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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Religion, Brain & Behavior 1/3


Religion, Brain & Behavior

Vol. 1/3 2011


Editorial

Reductionism in the scientific study of religion
Wesley J. Wildman, Richard Sosis & Patrick McNamara
pp. 169-172


Original Articles

Glossolalia is associated with differences in biomarkers 
of stress and arousal among Apostolic Pentecostals
Christopher Dana Lynn, Jason J. Paris, Cheryl Anne Frye 
& Lawrence M. Schell
pp. 173-191


Target Article

The need to believe: a neuroscience account of religion 
as a motivated process
Michael Inzlicht, Alexa M. Tullett & Marie Good
pp. 192-212


Commentaries

Religion, health, and the social signaling model of religion
Candace S. Alcorta
pp. 213-216

Believing, belonging, meaning, and religious coping
Roy F. Baumeister & Michael MacKenzie
pp. 216-219

Religion is the opiate of the masses 
(but science is the methadone)
Jesse Lee Preston
pp. 231-233

Understanding the role of religion's palliative effects,
 within and between cultures
Daniel Randles
pp. 234-236

The need to believe in conflicting propositions
Uffe Schjoedt & Joseph Bulbulia
Pages: 236-239

Religions, meaning making, and basic needs
Ann Taves & Raymond F. Paloutzian
pp. 239-241

From “is” to “ought”: the naturalistic fallacy
 in the psychology of religion
Kees van den Bos
pp. 242-243

Response

Existential neuroscience: a proximate explanation of
 religion as flexible meaning and palliative
Michael Inzlicht, Alexa M. Tullett & Marie Good
pp. 244-251


Book Review

Radical embodied cognitive science
Nathaniel F. Barrett
pp. 252-255



Ir ao site da revista:  Religion, Braind & Behavior

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Religion, Brain & Behavior - nº 1/2


Religion, Brain & Behavior


Volume 1/2, 2011
ISSN: 2153-5981


Editorial

The scientific study of religion and the humanities
Patrick McNamara, Richard Sosis & Wesley J. Wildman
pp. 101-2



Original Articles

Association of religious behavior and experiences with extent of regional atrophy in the orbifrontal cortex during older adulthood
R. David. Hayward, Amy D. Owen, Harold G. Koenig, David C. Steffens & Martha E. Payne
pp. 103-18


Supernatural punishment and individual social 
compliance across cultures
Pierrick Borrat, Quentin D. Atkinson & 
Robin I. M. Dunbar
pp. 119-134

Confucius meets cognition: new answers to old questions
Rolf Reber & Edward G. Slingerland
pp. 135-145

The role of testimony in the evaluation of religious expertise
André L. Souza & Cristine H. Legare
pp. 146-153

Bearing gods in mind and culture
F. LeRon Shults
pp. 66-70



+INFO no site da revista:  Religion, Braind & Behavior

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A complexidade do Dizer e do não-Dizer



Depois da muito interessante palestra de Martínez Mendizaval abriu-se um não menos -ainda que curto- interessante debate, ao final do qual saiu o tema da necessidade da linguagem, de como fixo necessário dividir o chio ou o bruar do símio em sons mais, curtos, discretos e articuláveis (graças as consoantes) e como foi necessário mesmo um ouvido  -o tema principal da palestra- especial -na longitude de onda ajeitada- para escuta-los, e como isto permitiu-nos transmitir informação mais complexa. Curioso e que no debate Mendizaval citara como precedente comunicativo-social o "despiolhamento" dos chimpanzés de um antropólogo evolutivo que já tem aparecido de passada neste bloge, Robin Dunbar, e a sua ideia de que o passo à linguagem foi consequência de articular grupos mais amplos e relações socialmente mais complexas que anteriormente dentro daqueles grupos de primates

A "complexidade social" precisou noutras palavras da "complexidade comunicativa". Curiosamente essa mesma complexidade da comunicação humana é a mesma que faz a nossa forma de falar seja a um tempo uma forma de transmitir conhecimento muito eficazmente ou de levar ao erro, ou ao engano e a confussão. Pois certamente, uma das qualidades da linguagem humana com respeito a dos animais, pensava logo mentres marchava para a casa, é a a essencial "ambiguidade" do falado, as mensagens animais, por exemplo os sinais de perigo, afeto são simples e unívocos e não precisam maior explicação: uma chamada de perigo e sempre algo ante o que fugir independentemente do que seja e da natureza que seja o que nos faz correr diante. A necessidade de precisar as coisas de distinguir categorizar, fazer divisões, de jerarquiçar a realidade analogicamente leva aparelhada também uma enorme possividade de confusão e "ambiguidade"

A dura realidade dos "cancinhos aos que so lhes falta falar"

Mas essa "ambiguidade" longe de ser um defeito de fábrica e profundamente beneficiossa no que respeita a comunicação social. A ironia, o dobre sentido, ou o sentido figurado tão importantes e tão pressentes na nossa vida social e na nossa mais cotia comunicação são resultado da nossa capacidade linguística, eles são desde a perspetiva de outras espécies e da nossa própria "Refinamentos Contextuais" mas também por em a única forma de transmitir conhecementos especializados e articular umas relações muito complexas entre pessoas e que superam a pequena escala das populações animais. Então recordando o argumento de Dunbar, e ao fio do simbólico visse-me a cabeça a recorrente perspetiva da Cultura humana como resultado das novas necessidades de coordenação do grupo, e viram-me  a testa, assim mesmo, outros nomes como a da teoria socio-cognitiva da Religião como meio adaptativo de coexão social de Sosis e Alcorta, e como não o seu velho e eterno precedente naquele livro genial -ainda hoje- do grande Émile Durkheim.

Modelo da rede social de um só individuo 

Passaromse-me pola cabeça igualmente nesta mini-entropia de pensamentos ao chou as dificuldades da inteligência artificial para que as maquinas puderam imitar a natureza profundamente "contextual" e "situaçonal" da linguagem que sem mais dificuldade usamos todo-los dias os seres humanos.
E voltando em circos a Dumbar e a outro tema dos que saíram no debate o da "comunicação não-verbal" e a sua relação com a historia evolutiva da linguagem viram-me a cabeça mais nomes que nos tocaram nas assinaturas de psicologia social durante a carreira, Flora Davis, Wilson, Knapp e etc., e não podem evitar que na minha mente se fixe-se um peculiar paralelo entre a historia da escritura que lhes estou a explicar as minhas alunas/os e o seu longo e peculiar passo de representar imagens de coisas a representam fonemas que, a sua vez, representam as coisas. Mas cecais aqui já desvariava entre as ruas chuventas

Haka maori
Uma vez já no conforto do fogar, e algo mais enjoito, pensei que era um bom momento para desempolvar do imenso arquivo de postagens em lista de espera que tem o Archaeoethnologica esta entrevista ao Dunbar, que acima tendes, que se emitira vai uns meses no programa Redes, e na que se mostra, mesmo alem do que dízimos, a complexidade infinda do que ainda não se diz.


Algo de Bibliografia

- Davies, F., A comunicação não-verbal. Summus editorial, 1979
- Dunbar, R., "The social brain hypothesis" Evolutionary Anthropology 6, 1998 pp. 178-190
- Dunbar, R., "The social brain: mind, language and society in evolutionary perspective" Annual Reviews in Anthropology 32, 2003 pp. 163-181
- Durkheim, E., Las Formas elementales de la vida religiosa. Akal, Madrid, 1992
- Sosis, R. & Alcorta, C.S.: "Ritual, Emotion, and Sacred Symbols. The Evolution of Religion as an Adaptive Complex" Human Nature, 16/4 2005, (Special issue: Evolution of Religion) pp. 323–359 
- Hill, R. & Dunbar, R., "Social network size in humans" Human Nature 14, 2003 pp. 53-72
- Joffe, T. A. & Dunbar.R., "Visual and socio-cognitive information processing in primate brain evolution" Proc. R. Soc. Lond.B 264,1997 pp. 1303-1307 
- Knapp, M. L., & Hall, J. A., Nonverbal Communication in Human Interaction, Cengage Learning, 2009


Postagem relacionada:  O Cerebro Social

quinta-feira, 31 de março de 2011

Religião, Cerebro e Comportamento - Nova revista


Religion, Brain & Behavior


Volume 1/1, 2011
ISSN: 2153-5981


Editorial

Announcing a new journal: Religion, Brain & Behavior
Patrick McNamara, Richard Sosis & Wesley J. Wildman
pages 1-4

Original Articles

Afterlife beliefs: category specificity and sensitivity 
to biological priming
Judith Bek & Suzanne Lock
pages 5-17

Spontaneous processing of functional and non-functional action sequences
Kristoffer L. Nielbo & Jesper Sørensen
pages 18-30

Tyvan cher eezi and the socioecological constraints of
 supernatural agents' minds
Benjamin Grant Purzycki
pages 31-45


Target Article

Evolutionary accounts of belief in supernatural punishment: 
a critical review
Jeffrey P. Schloss & Michael J. Murray
pages 46-99

Affording cooperative populations
Joseph Bulbulia & Marcus Frean
pages 66-70

Broadening the critical perspective on supernatural 
punishment theories
Emma Cohen
pages 70-72

Stratification and supernatural punishment: 
cooperation or obedience?
Rolando de Aguiar & Lee Cronk
pages 73-75

Supernatural punishment: what traits are being selected?
Helen De Cruz & Johan De Smedt
pages 75-77

Why God is the best punisher
Dominic Johnson
pages 77-84

Disbelief in the gods and the “cooperation enhancement” 
account of supernatural punishment theory
Ryan Nichols
pages 85-87

Imagine there is no religion
Ilkka Pyysiäinen
pages 87-89

Big gods were made for big groups
Azim F. Shariff
pages 89-93


Response

How might evolution lead to hell?
Jeffrey P. Schloss & Michael J. Murray
pages 93-99



+INFO no site da revista:  Religion, Braind & Behavior

sábado, 17 de abril de 2010

Um "simio muito Peculiar" ?


Robert Sapolsky: The uniqueness of humans ( TED.com)

O primatogo Robert Sapolsky numa interessante conferência dada em Standford na que fala de tudo aquilo no que os seres humanos e o resto dos animais nos parecemos e em  tudo aquilo -que também fazendo eles- nós -raros que somos- prefirmo-lo fazer duma maneira muito particular