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sábado, 8 de dezembro de 2012

O depósito de Moita da Ladra - Palestra

Um depósito Votivo da Idade do Bronze na Moita da Ladra
Síntese dos trabalhos realizados e resultados preliminares

Quando:
13 de Dezembro
Onde:   Vila Franca de Xira


A proxia quinta feira dia 13 de Dezembro pelas 16 horas, decorrera no Museu Municipal de Vila Franca de Xira dentro do ciclo de Conferências Vila Franca de Xira há três mil anos. O Tejo palco de interação entre Indígenas e Fenícios, uma palestra a cargo dos Doutores Mário Monteiro e André Pereira titulada Um depósito Votivo da Idade do Bronze na Moita da Ladra. Síntese dos trabalhos realizados e resultados preliminares.



+INFO no site do:  Museu Vila Franca de Xira

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Um capacete entre ossos

Um capacete Idade do Ferro topado perto de Canterbury


Um raro capacete pré-histórico foi descoberto numas leiras fora de Canterbury. O capacete de bronze, datado no século I a.C, foi descoberto por um detetorista. Andrew Richardson, encarregado de achádegos do Canterbury Arch Trust conta a história: "uma noite de outubro ao chegar à casa depois do trabalho, recebi uma chamada de um detectorista local que eu sei do meu tempo como Oficial de enlace de achádegos para em Kent. Ele tinha também no passado trabalhado como voluntário do Trust, e tendo feito o que ele descreveu como uma "importante descoberta", decidiu entrar em contacto comigo.



Ele disse que tinha encontrado o que ele acreditava ser um "capacete de bronze celta '. Eu não conhecia nenhum destes cascos em Kent, o famoso "Guerreiro de Deal” escavado por Keith Parfitt em Mill Hill tinha um cobre-cabeças de bronze , mas que não era como tal um capacete . Mesmo no conjunto da Grã-Bretanha, eu entendia que tal achado seria incrivelmente raro. Mas o descobridor parecia muito confiado e eu sabia que ele era um detetorista experiente, então combinei com ele uma visita na manhã seguinte para votar-lhe uma olhada.


Já na sua casa, ele sacou uma caixa e a abriu revelando um broche de Finais da Idade Ferro em muito bom estado, juntamente com ele estava o que era de fato um capacete de bronze do mesmo período. Houve também um fragmento de osso queimado que ele disse que tinha encontrado com o capacete e o broche, comentou que encontrara mais ossos assim mesmo queimados no mesmo lugar. Assi pois, parecia provável que os achados foram derivados de um enterro com cremação. Concordamos que, se for possível, seria melhor realizar uma pequena escavação do lugar, para aprender o máximo possível sobre o contexto do que era de fato um "significativo achádego"



A descoberta de dois objetos metálicos pré-históricos juntos no mesmo lugar fez do achádego um potencial "tesouro" pelo que ao meu retorno ao Trust, comuniquei a descoberta ao legista, Oficial de enlace de achádegos para Kent e ao Registo de Tesouros. Trás discussões com os colegas profissionais, proprietários do térreo, arrendatários, o FLO, British Museum e outros, foi convido que uma escavação rápida do lugar era a melhor procedimento neste caso



Esta não revelou uma elaborada tumba principesca, mas sim um simples e pequeno buraco oval, cavado na turba natural, que tinha sido afetado por profundos sulcos de arado sulcos a ambos lados. Tendo em conta a recuperação original do detetorista poderia identificar-se facilmente um buraco circular aproximadamente de perto de 0,35 m de diâmetro. A cuidadosa remoção do contido produziu uma quantidade moderada de osso cremado e alguns pequenos fragmentos residuais de aliagem de cobre, provavelmente derivados do capacete.



Na base, a metade inferior do contorno oval do capacete fora preservado, como um molde quase perfeito, no solo circundante não afetado pela escavação. Em alguns lugares este foi corado de verde a partir da composição da aliagem de cobre do capacete, e alguns pequenos restos de folha de metal quedaram incrustados no fundo.



A partir da conta fornecida pelo localizador e as provas recuperado da investigação subsequente arqueológico, a forma geral do sepultamento pode ser reconstruído com alguma confiança. Um buraco raso circular tinha sido inicialmente cortar o giz natural. Para isso, o capacete tinha sido colocado invertido. Ele foi posicionado na metade oriental do poço, orientado nor-leste pelo su-sudoeste, com a sua projeção traseira do pescoço guarda no extremo nor-nordeste. Ou logo antes ou logo após o capacete foi colocado no chão uma quantidade de ossos humanos cremados tinha sido colocado dentro dele.



O broche pares proceder da parte superior do depósito de ossos e é provável que os ossos cremados tiveram sido originalmente guardados dentro de algum tipo de tecido ou bolsa de couro, recipiente que teria sido fechada, na sua parte superior pelo broche. O conjunto foi então colocado dentro do capacete invertido que, neste caso, serviu como um 'furna'. O poço foi então preenchido com terra e giz, sem que as evidências para sugiram que o deposito fora marcado permanentemente de alguma forma. Não há indícios de qualquer outro resto, a partir da escavação semelha parece o enterramento do capacete fora um caso isolado ou fazia parte de algum tipo de cemitério disperso cós enterros amplamente espaçado.



O poço foi cortado em seu lado oeste, por um dos sulcos de arado. A borda capacete mostra danos causados provavelmente pelo contacto com um arado. E se não tivera sido encontrado não há dúvida de que ele teria sofrido mais danos arado ainda no futuro, levando a sua fragmentação e dispersão."



Não existe um enterramento de cremação da Idade Ferro comparável na Britânia, no que se tenha usado deste jeito um capacete ,que em si próprio é pouco provável que seja de origem britânica. Um estudo mais aprofundado, do capacete, do broche, dos restos cremados e talvez da área imediata em torno jazigo, é necessário para tentar refinar os dados e estabelecer o caráter dessa incomum descoberta. É tentador colocar o capacete no contexto da Guerra gaulesa do César, ou mesmo das suas expedições a Kent no 55 e 54 a.C.



O capacete é de um tipo que poderia ter sido usado polas tropas de César, ou seus aliados indígenas ou inimigos. Há muitas maneiras de um capacete assim poderia ter vindo para a posse de um membro da tribo local dos Cantiaci, em vez de representar um enterro militar romano no campo. Mercenários da Britania tinham viajado para participar na luta na Gália, e é possível que este capacete poderia ter pertencido a um guerreiro britânico ou gaulês que lutou na Gália, contra os romanos, ou talvez mesmo ao lado deles, e eventualmente, prazeria com ele o capacete de volta à Britania.



Julia Farley, conservadora da secção de Idade do Ferro do British Museum diz: "Este é um achádego muito emocionante, um do apenas punhado de capacetes da Idade do Ferro que foram encontrados na Britania. No final da Idade do Ferro em Kent, não era incomum enterrar os restos cremados dos mortos em um saco preso com um ou mais broches, mas não jamais outro fora encontrado acompanhado por um capacete. 



O primeiro século aC, foi uma época de guerra, mas foi também um tempo de viagens, mudanças e comunicação. Este capacete ressalta as conexões novas que estão sendo forjadas através do canal, em um momento em que a vida no sudeste da Inglaterra, estava prestes a mudar drasticamente. O dono deste capacete, ou as pessoas que o colocaram no túmulo, pode ter vivido o início da história da Britania romana.”


É de louvar a forma em que o localizador (que deseja permanecer anónimo) lidou com esta descoberta. Ele tentou fotografar o capacete in situ mas não pôde fazê-lo devido a problemas com sua câmara. Ele tirou o capacete com muito pouca perturbação de seu contexto original e marcou o local com um saco de pesos de chumbo, o que permitiu localizá-lo facilmente.

Fonte: Canterbury Arch. Trust


vídeo da nova em BBC News - Iron Age bronze helmet found
   

Pode que também te interesse:  Olhando ao traves

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Archaeological Dialogues 19/2


ARCHAEOLOGICAL DIALOGUES 19/2 2012


O ultimo número da revista Archaeological Dialogues dedica a sua secção monográfica a um tema de grande interesse para a teoria e o analise arqueológicos como é o conceito dee "deposição estructurada" e dizer de aquelas deposições que levam trás de si uma intencionalidade, em ocasiões ritual, e que tem sido objeto de um intenso debate refletido numa não menos extensa bibliografia sobre os "depósitos especiais" em períodos como o Neolítico, a Idade do Ferro, ou obviamente a Idade do Bronze (uma interessante achega a estes últimosaqui)



Partindo das linhas expostas num velho e seminal artigo de Julian Thomas o autor do artigo principal (Duncan Garrow) pranteia uma distinção entre "depósitos estranhos" (Odd deposits), resultado de uma intencionalidade frequentemente ritual, e aqueles outros que seriam simplesmente "padrões da cultura material" (Material Culture Patterning), resultado colateral de atividades intencionais pero não concebidos com uma intencionalidade em si próprios. 



Diversos autores que se tem ocupado de fenómenos de deposição estruturada em diversos contexto como Åsa Berggren, David Fontijn, Svend Hansen, John Chapman, ou o próprio Julian Thomas aportam os seus próprios pontos de vista e discutem o problema da deposição intencional na pré e proto-história. O debate se completa coa resposta final de Garrow na que faz uma interessante exposição do conceito "depósito estruturado" a traves do conceito de habitus de Pierre Bourdieu


 INDEX




Ir ao número da revista:  Archaeological Dialogues

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Oxford Journal of Archaeology 31/3

Oxford Journal of Archaeology
Vol. 31/3, 2012


Original articles

Beyond Copper: Commodities and Values in Middle Bronze Cypro-Levantine exchanges   pp. 225–243
Lindy Crewe

Beyond Intermarriage: The Role of the indigenous italic population at Pithekoussai   pp. 245–260
Olivia Kelley

Under Divine Wings: Forms of Ideological and territorial domination during the Iberian Iron Age  pp. 261–281
Susana González Reyero

Routine Magic, Mundane Ritual: Towards a unified notion of depositional practice   pp. 283–315
Adrian M. Chadwick

Chest Burial: A Middle Anglo-Saxon funerary rite from Northern England   pp. 317–337
Elizabeth Graig-Atkins


Ir ao número da revista:  OJA 31/3

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Os gauleses e a água - Convocatória


Les Gaulois au fil de l’eau
37e Colloque international de l’AFEAF

Quando: 11 maio 2013
Onde:   Montpellier


O Simpósio 37 da AF.E.A.F.  será realizado na quarta-feira 8 de maio, sábado 11 de maio, 2013 em Montpellier. Ele é co-organizado pela UMR* 5140: Archéologie des sociétés Méditerranéennes e a AFEAF  (Assocíatíon Française pour l´Etude de l´Age du Fer) com a ajuda de vários parceiros

barca fluvial  monoxila de Dugout, foto: Kieran Baxter

Pela segunda vez, a conferência é organizada em torno de um único tema monográfico, que tenta estabelecer contacto entre a pesquisa regional na França, com o contexto europeu. Como marco geográfico das zonas costeiras e lacunares que leva centrado as direções da pesquisa da UMR Archéologie des sociétés Méditerranéennes levou a propor por tema unificador o da água

Lago Neuchâtel, Suiça

O qual será desenvolvida ao longo de durante diferentes as sessões temáticas (vid. convocatória) que abrangeram desde a importância das águas como meios de comunicação, nos aproveitamentos pesqueiros, até o próprio papel do meio aquático no ritual e nas crenças da Idade do Ferro. Em quanto a cronológica esta cobre a Idade do Ferro inteira desde o século VIII a.C. ao I da nossa era.

reconstrução de deposição aquática baseada no jazigo de La Téne

As propostas de comunicações ou pôsteres podem ser enviadas ao Secretariado do Congresso antes do 30 de setembro, 2012


 Convocatória



   *UMR - Unite Mixte de Recherche

+INFO sobre isto no site da:  AFEAF

domingo, 25 de março de 2012

Tesouros dos Bárbaros


El Tesoro de los Bárbaros
  
Quando: 31 março - 14 outubro
Onde: MARQ


O Museu Arqueologico de Alicante (MARQ) O Museu Arqueológico de Alicante acolherá entre os meses de abril e outubro deste ano a exposição internacional O Tesouro dos Bárbaros na que mostrar-se-á, através de uma alarga seleção de peças procedentes do Museu Histórico do Palatinado, situado na cidade alemã de Espira (Speyer), os inícios da decadência do Império Romano nas fronteiras germanas, bem como diversas feições da vida quotidiana de quem habitava esses territórios durante o século III d.C..


A mostra está composta por mais de 600 peças resgatadas baixo as águas do rio Rim, entre as que destaca o famoso espelho com o relevo da deusa Minerva, permitirá ao público conhecer um dos achados mais expetaculares da tardo-antiguidade, o do chamado Tesouro de Neupotz, um dos maiores conjuntos de metal de época romana de toda a Europa, que destaca tanto pela beleza e qualidade dos seus objetos como por ser depoimento de uma das etapas menos conhecidas da história do Império Romano.





domingo, 19 de fevereiro de 2012

Oxford Journal of Archaeology 31/1

Oxford Journal of Archaeology
Vol. 31/1 2012


Original articles

Neandertal Social Structure?   pp. 1–26
Brian Hayden

Timber Monuments, Landscape and the enviroment in the Nith Valley, Dumfries and Galloway   pp. 27–46
Kirsty Millican

The River has never divided us: Bronze Age Metalwork Depositon in Western Britain   pp. 47–57
David Mullin

The ‘Temple House’ at Lato reconsidered   pp. 59–82
Florence Gaignerot-Driessen

‘Sprouting Like Cockle amongst the Wheat’: The St Brice´s Day Massacre and isotopic analysis of human bones from St John´s College, Oxford    pp. 83–102
A.M. Pollard, P. Ditchfield, E. Piva, S. Wallis, C. Falys & S. Ford

  

Ir ao número da revista:  OJA 31/1

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Os Depósitos da Idade do Bronze e o SIG



E volvemos agora desde o paleolitico ao Bronze, com esta palestra de Alejandro Manteiga Brea (Univ. College Cork):"Aplicacións dos SIXs na análise de depósitos do Bronce Final do Noroeste" dentro das I Jornadas de novos investigadores do Noroeste organizadas pelo LAUV (Laboratorio de Investigación Arqueolóxica da Univ. de Vigo)


sábado, 23 de abril de 2011

A Lança na Água a Espada na Pedra ... a Palestra



Aqui tedes o video da minha comunicação A Lança na Água a Espada na Pedra, apresentada no III Congresso Internacional de Estudos Celtas. Os Celtas da Europa Atlantica, Narom, o dia 16 de Abril de 2011

Presentação:



Esta é uma versão acurtada da presentação powert point original, ... o resto e muto mais na publicação


Descarrega a presentação no meu:  Academia.edu