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sábado, 9 de fevereiro de 2013

O Cavalo e o Touro - ampliado o prazo

O CAVALO E O TOURO NA PRÉ-HISTÓRIA
E NA HISTÓRIA
Congresso Internacional

Quando: 15-19 Maio
Onde:  Golegã e Chamusca


Tem-se ampliado o prazo para a apresentação de propostas de comunicações ao congresso O Cavalo e o Touro na Pré-história e na História, do que já temos falado no Archaeoethnologica, e que se celebrara nas vilas de Golegã e Chamusca (distrito de Santarém) em maio deste ano.



Os interessados têm até o dia 15 de março para apresentar o resumo e título provisório da sua proposta. As línguas oficiais do Congresso são o português, o castelhano e o inglês, sendo ainda aceites comunicações em francês e em italiano desde que apresentem resumos numa das línguas oficiais.



Este congresso pretende reunir, com a finalidade de troca de conhecimentos, não só pré-historiadores, arqueólogos e historiadores de arte, mas também investigadores dedicados à mitologia, à utilização militar do cavalo, à história da tauromaquia, à origem e evolução e à criação destes dois mui nobres animais.



Ambos surgem profusamente representados nas artes de culturas e civilizações diversas, desde a Pré-História até aos dias de hoje, em exemplos numerosos de arte rupestre, cerâmica, escultura, mosaicos, numismática, arquitetura e pintura, entre outros casos.


+INFO no site de:  O Cavalo e o Touro

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Journal of Social Archaeology 13/1


Journal of Social Archaeology Vol. 13/1, 2013


Articles

Through the skin: Exploring pastoralist marks and their meanings to understand parts of East African rock art  pp. 13: 3-30
Thembi Russell

Concrete matters: Ruins of modernity and the things called heritage  pp. 31-53
Þóra Pétursdóttir

Hesitant geographies of power: The materiality of colonial rule in the Siin (Senegal), 1850–1960   pp. 54-79
François G. Richard

The rediscovery of HMS Investigator: Archaeology, sovereignty and the colonial legacy in Canada’s Arctic    pp.80-100
Lisa M. Hodgetts

Exploring hidden narratives: Conscript graffiti at the former military base of Kummersdorf   pp. 101-121
Samuel Merrill and Hans Hack

Non-bodies of knowledge: Anatomized remains from the Holden Chapel collection, Harvard University   pp. 122-149
Christina J. Hodge


Ir ao número da revista:   JSA 13/1

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O Cavalo e o Touro - Convocatória


O CAVALO E O TOURO NA PRÉ-HISTÓRIA
E NA HISTÓRIA
Congresso Internacional

Quando: 15-19 maio 2013
Onde: Golegã e Chamusca


Este congresso pretende reunir, com a finalidade de troca de conhecimentos nao só pré-historiadores, arqueólogos e historiadores da arte, mas também, investigadores dedicados a mitología, a utilizaçao militar do cavalo, a história da tauromaquia, à origen e evoluçao da criaçao de destes dois animais



Ambos surgem profusamente representados nas artes de culturas e civilizaçoes diversas desde a Pré-história até aos días de hoje, em exemplos numerosos de arte rupestre cerámica, escultura, mosaico, numismática, arquitectura e pintura entre outros casos, surgindo mesmo com características e associaçoes divinas no seio de muitos povos



O congresso organizado pelo centro Portugues de Geo-história e o Centro de Pré-história do Instituto Politécnico de Tomar, Instituto Terra e Memoria e o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes. O congresso divide-se em sessoes gerais e em sessoes temáticas mais especificas tendo lugar na Golegã (capital portuguesa do cavalo) e na Chamusca (onde se encontram os maiores criadores de touros do país)



As linguas do congresso sao o portugués, o castelhano e o inglés, sendo aceites comunicaçoes em francés e em italiano desde que apresentem resumos numa das linguas oficiais. O prazo de pressentaçao de propostas esta aberto até o dia 31 de janeiro do 2013


 Primeira Circular



+INFO no site do Congresso:  O Cavalo e o Touro

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Etnoarqueologia do "Intangivel"


The Intangible Elements of Culture
in the Ethnoarchaeological Research

Quando: 21-23 de Novembro
Onde:  Roma

Durante a última década, "intangível" tornou-se uma palavra-chave na pesquisa antropológica e na gestão do património. As teorias arqueológicas e métodos para a exploração do significado e importância dos artefactos, recursos e modos de regulamento focam-se cada vez mais na evidência "não material". 

Graças a suas características particulares, a etnoarqueologia pode efetivamente favorecer o desenvolvimento do estudo do património cultural imaterial das sociedades vivas, e destacar sua relevância para o estudo do passado. Esta conferência pretende reunir pesquisadores que estudam o papel dos intangíveis na interpretação de dados em seus projetos tnoarqueológicas, a fim de discutir as suas implicações para a pesquisa arqueológica.

A conferência tem como objetivo explorar o papel de "etnoarqueologia do imaterial" nos seguintes tópicos (mas não limitado a): o aprovisionamento de matéria-prima, produção e distribuição de artefactos, modelos de assentamento, , interações humanos-meio ambiente, utilização e perceção do paisagem, relações sociopolítica, características e instalações do asentamento.


 Programa



+INFO no site coloquio:  Etnoarchaeology.org

terça-feira, 23 de outubro de 2012

As Oleiras de Pattaran



Um pequeno mas interessante documentário realizado recentemente dentro de um projeto de estudo etnoarqueologico pelo British Museum e Council for Historical Research de Kerala, centrado na olearia tradicional da região de Pattaran (Kerala, Índia). Documentário mostra a cadeia operativa da produção da cerâmica, fundamentalmente uma cerâmica a mão sem torno, e as distintas técnicas que participam na sua elaboração


domingo, 7 de outubro de 2012

Cerâmica, Experimentação e Etnoarqueologia

Etnoarqueología y experimentación
Más allá de la analogía
II Congreso Internacional de Estudios Cerámicos

Quando: 5-9 março 2013
Onde:   Granada


O Departamento de Prehistoria y Arqueología. Universidad de Granada, AEECA (Asociación para el Estudio Experimental de la Cerámica Arqueológica) e os grupos de pesquisa GEPRAN (Grupo de Estudios de la Prehistoria Reciente Andaluza), GEA Cultura material e identidad social en la Prehistoria Reciente del sur de la Península Ibérica  organizam a segunda ediçao do Congresso Internacional de Estudos Cerâmicos, que este ano terá como título: Etnoarqueología y experimentación. Más allá de la analogía

Esse projeto foi planejado para contribuir ao desenvolvimento de novas linhas de pesquisa nos estudos de cerâmica que estão em voga na comunidade científica e desmistificar e reforçar a importância da etnografia e etnologia como um método de abordagem do estudo das sociedades passadas. Além da escola anglo-saxónica, o trabalho realizado no âmbito da arqueologia, raramente ligam o complexo fenómeno da produção de cerâmica com os fatores socioeconómicos e culturais das sociedades humanas que são o objeto do seu estudo.

Para elo contar-se-á com a participação de especialistas ceramistas, etnógrafos, arqueólogos, historiadores, etc., de reconhecido prestigio nacional e internacional. Nosso objetivo é construir um espaço marcado pela diversidade científica e definida pelas linhas de pesquisa teórica e metodológica de produtos cerâmicos ao longo da história.



O prazo de presentação de comunicações e poster estará aberto desde o 15 de Setembro de 2012 até o 15 de Janeiro de 2013


 Programa provisorio




+INFO no site do:  II Congreso Inter. de Estudios Cerámicos

domingo, 8 de julho de 2012

Reciclando o Metal


Depois de oir a Xurxo Ayan falar do exíguo do que pode ser um talher metalúrgico no registo material e etnográfico, ou a Bea Comendador comentador comentar o escasso rendimento final em metal logo de tudo o complicado processo de transformação do mineral, e mesmo da necessidade de reciclar as escórias apegadas nos crisóis


Motivo da ausência de estes no registo da Proto-história do Noroeste, ... e falando de Etnoarqueologia não podíamos mais que trair aqui o caso de este especialista hereditário (de caste) da Índia o "limpador de lama" encarregado de distintas tarefas relacionadas coa transformação do metal, entre elas precisamente o reciclagem de escórias de bronze


Igualmente se nos mostram nestas fotos dentro do seu contexto vivo o singelo do talher (?) e dos úteis dum metalúrgico tradicional, neste caso itinerante, pois os desta caste de especialistas tenham o seu circuito anual de Fundições onde prestam seus serviços nos povoados


Assistido por trabalhadores locais em todas estas atividades e servindo-se de uns singelos buracos escavados no chão como moldeis que serão utilizados para obter lingotes de metal que logo usaram os fundidores locais nos seus trabalhos


Sobre as imagens tomadas pola câmara do arqueólogo T.E. Levy e sobre o projeto Ethnoarchaeology in India levado a cabo pelo Levantine Archaeology Laboratory da Univ. de San Diego poderdes consular a sua web

Referencias
Levy, T. E., A. Levy, R. Sthapathy, S. Sthapathy, & S. Sthapathy, Masters of Fire. Hereditary Bronze Casters of South India. German Mining Museum, Bochum 2008


Ethnoarchaeology 4/1



Ethnoarchaeology
Journal of Archaeological, Ethnographic and
 Experimental Studies
   
Vol. 4 / 1, 2012


Editorial  pp. 1-4


Articles

Opium for the Masses.An Experimental Archaeological Approach in Determining the Antiquity of the Opium Poppy
Zuzana Chovanec, Sean M. Rafferty and Stuart Swiny   pp. 5-36

The Egyptian Drill. A Unique Dual-Mode Device
Stephen C. Saraydar   pp. 37-52


Reviews

Classics Review
Kathryn Arthur and Liam Frink  pp. 53-54

Lewis R. Binford's Impact on Zooarchaeology
A Consideration of Three Volumes (and assorted other things) that Altered the Way We Think about the Bones of Human Prey
R. Lee Lyman   pp. 55-78

Binford and Ethnoarchaeology, a View from the South
Reflections on His Contributions to Hunter-Gatherer Archaeology and Lithic Analysis
Nora Viviana Franco  pp. 79-100


Book Reviews

Disaster Archaeology by Richard A. Gould
Amanda N. Laoupi  pp. 101-110

Living with the Dead: Mortuary Ritual in Mesoamerica, by James L. Fitzsimmons and Izumi Shimada, editors
Anna J. Osterholtz  pp. 105-107

EthnoZooArchaeology: The Past and Present of Human-Animal Relationships, by Umberto Albarella and Angela Trentacoste, editors
Lee G. Broderick   pp. 108-110



Ir ao número da revista:   Ethnoarchaeology

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Um livro, um record - O Cantabrico


Vai quatro meses davas noticia (aqui o post) do surprendente sucesso da publicaçao do livro "El Cantábrico en la Edad del Hierro" do nosso amigo e colega Jesus F. Torres-Martinez (Kechu), que a pouco mais de dois meses de ser editado afrontava já uma segunda ediçao. Comentavamos daquela o inaudito de isto tratando-se de uma monografia arqueológica sobre um tema tao concreto como pode ser a etnoarqueologia de esta parte da Hispânia Celtica.

Mas agora recevimos novamente -vaia a redundacia- a nova de que essa 2º ediçao foi já esgotada, e é mais o livro vem-se de convertir no record absoluto de vendas entre os editados pela RAH, deixamos aqui as palavras ao respeito do bloge do Projeto MonteBernorio: "Trata-se de um record de vendas já que, ao pouco tempo de estar editado, é o titulo que mas se esta vendendo. Ademais é o livro que mais visitas recebe no seu página Site a traves dos buscadores de internet e dos clientes que se assomam ao portal-Site desta Instituição. A primeira e segunda Edições esgotaram-se muito rapidamente mas a demanda manteve-se. Os editores tiveram que fazer edições sucessivas da obra dada a grande demanda existente."


Desde o Archaeoethnologica reiteramos de novo a nossa noraboa ao autor


Postagem relacionada: O Cantabrico na Idade do Ferro

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Os Montanheses faz 1.000 anos


O passado novembro passado, na Faculdade de Geografia e História da Universidad Complutense de Madrid, fora apresentado o livro "El Cantábrico en la Edad del Hierro" do arqueólogo e investigador Jesus F. Torres Martinez, livro de que já temos falado aqui (1 e 2)

O próximo sábado 12 de maio celebrara-se uma conferência titulada "O Cantábrico na Idade do Ferro: Os Montanheses a mais de dois mil anos" organizada pelo IMBEAC (Instituto Monte Bernorio de Estudios de la Antigüedad del Cantábrico) e ACD Montaña Palentina, na qual se apresentara o livro na Montanha Palentina.

O evento terá lugar no Espacio Cultural La Compasión, de Aguilar de Campoo, e começara as 7:00 horas, e contara com a assistência, a parte do autor do livro, do catedrático de arqueologia da UCM Martin Almagro-Gorbea.


quinta-feira, 26 de abril de 2012

SMELT 2010



O SMELT 2010 teve lugar no National Heritage Park de Ferrycarrig, (Wexford, Irlanda). Foi a primeira experiencia na Irlanda desde os anos 50, para fundir mineral em um forno construído em base a evidências arqueológicas da Idade do Ferro e medievais. O projeto centrou-se não só no fundido mas o incluiu também a reprodução experimental de de carvão vegetal em conjunto. Os resultados do projeto podem seguir-se no bloge do projeto Smelt 2010 e no subprojeto Experimental Chalcoal Making, ou no bloge do arqueólogo irlandês Brian Dollan, Seandálaíocht – Irish For Archaeology.


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Jornadas de Metalurgia Pré-histórica Experimental

Primeras Jornadas de Metalurgia Prehistórica Experimental
   
Quando: 11-13 maio
Onde: Taramundi


Entre os dias 11-13 de maio celebrara-se em Taramundi (Os Oscos) as Primeiras Jornadas de Metalurgia Pré-histórica Experimental, este projeto estão organizadas e patrocinadas por Ceder Oscos-Eo. Mover Montanhas, com a colaboração co Grupo de Estúdios de Arqueologia Antiguidade e Território (GEAAT) da Universidade de Vigo GEEAT universidade de Vigo , o Concelhos de Taramundi, o Museu de la Cuchillería de Taramundi, Associação de Ferreiros “Consejo del Hierro”, e o grupo Etnográfico dos Teixois.


Neste seminário achegaram-se ao mundo da "tecnologias pré-históricas" a través de uma achega interdisciplinar com uma importante vertente pratica e etnográfica, etnoarqueologica, com uma especial focagem na arqueologia experimental, que se fará presente a través realização de atividades de carboneo e fundição de bronze recreando os meios proto-históricos e tradicionais desta atividades. As jornadas contaram com a participação especialistas em arqueologia da metalurgia como Bea Comendador Rey e Salvador Rovira.

carboneio tradicional
    
A inscrição é balde e o número de vagas limitado,  pode fazer-se a inscrição a através do e-mail ayto@taramundi.net ou do tfno: 985646701.


Programa

Sexta feira, 11 de Maio.

Local: Casa de Cultura de Taramundi

17,00 h. APresentação das jornadas

17, 15 h. Conferência
Metalurgia: artesania, tecnología y sociedad
Beatriz Comendador. Professora Universidade de Vigo. Investigadora do GEAAT

17,45 h. Conferência
El puñal de antenas de Taramundi: una aproximación a su Cadena Técnica Operativa
Aaron Lackinger. Investigador do GEAAT. Universidade de Vigo

18,15 h. Conferência
La producción en ferreria de objetos metálicos en el castro de Taramundi.
Esperanza Martín. Arqueóloga. Plan Arqueológico Navia-Eo.

18,45 h. Conferência
El patrimonio arqueológico como generador de empleo en el ámbito rural.
Abraham Herrero. Investigador do GEAAT. Universidade de Vigo
   
Sábado, 12 de MaIo

Local: Parque de empresas Industrio-artesanal de Taramundi

10,00 h. Acendido da carboneIra
Coordinador: Luis Legaspi. C.E. De Os Teixois

11h. Início redução para a obtenção de bronze
Coordinadores: Aaron Lackinger
Salvador Rovira. Experto em metalurgia pré-histórica. Universidade Autónoma de Madrid. MAN

14,00 h. Pausa comida

16,30 h. Inicio fundição de bronze
Coordinadores: Aaron Lackinger
Beatriz Comendador

18,30 h. Tapado carboneira

19,30 h. Visita Museo de la Cuchillería
   
Domingo, 13 de Maio

10,30 h. Destapado da carboneria

12,30 h. Visita ao Castro de Taramundi
Guía: Esperanza Martín

13,30 h. Visita ao Conjunto Etnográfico de Os Teixóis

14,30 h. Encerramento das jornadas


+INFO no bloge:  A Urdiñeira

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Investigando a Etnoarqueologia da agricultura


Reseaching non-industrial farming
a multidisciplinary approach

Quando: 27 agosto - 2 setembro
Onde:  Santo Adriano, Asturias


O CSIC baixo a coordenação das arqueologas Leonor Peña Chocarro (EEHAR) e Marta Moreno García (IH-CCHS), organiza este verão uma escola de verão sobre a agricultura tradicional e as suas técnicas. O curso tem 15 praças disponíveis e o prazo de solicitude esta aberto ate o 15 deste mês, a continuação oferecemos-vos a descrição deste interessante curso junto com o programa, ponentes e outras informações

Tendo como precedente a experiência prévia da organização 2 cursos de verão no enquadramento do projeto europeu EARTH (ESF), esta iniciativa tem como objetivo proporcionar aos participantes as ferramentas necessárias para o estudo da agricultura pré industrial e a criança de animais no seu próprio contexto social e cultural.

Este ênfase nas feições socioculturais que permitem aos estudantes a aprofundar nos processos históricos que deram pé ao desenvolvimento da agricultura, desde as suas origens, e a preservação de um rico patrimônio cultural e biológico em algumas partes da Europa.A grande diversidade curricular do professorado e dos estudantes analisar diferentes planos destas questões (cultivos, chãos, animais, paisagens, técnicas, etc.) desde uma grande variedade de perspetivas, tais como as da arqueologia (bio-arqueologia, arqueologia da paisagem, análise funcional), a antropologia, história, geografia, agronomia ou a da genética das plantas genéricos, o que enriquece significativamente os conteúdos da escola e a formação dos participantes.


A escola concebe-se como um laboratório experimental no qual o ensino divide em três módulos: conferências, demonstrações e trabalho de laboratório e trabalho de campo. Os temas de discussão estão relacionados com feições essenciais da agricultura tradicional e criança de animais, como as técnicas e práticas agrícolas e ganadeiras, a evolução dos cultivos, as mudanças na paisagem, a etnografia, etc. As práticas de laboratório completam este conhecimento teórico, aumentando o entendimento das metodologias utilizadas nos diferentes campos de estudo relacionados com o estudo da agricultura não industrial.


O estudante tem também a oportunidade de participar nas atividades agrícolas tradicionais através da colaboração ativa com agricultores locais fazendo desta iniciativa de uma experiência única para a formação de futuros especialistas nestas áreas.


 Convocatoria:



+INFO no site do:  Centro de Ciencias Sociais (CSIC)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Um bestseller etnoarqueológico

Acabámos de saber vai pouco do sucesso no percorrido editorial do livro El Cantábrico en la Edad del Hierro, Medioambiente, economía, território y sociedad do nosso colega Jesus F. Torres-Martinez (Kechu), o livro que cuja apresentação já déramos noticia aqui.

Não é desde logo frequente que uma monografia sobre arqueologia -e menos ainda sobre etnoarqueologia!- chegue a converter-se em um relativo sucesso de vendas, e tenha agotado toda a sua tirada a só dois meses da sua saída ao lume. Os livros científicos e sobre questões tão específicas não soem figurar entre os mais vendidos, máximo quando o seu preço é ajeitado ao grosso das 640 páginas que formam o volume. São livros "raros" e com um publico igual de "raro", normalmente unido ao autor por certa solidariedade profissional de ocupar-se de igual ou paralela área, compartir certo interesse ou orientação da pesquisa, especialidade ou "recanto" de estudo.

São por elo livros dos que não se fazem -não- tiradas muito amplas, que por engadido tardam longos anos em verse esgotadas, e finalmente quando isto ocorre muito raramente soem voltam a se publicar, ... qualquer pesquisador conhece casos (por pores um) e tem a experiência desses grandes clássicos de uma disciplina ou um área de estudo, a dia de hoje vigentes ou ainda de interesse em grande parte, más que nunca tiverem mais de 1 soa e única edição.

Nada de isto desde logo é frequenta, mas é, já for pelo próprio interesse da temática da obra ou pela trajetória do autor, uma realidade que se bem de confirmar porem coa notícia de uma reedição -"pela alta demanda"- do livro do Kechu a só dois meses de sair a sua primeira tirada, Tudo elo não deixa de ser uma boa nova, à que esperamos ter contribuído com o nosso pequeno grau de areia informativo desde o Archaeoethnologica

Noraboa Kechu


Postagem relacionada:  O Cantabrico na Idade do Ferro

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Etnoarqueologia do "Inmaterial" - Convocatória

The Intangible Elements of Culture in the Ethnoarchaeological Research


Colóquio Internacional

Quando: 21-23 novembro
Onde:  CNR Roma


Desde a Associzione Italiana di Etnoarcheologia (AIE) enviam-nos a convocatoria da proximo Colóquio Internacional sobre Etnoarqueologia, que este ano estará dedicado aos distintos aspeitos dos elementos inmateriais na pesquisa etnoarqueologica.

Durante a última década, "intangível" tornou-se uma palavra-chave na pesquisa antropológica e na gestão do património. As teorias arqueológicas e métodos para a exploração do significado e importância dos artefactos, recursos e modos de regulamento focam-se cada vez mais na evidência "não material". Graças a suas características particulares, a etnoarqueologia pode efetivamente favorecer o desenvolvimento do estudo do património cultural imaterial das sociedades vivas, e destacar sua relevância para o estudo do passado. Esta conferência pretende reunir pesquisadores que estudam o papel dos intangíveis na interpretação de dados em seus projetos tnoarqueológicas, a fim de discutir as suas implicações para a pesquisa arqueológica.

A conferência tem como objetivo explorar o papel de "etnoarqueologia do imaterial" nos seguintes tópicos (mas não limitado a): o aprovisionamento de matéria-prima, produção e distribuição de artefactos, modelos de assentamento, , interações humanos-meio ambiente, utilização e perceção do paisagem, relações sociopolítica, características e instalações do asentamento.


  Convocatória




+INFO no site coloquio:   Etnoarchaeology.org

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O Cantabrico na Idade do Ferro - Livro


EL CANTABRICO EN LA EDAD DEL HIERRO


Torres-Martínez, J. F., El Cantábrico en la Edad del Hierro, Medioambiente, economía, territorio y sociedad. Real Academia de la Historia, Madrid, 2011 640 pags.
ISBN: 9788415069287


Desde o Archeoethnologica agrada-nos muito poder anunciar a pressentação do livro El Cantábrico en la Edad del Hierro do nosso colega Jesús F. Torres-Martinez (Kechu), diretor do projeto arqueológico Montebernorio, e que é já conhecido nestas terras pola publicação recente da sua La Economía de los Celtas de la Hispania Atlántica (Vol I e II), O Cantábrico na Idade do Ferro constitue a edição aumentada da sua tese doutoral que fora dirigida pelo catedrático Martin Almagro-Gorbea, na que seguindo na linha doutras publicações previas do autor, presta-se uma especial interesse à etnografia e a sua possibilidade de integração com o registro arqueológico

O ato de apressentação do livro terá lugar o dia 22 de Outubro às 18:00 no Salão de Graus da Faculdade de Geografia e História da Universidade Complutense de Madrid e contará com a intervenção do editor o Prof. Dr. Martín Almagro-Gorbea.


Sinopse:
 O Cantábrico na Idade do Ferro é uma obra muito extensa sobre a Idade do Ferro no norte da Espanha a partir do ponto de vista da arqueologia: arqueologia, etno-arqueologia e etno-história. Dentro da obra presta-se uma atenção especial às referências geográficas e ambientais incluindo-se as informações referidas polos autores gregos e romanos sobre esta região e seus habitantes durante a Idade do Ferro. Um dos capítulos mais longos é o dedicado à Economia, o qual inclui um apêndice sobre a reciprocidade nas relações económicas e sociais. Também neste livro pode-se encontrar um capítulo sobre a construção do território e da paisagem cultural e o desenvolvimento da organização social, e as suas mudanças, ao longo do tempo. À ideologia guerreira e a religião celta adicanse-lhe assim mesmo dois capítulos do livro


  INDEX




+INFO no site da:  RAH publicacións

quarta-feira, 28 de abril de 2010

sábado, 24 de abril de 2010

Cocinha da Idade do Bronze - Hidden Eritage


A arqueóloga Lorraine Bourke da NIEA (Nordert Ireland Enviorment Agency) esplica neste clip do programa Hidden Eritage uma das técnicas utilizadas na protohistoria para o cocinhado dos alimentos mostrando um dos mas antigos métodos de cozer a comida (o uso de pedras quentadas  previamente ao lume), nesta demostração prática arredor duma saborosa perna de cordeiro emvolta em... palha!.


quarta-feira, 29 de julho de 2009

III Congresso Transfronteiriço de Estudos Celtas


III CONGRESSO TRANSFRONTEIRIÇO DE  
ESTUDOS CELTAS

6-7 de Agosto de 2009
Salão de Atos do Museu de Ortigueira


PROGRAMA

Dia 6 de agosto

9:30 hrs. Inauguraçao

10 hrs. EL MUNDO CELTA EN LA LENGUA Y LA LITERATURA.

Intervem:

Dr. Ramón Sainero Sánchez. Dir. do Instituto de Estudos Celtas. UNED.
 Pasado y presente de la leyenda de Mil de España.

Dr. Juan Luis García Alonso. Universidad de Salamanca.
Huellas célticas en los testimonios lingüísticos prerromanos del oeste peninsular.

Dr. Francisco J. Rodríguez Mesa. Universidad de Córdoba.
La mitología celta en Tristán e Iseo.

Dª. Ioana Ionita. Investigadora UNED.
La Dama del Lago en la tradición del Occidente Atlántico.

COLÓQUIO

12 hrs. Descanso

12.30 hrs. Dr. Ignacio Velázquez. UNED.
 Jean Cocteau y Merlín: Los caballeros de la Mesa Redonda.

D. Ramón Loureiro. Periodista y articulista de la Voz de Galicia.
A Galicia de Merlin no meu imaginario

Dr. Rubén Jarazo Álvarez. Universidad de A Coruña.
El estrato céltico en la obra del dramaturgo irlandés Lord Dunsany.

Dª. Celia Ruiz. Investigadora.
El mundo invisible en la literatura celta.

COLÓQUIO


16.30 hrs. ESTUDIOS HISTÓRICOS Y ETNOLÓGICOS

Dra. Fátima Lobo. Universidad de Braga (Portugal).
Análise psicossocial do culto do sol e da água no Município de Ponte da Barca.

Dr. Fernando Alonso Romero. Universidad de Santiago.
La viga de oro: origen y significado en el folclore gallego.

Dª. Mª. Victoria Díaz Castañeira. Periodista.
Estudios históricos y etnológicos de la leyenda de la “Atlántida” de Bares.

18 hrs. Descanso

18: 30 hrs. Dr. Domingo Esteban Gómez. Universidad de A Coruña.
Enfermedades de la civilización y enfermedades del hombre improntas en la dinámica organizativa y mitológica celta.

Dr. Jaime Ferreri. Investigador (Ponte da Barca, Portugal).
Ponencia: O Ementar às Almas no período da Quaresma em Bravães, concelho de Ponte da Barca – Portugal

Dra. Antonia Sagredo Santos. UNED.
La herencia celta del Occidente Altántico: las Islas Británicas y España.

D. Narciso Luaces. Director del Museo Etnográfico de Meixido. 
Orígenes y evolución de la casa rural gallega.

COLÓQUIO.

Dia 7 de agosto

9.30 hrs ESTUDIOS HISTÓRICOS Y ETNOLÓGICOS.

D. Alberto Vera Meizoso. Investigador.
Reflexiones en torno a las primeras embarcaciones de mimbre cubiertas con piel de buey

Dra. Adriana Zierer: Universidad de San Luiz (Brasil).
Do Caldeirão da Abundāncia à Crisitianizaçao do Graal nas Fontes Medievais.

D. Rafael López Loureiro. Investigador.
Las luminarias de la Candeloria.

Dr. Liborio Hernández Guerra. Universidad de Valladolid.
La diosa Epona en la Península Ibérica. Culto e Iconografía.

COLÓQUIO

12. hrs Descanso

12.30 hrs. Profesor J. Maia Marques. Universidad de Braga (Portugal).
Subsidios para o estudo das populações Pré-Romanas do Noroeste – Grovios e Celtas.

D. CarlosNúñez. Investigador.
El diseño celta. Grafismo y la simbología en la sociedad de consumo.

D. Marcial Tenreiro Bermúdez.Universidade de A Coruña.
Sacrificio, fundación y delimitación: etnoarqueología de un ritual en la Hispania céltica.

D. Pedro Moya. Universidad Complutense (Madrid).
Las luchas célticas en la historia prerromana: testimónios clásicos, históricos y etnográficos.

COLÓQUIO

16.30 hrs. LO CELTA EN EL CONTEXTO HISTÓRICO Y CULTURAL

Dra. Pilar Fernández Uriel. UNED.
En torno al ritual del muérdago. Significado y simbolismo.

Dr. Felipe Senén. Museólogo.
Arqueología y mitología del oro “céltico”.

Dr. Bernd Dietz Guerrero . Universidad de Córdoba.
David Jones y la actualización de lo céltico.

COLÓQUIO.

19. 30 hrs. ENCERRAMENTO.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Um túmulo ao longe e um pouco de etnografia

Vai uns dias deram na Duas um interessante documentário sobre a construção de tumbas na ilha de Sumba, do que agora uma boa amiga passa-me o enlace. Um interessante documentário certamente não só pelo feito de que essas tumbas das que se fala são nada mais e nada menos que megálitos, se não também por que nos deixa ver a intra-história do levantamento de uma tumba numa cultura concreta, uma pequena chamada de atenção sobre os aspetos que já não nos acessíveis a traves dos restos materiais que conservamos -o resto de um resto- ao fim e cabo de uns trâmites culturais (desde a organização do trabalho ou os elementos ideológicos) dos que a maior parte, e ainda, certamente, o essencial, sempre se nos escapara.



Também o video em:  Sumba uma deveda coa tradição