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domingo, 14 de outubro de 2012

Povoamento no sur de Portugal no Bronze Final


Sistemas de povoamento do centro e sul do território português no decurso do Bronze Final

Quando: 23 outubro
Onde: Oeiras

Programa do Colóquio “Sistemas de povoamento do centro e sul do território português no decurso do Bronze Final”, a realizar no dia 23 de Outubro p. f. na Fábrica da Pólvora de Barcarena/Sala de Arqueologia do Concelho de Oeiras

Programa


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O Tejo na Rota do estanho


Um rio na(s) rota(s) do estanho: O Tejo entre a Idade do Bronze e a Idade do Ferro
O Tejo palco de interação entre Indígenas e Fenícios

Quando: 11 de outubro
Onde:  Vila Franca de Xira


A proxia quinta feira dia 11 de Outubro pelas 16 horas, decorrera no Museu Municipal de Vila Franca de Xira dentro do ciclo de Conferências Vila Franca de Xira há três mil anos. O Tejo palco de interação entre Indígenas e Fenícios, uma palestra a cargo do professor João Carlos de Senna-Martinez titulada Um rio na(s) rota(s) do estanho: O Tejo entre a Idade do Bronze e a Idade do Ferro

J. Carlos Senna-Martinez, membro do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa, é um dos mais reconhecidos especialistas na Idade do Bronze no territorio portugues no que destacam as suas excavaçoes no povoado de Fraga dos Corvos (Maceiro de Cavaleiro, Trás-os-Montes), ou os seus diversos estudos sobre a metalurgia do grupo Baiões-Santa Luzia.


+INFO no site do:  Museu Vila Franca de Xira

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

XI Colóquio de Linguas e Culturas Pré-romanas


XI Coloquio Internacional de lenguas y culturas prerromanas de la Península Ibérica

Quando: 24-27 outubro
Onde:   Valência


Os Colóquios sobre línguas e Culturas paleo-hispânicas/pré-romanas, etc., tem-se convertido já transcorridas varias décadas desde a sua primeira edição, numa cita fixa para os pesquisadores adicados tanto a arqueologia como a paleolinguística do Península Ibérica. Na linha  de interdisciplinaridade entre o âmbito arqueológico e o linguístico o colóquio contara com intervenções de diversos especialistas que abordaram desde a religião, ao problema das distintos aportes linguísticos peninsulares, assim como diversas novidades epigráficas.

Este ano o Colóquio decorrera entre os dias 24-26, correndo a organizaçao a cargo da Universidade de Valência en parceria com o Museu de de Pré-história de Valência e o Museu Arqueológico de Llíria, os quais repartirse-hão a celebração das distintas sessões do Colóquio.


Programa



terça-feira, 7 de agosto de 2012

SIDEREUM ANA III

SIDEREUM ANA III
El Río Guadiana y Tartessos

Quando: 19-21 Setembro
Onde:  Mérida


As reuniões SIDEREUM ANA organizadas pelo Instituto de Arqueologia de Mérida começaram em 2006 com o duplo objetivo de intensificar a investigação arqueológica sobre a Proto-história do Vale do Guadiana e fomentar os contactos científicos entre os arqueólogos espanhóis e portugueses que desenvolvem a sua atividade nas duas beiras do riu.

Em setembro de 2012 celebra-se a terceira edição, com a mesma filosofia, e sobre o sugestivo tema de O Rio Guadiana e Tartessos. Com esta terceira entrega dedicada aos momentos centrais da Idade do Ferro no Sudoeste complementa-se o ciclo iniciado com as duas anteriores centradas no Período Pós-Orientalizante e no Bronze Final.

Os espetaculares achados das necrópoles da zona de Beja (Portugal) junto a outros produzidos em meio de Mérida, sede do Encontro, bem como as descobertas referidas ao mundo fenício na desembocadura do riu acham-se entre as novidades mais sobressalientes, que vêm a se unir a estudos mais gerais sobre a questão tartésica ou a arqueologia e a paisagem do Guadiana Sidérico.


  Programa




quarta-feira, 20 de junho de 2012

CIRA ARQUEOLOGIA - Nova revista


CIRA ARQUEOLOGIA 1, 2012


Está já on-line uma nova revista sobre arqueologia Cira Arqueologia editada pola Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. O primeiro número da revista esta constituído polas atas da Mesa Redonda De Olisipo a Ierabriga celebrada em outubro do 2008 neste mesmo concelho do Ribatejo, reunião científica relacionada com o projeto que nos últimos anos se tem realizado em parceria entre o Museu Municipal de Vila Franca de Xira e a Univ. de Lisboa, em torno as vias de comunicação e o habitat da zona.

O texto da revista é acessível de jeito totalmente livre on-line, e pode ser enlaçado -como aqui abaixo- em qualquer outro site web a traves da plataforma issuu.


 Revista:




Ir ao site da revista:  Cira Arqueologia

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A Estela de Fundão apresenta-se



O Museu Arqueológico do Fundão será apresentada oficialmente a recentemente aparecida estela de Fundão que é considerada a peça de maior tamanho topada até o momento dentro das chamadas estelas do sudoeste. A estela será apresentada em uma;conferência publica dada pola arqueóloga Raquel Vilaça da Universidade de Coimbra, que decorrera na próxima Segunda-feira, dia 18 de junho, às 18:00 horas.

Estela de Fundão, foto: Museu Arq. de Fundão

A estela foi identificada junto à aldeia do Telhado, pelos membros da equipa do Museu Arqueológico de Fundão, um enorme monólito granítico de cerca de 2,70m de altura, datada no Bronze Final entre o 1.200 e o 1.000 a.C. Na superfície da pedra encontram-se gravados vários elementos, entre os quais figuram um capacete, uma lança, uma espada e escudo com uma escotadura em V, elementos típicos de esta tipologia de monumentos.

Escudo com escotadura em v, imagem: Sociedade Trebarvna

Há distintas hipóteses sobre a função das estelas, uma das hipóteses assinala o seu uso como marcador de territórios e/ou rotas de passo ganadeiras segundo propusera Eduardo Galán, a outra considera que forem pensadas como lapide no local de uma sepultura, possibilidade que tem sido recuperada de forma bastante convincentemente por Sebastián Celestino no seu libro Estelas de Guerrero y Estelas Diademadas.




Postagem relacionada:  O Guerreiro na sua Chaira

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Fenícios e Indigenas no Tejo

A ocupação da foz do Estuário do Tejo em meados do Iº milénio a.C.
O Tejo palco de interação entre Indígenas e Fenícios

Quando: 12 de junho
Onde: Vila Franca de Xira

O proximo dia 12 de Junho pelas 16h, decorrera no Museu Municipal de Vila Franca de Xira dentro do cliclo Vila Franca de Xira há três mil anos. O Tejo palco de interação entre Indígenas e Fenícios, uma conferencia cargo da arqueologa Elisa Sousa, que tera por titulo A ocupação da foz do Estuário do Tejo em meados do Iº milénio a.C.


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Povoamento romano no Alto Alentejo

Povoamento rural romano no Alto Alentejo
Acaso ou estratégia?
       
Quando: 5 de junho
Onde: Museu Arqueológico do Carmo


Organizada pela Associação de Arqueólogos Portugueses (APP), realiza-se no dia 5 de Junho de 2012, às 18h, no Museu Arqueológico do Carmo - Largo do Carmo, em Lisboa a conferência "Povoamento rural romano no Alto Alentejo: Acaso ou estratégia?", impartida pelo arqueologo André Carneiro membro do Centro de História de Arte e Investigação Artística (CHAIA) da Universidade de Évora



quinta-feira, 31 de maio de 2012

PORCOM, OILAM, TAUROM - Livro


PORCOM, OILAM, TAUROM

Correia Santos, M. J (coord.), Porcom, Oilam, Taurom. Cabeço das Fráguas: o santuário no seu contexto. Actas da Jornada realizada no Museu da Guarda a 23 de Abril de 2010. Arqueografias nº 6, 2010
ISSN: 1646-2858


Acaba de sair do prelo o número 6 da revista digital Arqueografias - Revista de Estudos Ibéricos, editada pelo Centro de Estudos Ibéricos de Portugal (CEI), o pressente número esta adicado monograficamente a conhecida inscrição e santuário lusitano de Cabeço das Fraguas, recolhendo as atas de uma reunião cientifica sobre este tema celebrada no Museu da Guarda o dia 23 de abril de 2010.

O Cabeço das Fraguas, Pousafoles do Bispo (Sabugal), foto: João Paulo Cabral

Nesse Workshop se trataram diversos aspetos de esta inscrição (linguísticos, epigráficos, religiosos, etc.) e temas relacionados como a romanização e o povoamento da região onde o Cabeço se topa. O volume esta editado e coordenado pela Dr. Maria João Correia Santos da Universidade de Saragoça, e por aquel então bolseira no Instituto Arqueológico Alemão (DAI)e conta coa participação de diversos especialistas de prestígio de Espanha, Portugal e Alemanha.

O Cabeço das Fraguas, foto: João Paulo Cabral

O volumem é acessivel on-line na pagina web do CEI. A continuaçao oferecemosvos como adianto o indice da obra.


INDEX

Apresentação

Apresentação institucional - Alexandra Isidro, Dirce Marzoli e Dulce Helena Pires Borges

Introdução - Thomas G. Schattner e Maria João Correia Santos


O contexto arqueológico

“Um mundo entre mundos”. O grupo Baiões / Santa Luzia, sociedade; metalurgia e relações inter-regionais - João Carlos de Senna-Martínez

O povoamento romano no concelho da Guarda - Vítor Pereira


O contexto epigráfico-linguístico

La epigrafía latina de la provincia de Salamanca como fuente para el estudio de los santuarios rurales - Manuel Salinas de Frías

Postoloboso, Cabeço das Fráguas, Monte do Facho: tres ejemplos de la romanización en la parte indoeuropea de la Hispania antigua - Michael Koch


Cabeço das Fráguas y el sacrificio indoeuropeo - Blanca María Prósper

Lengua y onomástica: las inscripciones lusitanas - Joaquín Gorrochategui e José María Vallejo

Las divinidades del Cabeço das Fráguas y la gramática de la lengua lusitana - Jürgen Untermann


O Cabeço das Fráguas

O Santuário do Cabeço das Fráguas através da arqueologia - Maria João Correia Santos e Thomas G. Schattner

Breve observação sobre a representação processional no ocidente hispânico - Thomas G. Schattner

O Cabeço das Fráguas e a concepção de espaço sagrado na hispania indo-europeia - Maria João Correia Santos



Descarregar o livro:   Porcom, Oilam, Taurom

sábado, 12 de maio de 2012

Os Mistérios de Endovélico




ENDOVÉLICO
Mistérios de uma Divindade Lusitana

Quando: 19 maio
Onde: Casa do Fauno, Sintra


Na região do Alto Alentejo, no Alandroal, há quase dois milénios atrás, existiu um importante santuário romano dedicado ao deus lusitano Endovélico.

Apesar das largas dezenas de achados votivos romanos, identificados e recolhidos por Leite de Vasconcelos em 1890, e das descobertas recentes, resultantes das escavações efectuadas pelo arqueólogo Amílcar Guerra em 2002, muitas questões sobre Endovélico continuam ainda hoje sem resposta.


Na década de 1990, Manuel Calado, ao elaborar a Carta Arqueológica do Alandroal, deu a conhecer o santuário lusitano da Rocha da Mina, situado a cerca de 3 km do templo romano, e lançou a hipótese deste ter sido o primitivo templo lusitano de Endovélico. As inscrições romanas contam-nos que esta era uma divindade com poderes curativos e, por isso, comparável ao deus romano Esculápio, existindo no local a prática da incubatio pelos seus seguidores, na qual o devoto dormia na morada terrena do deus, solicitando a resposta aos seus problemas e maleitas através dos sonhos. Teria, inclusive, existido um corpo sacerdotal, que prestaria auxílio nestes processos oníricos e salutíferos.



Através das diferentes abordagens, este Colóquio procurará contribuir para novas visões e entendimentos sobre Endovélico, deus dos lusitanos.


PROGRAMA

10h – S. MIGUEL DA MOTA: OS DADOS ARQUEOLÓGICOS A RESPEITO DO SANTUÁRIO DE
ENDOVÉLICO
Amílcar Guerra Arqueólogo – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

11h – ROCHA DA MINA: AS PAISAGENS SINUOSAS
Manuel Calado | Arqueólogo – Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa

12h – Debate

13h – Intervalo para Almoço
15h – DIVINDADES GALAICO-LUSITANAS PRÉ-ROMANAS
Manuel J. Gandra | Escritor e Investigador, IADE

16h – UMA VISÃO PATAFÍSICA DA RESSURREIÇÃO PAGÃ DE ENDOVÉLICO NO ALANDROAL
Gilberto de Lascariz | Escritor e Investigador

17h – Debate

18h – Encerramento



sexta-feira, 11 de maio de 2012

Paisagens da Romanização


As Paisagens da Romanização
Fortins e ocupação do território nos séc. II a.C - I d.C
II Reunião Científica

Quando: 24-25 maio
Onde: Redondo e Alandroal


Os próximos dias 24 e 25 decorrera em Redondo e Alandroal, a II Reunião Científica As Paisagens da Romanização: os fortins e ocupação do território séc. II aC - I dC. A reunião está dividida em dois dias dedicados a dois áreas específicas: “Fortins da Lusitânia Interior e Bética Ocidental” e “Conquista e povoamento do espaço peninsular nos finais da República”, e contara com reconhecidos especialistas de Portugal, Espanha e outros países.


 Programa




sexta-feira, 30 de março de 2012

Encontrarte 2012

Encontharte
Encontros de História da Arte da Antiguidade
Horizontes Artísticos da Lusitânia

Quando: 11-12 abril
Onde: Univ. Nova de Lisboa e Hotel Aqualuz (Troia)


Os primeiros Encontros de História da Arte da Antiguidade, Encontrharte, pretendem reunir um conjunto de estudiosos especializados em diferentes áreas de investigação (pintura, escultura, arquitectura, mosaico, cerâmica grega, entre outros) da História da Are da Antiguidade Clássica e Tardia em Portugal e em Espanha. É sua ambição, igualmente, dar a conhecer o potencial metodológico da História da Arte através da sua articulação com áreas disciplinares distintas como a Arqueologia, a História, a Filososofia, a Literatura, a Geologia.

 mosaico do vaso da villa de Santiago da Guarda, Ansião
  
Os Encontros de História da Arte da Antiguidade, Encontrharte, são uma iniciativa do Instituto História da Arte organizado pela sua linha de Investigação Arte Clássica e Antiguidade Tardia. O Encontrharte conta com o vigor da investigação científica na área da História da Arte da Antiguidade Clássica e Tardia em Portugal, herdeira dos trabalhos dos Professores Bairrão Oleiro e Justino Maciel, renovando-se numa geração de novos investigadores

O tema deste 1º Encontrharte é Horizontes Artísticos da Lusitânia e está organizado em três sessões que tratarão as Abordagens e Metodologias, Espaços, Materiais e Formas e, finalmente, Iconografias.


  Programa provisorio




+INFO no blog do:  Encontrharte