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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Oxford Journal of Archaeology Vol. 34/1


Oxford Journal of Archaeology
Vol. 34/1, 2015


Articles

Revisiting Old Friends: The Production, Distribution and Use of Peterborough Ware in Britain  pp. 1–31
Vincent Ard &Timothy Darvill

An Absolute Chronological Framework for the Central-Eastern European Eneolithic  pp. 33–43
Maciej Mateusz Wencel

Telling Stories: The Mycenaean Origins of the Philistines  pp. 45–65
Guy D. Middleton

Iron Age Saunas of Northern Portugal: State of the Art and Research Perspectives  pp.67–95
Marco V. García Quintela & Manuel Santos-Estévez

Exponential Decline in the Dispersal of Stone Artefacts in Roman Britain: Further Expressions of Trade  pp. 97–108
J.R.L. Allen



Ir ao número da revista:  OJOA 34/1

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Os Castros do Wessex - Livro


The Wessex Hillforts Project

Cunliffe, B., Payne, A. & Corney, M., The Wessex Hillforts Project: Extensive Survey of Hillfort Interiors in Central Southern England. English Heritage, 2006  ISBN: 9781848022218


Sinopse
O Wessex Hillfort Survey reuniu uma grande quantidade de dados sobre o interior dos castros do Wessex em uma parceria de três anos entre o Ancient Monuments Laboratory do English Heritage e a Universidade de Oxford.



Essas recintos defendidos, comprendem desde o final da Idade do Bronze ate os últimos séculos antes da conquista romana, o seu interesse arqueológico há muito tempo que atraiu o interesse da arqueologia e a função destas fortificações é fundamental para o estudo da Idade Ferro.


O elevado esforço comunal e alto grau de organização social indicado por estes asentamento alimenta o debate sobre se eles eram redutos de chefes celtas, centros comunitários da população ou temporários de refugio ocupados estacionalmente ou em tempos de agitação.


Los datos revelan no sólo la complejidad del registro arqueológico conservado dentro de los castros, sino también una gran variedad en la complejidad de estos sitios arqueologicos.


 INDEX



Descarrega o livro no site de:  ADS

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Colapso e paleoclima no Bronze Final



Um estudo dirigido pelo arqueólogo Ian Armit (Univ. de Bradford) que contou com a colaboração de arqueólogos e cientistas ambientais das Univ. de Bradford, Leeds, o University College Cork, Irlanda (UCC), e a Queen´s University Belfast publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, propõe uma crítica a algumas teorias sobre o fim da Idade do Bronze na Europa Ocidental.


Estudos paleoambientales recentes identificaram uma mudança climática brusco em torno do 750 a.C no Noroeste da Europa, que foi vinculada frequentemente com o colapso das sociedades do bronze em boa parte da Europa Ocidental, neste sentido se propôs esta hipótese para os casos da Escócia, Centroeuropa e Europa Ocidental de modo geral, ou ainda para explicar a expansão da cultura escita ao longo da estepa euroasiática, como consequências diretas desta mudança climática.


Enquanto durante o Bronze Final produz-se um auge e crescimento dos assentamentos e da produção artesanal, o registo da primeira Idade do Ferro mostra-se escasso, o que levou a propor que durante este período se produzir uma queda demográfica.


Neste sentido o novo estudo contradiz em parte os presupostos deterministas e apresenta um palco mais matizado das interrelações entre médio e cultura, propondo que o colapso das sociedades do Bronze Final deveria se procurar mais em fatores sócio-económicos.


Os autores do estudo partem da análise conjunta das datações do Carbono 14 junto com os dados paleoambientales procedentes dos pantanos irlandes, o que permite constatar que a crise das comunidades do Bronze precede em um século (800 a.C) à mudança climática do 750 a.C.


As causas do colapso teria que procurar-se na crise do Sistema económico do Bronze Final, baseado em uma complexa rede de relações comerciais a longa distância baseadas na produção de bronze e o abastecimento das matérias primas necesarias.


A introdução da tecnologia do ferro menos escaso e fazil de conseguer e a "democratização" subsequente do uso de ferramentas metálicas, unido à menor necesidade de cobre e estanho levariam a uma queda da demanda que faria a rede originada pelo comercio do bronze innecesaria e causariam a colapso das complexas estruturas sociais hierarquizavas emergentes que se sustentavam nela: "a desestabilização social resultante pôde bem ser a causa do colapso populacional de finais da Idade do Bronze"


Referência

Armit, I., Swindlesb, G.T., Beckerc, K., Plunkettd, G. & Blaauwd, M., "Rapid climate change did not cause population collapse at the end of the European Bronze Age" PNAS November 17, 2014  DOI: 10.1073/pnas.1408028111


Descarrega o artigo em:  ResearchGate

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Corpos e Metais na Fachada Atlântica de Iberia



Bettencourt, A.M.S., Comendador Rey, B., Hugo A. Sampaio, H.A. & Sá, E. (eds.), Corpos e metais na fachada atlântica da Ibéria. Do Neolítico à Idade do Bronze. CITCEM, APEQ, Braga 2014  ISBN: 978-989-20-5037-9


Sinopse
Entre 2013 e 2014 foram organizados, no âmbito do Projeto Enardas, vários eventos científicos internacionais que se traduziram num aumento do conhecimento científico da Pré-história. Um dos grandes objetivos deste projeto era o de privilegiar os contextos e as práticas


funerárias e o fenómeno das deposições metálicas em termos contextuais e interpreta-tivos, além da arte rupestre. Não obstante, pretendia comparar a realidade da área em estudo com outras regiões geográficas


O livro que agora se publica é subordinado aos dois primeiros temas de investigação: A sua estrutura foi dividida em duas grandes partes. A primeira é dedicada à deposição dos corpos desde o Neolítico à Idade do Bronze, da fachada ocidental da Península Ibérica, desde o Centro-Norte ao Norte de Portugal.


A segunda parte, relativa à deposição de artefactos metálicos durante a Idade do Bronze do ocidente Ibérico, desde o Centro-Norte à Galiza, deu preferência aos seus contextos e circunstâncias de achado como metodologia que permite novas abordagens interpretativas.


INDEX



Descarregar o livro no site de:  ENARDAS

sábado, 1 de novembro de 2014

Relações Atlânticas - Palestra


Dentro de 7 dias dare-mos uma pequena palestra intitulada Relações Atlânticas Pré-historicas abrindo as VI Jornadas Mouras organiçadas um ano mais pela Plataforma na Defensa do Patrimonio de As Pontes que este ano estarão dedicadas a reconstrução histórica. 


A minha intervenção fara de introdução a palestra do artesão Alberto Vera Meizoso sobre os barcos de couro na pré-historia, na que mostrará algumas reproduçoes em miniatura deste tipo de embarcações a que seguira outra do especialista em esgrima antiga Denis Fernández Cabrera que versara sobre o armamento na Baixa Idade Media.



As palestras serám completada com uma sessão pratica sobre a elaboração de cotas de malha por parte dos membros do grupo de recriaçao histórica Taranis


+INFO no site das: Jornadas Mouras

domingo, 26 de outubro de 2014

Mobilidade e Migração - World Archaeology 46/4


WORLD ARCHAEOLOGY 46, 4


Mobility & Migration


Articles

Editorial

Moving On: Archaeological Perspectives on Mobility and Migration
pp. 477-483
Peter van Dommelen

Original Articles

Mobility and migration in the Early Neolithic of the Mediterranean: questions of motivation and mechanism  pp. 484-501
Thomas P. Leppard

Semiconductor theory in migration: population receivers, homelands and gateways in Taiwan and Island Southeast Asia   pp. 502-515
Mike T. Carson & Hsiao-chun Hung

Peasant mobility, local migration and premodern urbanization
pp. 516-533
Michael E. Smith

People on the move in Roman Britain   pp. 534-550
Hella Eckardt, Gundula Müldner & Mary Lewis

Migration, mobility and craftspeople in the Aegean Bronze Age: 
a case study from Ayia Irini on the island of Kea   pp. 551-568
Natalie Abell

Prehistoric migration in the Caribbean: past perspectives, new models and the ideal free distribution of West Indian colonization  pp. 569-589
Christina M. Giovas & Scott M. Fitzpatrick

Stage of encounters: migration, mobility and interaction in the pre-colonial and early colonial Caribbean   pp. 590-609
Corinne Hofman, Angus Mol, Menno Hoogland & Roberto Valcárcel Rojas

Invaders or just herders? Libyans in Egypt in the third and second millennia bce   pp. 610-623
Juan Carlos Moreno García

Yo-ho, yo-ho, a seren’s life for me!   pp.624-640
Louise A. Hitchcock & Aren M. Maeir



Ir ao numero da revista:  World Archaeology

sábado, 25 de outubro de 2014

Fosterage, Reféns e Matrimonio - Congresso


Education, Otages et Alliances Matrimoniales dans le Monde Celte
XXVII Journes Belges d´Etudes Celtologiques et Comparatives

Quando: 22 Novembro
Onde:  Bruxelas


A Societe Belge de Etudes Celtiques (SBEC) organiza a XXVII edição das suas jornadas, baixo o titulo de Educação, Reféns e Alianças Matrimoniales no Mundo Celta.


Esta sessão estará consagrada a os "movimentos" de pessoas que desempenharam um papel importante nas relações sociais dos povos celtas antigos: a educação das crianças fornecidas por uma família aliada (o chamado fosterage em Inglês e pagerie em francês antigo)


 os casamentos mistos, os indivíduos que actuam de fiança pessoal ante um terceiro, os reféns inter-inter-clánicos e inte-nacionais. Um assunto pouco explorado até agora, mas por isso mesmo de um grande interesse para a pesquisa sobre o mundo céltico.


Programa

Echanges, mariages et mouvements d'individus dans l'Europe du troisième millénaire avant notre ère
Marc Vander Linden (University College, Londres)

Les alliances matrimoniales et les échanges à longue distance chez les Celtes anciens
Greta Anthoons (Univ. Bangor)

Learning from Monsters ? Explaining the Spread of 'Fashionable' Iron Age Material Culture
Raimund Karl (Univ. Bangor)

Rome et les otages celtes: la romanisation par l'éducation
Thomas Jacquemin (ULB)

Témoignages littéraires et archéologiques de prises d’otages en territoires breton et arverne
Mathieu Poux (Un. Lyon)

Celtic Foster-Relatives and Hostages in the Middle Ages
Ute Kühlmann (Univ. Mannheim)

L'enfant, l'oncle préféré et la plus-value: le fosterage entre affection et intérêt
Serge Lewuillon (Univ. Arras)



+INFO no site da:  SBEC

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

VIII Encontros de Arqueologia do Sudoeste


VIII Encontros de Arqueologia do Sudoeste Peninsular

Quando: 24-26 Outubro
Onde: Serpa & Aroche


Os Encontros de Arqueologia do Sudoeste Peninsular são realizados desde 1993, decorrendo usualmente de forma alternada, de 2 em 2 anos, em Portugal e em Espanha, com o objetivo de promover a apresentação dos mais recentes dados relativos aos trabalhos arqueológicos realizados no território a que se reportam, entendido num âmbito geográfico e cultural, e de reforçar os elos culturais e as sinergias entre os dois países


Em 2013 cumpriram-se 20 anos sobre a primeira edição destes Encontros, marcando-se a ocasião com a realização de um programa desdobrado entre 2013 e 2014, celebrado de forma articulada em simultâneo em Portugal e em Espanha. 


Em 2014, mantendo-se as parcerias estabelecidas e o espírito da comemoração dos 20 anos dos Encontros de Arqueologia do Sudoeste Peninsular, será realizada a VIII edição, que decorrerá nos dias 24 e 25 do outubro em Serpa e no dia 26 em Aroche


Programa



+INFO sobre os:  VIII Encontro de Arqueologia do SO

terça-feira, 30 de setembro de 2014

De Aldeas a Cidades - Livro


De Aldeas a Ciudades

Armendáriz Martija, Javier, De aldeas a ciudades. El poblamiento durante el primer milenio a.C. en Navarra. Gobierno de Navarra & Institución Príncipe de Viana, Trabajos de arqueología navarra. Monografías arqueológicas Nº 2, 2008   ISBN: 978-84-235-3101-1


Sinopse
No primeiro milénio a.C é um momento trascendental na conformação histórica dos grupos humanos que habitaram o território da atual Comunidade Foral de Navara, já que pela primeira vez aldeias,


povoados e cidades que se criaram com uma verdadeira entidade arquitetónica e estruturados urbanamente, proporcionaram aos seus habitantes estabilidade espacial prolongada.


Com este trabalho, o autor aborda uma revisão historiográfica e propõe as hipóteses iniciais da investigação, para continuar com a reconstrução da dinâmica e desenvolvimento populacional no que hoje é Navarra.



Descarrega o livro em:  Cervantesvirtual

Casas Circulares na Britania - Palestra

Prehistoric roundhouses of northern Britain
Origins and development

Dr Rachel Pope (University of Liverpool)
15 Abril 2014 Aberdeen


Resume
Esta apresentação detalha a pesquisa recente em estudos sobre os recintos domésticos pré-históricos britânicos, incluindo o trabalho em breve-a-ser-publicado sobre as datações de C-14, dos vestígios das casas circulais escocesas. 


Este trabalho permitiu datar os quatro principais tipos de casas pré-históricos da Idade do Bronze e de começos da Idade do Ferro na Escócia, e ofereceu assim mesmo aportações sobre as tradições associadas de uso da terra.


Isto pranteja questões importantes sobre as origens dos asentamentos com casas circulais na Grã-Bretanha, que pode ser visto como um grande episódio de mudança social que ocorre na região entre 850-750 aC, e as datas aceitadas para a transição entre bronze antigo e medio




+INFO no site:  Society of Antiquaries of Scotland

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Um Fulacht Fiadh à beira do Mar




Os restos de um Fulacht Fiadh, uma estrutura em forma de caixa da Idade do Bronze, a cerca de 4.000 anos de antiguidade, foi descoberta e encontra-se em estudo na Ilha de Coney, no Condado de Sligo (Irlanda).


Eamonn Kelly, diretor de antiguidades do Museu Nacional de Irlanda pensa que pudo ter sido utilizada para o banho ou para cozinhar durante a Idade do Bronze, quando o poço forrado de pedra teria estado enchido de água que se aqueceria com pedras quentadas previamente ao lumem.


A estructura que mede ao redor de um metro de longo e 80 cm de largo, foi identificada recentemente por Ciaran Davis, um estudante de arqueologia em IT Sligo, originario de cerca Rosses Point, que alertou ao museu. "Isto diz-nos que a gente que caminhava por esta praia faz 3.000 ou 4.000 anos, procurou esas grandes lousas de pedra, para construír cuidadosamente esta estrutura".



Há milhares Idade fiadh fulacht do bronze em toda a Irlanda, mas encontrar um em uma praia é um evento raro, disse o Dr. Marion Dowd, um professor do IT Sligo: "Não conheço outro exemplo em Cork, e az nos perguntar-nos por que quereria aquecer água salgada".


Sobre os usos da água aquecida nesta estrutura propuseram-se várias hipotesis: para cozinhar alimentos em locais fora dos assentamentos (vid video embaixo e a postagem aqui), para banhar-se a modo de banhos de vapor (tipo sauna), ou para



tingir tecidos ou mas recentemente para produzir a traves da fermentação pelo calor cerveja, numa interessante achega testada experimentalmente pelos arqueologos Billy Quinn e Declan Moore (mais info aqui e no video embaixo). No entanto neste caso o uso de água salgada semelha eliminar este ultimo uso alcoholico para o Fulach fiabh de Coney.


Segundo relata o Dr Dowd a estrutura era conhecida localmente como o "O poço dos desejos dos amantes", a lenda disse que qualquer pessoa que jazia no seu interior iria-se casar. Também era conhecido como "a tumba do marinheiro"



A tradição local sobre as propriedades do fulacht de Coney encaixa assim mesmo com um conjunto de tradições muito estendidas sobre determinadas pedras às que se atribuian propriedades fecundantes ou curativas várias, sobre as que se debia dormir ou passar uma noite para procurar os efeitos desejados (Alonso Romero, 2012)


O Dr. Kelly descreveu o achado como "muito importante" e disse que é "realmente extraordinário" que a estrutura tinha permanecido inalterada apesar de ser conhecida pela população local durante décadas. A datação por radiocarbono


Referências

"Bronze Age Fulacht Fiadh Excavated in County Sligo", Archaeology 18-09-2014

Mc Donall, M: "Prehistoric pit discovered on Coney Island beach", Irish Times 11-09-2014

Alonso Romero, F: Cultos y creencias en torno a los megalitos del área atlántica europea. Santiago de Compostela, 2012 pp. 123-136

Billy Quinn, B & Moore, D: "Ale, brewing and fulacht fiadh" Archaeology Ireland (disponivel em MooreGroup.ie)
 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

JALC 5/1, 2014

Journal of Archaeology in the Low Countries
Vol 5/1, 2014


Articles

Micromorphological study of Early Neolithic (LBK) soil 
features in the Netherlands
D.J. Huisman, F. Brounen, E. Lohof, R. Machiels, J. de Moor, B.J.H. van Os, P. van de Velde, E. Rensink, I.M. van Wijk

The Westfrisian Bronze Age: a view from Enkhuizen-Kadijken
E. Lohof, W. Roessingh

Wet, wealthy worlds: The environment of the Swifterbant river system during the Neolithic occupation (4300-4000 cal BC)
M. Schepers

Could the local population of the Lower Rhine delta supply the Roman army?: Part 2: Modelling the carrying capacity using archaeological, palaeo-ecological and geomorphological data
M. van Dinter, L.I. Kooistra, M.K. Dütting, P. van Rijn, C. Cavallo



Ir ao número da revista: JALC

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Britania e Irlanda na Idade dos Metais

Material & Spiritual engagements
Britain and Ireland in the first age of metal

Stuart Needham
Rhind Lectures 2011, Edimburgo


Resume
Grã-Bretanha e a Irlanda estão repletas de enterros de inícios da idade dos metais. Muitos indivíduos foram enterrados de jeito especial após a morte, enterrados em câmaras finamente construídas ou em sepulturas profundas ou honrados pela cremação e acompanhados por vasos de cerâmica altamente ornamentados.


Os objetos distintivos ou exóticos que acompanham o sepultamento e os próprios lugares de enterramento são memorializados por meio da construção de tumulos e anéis monumentais. Estes contextos arqueológicos visíveis e penetrantes têm vindo a definir um fenómeno funerário e uma era.


Eles dão a impressão de uma sociedade profundamente preocupada pelos mortos e sua passagem funerária e com uma política funerária abrangente. Que estas práticas funerárias foram endémica na maioria das regiões é evidente, mas quantas pessoas realmente receberam um enterro formal, quem eram eles eram e como foram apresentados na hora da morte?


 Ao abordar estas questões, vamos considerar o propósito deste fenómeno e interpretar novamente os significados dos modos de sepultamento definíveis.


1 - Funerary conundrums



2 - Competing ethea of seniority



3 - Blunt instruments of power



4 - Enriching the female persona



5 - The centrality of axe heads



6 - The exemplary dead




+INFO no site:  Society of Antiquaries of Scotland

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Pré-História da Britania e Irlanda - Simpósio

Current Approaches to British and Irish Prehistory
A Liverpool Symposium

Quando: 21-22 Agosto
Onde: Liverpool


O objectivo desta conferência, que cobre o material britânico e irlandês do Paleolítico até a chegada dos romanos, é dar cobertura a algumas das mais recentes pesquisas que estão sendo realizadas pelos investigadores. 


Há um foco especial sobre a pré-história regional, com os papéis do Noroeste, a Ilha de Man e Irlanda, embora a conferência está longe de ser restrito a este assunto. Esperamos reunir acadêmicos e estudantes em estágios diferentes em suas carreiras, bem como os membros do público interessados​​.


O simpósio está organizado em torno de temas que constituirão o tema das sessões . Cada sessão contará com apresentações de 30 minutos (20 minutos para o comunicação, além de dez minutos para perguntas e comentários). As apresentações aceites até à data podem-se consultar aqui


+INFO no site da: Univ. of Liberpool

domingo, 11 de maio de 2014

Os Castro do Navia - Catalogo


Los castros del valle del Navia

Á. Villa y J.A. Fanjul, O. Gago, S. Hevia, A. Menéndez, E. Martín, R. Montes, F. Rodríguez, A. Villa, Los castros del valle del Navia. Tesoro arqueológico en el Occidente de Asturias. Cuaderno catálogo de la exposición y el ciclo de conferencias. Museo Arqueológico de Asturias. 2013 60pp


A Associação de Amigos do Parque Histórico do Návia vem de por a disposição para a sua descarrega on-line através do seu site Castros de Astúrias o catalogo da Exposição Os castros do Vale do Návia. Tesouro arqueológico no Ocidente de Astúrias organizada pelo Museu Arqueológico de Astúrias entre o 25 de Julho e o 22 de Agosto do 2013


Esta exposição arqueológica sobre castros do Návia pretendeu oferecer, junto com o ciclo de palestras que o acompanhava, uma visão sintética das características mais representativas que desde o ponto de vista da cultura material, caracterizaram os séculos durante 


os quais os povoados fortificados serviram de refúgio principal para os habitantes do Ocidente de Astúrias, e suporte e cenário de um dos mais valiosos tesouros arqueológicos da região: os castros


Descarrega o catalogo em: Castros de Asturias