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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Oxford Journal of Archaeology 31/4

Oxford Journal of Archaeology
Vol 31/4, 2012



Original Articles

Perilous Waters: Early maritime trade along the Western Coast of the Black Sea   pp. 339–365
Mariya Ivanova

New Evidence for Iron Age Burial and propitiation practices in Southern Britain   pp. 367–379
Justine Tracey

The Astronomical Orientation of urban plan of Alexandria   pp. 381–389
Luisa Ferro & Giulio Magli

Beyond the Oppida: Polyfocal Complexes and Late Iron Age Societies in Southern Britain   pp. 391–417
Tom Moore

The Atlantic Roman Trade during the Principate: New evidence from the Western Façade   pp. 419–441
César Carreras & Rui Morais



Ir ao número da revista:  OJA 31/4

sábado, 3 de novembro de 2012

Comunidades Fortificadas Alto-medievais


Early Medieval Defended Communities Across Europe
Fortified Settlements of the Eighth to Tenth Centuries AD

Quando: 8-10 Fevereiro de 2013
Onde:   Oxford

   
Enquanto muita atenção tem sido prestada por parte da arqueológia e da história aos sistemas defensivos do mundo romano e logo ao desenvolvimento de castelo medieval, muitas vezes o período alto medieval foi esquecido ou mal compreendido em termos de tipologia dos seus assentamentos, populações e defesas.


Foram as comunidades fortificadas típicas do início da Idade Média? Quanta continuidade direta existiu entre a Romanidade Tardia e o início da Idade Média em termos de aldeias fortificadas, morros e assentamentos? Que novos locales surgiram e por quê? Quem controlavam esses sites? e, como de "feudal" foram essas paisagens de entre séculos VIII-X  na Europa?



Esta conferência fim de semana organizada pola Universidade de Oxford reunira uma série de especialistas que tenhem escavadado locais fortificados na variedade de reinos, sistemas políticos e regiões que consituem a Europa Altomedieval. O congresso tem como objectivo avaliar a forma como desenvolvemos a nossa compreensão desses sites é, como eles foram articulados e projetados, seu conteúdo em termos de populaçao e de estruturas junto co papel que jogarao na paisagem.


  Programa



+INFO no site:  Early Medieval Defended Communities

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Os Druidas - In Our Time



Achegamo-nos agora ao magnífico espaço da canle da 4 da BBC Radio In Our Time, do que já temos falado alguma vez aqui no Archaeoethnologica, um peculiar formato radiofónico consistente em convidar a vários especialistas académicos para discutir sobre um tema concreto..algo tão ausente das nossas rádios e televisões peninsulares, que quase não se precisa insistir mais no argumento



Nesta ocasião no seu capitulo do passado dia 20 de setembro o espaço conduzido por Melvyn Bragg centrou-se nos Druidas como tema.Como tertulianos 3 reconhecidos especialistas, Barry Cunliffe catedrático emérito de proto-história Europeia da Univ. de Oxford e um dos mais prestigiosos especialistas na Idade do Ferro das últimas décadas (uma entrevista a ele numa postagem previa aqui), Miranda Jane Aldhouse-Green prof. de arqueologia da Universidade de Gales (Cardiff), uma das principais especialistas no estudo da religião celta, e autora de alguns livros e artigos sobre este sacerdócio

Imaginativa reconstrução decimonónica de um druida (1815)

Por ultimo e para engadir a perspetiva historiografica e imaginaria da construçao do Druida como topos na Historia Europeia a Justin Champion Professor de Historia das Ideas Modernas na Universidade de Londres



Descarrega os programas de:  In Our Time

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Oxford Journal of Archaeology 31/3

Oxford Journal of Archaeology
Vol. 31/3, 2012


Original articles

Beyond Copper: Commodities and Values in Middle Bronze Cypro-Levantine exchanges   pp. 225–243
Lindy Crewe

Beyond Intermarriage: The Role of the indigenous italic population at Pithekoussai   pp. 245–260
Olivia Kelley

Under Divine Wings: Forms of Ideological and territorial domination during the Iberian Iron Age  pp. 261–281
Susana González Reyero

Routine Magic, Mundane Ritual: Towards a unified notion of depositional practice   pp. 283–315
Adrian M. Chadwick

Chest Burial: A Middle Anglo-Saxon funerary rite from Northern England   pp. 317–337
Elizabeth Graig-Atkins


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sábado, 11 de agosto de 2012

O Mundo Perdido



As únicas terras no Mundo que não foram exploradas amplamente são aqueles que se perderam baixo os oceanos. Após o final da última Idade do Gelo  extensas paisagens, que tinham sido o lar de milheiros de pessoas, foram inundadas pelo mar. Embora os cientistas previram já a sua existência há muitos anos, a sua exploração só recentemente se tornou uma realidade.


A atual mudança climática e o aumento do nível do mar associada, faz estar estas questões na vanguarda da discussão social e científica, mas a pesquisa mostra que as mudanças dramáticas no ambiente ocorreram inúmeras vezes no passado.



Uma das mais significativas destas paisagens perdidas por o aumento do nível do mar é a que se topou no Ocidente europeu durante o Mesolítico, um extenso território que enlaçava uma franja de térreo que unia de forma contínua a maior parte das atuais costas atlânticas e o atual mar do Norte.


Esta paisagem inundada, é maior em extensão do que são muitos países europeus modernos, e foi lentamente submergindo-se entre o 18.000 e 5.500 aC. Os arqueólogos consideram agora que esta longa área geográfica ter sido o coração da ocupação humana dentro da Europa do Norte nessa época, mas o entendimento dela depende de que sejamos capazes de localizar e visualizar essa paisagem



Atualmente um equipo de cientistas de várias universidades britânicas tenhem afrontado este problema num projeto de investigação (Project Browned Landsapes) de estas Paisagens "Perdidas", pranteando uma nova abordagem através do acoplamento de técnicas de levantamento geofísico, desenvolvidas pela indústria petrolífera do Mar do Norte, coas tecnologias de visualização 3D desenvolvidos pela indústria de modelagem por computador.


Estas metodologias inovadoras permitem a recriação das antigas paisagens que uma vez foram habitadas, conseguindo o mapeamento de rios, lagos, montanhas, costas e estuários, e a reconstrução virtual da flora e fauna a que num tempo a esses elementos geográficos estivera associada. 


Estes modelos trazem, em certa forma, de novo à vida a "patria" dessas populações do Mesolítico, sugerida agora já só polos artefactos recuperados no fundo dos mares ou nos restos de fragas fôsseis de algumas beiras costeiras da Europa Atlântica.



Elo também permite aos cientistas explorar os efeitos da subida do nível do mar sobre a paisagem e as suas populações de jeitos novos e mais holísticos que podem ajudar a fornecer soluções desde o passado para os problemas do presente.

Coa finalidade de achegar ao público geral a pesquisa do Projeto Browned Landscapes, durante este verão na Royal Society de Londres estará aberta a exposição Europe's Lost World.


Um bom pretesto para olhar no mais fundo dos mares ... as pegadas do nosso passado, certamente


+INFO no site de:  Europe´s Lost World

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Danebury, un castro da Idade do Ferro ...


DANEBURY A IRON AGE HILLFORT
   
Cunliffe, B et alii, Danebury: An Iron age hillfort in Hampshire, Council of British Archaeology, vols. 1-2 e 4-5, (1984-1991)


O hillfort de Danebury, em Hampshire (Inglaterra), é mundialmente conhecido por ter sido o cenário de um importante programa de escavação e investigação que começou em 1969 e se prolongou com campanhas ininterrompidas ate o ano 1988.As escavações dirigidas por Barry Cunliffe converteram-se num referente para a arqueologia proto-histórica das Ilhas Britânicas e da Europa Ocidental tanto pola sistematicidade dos trabalhos, como pelo espetacular e significativo de alguns achádegos como os célebres poços e silos com depósitos rituais de ossos animais e humanos, assim como pola extensa produção cientifica gerada a raiz destes trabalhos arqueológicos.

Barry Cunliffe e o Neal Oliver, foto: BBC

Fruto delo foram umas memórias de escavação repartidas em 5 tomos, os dois primeiros recolhiam as campanhas a década inicial mentres que os volumes 4 e 5 ao período ate a fim do projeto. Estes tomos forem editados dentro da coleção de Reports do Council of British Archaeological (CBA), mentres que o 3 volume adicado à arqueologia da paisagem (Cunliffe, B. & Palmer, R: Danebury: an Iron Age Hillfort in Hampshire: An Aerial Photographic Interpretation of Its Environs, 1984) foi editado independentemente pola Royal Commission on Historical Monuments

vista aerea de Danebury

Os 4 tomos das memórias de Escavação editados pelo CBA estão agora disponíveis on-line dentro do repositório do Archaeological Data Service, do que já falamos na anterior postagem, para a sua descarrega direta, pondo assim a mão dos profissionais e do intesados em geral uma obra clássica más não reeditada e já difícil de localizar num são exemplo de democratização e acessibilidade do conhecimento, que será bem agradecido tanto por uns como por outros


Deixamos aqui os enlaces correspondentes aos volumes disponíveis em open-acess:


- Cunliffe, B W, Danebury: An Iron age hillfort in Hampshire Vol 1. The excavations 1969-1978: the site, CBA Report Nº 52a, 1984

- Cunliffe, B W, Danebury: An Iron age hillfort in Hampshire Vol 2. The excavations 1969-1978: the finds CBA Report Nº 52b, 1984

- Cunliffe, B W & Poole, C., Danebury: an Iron Age hillfort in Hampshire: volume 4: the excavations 1979-1988: the site CBA Report Nº 73a, 1991

- Cunliffe, B W & Poole, C., Danebury: an Iron Age hillfort in Hampshire: volume 5: the excavations 1979-1988: the finds CBA Report No. 73b, 1991



domingo, 19 de fevereiro de 2012

Oxford Journal of Archaeology 31/1

Oxford Journal of Archaeology
Vol. 31/1 2012


Original articles

Neandertal Social Structure?   pp. 1–26
Brian Hayden

Timber Monuments, Landscape and the enviroment in the Nith Valley, Dumfries and Galloway   pp. 27–46
Kirsty Millican

The River has never divided us: Bronze Age Metalwork Depositon in Western Britain   pp. 47–57
David Mullin

The ‘Temple House’ at Lato reconsidered   pp. 59–82
Florence Gaignerot-Driessen

‘Sprouting Like Cockle amongst the Wheat’: The St Brice´s Day Massacre and isotopic analysis of human bones from St John´s College, Oxford    pp. 83–102
A.M. Pollard, P. Ditchfield, E. Piva, S. Wallis, C. Falys & S. Ford

  

Ir ao número da revista:  OJA 31/1

segunda-feira, 2 de maio de 2011

BOUDICA - uma Raina Céltica na BBC

quase um tópico a distinta sensibilidade que há noutros países europeus para com o património e a divulgação do passado, pois vai uns meses atopei-me novamente cuma mostra dessa “rara” para os parâmetros peninsulares, forma de entender a historia e a sua comunicação, e sobre tudo entender que esta pode realizar-se dum jeito que resulte de interesse para o publico geral, e tudo elo como soe ser normal numa dessas buscas na internete que te levam de vez em quando a agradáveis surpresas como a deste programa da BBC Radio titulado In Our Time no que se debate com especialistas um período ou uma figura histórica concreta em todas as suas dimensões

Certamente para um peninsular resulta um sock atoparse a especialistas de tanto nome como Richard Hingley, autor dum recentre e interessante ensaio sobre o mundo romano ( Globalizing Roman Culture ), Miranda Jane Aldhouse-Green uma das maiores especialistas britânicas em religión céltica, ou à folclorista e etnógrafa Juliette Wood (outra das autoras de cabezeira de que isto escreve), discutindo sobre a realidade e o mito ao longo dos tempos e da historiografia europeia de Boudica, a mítica rainha dos Iceni que se revelou contra Cláudio, e foi logo convertida num símbolo de multiples fazes e contrafazes ao longo da história posterior. Para quando algo assim na RadioGalega?, ... cecais nos meus melhores sonhos.


Escoita aqui o programa:  Boudica