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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Festival Arco Atlântico 2015

Festival Arcu Atlánticu 2015


Faz uns meses recebi o convite através do meu colega o etnógrafo asturiano Berto Alvárez Peña, por parte da Associação Cultura L´Arribada de Xixón para participar dentro da edição deste ano do Festival Arcu Atlánticu nas Jornadas Literárias Arcu Lliterariu que terão lugar o próximo dia 1 de agosto, segunda-feira



A minha palestra intitulada Ritos, sacrificios y territoriu na Hispania Céltica  versará sobre uma serie de rituais jurídicos relacionados com a fundação e delimitação dum espaço, território, lugar dos quais pudemos encontrar restos em distinta documentação histórica, mitos e lendas da Galiza, Astúrias e Norte de Portugal, pranteando desde um ponto de vista diacrónico a interesse que este tipo de materiais históricos e etno-históricos têm para o conhecimento do passado proto-histórico.



No programa que tendes abaixo também podereis ver o resto dos palestrantes com os que partilharemos as Xornaes Lliteraries - Arcu Lliterariu, e o dia 1 de agosto especialmente dedicado ao património imaterial e etnográfico dos distintos âmbitos do Noroeste Peninsular (Leão, Samora, Astúrias, Galiza-Portugal)



Obrigado a L´Arribada pelo convite, e quedais convidados -se por lá vos topais esses dias as nossas palestras


Programa




+INFO no blogue de:  Arcu Atlánticu 2015

terça-feira, 14 de julho de 2015

Direito Consuetudinário de Leão -Livro



Soubemos pelo magnífico blogue Comunales y Cultura Rural en León da disponibilização em rede em pdf para a sua descarrega da obra de Elias López Moran Direito consuetudinário e Economia Popular da província de Leão, através da Biblioteca Digital Leonesa.



Moran foi um jurista de finais do século XIX que foi membro da Real Academia de Ciências Morais e Politicas de Madrid, que participou no projeto de recoleta do direito tradicional das distintas zonas de Espanha.



Recoleta da que surdiram várias monografias como a que aqui se cita, e uma monumental obra de conjunto em 3 volumes da que se encarregou a edição e coordenação a Joaquín Costa intitulada Direito Consuetudinário e Economia Popular de Espanha


Descarrega a obra  aqui

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Arquivo Português de Lendas

Arquivo Português de Lendas



O Arquivo Português de Lendas (APL) é uma base de dados ligada a um projeto liderado pelo CEAO (Centro de Estudos Ataíde Oliveira) da Universidade do Algarve.



Destina-se a coleta de tudo o relacionado com as lendas (lato sensu), desde as narrativas orais e crenças às lendas "literárias", a partir de materiais inéditos ou já publicados de tudo tipo postos a dispor dos especialistas assim como do publico geral em aberto através do site lendarium.org



O menu da base de dados refere-se a gêneros. Ao clicar em qualquer deles apareçerao um serie de sub-categorias, cada um levando-lhe uma lista de itens que você pode escolher-se para ler em comprimento. Em cada entrada incluesse o texto trascrito do original e a referência bibliografica da obra e página da cita



Atualmente a base do datos do APL recolhe referências de um total de obras, monografias e artigos sobre a etnografia e o folklore do territorio portugûes, mas o APL é um trabalho em  andamento com 


uma classificação provisória por gênero, uma ferramenta de pesquisa que serão refinada pelo feedback a partir dos dados inseridos nela, bem como dos comentários dos utentes que podem comunicar através do mail CEAO ceao@ualg.pt


Ir ao site do:  APL

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Ossos Mágicos e Cermiteríos - Palestra

Ossos Mágicos: Cemiteríos da Idade do Ferro na Guiné Equatorial

Quando: 18 dezembro
Onde: Pontevedra


Dentro do Ciclo de conferências vinculado a exposição Diversa. Arqueologia desde o Incipit além Europa, na quinta-feira 18 de dezembro decorrera uma palestra a cargo de Alfredo González Ruibal, cientista do CSIC que tera por título: Ossos mágicos: cemitérios da Idade de Ferro na Guiné Equatorial.



Nela apresentará os resultados das escavacións realizadas pelo Incipit entre 2009 e 2012 no cemitério prehistórico mais grande e mais importante conhecido até a data na África centro-ocidental. Ademais, explicará cómo estes resultados ajudam a compreender melhor a história das sociedades da zona, tanto na Prehistoria coma na actualidade.

A conferência tera lugar no salão de actos do Sexto Edifício do Museu de Pontevedra às 20:00, a entrada é livre até completar aforo.


+INFO na site do: Museu de Pontevedra

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Social Evolution & History 13/2 - 2014


Social Evolution & History 13/2 2014  
  
Anthropology, History and Memory in Sub-Saharan Africa. In Memoriam Michel Izard


Articles:

Anthropology, History, and Memory in Sub-Saharan Africa. In Memoriam Michel Izard
Bondarenko, Dmitri M.; Grätz, T.; Skalník, Peter

The Odyssey of Michel Izard: An Appreciation
Stoller, P.

Changing Environments, Occult Protests, and Social Memories in Sierra Leone
D'Angelo, L.

Political Anthropology of History: The Case of Nanun, Northern Ghana
Skalník, Peter

The Eritrean Festival in the Time-Warp
Arnone, A.

Historical Memory and Intercultural Tolerance: Students' Attitudes to the Colonialism-Born Minorities in Tanzania and Zambia
Bondarenko, Dmitri M.

A Chiefly Succession Dispute in the Mid-Zambezi Valley: Contemporary Challenges and Dynamics
Sicilia, O.

Resistance and Collaboration: Conflicting Memories of the Liberation Struggle (1964–1974) in Northern Mozambique
Santos, A.

Congratulations to Uchitel Publishing House on the 25th Anniversary


Ir ao site da revista:   Social Evolution & History

sábado, 20 de setembro de 2014

Clastres e as Sociedades Antigas - Livro


Pierre Clastres y las Sociedades Antiguas

Campagno, M. (ed.), Pierre Clastres y las sociedades antiguas. Colección Estudios del Mediterráneo Antiguo – PEFSCEA Nº 9, Buenos Aires, 2014


Sinopse
Embora a obra de Clastres centrara-se na etnologia, as suas idéias têm muito que oferecer para o pensamento das sociedades antigas. Esses mundos distantes têm sido cenarios tanto das sociedades não-estatais como do surgimento dos primeiros estados.


Que se pode dizer do status político dessas sociedades "primitivas"? E o que dizer da guerra? Se as sociedades não-estatais são sociedades contra o Estado, como pudo o Estado surgir? E como é possível caracterizar as sociedades que resultam dessa "desventura"?


Os estudos aqui reunidos têm em comum o fato de partir deste tipo de questões em relação à história das sociedades antigas, à luz de conceitos de raíz clastreana. Mas não compartilham necessariamente a mesma estratégia analítica ou o mesmo tipo de apropriação destes conceitos.


Trata-se de algo muito diferente, são apenas estudos de sociedades antigas que compartilham idéias e sensibilidades sobre a forma de pensar o regime histórico-social, para os quais a obra de Pierre Clastres não é ajeia


 
INDEX



+INFO sobre o livro: Pierre Clastres y las soc. Antig.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Theory, Culture & Society - Monografico Strathern


Theory, Culture, & Society Vol 31/2-3

Special Issue: Social Theory After Strathern


Articles
  
Foreword to Social Theory After Strathern   pp. 3-6
Paul Rabinow

Social Theory after Strathern: An Introduction   pp. 7-37
Alice Street & Jacob Copeman

Melanesian Ethnography and the Comparative Project of Anthropology: Reflection on Strathern’s Analogical Approach   pp. 39-64
Eric Hirsch

Plagiarism, Kinship and Slavery  pp. 65-91
Mario Biagioli

Language Trails: ‘Lekker’ and Its Pleasures   pp. 93-119
Annemarie Mol

The Coming of the Corporate Gift   pp. 121-145
Jamie Cross

Law after Anthropology: Object and Technique in Roman Law  
pp. 147-166
Alain Pottage

Unexpected Properties: Strathern on the Relation of Law and Culture   pp. 167-184
Carol J. Greenhouse

The Image after Strathern: Art and Persuasive Relationality in 
India’s Sanguinary Politics  pp. 185-220
Jacob Copeman & Alice Street

Strathern beyond the Human: Testimony of a Spore   pp. 221-241
Anna Lowenhaupt Tsing

Analogic Return: The Reproductive Life of Conceptuality  pp. 243-261
Sarah Franklin

An Interview with Marilyn Strathern: Kinship and Career   pp. 263-281
Janet Carsten

Afterword: Struck Dumb? Marilyn Strathern and Social Science  
pp. 283-288
Nigel Thrift


Ir ao número de:  Theory, Culture & Society

HAU - Journal of Ethnographic Theory 4/1


HAU - Journal of Ethnografic Theory


Vol. 4/1, 2014


INDEX



Ir ao numero da revista:  HAU 4/1

domingo, 15 de junho de 2014

AnthropoBase - Antropologia On-line

AnthroBase
Searchable, multilingual database of anthropological texts


AnthroBase é um banco de dados multilingue de artigos, teses, ensaios, relatórios, documentos de conferências, notas de campo, etc., escritos por antropólogos e outros interessados na diversidade social e cultural. Autores mantêm os direitos autorais de seus textos e pode retirar os seus textos a partir do banco de dados em qualquer momento.


Textos antropológicos formam o núcleo da coleção, mas nós convidamos contribuições de filósofos, historiadores, pedagogos, cientistas políticos, psicólogos, linguistas, economistas, jornalistas e outras pessoas com interesses relacionados. AnthroBase hoje contém textos em Dinamarquês, Inglês, Alemão, Norueguês, Espanhol e Sueco. Também tomamos textos em francês e russo.


A base de dados entrou em funcionamento em maio de 2001. A coleção desde então expandiu-se consideravelmente, não só em tamanho, mas em cobertura regional e temática, bem como o estilo analítico. O banco de dados se encontra dividido em autores, coleções, temática, temática e regiões que abrangem os 5 continentes (Europa, África, Ásia, América e Oceânia)


+INFO no site de:  AnthropoBase

domingo, 25 de maio de 2014

O Corpo do Delito - de Censuras e Antropologias


Tomamo-nos ontem graças ao blogue Antropologia e Imagem esta curiosa fotografia que aqui ao cimo podeis observar, mas o mais curioso sem dúvida além da típica cena de encontro entre sujeitos de culturas distintas, e a história que detrás dela se topava.


A fotografia, é uma obra do fótografo Alexander (Sasha) Gusov em ela se regista o momento de encontro de sua esposa com umas mulheres da tribo himba (Namíbia) 2003, uma cena sem dúvida inocente mas que o facebook interpretou como sexualmente explicita e censurou


São longamente conhecidas as polemicas que sobre a consideração de qualquer tipo de desnudez -mais sobre tudo a feminina- nesta rede social baixo o epigrafe do pornografico, por mais que a sua intenção seja em muitos dos casos evidentemente artística e não sexual,


assim o caso da também fotógrafa Anastasia Chernyavsky e as fotos familiares, nas que mostrava a sua vida como nudista em cenas cotias que podemos topar em qualquer fogar, igualmente censurada pelo facebook e foi longamente comentado na internete.


Dá-se o paradoxo sem embargo de que na mesma rede social podem circular sem problemas imagens femininas espidas, contradição? não tal, não são fotografias decerto: são pintura ou estatuária sobre tudo greco-romana ou de inspiração clássica, e por tanto muito velha, e o


que é mais fundamentalmente parte de uma convenção ocidental da estética que não é considerada desde o nosso ponto de vista mais que como algo "artístico", e donde o corpo -nem sequer o feminimo- pode escandalizar ou chamar a tensão: O Desnudo Artístico.


Encasulados na nossa lógica resulta-nos curioso a nós entender certamente que culturas que têm elaborado esquemas de representação cultural do corpo que incluem variações física radicais do corpo em sim próprio careçam de uma conceção similar pela contra a ideia do "desnudo artístico" ocidental. Sentimo-nos chocados pela sua estética a suas formas a beleza, que consideramos


grotestas, mais ao melhor não tanto como para eles a nossa alienígena aparência. A nossas ideais sobre o tema obviamente são resultado de decorrer da história como igualmente os são as suas, e respondem, por tanto, a formas diversas de gerir e entender a realidade, o mundo, a sociedade, nas que o corpo é uma parte mais do jogo.


Neste sentido, no Ocidente temos elaborado uma peculiar dicotomia do corpo nu legitimo ou ilegítimo que não sempre concorda ou concordara, como no caso de acima, coas conceções que sobre o corpo têm outras culturas, pois finalmente e a fim de contas, a perceção que se tem do corpo alem da biologia e também, e sobre tudo, uma construção cultural


Ao respeito resulta tremendamente esclarecedora a cita que em Antropologia e Imagem se utiliza para mostrar esse paradoxal contraste entre o próprio e o outro:

"Entrevistei uma jovem antropóloga trabalhando com mulheres em Mali, um país da África onde as mulheres andam com os seios nus. Estão sempre amamentando seus bebês. E quando ela lhes contou que em nossa cultura os homens são fascinados com seios, houve um instante de choque. As mulheres caíram na gargalhada. Gargalharam tanto que caíram no chão. ‘Quer dizer que os homens agem como bebês?’, disseram".  (Carolyn Latteier, no livro All About Breasts)
O que numa cultura resulta escandaloso noutra pode carecer de qualquer matiz nesse semelhante, mesmo resultando -como aqui se comenta- a mesma sugestão de tal simplesmente "ridícula" e motivo brincadeira. Mas mesma diversidade de construções do corpo não escapa ao Ocidente, nos EE.UU tivera repercussão a polemica que se


gerara quando um recém-nomeado direitor do Departamento de Justiça, obrigara a vestir cum telão azul uma estatua alegórica do "Espírito da Justiça" de clara inspiração clássica pelo feito de que deixava ver um peito ao descoberto, consideração que não se tive, pelo contrario, coa alegoria masculina situada enfrente da Justiça que escapou a mais velos neo-tridentinos


Como as diversas perceções da moral afetam a entendimento de uns e outros consideram como artístico, assético sexualmente, e/ou bem obsceno e provocador no Ocidente?, seria um tema que daria muito jogo para os antropólogos e historiadores da mentalidade europeia,


pois é não apenas uma questão da delimitação ou elaboração do próprio conceito de arte, senão da criação da própria imagem do "clássico" ou da beleça como ideal ou tópico que serviu de base a estas ideias. Explicarei isto um pouco


Algo que lhes resultava tremendamente chocante aos meus alunos quando lhe explicava a estatuária clássica era o feito de que durante o próprio classicismo pleno, durante tudo o século V a.C, a dicotomia ascroftiana não resultaria, realmente, tão estranha. Pois mentres o


mundo grego admitia o nudez masculina, no deporte ou na arte, a desnudez total do corpo da mulher era frequentemente -havendo exceções- evitada e de feito considerada inadequada, em suma porque, a fim de contas, o contexto da estatuária era fundamente público e religioso. 


Limitado por esta convenção o escultor de finais do arcaísmo e o século V a.C. criara todo um subtil jogo de pregues marmóreos, telas que enchoupadas se pegam a carne ausente, e transluziam assim o corpo embora sem mostra-lo, trasparentavam anatomias cada vez mais evidentes mas sem descobri-las, e as vezes, como se soe dizer agora nos filmes, por exigências do guião, mostram parcialmente esse corpo deixando cair o chiton por imperativos do movimento


Mas topámos nesta imagens nuas algo que imediatamente nos resulta estranho como observadores afeitos a vários séculos de tradição artística "clássica", o corpo em parte quase nu na totalidade da mulher fugindo, caído já o vestido, resulta-nos inevitavelmente demasiado rotundo, pouco mole, e de certo, estranho e ate desagradavelmente musculoso.


Acostumado as subtilezas da transparência pétrea e do corpo intuído baixo a tela, o escultor clássico carece entanto dum cânon estético para a nudez feminina, e tem que reproduzir na talha ainda o hábito mais usual de trabalho de uma anatomia fundalmenta masculina. 


Ao mesmo tempo que isto passava a cerâmica de figuras vermelhas não duvidaria em mostra cedo o corpo feminino livremente espido. Longe do espaço publico, reduzida a um eido privado, fechado e masculino, consentido pela moral, quase como nessa dicotomia especular de Majas Vestidas vs Espidas, reduzído ao circulo privado do Andron, que como o nome indica "é coisa de homens" (e de hetairas), amostra-se nela sem problemas a nudez e o sexo, em sim próprio parte também do mesmo Simpósio.


Em fim, diverso, mais como vês caro leitor, não tanto no fundo das dicotomias muito atuais dum EE.UU a vez puritano e líder da industria eufemisticamente denominada "para adultos". Circu-la mesmo a tradição, lenda ou realidade pouco importa, de que um século mais tarde quando já os artesãos do classicismo tardio rompiam os moldes rígidos do século anterior desde a própria tradição clássica, e faziam mover-se como as estatuas como antes nem puderam ter imaginado,


desequilibravam forças e multiplicavam planos e pontos de vistam, aquela Afrodita Cnidia (mater de muitas posteriores) acabou naquela Iha de Cnido, que lhe havia de dar nome, trás ser com grande escândalo rejeitada pela polis que primeiro a tinha encarregado ao bom do Plaxiteles, pouco decoro toparam nela por representar nua a uma deusa, embora essa divindade fosse uma a qual o mito não caracterizava precisamente pelo sua moralidade


Mas aquela imagem rejeitada por imoral por uns e considerada artística por outros havia-se converter na primeira de muitas, num modelo que criava e assentava algo novo em sim próprio, mas que havia de ter um sucesso considerável, uma imagem da anatomia da mulher, das formas femininas, autónoma e diferenciada da masculina


Tempo de crise, tempo de câmbios de pensamento, politica e sociedade longo e complexo de enumerar aqui, a estética refletiu também -de novo- essa mudança na ética e na mentalidade, logo virá asinha o Helenismo, depois Roma ... e o resto -ate agora- é já bem conhecido, e parte da própria história das nossas proprias ideias.


Mas não deveramos esquecer, o mundo não e apenas o nosso mundo, há outras histórias: e nalgumas o Corpo raramente é a priori o do Delito.


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Anthropology of This Century Nº 10


Anthropology of This Century

10


Table of Contents

Karin Barber:
A NEW TEXT AND A NEW PUBLIC

Chis Fuller:
CLASSIFYING INDIA
Religion, science, and empire: classifying Hinduism and Islam in British India by Peter Gottschalk

Nicholas Tapp:
THE AMBIGUITY OF ‘SELF’: ROMANTICS IN THE MARKETPLACE

Maya Maylin:
UNREAL BRAZIL
Ecstatic Encounters: Bahian Candomblé and the Quest for the Really Real by Mattijs Van De Port


Feature Article

Peter Gow:
Lévi-Strauss´s ‘Double Twist’ and controlled comparison: Transformational Relation between neighbouring societies



+INFO no site de: Anthropology of This Century

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Rituais e Anais - Livro


Rituals and Annals

Valeri, V., Rituals and annals: Between anthropology and history. HAU Classics of Ethnographic Theory Series Vol 2, 2014  ISSN: 2051-087X


Sinopse
Nesta coleção póstuma de ensaios de Valerio Valeri, editado por Rupert Stasch (em colaboração com Sean M. Dowdy e Giovanni da Col), HAU traz para você um conjunto magistral de obras de uma das maiores mentes da antropologia dos últimos anos.


Ricamente comparativa, enquanto mostrava algumas das melhores aportações de Valeri à história e etnografia da Polinésia, este volume é uma exemplo magistral de teoria etnográfica. Entre as obras traduzidas no volume desde o francês e italiano, também se inclui aqui, por primeira vez, as entradas de Valeri escritas para a Enciclopédia Einaudi italiana (editado por Umberto Eco).


um recurso inestimável para estudantes e professores, que brilhantemente envolve algum de temas mais clássicos da antropologia (realeza, ritos, o banquete e a festa, o fetiche, as crenças e o culto, o luto, o cerimonial, ou a cosmogonias da ordem). O volume completa-se com uma introdução do editor, Rupert Stasch, e um prefácio de Marshall Sahlins


 INDEX



Descarregar o livro no site de:  HAU