como é aquilo do desenho postfuncional -sive "desconstrutivo"- ou os Paradoxos de uma Cidade da Cultura sem Cultura?. A realidade de cote tece curiosas ironias coa teoria.


segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A Olhada Melancólica

Uma melancólica olhadela cara o passado ou arredor do passado, a estátua (Hermannbild) erigida em honor do rei germano Arminio (alemaniçado Hermann) vencedor de Varo na selva de Teutoburgo, uma espécie de Vercixetorix -embora exitoso- germano, que não indissimula o parecido formal com o galo no fato e na iconografia 


+ SOB isto em  Pura Iconografia