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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ânforas, Vinho e Hallstatt - Colóquio


Des Amphores chez les Celtes Hallstattiens
L’Europe et le vin de la Méditerranée archaïque

Quando: 26-27 de novembro
Onde:  Aix-en-Provence


O Centre Camille Julian, entidade dependente da Universidade de Provença e o CNRS organiza os dias 26-7 de este mês um colóquio irternacional que leva por titulo: Das Ânforas entre os Celtas Hallstáticos, A Europa e o vinho no Mediterrâneo Arcaico, que as importações anfóricas do Mediterrâneo no mundo hallstattico. Nele abordam-se os distintos aspetos nos que se contextualiza a chegada destes contendores

Desde a própria problemática arqueológica as dimensões sociais do consumo vinho na Idade do Ferro, e a relação e adaptação dos usos e objetos mediterrânicos nos contextos nordeuropeus durante a Idade do Ferro.



Para elo contara-se como nomeados especialistas na arqueologia da Idade do Ferro como Stéphane Verger, Patrice Brun ou Dominique Garcia


 Programa



+INFO no site do:   Centre Camille Julian

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dinâmica de Populações na Pré-história - Livro

POPULATION DYNAMICS IN PREHISTORY & EARLY HISTORY

Kaiser, E., Burger, J. & Schier, W (eds.), Population Dynamics in Prehistory and Early History. New Approaches Using Stable Isotopes and Genetics. Walter De Gruyter, Berlin, 2012
ISBN: 978-3-11-026630-6


Sinopse
As Migrações e dinâmica de população são considerados temas muito problemáticos nos campos de estudos antigos. Bolsa recentes investigação sobre as populações (pré)históricas geraram novos um novo impulso para utilizar as aproximações científicas baseadas na radiogénica de isótopos estáveis, e a paleo-genética, assim como as simulação por computador. Como resultado, o estado de investigação experimentou uma rápida mudança. 

Os contributos de vários grupos investigadores apresentadas numa conferência celebrada em Berlim em 2010, dirigidas a aspetos históricos específicos de dinâmica de populações e migração, sem restrições cronológicas ou geográficas, tentaram apresentar uma pesquisa bioarqueologica transversal. 

O presente volume, dividisse em três grandes secções temáticas (análise de isótopos, genética de população, e simulação de modelos por computador), que as novas ideias, experiências, e aproximações metodológicas, que amostram através de uma série de contributo as possibilidades futuras da investigação futura nesta área. 
  
  
 INDEX




Descarrega o livro no site de:   De Gruyter

Escitas, entre a Europa e Ásia

As origens da mistura genética entre europeus e asiáticos

Um grupo de pesquisadores liderado pola Universitat Autònoma de Barcelona (UAB), descobriram a primeira evidência científica de mistura genética entre europeus e asiáticos nos restos fósseis de antigos guerreiros escitas que viverão há mais de 2.000 anos na região de Altai em Mongólia. Ao contrário do que se pensava anteriormente, os resultados publicados na revista PLoS ONE indicam que esta mistura não foi devida a uma migração para o leste dos europeus, mas a uma expansão demográfica das populações locais da Ásia Central, graças as melhoras tecnológicas que a cultura escita trouxera com eles.

O Altai é uma cadeia montanhosa da Ásia Central que ocupa polo o oeste territórios dos atuais Rússia e Cazaquistão e da Mongólia e China, pelo este. Historicamente, as estepes da Ásia Central tem sido um corredor natural para as populações asiáticas e europeias, da qual é resulta a grande diversidade das população da região hoje em dia. Em tempos antigos, no entanto, o Montanhas do Altai, localizadas no meio das estepes, representarão uma importante barreira para a convivência e mistura das populações que viviam a ambos lado, assim eles viveram isoladas durante milénios: os europeus, no lado ocidental e os asiáticos do lado oriental.

A cordilheira do Altai e estepa asiática

A pesquisa realizada polos investigadores do Institut Català de Paleontologia Miquel Crusafont da UAB, e do Instituto de Biologia Evolutiva (UPF-CSIC) lança uma nova luz sobre quando e como ocorreu essa mistura genética euro-asiática.


Os pesquisadores do Laboratório palaeogenetica da UAB analisaram o ADN mitocondrial (herdado da mãe, que permite traçar nossos ancestrais pola linha materna) extraído dos ossos e dentes de 19 esqueletos da Idade do Bronze (séculos X-VII aC) e da Idade do Ferro (séculos VII-II AC) procedentes das montanhas Altai mongol. Os restos foram extraídos de uns túmulos descobertos há sete anos, nos que foram descobertos os corpos de corpos de vários guerreiros escitas, no que representou a primeira evidência desta cultura no leste da Ásia.

Kurgan da região do Altai

Os resultados obtidos demonstram que durante a Idade do Ferro, no tempo em que a cultura escita se estendia polas montanhas de Altai, a população da região tinha uma mistura perfeita de linhagens europeias e asiáticas no DNA mitocondrial ou sequências. A descoberta é muito relevante, tendo em conta que as populações anteriores não mostravam sinais de nenhuma mistura de linhagens: o ADN analisado nos túmulos localizados na Rússia e Cazaquistão pertencem a linhagens europeias, enquanto o ADN da parte oriental, na Mongólia, contêm linhagens asiáticas.

frequência espacial das linhagens euro-asiáticas

"Os resultados fornecem uma informação excecionalmente valiosa sobre como e quando apareceu a diversidade populacional que encontramos hoje nas estepes centro asiáticas e aponta a possibilidade de que isto ocorre-se no Altai há 2.000 anos, entre as populações locais de ambos os lados da cordilheira, coincidindo com a expansão da cultura escita, que veio do oeste", explica Assumpció Malgosa, professora de Antropologia Biológica na UAB e coordenador da pesquisa.



Estudos realizados até agora sobre mostras de ADN antigo do Altai já indicaram que os escitas foram a primeira grande população em amostrar mistura entre europeus e asiáticos. No entanto, apenas as populações estudadas foram as da parte ocidental das estepes da Eurásia, o que sugeria que essa mistura foi devida a migrações populacionais da Europa para o leste.

rede de sequências do haplogrupo M   .

Esta pesquisa é a primeira a fornecer provas científicas desta mistura de populações no lado oriental do Altai, e indica que o contacto entre as linhagens europeias e asiáticas ocorreu antes da idade de ferro, quando as populações estavam presentes em ambos lados da montanha. O estudo sugere que a população asiática adotou a cultura escita, mais avançada tecnologicamente e socialmente, e isso fixo-os aumentar demograficamente, favorecendo sua expansão e contacto com os europeus.



Essa ideia pranteia uma nova hipótese sobre a origem da atual diversidade populacional na Ásia Central e permite uma melhor compreensão do processo demográfico que ocorreu detrás dela.


As tumbas congeladas dos guerreiros escitas
    
Entre 2005 e 2007, investigadores da UAB, junto com pesquisadores franceses e mongóis, participaram em um projeto europeu destinado cujo objetivo era escavar tumbas escitas na vertente mongola da cordilheira do Altai da Mongólia.

menino escita no peitoral de Tolstaja Mogina s, IV a.C 
Nas três campanhas de escavações realizadas mais de 20 túmulos foram escavados. Muitos estavam congelados e continham os restos humanos mumificados dos enterrados junto cós seus cavalos e pertenças. Esta é a primeira vez que sepulturas de guerreiros escitas tinham sido descobertas na Mongólia, uma vez que todos os outros túmulos desta cultura foram localizados na face ocidental do Altai.


Os escitas eram um povo Indo-europeu dedicado ao pastoreio nómada e criação de cavalos. Eles cruzaram as estepes euro-asiáticas do Mar Cáspio até atingir as montanhas de Altai durante os séculos VII e II aC. Os escitas são conhecidos graças os escritos do historiador grego Heródoto.

Fonte: UAB News

Referência 
Mercedes González-Ruiz, Cristina Santos, Xavier Jordana, Marc Simón, Carles Lalueza-Fox, Elena Gigli, Maria Pilar Aluja, Assumpció Malgosa,"Tracing the origin of the east-west population admixture in the Altai region (Central Asia)" PLoS ONE  7/11: e48904
DOI: 10.1371/journal.pone.0048904


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cerâmica em Contextos "Mixtos" - Convocatória

Pour ne pas tourner autour du pot?
La céramique dans les contextes archéologiques «mixtes»

Quando: 17-18 Maio
Onde:  Rennes


Este encontro é organizado com o objetivo de reunir jovens investigadores em torno das questões relacionadas com a escavação e estudo de materiais cerâmicos, no contexto particular de contextos arqueológicos "mistos".


Qualquer jovem pesquisador que começa o estudo cronotipológico tem-se enfrentado cedo com muitas questões, cuia complexidade se vê amplificada no caso dos contextos histórico-arqueológicos que envolvem pelo menos duas culturas materiais diferentes que coabitar, coexistir, através de formas que têm sido já ansiosamente discutidas na pesquisa atual.



É necessário um novo sistema de classificação? A atual definição tipológica corresponder às realidades arqueológicas atuais, ou esta demasiado ligada à uma codificação estilística fixa de tipo histórico-literário? Que terminologia se pode adotar para os materiais quando nos topamos diante destas quando situações "mistas"? e elo também nos leva a questão mais ampla de Tudo isso nos leva a mais questão mais ampla da identidade dessas comunidades, que entendemos como "misturadas".



Esta temática será abordada através de estudos de campo concretos e de uma reflexão metodológica, dando lugar a vários temas de comunicação que reflitam a abertura multidisciplinar, e temporal necessária para uma reflexão deste tipo, incluindo horizontes cronológicos e geográficos que incluem desde o Mediterrâneo, e a Europa continental e insular desde a proto-história até a Antiguidade


Convocatória




+INFO no bloge de: Pour ne pas tourner autour du pot?

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A metalurgia em Fraga dos Corvos


Artefactos metálicos de filiaçao tipológica mediterrânica da Fraga dos Corvos

Quando: 17 outubro
Onde:  Lisboa


A próxima terça feira dia 17 de outubro, terá local na Sociedade de Geografia de Lisboa uma palestra a cargo do professor João Carlos Senna-Martinez que terá por titulo Artefactos metálicos de filiação tipológica mediterrânica da Fraga dos Corvos (Macedo de Cavaleiros). A conferência decorrera a partir das 18:30 horas



Para abrir boca, aconselhamos aos que possam achegar-se que votem um olho aos artigos que sobre este jazigo tem publicado já o autor e que podeis topar no seu perfil do Academia.edu


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Irlanda num Mundo Romano


Ireland in a Roman World  
    
Quando: 20-21 outubro
Onde: Dublin


Até muito recentemente o material romano em locais irlandeses foi amplamente considerado como anómalo ou intrusivo dentro da discurso da Idade do Ferro Tardia. Sem expectativa de contextos que poderiam conter evidências Romanas, os materiais foram classificados simplesmente como 'intrusos" e frequentemente "irrelevante" para sequências arqueológica da época. Descobertas e escavações recentes, junto coas novas linhas de pesquisa contemporânea tenhem levado a uma reconsideração do envolvimento da Irlanda com a administração romana nas províncias ocidentais.

O projeto LIARI (Late Iron Age Roman Ireland), foi projetado para investigar esse período formativo na história irlandesa a traves da pesquisa colaborativa dos principais estudiosos, dentro e fora da Irlanda, tarefa da que esta conferência interdisciplinar e internacional é parte o congresso titulado Ireland in a Roman World.


Programa e ponentes



+INFO no site de:  Ireland in a Roma World

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O Espelho Mediterraneo - Congresso


THE MEDITERRANEAN MIRROR 2012
Cultural Contact in the Mediterranean Sea between 1200 and 750 B.C

Quando: 6-8 Outubro
Onde:  Heidelberg


Após o colapso da sociedades palacianas micénica e do Próximo  Oriente (s. 12-10 AC.) Um aumento das atividades comerciais ocorreu. Se a fragmentação sociopolítica da região do Mediterrâneo fez anteriormente difícil as interconexões a longa distância, agora aparez uma grande rede formada por outras pequenas «redes regionais interligadas» e unidas através de «esferas de interação» locais controladas por umas elites formadas sobre a base do "guerreiro" indígena.

Carro etrusco de Monteleone, s. VI AC, British Museum

Conforme for destacado nas últimas décadas pelos estudos pós-coloniais dentro de estas «esferas de interação» e «zona de contacto(s)” as de identidades, valores e significados forem negociados, criando um meio social tremendamente fluido e dinâmico, no que não posse fazer uma divisão clara –e simplista- entre o "indígena " e o "aloctono".

Expansão colonial grega e fenícia em época arcaica

Três conceitos: mobilidade, conectividade e descentralização, estão no cerne da análise histórica / antropológica recente do mundo Mediterrâneo nesta época formativa, desbotando velhas ideias difusionista e mostrando a natureza profundamente bidirecional e multiforme dos contactos mediterrâneos, assim como o papel da apropriação e reinterpretação que tem a adoção de cultura material alheia nos distintos contextos locais.

Cerâmica fenícia, Tiro, Líbano entorno ao 1º milénio

Para tratar de esta temática central na arqueologia clássica das últimas décadas o Zentrum für Altertums Wissenschaft da Universidade de Heidelberg organiza o Congresso Mediterrânea Mirror que reunira a boa parte dos principais especialistas a etapa colonial e pré-colonial no Mediterrâneo Antigo


Programa



Descarrega os resumos das palestras aqui 
            

+INFO no site de:  Mediterranean Mirror 2012

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Irlanda e o Mundo Romano

Ireland in a Roman World

Quando: 20-21 outubro
Onde: Dublin

As recentes discussões arqueológicas contemporâneas têm destacado a natureza fluida de das identidades e materialidades das pessoas que viveram dentro e fora das fronteiras do Império Romano. Através do trabalho de estudiosos como Richard Hingley, David Mattingly ou Andrew Gardner é hoje reconhecido que conceitos como emulação, receção e resistência, tem muito que ver coas decisões ações dos indivíduos, e coas suas oportunidades e de acesso ao que descrevemos co termo "romanização". Os novos costumes disputam seu protagonismo com as tradições locais para produzir uma muito peculiar romanidade local tanto dentro como fora do espaço provincial. Para entender o que era tornar-se romano, temos que considerar a negociação subtil que se estabelece entre o sujeito a sua comunidade e sua paisagem cultural

Materiais romanos na Irlanda, fonte: LIARI

Até muito recentemente o material romano em locais irlandeses foi amplamente considerado como anómalo ou intrusivo dentro da discurso da Idade do Ferro Tardia. Sem expectativa de contextos que poderiam conter evidências Romanas, os materiais foram classificados simplesmente como 'intrusos" e frequentemente "irrelevante" para sequências arqueológica da época. Descobertas e escavações recentes, junto coas novas linhas de pesquisa contemporânea tenhem levado a uma reconsideração do envolvimento da Irlanda com a administração romana nas províncias ocidentais.

O Rath dos Sínodos (Raith nd Senad) outeiro de Tara,  Meath, Irlanda

O projeto LIARI (Late Iron Age Roman Ireland), suportado pelo Discovery Program da Republica de Irlanda, foi projetado para investigar esse período formativo na história irlandesa a traves da pesquisa colaborativa dos principais estudiosos, dentro e fora da Irlanda, tarefa da que esta conferência interdisciplinar e internacional é parte titulada Ireland in a Roman World.

Nela se analisaram as formas em como as comunidades da Irlanda foram envolvidas com o mundo romano. O Congresso contara com académicos da Irlanda, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Dinamarca e os EUA que apresentaram trabalhos de temáticas como a Arqueologia, a História, desde os Estudos Clássicos, aos Estudos Célticos, abrangendo desde a Idade do Ferro até a Antiguidade Tardia e oferecendo assim uma oportunidade para reavaliares o povoamento, a sociedades e a economia de Irlanda num Mundo Romano.


 Programa provisório


+INFO no site de:  Ireland in a Roma World

segunda-feira, 19 de março de 2012

O Bronze entre a Canle e o Mar do Norte


Escoita a Palestra


Aproveitando a anterior postagem, deixamos-vos aqui o áudio de esta palestra  titulada L'Âge du bronze dans l'espace Manche-Mer du Nord. Le regard de l'archéologie que foi dada o 8 de fevereiro deste ano na Maison Européenne des Sciences de L´Homme et de la Société (MESHS) pela arqueóloga da Universidade de Lilhe Anne Lehoërff coordenadora do projeto  BOAT 1550 a.Cna se contextualizam as relações atlânticas das que o barco de Dover é uma mostra


Sinopse
  
A Idade do Bronze refere-se a um longo período entre 2200 e 800 a.C Nas regiões atuais de Norte do Pais de Calais, Flandres, no sul da Inglaterra, entavão a viver numa oralidade, que não nos deixou nenhum texto, mas muitos restos físicos, provas de seus estilos de vida, suas práticas religiosas, seus conhecimentos técnicos. São, pois, os arqueólogos os que escrevem sua história. Muito desconhecida, e relativamente pouco desenvolvida, a arqueologia desses períodos foi caracterizada por um elevado dinamismo sem precedentes nos últimos vinte anos, principalmente graças às descobertas  da arqueológicas feitas no contexto da construção de estradas, áreas industriais, etc. Arqueologia foi muitas vezes alimentada por descobertas modestas que os cientistas hoje são capazes de explorar para descrever o ambiente da vida quotidiana, vegetação, cultura, alimentação, ...

Arqueologia,  às vezes, é feita, também  de algumas descobertas excepcionais. Em 1992, no porto de Dover (Inglaterra) foi trazido à tona uma das mais antigas embarcações marinhas conhecidas. Datado no 1550 a.C, este barco, um pedaço de história marítima, que mostra as ligações regulares entre ambas beiras do Canal da Mancha e Mar do Norte num caminho que ligava Dover e Wissant. Os estudos dos arqueólogos que trabalham em colaboração nessas áreas destacarem um fato surpreendente: o mar que vemos agora como uma barreira na altura era um fórum para intercâmbio e as fronteiras não estavam nas beiras da zona costeira, mas na terra trás delas. A questão traz a reflexão sobre os fundamentos históricos e geográficos e culturais do que hoje chamamos a Euro-região.


sexta-feira, 16 de março de 2012

Santuarios, Poder, Consumo



Sanctuaries and the Power of Consumption

NETWORKING AND THE FORMATION OF ELITES IN THE ARCHAIC WESTERN MEDITERRANEAN WORLD

Quando: 20-21 março
Onde: Institut Archäologie Univ. Insbruck


As rotas da longa rede trans-mediterrânica foram marcadas pelo movimento de bens de prestígio, modas e tecnologias. O objetivo geral desta conferência é traçar as complexidades pré-globais das circunstâncias de ese tráfego  económico e cultural ao longo de toda a orla costeira e no interior dos hinterlands indígenas ocidentais das zonas mediterrânicas. 


Ao fazê-lo, principalmente, a intenção de adotar duas abordagens diferentes. Em primeiro lugar, traçar "as coisas em movimento", ou seja, o fluxo trans-Mediterrânicao dos bens e mercadorias que combinavam o interior e dos litorais do mundo mediterrâneo antigo em um mundo de transações compartilhadas. Em segundo lugar, saber onde, como e com que finalidade este fluxo pré- ou proto- global resulta na redistribuição de tais "coisas em movimento".entre as comunidades locais implicadas nele.


Também se prestarão atenção ao papel dos espaços sagrados, coma os santuários como núcleos centrais onde, acordo com a "proteção do altar", das a interação que permite neutralizar o potencial conflito nos habitats multi-étnicos do Mediterrâneo ocidental. Permitindo o encontro e a aceitação cultural mútua entre os membros das diferentes elites, gregas, galas, fenícias, itálicas … dando lugar a uma koiné mediterrânea de praticas de “consumo” marcada pelo movimento de elementos de prestígio que se reflete numa cultura material a través da qual as elites, desde a Gália á Anatólia,  construirão o seu poder e legitimidade.


 Programa




+INFO no site de:   Sanctuaries and The Power of Consumption