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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ius Latii no Noroeste - Seminário

El Ius Latii de Vespasiano y su implantación el Noroeste

Quando: 3 Feveiro
Onde: Madrid


Dentro do curso interuniversitário de doutoramento em Estudos do Mundo Antigo da Complutense e a Autónoma de Madrid, o próximo dia 3 de fevereiro terá lugar um seminário de Investigação titulado O Ius Latii de Vespasiano e a sua implantação no Noroeste hispano, do que será ponente Elena Zubiaurre Ibáñez da equipa de Pesquisa Arqueologia e Processos Sociais do Instituto de Historia do CSIC



O seminário terá lugar no Salão de Grãos da Faculdade de Historia da Univ. Complutense


sábado, 25 de janeiro de 2014

Paisagens Sagradas - Convocatória

Sacred Landscapes
Creation, Transformation and Manipulation

Quando: 5-7 Maio
Onde: Lampeter


Durante o mes de maio celebra-se em Lampeter (País de Gales) uma reunião científica, organizada pelo prof. Ralph Häussler (Trinity St David, Lampeter), o tema principal da qual será as paisagens sagradas, como conceito e objeto de estudo diacrônico e interdisciplinar


Muitos estudos sobre os cultos antigos concentrar-se apenas nas divindades ou lugares de culto, mas frecuentemente muitas o medio ambiente em geral que rodeia a esses sitio. Por que é escolhida uma determinada localização geográfica? ou um carateristica geográfica se torna 'sagrado'?, e como é este espaço sagrado se separa do profano?


A paisagem sagrada não é simplesmente aquilo que vemos, mas sobre tudo uma maneira de ver, a paisagem é, portanto, uma construção cultural que dá sentido aos lugares e reflite a memória humana do espaço


E igualmente é preciso considerar como a paisagem têm sido manipulada: isto é mais notável quando contrastamos o caso do rios sagrados, fontes e outeiros da Idade do Ferro com a monumentalização apos o subsequente reconhecimento durante o periodo romano desyes mesmos lugares como espaços cultuais,


mostrando-se frecuentemente neles uma tranformaçao gradual desde o conceito de santuário natural ao de santuário arquitetônico. Locais de topografias conspícuas foram muitas vezes considerados "sagrados" ao longo dos séculos, ainda mudando a sua interpretaçao religiosa, adaptando-se aos novos cultos, e, chegando finalmente, à cristianização dessas paisagens sagradas.

Fonte de St. Brigid, Liscannor, Clare (Irlanda)

O objectivo desta conferência interdisciplinar é chegar a uma melhor compreensão desses fenômenos uma vez que nem a metodologia e abordagens teóricas, nem a, evidência epigráfica, literária e numismática arqueológico foram discutidas e analisadas coa suficiente profundidade cronológica.


O foco da conferência ainda sendo a Antiguidade, nomeadamente do período romano, mas também se prestara atençao a estudos comparativos sobre outros períodos e culturas, essenciais para repensar as metodologias e o nosso proprio entendimento das paisagens sagradas.


O prazo para a recepçao de comunicaçoes (resumos de 500 palavras max.) esta aberto ate o dia 28 de fevereiro de 2014


Convocatória



segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O Espejismo do Bárbaro - Livro


EL ESPEJISMO DEL BÁRBARO

Álvarez Jiménez, D., Sanz Serrano, R. & Hernández de La Fuente, D.(eds.), El Espejismo del bárbaro: Ciudadanos y extranjeros al final de la Antigüedad. Univ. Jaume I, Castelló de La Plana, 2013 ISBN: 978-84-8021-958-7


Sinopse
Desde há muitos séculos e muito singularmente em tempos de crise, a queda do Império Romano e a fragmentação da Europa, o conduziria, inevitavelmente, ate o mundo medieval, foram dois dos tópicos mais analisados e repensados não só pela historiografia senão também pelo pensamento ocidental. Ao longo das páginas que compõem esta obra, oferecem-se alguns dos mais recentes estudos em torno desta questão desde as mais variedades disciplinas.


 INDEX



+INFO sobre o livro: Espejismo del Bárbaro

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Armamento e Arqueologia da Guerra - Talher

Armamento y arqueología de la guerra en la Península Ibérica prerromana (s. VI-I a.C.): Problemas, objetivos y estrategias

Quando: 17 Janeiro
Onde: Madrid


O Instituto Arqueológico Alemão de Madrid (DAI), organiza o próximo ano um talher intitulado Armamento e arqueologia da Guerra na Península Ibérica Pré-romana. O talher esta coordenado pelos doutores Dirce Marzoli (Deutsches Archäologisches Institut Abteilung Madrid), Raimon Graells i Fabregat (Römisch Germanisches Zentralmuseum Mainz. Forschungsinstitut für Vor- und Frühgeschichte)


Este talher apresenta o estado atual da investigação sobre o armamento e a guerra durante a Idade de Ferro na Península Ibérica. O objetivo é analisar o relacionamento entre as tradições locais e as influências estrangeiras bem como o impacto desta interação nos respetivos desenvolvimentos locais, com reflexo direto na identidade das suas elites.



Para isso no talher se discutem diferentes feições da investigação atual bem como se apresentam novos reptos e objetivos para a investigação arqueológica da guerra na Península Ibéria pré-romana. O evento é uma continuação da reunião organizada em 1996 baixo a direção de P. Moret e F. Quesada na Casa de Velázquez (Madrid).


 Programa



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Vinho e Banquete na Antiguidade - Convocatória

VINO Y BANQUETE EN LA ANTIGÜEDAD
II Jornadas de Estudios del Mediterraneo Antiguo

Quando: 18-26 Fevereiro 2014
Onde: Ciudad Real


O Grupo de Estudos do Mediterrâneo Antigo Pinakes, organiza a segunda edição das suas Jornadas, com o titulo de Vinho e Banquete na Antiguidade.



Vinho e banquete na Antiguidade: II Jornadas de Estudos do Mediterrâneo Antigo, tem como objetivo tratar a temática do vinho e o banquete como elementos que contribuíam prazer e felicidade às sociedades do Mediterrâneo Antigo dentro das que conferências como "Vinho e banquete em Hispânia" (Dr. Enrique Gonzalves Craviotto, UCLM), "O simpósio grego e a sua exportação às culturas mediterrâneas" (Dr. Fco. Javier Gómez Espelosín, UAH) ou "O vinho no Mediterrâneo Antigo: Egito, Grécia e Roma" (Dr. Antonio Pérez Largacha, UCLM).


Ditas conferências irão acompanhadas com uma exposição que mostrará o percurso e o significado do vinho e o banquete no Mediterrâneo antigo, se podendo observar como pervivem elementos daquela época nas nossas vidas e como contam com uma simbologia e importância bem mais transcendentais do que possa parecer a simples vista


As jornadas também incluirão comunicações de todos aqueles que estejam interessados. A data limite de envio de propostas é o 13 de janeiro de 2014


 Convocatória



+INFO no site de: Pinakes

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Aliados em Armas - Colóquio

Aliados en armas. Coaliciones y pactos en el horizonte de la expansión romana en Occidente (siglos III AC–I DC)

Quando: 13 dezembro
Onde: Palma de Malhorca


A Área de História Antiga, Departament de Ciències Històriques i Teoria de les Arts da Universidade das Ilhas Baleares organiza dentro do projeto SYMMACHÍA: Entre a paz e a guerra: alianças, confederações e diplomacia no Ocidente organiza a próxima sexta-feira dia 13 de dezembro o V Colóquio Occidens intitulado Aliados em armas. Coalizões e pactos no horizonte da expansão romana em Ocidente (séculos III AC–I DC)


O colóquio decorrera a partir das 10 horas na aula de grão da Faculdade de Filosofia e Letras, edifício Ramón Llull


 Programa



+INFO no site de: Occidens

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A Origem dos Monstros - Livro

The Origins of Monsters

Wengrow, D., The Origins of Monsters: Image and Cognition in the First Age of Mechanical Reproduction. Princeton Univ. Press, Princeton, 2013 184 pp ISBN: 9780691159041


Sinopse
Tem sido frequentemente afirmado que "monstros" - criaturas sobrenaturais com corpos compostos de várias espécies - desempenhar um papel significativo no pensamento e na imaginação de todas as pessoas de todos os tempos. The Origins of Monsters avança uma visão alternativa. Figurações compostas são intrigantemente raro e isolado na arte da era pré-histórica.


Em vez disso, foi com o surgimento de cidades, elites e redes comerciais cosmopolitas que os "monstros" se tornaram um recurso generalizado na produção visual no mundo antigo. Mostrando como essas imagens fantásticas se originaram e foram transmitidas, David Wengrow identifica padrões no registo das imagens humanas e embarca-se em uma busca as conexões existentes entre mente e cultura.



Wengrow pergunta-se: Pode a ciência cognitiva explicar a potência de tais imagens? A psicologia evolutiva assegurar uma chave para compreender a transmissão dos símbolos? Como está a nossa perceção das imagens influenciada pelas instituições e tecnologias? Wengrow considera a obra de arte na primeira era da reprodução mecânica, que ele localiza no Oriente Médio, onde a vida urbana começou.


Comparando o desenvolvimento e disseminação das imagens fantásticas através de uma gama de sociedades pré-históricas e antigas, incluindo a Mesopotâmia, Egito, Grécia e China, explora como a imaginação visual foi moldada por uma mistura complexa de fatores históricos e universais


INDEX



+INFO sobre o livro: The Origins of Monsters

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Pureza e Purificação na Grécia Antiga

Pureté et purification en Grèce ancienne
Conceptions et pratiques

Quando: 10-12 Outubro
Onde: Lieja


Em 1983, Robert Parker publicou Miasma: Pollution and Purification in Early Greek Religion. Até à data, esta obra não foi ainda superada e continua a ser o ponto de partida para qualquer discussão sobre a pureza e purificação na Grécia antiga.

Apolo purifica a Orestes com um leitão

A reunião bienal do Centre Internacional d'Étude de la Religion Grecque Antique (CIERGA), que coincide com o trigésimo aniversário do lançamento do Miasma é uma oportunidade para tomar sobre esta questão, tendo em conta os novos documentos e considerar novas abordagens. Para elo entre o 10-12 Outubro reuniram-se na Universidade de Lieja, boa parte dos especialistas atuais na religião grega antiga.


 Programa



sábado, 7 de setembro de 2013

O Vinho e o Azeite na Hispânia romana - Livro


No próximo dia 10 de setembro às 18 horas, no auditório da UNED de Madrid apresentara-se o livro De vino et oleo Hispaniae. Áreas de producción y process tecnológicos del vino y el aceite en la Hispania romana, que recolhe as atas de um colóquio internacional celebrado Museu Arqueológico de Múrcia em maio do 2010.



As atas publicam-se como numero 27-28 da revista Anales de Prehistoria y Arqueologia da Universidade de Múrcia. Apresentará o livro o Professor Jean-Pierre Brun, do Collège de France.


 INDEX



domingo, 23 de junho de 2013

Através do Lume e do tempo


O pastor impregnado de Baco, celebrará as suas festas as Parilia: mantende-vos então, lobos, longe dos estábulos; ele após ter bebido, acenderá montões de leviana palha levantados de acordo com o ritual e saltará acima das sagradas chamas (Tibulo, II.5.87-90)



Beltain "fogo de Bel", fogo benéfico, é sabido que era um fogo que os druidas faziam para a sua magia e os seus grandes encantamentos.. .e juntavam as tropas para as proteger contra as epidemias a cada ano entre estes dois fogos. E eles logo faziam passar as tropas entre ambos lumes (Glosario de Cormac, cit Le Roux & Guyonvar´ch, 1995: 103)


No noroeste da Escócia, ainda se acendiam os fogos de Beltane nas postimerias do século XVIII, os pastores de várias granjas acostumavam a reunir lenha seca e dançar três vezes olhando ao sul ao redor da pira flamejante ...o povo achava que ao anoitecer e durante a noite saíam as bruxas para fazer os seus feitiços contra o gado e roubar o leite das vacas. ... Quando se tinha consumido (a fogueira), a gente espalhava as cinzas por todas partes e até que a noite estava muito escura continuavam correndo e gritando: "lume, queimar às bruxas!" (Frazer, 1944: 697)



E. Carre Aldão, dizia já faz muito que a noite da véspera de São João se acendem grandes lumeradas, fogueira, cacharelas ...que, segundo se acha, têm a virtude de afastar os malefícios e preservar de determinadas doenças aos que as salvam, fazendo-o alguns, para o que se afastam os demais, em "pelico" (em couros), e devendo saltar determinado numero de vezes, ímpares sempre, uma vez de um lado e outra do outro... Antes em algumas freguesias passavam o gado de toda a classe acima dos restos da fogueira para livrá-los de danos e malefícios ... (Caro Baroja, 1992: 180)



Em San Pedro Manrique província de Soria celebra-se um rito particular com a fogueira de São João. Para a véspera de São João, a câmara municipal tem preparada uma quantidade de lenha para fazer a fogueira, que se leva em frente à porta da igreja da Virgem de La Peña 


... Então saem outros vizinhos que se descalçam e sobem os pantalões até média perna e que, devagar, bem sós, bem levando sobre as costas a outros, pisam acima dos tições. Antigamente também havia mulheres que, por voto ou por simples religiosidade, passavam acima dos tições, e não se perdeu a prática entre meninos e rapazes. ...A véspera do São Pedro repete-se o rito, embora com menor importância e devoção ... (Caro Baroja, 1992: 186)


E depois desta curta viagem ao longo do tempo e da geografia europeia, deixámos-vos aqui embaixo um inesperado -ou não- paralelo do ritual sampedrenho, galego, céltico, romano ... Indo-europeio (?!). Desde o Archaeoethnologica, bom São João e...Luuumeeee!!


Postagem relacionada:  Boa Noite e bom lume

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O Cavalo e o Touro - Programa definitivo

O CAVALO E O TOURO NA PRÉ-HISTÓRIA E NA HISTÓRIA
Congresso Internacional

Quando: 15-19 Maio
Onde: Golegã e Chamusca


Aos poucos dias de marchar para participar no I Congresso Internacional O Cavalo e o Touro na Pré-História e na História que entre os dias 15 e 19 de Maio se celebrara nos concelhos de Golegã e Chamusca (distrito de Santarém), deixamos-vos aquí para ir abrindo boca o programa definitivo junto com os resumos das intervenções no Congresso, no que como já temos comentado o Archeoten que esto escreve participa junto com o nosso colega Pedro R. Moya, com uma intervenção intitulada Mito e Ritual: Para uma etnoarqueologia jurídica do Touro.


Programa e Resumos



+INFO no site de:  O Cavalo e o Touro

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Bairros Artesanais na Grécia Antiga -Livro

QUARTIERS ARTISANAUX EN GRÈCE ANCIENNE

Esposito, A. & Sanidas, G. M. (eds), Quartiers artisanaux en Grèce ancienne. Une perspective méditerranéenne, Septentrion Presses Universitaires, 2012,  410 pp.   ISBN: 2-7574-0416-4


Sinopse
A organização da cidade grega e, em geral, do habitat agrupado antigo por "áreas especializadas" constitui um leitmotiv na arqueologia clássica. Renovação das pesquisas sobre a cidade e sobre a implantação nela das atividades económicas exige, entre outras coisas, o estudo da concentração de atividades produtivas nas áreas urbanas. O conceito de "bairro", e especialmente o de "bairro especializado" é muitas vezes aplicado de jeito reducionista as realidades urbanas antigas.



Este livro recolhe dezanove contribuições que apresentam abordagens gerais ou estudos de caso sobre vários aspetos que permitam olhar de forma renovada e com uma perspetiva cronológica e geograficamente mais ampla, a questão de "bairros artesanais" na Grécia. Partindo da evidência arqueológica, confrontada com fontes textuais, este assunto é iluminado por uma nova luz.



Arqueólogos e historiadores de sete países diferentes destacar a complexidade e diversidade de locais, reexaminam a natureza das concentrações espaciais e muitas vezes reavaliar as ideias a partir da documentação recente ou da reconsideração de restos já conhecidos. Em conjunto a obra contribuí ao debate e oferece novas achegas para enfrentar o funcionamento da cidade grega antiga grega.


INDEX



+INFO sobre o livro:  Quartiers Artesanaux ...

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O Cavalo e o Touro - Programa

O CAVALO E O TOURO NA PRÉ-HISTÓRIA E NA HISTÓRIA
Congresso Internacional

Quando: 15-19 Maio
Onde:   Golegã e Chamusca


Recentemente tem saído o programa do Congresso Internacional O Cavalo e o Touro, na Pré-história e na História no que o que isto escreve participa como uma comunicação apresentada conjuntamente com o nosso colega e bom amigo Pedro-Reyes Moya da UCM, e que terá por título Mito e Ritual: Para uma etnoarqueologia jurídica do Touro.  



Nela que exporemos os datos e alguma hipótese sobre um interessante conjunto de rituais jurídicos que se topam na Península Ibérica e noutros lugares da Europa, pranteando-nos a sua lógica e origens, de certo -podemos adiantar- nada recentes.



Junto a nossa modesta apartação como vereis pelo programa que incluímos abaixo o Congresso tratara a multitude de aspetos que rodeiam a figura destes dois animais em distintas culturas, desde as crenças sobre a morte, a guerra, a economia, os processos de domesticação, a festa o ritual, o mito, ou a arte rupestre.



E reunindo os mais diversos espaços e tempos desde a Mesopotâmia, ao Novo Mundo passando por Trácia, centro-europa, ou Val Camonica, e contando coa participação de importantes especialistas internacionais como Henry De Lumley conhecido pelo seus estudos sobre o jazigo de Terra Amata ou os petróglifos de Mont Bégo



Em resume umas interessantes jornadas que decorreram debatendo e expondo os distintos pontos de vista, detalhes, em resume os retalhos duma multiforme quase caleidoscópica historia cultural do cavalo e o touro. Certamente interessante


Programa provisório




+INFO no site de:  O Cavalo e o Touro

sábado, 13 de abril de 2013

Dos Homens aos Deuses

Des hommes aux dieux. Processus d’héroïsation et de divinisation dans la Méditerranée hellénistique

Quando: 26 Abril
Onde:  Lieja (Belgica)


Com foco na contextualização e interdisciplinaridade, esta jornada de estudo intenta destacar alguns dos processos dinâmicos da religião grega no amplo mundo helénico após a morte de Alexandre, o Grande.



Analisara-se o conceito de "contacto" que será explorado desde ponto de vista de "horizontais", ou seja, o dos contactos interculturais que se deram nos reinos helenísticos, e o "vertical" que abrange as modalidades presentes de comunicação e de transferência entre a esfera divina e a humana.



Através de um caso de estudo preciso, o do tema da divinização, da erohização e dos cultos reais, se tentara definir as diversas abordagens metodológicas, assim como as formas de por em contexto e questionar alguns paradigmas teóricos. O objetivo de esta jornada é parte de uma tentativa mais ampla de reavaliar a perceção da religião grega durante o período helenístico.


Programa e informação




Tiresias Nº 1, 2012

TIRESIA Nº 1, 2012


Editorial
  
Articles


The Question of the Inevitability of the Fall of the Roman Republic    pp. 1-6 
Amanda Ross

Was the Peloponnesian War inevitable after 435 BC?   pp.7-13
Lukas Lemcke

Roman Thoughts, Ideas, and Practices of Pregnancy    pp. 15-24
Alisha Adams

Lysippos' Sculpture   pp. 25-33
Mitchell Elvidge

The Nature of and Motivations Behind the Portrayals of Women in the Plays of Euripides   pp. 35-40
Adele Robert

Cicero’s Construction of Ethos in the First Catilinarian    pp. 41-49
Amanda Ross

The Knights of St. John of Jerusalem as prototypical NGO   pp. 51-55
Ryan Chen-Wing

Sexuality in the Natural and Demonic Magic of the Middle Ages   pp. 57-59
Megan Pepin


Ir ao número da revissta:  Tiresias

sexta-feira, 12 de abril de 2013

OMNI Nº 6 2013

OMNI Nº 6, 2013



- Les têtes de taureau dans le monnayage postarchaïque empuritain du Ve s. av. J.-C.
Jean-Albert Chevillon, Pere Pau Ripollès, Cédric Lopez

- Apports et imitations d’émissions d’argent empuritaines en Aude intérieure
Guy Rancoule

- Imitaciones de Castulo del tipo CNH 332/15
Pere Pau Ripollès

- Graphe charactéroscopique : un nouveau modèle de représentation pour la numismatique. Application à la numismatique pré-augustéenne du sud de la Gaule
Cédric Lopez

- La série péri-armoricaine « à la cavalière armée et à la lyre » : nouveaux apports
Louis-Pol Delestrée

- L’obole de Grabels : typologie et répartition dans l’espace
Jordan Latournerie

- Monedas emitidas a nombre de Mitrídates VI del ponto en Atenas
Luis Amela Valverde

- Le trésor de Portes-lès-Valence (Drôme) : étude complementaire
Jean-Claude Richard Ralite, Pascale Conjard-Rethoré, Gisèle Gentric

- Nuevo tetradracma helenístico de Ascalón
Luis Amela Valverde

- Emerita Augusta y sus imágenes monetales II
Miguel Ángel Cebrián Sánchez

- Los contorniatos: características, función e importancia
Darío N. Sánchez Vendramini

- Acuñaciones de los talleres militares de Gordiano III en Mesopotamia durante la primera y segunda campañas persas (239 Y 243-244 DC)
Damián Salgado


- Les très gros trésors de Misurata (Libye) (4e s.), religion, armées, ou économie, comment les interpréter?
Georges Depeyrot

- A vueltas con las Taifas: ¿Moron?
David Francés Vañó y Sebastián Gaspariño García

- Un dírham nazarí acuñado en Murcia. Revisión de las acuñaciones nazaríes en esta ceca
Federico Benito de los Mozos

- Consideraciones en torno a un falso cuarto de dinar almorávide
David Francés Vañó y Ramón Rodríguez Pérez

- Nuevas aportaciones a la numismática del Rey Lobo de Murcia
Salvador Fontenla Ballesta

- ¿Economía natural o monetaria en la Galicia de los siglos VIII al XI?
Pablo Núñez Meneses

- Simon de Montfort (1165 - 1218) : découverte d’un second exemplaire du denier de Béziers
Michel Lhermet

- Las medallas de la custodia franciscana de Tierra Santa
Tommaso Cherubini

- Atributos, vestimenta y simbología en la numismática medieval castellanoleonesa
José David Rodríguez Prados

- “Cuenca: su moneta quebrantada”
José Antonio Almonacid Clavería

- Rare sceau d’un épicier (apothicaire) de la cité de Sens en Bourgogne (XIVe s.)
Michel Lhermet

- Las monedas medievales en el nuevo mundo
José Luis Mendoza Arellano

- Presentación de dos piezas inéditas de la ceca de Cuenca
Rodolfo Garrido y Alejandro Lascano

- Las monedas potosinas autónomas de 1813 y 1815 y el escudo nacional argentino
Manuel Giménez Puig

- Los cobres segovianos de Isabel II
Glenn Murray

- Sesquicentenario del sol
Eduardo Dargent Chamot

- La monnaie et la banque, un transfert technologique et culturel au Japon au XIXe s.
Georges Depeyrot et Marina Kovalchuk

- Botones de uniforme. España, 1791-2011 Apéndice suplementario I
Ramón Guirao, Francisco Macías y Miguel A. Milián

- “Introducción a la historia monetaria de Galicia” (s. II A. C. – XVII D. C.), F. Cebreiro Ares (Ed.)
Pablo Rueda Rodríguez-Vila

- “La moneda handusí en Al-Andalus” D. Francés Vañó (ed. Omni, Montpellier 2012)
Sebastián Gaspariño

- « The journal of archæological numismatic »
Jean-Marc Doyen


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